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Na sombra da primazia nuclear americana

Atualizado em 03 de setembro de 2008 às 10:48 | Publicado em 02 de setembro de 2008 às 16:56

THE RISE OF US NUCLEAR PRIMACY

por Keir A. Lieber e Daryl G. Press

revista Foreign Affairs -- março/abril de 2006

Sumário: Durante quatro décadas, as relações entre as potências nucleares foram moldadas pela vulnerabilidade comum, uma situação conhecida como destruição mútua assegurada. Mas com o arsenal dos Estados Unidos crescendo rapidamente enquanto o da Rússia se deteriora e o da China continua pequeno, a era do MAD (Mutual Assured Destruction) está terminando -- e a era da primazia nuclear dos Estados Unidos começou.

Keir A. Lieber é autor de War and the Engineers: The Primacy of Politics Over Technology e professor-assistente de ciência política na Universidade de Notre Dame. Daryl G. Press, o autor de Calculating Credibility: How Leaders Assess Military Threats, é professor-associado de ciência política da Universidade da Pensilvânia.

PRESENTE NA DESTRUIÇÃO

Por quase meio século os estados nucleares mais poderosos do mundo estiveram presos a um impasse militar conhecido como destruição mútua assegurada (MAD). No início dos anos 60 os arsenais nucleares dos Estados Unidos e da União Soviética tinham crescido tanto e eram tão sofisticados que nenhum dos dois países poderia destruir inteiramente a força retaliatória atacando primeiro, mesmo num ataque de surpresa. Começar uma guerra nuclear equivalia a cometer suicídio.

Durante a Guerra Fria, muitos estudiosos e analistas políticos acreditavam que o MAD tornava o mundo relativamente estável e pacífico por induzir à precaução na política internacional, desencorajando o uso de ameaças nucleares para resolver disputas e em geral contendo o comportamento dos superpoderes. (É revelador que a mais recente crise nuclear, a crise dos mísseis de Cuba, em 1962, aconteceu no nascer da era do MAD). Por causa do impasse nuclear os otimistas argumentavam que a era das guerras intencionais entre os grandes poderes tinha acabado. Críticos do MAD, no entanto, argumentavam que ele não prevenia as guerras das potências, mas sim o combate ao poder de influência perigosamente expansionista e totalitário da União Soviética. Dessa perspectiva, o MAD prolongou a vida de um império do mal.

Esse debate, agora, pode parecer história antiga, mas na verdade é mais relevante do que nunca -- já que a era do MAD está chegando ao fim. Hoje, pela primeira vez em quase 50 anos, os Estados Unidos estão próximos de obter a primazia nuclear. Provavelmente em breve será possível aos Estados Unidos destruir o arsenal de mísseis de longo alcance da Rússia e da China atacando primeiro. Essa mudança dramática no equilíbrio nuclear das nações resulta de uma série de melhorias nos sistemas nucleares dos Estados Unidos, o declínio vertiginoso do arsenal da Rússia e o ritmo glacial da modernização das forças nucleares da China. A não ser que a política de Washington mude ou que Moscou e Beijing dêem passos para aumentar o tamanho e o preparo de suas forças, a Rússia e a China -- e o resto do mundo -- vão viver na sombra da primazia nuclear dos Estados Unidos durante muitos anos.

A visão das implicações dessa mudança vai depender da perspectiva teórica de cada um. Os falcões, que acreditam que os Estados Unidos são uma força benevolente no mundo, darão as boas vindas à nova era nuclear porque acreditam que o domínio dos Estados Unidos em forças convencionais e nucleares vai ajudar a deter agressões de outros países. Por exemplo, com o crescimento da primazia americana, os líderes da China podem agir com mais cautela em relação a Taiwan, se dando conta de que suas forças nucleares vulneráveis não impedirão uma intervenção dos Estados Unidos -- e que ameaças nucleares chinesas poderiam convidar um ataque dos Estados Unidos contra o arsenal de Beijing. Mas os pombas, que se opõem a ameaças nucleares para coagir outros estados e temem os Estados Unidos livres para agir, vão se preocupar. A primazia nuclear pode atrair Washington para um comportamento mais agressivo, eles argumentam, especialmente quando combinada com o domínio dos Estados Unidos em tantas outras dimensões do poder nacional. Finalmente, um terceiro grupo -- os corujas, que se preocupam com um conflito acidental -- vão argumentar que a primazia nuclear dos Estados Unidos poderia levar outras potências nucleares a adotar posturas estratégicas, tais como transferir o comando de armas nucleares para comandantes de médio escalão, o que aumentaria a probabilidade de um ataque não-autorizado -- com isso criando o que teóricos chamam de "instabilidade de crise".

ARSENAL DE UMA DEMOCRACIA

Por 50 anos os planejadores de guerra do Pentágono estruturaram o arsenal nuclear dos Estados Unidos com o objetivo de deter um ataque nuclear contra os Estados Unidos e, se necessário, ganhar uma guerra nuclear lançando um ataque preventivo que destruiria as forças nucleares do inimigo. Com esses objetivos, os Estados Unidos dependem de um tripé nuclear formado por bombardeiros estratégicos, mísseis balísticos intercontinentais (ICBM) e submarinos lançadores de mísseis balísticos (conhecidos como SSBN). O tripé reduz as chances de um inimigo destruir todas as forças dos Estados Unidos num ataque único, mesmo de surpresa, assegurando que os Estados Unidos seriam capazes de lançar uma resposta devastadora. Tal retaliação só teria que ser capaz de destruir uma porção suficientemente grande das cidades e da indústria do inimigo para prevenir um ataque inicial. O mesmo tripé nuclear, no entanto, poderia ser usado num ataque ofensivo contra as forças nucleares de um adversário. Bombardeiros "invisíveis" poderiam escapar dos radares inimigos, submarinos poderiam disparar seus mísseis perto das costas do inimigo de forma a não dar aos líderes adversários tempo para reagir, enquanto mísseis baseados em terra poderiam destruir mesmo os silos reforçados e outros alvos que requerem ataque direto. A capacidade de destruir todas as forças nucleares do adversário, eliminando a possibilidade de retaliação, é conhecida como first-strike capability, ou primazia nuclear.

