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O New York Times quer administrar o pré-sal (com o PSDB)

Atualizado em 18 de agosto de 2009 às 17:19 | Publicado em 18 de agosto de 2009 às 17:11

Brasil assume maior controle dos campos de petróleo, com riscos de longo prazo

Alexei Barrionuevo, no New York Times, do Rio de Janeiro, em 18.08.2009
 
Diante da mais importante descoberta de petróleo do mundo em anos, o governo brasileiro está buscando recuar de mais de uma década de cooperação estreita com as companhias de petróleo estrangeiras e controlar mais diretamente a extração.

A medida faz parte de um impulso nacionalista para aumentar os benefícios obtidos pelo país com seus recursos naturais e cimentar sua posição como potência global. Mas isso poderia retardar significativamente o desenvolvimento dos campos de petróleo, em um momento em que o mundo está à procura de novas fontes de energia, disseram analistas de energia e de risco. 
 
Neste mês, o governo brasileiro disse que queria que a companhia nacional de petróleo, a Petrobras, controlasse todo o futuro desenvolvimento dos campos em águas profundas descobertos em 2007, que geólogos internacionais estimam poder conter dezenas de bilhões de barris de petróleo recuperáveis.

A mudança tornaria a Petrobras a operadora de 62% da nova área que ainda não foi licitada, restringindo as empresas estrangeiras ao papel de investidores financeiros. Isso limitaria a capacidade delas de ajudar a determinar o ritmo do desenvolvimento dos campos de petróleo, dando à Petrobras um maior poder para gerar empregos e conceder contratos lucrativos.

O petróleo se encontra sob cerca de 6 mil metros de água, areias em movimento e uma espessa camada de sal. Esta chamada região pré-sal, que se estende por centenas de quilômetros, é a maior reserva em desenvolvimento no mundo atualmente, especialmente dada a falta de acesso aos extensos depósitos do Iraque, disse Daniel Yergin, presidente da IHS Cambridge Energy Research Associates, uma consultoria de energia. Espera-se que também seja um dos mais complicados projetos na história da indústria petrolífera.

"O momento e escala do desenvolvimento do pré-sal serão alguns dos fatores mais significativos para o equilíbrio global do petróleo na próxima década, principalmente após 2020", quando o Brasil deverá aumentar ainda mais a produção, disse Yergin. "Se isso não acontecer, será um grande revés para o Brasil em termos de receita e uma perda significativa para o mundo em termos de nova oferta de petróleo."

Para o Brasil, as apostas são altas. Muitos aqui veem o petróleo como uma bala mágica para lidar com os maiores desafios sociais do país. Luiz Inácio Lula da Silva, o popular presidente do Brasil, quer mudar as leis de energia para canalizar mais receita dos campos ainda não desenvolvidos para os cofres do governo, criando fundos para melhorar a educação e saúde. Sua proposta será entregue ao Congresso em algum momento na próxima semana, disse um de seus assessores na segunda-feira. 
 
Autoridades do governo daqui insistem que o Brasil não será tomado pelo mesmo tipo de fervor nacionalista que varreu a América Latina nos últimos anos. Como o México fez no final dos anos 30, Venezuela, Bolívia e Equador confiscaram os ativos de energia e expulsaram as companhias estrangeiras, apenas para ver sua produção de petróleo e gás natural estagnar ou diminuir.

O governo Lula não está propondo que os estrangeiros sejam excluídos dos projetos de energia, nem mesmo que não tenham a chance de conquistar participações majoritárias em alguns casos. As empresas estrangeiras já estão envolvidas na primeira leva de projetos do pré-sal, incluindo o campo gigante de Tupi, que a Petrobras estima conter entre 8 bilhões a 5 bilhões de barris de petróleo e gás natural.

Mesmo sem o próximo grupo de campos pré-sal, o Brasil pretende mais que dobrar sua produção de petróleo, para 5,7 milhões de barris por dia até 2020.

O Brasil fez grandes descobertas de petróleo tardiamente em seu desenvolvimento econômico, contando assim com uma economia diversificada, o que ajudará a evitar o "mal holandês" da dependência de um recurso natural, que tem afetado várias das potências mundiais de petróleo, disse José Sérgio Gabrielli, o presidente da Petrobras.

