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CARONI: NÃO DIGA BOBAGEM, FHC

Atualizado em 24 de novembro de 2008 às 19:58 | Publicado em 24 de novembro de 2008 às 19:54

Não diga bobagem, Fernando Henrique

Atribuindo a Lula um suposto alheamento da crise econômica, o ex-presidente tenta ser irônico ao chamar seu sucessor de "grande economista". Falta um amigo que, em ocasiões como essa, lhe sussurre discretamente: "Não diga bobagem, Fernando Henrique, você continua nu".

Gilson Caroni Filho
, na Carta Maior

A psiquiatria define obsessão como idéias ou imagens que ocorrem repetidamente e parecem estar fora de controle. A compulsão surge, então, para aliviar a angústia que essas idéias e imagens provocam. As últimas críticas de Fernando Henrique Cardoso ao presidente Lula estão inseridas em recorrentes esforços de apagar e reescrever a triste história dos seus dois mandatos sucessivos.

Ao aproveitar um encontro com prefeitos eleitos pelo PSDB paulista para atacar o atual governo, FHC comporta-se como uma pessoa que apresenta duas ou mais personalidades, sendo que a função de uma delas é dissimular seu verdadeiro estado, escondendo-se do mundo exterior, de sua própria realidade. Curiosamente, parece viver somente agora o seu verdadeiro exílio. Aquele que o distancia do que foi - e ainda é - para aproximá-lo do que gostaria de ter sido. No imaginário se reconcilia com a imagem cultivada à sombra das ilusões uspianas e escapa da pequenez política que adquiriu.

Atribuindo a Lula um suposto alheamento da crise econômica, o ex-presidente tenta ser irônico ao chamar seu sucessor de "grande economista". O tom jocoso presente em "veste a roupa, rei. Pare de falar bobagem", resvala para o patético quando afirma que "aqui não é marola, não. Vai perguntar pra quem está perdendo o emprego hoje, que é mineiro da Vale, se é marola. Não é marola. Marola é quando você não é afetado. Está afetando."

Provavelmente estamos diante de um lapso. O "conselheiro" do presidente parece ter apagado da memória que, em seu governo, o país se superou em matéria de malversação do dinheiro público, socialização de prejuízos e entrega do patrimônio nacional. Que foram oito anos de securitização de dívidas de latifundiários inadimplentes (o "agrobusiness") com o Banco do Brasil. Oito anos de crescimento mínimo e endividamento externo máximo.

Esquece também que, como em nenhuma outra, sua gestão promoveu a dependência do país ao capital especulativo, sucateou a Previdência, jogou o país na recessão, e submeteu o destino da nação aos ditames do FMI para conseguir empréstimos de socorro. A nudez presidencial nunca foi tão escandalosa como no período compreendido entre 1994 e 2002.

O tucanato no poder, e é bom que nunca esqueçamos disso, fez das teses monetaristas uma religião. Seu legado foi uma inflação camuflada, desequilíbrios imensos tanto no plano interno quanto no externo. A desnacionalização de partes substantivas da produção e serviços nacionais foi a tônica de uma época que insiste em se apresentar como a "era da estabilidade".

Aumento do desemprego, congelamento - ou irrisórios reajustes salariais dos servidores públicos - e uma escalada sem precedentes da violência urbana foram algumas das obras marcantes de FHC. Esse mesmo que, em tom professoral, pretende ensinar ao presidente como se comportar em uma crise.

Segundo o economista M. Pochmann, comparando-se os dados do Censo Demográfico de 2000 com os de 1994, encontrava-se um adicional fantástico de sete milhões de novos desempregados gerados durante sete anos. Quantos destes foram ouvidos pelo presidente tucano? Perto da política arrasada do neoliberalismo, o que temos hoje ainda é marola, sim.

