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GO HOME, CHICAGO BOYS!

Atualizado e Publicado em 23 de setembro de 2008 às 11:26

de Hazel Henderson*

A famosa escola de economia da Universidade de Chicago chefiada por Milton Friedman (1912-2006) espalhou pelo mundo seu fundamentalismo de mercado. Ganância, egoísmo, individualismo e “curto-prazismo” foram misturados com liberdade e democracia, e elevados à condição de filosofia moral. Os Chicago Boys e seus clones invadiram a América Latina nos anos 50. Lideraram as forças triunfantes do capitalismo rumo à vitória na Guerra Fria e deflagraram as eras Reagan, Thathcer e o Consenso de Washington, da desregulação com a privatização impulsionando a forma atual de globalização econômica. As raízes do fundamentalismo de mercado, que derivam de A Riqueza das Nações (1776), de Adam Smith, embora ignore sua Teoria dos Sentimentos Morais (1759), e da Escola Austríaca de Ludwig von Mises, Friedrich Hayek e outros se tornaram a base ideológica do libertarismo americano e do revival neoconservador na administração de George W. Bush.

Esse apelo do “individualismo duro”, ganhar dinheiro em mercados livres de regulação, promoveu também o cálculo limitado do famoso resumo da ópera de Milton Friedman: o único propósito das empresas e corporações privadas é ganhar o máximo de dinheiro possível para seus acionistas.

A revolução dos computadores que automatizou o comércio mundial jogou um papel-chave nos excessos do “curto-prazismo”, agora não só medido trimestralmente, mas em nanossegundos. Em 8 de setembro, o trading em frações de segundos e a venda a descoberto das ações da United Airlines motivados por falsos rumores engoliram US$ 1 bilhão do valor da companhia em menos de uma hora.

Agora, os vendedores a descoberto estão recorrendo uns aos outros, vendendo a descoberto as empresas financeiras no coração de Wall Street. A ideologia do livre mercado impediu a regulação do grande cassino, apesar de ministros das finanças se preocuparem com a necessidade de uma arquitetura financeira global depois de cada crise. A crise asiática de 1997 foi seguida pela inadimplência russa e o estouro do fundo hedge Long Term Capital Management em 1998, a inadimplência argentina de 2002, os salvamentos do Bear Stearns, Fannie Mae e Freddie Mac, a quebra do Lehman Brothers e os salvamentos de Merril Lynch e AIG a um custo de US$ 900 bilhões para o Federal Reserve (o Banco Central norte-americano) até agora.

Aparentemente, a limpeza nos EUA será deixada para o próximo presidente. Tanto Obama como McCain se disseram ultrajados com a irresponsabilidade implacável e o tráfico de influência de Fannie Mae e Freddie Mac, apesar de ambos terem aceito contribuições e já terem se envolvido no favorecimento dessas duas gigantes do setor imobiliário, que detêm US$ 5 trilhões em hipotecas americanas. Ambos culpam a temeridade e a ganância de Wall Street, enquanto acham que as autoridades reguladoras estavam dormindo quando as coisas mudaram.

O comércio eletrônico automatizado representa hoje 50% de toda a atividade do mercado. “Value at risk” e outros modelos matemáticos criados por aqueles “gênios” acadêmicos ainda estão se revelando imprecisos, enquanto todas as inovações financeiras, das hipotecas subprime (de alto risco), elogiadas pelo ex-presidente do Fed, Alan Greesnpan, à securitização de dívidas em obrigações colateralizadas (CDOs) e outros instrumentos financeiros, se revelaram pouco mais do que investimentos fraudulentos. Espantosamente, fundos de pensão, fundações beneficentes e fundos de doações para universidades jogaram o mesmo jogo, competindo por retornos cada vez maiores. Eles se amontoaram em fundos de hedge e na especulação com petróleo e commodities, arriscando as rendas de aposentadoria de seus pensionistas em negócios imobiliários e de private equity, a despeito de sua condição especial de proprietários coletivos.

