Atualizado em 07 de abril de 2008 às 02:18 | Publicado em 07 de abril de 2008 às 02:15
de Pedro Venceslau, em seu blog:
Dia desses me ligou o Rodrigo Vianna, repórter da Record, para comentar minha saída da IMPRENSA. Papo vai, papo vem, ele recordou um episódio sui generis. Eu e minha inseparável colega, Thaís Naldoni, convidamos Rodrigo para uma entrevista. Ele topou e foi até a redação para a conversa, que durou umas duas horas. Em suma: a entrevista, que tinha pegada para ser capa, virou um "jogo rápido" sem vergonha, no cantinho de baixo do "Caderno I". Dou um doce para quem acertar quem foi a capa daquela edição: William Waack. Que fique claro que Rodrigo não reclamou do espaço que lhe coube, só desconfiou do motivo da drástica redução. Expliquei para ele que, na IMPRENSA, existe uma regra de ouro: não se fala mal da Globo em hipótese alguma. A propósito; a referida entrevista com Waack, feita por mim, foi submetida à direção da Globo e completamente retalhada. Na ocasião, Sinval, o comandante em chefe das "Organizações IMPRENSA", me passou um passa-moleque devido às "cascas de banana" que eu teria jogado ao sisudo âncora. Vale o registro: Waack nem esperou que eu deixasse o prédio da Globo após a entrevista para ligar reclamando das perguntas. Para quem? Só Deus (e a Globo) sabem...
Os amigos comentaristas estao esquecidos de uma dos maiores "malas" que existem no ramo.Chama-se ALEXANDRE GARCIA. Sim. aquele que era o homem de imprensa do ditador de plantao, o Figueredo, e um dia ele (o mala) resolveu posar para a ELE e ELA deitado dentro de uma banheira, fumando um charuto e cercado de "profissionais". O escroque foi defenestrado sem contemplacao pelos donos do poder daquela epoca. Em seguida, ele foi pedir emprego para o Bloch na Manchete.Como a Ele e Ela era uma revista mensal da Manchete o Adolpho teve que engolir o entulho. Com a quebra do grupo, claro, ele tinha que ir para outro esgoto. Chegando na Globo serviu como capacho do Collor e assim por diante, sempre com aquele sorriso servil e falso como uma nota de 3 reais.No meu entender, de O Globo e da Rede Globo, jornalistas, somente os de esportes, exceto, sem duvida o Galvao Bueno (outro "mala").