Guerra tarifária prejudicará tanto EUA quanto Europa, diz Paulo Nogueira Batista Jr. VÍDEO
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Guerra tarifária não tem vencedores e Europa sai mais fraca, diz especialista
Sputnik
Uma guerra tarifária tende a prejudicar tanto os EUA quanto a União Europeia. Além disso, uma resposta tímida europeia às ações de Washington aumenta sua exposição e enfraquece seu papel no cenário internacional, disse à Sputnik Paulo Nogueira Batista Jr., economista e ex‑vice‑presidente do Novo Banco de Desenvolvimento do BRICS.




Comentários
ANABI RESENDE FILHO
Paulo, e quanto ao acordo com a UE? Passou no parlamento deles lá? (News e fakenews se misturam…)
Zé Maria
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“Governo LULA recompõe Orçamento
para Educação e Ciência que havia sido
Cortado pelo Congresso NaZi Neoliberal”
O governo federal publicou, na terça-feira, 20,
portaria determinando a recomposição do orçamento
das instituições federais de ensino.
O valor será de R$ 977 milhões, garantindo as verbas
necessárias para o funcionamento das Universidades
Federais e Institutos de Educação (IFs).
Essa verba havia sido cortado pelo Poder Legislativo Federal no processo de tramitação da Lei de Diretrizes
Orçamentárias (LDO).
O corte colocava em risco atividades de ensino e
de pesquisa em todo o país.
Essas Complementações Orçamentárias vêm sendo
feitas pelo Executivo federal desde o início do governo
Lula, por meio do Ministério da Educação, para compensar
cortes feitos no Congresso Nacional.
A Suplementação foi de
R$ 1,7 bilhão em 2023,
R$ 734,2 milhões em 2024 e
R$ 279,8 milhões em 2025.
Quando o corte para este ano foi definido pelo Congresso, a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) denunciou que a medida atingiria “todas as ações orçamentárias essenciais ao funcionamento da rede federal de ensino superior”, “colocando em risco avanços recentes na democratização do acesso e da permanência no ensino superior público”.
O crédito suplementar para o Ministério da Educação é destinado ao custeio, bolsas de pesquisa e financiamento de obras em universidades e institutos federais.
Os recursos serão divididos da seguinte forma:
R$ 332 milhões:
para as universidades federais (para o custeio, como
o pagamento de contas como luz, água, segurança, etc.);
R$ 156 milhões:
para os institutos federais (ensino técnico e profissional);
R$ 230 milhões:
para a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), destinados especificamente
a bolsas de apoio às pesquisas na graduação e na
pós-graduação;
R$ 259 milhões:
itens de manutenção das instituições federais de ensino.
[Sintrajufe com informações da Agência Brasil, FolhaSP e do G1]