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Cartas de Minas

Eurico Vianna: Da sociedade vertical à sociedade horizontal

20 de agosto de 2010 às 11h51

Caros Blogueiros,

Moro atualmente fora do Brasil e tenho acompanhado à distância, e graças aos Blogueiros e à internet, as atualidades políticas e culturais do Brasil. Graças a essa façanha da blog-esfera brasileira no fortalecimento da mídia alternativa, pessoas como eu podem se manter atualizadas sem ter que se submeter, e na verdade à contragosto, à agenda política da grande mídia. Com interesse especial tenho acompanhado também o ‘Encontro dos Blogueiros Progressistas’, razão pela qual resolvi compartilhar uma fonte que, acredito, pode colaborar com o papel democratizador da informação exercido pelo blogs.

Clay Shirky, autor e pesquisador sobre internet e mídia social, no seu livro Here Comes Everybody: How Change Happens When People Come Together, [Aí vem todo mundo: Como as mudanças acontecem quando as pessoas se unem*] editado pela Penguin Books (2008) anuncia uma revolução em todo campo institutional de nossas sociedades. E só é uma revolução, como ele mesmo diz, se alguém sair perdendo. Em relação à realização de tarefas e resolução de problemas, essa mudança, que já está em andamento, vai minar o poder de instituições hierárquicas e enrigecidas e empoderar grupos cooperativos frouxamente associados. Acho que vale a pena conferir a utilidade para o contexto de luta dos blogs brasileiros. O sítio de palestras TedTalks.com disponibiliza uma apresentação do autor para download. Com legendas em português a palestra Institutions versus Collaboration (aqui) resume bem os assuntos tratados no livro.

Estudando a revolução causada pelas novas tecnologias nas instituições em geral, Shirky aponta o jornalismo como uma das classes onde a mudança é mais evidente. Ele, analisa, por exemplo, a intercessão entre a ‘blog-esfera’ e o jornalismo, e a questão do blogueiro ser, ou não, um jornalista — para ele essa não é a questão mais importante. Para ele importa mais entender como, por meio de baixo custo e novas tecnologias, a ‘amadorização’ na veiculação de informações termina por extrapolar a exclusividade da classe profissional. Achei dois de seus insights muito válidos, não só para os blogueiros, mas para todos os progressistas.

Primeiramente, no tocante ao jornalismo, a queda radical dos custos operacionais e a maneira como as mídias sociais mudam o cenário. Shirky afirma que essas novas tecnologias invertem o padrão ‘filtre primeiro e publique depois’, para o ‘publique primeiro e filtre depois’. Em sua análise, essa mudança tira das mãos dos ‘grandes’ editores o poder de decisão sobre o que é pauta (ou ao menos o relativiza), e passa a valorizar o julgamento do leitor, na medida em que este, por meio dos blogs, começa a redefinir a pauta da grande mídia. Um viés inovativo para o entendimento das mudanças tão faladas atualmente. Uma leitura genial e bem instrutiva, valendo, portanto, para todas as pessoas interessadas em desenvolver e aprimorar padrões mais cooperativos e horizontais de ação coletiva.

Outro insight importante é o papel dos novos meios de comunicação social na alteração dos padrões de formação, manutenção e operação de grupos sociais. Os novos meios, facilitando o compartilhamento de informações, a cooperação e a ação coletiva, interferem no equilíbrio entre a abordagem institutional, inerentemente exclusiva, segundo ele, mas predominante até o momento, e a abordagem colaborativa, mais democrática, mas até recentemente desprovida de tecnologias que a apoiassem.

Shirky, no entanto, alerta que “a questão aqui, não é que ‘isso é maravilhoso’ ou que vamos ver uma transição de abordagens exclusivamente institucionais para abordagens exclusivamente cooperativas. Vai ser muito mais complicado que isso. Mas o ponto é que será um reajuste maciço. E já que podemos vê-lo com antecedência e sabemos que está chegando, meu argumento é essencialmente: nós podemos muito bem nos preparar melhor para ele”.

Eurico Vianna

 

25 Comentários escrever comentário »

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Eurico Vianna: Da sociedade vertical à sociedade horizontal « Paralelo XIV

27/08/2010 - 14h32

[…] Eurico Vianna: Da sociedade vertical à sociedade horizontal Filed under: Opinião by paraleloxiv — Deixar um comentário 08/27/2010 Publicado originalmente no Vi o Mundo.  O original pode ser lido aqui. […]

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Helcid

22/08/2010 - 11h35

Blogueiros de Minas, temos que nos unir !! http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/o-fator-

O fator Andrea Neves
Enviado por luisnassif, dom, 22/08/2010 – 07:33

Andréa, irmã de Aécio Neves, talvez o personagem pouco conhecido mais poderoso da política brasileira. Controla com mão de ferro todas as verbas publicitárias do Estado e age com uma desenvoltura e provincianismo assustadores: todo crítico é inimigo, e precisa ser calado, todo aliado é incondicional. Sua atuação é o oposto do que se vendeu como estilo Aécio de política.

Conseguiu, de fato, calar a imprensa mineira em todos os níveis. Se, por algum capricho da sorte, Aécio ascendesse a um protagonismo nacional, a truculência provinciana da irmã o exporia em dois tempos.

Em São Paulo, apesar da blindagem ampla da velha mídia, a mão pesada de Serra ganhou visibilidade na Internet e na rádio-corredor das redações, e conseguiu um feito visível: parte influente (embora numericamente não relevante) dos críticos de Serra não era necessariamente de apoiadores de Dilma, mas pessoas convencidas de que, com o poder federal na mão, Serra se tornaria uma ameaça real à liberdade de imprensa. Qualquer jornalista de São Paulo sabe disso.

As críticas contra Andrea não ganharam dimensão nacional pelo fato de o momento atual da campanha de Aécio estar circunscrito a Minas. Mas, pela blogosfera toda circulam há anos vídeos e informações não questionadas sobre sua mão pesada.

É uma unanimidade, tanto entre defensores quanto críticos do irmão, e tornou-se a parte mais vulnerável de Aécio e do PSDB mineiro.

Nas minhas andanças mineiras sempre testo o fator Andrea com meus interlocutores tucanos. Consigo apenas dois tipos de argumentos amenizadores. O primeiro, o de salientar o «bom coração» de Aécio (típica expressão mineira: Aécio é «boníssimo») e salientar que a irmã mineira tem vôo próprio, mas apenas devido aos inúmeros afazeres do boníssimo. Ou seja, tem o Aécio do bem. O Aécio do mal é a Andrea.

O segundo argumento – esse em favor da candidatura Anastasia – é que o primeiro ato dele seria desvencilhar o governo mineiro do fator Andrea. Nem sei se é fato ou não. Mas a insistência com que se brande esse argumento em particular mostra o desconforto geral causado pela mão pesada de Andrea.

Se quiser ter dimensão nacional e efetivamente algum poder de coesão no partido, em algum momento do futuro Aécio ainda terá que prestar contas da herança Andrea.

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O Brasileiro

22/08/2010 - 10h57

Sempre vai haver editorias. Sempre há um filtro do que chega às grandes massas!
Quem conhece a internet sabe disso!

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Ed.

22/08/2010 - 07h54

Para o ser humano genérico, quase sempres perder poder é muito mais grave de que simplesmente não tê-lo…

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monge scéptico

21/08/2010 - 15h08

Uma sociedade horizontalizada(no bom sentido por favor) é muito visível, medível, e produtiva.
Além demais justa, ter negócios legais, claros e verificáveis. Ao contrário os muros erguidos c/
muita grana, as vezes escondem ilícitos monstruosos.
Digo e repito PLÌNIO seria um excelente presidente. Mas a mentalidade de nosso povo, ainda
tem que se desenvolver mai, para compreender as idéias do PLÌNIO. Precisamos nos intelec-
-tualizar mais. Os primeiros passos indicam que vamos conseguir.

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Bonifa

20/08/2010 - 20h30

Os americanos, ou como o Azenha prefere, os estadunidenses. Eles sabiam antes de nós que nós teríamos esta liberdade e este avanço, com o evoluir da Internet. Já pensamos sobre isso mil vezes. Há muitas hipóteses sobre o Império saber de uma coisa e não ter poder suficiente para impedi-la.

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Fabio_Passos

20/08/2010 - 19h03

Plinio na guerrilha!
Plinio rompeu mais uma vez o bloqueio da mídia-burguesa…

Durante o debate mutreta armado pelo frias – que excluiu Plinio para favorecer os candidatos submissos ao regime – o Plinio acompanhou no twitter… e teve mais audiência que os 3 candidatos!

Assistam que é um barato…

[youtube TfPBsWOpgLY http://www.youtube.com/watch?v=TfPBsWOpgLY youtube]

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    Fabio_Passos

    20/08/2010 - 21h31

    E tem outra… além dessas blusa de lã do Plinio – que são muito legal – neste vídeo todos podem finalmente ver um candidato a presidente falando em democratizar a mídia e… ACABAR com o OLIGOPÓLIO.

    É algo que os candidatos capitalistas não falam… não é verdade?

Fabio_Passos

20/08/2010 - 18h55

100% do povo brasileiro ligado a rede!

se informando, discutindo e… decidindo!

Tá na hora de radicalizar a democracia.
E a ricaiada avarenta que se acostume…

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Pedro

20/08/2010 - 18h28

A internet tem um papel bem parecido com o que representou a imprensa móvel de Gutemberg.

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ZePovinho

20/08/2010 - 18h15

http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMos

A UDN no shopping e nas eleições

A UDN se encastelou na política, se apoderou do Estado e dos meios de comunicação como se fossem propriedades suas. Rotulou o governo de Getúlio Vargas de “mar de lama”, levou-o ao suicídio. Tentou impedir a posse de Juscelino Kubitschek, organizou a famosa “Marcha da família com Deus pela liberdade”, em 1964, na capital paulista, para derrubar João Goulart e apoiou o golpe militar que levou o Brasil a um dos mais obscuros períodos de nossa história. No campo ou nas cidades, hoje a “velha UDN” ainda dispõe de uma cultura política e ideológica poderosíssima. O artigo é de Laurez Cerqueira.

Laurez Cerqueira (*)

O mesmo ódio de classe persiste

Mantém latente o mesmo ódio de classe que levou o ex-governador do antigo Estado da Guanabara, Carlos Lacerda, seu ídolo maior, ao escândalo da “operação mata-mendigo”, realizada pelo Serviço de Recuperação de Mendigos. Os agentes desse serviço foram flagrados jogando mendigos no rio da Guarda, na Baixada Fluminense, depois de denúncias de desaparecimento de grande número deles. Esse serviço foi o embrião da ideologia do “Esquadrão da Morte”. Outro escândalo foi a queima de favelas como a do Pasmado, no Rio, para expulsar os moradores, coordenada pela Secretária de Assuntos Sociais, Sandra Cavalcanti, ex-deputada constituinte, em 1987, pelo PFL.

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Daniel Pires

20/08/2010 - 16h42

Não sou conhecedor de política nem mesmo tenho curso superior, mas uma coisa eu tenho: internete, que me dá
informação esclarecedora. Aos poucos as idéias vão surgindo, a nossa mente ao exercita-se passa a ter uma visão macro. Isso é muito bom pois a midia convencional vende seus próprios interesses alinhados aos intersses da elite dominante. Através dos olhos de pessoas e profissionais éticos a exemplo de Paulo Henrrique Amorim, você Luiz Carlos Azenha, Rodrigo Viana que agora está com uma reportagem esclarecedora na TVRecord e Mino Carta passamos também a ser um formador de opinião. Numha roda de amigos, com colegas de trabalho, junto aos nossos filhos repassamos informações precisas e necessárias a concientização do nosso povo. O jornalismo que é feito na Blogosfera é gostoso de ler e compre o papel de servir de verdade os interesses mais nobre que é o de formar e informar leitores capazes de ler nas entrelinhas.

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Helcid

20/08/2010 - 16h08

É uma “nova etapa” para definir os desafios atuais dos blogs progressistas. Nos últimos anos, montou-se uma rede de grande impacto para impedir as sandices da direita e o processo de rolo compressor da mídia, mas… Essa guerra acabou !! Que o 1º Encontro do Blogueiros Progressistas possa aparar e enfrentar as divergências entre os blogueiros dessa frente que se formou. É uma oportunidade para mostrar que a blogosfera comporta essa democracia.

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Conti-Bosso

20/08/2010 - 15h55

Caros Blogueiros,
Mais dois vídeos do TED com Clay Shirky

2009: Clay Shirky: How social media can make history http://www.ted.com/talks/clay_shirky_how_cellphon

2010: Clay Shirky: Como o superávit cognitivo mudará o mundo http://www.ted.com/talks/lang/eng/clay_shirky_how

Sds,

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@diegoicosta

20/08/2010 - 15h53

Caros,

Esse autor tem também "Here Comes Everybody: The Power of Organizing Without Organizations".
Esse eu li e em parte trata do mesmo assunto do artigo acima. A questão do jornalismo é bem forte e ele faz uma comparação histórica com momento atual: A invenção de Gutenberg e o fim dos Escribas, uma classe de extremo prestigio por deter os meios e o conhecimento da escrita. Com o passar do tempo, os Escribas simplesmente se tornaram irrelevantes e uma nova classe tomou seu espaço.
O que vem acontecendo hoje é similar. Quem precisa de Frias, Civitas ou Mesquitas quando o meio em que trafega a informação é hoje livre e praticamente de graça ?