Ele disse que o nacionalismo que está borbulhando no momento "não é um nacionalismo contra os estrangeiros", mas sim um debate sobre a velocidade do desenvolvimento, quem ficará com maior parte do fluxo de receita e quem se beneficiará da tecnologia e conhecimento relacionados.

Ainda assim, Gabrielli reconheceu que os ventos nacionalistas estavam começando a soprar de novo.

Com a bandeira verde e amarela do Brasil aberta sobre o palco, membros do sindicato dos petroleiros assistiram a um novo documentário aqui no mês passado, "O Petróleo Tem Que Ser Nosso - Última Fronteira". No filme, geólogos, líderes sindicais e até mesmo uma médica de 92 anos, Maria Augusta Tibiriçá, discutem como os novos campos poderiam gerar "trilhões de dólares" e transformar o futuro do Brasil.

Uma dúzia de sindicalistas encerrou a noite cantando o hino nacional e depois uma canção composta para o filme, misturando samba e bossa nova.

O novo fervor nacionalista lembra o dos anos 70 e 80, quando o governo militar do Brasil declarava que "a Amazônia é nossa" para rechaçar enclaves estrangeiros na floresta tropical.

E isso evoca as preocupações protecionistas iniciais que foram levantadas após um pouco de petróleo ter sido descoberto no Brasil em 1939. Poucos anos depois, um general declarou "o petróleo é nosso", em meio aos temores de que as companhias de petróleo americanas encontrariam um meio de tomá-lo. Manifestantes realizaram protestos nos anos 50 em frente ao Prédio da Esso, no centro do Rio.

Foi em meio a esse clima populista que, em 1953, o presidente Getúlio Vargas fundou a Petrobras e lhe concedeu o monopólio do petróleo. Apenas em 1997 é que empresas estrangeiras foram autorizadas a participar na exploração e produção de petróleo.

Os planos de Lula para um maior controle dos novos campos enfrentará uma dura batalha no Congresso do Brasil, onde os líderes da oposição dizem que buscarão adiar o plano, para negar ao presidente uma vitória que poderia impulsionar politicamente Dilma Rousseff, sua ministra da Casa Civil e candidata escolhida para sucedê-lo na eleição do próximo ano.

Rousseff, que está encarregada da proposta do governo para o pré-sal, também é presidente do conselho administrativo da Petrobras. O governo conta com um controle de 55,7% da empresa; outros membros do conselho também são nomeações políticas.

"O governo usará todo argumento ideológico, nacionalista e emocional para tentar aprovar isto antes da eleição do próximo ano, mas será muito difícil a aprovação", disse Tasso Jereissati, um senador do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) que é um crítico da proposta do governo.

O Senado brasileiro já está lidando com uma ampla investigação das irregularidades e impropriedades da Petrobras, uma investigação lançada pela oposição.

Gabrielli, o presidente da Petrobras, argumenta que o governo tem bons motivos para querer limitar a participação estrangeira. Em 1997, os preços do petróleo eram muito menores e a economia do Brasil enfrentava dificuldades. Hoje, o Brasil conta com mais de US$ 220 bilhões em reservas de moeda estrangeira, os preços do petróleo estão mais altos e a Petrobras se tornou a quarta maior empresa das Américas.

"As condições financeiras são completamente diferentes", disse Gabrielli. E o desenvolvimento dos novos campos, antes considerado arriscado, "agora é um bilhete de loteria premiado".

Com as preocupações sobre se o Brasil tem condições de levantar os cerca de US$ 600 bilhões que precisará para desenvolver os novos campos ao longo dos próximos 20 anos, o governo está explorando a disposição das companhias de petróleo estrangeiras de apostar alto.

"Esta é a única grande descoberta de petróleo dos últimos anos; não há outra", disse Rousseff neste mês, em uma entrevista para o jornal brasileiro "Valor Econômico".

Mas a decisão de dar à Petrobras o controle operacional é míope, arriscada e poderá atrasar a capacidade do Brasil de usar o petróleo para ajudar a transformar o país, disse Christopher Garman, um analista do Eurasia Group, uma consultoria de risco político em Nova York.