Os Estados Unidos derivaram benefícios estratégicos imensos de sua primazia nuclear durante os primeiros anos da Guerra Fria, tanto em termos de poder de barganha diante da União Soviética (por exemplo, no caso de Berlim no final dos anos 50 ou início dos anos 60) quanto no planejamento de guerra contra o Exército Vermelho na Europa. Se os soviéticos invadissem a Europa Ocidental nos anos 50 os Estados Unidos pretendiam vencer uma Terceira Guerra Mundial lançando um ataque nuclear maciço contra a União Soviética, seus clientes na Europa Oriental e os aliados chineses. Esses planos não eram de algum burocrata de escalão médio do Pentágono; eles foram aprovados pelas autoridades da mais alta hierarquia no governo dos Estados Unidos.

A primazia nuclear dos Estados Unidos sumiu no início dos anos 60, quando os soviéticos instalaram capacidade para um ataque de retaliação. Com isso surgiu o MAD. Washington abandonou sua estratégia de um ataque nuclear preventivo mas durante a Guerra Fria lutou para escapar do MAD e restabelecer seu domínio nuclear. Expandiu o seu arsenal, melhorou continuamente a letalidade e a pontaria sobre armas nucleares soviéticas, mirou em sistemas de comando e controle, investiu em escudos de defesa contra mísseis, mandou submarinos de ataque perseguir submarinos nucleares soviéticos e construiu mísseis balísticos de ogivas múltiplas para lançar da terra e de submarinos, assim como bombadeiros "invisíveis" a radares e mísseis de cruzeiro armados com ogivas nucleares "invisíveis". Também descontente com a MAD, a União Soviética construiu um arsenal maciço com o objetivo de obter superioridade nuclear. Nenhum dos dois lados se aproximou de obter a capacidade de atacar primeiro (first-strike), mas seria um erro considerar a corrida armamentista como inteiramente irracional: os dois superpoderes sabiam dos benefícios da primazia nuclear e nenhum deles estava disposto a ficar para trás.

Desde o fim da Guerra Fria o arsenal nuclear dos Estados Unidos melhorou significativamente. Os Estados Unidos substituíram os mísseis balísticos em seus submarinos por mísseis significativamente mais certeiros, os Trident II D-5, muitos dos quais carregam ogivas mais potentes. A Marinha dos Estados Unidos mudou a maior parte de seus submarinos (SSBN) para o Oceano Pacífico para que eles possam patrulhar a costa chinesa ou o ponto-cego da rede de radares de alerta da Rússia. A Força Aérea dos Estados Unidos acabou de equipar os seus bombardeiros B-52 com mísseis nucleares de cruzeiro, que provavelmente são invisíveis às defesas aéreas da Rússia e da China. E a Força Aérea também melhorou os sistemas do bombardeiro "invisível" B-2 para que eles possam voar em baixíssimas altitudes, evitando assim mesmo os mais sofisticados radares. Finalmente, embora a Força Aérea tenha terminado o desmantelamento de seus mísseis MX em 2005 para cumprir acordos de desarmamento, melhorou significativamente os outros mísseis balísticos intercontinentais (ICBM) instalando neles ogivas como as do MX, além de veículos sofisticados de reentrada [na atmosfera] nos Minuteman, que também receberam novos sistemas-guia para terem a pontaria do MX.

DESEQUILÍBRIO DO TERROR

Enquanto as forças nucleares dos Estados Unidos se tornaram mais fortes depois da Guerra Fria o arsenal nuclear estratégico da Rússia se deteriorou profundamente. A Rússia tem 39% menos bombardeiros de longo alcance, 58% menos mísseis balísticos intercontinentais e 80% menos submarinos lançadores de mísseis nucleares do que a União Soviética em seus últimos dias. A real depreciação do arsenal russo é muito maior do que estes cortes sugerem. As forças nucleares que a Rússia mantém quase não estão prontas para uso. Os bombardeiros estratégicos da Rússia, agora localizados em apenas duas bases, são vulneráveis a um ataque de surpresa, quase não conduzem exercícios de treinamento e suas ogivas estão guardadas fora das bases. Mais de 80% dos mísseis balísticos intercontinentais da Rússia armazenados em silos já atingiram sua vida útil e planos para substituí-los com novos mísseis foram marcados por testes fracassados e baixa produção. Os mísseis balísticos intercontinentais móveis raramente se movimentam e mesmo que pudessem ser disparados de dentro de suas bases, dado o alerta de um ataque, parece altamente improvável que haveria tempo para isso.

A terceira perna do tripé nuclear da Rússia foi a que mais se enfraqueceu. Desde 2000 os submarinos da Rússia conduziram cerca de duas patrulhas por ano, quando faziam 60 em 1990. (Em contraste, a taxa de patrulha dos submarinos americanos é de cerca de 40 por ano). A maior parte do tempo todos os nove submarinos russos lançadores de mísseis balísticos ficam ancorados, se tornando alvos fáceis. Além disso, submarinos requerem tripulações bem treinadas para serem eficazes. Operar um submarino com mísseis balísticos -- e coordenar silenciosamente suas operações com navios e submarinos de ataque para evitar as forças do inimigo -- não é simples. Sem patrulhas freqüentes, a eficácia dos submarinos russos, assim como o próprio equipamento, está em decadência. É revelador que um teste de 2004 (assistido pelo presidente Vladimir Putin) de vários mísseis lançados de submarinos foi um fiasco total: ou os mísseis não foram lançados ou saíram da rota. O fato de que houve fracassos similares no verão e no outono de 2005 completa essa imagem nada atraente das forças nucleares da Rússia.

Aumentando esses problemas, o sistema de alerta da Rússia está uma bagunça. Os satélites soviéticos ou russos nunca foram capazes de detectar com segurança o lançamento de mísseis a partir de submarinos dos Estados Unidos. (Numa recente declaração pública, um general de alto escalão descreveu a constelação russa de satélites de alerta como "ultrapassada"). Em vez disso os comandantes russos se baseiam em um sistema de radares em terra para detectar mísseis lançados de submarinos. Mas a rede de radares tem um ponto cego no Oeste do país, na direção do Oceano Pacífico. Se submarinos dos Estados Unidos lançassem mísseis daquela região do Pacífico, líderes russos provavelmente só saberiam do ataque quando as ogivas detonassem. A cobertura de radar da Rússia no Atlântico Norte é falha, permitindo um alerta de apenas alguns minutos antes do impacto de ogivas lançadas de submarinos.

Moscou poderia tentar reduzir sua vulnerabilidade encontrando dinheiro para manter os seus submarinos e mísseis móveis dispersos. Mas isso seria uma solução de curto prazo. A Rússia já teve que estender a idade útil de seus velhos ICBM móveis, o que não pode fazer para sempre, e as tentativas de colocar em uso armas estratégicas novas fracassaram. O plano da Marinha da Rússia de lançar uma nova classe de submarinos armados com mísseis balísticos está atrasado. Tudo indica que nenhum submarino novo vai se tornar operacional até 2008 e é provável que nenhum será colocado em serviço a não ser depois disso.

Enquanto as forças da Rússia se deterioram, os Estados Unidos melhoraram a sua capacidade de seguir submarinos e mísseis móveis, erodindo ainda mais a confiança dos militares russos em sua capacidade de defesa nuclear. (Já em 1998 esses líderes duvidavam publicamente de que os submarinos russos armados com mísseis balísticos eram capazes de evitar o monitoramento dos Estados Unidos). Além disso, Moscou anunciou planos de redução de sua força de ICBMs em mais 35% até 2010; analistas externos prevêem que o corte vai ser de 50 a 75% da força atual, possivelmente deixando a Rússia com 150 ICBMs até o fim desta década, muito abaixo do nível de quase 1.300 mísseis em 1990. Quanto mais o arsenal nuclear da Rússia encolhe, mais fácil fica para os Estados Unidos conduzirem um ataque.

Para determinar quanto o equilíbrio de poder mudou desde o fim da Guerra Fria, fizemos uma projeção por computador de um ataque hipotético dos Estados Unidos contra o arsenal nuclear da Rússia usando fórmulas-padrão que analistas de defesa usam há décadas. Atribuímos ogivas nucleares dos Estados Unidos a alvos russos com base em dois critérios: as melhores armas foram dirigidas aos alvos mais duros e os mísseis mais rápidos dirigidos às forças da Rússia que podem reagir mais rápido. Já que a Rússia é praticamente cega a um ataque do Pacífico e teria grande dificuldade para detectar a aproximação de mísseis de cruzeiro com ogivas nucleares, atribuímos um disparo de submarino ou de míssil de cruzeiro para cada sistema russo. Um ataque organizado assim não daria aos líderes russos quase nenhum tempo de alerta.

Esse plano simples é presumivelmente menos eficaz que a verdadeira estratégia de Washington, que os Estados Unidos passaram décadas aperfeiçoando. O verdadeiro plano de guerra dos Estados Unidos prevê alvejar os centros de comando e controle da Rússia, sabotagem contra as estações de radar ou medidas preventivas -- tudo isso faria das forças americanas mais letais do que nosso modelo as considera.

De acordo com nosso modelo, um ataque de surpresa simplificado teria uma boa chance de destruir todas as bases de bombardeiros da Rússia, os submarinos e os ICBMs. Essa descoberta não é baseada no melhor cenário ou num cenário não realista nos quais os mísseis dos Estados Unidos funcionam perfeitamente e as ogivas atingem seus alvos sem erro. Ao contrário, usamos estimativas baseadas em possíveis erros ou mau funcionamento dos sistemas de armas americanos.  Nosso modelo indica que todo o arsenal russo seria destruído mesmo que as armas americanas tivessem uma taxa de erro de alvo 20% superior à que estimamos ou que as armas dos Estados Unidos tivessem uma taxa de funcionamento de 70% ou que os silos russos onde ficam os mísseis balísticos intercontinentais fossem 50% mais fortes (mais reforçados e, portanto, mais resistentes a um ataque) que o esperado. (Naturalmente que as estimativas não secretas que usamos podem subestimar as forças dos Estados Unidos, o que aumentaria a probabilidade de sucesso).