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campanha política

20/08/2010 - 15h05

Post bem interessante!

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Carlos

20/08/2010 - 14h53

"a intercessão entre a ‘blog-esfera’ e o jornalismo, e a questão do blogueiro ser, ou não, um jornalista — para ele essa não é a questão mais importante. Para ele importa mais entender como, por meio de baixo custo e novas tecnologias, a ‘amadorização’ na veiculação de informações termina por extrapolar a exclusividade da classe profissional."

O que diria o autor se soubesse que, no Brasil, entre 1969-2009, vigorou a exigência do diploma para exercício do jornalismo, e que está em curso uma PEC que pretende "constitucionalizar" tal exigência?

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Remindo Sauim

20/08/2010 - 13h55

Qual a diferença entre o blog do Nassif e e o blog do Noblat . Os dois, acredito eu, não são feitos somente pelos titulares e devem ter uma boa equipe de apoio, bons equipamentos e todos custos decorrentes desta qualidade. Confesso que até uns dois anos atrás eu acessava os dois diariamente e com a mesma intensidade. Com o passar do tempo foi me ficando a idéia de que apesar de ambos serem produtos da mesma cultura capitalista que temos aqui no Brasil, o Nassif percebia no governo Lula um agente de mudança social e o Noblat parecia estar cego a esta realidade. Pior ainda, o blogueiro do Globo, desmerecia e não perdia oportunidade para alfinetar e zombar do governo do PT, incapaz de ver qualquer coisa boa nele. Acho que os dois fizeram suas apostas, o Noblat de olho no passado e o Nassif de olho no presente. Assim como o Nassif, outros como o Azenha, o Rodrigo Viana, o Brizola Neto e o Weissheimer tiveram esta visão da mudança. Passam a compor a nova mídia brasileira com base no jornalismo de responsabilidade social. Boas leituras, pessoal!!!

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ZePovinho

20/08/2010 - 13h39

http://docverdade.blogspot.com/2010/08/orwell-est

Assista online aqui:
http://video.google.com/videoplay?docid=-11791755

Orwell está se Revirando no Túmulo – Orwell Rolls In His Grave (2004)

(Grã Bretanha, 2004, 84 min. – Diretor: Robert Kane Pappas)

"Mentiras podem tornar-se verdades?
Explore o que a mídia não gosta de discutir: dela mesmo."

Imperdível! Fundamental! Um dos documentários mais importantes a serem assistidos!

Apoiando o 1° Encontro Nacional de Blogueiros Progressistas que acontecerá em São Paulo, nos dias 21 e 22 de agosto de 2010, o Docverdade tem a honra de postar um dos documentários mais importantes para a sociedade, mostrando a necessidade urgente da democratização da mídia.

"Orwell está se Revirando no Túmulo" (por causa da obra de Orwell "1984", que mostrava a centralização da informação pelo poder dominante) é um documentário que desnuda a mídia tradicional americana mostrando todo o lado corrupto e mesquinho dessa instituição, que cada vez mais está nas mãos de menos donos. Monopólios e oligopólios controlam a opinião das pessoas, escondendo informações, distorcendo fatos, destruindo a democracia. "Goebbels, chefe da mídia nazista, ficaria com inveja de tamanho poder alcançado por ela hoje".

O Documentário também alerta para a janela que se abriu para combater esse quadro: a Internet. Essa é uma excelente oportunidade de agirmos antes que ela se feche.

"Nós equivocadamente pensamos em nosso país como uma democracia, quando na verdade tornou-se uma midiacracia: onde a imprensa, que supostamente deveria verificar o abuso político, faz parte do abuso político" – Danny Schecter.

E a mídia tradicional brasileira, é diferente disso? Analise e tire suas conclusões.