Talvez fosse conveniente o ex-presidente ler publicações antigas. Na IstoÉ, de 20 de junho de 2002, o industrial Eugênio Staub, da Gradiente afirmava: "Estamos no sétimo ano de um governo que, em 2002, entregará um país em piores condições do que recebeu. O responsável pela situação atual não é o pobre, nem o americano, nem o militar, somos nós, a elite brasileira". Segundo Staub, a única saída era "a eleição de um líder que fosse capaz de mobilizar a força transformadora". Em suma, alguém capaz de consertar os estragos deixados pelo "grande sociólogo". O ex-presidente que, ao deitar falação, reaviva a memória de quais foram as vestes usadas em seu reinado.

Falta um amigo que, em ocasiões como essa, lhe sussurre discretamente: "Não diga bobagem, Fernando Henrique, você continua nu".

Gilson Caroni Filho é professor de Sociologia das Faculdades Integradas Hélio Alonso (Facha), no Rio de Janeiro, colunista da Carta Maior e colaborador do Observatório da Imprensa.


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ÚLTIMOS COMENTÁRIOS
Miguel Oliveira (29/11/2008 - 22:26)
Fhc,um fracasso total como presidente, que disse que se esquecesse o que escreveu, precisa parar de falar do Lula, porque cada vez que o faz provoca comparacoes que so o diminuem, ou seja, fazer com que todos o esquecam, o que seria o melhor para ele e para o povo brasileiro.

Haertel (29/11/2008 - 17:55)
Que venham críticas ao presidente Lula e seu governo. Existem problemas e devem ser criticados e o governo cobrado em relação às suas fraquezas e falhas. Agora que sejam feitas por alguém que tenha moral para fazê-las. Alguém que não tenha tido a oportunidade histórica que teve o Sr. FHC e seus comandados de melhorar o país em seus oito anos de governo e que conseguiu apenas um lugar cativo na nossa história como o presidente que quebrou um dos países mais ricos do mundo três vezes, entregando ao sucessor uma economia em frangalhos. O Prof. Caroni está enganado ao identicar a ironia do ex-presidente, pois ela não está na qualificação de grande economista ao Lula e sim na crítica ao desemprego que faz, principalmente em relação aos ferroviários da Vale. Nessa matéria ele é campeão e "nunca antes na história deste país" um presidente causou tanta angústia e sofrimento às famílias brasileiras com suas atitudes neoliberais que levaram milhares de chefes de família à pobreza e o desespero. Ainda lembro as críticas ao então candidato Lula que falava em encomendar as plataformas da Petrobras a estaleiros brasileiros visando a geração de empregos aqui no Brasil e que era visto como demagogia como se o custo mais alto fosse justificativa para levar os empregos para o outro lado do mundo enquanto nossos trabalhadores sofriam pela falta de emprego. Sr. FHC, se não tem nada bom para falar fique calado que é melhor.

tah (27/11/2008 - 16:23)
FHC a grande vergonha para todos os sociólogos...

ricardo silveira (27/11/2008 - 02:11)
Que sorte teve FHC, esse simulacro de intelectual, por não ter conseguido privatizar totalmente a Petrobrás. Embora tenha chegado perto com a quebra do monopólio sobre a exploração do petróleo. Se tivesse conseguido, creio que, em face das descobertas de petróleo na camada pré-sal, o que ocorreu a apenas cinco anos após o dito cujo ter deixado o governo, teria dificuldade para sair à rua de qualquer cidade brasileira. Este feito do seu desgoverno, entre tantos outros nefastos à sociedade brasileira, mostra o quanto este senhor é míope, medíocre, e nocivo ao Brasil. Muito do que esse sujeito fez precisará ser desfeito se o país quiser tornar-se desenvolvido entre os desenvolvidos. Acho que o Lula está devendo muita coisa, mas FHC criticá-lo, revela, de duas uma, ou ele é mesmo um político tapado ou um tremendo mau caráter, cara de pau.

Renato Lira (26/11/2008 - 22:53)
Ao caro Alcindo Leitão.

Permita-me tomar a liberdade de completar a lista de falsidades da qual Fernando Henrique é portador.

Falso exilado. Um indivíduo que saiu do país voluntariamente e depois criou em torno de si a fábula de exilado político.
Um indivíduo mitômano, pseudointelectual com os piores vícios de um pseudointelectual: soberba, empáfia, rancor, pendores prconceituosos, embromações retóricas e aquele tom professoral que beira o ridículo.