"E se conseguirmos um grande avanço tecnológico em energia renovável e, daqui cinco a oito anos, o preço do petróleo não for o que é hoje?" disse German. "O Brasil vai maximizar os investimentos agora ou manter o petróleo no solo por mais tempo?"

Ausente no debate, disse Gabrielli, está a realidade da escassez do equipamento necessário para perfurar os novos campos. Os executivos da Petrobras estão tentando motivar fornecedores de várias partes do mundo a desenvolver o equipamento.

Até 2017, a Petrobras precisará de 40 plataformas de petróleo capazes de perfurar fundo o suficiente para atingir os novos campos - mais da metade do número total dessas plataformas existentes atualmente no mundo, disse Gabrielli. A empresa está exigindo que 28 delas sejam construídas no Brasil.

Gabrielli disse que a empresa está mantendo seus gastos em expansão internacional em US$ 16 bilhões, para que possa se concentrar no desenvolvimento dos campos em águas profundas domésticos.

"A questão não é acelerar ou não acelerar", disse Gabrielli. "Nós estamos no limite da capacidade mundial do setor."

Tradução: George El Khouri Andolfato


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ÚLTIMOS COMENTÁRIOS
João de Branco Filho (09/09/2009 - 12:44)
Srs, os nossos governamentais independente o partido, devem pensar e refretir, pois o pré-sal é nosso!
Graças a Deus e a competencia Brasileira, esta descoberta. Nosso País sempre foi e será riquissimo em minerais e agora o petróleo. Pela primeira vez com toda esta crise, o Brasil tem agora a chance de alavancar a economia Brasileira e se souberem repartir o bolo, NÒS Brasileiros iremos ter mais portas aberta no mercado de trabalho e também seremos independentes dos paises vizinhos . No português claro! Teremos bastante dinheiro pra ser investido na nação Brasileira.
Não tenho muito estudo, porém estou espondo aqui os meus sentimentos com relação a esta bacía de petroleo descoberto em território Brasileiro e com certeza a Petrobrás que é NOSSA, saberá exatamente o que fazer, Srs, Obrigado!!! Branco

SERGIO (29/08/2009 - 15:38)
INTERESSANTE COMO CARAS COMO O AZENHA, O RODRIGO VIANA E OUTROS, QUE DURANTE MUITO TEMPO FIZERAM O SERVIÇO SUJO PARA A GLOBO, AGORA SÃO ANTI-GLOBO

Se correr o bicho pega se ficar o bicho come (25/08/2009 - 08:20)
Ficamos entre a cruz e a espada, dividir a exploracao com as empresas extrangeiras, ou deixar o pre-sal ser explorado pela corrupcao brasileira.
Fico com a segunda opcao!!!

http://www.anovaordemmundial.com/

João Batista (23/08/2009 - 19:50)
O próprio texto se desmente: uma hora diz que o pré-sal é uma das maiores descobertas recentes de petróleo, depois afirma que o mundo precisa de petróleo. Porém, mais adiante argumenta que se o Brasil não fizer a exploração agora, abrindo mão do "nacionalismo", poderá não pegar o preço alto novamente.....
Será que pagam este jornalista para escrever tão mal?

francisco pereira neto (23/08/2009 - 14:53)
Se esses gigantescos campos de petróleo fossem descobertos nos territórios dos EUA, o discurso deles seria o mesmo? O Brasil, a exemplo do que eles reividicam, poderia escrever artigo como esse, para participar das riquezas norte americanas?
Eles não perdem a mania de espoliar os mais dependentes.
Essa é a opotunidade do Brasil começar a se tornar indenpendente.

Athos (20/08/2009 - 18:25)
Bastos, não seria aquele poço seco?

Me informe por favor pois fiquei curioso. Sabendo que você é um profundo conhecedor de assuntos e interesses estrangeiros, só confio na sua resposta.

manoel (20/08/2009 - 09:36)
Exxon tem concessão exclusiva num poço.
Ou seja, está apostando no aprendizado em águas profundas.
Nestes casos, subempreitar, terceirizar, arrendar, são formas válidas.
Existem várias etapas.
Jão B, a Petrobras perfura em águas profundas no mundo inteiro.
Ela detém um conhecimento único.
Não se magoe.
Seu país já foi para a Lua, invadiu o Vietnã, o ex Vice Presidente matou um aliado com tiro de espiongarda de caça de forma acidental. Tudo bem!
Mas petróleo em águas profundas é coisa da Petrobras, certo?
Insisto: transferência de tecnologia não é de mão única. Brasileiros também podem exercer esta função.