Os economistas da Escola de Chicago foram demitidos em horário nobre como jogadores no mercado, incluindo o AIG com seus US$ 85 bilhões em empréstimos do Fed, e agora General Motors e Ford, na fila para serem salvas pelo contribuinte.

Estaremos vendo o fim dos esforços dos neoconservadores americanos para refutar o New Deal e a morte do capitalismo de livre mercado dos Chicago Boys? Para onde iremos a partir de agora? A regulação no interesse público é hoje reconhecida como urgente pelo secretário do Tesouro de Bush, Henry Paulson. Ele agora censura os excessos de Wall Street – transferir riscos sociais, custos e destruição ambiental para os contribuintes e as gerações futuras – apesar de ter sido presidente da Goldman Sachs antes de integrar o governo.

Wall Street deve cuidar de investir, procurando companhias valiosas e bem administradas que ofereçam bens e serviços úteis, e que até paguem dividendos. A confiança, ignorada na Escola de Chicago, precisa ser restaurada, porque é o alicerce de todos os mercados. Mercados financeiros entraram em metástase nos EUA e na Grã-Bretanha, inchando quase 25% de seus PIBs com gente demais negociando papéis exóticos. E gente de menos produzindo bens e serviços.

Mais revelações a cada dia apontam para outros bilhões de “lixo tóxico” (bônus quase imprestáveis empacotados com hipotecas fraudulentas) ainda não “sinalizados para o mercado” (contabilidade adequada para a queda dos preços das casas e execuções hipotecárias). Aproximadamente US$ 62 trilhões de credit default/swaps pendentes (outra forma de seguro fraudulento) devem ser baixados de balanços dos gigantes de Wall Street, como JP Morgan, Chase, AIG e outros. E os salvamentos federais só poderão acelerar o declínio ainda maior do dólar americano.

Tal como foi documentada em Chain of Blame (2008) pelos especialistas em hipotecas Paul Muolo e Matthew Padilla, a bolha imobiliária americana foi impelida pela gigantesca bolha monetária de Wall Street, criada por crédito barato e alavancagem. Os prejuízos na casa dos trilhões em Wall Street estão simplesmente anulando seus ganhos ilusórios. Nenhuma quantidade de salvamento federal ou impressão de dinheiro pode preencher o buraco negro de expectativas irrealistas criadas por uma economia enganosa. Wall Street se tornou um parasita da economia real e contagiou o mundo todo. A lição é que os mercados financeiros precisam encolher.

A tarefa agora é administrar o enxugamento de Wall Street e do cassino financeiro global, redesenhando sistemas regulatórios e mercados para que possam restaurar seu papel útil, embora limitado. E para facilitar a produção de bens e serviços ambientalmente benéficos nas economias crescentemente verdes da Era Solar. A verdade foi escancarada: não existe mão invisível.


*
Hazel Henderson é autora de Ethical Markets: Growing the Green Economy e outros livros. Ela é co-criadora do Calvert-Henderson Quality of Life Indicators, juntamente com o Calvert Group, e está no Comitê Organizador da conferência Beyond GDP no Parlamento Europeu (www.beyond-gdp.eu).


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ÚLTIMOS COMENTÁRIOS
E. T. Santana (02/10/2008 - 10:42)
Até Jesus Cristo ( conta a história) perdeu a paciencia com os mercadores de moeda das encadarias do templo e deu-lhes uma surra. Esta medida de J. Cristo pode ter impedido, o que seria, a mais antiga crise financeira da humanidade.
Hoje em dia este negocio de falar que vai da surra tem surtido outro efeito: despencar nas pesquisas de opinião para candidato a prefeito de capital do nordeste.

Marco Aurelio (30/09/2008 - 13:58)
"Sem o plano abrangente de resgate financeiro que inventaram e defenderam com ardor, as duas agências são mais uma vez obrigadas a lidar com uma crise atrás da outra, e a usar todos os instrumentos a seu dispor para socorrer o sistema financeiro global. Antes mesmo que o Congresso dos Estados Unidos tivesse surpreendido o mundo na segunda-feira ao rejeitar o pacote de resgate financeiro elaborado pelo governo Bush, o Fed já recorria à tática mais antiga da sua cartilha: imprimir dinheiro".Ligaram a impressora!!!!!Aqui:http://economia.uol.com.br/ultnot/2008/09/30/ult5365u40.jhtm

Marco Aurelio (30/09/2008 - 13:40)
O FED começou a imprimir dinheiro da mesma forma que os governos populistas faziam quando tinham o controle do banco central.É a fase do populismo para as elites.A inflação fica com o"Joe Six Pack"...Aqui:"Tesouro e Fed têm opções para o impasse quanto ao pacote financeiro nos EUA" em http://economia.uol.com.br/ultnot/2008/09/30/ult5365u40.jhtm

Fabio Passos (30/09/2008 - 13:16)
Jorge Nunes, Não duvide da sapiência do João Bastos! Ele é um profundo conhecedor dos desígnios da mão invisível. É por isso que ele é tão bem sucedido. Sou capaz de apostar que ele enricou que nem o tio patinhas especulando com os preços das especiarias...

John Bastos (30/09/2008 - 11:56)
"só para constar as grandes navegações foram realizadas pelo desejo de acumular capitais do capitalismo. Lembra do segundo grau? do Mercantilismo? achar especiarias para vender e conseguir capital??? "
-------- Bem curiosa a sua formulacao. Sugiro que volte para os livros classicos. Estudar nao doi.

Jorge Nunes (30/09/2008 - 09:15)
John Bastos faz uma coisa incrível, tal como o pessoal da veja. Consegue distorcer os dados numa malabarismo intelectual impressionante... só para constar as grandes navegações foram realizadas pelo desejo de acumular capitais do capitalismo. Lembra do segundo grau? do Mercantilismo? achar especiarias para vender e conseguir capital???

John Bastos (30/09/2008 - 08:38)
"Bastos, se as idéiaas de Marx mataramtanto, pela sua ótica, o maior assassino e hipócrita da Terra foi Jesus. Não empolga não, ok?"

Nao entendi. Nao tem muita logica nisso.

Fabio Passos (29/09/2008 - 23:39)
João Bastos, é verdade que as pessoa rica e inteligente e bem sucedida que nem você não perdem um comentário da miria leitão, do sardemberg e do maílson da nóbrega na rede globo? É verdade que ocê fico rico que nem que o tio patinhas? você tem um cofre gigante e nada nos monte de moeda?

Fabio Passos (29/09/2008 - 23:32)
Ei João Bastos, você que é assim tão claramente instruído e culto e rico e superior... cê acredita mesmo na mão invisível? cê acha que ela ainda vai dar o ar da graça e salvá os mercado da ruína? você rezou prá ela salvá os eua da bancarrota?

Leider Lincoln (29/09/2008 - 23:28)
Bastos, se as idéiaas de Marx mataramtanto, pela sua ótica, o maior assassino e hipócrita da Terra foi Jesus. Não empolga não, ok?

Fabio Passos (29/09/2008 - 23:26)
O pessoal já está tripudiando.... um barato. http://2.bp.blogspot.com/_-VNRedG2wF4/SN9UvIs4dnI/AAAAAAAAAxA/oYoPGypIal0/s1600-h/dalcio4.jpg Viva la Revolución!

John Bastos (29/09/2008 - 19:33)
"Quando leio comentários do tipo do tal John Bastos tenho certeza que eles, os neoliberais, neocons, neoqualquercoisa não podem sentar por algum tempo, pois o capitalismo que tanto amam lhes proporcionou alguns momentos de "profunda" agressividade. E sem camisinha. "
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Nao entendi... O capitalismo tem me tratado muito bem, obrigado.

John Bastos (29/09/2008 - 19:32)
"no primeiro século de colonização da América, foram mortos cerca de 100 milhões de nativos americanos."

Primeiro, o numero estah errado de longe. Segundo, o que isso tem a ver a ver com o capitalismo? (Ai ai ai... Estudar que eh bom, essa malta nao quer nem saber... Deve ser uma dor lancinante quando essa tchurma abre um livro...)

Marcos (24/09/2008 - 09:59)
John Bastos, Marx não pode ser responsabilizado pelo uso que fizeram das suas idéias, distorcendo-as a fim de justificar as suas políticas. Condenar Marx por isso é como condenar Cristo pelos crimes da Inquisição. Ou então, seria como culpar Adam Smith pela recente crise financeira e pela fome e miséria que os neoliberais espalharam pelo mundo com suas políticas fracassadas. E em termos de crimes o Capitalismo é insuperável. Basta ver que, no primeiro século de colonização da América, foram mortos cerca de 100 milhões de nativos americanos. Na África, calcula-se em mais de 400 milhões o número de vítimas do Colonialismo europeu. Tanto em um caso, como em outro, os maiores beneficiados por tais crimes foram os Capitalistas Europeus e seus Reis, Nobres e Igrejas que se associaram à eles nesta empreitada de conquistar, escravizar, massacrar e explorar milhares de povos e centenas de milhões de pessoas por vários séculos seguidos. E foi assim que o Capitalismo nasceu, a base de, como diria Bismarck, ferro e sangue.

Alexandre Carlos Aguiar (24/09/2008 - 09:51)
Quando leio comentários do tipo do tal John Bastos tenho certeza que eles, os neoliberais, neocons, neoqualquercoisa não podem sentar por algum tempo, pois o capitalismo que tanto amam lhes proporcionou alguns momentos de "profunda" agressividade. E sem camisinha.

John Bastos (24/09/2008 - 00:02)
"A crise americana e os recentes comentários econômicos sobre sugerem que Steve Spielberg deveria rodar uma nova versão de "O Parque dos Dinossauros" que teriam como personagens Keynes, Marx, Galbraith e outros considerados ultrapassados."


Marx??!? Esse nao eh ultrapassado. Marx merece tanto respeito quanto Josef Mengele no panteao da humanidade, com a diferenca que as ideias de Marx mataram muito mais que as de Josef Mengele.

JOhn Bastos (24/09/2008 - 00:00)
"Este essas opiniões seriam chamadas por Miriam Leitão de retrogradas e incoerentes. Arnaldo Jabor teceria seu mais revoltado artigo chamando isso de sonho revolucionário do PT atrasando o avanço do progresso. Vou ficar ouvindo a CBN esta semana só para ouvir os comentários cara de pau deles."


Mas essas opinioes SAO retrogradas e incoerentes!

EVANDRO (MANAUS-AM) (23/09/2008 - 23:56)
É a crônica de uma desgraça anunciada. Durante muito tempo, os neoliberais pousaram de donos da verdade. Impuseram com arrogância este receituário suicida a várias economias nacionais, sobretudo de países em desenvolvimento, e os resultados são bem conhecidos: quebradeira, desemprego,miséria. So que atribuíam tais resultados a falta de competência e disciplina destes países na implementação destas políticas. Agora, com a derrocada da maior economia neoliberal do mundo, os que eles tem a dizer sobre isto? nada. Eles estão estupefatos,mais perdidos que cachorro caído de um caminhão de mudança! Cadê a mão invisível? A "mão invisível" se fechou para levar à nocaute os neoliberais.

