Fátima (03/12/2008 - 14:45)
É nisso que dá investimetos finaceiros sem o contrle da dona patroa a Srª REGULAMENTAÇÃO filha do Sr ESTADO .
robledo duarte (01/10/2008 - 13:17)
Hoje em dia o que é mais consistente é a mentira. A imprensa utiliza a mentira fazendo-a passar por verdade e daí atingir seus propósitos. A economia utiliza a mentira e a fraude para criar um mundo artificial com dinheiro de brinquedo.É somente no nosso bolso que a verdade trafega, sem mão dupla.
Azenha, vc deveria sempre criar anologias como esta para explicar a picaretagem do mundo de negócios, basta lembrar a históra da inflação dos alimentos, coisa parecida com o buteco do seu Biu.
Amyra El Khalili (30/09/2008 - 15:48)
Azenha, é por isso mesmo que você tem leitores atentos e a cobertura do Conselho Jurídico do Projeto BECE. Um corpo de advogados do melhor gabarito. O gajo e seus asceclas que se cuidem!
Fernando (30/09/2008 - 13:03)
Chico Buarque já musicava a crise a 30 anos atrás
O malandro
Kurt Weill - Bertolt Brecht -
versão livre de Chico Buarque/1977-1978
Para a peça Ópera do malandro, de Chico Buarque
O malandro/Na dureza
Senta à mesa/Do café
Bebe um gole/De cachaça
Acha graça/E dá no pé
O garçom/No prejuízo
Sem sorriso/Sem freguês
De passagem/Pela caixa
Dá uma baixa/No português
O galego/Acha estranho
Que o seu ganho/Tá um horror
Pega o lápis/Soma os canos
Passa os danos/Pro distribuidor
Mas o frete/Vê que ao todo
Há engodo/Nos papéis
E pra cima/Do alambique
Dá um trambique/De cem mil réis
O usineiro/Nessa luta
Grita (ponte que partiu)
Não é idiota/Trunca a nota
Lesa o Banco/Do Brasil
Nosso banco/Tá cotado
No mercado/Exterior
Então taxa/A cachaça
A um preço/Assustador
Mas os ianques/Com seus tanques
Têm bem mais o/Que fazer
E proíbem/Os soldados
Aliados/De beber
A cachaça/Tá parada
Rejeitada/No barril
O alambique/Tem chilique
Contra o Banco/Do Brasil
O usineiro/Faz barulho
Com orgulho/De produtor
Mas a sua/Raiva cega
Descarrega/No carregador
Este chega/Pro galego
Nega arreglo/Cobra mais
A cachaça/Tá de graça
Mas o frete/Como é que faz?
O galego/Tá apertado
Pro seu lado/Não tá bom
Então deixa/Congelada
A mesada/Do garçon
O garçon vê/Um malandro
Sai gritando/Pega ladrão
E o malandro/Autuado
É julgado e condenado culpado
Pela situação
Is rilly mor under ... hehe (30/09/2008 - 12:32)
Será ssim mesmo, c/ o tempo, vai cair no gost do povao, piadas ridiculaizando e /ou espinafrando o Tio Biu Sam e nao haverá qem consiga reorganizar a falsa moral destruíta dusamericanu. Again: ze role is mor under, my frendi. I rilly mor under.
Inté
Murilo
rafael borges - LEI SECA (30/09/2008 - 11:31)
Por que em países com o Brasil o cenário podia ser pior? Pq os bebuns de carro, que pagariam à vista a pinga mais cara compensando a mais barata, sumiriam do bar depois da Lei Seca. Mais que uma piada sem graça, quero enfatizar a insegurança jurídica do país. O exemplo da Lei Seca serve pra demonstrar como um tipo de empresarioado foi sériamenete prejudicado por uma canetada. Tivemos e temos exemplos mais graves e menos nobres que mostram pq nosso país às vezes espanta tanto os investidores externos (e castiga os internos).
Antônio Marcos (30/09/2008 - 10:11)
Ha, ha, ha, ha. Além de cômico foi trágico para os EUA.
Edson (30/09/2008 - 09:25)
Amyra El Khalili. Parece que a fonte não é esta que você indicou... veja a data... e veja estes sítios aqui:
http://filthymac.apostos.com/2008/03/pendura_sebastiao_1.html (em March 21, 2008)
http://www.interney.net/blogs/lll/2008/09/26/um_bar_na_vila_carrapato/
Clairton (30/09/2008 - 01:51)
Envio um aprimoramento desta abordagem, enviada pelo manolo ao blog do sociólogo gaúcho Cristóvão Feil, "Diário Gauche" - www.diariogauche.blogspot.com:
Anônimo manolo disse...