Leider Lincoln (19/08/2009 - 20:30)
Então a Petrobrás não pode operar um posto em águas profundas, é o que quer dizer? Você nos insulta, John...

Daniel Weber (19/08/2009 - 19:39)
O único patriotismo válido então é o americano? Entendi!

John Bastos (19/08/2009 - 19:04)
"A Exxon Mobil não tem tecnologia de profundidade mas pode operar um poço junto com quem sabe."

Manoel, a Exxon opera um poco no pre-sal sozinha -- o mesmo nao pode ser dito da Petrobras. Liga os pontos, oh genio!

Carlos Henrique (19/08/2009 - 16:42)
Que absurdo, brasileiros cantando o hino nacional e hasteando a bandeira verde-amarela!!! São uns xenófobos, povinho atrasado.

manoel (19/08/2009 - 16:34)
A fábrica de pneu não "sabe" fazer carros mas faz parte do mesmo.
A Exxon Mobil não tem tecnologia de profundidade mas pode operar um poço junto com quem sabe.
Ela refina petróleo muito bem.
Ou você acha que transferir tecnologia é apenas coisa dos EUA?
Você não é apenas arrogante Jão BasBostas, é burro também!
Falas impropérios em várias línguas.

Fernando Gonzales (19/08/2009 - 15:23)
Este senhor Christopher Garman, esta blefando e dizendo besteira, já existe tecnologia pra substituir o petróleo como fonte segura de abastecimento, o que ele nem sequer cogitou em dizer é que esta tecnologia não consegue substituir o petróleo neste século. E isto incomoda muito o G7, pois eles cada vez mais perdem o super controle que tinham sobre a energia mundial. Alias dentro em breve perderam também o controle sobre o NIÓBIO, pois até agora são eles que controlam este mineral como se fosse deles, no entanto o único produtor a nível mundial que satisfaz a industria de metais é o Brasil. O Brasil produz o NIÓBIO e ganha uma ninharia sobre este importantíssimo minério, enquanto o G7 que domina a indústria aeroespacial (aviões, mísseis e foguetes), ganha centenas de milhões de dólares. O NIÓBIO, hoje, pode ser considerado um minério estratégico de alta importância comercial e industrial, ninguém pode extrair NIÓBIO sem passar pelo crivo de fiscalização internacional, pela sua importância na industria estratégica. Até quando vamos permitir que nos roubem mais esta riqueza. Só pra ter uma idéia deste verdadeiro assalto, vamos comparar com a extração de ouro no tempo colonial da África do Sul, onde os países ricos exploraram de maneira sórdida os naturais daquele país, pagando um royalties passa fome, enquanto o ouro gerava a riqueza dos Europeus e americanos.
Abraço!

Fábio (19/08/2009 - 15:03)
O NYT, assim como os jornalões do PIG daqui, agoniza em praça pública lá nas terras de tio Sam.

Pedro Dias (19/08/2009 - 13:53)
Por isso que o PIG está tão deseperado com o crescimento da popularidade da Dilma. O Serra estando fora eles não irão entregar o pre-sal e isso eles não admitem. Nós temos que ficar atentos para não deixar que eles manipulem o povo brasileiro. DILMA 2010!

John Bastos (19/08/2009 - 03:46)
"robledo duarte (18/08/2009 - 21:11)
Reconhecidamente os EUA não tem tecnologia para extrair petroleo das profundezas"

Deve ser por isso que a companhia nicaraguense Exxon-Mobil tem um poco chamado Azulao no pre-sal :)

Peter Cordenonsi (19/08/2009 - 01:20)
Caro Azenha!
Na tradução foi excluída uma frase, que é a música feita para o filme: "Se o petróleo tá no fundo bem no fundo lá do mar. Será que a gente joga prá ganhar!!!"
Achei a reportagem bem balanceada, dá uma visão geral do que está acontecendo no país em torno do tema do pré-sal.
O que nossos jornais, o PIG, não estão falando e eles falam, é do surgimento de um movimento nacionalista. O Alexei Barrionuevo, o jornalista do NYT, esteve no lançamento do filme no Odeon, no dia 30 de julho, e realmente, o que se viu ali foi uma forte e inesperada comoção nacionalista.
Essa é a grande diferença, não vi um grande jornal falar sobre isso, também vai minha crítica aos nossos blogues independentes. Nenhuma frase sobre aquele evento.
temos que usar isso a nosso favor.
Azenha, você está nos créditos de agradecimento ao filme.
Hoje ficaram prontas as cópias em DVD e mandarei uma especialmente para você.
Segunda-feira, dia 24 de agosto, vai ter mais uma exibição pública do filme no Cine Santa, em Santa Teresa no Rio de Janeiro. Às 20:30, depois haverá debate. Os deputados Chico Alencar e Brizola Neto confirmaram presença. A entrada é franca!!!
Divulguem, façam-se presentes. O filme é uma boa ferramenta para que trabalhemos um movimento nacionalista e discutamos um novo projeto ou plano de metas para o Brasil.
Se o New York Times falou, porque nós não falamos...
Obrigado pela atenção!

Peter Cordenonsi, diretor do filme documentário "O Petróleo Tem Que Ser Nosso - Última Fronteira"

ZUIS (18/08/2009 - 21:47)
Se houvesse a chance do petróleo ser substituido por outra fonte de energia a curto prazo não haveria a guerra do Iraque, Afeganistão, Campanha contra Hugo Chaves, etc. O País é soberano e faz do "SEU" petróleo o q bem entender.

robledo duarte (18/08/2009 - 21:11)
Reconhecidamente os EUA não tem tecnologia para extrair petroleo das profundezas.O que eles querem que o Brasil tenha o trabalho todo e eles sejam os laranjas e atravessasores para ganhar (mais uma vez) dinheiro nas costas do suor brasileiro, aí é que entram os abutres dos tucanos (que tal trocar de pássaro)que vendem o país para se darem bem.

LAMPIAO (18/08/2009 - 21:11)

SE FHC TIVESSE PASSADO MAIS 6 MESES NO GOVERNO TERIA ENTREGUE A PETROBRÁS A GRINGALHADA,ACORDA POVO BRASILEIRO.......

Eduardo Guimarães (18/08/2009 - 21:08)
BOMBA!! Vox Populi no jornal da TV Bandeirantes na noite desta terça-feira contradiz Datafolha e mostra Serra com 30% e Dilma com 21%

Fábio (18/08/2009 - 20:56)
De um link na seção de comentários do blog do edu.guim "O Petróleo Tem Que Ser Nosso - Última Fronteira" http://www.youtube.com/watch?v=XSyL3lZ6CW0. Assistam e divulguem.

MACONHEIRO (18/08/2009 - 20:30)
FUCK THE NEW YORK !!!! FORA, FHC !!!!!

E daí? Com um governo "cagão" como este... (18/08/2009 - 20:22)
...vai acabar administrando mesmo.

Depois do ataque da Record mostrando a verdade para a população o que o governo (Lula) fez?

NADA!!!

Convenhamos pessoal... o Lula é um "cagão", tem medo do PIG MESMO!!!

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Gustavo Eduardo Paim Pamplona - Belo Horizonte - MG
Desde Fev/2008 PROVOCANDO no "Vi o Mundo"!

Luiz Paulo - Vitória/ES (18/08/2009 - 20:05)
Nem os americanos leem essa porcaria, tal como Folha, Estadão e O Globo. Somos um país de 190 milhões de pessoas e cerca de 1 milhão compram (será que leem?), ou seja, estamos pautando nossas discussões sobre um assunto criado por um canal de informação que ninguém quer saber que existe. Peço, mais uma vez, vamos fazer nossas propostas, opinar sobre coisas que nos interessam verdadeiramente, sobre pautas criadas pelos outros 189 milhões de pessoas...

trombeta (18/08/2009 - 19:45)
A canalha entreguista tucana e seus satélites já devem estar acertados com as corporações internacionais para a entrega do pré-sal a quem mais pagar. A mídia amiga já começou sua campanha lesa-pátria de que o bom é o Brasil escancarar para os gringos.
Lula quer criar fundos para dividir a riqueza que é de todos os brasileiros.
Essa eleição tem muita coisa em jogo além de quem vai sentar na cadeira de presidente, tem uma fortuna avaliada por cima em 4 trilhões de reais para administrar, espero que certa esquerdinha de discurso de escoteiro entenda a conjuntura e não atrapalhe a campanha de Dilma.

Admar (18/08/2009 - 19:24)
ATÉ OS GRINGOS SABEM QUE O PSDB QUER ENTREGAR PRA ELES O PRÉ-SAL, ACORDA BRASIL MOSTRA TUA CARA, O PETROLEO É NOSSO OS GRINGOS QUE BUFEM, POIS NAS NOSSAS CRISES NUNCA FIZERAM NENHUMA OFERTA QUE NÃO TIRASSE O NOSSO COURO, CORREMOS PERIGO, O MUNDO SEM PETROLEO SERÁ TENTADO A INTERFERIR NA NOSSA SOBERANIA, PRECISAMOS NOS ALIAR COM QUEM PODERÁ NOS SER UTIL COMO ALIADO NUM FUTURO NÃO MUITO DISTANTE.

L@!r M@r 3$ (18/08/2009 - 19:18)
Ué?! Mas o pré-sal não era marketing do PT e valia nada? Não entendi...

Márcia (18/08/2009 - 19:16)
Falou tudo, Donizete. Esse blá-blá blá neoliberal só não dá mais sono porque dá náusea.

Elton Ribeiro (18/08/2009 - 19:15)
Acho que a petrobras não pode deixar de ouvir quem realmente interessa e quem realmente pode responder muitos questionamentos: seu corpo de técnicos e engenheiros(aqueles que realmente estão à frente das pesquisas). Porque realmente, os questionamentos são muitos, apostar na exploração do pré-sal ou investir mais em exploração externa? A exploração do pré-sal é ou não viável? Politicos, jornalistas e muitos que não querem o bem desse país não podem responder. Acho que as respostas dos questionamentos da regulamentação do pré-sal e suas possibilidades de exploração está na própria Petrobras.

carlos quintela (18/08/2009 - 19:13)
Está chegando a hora da onça beber água. máscara dos grande benfeitores da humanidade está caindo. São atitudes e discursos bem engendrados. Chegam até mesmo a sugerir que o País ter o controle de seu recurso natural mais estratégico é contrário aos nossos próprios interesses. O próximo passo, já estou antevendo, é condenar a compra de submarinos e nossa intenção de dominar sua tecnologia de construção, para intentar o equipamento nuclear, o que nos daria melhores condições de controlar nossas águas nacionais e de exclusão. Realmente é um país de malfeitores, gostam de enfrentar adversários que não possam defender-se e buscam desde já assegurar que nosso petróleo, caso necessário, seja tomado pela força. Podem me chamar de paranóico, mas é assim que vejo a situação.

Paulo V (18/08/2009 - 18:58)
O NYT é o mesmo que publicou uma reportagem, sugirindo que Lula é um alcoolatra. Depois foi sobre a soberania da Amazônia e agora vem com essa história de petróleo.
Se houver oportunidade, compram como compraram o Alaska e vendedor nosso(traidor) são os demo-tucanos.

pablo (18/08/2009 - 18:53)
Caderno de economia d'O Globo, terça 18 de agosto de 2009:
Opinião
RAZÕES REAIS
"ENTRE os argumentos insustentáveis esgrimidos pelo governo para tentar justificar o modelo de partilha na exploração do pré-sal está o de que esse tipo de contrato é usado para áreas de baixo risco exploratório.
NA VERDADE, não há relação de uma coisa com a outra. E, no sistema atual, o governo poderia arrecadar muito dinheiro com os bônus pagos pelos interessados, nos leilões das áreas.
A RELAÇÃO que existe é entre regimes autoritários e modelos de partilha. Venezuela, Rússia e países árabes usam este sistema, pois o Estado tem interesse em controlar diretamente os recursos do petróleo.
OU SEJA, por trás dessa mudança, está o cacoete estatizante do governo Lula, aliado, claro, a interesses do PMDB fisiológico."

É de matar de rir, não ? Ou de raiva....'argumentos insustentáveis'? 'bônus pagos pelos interessados'?'cacoete estatizante do governo Lula'?
Pergunto: qual o Estado que não tem interesse em 'controlar diretamente os recursos do petróleo' de seu território ? Esse editorial parece ter sido ditado pela Halliburton ou pelo Dick Cheney, e o diário carioca só deu-se o trabalho de traduzi-lo.
O Globo, como seu lema propagandistico diz, é 'muito além do papel de um jornal'. Concordo; desde o tiro de Getúlio, passando por 64-89, que tem desempenhado muito bem seu papel: entreguista do Brasil, o que pode ser comprovado com a leitura de seus editoriais UDNistas

Adolfo (18/08/2009 - 18:47)
Ando muito assustado. A descoberta do pré-sal atiçou a cobiça dos grupos economicos que agem na escuridão. Infelizmente, aqui no Brasil existem os tucanos, demos e PIGs disponíveis para entregar tudo e gamhar uns dolares , que ninguem é de ferro . Porque todo esse carnaval então ? Porque querem derrubar o Lula ? Para mim , tem muito mais coisa nisso tudo que está acontecemdo .

BIQUEI (18/08/2009 - 18:41)
Agora Requião!
http://biquei.spaces.live.com/blog

aldo (18/08/2009 - 18:38)
--NAS COSTAS DOS AUSTRALIANOS--
Exxon faz acordo de US 40 Bi com a Petrochina sobre gás
australiano . Se eles fazem isso com os os "primos", ima-
ginem oque farão conosco .
Nem cheiro de gás iremos sentir .

Leider Lincoln (18/08/2009 - 18:33)
Vendo a barra de "seu nome", que aparece quando a gente vai comentar, acho que assinei alguma coisa, em algum lugar, como o Eduardo Guimarães, culpa do maldito Ctrl C...
Mas indo ao ponto, já estou vendo a direita Leblon/Jardins/Setor Aeroporto [ela existe em Goiânia]/Vila Margon [até em Catalão ela existe], dizendo: "Oh, deu no Níiu Iórk Taimes", como se isto provasse alguma coisa...

Jbmartins (18/08/2009 - 18:32)
A Coisa aqui é mais seria do que a maioria do povo Brasileiro sabe, FHC, Rede Globo, tem ligações com a CIA e teem obrigações para com eles, e diretamente o Partido PSDB E DEMO tambem tem, Livros que li informam isto, se quiseram pesquisem nestes link é de ficar de cabelo em pe. http://blogdoonipresente.blogspot.com/2009/08/os-dez-estragos-de-fhc-na-petrobras.html
http://baixandonafaixa.blogspot.com/2009/08/historia-secreta-da-rede-globo.html
http://archives.lists.indymedia.org/cmi-goiania/2004-April/002453.html

Donizeti SP (18/08/2009 - 18:18)
A preocupação do New York Times e os interesses que ele representa com a exploração do nosso petróleo do pré-sal pela Petrobras, parece tão verdadeira e sincera como uma raposa aconselhando a galinha a deixar a porta do galinheiro aberta durante a noite, que não haverá perigo algum, porque ela raposa ficará de guarda e cuidará pelo tranquilo sono da criatura penosa. He,he,he.
Sabemos o que vai acontecer a noite com a galinha!
O New York Times pertence ao mesmo conglomerado das empresas de mídia e financeiras mundiais que incensaram o famigerado neoliberalismo,levando o mundo todo a enfrentar a maior crise que já ocorreu na economia do planeta. Até hoje já evaporaram cerca de 15 trilhões de dolares de recursos públicos mundiais, que simplesmente viraram pó por irresponsabilidade desses mesmos organismos internacionais que hoje mostram essa falsa preocupação com os recuros petrolíferos do povo brasileiro.
A argumentação do jornal sobre a suposta incapacidade financeira e técnica da Petrobras para explorar o petróleo do pré-sal não procede, pois a Petrobras é a empresa que possui a maior capacidade técnica e experiência no mundo em explorar petróleo em águas profundas.
E quanto a questão dos recursos necessários para explorar essa riquesa, os capitalistas internacionais não precisam se preocupar, pois as reservas do pré-sal são um verdadeiro bilhete premiado que a natureza nos legou e não faltarão interessados em participar de um ótimo e seguro negócio.

mac (18/08/2009 - 18:12)
A mídia porca quer queimar a Dilma e entregar o ouro negro !!!!!

francisco.latorre (18/08/2009 - 17:58)

falou o patrão.