Esse vendilhão é um embuste político.

marcio gaúcho (26/11/2008 - 22:45)
FHC, filho de militar, mesmo "auto-exilado", sempre contou com a proteção da maçonaria e trabalha até hoje para a organização. Por isso nos chama de vagabundos e neobobos. As neopolíticas por ele incrementadas no país vieram por ordem do pico da pirâmide e com o apoio da classe dominante, que se locumpleta com o maior prato, desde o descobrimento do Brasil. Se essa organização fosse bem intencionada como pregam por aí, o Brasil seria hoje uma grande potência econômica e um exemplo de bem estar, saúde e educação, tecnologia e, principalmente, exemplo de humanidade.No ínicio do governo Lula, tivemos o Palocci, um grão-mestre maçônico paulista, representante da ordem no topo da sociedade, que não mediu esforços para atingir seus objetivos de dominação e subjugação, com suas medidas econômicas conservadoras.Para eles os meios justificam os fins - vejam os processos nos quais o Palocci está envolvido ( até morte!). Creio que FHC e Lula são "iluminados" da mesma ordem, que agem de formas levemente diferenciadas, porém com o mesmo objetivo final que é a dominação total da sociedade.Essa infiltração enfandonha está virando praga em todo o lugar. A organização está cada vez mais forte e influente nas decisões nacionais, desde o círculo de pais e mestres da escola, comissão da paróquia local, sindicatos patronais e de trabalhadores,serviço público e estatais, na política, polícia e justiça. Todos trabalhando pela mesma causa - a dominação total e a proteção aos seus membros.

Heber (26/11/2008 - 19:22)
O maior dano do pretenso sociólogo e do seu partido, para o país e para São Paulo foi terem arrasado com o ensino em todos os níveis. Porque non te callas!!!!

Luciano Prado (26/11/2008 - 19:03)
O problema de Fernando Henrique é que ele já quebrou todos os seus espelhos e agora anda atrás de arrumar encrenca com os moinhos.

Alcindo Leitão (26/11/2008 - 17:11)
FHC foi uma fraude do começo ao fim. Falso grande intelectual, falso grande sociólogo, falso grande político, falso grande escritor, falso grande executivo. Só tinha para se guiar sua gigantesca, incomensurável necessidade de ser falsamente admitido como uma grande personagem. Na verdade, sempre foi isento de qualquer grandeza.

Neno Fogaça (26/11/2008 - 13:21)
Aforante as bobagens tradicionais de FHC, não foi a Vale, privatizada por ele a preço de banana, que aplicava na bolsa de NY?

Gerson Pompeu (26/11/2008 - 11:09)
Todos os comentaristas estão errados.

Menos um.

O genial.

Que sempre está certo.

Até quando não está.

Mas, isso nunca acontece.

O que?

Sei lá!!!

Beto São Pedro (26/11/2008 - 08:48)
O quêeeee? O "Efeagá" se preocupando com se preocupando com trabalhador que perde o emprego? Em termos de desemprego o que foi o processo de implantação do "falecido neoliberalismo" na era "efeagá"? Tudo bem que a gente atenda o pedido dele (efeagá) e esqueça o que ele disse, nos seus tempos de "Príncipe dos Sociólogos"? O que jamais esqueceremos é o que ele fez com o nosso país e o nosso povo! Quanto ao texto, GENIAL!!!

miro (25/11/2008 - 17:33)
Esse porco simplesmente nao governou, ele cumpriu sim, por todo o seu desgoverno a diretriz do FMI, tirando-nos a maioria de nossos direitos, e criando um monte de deveres, como o monumental aumento de nossas dividas interna e externa(nao obstante os recursos da venda de grande parte do Brasil atraves da privativação). Nunca em nenhum governo houve tanto aumento da carga tributária. Eu mesmo, como bancário na época, fiquei 7 anos sem ver corrigida a tabela do Imposto de Renda pessoa fisica. