Hugo (09/11/2009 - 17:48)
Educação transformada em mercadoria...
Fabio Passos (09/11/2009 - 14:53)
É evidente que a uniban tem de se explicar.
Além de punir a vítima ainda tiveram a pachorra de fazer propaganda de seu preconceito na mídia.
É estarrecedor.
JMello (09/11/2009 - 14:15)
UNIBAM, educação, da privada e seus 700 cocozinhos!!!!
leonidas (09/11/2009 - 12:47)
Estão fazendo confusão entre a necessidade que os alunos que a ofenderam tem de ser punidos.
E o comportamento inadequado dela ser absolvido pelo erro desses tais.
Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa como se diz por ai.
Claro que é inadmissivel o comportamente desses que tiveram a ousadia de ameaçar nao só o emocional como talvez até mesmo a integridade fisica da cidadã.
Mas sua condição de vitima não a desobriga de respeitar o protocolo da instituição onde freguente.
Uma coisa nada tem com outra.
O erro da Unibam nao é ter expulso a mesma , uma vez que teria sido comprovada sua postura inadequada por reiterdas vezes.
O erro da Unibam esta em nao agir à altura do ato absurdo da qual a citada acima foi vitima.
Ela poderia estar nua ainda assim nao tem cabimento mesmo que estivesse em um Boteco ter sido coagida como foi.
Acho isso elementar.
Mas as pessoas adoooooram misturar tudo para posar de moderninhas...rs
Sera que esses arautos que a defendem tem por habito tamanha consciencia do no seu dia-a-dia para posar de indignados com uma postura dita " Conservadora "?
Eu acho que as pessoas na busca de garantir a liberdade devem entender que liberdade necessitada de codigo de conduta , codigos esses que se nao observados passamos a desrespeitar a liberdade de outros ao expressar a nossa.
Tudo tem sua hora e lugar, e o comportamento da moça pelo exposto na nota da Unibam era sim inadequado...
Bernadete Passos (09/11/2009 - 12:03)
Ô Moraes já ouviu falr onde as patas tomam? Querendo, vá pra lá cara. Deveria ter vergonha de escrever um comentário debilóide, com o perdão dos debilóides
Rivair (09/11/2009 - 10:55)
Este tipo de atitude por parte da UNIBAN retrata a caricatura moral que os TUCANOS estão infringindo no Estado de São Paulo...Quanta hipocrisia no ar! Sim,algo que não foi explicado para com àqueles que não moram em Sampa...A UNIBAN É UMA UNIVERSIDADE DE MONGES? Então tá! Os celibatários predominam.
Leonidas (09/11/2009 - 10:42)
Não é "Unibambi" é "Unibambi Enrustida", pois gays e lésbicas que assumem que são merecem respeito por isso.
sergio (09/11/2009 - 10:31)
Assim como fizemos com o PIG, podemos lançar uma campanha para que os universitários da UNIBAN, que nada tenham a ver com o vexame dos intolerantes e com a direção da UNIBAN, tranquem suas matrículas e procurem instituições educacionais que lhes façam bem, lhes abram a mente, ensinem a cultivar tolerância, respeito pelas individualidades ...
Quando eles sentirem no bolso, com certeza, vão adotar uma atitude menos facista.
Joana (09/11/2009 - 10:04)
A descompostura dos alunos e o machismo institucionalizado externado pela direção da universidade nos leva a pensar: o que é que andam ensinando nestas instituições privadas? A complascência com a ignorância e intolerância de um bando de trogloditas (homens e mulheres), deveria valer a licença para funcionamento da UNIBAN ! A educação não perderia nada se fechassem este estabelecimento vergonhoso e fascista.
Ops! (09/11/2009 - 09:46)
No CMI tem uma proposta legal para as moças da Uniban:
Usem burca
(09/11/2009 - 09:26)
Aposto que aqueles babacas que não gostam do que há de melhor e mais belo na natureza,que não admiram um corpo "curvelíneo" de uma fêmea humana,são os que votam em certos prefeitos,que ficam indignados com a Marta Suplicy.Dão "chilique" quando vêem o ator Alexandre Frota.UNIBAMBI,grande essa
Sergio (09/11/2009 - 08:30)
Meus filhos ainda não decidiram onde estudar, pelo menos já sei onde NÃO DEVEM estudar: NA UNIBAN. Nesta pseudo-universidade, que forma pseudo-universitários (me desculpem os bons alunos que não fizeram parte daquela manisfestação exdruxula de falta de tolerância) meus filhos não botaram o pé. Eu espero que eu consiga direcioná-los a uma universidade que lhes abra a mente e não ao contrário.
antonio carlos - volta redonda / rj (09/11/2009 - 08:20)
E muita incompetência em uma só instituição, esses diretores são péssimos em gestão , ao invés de resolver a questão se desculpando com a vítima preferiram jogar mais combustivel no problema, agora terão que responder a justiça com possivel pagamento de indenização , a instituição fica questionada pela opinião publica, e terá uma supervisão mais severa por parte do MEC.Burrosssssssssssss
Romanelli (09/11/2009 - 07:40)
Agora é com as autoridades ..que a JUSTIÇA saiba arrancar as calças da UNIBAN pra que com elas possamos cobrir as pernas da menina ..que a UNIVERSIDADE, que negou o ensino a estudante, que ela pague indenização pra que a vítima viva BEM até o fim de seus dias ..simples assim
Noeliza (09/11/2009 - 05:48)
Pelo que vi a roupa não era tão impossível de ser usada em qualquer lugar, até mesmo numa missa.O comportamento da universidade é o reflexo da nossa sociedade hipocrita.O movimento feminista deve coibir os abusos com vigor.Algum órgão deve entrar com uma ação de forma que a universidade pague uma multa bem alta pelos danos morais sofrido por essa moça.Assim perdendo dinheiro eles conseguem raciocinar melhor.Da próxima vez vai tomar uma decisão menos preconceituosa.
Marcus Vinicius (09/11/2009 - 01:40)
"Klaus (08/11/2009 - 20:42)
A Uniban já foi rebatizada. Agora todos se refrem a ela com UNIBAMBI. Colou, já era."
As sementes que foram lançadas, eram opcionais. Agora, a colheita é obrigatória!
Edvaldo Alves (09/11/2009 - 00:34)
Moral da história:
UNIBAN também considera a menina um puta.
Carlos França (09/11/2009 - 00:04)
A UNIBAN tem uniforme? Esses cafagestes tem que usar algum uniforme? Talvez camisas pardas? Pretas? Educação não pode ser privada. Fechemos essa fábrica de diplomas universitários; não faz sentido termos esse shopping center da estupidez fornecendo diplomas a imbecis travestidos de estudantes de nível superior.
KeplerK (08/11/2009 - 23:44)
Talvez o nome mais adequado para essa faculdade seja UNIBANdido. Tem mais a ver com a barbárie que fizeram com essa moça.
Rogério Leonardo (08/11/2009 - 23:11)
Me desculpe quem acha o contrário, mas até onde eu sei, cada um tem o direito de se vestir como quiser (mesmo que seja com microsaias) e de agir como bem entender.
Desde de que durante as aulas a aluna não atrapalhe seus colegas (e o fato de ir com microsaia não pode nunca ser uma justificativa) ela pode usar a roupa que quiser (exceção seriam apenas as transparências ou nudez).
O que a aluna faz durante o intervalo, com os seus colegas de faculdade, também é problema dela, o resto é intolerância e hipocrisia.
Punição dura para UNIBAMBI e para seus alunos trogloditas.
P.S. Só para constar, o vestido usado é normal, quem acha o vestido usado por ela indecente é que é anormal.
jose carlos lima (08/11/2009 - 23:04)
Esta pobre moça foi expulsa da universidade, já o mafioso da Yakuza, máfia japonesa, prestava serviços para a SSP-SP, o que foi omitido, neste momento, pela Globo.
O programa Fantástico/Globo exibe agora uma reportagem sobre a prisão de Renato Teruo, da Yakuza, máfia japonesa. O que me chamou a atenção é que a Globo não citou que o mafioso prestava serviços para a SSP de SP. Ah, estou me esquecendo que o governo de SP não é aliado de Lula, pois se fosse...
Saiba mais
http://josecarloslima.blogspot.com/2009/11/sp-homem-da-yakuza-prestou-servico-ssp.html
Euler (08/11/2009 - 22:48)
Foi um tremendo absurdo a atitude da Uniban e dos alunos - quando vi aqueles marmanjos pela TV hostilizando a moça por se vestir como achou conveniente achei aquilo o máximo da hipocrisia, do machismo e do atraso intelectual. Fosse eu alguma autoridade com poder e teria mandado fechar aquele local, exigindo desculpas públicas dos alunos que tiveram aquela horrorosa atitude. Aliás, eu teria vergonha de estudar numa escola daquela, cuja direção e alunos demonstraram o mais desprezível preconceito, não com a mulher, somente, mas com o ser humano, que não pode passar por este tipo de humilhação. A pobre moça não agrediu ninguém, não xingou ninguém, não provocou ninguém, simplesmente usou uma roupa que não agradou algumas dezenas de babacas, mauricinhos e patricinhas. Um falso-moralismo de doer, que reflete a cultura de uma parte da sociedade brasileira, cultura esta de baixíssimo nível, marcada pelo preconceito, pela intolerância com o outro, pelo falso-moralismo e pela hipocrisia, se considerarmos que muitos desses jovens usam bermudas, brinquinhos e camisetas apertadas, e nem por isso são submetidos à sessão de humilhação como fizeram com a estudante Geyse Arruda. A coisa é ainda pior quando sabemos que a mídia e boa parte da população estimulam e consomem material voltado para a exibição do corpo, da nudez, com os padrões de beleza ditados pelas novelas globais. Um absurdo o que aconteceu e que merece o repúdio de todos.
Eudes Hermano Travassos (08/11/2009 - 22:34)
Pontos para a SPM que não poderia, não pode se calar como tambem não o Ministério da Educação, e acho que até o Ministério da Cultura que pense responsavelmete na cultura como uma esfera plural, ou seja, contida nos mais segmentados setores da sociedade e particularmente a educação deveria passar por cima das questiúnculas políticas e se manifestar, afinal de contas assistimos a um evento de proporções simbólicas bárbaro no que diz respeito a intolerância.
A vítima, Geyse Arruda tem direitos a ser ressacidos de danos morais tanto pelos aprendizes de fundamentalista quanto da UNIBAM que legitimou aquele espetáculo da irracionalidade expuldando-a da Faculdade, ou seja, julgou e condenou uma vítina e inocentou os barbarozinhos que dali vão ocupar alguma ocupação no mercado de trabalho.
Zerofour... (08/11/2009 - 22:15)
Acredito que seja dever da faculdade criar regras de conduta dentro do estabelecimento de ensino, incluindo o que se refere ao vestuário.
Não acredito que isso seja uma atitude machista ou coisa parecida, até pq os homens tb sofrem, ou deveriam sofrer, restrições ( em vários locais não se pode entrar sem camisa, ou de bermuda, etc )...
Mas a faculdade tinha obrigação de definir critérios claros previamente...
Assim como a lei diz que não há crime sem lei anterior que o defina, tb não deveria haver punição pra essa estudande, se a faculdade não estabeleceu seus limites previamente...
É imcompetência pura.
Marko (08/11/2009 - 21:59)
Uai Klaus,
preconceito se combate com preconceito?
Até onde sei os travestis, gays assumidos etc não tem problemas d agressão em relação às mulheres. Mto pelo contrário, a agressão à mulher geralmente é feita pelos gays enrustidos, aqueles mesmos q, além do desrespeito à figura feminina tentam associar tdo q é ruim c/os gays numa tentativa clara d escamotear a própria homossexualidade como a berrar "eu não, eu não"...
Clóvis (08/11/2009 - 21:22)
O que me espanta nisso tudo é que se aparecer uma mulher nua em plena estação Sé do metrô em horário de pico a confusão não seria tão grande... O que possuiu esse povo pra agir assim? Estudantes de psicologia, por favor, estudem o caso!
Klaus (08/11/2009 - 20:42)
A Uniban já foi rebatizada. Agora todos se refrem a ela com UNIBAMBI. Colou, já era.
Tiago Lima (08/11/2009 - 20:22)
Através dessa decisão a UNIBAN assinou seu atestado de imcompetência, será que ninguém tentou imaginar qual seria a repercussão dessa expulsão, é completamente revoltante essa situação, onde é mais fácil expulsar uma aluna, do que expulsar metade da faculdade que xingou a mesma com palavras de baixo calão, tudo para não correr o risco de metade da faculdade não pagar a mensalidade no fim do mês, situação deplorável.
leonidas (08/11/2009 - 20:20)
Puritanismo é algo errado, mas calma tambem né?
Liberdade individual nao da passe livre para qualquer pessoa resolver desrespeitar o bom senso em um ambiente ao qual ela ou ele tenha acesso.
Acho que o erro esta em açoes extremadas , tanto da Unibam ( até que ela fundamente a decisão ) e da senhorita em questão que ja é crescedinha o bastante para saber o que esta fazendo.
O vestido nao me pareceu tão curto assim, talvez seja a atitude dela no dia que tenha causado o tulmulto.
Quem deve saber melhor é a sindicancia da faculdade.
Jbmartins (08/11/2009 - 20:02)
Tambem mandei meus protestos a Uniban pela atitude adotada,
SOLIDARIEDADE A DEYSE ARRUDA: SUA EXPULSÃO DA UNIBAN FOI UMA ATITUDE FACISTA
Vivemos em uma sociedade que ainda é machista, apesar do avanço inegável dos direitos das mulheres nos últimos anos, o raciocínio machista ainda impera entre a maioria dos homens. A figura da mulher como objeto ainda é dominante.
Por uma questão de falta de consciência sobre o assunto muitas mulheres são levadas a imaginar que a exposição do corpo pode ser uma forma de exercer poder na sociedade competitiva que vivemos. Isso acontece, repito, única e exclusivamente, por falta de consciência sobre o atual momento em que vivemos, ainda mais no meio universitário onde o acesso a maior quantidade de informação deveria servir de esclarecimento.
A atitude da aluna Geyse Arruda da Uniban de São Bernardo do Campo é resultado de uma situação que envolveu uma moça desinformada sobre a questão da mulher objeto na sociedade capitalista de hoje e a expressão na sua forma mais primitiva, do machismo que ainda existe em nossa sociedade.
Uma universidade, um local onde as pessoas ingressam para trabalhar e aprender, jamais deveria tomar a atitude da expulsão da aluna.
A expulsão de Geyse é um ato facista para o qual não existe justificativa. Não podemos aceitar de forma alguma.
Mobilização da sociedade democrata brasileira já!!!!!!
http://flavioluizsartori.blogspot.com/