Para deixar claro, isso não significa que um ataque preventivo dos Estados Unidos daria certo; um ataque destes envolve muitas incertezas. Nem, naturalmente, significa que um ataque destes vai acontecer. Mas o que nossa análise sugere é profundo: os líderes da Rússia não podem mais contar com a sobrevivência de forças nucleares intimidatórias. E, a não ser que eles mudem de caminho rapidamente, a vulnerabilidade da Rússia só vai aumentar com o tempo.

[Calma, o artigo seguirá]


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ÚLTIMOS COMENTÁRIOS
Joao Bastos (04/10/2008 - 01:15)
"Acho que o John Bastos agora é Advogado...."

Respeito, rapariga.

Pegasus (03/10/2008 - 22:45)
A maior prova de uma mente mais apurada e dada pelas nossas opiniões, quanto ao artigo, que é o que interessa, devemos levar em conta que na area militar o "engodo" faz parte da estrategia,é como um campo minado onde se avança a cada passo ou recua quando se tem desconfiança de uma retaliação eficiente. Tenho por opinião que nao podemos ter certeza da real condição das defesas e ataques nesse ambito e analizar baseado em artigos, me parece um tanto precipitado ou desconsertado.
Mas um fato é real, uma guerra nuclear em larga escala, mesmo que os americanos ataquem primeiro e tenham exito total em aniquilar os russos, poria o mundo numa crise em todos os aspectos, seria inimaginavel que a europa nao sofresse os efeitos fisicos, bom, pra falar a verdade, os americanos nao teriam certeza na quantidade certa pra anular completamente seu adversario e usariam quantidades 2,3 ou ate mais vezes de potencia nuclear.
Em um caso assim o planeta inteiro sentiria o efeito da radiação na atmosfera, fora os efeitos "possivelmente" sismicos. O quadro é realmente inimaginavel, pra se ter uma ideia teriamos que debater a potencia de cada ogiva, o que nao cabe aqui. Portanto uma guerra nuclear que fosse feita mesmo por uma so das superpotencias teria consequencias que nenhum pais ousaria, mas, vai saber.

Marco Antônio Leite (03/10/2008 - 19:54)
Caro Julio Silveira, o único homem lúcido e sábio deve ser vossa senhoria. Massa encefálica esta faltando na sua cabeça, pois no seu parco comentário pouca inteligência demostrou. Senhor não menospreze o saber de quem quer que seja todos nós temos algo a ensinar, como também aprender. Ou então se acha superior aos demais iguais, procure se isolar numa bolha de sabão, dessa forma seu contato com o mundo exterior será evitado e não terá perigo de ser contaminado pela doença daqueles que pensam que pensa, ou seja, burrice?

Altemar (03/10/2008 - 19:34)
Eu acho que o Advogado está falando de outro Brasil. Talvez o do ministro que tirou os sapatos, estou enganado gênio?

JULIO SILVEIRA (03/10/2008 - 16:10)
Prezado Azenha, me divirto com os debates adolescentes que começaram a ocorrer no teu blog.
Infelizmente o arrazoado de idéias trazidas por esses contendores tem sido de muito pouco valor, prefiro a opinião e o juizo de cada um.
Essas demonstrações de virilidade demonstram que seus cerebros estão carregados de testosterona, mas pouca massa encefalica.

marcelo - curitiba (03/10/2008 - 04:47)
Artigos como esse são e sempre foram plantados em revistas especializadas e depois reproduzidos por outros canais midiáticos com a intenção de sempre ter em voga a "superioridade" nuclear americana.
Desde a época da crise dos mísseis se sabe que os EUA blefavam tanto quanto a URSS.
Nâo é que eles não tenham poder. O que ocorre é que esse poder não é maravilhoso como gostam de pintar. O que os EUA sentem em verdade é uma nostalgia danada da Guerra Fria, que justificava gastos imensos com armas. Era um inimigo pronto e sempre a postos. Agora precisam ficar inventando bandidos ao redor do mundo pra justificar o orçamento bélico. Bem, particularmente, eu já lí centenas desses artigos nas últimas décadas e a vida prática do planeta mudou muito pouca coisa. A Guerra Fria não acabou por superioridade americana e sim por incompetência soviética.

Vera (03/10/2008 - 00:41)
Acho que o John Bastos agora é Advogado....

Vera (03/10/2008 - 00:40)
Michael Moore está em campanha e tem um plano. Qualquer pessoa do mundo pode assinar a petição antes de sexta para ajudar a impedir a aprovação>

http://bravenewfilms.org/petitions/show/27-i-endorse-michael-moore-s-fix-to-the-wall-street-mess


Sign Below to Endorse "Michael Moore"s Rescue Plan" for Fixing the Wall Street Mess
1,503 signers

(All signatures will be sent to Nancy Pelosi before Friday"s House Vote)

I endorse Michael Moore's 10 point plan to fix the Wall Street Mess. The full plan is here.

