celso de souza (13/04/2009 - 21:31)
sou a favor . ate dia 20/04/09 tambem vou me matar tambem acaba meu sofrimento ja estou deixando preparado para nao deixar minha familia sem chao e so mais nada
Pitagoras (19/02/2009 - 17:22)
Há trinta anos atrás era o assunto em voga nos EUA. Lia sobre o mesmo na Barnes&Noble, onde prateleiras de livros sobre o assunto discutiam abertamente o tema.
Como o que interessa, o que é relevante, só chega a Bruzundangas com décadas de atraso, agora vai-se, tomara, abrir o tema. Regulamentar, ah, isto já é outra estória.
Além de um direito natural inalienável, tudo virou mercado e prolongar a vida artificial e cruelmente dá muito dinheiro para a medicina e saúde privatizadas, a máfia de branco.
Nonato (16/02/2009 - 04:03)
Eutanásia no cinema: veja os filmes que abordam o tema
15/02/2009
A eutanásia já foi abordada em diversos filmes e rendeu prêmios à produção e ao elenco de alguns deles. Confira a lista abaixo:
Menina de Ouro
Maggie Fitzgerald (Hilary Swank) inicia uma carreira de boxeadora com o treinador Frankie Dunn (Clint Eastwood), que resistia a treinar mulheres. Aos poucos, a relação entre os dois fica mais intensa, até que um grave acidente os coloca diante do drama da eutanásia.
Filme dirigido por Clint Eastwood e ganhador de quatro Oscars: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Atriz (Hilary Swank) e Melhor Ator Coadjuvante (Morgan Freeman). Também foi indicado nas categorias de Melhor Ator (Clint Eastwood), Melhor Edição e Melhor Roteiro Adaptado.
Mar Adentro
O filme, de Alejandro Amenábar, conta a história real do espanhol Ramón Sampedro (Javier Bardem), que durante 28 anos lutou na justiça pelo direito à eutanásia. Ramón ficou tetraplégico na juventude após sofrer um acidente.
Ganhador do Oscar e do Globo de Ouro de Melhor Filme Estrangeiro.
As Invasões Bárbaras
Neste filme de Denys Arcand, um homem à beira da morte, Rémy (Rémy Girard), abrevia o sofrimento de um câncer terminal cercado de parentes e amigos, num encontro que há muitos anos não acontecia.
Vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro e indicado à categoria de Melhor Roteiro Original.
Gustavus Magni T. Sales (15/02/2009 - 18:52)
Mas Marko, e se o cara que gravou o vídeo se arrependeu no último minuto antes de desfalecer e entrar em coma? Como você vai saber? As pessoas mudam de opinião a todo momento, até o anakin skywalker sucumbiu aos desejos do palpatine e foi para o lado obscuro da força depois de ter feito um juramento jedi!
Eu não sou contra você, alias eu não sou contra ou a favor de ninguém nesse tema. O que queria que prestassem atenção, que em geral ninguém presta, é na vontade da pessoa.
Olha, por exemplo, estão estudando as células tronco cada vez de forma mais brilhante, quem sabe elas não sirvam para regenerar aquelas partes do cérebro que podem ser regeneradas com a terapia? quem sabe o vegetal de hoje pode ser o corredor de maratona de amanhã? Pode parecer loucura da minha parte, mas no século retrasado, a pessoa com tuberculose já podia encomendar o jazigo, era certa a ida pro além, hoje tem tratamento e cura.
Já pensou se aquele famoso agente de polícia com septicemia generalizada tivesse sofrido eutanásia antes de receber a primeira dose de penicilina? (ta bom que ele morreu um tempo depois, mas não pela deficiência do tratamento, mas porque a penicilina - de purificação dificil na época - havia acabado). Mas mostra que a administração de medicamentos revolucionários pode salvar a vida de pessoas nas derradeiras condições...
e o José Alencar, que deve estar tomando coisa que vão lançar daqui a 20 anos, vai ter alta essa semana...
Gustavus Magni T. Sales (15/02/2009 - 16:26)
(continuando)
Manter e lutar pela vida é instinto básico dos seres vivos, dar fim a ela é um ato racional, uma manifestação de vontade (embora para alguns seja considerado doentio/insano devido a ir de encontro ao princípio basico de preservação da vida) trata-se de uma manifestação (embora deplorável porque na minha opinião pessoal "sempre há uma saída", mesmo os que estão agonizando numa UTI, no dia seguinte pode surgir um tratamento, mas isso é opinião pessoal), indubitável de vontade.
Sendo assim, nem as famílias, nem o governo (interesse público) deveriam impor o seu desejo, uma vez que essa é uma ação que repercute única e exclusivamente na vida do cidadão que a adota, não afetando os demais.
Também é certo que, como manifestação de vontade, deve ser acompanhado por uma junta de psiquiatras e psicólogos para analisar sua sanidade mental e sua disposição comportamental para saber se de fato há uma legítima manifestação de vontade.
É uma questão muito pessoal, e embora pessoalmente seja contra, nesses casos de enfermidades graves, deve ser dada a chance de se escutar o enfermo quando este possui discernimento o suficiente para dizer o que pensa sobre o assunto, e realizar o seu desejo.
Não possuindo tal discernimento, não possuindo a vontade, por estar em coma ou estado vegetativo, a ninguém deve caber a decisão capital sobre seu destino, pois aí deve presumir-se o seu instinto básico de sobrevivência, que é só o que ele tem, não podendo dizer se morre ou vive.
Jaime Mota (15/02/2009 - 07:46)
PELA HORA DA MORTE
Aurora Bau lutou pela eutanásia de Ramón Sampedro, o tetraplégico do filme Mar Adentro. Para ela, todos nós temos o direito de escolher quando a vida acaba
Érica Montenegro
Durante 3 anos, o marinheiro espanhol Ramón Sampedro lutou nos tribunais pelo direito de morrer. Quando jovem, ele mergulhou no mar e bateu a cabeça. A queda o deixou paralisado sobre a cama, podendo mover apenas os músculos do rosto. Após 26 anos prostrado, Ramón concluiu que era melhor morrer. Mas, como tetraplégico, não conseguia se matar. É aí que entra Aurora Bau, espanhola de 67 anos que dirige a Associação Direito a Morrer Dignamente (ADMD), uma das mais ativas ONGs mundiais pela legalização da eutanásia.
A história de Ramón ganhou fama com Mar Adentro, vencedor do Oscar de melhor filme estrangeiro neste ano. Aurora foi consultora do roteiro e inspirou uma das personagens, a ativista Gené. Em 1995, ofereceu amparo jurídico ao pedido de eutanásia do marinheiro. Com a recusa dos tribunais, passou a lhe prestar assistência psicológica enquanto ele planejava o intrincado esquema de sua morte: 14 amigos realizaram pequenos atos que não eram considerados crimes, mas levaram Ramón à morte (Aurora diz não ter participado da operação). Se incumbiu de divulgar sua causa: a vida é um direito, e não um dever. Para ela, a eutanásia é uma questão de livre arbítrio igual a doar órgãos, ter filhos ou dirigir um carro."
http://super.abril.com.br/superarquivo/2005/conteudo_373124.shtml
João Mendes Cardoso (15/02/2009 - 07:09)
"O novo médico - Outra mudança que ocorreu ao longo dos séculos XVIII e XIX foi a posição dos médicos em relação aos pacientes terminais. Se, nos séculos anteriores, saíam do lado do enfermo quando ficava claro que não havia mais forma de salvá-lo, no século XIX uma nova ética era formada e os médicos começaram a se preocupar mais com o bem-estar dos enfermos.
Segundo Shai Joshua Lavi escreve no livro "The Modern Art of Dying" ("A Moderna arte de morrer", inédito em português), "a palavra eutanásia passa a não mais significar apenas "boa morte", mas sim o que os médicos poderiam fazer para assegurar uma boa morte. [...] A lei do leito de morte mudou da religião para a medicina".
Os médicos não deveriam apenas ajudar o paciente a ter uma boa morte, mas deveriam evitá-la e postergá-la. E, à medida que leis foram criadas, morrer passou a ser um problema social, e não apenas um sofrimento individual.
O desenvolvimento de uma tecnologia que permite mater alguém vivo, embora sem consciência, aprimorou o debate. "A introdução de novas tecnologias mudou a atitude em relação à eutanásia. Hoje há um apoio maior em relação a opção de escolher entre viver entubado e em coma ou morrer simplesmente", explica o historiador Dowbiggin. Segundo ele, há universidades nos EUA e no Canadá que já não obrigam seus alunos formandos a proferir o juramento de Hipócrates, que condena a eutanásia.
Nos EUA, Oregon e Washington permitem a prática. Bélgica, Holanda e Suiça lgalizaram o procedimento"
Magali (14/02/2009 - 22:16)
Um artigo que li que é muito esclarecedor
Programas de cuidados paliativos - opção à eutanásia, ao suicídio assistido e à distanásia?
"Seriam os cuidados paliativos um caminho entre a eutanásia, o suicídio assistido e a distanásia? Uma possibilidade de operacionalização da ortotanásia? A morte na hora certa?
Pacientes gravemente enfermos que freqüentam programas de cuidados paliativos têm grande possibilidade de terem aliviados seus sintomas incapacitantes e sua dor e há grande preocupação da equipe em relação à qualidade de vida. Assim, pode-se dizer que o movimento de cuidados paliativos traz um grande progresso no que concerne aos cuidados no fim da vida, restituindo o bem estar global e a dignidade ao paciente gravemente enfermo, favorecendo a possibilidade de viver sua própria morte, um respeito por sua autonomia e não o abandonando à própria sorte (...)
O que dificulta ainda mais a questão é que pessoas em estado crítico da doença, com perda de consciência, não conseguem participar da decisão sobre a sua própria vida. A humanização da morte não é o seu apressamento, nem o seu prolongamento indefinido. "
Bioética nas questões da vida e da morte - Maria Julia Kovács
Instituto de Psicologia - USP
Coordenadora do Laboratório de Estudos sobre a Morte - Departamento de Psicologia da Aprendizagem, do Desenvolvimento e da Personalidade - Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo.
Joel (14/02/2009 - 20:47)
FLÁVIA, VIVENDO EM COMA
Este Blog, criado em Janeiro de 2007, é dedicado à minha filha Flavia, em coma vigil há onze anos e sua luta pela vida, desde que teve seus cabelos sugados pelo sistema de sucção da piscina do prédio onde morávamos em Moema - São Paulo. O que aqui escrevo, é o relato verídico dos fatos desde o acidente,ocorrido em 06.01.1998, até os dias de hoje. É um alerta sobre o perigo existente em ralos de piscinas. É um protesto contra a lentidão da justiça brasileira.
http://flaviavivendoemcoma.blogspot.com/
Terça-feira, 6 de Janeiro de 2009
FLAVIA, HÁ 11 ANOS EM COMA. QUE NÃO SEJA EM VÃO.
Ralos de piscinas = acidentes graves e fatais no Brasil e no mundo.
Hoje faz onze anos que Flavia teve seus cabelos sugados por um ralo de piscina funcionando de forma irregular. Hoje faz onze anos que Flavia entrou em coma e passou a viver inconsciente e à margem da vida. Hoje faz onze anos que luto por justiça para minha filha.
Antes do acidente ocorrido com Flavia, pessoas morreram pelo mesmo motivo: NEGLIGÊNCIA na venda, instalação e manutenção dos sistemas de sucção de piscinas. Depois do acidente ocorrido com Flavia, pessoas continuam morrendo pelo mesmo motivo. A IMPUNIDADE favorece a negligência.
Que possamos todos nós, imbuidos do sentimento comum de INDIGNAÇÃO, mudar este quadro de vergonhosa omissão das autoridades e órgãos competentes, para que ninguém mais venha a falecer ou viver em estado de coma, por acidentes causados por ralos de piscina
NATASHA NOVÍNSKY (14/02/2009 - 20:09)
Janice querida!Se estou postando o endereço do meu blog nesse RESPEITADO e SÉRIO SITE,é por que o próprio DONO o senhor LUIZ CARLOS AZENHA,por quem tenho grande respeito e admiração escreveu em uma de suas postagens que todos os comentaristas que passam por aqui poderiam colocar endereços de seus blog,se assim o desejassem!!!