N-S (23/09/2008 - 22:30)
Azenha, vc está nos EUA? Hoje saiu na página A17 do New York Times uma charge paga por um investidor do Texas. Achei uma cópia na internet: http://washingtonindependent.com/wp-content/uploads/2008/09/the-new-communist.jpg

Lucas Cardoso (23/09/2008 - 22:24)
Não culpem Adam Smith! O neoliberalismo de Friedman e o liberalismo de Smith são linhas ideológicas completamente diferentes e necessitam de sistemas completamente diferentes para serem implementados. O neoliberalismo de Friedman dá maior valor ao capital do que ao trabalho como motor da economia. Adam Smith acreditava que o trabalho era a única força capaz de criar riquezas. O neoliberalismo prega a "flexibilização" dos contratos trabalhistas e a extinção de direitos que muitos considerariam básicos. Smith sempre criticou aqueles que reclamavam das "combinações dos trabalhadores" mas achavam que as "combinações dos mestres" (que sempre estão "em tácita combinação para aumentar preços e diminuir salários") eram coisas naturais e boas. Friedman prega que o Estado apóie e ajude as empresas, enquanto deixa os trabalhadores à míngua. Smith pede para que o Estado deixassem os mercados em liberdade, mas desse suporte aos trabalhadores, pois sem esse apoio, a divisão do trabalho (que ele apoiava em teoria) tornaria "os homens o mais próximo de bestas que um homem pode ficar". Friedman parecia não se importar com o protecionismo de seu próprio governo. Smith pregava o fim do protecionismo e colonialismo ingleses. Smith também disse "O governo civil, aparentemente instituído para assegurar a propriedade, é na verdade instituído para a defesa dos ricos contra os pobres, ou aqueles que têm alguma propriedade contra os que não têm propriedade alguma."

Roberto Rosário (23/09/2008 - 18:14)
Vendo o blog de Patrícia Campos na versão on line do Estadão, me deparei com a informação de que foi criado um site nos EUA (http://www.buymyshitpile.com/), propondo que o Secretário do Tesouro, Henry Paulson, também comprasse as "porcarias" dos cidadãos afetados pela crise financeira. E não é que tinha um anúncio de venda do Opportunity também! E com a foto do Sr. Daniel Dantas! Pra conferir aqui vai o link: http://www.buymyshitpile.com/recent_shitpiles?page=1.

Hans Bintje (23/09/2008 - 16:57)
Outra manifestação da Hazel Henderson ( http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=1320 ):

"Acredito que o problema está no fato da grande imprensa não divulgar as visões alternativas, estar muito amarrada às estruturas de poder existentes e pertencer a corporações comerciais multinacionais, que no meu país financiam os políticos. Por isso ela rejeita qualquer coisa que está 'fora da caixa'. A idéia deles é de que não há alternativa. A Margaret Thatcher dizia isso na Grã-Bretanha. Acho que até agora o Fórum Social Mundial coletou e apresentou as melhores idéias de todos os países a respeito das alternativas. As pessoas estão começando a ser sacudidas por essas idéias, que estão atingindo níveis cada vez mais políticos, e isso está acontecendo silenciosamente em diversos países. Há livros sendo lançados que organizam as propostas apresentadas nesses fóruns. Mas eles queriam registrar uma ampla participação logo no começo, e é claro que tudo parecia confuso. Na verdade, a democracia parece uma confusão; é o totalitarismo que normalmente é organizado e confortável."

Jorge Nunes (23/09/2008 - 14:17)
Este essas opiniões seriam chamadas por Miriam Leitão de retrogradas e incoerentes. Arnaldo Jabor teceria seu mais revoltado artigo chamando isso de sonho revolucionário do PT atrasando o avanço do progresso.

Vou ficar ouvindo a CBN esta semana só para ouvir os comentários cara de pau deles.

Evni (23/09/2008 - 12:02)
A crise americana e os recentes comentários econômicos sobre sugerem que Steve Spielberg deveria rodar uma nova versão de "O Parque dos Dinossauros" que teriam como personagens Keynes, Marx, Galbraith e outros considerados ultrapassados. Para o roteiro um time de cobras: a equipe econômica do governo Bush e outros neoliberais de peso. Os produtores e financiadores: AIG, Fannie Mae, Freddie Mac. E uma pré-estreia em grande estilo com Bush como mestre de cerimônias. O Oscar já está garantido.



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