1. APPOINT A SPECIAL PROSECUTOR TO CRIMINALLY INDICT ANYONE ON WALL STREET WHO KNOWINGLY CONTRIBUTED TO THIS COLLAPSE.

2. THE RICH MUST PAY FOR THEIR OWN BAILOUT.

3. BAIL OUT THE PEOPLE LOSING THEIR HOMES, NOT THE PEOPLE WHO WILL BUILD AN EIGHTH HOME.

4. IF YOUR BANK OR COMPANY GETS ANY OF OUR MONEY IN A "BAILOUT," THEN WE OWN YOU.

5. ALL REGULATIONS MUST BE RESTORED. THE REAGAN REVOLUTION IS DEAD.

6. IF IT'S TOO BIG TO FAIL, THEN THAT MEANS IT'S TOO BIG TO EXIST.

7. NO EXECUTIVE SHOULD BE PAID MORE THAN 40 TIMES THEIR AVERAGE EMPLOYEE, AND NO EXECUTIVE SHOULD RECEIVE ANY KIND OF "PARACHUTE" OTHER THAN THE VERY GENEROUS SALARY HE OR SHE MADE WHILE WORKING FOR THE COMPANY.

8. STRENGTHEN THE FDIC AND MAKE IT A MODEL FOR PROTECTING NOT ONLY PEOPLE'S SAVINGS, BUT ALSO THEIR PENSIONS AND THEIR HOMES.

9. EVERYBODY NEEDS TO TAKE A DEEP BREATH, CALM DOWN, AND NOT LET FEAR RULE THE DAY.

10. CREATE A NATIONAL BANK, A "PEOPLE'S BANK."

Napoleão Souza Jr. (02/10/2008 - 22:57)
Tá na hora de se dizer umas verdades para evitarmos tanta desinformação e análises ultrapassadas. 1º As armas nucleares estão totalmente obsoletas. A Tecnologia HAARP americana e o uso de Energia Escalar pela Rússia, como o domo de Tesla, por exemplo, possibilitam defesas contra ataques nucleares muito poserosas, inclusive com eliminação total de qualquer vestígio de radiação. A tecnologia russa de enerdia escalar possibilita explosões tão fortes como a de uma bomba de nêutrons sem emissão de radiação. O domo de Tesla russo permite proteger um país inteiro, destruindo no ar qualquer míssil balístico. O presidente Bill Clinton deixou a Rússia ultrapassar os EUA no uso dessas tecnologias inventadas por Nicola Tesla, assistente de Thomas Edson. Hoje a Rússia derrotaria facilmente os EUA. Só não derrotaria Israel. É por isso que eles não temem a OTAN e invadiram a Georgia, aliás o caminho natural para um ataque a Israel, quando este derrotar os árabes, aliados russos. A Rússia precisará mostrar aos árabes como é que se faz para destruir o pequeno Israel, se quiser ter algum crédito internacional... mas será derrotada inapelavelmente por Isarel. Vamos ficar espertos, rapazeada!

bentoxvi-o santo (02/10/2008 - 20:50)
AZENHA.E EM 2008...A RUSSIA ACABADA MILITARMENTE...INVADE A GEORGIA...E A SUPER POTENCIA IMPERIAL NÃO FAZ NADA...VAMOS VER???...A RUSSIA POSSIU NO MOMENTO O MELHOR MISSIL INTERCONTINENTAL EM USO...O QUE O IMPERIO TENTA FAZER...COLOCAR DIVERSOS PAÍSES COM FRONTEIRA COM A RUSSIA NA OTAN...CHAMA A POLONIA E COLOCA...UM ESCUDO ANTI-MISSIL PARA SE PROTEGER...CHAMA A GEORGIA PARA INSTALAR UM ESCUDO ANTI-MISSIL...AÍ DEU ZEBRA...O CALCULO AMERICANO É DE DEFESA DE SEU TERRITORIO...DA EUROPA NÃO...E A TATICA DA RUSSIA MUDOU...MENOS DINHEIRO...MAIS ESTRATEGIA...

Antônio Carlos (06/09/2008 - 15:14)
O Texto se baseia em fatos que os militares deixam torarem de conhecimento público. Será que as potências militares (EUA, Rússia e China) divulgam quais as armas que eles realmente possuem? NO final deste ano a Chiana testou um foguete para destruição de satélites inimigos (e foi bem sucedido). SAerá que a força aérea (de qualquer um dos três) saberiam combater sem o uso e orientação de tais satélites? Pelo que eu sei, os mísseis e aviões são guiados por satélites. Na invasão do Iraque, quando o tempo estava nublado, os aviões bombardeiros (principalmente o chamado avião invisível) suspendiam seus ataques por não poderem contar com ajuda de tais satélites. Será que tais países realmente divulgam o poderio militar que realmente possuem? Será que as armas criadas nos últimos anos são de conhecimento público?

Miguel Galante Rollo (05/09/2008 - 22:04)
Continuação

Outra coisa que sempre repito: é impossível que a Rússia e os Estados Unidos, em tão pouco tempo, tenham reduzido tanto seus arsenais nucleares, para chegarem a esse número (que não passa de invenção) sempre repetido pela imprensa de 5 mil ou 5.500 ogivas.

Lembrem que o START II sequer chegou a ser ratificado por ambos os países.

E uma notícia que saiu hoje mesmo desmente isso com facilidade:

http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u441965.shtml

Por fim, quem foi mais beneficiado com as destruições de armas estratégicas e a conseqüente limitação dos arsenais foi a Rússia, pois tinha um arsenal muito maior, mísseis mais avançados que o dos Estados Unidos, e pôde reduzi-los sem prejudicar em nada seu poderio dissuasório, pois menos ogivas para manter representava uma maior economia dos então parcos recursos.

Miguel Galante Rollo (05/09/2008 - 22:03)
Amigos, esse texto está completamente equivocado.

Todas as notícias sobre o arsenal nuclear russo são baseadas em juízos de valores, ou com fatos impossíveis de serem comprovados.

Não é verdade que mais de 80% dos mísseis balísticos intercontinentais da Rússia armazenados em silos já atingiram sua vida útil e planos para substituí-los com novos mísseis foram marcados por testes fracassados, há pelo menos 15 anos que acompanho todas essas notícias, praticamente todos os testes de mísseis que tiveram sua vida útil prolongada foram exitosos;

Mesmo nos anos de maior crise, eram feitos cerca de um ou dois lançamentos por mês; jamais teve qualquer notícia que os testes eram excessivamente fracassados.

Nem nos tempos da URSS, o poderio nuclear era baseado, com alguma relevância, na aviação estratégica ou em submarinos lançadores de mísseis balísticos, sempre foi baseado principalmente em silos estáticos ou móveis.

Também sempre foi noticiado, que as Forças de Mísseis Estratégicas russas foram o único seguimento das Forças Armadas Russas que não tiveram seu desempenho comprometido nos anos que se seguiram ao final da URSS, em razão dos repetidos testes e exercícios.

O texo também ignora as várias modernizações efetuadas nos SS-18 Satan, que além de prolongar sua vida útil, confirmou que este míssil é o mais letal existente, além de contar com mecanismos de despiste antimísseis, também não menciona as bases de radares e monitoramento recentemente inauguradas.

Carlos Silva (04/09/2008 - 18:44)
O mediador do BLOG deve ter cochilado para permitir que se baixasse tanto o nível do debate. Já temos burrice demais na WEB não!?

Waldyr Kopezky (03/09/2008 - 23:20)
Alguém já viu este texto? Peguei no nuclearfiles.org, e diz que o Brasil, nos anos 70, teria construído DUAS ARMAS NUCLEARES!!! Algém pode confirmar? Segue o artigo:
"From the 1970s to 1990s, Brazil"s nuclear energy and missile programs raised several concerns with the international community. Brazil refused to join the nuclear Non-Proliferation treaty (NPT) until 1997, and its nuclear program was initially based on an unsafeguarded uranium enrichment facility. In 1975, the Brazilian military launched a covert nuclear weapons program called the "Parallel Program," which produced two nuclear weapons. The Parallel Program was exposed to the public in 1988 and shut down in 1990..."
Pergunta: Onde estão estas bombas nucleares?

psicodelico (03/09/2008 - 22:02)
bem.. acho que os russos são fortes o bastante para enfiar uma ogiva no traseiro do tio sam, o que acontece ´que a midia guiada pelo ocidente martela em afirmar que os russos estão falidos e os EUA são a maior potencia global, ate hoje só vi o mcdolar bater em alejados idem iraque e afgnistão

Maxwell Barbosa Medeiros (03/09/2008 - 21:02)
Interessante o artigo, mas ele ignora que Rússia e China podem utilizar armas Químicas e Biológicas, de custo menor mas de grande poder letal; assim como desconhece que chineses e russos trabalham em um sistema de radares para detectar aeronaves "invisíveis". Concordo que os países rivais dos E.U.A não são adversários a altura, mas o tamanho do iceberg não se mede pelo que é visível acima da água.

Andrea (03/09/2008 - 15:58)
Tem gente que quer um Lula descontrolado, pra depois dizer que ele não tem condições psicologicas pra ser presidente. Essas pessoas usam de todos os tipos de artimanha para destitui-lo. Mas o Lula é macaco velho.

Patrick (03/09/2008 - 13:11)
A quantas anda o déficit fiscal americano? Às vezes penso que os EUA podem estar numa situação semelhante à União Soviética dos anos 1980. Aparentava ser imbatível e ruiu por culpa dos pés de barro da economia.

Marcelo Conti (02/09/2008 - 22:56)
O fato é que todos os grandes ditadores (Hitler, Mussolini, Bush et al) querem impor suas idéias como se elas fossem as corretas, as melhores, porém se esquecem que existem pessoas que estudam, que pensam e que preferem levar suas vidas sem imposições de ideologia, e de credo. Os Estragos Unidos, assim como a Alemanha nazista sempre tiveram bons propagandistas que colocam vários engodos para os incautos abocanharem... além dos incautos, há os mal-intencionados, sempre preparados paraq suas manobras diversionistas. Os defensores da real liberdade sempre estão alertas para esses chacais que utilizam todos os espaços possíveis para impor sua ditadura disfarçada de modernidade...

Marcelo Conti (02/09/2008 - 22:52)
Além de burra, é vidente... é uma mistura de Mãe Dináh e Carla Peres...

Fabio Passos (02/09/2008 - 22:50)
É em função desta suposta disparidade de poder, não apenas em relação a Rússia, mas a todo o restante do planeta, que vem a justificativa para a didatura global estadunidense cometer toda sorte de arbítrios ao redor do globo. "Poder absoluto corrompe absolutamente".

Advogado (02/09/2008 - 22:29)
Marcelo Conti,
Acho que você deve estar se espelhando em sua irmã, não?

Professor (02/09/2008 - 22:27)
Azenha:
Obrigado por compartilhar este artigo conosco. A dissuasão nuclear era o fio da navalha sobre o qual andávamos todos durante a Guerra Fria. Essa constatação de que não existe mais a capacidade de reação letal é, sim, o final definitivo da Guerra Fria.
Lembra de "Dr. Strangelove"?
Não ligue para certos bacharéis em Direito. Tem cada desinformado com diploma por aí...
Abraço.