Bem, meu anjo,eu sou NATASHA NOVÍNSKY e não uso este respeitado site para ofender ninguém!Infelizmente você só se identifica como JANICE,quem é Janice????
Quanto ao meu querido Marco Antônio Leite,respeito suas opiniões,pois nunca veio aqui para me ofender,espero profundamente meu querido que as pessoas que freqüentam este site entendam uma coisa,POR FAVOR!!!Comentem apenas sobre o TEXTO AQUI em questão,e não sobre as minhas OPINIÕES!!!
Att:Natasha Novínsky(http://conheaaescritoranatashanovinsky.blogspot.com)
Janice (14/02/2009 - 18:57)
Desculpe-me Azenha, mas a senhorita que se apresenta como escritora e a cada comentário deixa o endereço do seu blog tem uma postura de papagaio de pirata mesmo. O último comentáriod ela confirma o que eu disse. Dá a impressão, mas posso estar enganado, que a referida senhorita aparece por aqui apenas com o intuito de divulgar o seu blog e agora a sua nova fonte de, chame-se como quiser, pois acaba de fundar uma ONG, segundo consta no blog dela. Aparecer aqui contra toda e qualquer idéia democrática e de respeito aos outros, é uma forma de nos levar ao blog dela para ver o que pinta por lá. É uma estratégia e tanto de marketing da senhorita. Já velha conhecida. Blogueiros desconhecidos são figurinhas fáceis em blogs prestigiados, sempre em busca de alguma polêmica, com o intuito de divulgar os blogs próprios. Isso está pra lá de manjado. Sem falar que é uma falta de ética do cacete...
NATASHA NOVÍNSKY (14/02/2009 - 18:18)
Eu gostaria de pedir um pouco de respeito para com as PESSOAS ESPECIAIS, pois ninguém nesse mundo está livre de ter uma pessoa assim em seu conviveu!Quanto aos que estão aqui apenas para me ofender, e não dar o mais (IMPORTANTE que é a opinião de cada um) deixo apenas um RECADINHO:
FALEM MAL, MAS FALEM DE MIM MEUS AMORES!!!!
Beijos fraternos para todos vocês!!!
Att:Natasha Novínsky(http://conheaaescritoranatashanovinsky.blogspot.com)
Marko (14/02/2009 - 15:22)
Há casos e casos, cada caso é uma história; a família da moça não decidiu pelo desligamento dos aparelhos à toa.
Fotos não foram divulgadas mas pelo depoimento da jornalista a respeito do aparência devastadora do corpo da paciente imagine o "estado cadavérico" q deveria se encontrar o corpo desta após 17 anos numa cama sem se mover, a despeito d todos os cuidados médicos e atenção da família. Repito após todos esses anos, a família não "desistiu", aceitou a realidade à toa...
Estela Mendes (14/02/2009 - 13:52)
Escritora Natasha Novínsky, visitei o seu blog e lá li o post sobre os problemas do seu irmão. Claro que com aquela experiência de vida você não tem isenção emocional para tratar livremente do tema eutanásia. O que não lhe dá o direito de achar que o mundo todo tem de se curvar aos pés dos seus achismos e colocar como argumento uma exceção, o caso citado por você. Além do que o que voltou do coma, voltou, mas de que jeito minha santa? Interessa voltar daquele jeito? Não me venha com firulas rasteiríssimas num debate sério.
Mariana Rodrigues (14/02/2009 - 12:31)
No artigo "Ainda sobre a finitude da vida", Fátima Oliveira afirma:
"Em países como o Brasil, onde a desigualdade de acesso aos serviços de saúde é a regra, apesar do princípio de universalidade do SUS (Sistema Único de Saúde), o direito de não morrer antes do tempo e o direito de morrer com dignidade integram a luta pelo direito à saúde (...)
Partindo do princípio de que todas as vidas são valiosas há momentos em que, desgraçadamente, nos deparamos com a necessidade de definir qual vida, naquele contexto, é mais valiosa! É parte da responsabilidade profissional médica fazer escolhas dolorosas. Nem sempre há vagas para todas as pessoas que precisam de cuidados intensivos. Ou escolhemos, ou deixamos que todas morram, optando pela negligência. O que é menos pior: não salvar nenhuma, em um momento em que é possível salvar pelo menos uma, ou decidir qual salvar? (...)
Assegurar a sobrevivência com dignidade é algo que os governos e a sociedade devem às pessoas como parte da concretização da "esperança de vida ao nascer", ou seja quanto tempo alguém provavelmente viverá, que está intimamente vinculada aos salários, à escolaridade, enfim às condições sociais e materiais de vida. No Brasil, além das disparidades regionais, a expectativa de vida é maior nas regiões Sudeste e Sul; no Nordeste morre-se mais cedo. Agrega-se a tal fato, o acentuado recorte racial/étnico a ele intrínseco: a mortalidade precoce de negros em todas as etapas da vida em nosso país."
Mariana Rodrigues (14/02/2009 - 12:25)
Apenas para recomendar dois artigos de Fátima Oliveira que são sobre o tema.
1. Conflitos inerentes à finitude da vida
www.vermelho.org.br/diario/2002/0812/fatima_0812.asp
2. Ainda sobre a finitude da vida
www.vermelho.org.br/diario/2002/0826/fatima_0826.asp
Em Conflitos inerentes à finitude da vida ela diz:
"... Sabemos que morrer é parte certa e natural da vida biológica. Somos programados para morrer. No entanto conviver com a idéia de que algum dia morreremos, e nada podemos fazer contra isso, não é de fácil aceitação para a maioria das pessoas. Comportam também questões bioéticas, os assuntos relativos à finitude natural da vida e à morte precoce, tais como a morte e o morrer; a negligência e a omissão de socorro nas emergências médicas, clínicas e cirúrgicas; indicação de "investir ou não" em "caso de parada": uso de tecnologias de reanimação neonatal e em adultos e a interrupção do "investimento"; a hospitalização da morte; doentes terminais; a insistência e a futilidade terapêuticas, faces da distanásia; e a eutanásia e querelas que lhe são pertinentes - é um delito ou um direito?"
Marko (14/02/2009 - 02:40)
Pois é João Bravo, então pergunto, pq te metes ? Kkkkkkkkk
Rogerio (13/02/2009 - 21:06)
Odio a Israel, nazistas o que tem a ver com o assunto, manter uma pessoa viva por aparelhos é estar vivo mesmo...
Bosco (13/02/2009 - 19:57)
Último comentario, nesse post, Azenha. Garanto.
Foi só pra dizer que dei uma meia-informação. Gostaria de retratar-me.
Eu disse pra procurarem mihi fortis, no youtube. Desconsiderem essa informação.
O correto, na busca, é deusmihifortis.
Abraços a todos e todas e mais uma vez, obrigado.
Bosco (13/02/2009 - 18:19)
Eu nem ia mais comentar aqui, mas quando vi que mihi fortis comentou... Voltei e vou tascar mais uns pensares.
Tat, quer dizer, mihi fortis, eu sou seu fã. Saiba disso. Graças a pessoas como você eu consigo "ligar os pontos" cada vez mais rápido. Obrigado.
Queria agradecer também a todas as pessoas contrárias à minha linha de pensamento. Sério.
O que eu quis, desde meu primeiro comentário, foi criar essa celeuma mesmo. Bagunçar a ordem preestabelecida. Fazer um Brainstorm.
O brainstorm é um recurso que, quando bem utilizado, gera frutos interessantes. Conclusões que jamais teriamos não fosse ele.
Por isso agradeço ao Marcos Leite.
Democracia, em minha humilde opinião, é isso: Conviver com diferenças ideológicas, partidárias, religiosas. Conviver para aprender.
O que eu quero, senhores, é que vocês reflitam sobre o que mihi fortis disse. Procurem por ela no youtube. Vale à pena.
Abraços Capitalistas (Tô sacaneando, Marcos, mas na boa.).
Azenha, obrigado por deixar os embates acontecerem democraticamente. Cada vez mais sou seu fã, cara.
Até a próxima.
Norma Magalhães (13/02/2009 - 17:28)
Não consigo imaginar por que igrejas e religiões são tão cruéis quando se trata de defender que as pessoas sofram quando a vida dela já se foi. É o que acontece com os doentes sem esperanças de cura cuja vida é um eterno sofrer. Se ela está lúcida tem o direito de escolher se quer encerrar seu sofrimento. A mesma coisa se dá com pessoas que não têm mais autonomia e a família, por amor deseja que ela não sofra mais. Aqui, assim penso, deveríamos respeitar o desejo dela.
Marko (13/02/2009 - 15:02)
João Bravo, apenas acho curioso q hipócrita, estranha e paradoxalmente pessoas q afirmam crer em "vida eterna" em "seres supremos" se caguem d medo da morte, d resto não sou eu q anda dando coice por aqui qdo contrariado Hehe
João Bravo (13/02/2009 - 13:57)
Marko,deus ter me livrado de ser seu parente muito me alegra.Estou dando minha opinião e respeitando as demais.Disse apenas que jamais faria fosse comigo.Mas creio que esta deva ser uma decisão de cada um,pessoal e,na qual estado nenhum tem direito a interferir.Folgo em saber,que de acordo com sua agressiva observação, quanto a falta de parentesco entre nós,posso dormir tranquilo, sabendo que minha progenitora,conforme a teoria da evolução,descende de uma macaca.Seria muito triste,fosse seu parente,saber que na origem de minha familia,usavam-se ferraduras e relinchavam.
Marco Antônio Leite - São Caetano do Sul - SP (13/02/2009 - 12:43)
A vida é uma grande farsa ou sofisma como queira, pensamos que existimos, mas na realidade isso chamado vida não passa de pura ilusão. A vida se é que existe, ela nos engana quando criança, menino, moço e velho, aí é que vem a verdade, a morte chega e tudo entristece, estamos de passagem pela tal vida, estamos sois e não sabemos o que vem após essa efêmera passagem sobre a terra, aí é que entra areia, vamos encarar o subsolo da terra, dá para encarar. Não tenho nada contra a vida, muito menos contra a morte, mas tudo isso é uma grande brincadeira de mau gosto de quem inventou esse binômio vida e morte não da Severina, mas da humanidade.
Marco Antônio Leite - São Caetano do Sul - SP (13/02/2009 - 12:26)
Não existe morte sem eutanásia, não existe eutanásia sem morte. Portanto, morrer com essa ou aquela doença não é honrosa, por isso nem todo sonho é visão. Como diria o filosofo nenê beiçola só morre quem esta vivo. Não devemos tratar a morte como inimiga mortal, após a passagem desta para a outra, tenham certeza, vamos nos transformar numa nova vida, vejam os senhores este cidadão que posta seus devaneio e insanidade irá virar um pé de limão cravo bem azedo. Escolha aquilo que você gostaria ser na outra vida que vira apenas uma questão de paciência.
Marco Antônio Leite - São Caetano do Sul - SP (13/02/2009 - 11:35)
Com ou sem eutanásia morrer é apenas uma questão de tempo. Não tenham presa para que ocorra esse evento funesto, pois procure dar tempo ao tempo, que o tempo não tardará para chegar, tenha paciência com o tempo, porque o tempo é o pai da razão, sem o tempo não existe vida, sem vida não existirá o tempo. Tenha calma com o tempo, isso porque o tempo não passa quem passa pelo tempo somos nós. Até o próximo tempo! Abraços socialistas!
Eudes Carneiro (13/02/2009 - 11:00)
A eutanásia é um assunto complexo mesmo. Mas não quer dizer que não devamos tratar dele em profundidade. Muitos vão ser contra e outros a favor. Mas o fato é que só cabe à pessoa definir se quer continuar vivendo ou não em condições degardantes.
Wilson Soares (13/02/2009 - 09:31)
Gostaria de dar enfâse a duas coisas. Uma delas é a autonomia da pessoa decidir se quer ou não ser submetido a recursos artificiais de vida quando sofre uma doença que não tem cura e o fim se aproxima e é doloroso. É a pessoa doente quem decide. Onde está a prática nazista? Vamos deixar de ver chifre onde ele não existe.
Marko (13/02/2009 - 04:22)
Nenhuma crença ou religião deve ter o poder d condenar (assim como Ninguém deve ser Condenado) incondicionalmente a Vida!
João Bravo, um zigoto não é gente e graças, Ufa... neste aspecto, os deuses me livraram d ser seu parente!
João Bravo (13/02/2009 - 00:10)
Existe certos assuntos, que por sua natureza, exigem muita responsabilidade até para um simples comentário.Procuro então manter certa distância,ouvindo mais,não me apressando em formar opinião.Primeiro digo o seguinte:sou um lutador e exijo dos meus, que lutem até o fim.Eu jamais desligaria ou permitiria que desligassem aparelhos ou induzissem alguem de minha familia a morte,mesmo sendo mais digno.Não sou contra quem faça,mas eu não faria,me conheço.Por outro lado,meu avô morreu de cancer,pedindo que acabassem com seu sofrimento,já que a morfina já não fazia mais efeito.E aí?...deixar sofrer,podendo fazer algo é ser humano?...da mesma forma,o aborto em caso de estupro.A vitima tem sim, todo o direito de não querer a criança,mas se fizermos uma leitura fria da situação,chegaremos ao seguinte:Uma criança foi condenada a morte,porque seu pai cometeu um estupro.Se tem alguns assuntos que merecem muitos,muitos,muitos debates,são estes.
Baader (12/02/2009 - 23:35)
Pra que gastar tanto dienheiro buscando a cura para doenças como o câncer e a AIDS? A resposta sempre esteve na cara de todos: Eutanásia, ortotanasia e afins...
Imagino se essa idéia (como Bosco disse, NAZISTA) fosse modinha antes da penicilina.
Não tenhamos mais filhos deficientes nem parentes doentes. Chegou a solução para todos os problemas: deixa morrer!! Afinal, deficientes e doentes acarretam em gasto para o Estado e este tem vários banqueiros pra socorrer e não pode ficar gastando dinheiro com coisas desimportantes. Afinal, quem não gera lucro, que importancia tem?
Bosco (12/02/2009 - 23:01)
Paulo, desculpe se minha ironia foi rasteira.
Mas com assuntos rasteiros, tais quais decidir quem deve ou não morrer, só me restou esse artifício.
Você disse que "O direito de morrer com dignidade não tem nada a ver com prática nazista". Discordo. Até por que matar um outro ser por inanição nada tem de digno.
Interessante é que a dita "Dignidade" nada tem a ver com os pacientes... Se falou muito nas pessoas as quais estavam cuidando deles (as), como se os doentes fossem estorvos. Cansou? Manda matar! (Ôpa! "Manda matar" não: É politicamente incorreto... "Desliga a máquina" é mais bonitinho. É mais fácil vender a idéia de "Desligar a máquina" do que "Cansei: Vou mandar matar.").
Se tratar seres humanos como estorvos não for Nazismo, meu caro, não sei mais o que é.
Mas concordo com você: Aqui não é lugar para proselitismos... Viva o mundo real!
Por isso eu gosto do Viomundo: POr esse debate de alto nível de idéias mesmo quando opostas às nossas.
Grande abraço a todos e todas os (as) que concordam ou não comigo.
Fabio Passos (12/02/2009 - 22:26)
Prolongar o sofrimento humano não tem o menor cabimento.
E isto interessa todo mundo.
Se sou eu em um estágio terminal de doença... por favor, quero ter o direito de pedir que o sofrimento cesse.
Que tolice é essa de impedir uma decisão minha sobre a minha própria vida?
E se virar vegetal... pode me desligar.
Sem cérebro... é porque já fui.
Oriana Ribas (12/02/2009 - 21:41)
Cada caso de busca pelo direito de morrer é sempre dramático
"Boa morte, morte digna, morte fácil, proteção à vida, direito de matar, direito de morrer, morte apropriada, eugenia, solidariedade, misericórdia, discriminação de deficientes"; todos estes termos são categorias que rondam o debate, a imaginação e os argumentos sobre eutanásia. A prática de auxiliar à morte de pessoas doentes sem possibilidade de cura não é nova na história, tampouco nas culturas. A questão é que não é possível afirmar que a eutanásia seja eticamente desprezível ou eticamente boa; simplesmente porque é possível encontrar diferentes teorias de justiça e fundamentos tanto para condenar quanto para defender a idéia da 'boa morte' (...)
O fato é que as escolhas humanas se caracterizam por sua falibilidade, por isso, brincar de Deus seria definir, a priori, o que é o sofrimento válido, os limites sobre a vida e a própria compreensão de vida digna. O que se pode determinar é que valor da vida está, exatamente, nas escolhas que se pode fazer na e sobre a vida, mesmo que estas escolhas estejam vinculadas ao desespero de ter que definir o limite do sofrimento. Escolhas que somente são possíveis em situações concretas nas quais as características de cada caso trarão os principais elementos para a decisão (...)
Amar, algumas vezes, pode ser simplesmente não julgar, mas acolher".
EUTANÁSIA E A RETÓRICA DO AMOR - Samantha Buglione
In: Diário Catarinense. Caderno Cultura. Florianópolis, 02.04.2005. p. 01
Bosco (12/02/2009 - 20:33)
Também considero normal, a decisão da eutanásia.
Também considerarei normal quando começarem a nos matarem um ano após a aposentadoria (por não sermos mais força produtiva da sociedade), visto que sempre tendemos a considerar normal qualquer coisa que somente os retrógrados favoráveis à vida são contra.
Acho tudo normal (menos famílias felizes criadas por um pai e uma mãe, Casais felizes com a gravidez, seres humanos que se respeitam em mutualidade: ISSO é uma aberração).
Aborto, eutanásia, morte de não-produtivos: Tudo normal, para a sociedade Nazista a qual estamos vivendo (por termos achado tudo normal, até agora)...
Irineu Pacheco (12/02/2009 - 20:14)
Do artigo EUTANÁSIA, de Ramiro Sápiras
"Precisamos neste momento definir mais acuradamente acerca da diferença entre eutanásia ativa, eutanásia passiva e eutanásia de duplo efeito. A primeira significa o ato deliberado de provocar a morte sem sofrimento do paciente, por fins humanitários. A segunda ocorre numa situação terminal quando não se inicia uma ação médica ou se interrompe uma medida extraordinária, com o objetivo de diminuir o terrível sofrimento. Por sua vez, a última hipótese ocorre quando a morte é acelerada por via de conseqüência indireta de ações médicas que são postas em prática visando o alívio do sofrimento de um doente terminal, como a administração de doses elevadas de morfina.
As principais justificativas para a prática da eutanásia são:
a} Dores e sofrimentos insuportáveis. Sabe-se que a Medicina não dispõe de remédios eficazes para eliminar, razoavelmente, as dores e sofrimentos.
b) Doenças incuráveis. Considerando a inexistência de possibilidades de cura de certas doenças, quando no estágio terminal, o argumento parece justificável.
c) Vontade do paciente. É importante considerar a vontade do enfermo que solicita o encurtamento da vida cujo fim próximo é inevitável. Seu desejo deve ser manifesto de forma consciente e real.
A questão da ética e da moral no tocante à Eutanásia pode ser discutida "ad infinitum"."...
http://recantodasletras.uol.com.br/ensaios/93869
Yasmin Loureiro (12/02/2009 - 19:53)
Não temho uma opinião formada sobre eutanásia, mas no caso Eluana o pai dela teve razão. Aquilo que ela viveu 17 anos não era mais vida. Era uma morta insepulta.
Não sei quem é Joel, (texto de 14/02/2009) mas NAO GOSTEI de ver um texto meu copiado do blog de minha filha aqui, quando o tema tratado é EUTANÁSIA. No blog de Flavia, falo de vida e não de morte. O blog de Flavia tem dois objetivos: ALERTAR para o perigo dos ralos de piscinas e PROTESTAR contra a lentidão da justiça brasileira. Lamentável a atitude do Sr.Joel.