Professor iraniano nocauteia apresentadora inglesa: ‘Vocês mexeram com o país errado’. VÍDEO

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Professor Seyed Mohammad Marandi, da Universidade de Teerã, uma das vozes acadêmicas mais respeitadas internacionalmente sobre a estratégia iraniana.

Sugestão do professor Schabib Hany, de Corumbá (MS)

  

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Haroldo Cantanhede

Força, Irã !! Tavanamandi (توانمندی) !!

Zé Maria

“Preço da Gasolina nos EUA Já Subiu
21% em 20 Dias do Mês de Março
Após Ataque Americano-Sionista ao Irã”

O preço da gasolina nos Estados Unidos
em março deste ano, atingiu patamares
Superiores a US$ 3,70 (R$ 19,60) o Galão
[ou cerca de 1 Dólar Por Litro], em média.

O aumento dos preços da gasolina nos Estados Unidos em 2026, causado pela Guerra Contra o Irã, começa a comprometer um dos principais pilares de alívio econômico defendidos pelo presidente Donald Trump em seu novo pacote tributário, conhecido como ‘One Big Beautiful Bill Act’.

A proposta, que prevê restituições fiscais ampliadas para famílias e empresas, pode ter seu efeito praticamente anulado pelo avanço dos custos com combustíveis ao longo do ano, segundo especialistas.

O preço da gasolina nos Estados Unidos subiu 21% em março deste ano, atingindo patamares superiores a US$ 3,70 o Galão [= 3,875 L], em média.
Em litros, o valor é equivalente a R$ 5,20 – preço considerado muito elevado para os padrões americanos.
De um lado, o pacote republicano busca devolver renda ao contribuinte por meio de cortes e reembolsos de impostos.

De outro, a elevação no preço da gasolina, item de alta recorrência no consumo das famílias americanas, corrói esse ganho ao pressionar despesas mensais obrigatórias, especialmente em um país fortemente dependente do transporte rodoviário.

Segundo a economista Claudia Sahm, ex-diretora do Federal Reserve, “quando os custos com energia sobem, eles funcionam como um imposto regressivo imediato, reduzindo a eficácia de qualquer estímulo fiscal voltado ao consumo”.

Para ela, a volatilidade dos preços da gasolina tem potencial de neutralizar políticas de transferência de renda no curto prazo.

O movimento ocorre em um contexto de maior volatilidade no mercado global de energia.
Tensões geopolíticas, restrições de oferta e ajustes na produção por grandes exportadores têm mantido os preços do petróleo em patamares elevados, com reflexo direto nas bombas.

Nos Estados Unidos, onde a gasolina possui forte sensibilidade política e econômica, esse fator tende a influenciar não apenas o consumo, mas também o humor do eleitorado.

Para Jason Furman, ex-presidente do Conselho de Assessores Econômicos da Casa Branca, “o impacto de um corte de impostos depende do que acontece com os preços dos bens essenciais. Se energia e alimentos sobem, o ganho real das famílias pode desaparecer rapidamente”.

Ele acrescenta que políticas fiscais expansionistas enfrentam limitações quando pressionadas por choques de oferta.

Além disso, o efeito distributivo da medida levanta questionamentos. Famílias de renda mais baixa, que destinam parcela maior do orçamento a gastos essenciais como transporte e energia, tendem a ser mais impactadas pela alta da gasolina. Isso significa que, mesmo com restituições fiscais, o ganho real pode ser limitado ou inexistente para essa parcela da população.

Na avaliação de Mark Zandi, economista-chefe da Moody’s Analytics, “a inflação de energia tem um efeito desproporcional sobre as famílias de menor renda e pode anular rapidamente os benefícios de políticas fiscais expansionistas, especialmente quando essas políticas não são direcionadas”.

No campo político, a possível neutralização dos efeitos do One Big Beautiful Bill Act adiciona complexidade ao discurso econômico de Trump.

Embora o pacote tenha sido concebido como instrumento de estímulo à renda e ao crescimento, seu impacto prático dependerá, em grande medida, de variáveis externas, especialmente o comportamento dos preços de energia.

Para o mercado, o episódio reforça a interdependência entre política fiscal e dinâmica de commodities. Para os consumidores, evidencia uma realidade mais imediata.

Mesmo diante de alívio tributário, o custo de vida segue condicionado por fatores que escapam ao controle direto do governo.

[Com Informações de Brazil Economy (23/3/2026)]

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Zé Maria

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Efeitos Geopolíticos da Guerra Contra o Irã.

Análise de Pepe Escobar:

https://youtu.be/SnH5fxCVc8Y?t=71

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Zé Maria

O COLAPSO FINANCEIRO JÁ COMEÇOU A SE ESPALHAR

A gestora BlackRock informou na sexta-feira (6) que limitou os resgates de um de seus principais fundos de crédito privado após um aumento inesperado nos pedidos de retirada por parte dos investidores.

A decisão ocorre em meio a preocupações crescentes com o setor global de crédito privado, estimado em cerca de US$ 2 trilhões. Com informações da Reuters.

A decisão ocorreu em um momento de turbulência nos mercados financeiros.

As ações da BlackRock chegaram a cair 6,7% na Bolsa de Nova York em meio a uma onda de vendas generalizada, após expectativas negativas de emprego nos Estados Unidos e à escalada da guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã.

O fundo afetado é o HPS Corporate Lending Fund (HLend), que possui aproximadamente US$ 26 bilhões em ativos e foi criado para atrair investidores individuais de alta renda.

No primeiro trimestre, o fundo recebeu pedidos de resgate que somaram US$ 1,2 bilhão, equivalente a cerca de 9,3% do patrimônio líquido.

Diante da demanda, a gestora informou aos investidores que pagaria US$ 620 milhões em saques, valor correspondente ao limite trimestral de 5%.
Esse percentual é o patamar padrão a partir do qual os gestores podem restringir novos pedidos de retirada.

Nos últimos meses, o sentimento dos investidores em relação ao crédito privado tem se deteriorado. Episódios recentes, como as falências de um fornecedor de autopeças nos Estados Unidos e de uma credora de veículos “subprime”, além do colapso de uma instituição de crédito hipotecário no Reino Unido, ampliaram os questionamentos sobre os padrões de concessão de crédito no setor.

Para Greggory Warren, analista sênior de ações das Bolsas de Valores, a situação revela riscos estruturais para investidores individuais.

“Isso deve servir como um sinal de alerta para o setor e para os responsáveis pela regulamentação sobre as desvantagens dos fundos ilíquidos para os investidores de varejo”, afirmou em entrevista à Reuters.

A HLend é uma empresa de desenvolvimento de negócios adquirida pela BlackRock junto com sua gestora, a HPS Investment Partners, em uma operação de US$ 12 bilhões realizada em 2024.

Segundo a gestora, esta é a primeira vez desde a criação do fundo que os pedidos de saque ultrapassam o limite de 5%.

As BDCs captam recursos principalmente de investidores individuais e os utilizam para conceder empréstimos a empresas de médio porte.

Como esses ativos não podem ser vendidos rapidamente, um grande volume de resgates simultâneos pode criar dificuldades para o fundo.

Segundo a empresa, o limite de 5% existe justamente para evitar “uma incompatibilidade estrutural entre o capital do investidor e a duração esperada dos empréstimos de crédito privado nos quais a HLend investe”.

Warren explica que restrições desse tipo ajudam a evitar prejuízos maiores.

“Ao impedir resgates por meio de mecanismos de bloqueio, os gestores de fundos podem evitar serem forçados a vender ativos, o que impactaria negativamente o retorno do investimento para os demais investidores, dada a opacidade e a iliquidez dos ativos nesses fundos”.

Dados divulgados pela empresa mostram que cerca de 19% da carteira do fundo está exposta ao setor de software [Big Techs], segmento que vem enfrentando pressão nos mercados diante do avanço de startups focadas em inteligência artificial.

https://www.diariodocentrodomundo.com.br/efeito-trump-maior-gestora-de-fundos-do-mundo-limita-valor-de-saques-de-seus-clientes/

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