João Pedro (02/09/2008 - 22:27)
(continuação)
Esta arma que foi denominada por Joseph Nye como o "Soft Power" está sendo utilizada com muita habilidade pelos norte-americanos para consolidarem a unilateralidade.

Com a Rússia cercada e com a China sendo bombardeada com os dardos do "Soft Power" e ambas sonhando com o "American Dream", a Organização de Cooperação de Xangai (SCO), organização formada em 2001 para atuar como contrapeso à OTAN no Oriente, tenderá a seguir os passos do Pacto de Varsóvia.

Lamentavelmente, por mais que desejemos a multi ou, no mínimo, a bi, a unipolaridade está sendo consolidada dia após dia, pois todas as ações políticas e militares contrárias a esta hegemonia não passam de pirotecnia de dirigentes impotentes para brecar este processo e que, para se fortalecerem na política interna, tentam passar a impressão de que suas ações trarão o retorno da bipolaridade.
E, Assim Caminha a Humanidade: marchando e consumindo, extasiada, Mac-Lanche-Feliz com Coca-Cola.

João Pedro (02/09/2008 - 22:26)
(continuação)
O resultado prático destes dois movimentos foi o desmantelamento da economia planejada gerando o caos econômico e a desestruturação social, maiores fatores da ruína da União Soviética.

Esta ruína possibilitou que os EUA pudessem não só apoiar abertamente a autonomia dos ex-países membros e os movimentos separatistas que fizeram a Rússia murchar, tanto em território quanto em população, mas também apoiar a fulgurosa nova classe das vivandeiras.

Estas duas lideranças soviéticas, querendo ou não, desempenharam o papel de títeres dos EUA ao absorverem o "American Way of Life", que é a grande arma norte-americana utilizada para dominar nações detentoras de poder nuclear.

Da mesma forma, está cada vez ficando mais claro que o próximo passo dos EUA para consolidar ainda mais a sua hegemonia mundial absoluta será a implantação da perestróica e da glasnost na China, que, por sinal, já começou a absorver o "American Way of Life" que provocará a pulverização do dragão em diversos países representativos das dezenas de diferentes etnias chinesas. Aliás, a China já está sentido esta tendência pelos movimentos separatistas em curso em seu território.

Esta arma de dominação adotada pelos EUA tem como base o exercício da influência indireta nos comportamentos ou nos interesses de outros corpos políticos por meios culturais e ideológicos e sua utilização é distinguida pelos efeitos sutis ocorridos nas culturas, nos valores e nas idéias da ação de outros. (continua)

João Pedro (02/09/2008 - 22:26)
A CONSOLIDAÇÃO DA UNILATERALIDADE

Com todo o respeito às inocentes vítimas da guerra e me atendo somente à política internacional, a ação militar russa na Geórgia não passa de pirotecnia que visa ofuscar o prosseguimento do projeto de instalação de radares e plataformas de lançamento de mísseis no leste Europeu, que faz parte do programa norte-americano chamado de "escudo anti-mísseis" e que foi respaldado pela última cúpula da OTAN realizada na Romênia em abril de 2008.

Nesta cúpula, a Geórgia e a Ucrânia, com sua importante base militar na Criméia, só não obtiveram a autorização para aderir à OTAN por que os atuais membros não queriam um confronto direto com a Rússia, pois, na época, já tinham como certa a invasão da Geórgia o que obrigaria a organização a interceder na defesa do aliado.

Este confronto também não interessa aos EUA, pois a Rússia já está sendo dominada tanto pela aculturação do seu povo quanto pelo bloqueio militar via ampliação da OTAN e via instalação do dito "escudo".

Esta aculturação começou com dois movimentos políticos implementados por Gorbatchev e aprofundados por Yeltsin, conhecido por suas posições liberais e por seu alinhamento com a política norte-americana: a glasnost, que visaria a liberdade de expressão; e a perestróica, que visaria a reestruturação econômica onde um dos pilares era a redução da quantidade de dinheiro gasto em defesa. (continua)

Advogado (02/09/2008 - 22:05)
Azenha, não compartilho deste tipo de preconceito com as loiras, pelo contrário,adoro loiras, morenas, negras...Quanto a fazer diversas coisas ao mesmo tempo, acho que você deve estar confundindo o Brasil com algum país do 1º mundo.Se não resolvemos um único problema, como o da educação ou da violência, como vamos nos preocupar em resolver vários ao mesmo tempo?

Marcelo Conti (02/09/2008 - 21:46)
Qui quia quia... achei legal a Carla Peres dar opinião por aqui. Ela deve ter alguma fantasia com a Deusa Têmis...

Luiz Carlos Azenha (02/09/2008 - 21:40)
Advogado, sua proposta parece coisa de loira. Acho que temos neurônios para fazer várias coisas. Ao mesmo tempo.

Irineu P Amorim (02/09/2008 - 21:37)
Azenha nasci no interior de minas e logico desde de pequeno tenho minha curiosidade quanto ao que vem acontecendo,desde a guerra do iraque, a guerra das malvinas e muito mais etc. Os jornais conservadores ou a midia no geral tendencia sempre para os eua. É obvio que esses tratados assinados de desarmamento imposto pelos eua é uma tremenda hipocrisia, os paises da europa e outros mais seguiram como cachorrinhos domados e o eua foi se armando e articulando ainda mais os pontos estrategicos. Azenha enviei um comentario para o el mundo nessa mesma linha mas eles tambem é da elite e sao cordeirinhos. Azenha vc tem grandes contatos de jornais porque é um grande profissional te peço enracidamente, por gentileza envie essa informaçao para os jornais da europa que estao do lado dos eua , para que eles abram os olhos. abraços Irineu Sao Paulo.