Opções Download:
Megaupload
ou
Torrent TPB (682Mb)

Legendas pt-br

Responder

turmadazica

20/08/2010 - 13h13

Recei um email hoje com 10 perguntas que o Reinaldo Azevedo deveria fazer à Dilma, e diz que a Internet mudou o resultado do Plebiscito e que poderia mudar de novo… Conclama o povo "inteligente" a escolher o candidato certo (no caso o Serra), que o Lula não poderia ser nem um "gari de rua" por não ter o ensino fundamental (nem sei se isso é vèro, nunca me incomodei com essas miudezas)… Não é um SPAM velho; é pós entrevistas no JN… O desespero tomou conta de todos (a tal elite paulista que o Ed. fala tanto está desesperada – 1/4 do estado! – , fiz Mackenzie, tenho vários amigos assim)… Imagino que em outros estados a coisa anda por aí também… E sobre o último parágrafo, acho que estamos a um passo a frente nesse reajuste, graças a este blog, PHA, LN, para falar dos maiores…

Responder

    ZePovinho

    20/08/2010 - 17h19

    Eles estão com medo do crescimetno da red,"turmadazica".Antes eles tinham suas trombetas e nós apenas sussurávamos.Agora que podemos,com a rede,assobiar um pouco conseguimos deixá-los completamente desorientados.
    Eu me pergunto até quando desfrutaremos dessa liberdade.Eles tentarão calar até a internet.
    Talvez,algum dia,a blogosfera sinta a necessidade de ter sua própria infra-estrutura.Cabe ao Estado fazer isso.Deve perder o medo e colocar uma infra-estrutura de telecomunicações gerida por movimentos sociais.
    Chega de empresas privadas que podem votar todo dia ao emparedar governos.Nós só votamos uma vez.As empresas privadas votam todo dia comprando deputados e senadores;principalmente as empresas de mídia corporativa.

ZePovinho

20/08/2010 - 12h58

http://www.universia.com.br/materia/materia.jsp?i

A Reação Norte-Americana aos Atentados de 11 de Setembro de 2001 e seu Impacto

Autor: Cristiano Paixão Araújo Pinto, 35 anos, graduado em Direito pelo UniCEUB (Centro Universitário de Brasília), mestre em Teoria e Filosofia do Direito pela UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina). Defendeu seu doutorado na área de Direito Constitucional na Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas. Atualmente é professor assistente da Faculdade de Direito da UnB (Universidade de Brasília).

Conclusões: "O USA Patriot Act não é só um movimento de restrição de direitos, nele se colocou a idéia de segurança acima de tudo e a Constituição em alguns aspectos não está sendo aplicada. Então a intenção foi criar um quadro onde há uma tentativa, de certo modo bem-sucedida do governo norte-americano, de subtrair a Constituição. De agir não contrariamente a ela, mas sem ela, que acabou por ser afastada em prol da segurança nacional. De certo modo, o que aconteceu nos Estados Unidos foi a decretação de um estado de emergência que não foi formalmente decretado, mas que, na prática, é isso. Algo que só tinha acontecido antes na época do Nazismo", finaliza o autor.

Responder

Julio Cesar

20/08/2010 - 12h48

A palestra não está legendada!!!

Responder

ZePovinho

20/08/2010 - 12h47

http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/2010

sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Enquanto a Folha/UOL se justifica, mais dois 'internautas' tucanos foram escolhidos a dedo no debate

Devido à grande repercussão da denúncia do nosso blog, que detectou partidarismo pró-Serra nas perguntas de internautas no debate Folha/UOL, eles publicaram outra notícia se justificando …

Porém, enquanto a Folha/UOL se justifica, detectamos mais duas perguntas escolhidas a dedo pela Folha/UOL, também feitas por tucanos.

Além do assessor da liderança do PSDB na Câmara dos Deputados, agraciado com a escolha de sua pergunta do jeito que Serra gosta, também teve o caso do internauta Romeu di Sessa, escolhido com uma pergunta tentando constranger Dilma (perguntou se ela não era uma candidata "improvisada"). Ele é servidor da Secretaria de Cultura do governo tucano de São Paulo (segundo o Diário Oficial, na figura abaixo), e documentarista de projetos junto à TV Cultura.

Outra internauta escolhida a dedo, também é tucana: Juliana Fragetti. Fez uma pergunta agressiva e tendenciosa sobre aborto dirigida à Dilma. Ela faz parte do Movimento Franco Montoro, dentro do PSDB.

Ao contrário do que diz a Folha/UOL, houve clara percepção de desequilíbrio na escolha das perguntas, com viés partidário.

A quantidade de "internautas" tucanos selecionados só vem a comprovar o viés partidarizado na editoração das perguntas.

Qualquer editor minimamente experiente, percebe viés partidário e dirigismo em perguntas tendenciosas, que fogem à objetividade, com acusações embutidas na pergunta. Quando selecionam de forma desequilibrada, é porque escolhem tomar partido.

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