É mais ou menos isso, com algumas observações. Primeiro, a idéia partia mesmo dos gerentes com Emibiêi e dos zécutivos, que, com muita grana disponível (o juro era zero nos Fedfunds) resolveram empurrar essa grana pros pinguço comprarem pinga no bar do seu Bidu. E nem todos os pinguços estavam desempregados. Alguns compravam mais de uma garrafa, pra revender, já que o preço da pinga começava a subir. Pinga tava virando investimento. Assim, alguns pinguços até penhoravam a garrafa que tinham pra comprar outra e passar adiante com lucro. Segundo, os PQP, UTI, OVNIs e afins foram montados uns sobre os outros, mais ou menos como uma pirâmide invertida, de forma que o topo ficou com valor nominal 20 vezes maior do que a base, que era a dívida dos bebuns. Portanto, a coisa seria insustentável MESMO QUE OS BORRACHOS ESTIVESSEM PAGANDO DIREITINHO. A crise é de REALIZAÇÃO desse capital fictício que, até então, não era nem mesmo de papel. Existia apenas como sequencias binárias armazenadas nos computadores das corretoras e bancos de investimento
Amyra El Khalili (30/09/2008 - 00:07)
Azenha, este é o artigo na íntegra com a fonte devidamente citada!
27 de julho - Por Vitor Hugo Martins
http://vhmartins.spaces.live.com/blog/cns!4D40F943E3BB7EC4!2516.entry
Analise economica versão matuta.
Já não precisa ser "emebiêi " para entender a crise financeira atual.
Só que, na brincadeira, dá para entender o que o economês dos jornais tentam explicar a algum tempo.
Veja a explicação mais simples abaixo:
Entendendo a complexidade da crise subprime americana:
É assim: o seu Biu tem um bar, na Vila Carrapato, e vende muita cachaça.
Como os fregueis tão diminuindo, ele decide que vai vender cachaça "na cardeneta" aos seus leais fregueses, todos bêbados, quase todos desempregados.
Porque decide vender a crédito, ele pode aumentar um pouquinho o preço da dose da branquinha (a diferença é o sobrepreço que os pinguços pagam pelo crédito).
O gerente do banco do seu Biu, um ousado administrador formado em curso de emebiêi, decide que as cadernetas das dívidas do bar constituem, afinal, um ativo recebível, e começa a adiantar dinheiro ao estabelecimento tendo o pendura dos pinguços como garantia.
Uns seis zé-cutivos de bancos, mais adiante, lastreiam os tais recebíveis do banco, e os transformam em CDB, CDO, CCD, UTI, PQP, OVNI, SOS ou qualquer outro apelido financeiro que ninguém sabe exatamente o que quer dizer: é só um apelido.
Esses adicionais instrumentos financeiros alavancam o mercado de capitais e conduzem a que se façam operações estruturadas de derivativos, na Bolsa de Mercadorias e de Futuros-BM&F, cujo lastro inicial todo mundo desconhece (as tais cardenetas do seu Biu).
Esses derivativos estão sendo negociadas como se fossem títulos sérios, com fortes garantias reais, nos mercados de 73 países.
Até que alguém descobre que os bebuns da Vila Carrapato não têm dinheiro para pagar as contas, e o Bar do seu Biu vai à falência. E toda a cadeia "sifu"! Intendeu agora? Então bota mais uma...
Marcelo - DF (29/09/2008 - 23:31)
Meu Deus!!! Esta foi a melhor explicação que já ouvi!!! E, o pior, é que foi neste mesmo "pé" - ou copo - que as transações se deram...
Parabéns pela analogia.
marcelo - curitiba (29/09/2008 - 23:08)
TOTAL! :-) LOL
Marco Aurelio (29/09/2008 - 22:05)
Vi esse negócio,pela primeira, vez no site do Nassif.É bom perguntar pra ele,Azenha.
E se não "descobrem" que os pinguços não têm grana? Quer dizer, a enganação em enocomês continua rolando solta, os contadores colocando nos balanços que a "intenção" de saldar o débito da caderneta entra na conta "valores intangíveis" e o vício do alcoolismo se constitui em "garantia colateral"? E a preocupação seria apenas com a produção da "caña": uma hora para o álcool anidro, outra para o etílico...e zuzu bem.