Marcelo Conti (02/09/2008 - 21:14)
Azenha, os Estragos Unidos têm feito jus a este apelido: Com ou sem o demente do Bush (terrorista e criminoso de guerra), qualquer lunático eleito por ali se arroga ao direito de ser dono do planeta e da lua (o resto do sistema solar eles ainda desejarão). A "bondade", a "democracia" e a "modernidade" deles está sempre assegurada pela impren$a. Eles atacam o Iraque, o Afeganistão, no futuro o Irã etc., e sempre serão vistos com $impatia pelos jornai$ e jornali$ta$ pagos. Agora, a Rússia responde a uma taque da Géórgia, e é ela, a Rússia, a grande ameaça. Desde que me entendo por gente vejo naquele país um hospício, cujos loucos líderes se acham imperadores mundiais e acham que a vida real é um jogo de War, onde se vai conquistando territórios aqui e ali. Eu mje pergunto, e se aqueles psicopatas da Casa Branca e da direita de lá, por acaso, conquistarem o mundo? e se destruírem China e Rússia, o que farão depois? Vão inventar inimigos? A França será a próxima? Seremos todos mantidos numa ditadura global onde a comida, imposta à força será do merdonalds? Que porcaria de mundo esses idiotas estão prevendo??? E isso é com o Obama ou com o terroristinha do McCain. Espero sinceramente que a Rússia e a China tenham muitos e muitos armamentos nucleares e submarinos atômicos modernizados, pois o mundo comandado pelos estragos unidos será grotesco...

Advogado (02/09/2008 - 21:11)
A imprensa brasileira está certíssima em não se preocupar com o problema da primazia nuclear dos EUA,da debilidade das forças armadas russas ou do panda chinês.Devemos, sim,nos preocupar em combater a miséria, corrupção, violência, caos na saúde que acontece aqui.Quanto a política internacional, a influência do Brasil se equipara com a que o Íbis tem na CBF...vide as últimas derrotas da diplomacia brasileira nos organismos internacionais!!

Lucas Cardoso (02/09/2008 - 20:23)
Sei que não está terminado, mas a referência aos falcões que os EUA são uma força benevolente no mundo me lembra de uma coisa que Mark Twain (grande escritor daquele país) escreveu (mais ou menos traduzido aqui): "Eu deixei este litoral, em Vancouver, um imperialista ferrenho. Eu queria que a águia americana entrasse no Pacífico a jato...Por que não espalhar suas asas sobre as Filipinas? Eu me perguntei...Eu disse a mim mesmo, aqui está um povo que sofreu por três séculos. Nós podemos torná-los tão livres quanto nós, dar a eles um governo e um país próprio, colocar uma Constituição Americana em miniatura flutuando no Pacífico, começar uma nova república que terá seu lugar entre as nções livres do mundo. Parecia para mim um grande dever que nós nos dávamos. Mas eu pensei mais um pouco, desde então, e li com cuidado o tratado de Paris, e vi que nós não pretendemos libertar, mas subjugar o povo das Filipinas. Nós fomos lá para conquistar, não redimir. Deveria, me parece, ser nosso prazer e dever tornar essas pessoas livres, e deixá-los cuidar de suas próprias questões domésticas de seu próprio jeito. E então eu sou um anti-imperialista. Eu me oponho a fazer com que a águia ponha suas garras em qualquer outra terra." Qualquer semelhança com o Iraque não é mera coincidência. E isso é para aqueles que estereotipam todos daquele país não totalmente desprovido de grandes coisas como uma raça de idiotas comedores de hambúrgueres. Há boas coisas e boas pessoas por lá também.

pinheiro (02/09/2008 - 19:49)
Caro Azenha, teu blog e muito bom e tuas colocacoes sao mutio inteligentes e esclarecedoras, portanto nao vejo motivo pelo qual tenhamos que ler comentarios idiotas e despropositados como esse do sr. Marco Antonio.Que o sujeito nao goste do Lula, tudo bem, nao e obrigado a tal, mas dai a escrever esse arrazoado ininteligivel, abaixo de um texto de politica internacional, me parece meio fora de contexto.Acho desagradavel, nao ler opinioes contrarias, mas opinioes burras, feitas por gente ignorantes, que nao sao capazes de sustentar um debate de ideias.

triplice e fraternal abracos

pinheiro.:

Marco Antônio (02/09/2008 - 17:27)
O Brasil ostenta o maior arsenal nuclear do planeta. As ogivas ficam instaladas em Brasília e, apontadas para as cabeças dos trabalhadores brasileiros. O general dez estrelas Lullá e seu exército têm em mente entrar em guerra com as grandes potências como Paraguai, Bolívia, Venezuela entre outras nações de arsenal de bombas anatômicas e anêmicas. Nosso exército tem em seu general barbudinho uma sede de vingança contra o exército do Ministro Gilmar Dantas e seus subordinados Daniel Mendes, PSDB, DEM e congêneres. Ademais, com a quantidade de canhões a disposição do todo poderoso e medroso Lulinha guerra e desamor todos morrerão de inanição pela bomba da escassez de alimentos para satisfazer a fome do povão.



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