Fernando Frota (18/08/2009 - 17:58)
Vejo aí uma explanação que parte do princípio de que o consumo é que deve impor o ritmo da exploração das reservas do Brasil. E de que as grandes empresas americanas e européias é que estariam naturalmente sintonizadas com este ritmo. Por tal razão, elas é que deveriam conduzir o processo exploratório.
Há também insinuações feitas no melhor estilo do PIG. A de que "geólogos internacionais" estimam poder conter dezenas de bilhões de barris no pré-sal é uma pérola. Poder-se-ia dizer que o jornal não confere credibilidade ao Brasil ou à Petrobrás, mas aí a redação seria: "A Petrobrás estima as reservas em dezenas de bilhões de barris, o que é confirmado por geólogos internacionais".
Depois, falar em "nacionalismo" é pura maldade demonizante. Sabe-se que para os estrategistas americanos, a palavra nacionaqlismo é muito mais perigosa e abominável do que comunismo ou até terrorismo.
Podemos deixar isto na conta de pressões normais para aumento da fatia de participação euro-americana no pré-sal? Talvez. Mas embora construido de falácias, pode tornar-se instrumento importante para servir de trunfo àqueles brasileiros que costumam agir como testas de ferro de interesses externos. São o que alguns chamam de entreguistas profissionais, que têm o poder de se infiltrar diversas esferas da vida nacional. É preciso combater com firmeza suas teses.

Luiz Fernando (18/08/2009 - 17:54)
Esse pessoal quer arrecadar para 2010, preparem-se para rastrear os financiamentos de campanha "delle", aqueles que insistem em vender o Brasil num momento em que mundo luta para cada um proteger os seus recursos naturais.

Roberto Ribeiro - Rio das Pedras - SP (18/08/2009 - 17:49)
Definitivamente, o PSDB quer botar as mãos no Pré-Sal e entregá-lo todinho aos norte-americanos. Jose Serra, se eleito, venderá o que restou de Brasil após FHC.

Fernando Augusto (18/08/2009 - 17:45)
A Miriam Leitão utiliza muito o argumento de que a Petrobras é uma empresa de capital aberto para fazer os seus ataques as iniciativas da empresa ou do governo.
Quando o governo toma iniciativas para impulsionar o desenvolvimento nacional utilizando a Petrobras, ela argumenta que a empresa tem acionistas minoritário que devem ser respeitados, e exige uma administração mais voltada para o lucro, a Petrobras não seria uma Agência de Fomento, mas quando o governo ou a própria Petrobras tomam iniciativas que vão ao sentido do fortalecimento financeiro da empresa, a argumentação dá um giro de 180 graus, e passa a afirmar que a Petrobras não pode ser favorecida justamente por ter acionistas, que estariam sendo favorecidos em detrimento do livre mercado. A Miriam Leitão e a mídia em geral procuram colocar a Petrobras na situação do dito popular: "se correr o bicho pega e se ficar ele come". Como exemplo recente, a polêmica envolvendo a Petrobras e a Receita. O principal acionista da Petrobras é o Estado, que é NOSSO, portanto a empresa é NOSSA, uma empresa de TODOS os brasileiros, mas por ser uma empresa de capital aberto, facilita falsas argumentações.O Estado é NOSSO, nós o sustentamos com nossos impostos, e elegemos os governantes e os legisladores, gostem ou não temos influência sobre ele, o mesmo princípio não se aplica às organizações privadas.E quanto aos sucessos neste governo em relação à Petrobras. E Agora Leitão. Cadê o aparelhamento das estatais.

Julio Oliveira (18/08/2009 - 17:42)
É meio tarde para o PT querer fazer isso né..., mas é esperar para ver...; Eu particularmente ja perdi as esperanças..., esse foi um dos pontos que o PT decepcionou.

Paulo (18/08/2009 - 17:26)
Qual a dúvida sobre o papel dos tucanos, dos demos, do indigente e em extinção PPS e da grande (?) mídia nesta campanha contra o governo LULA?



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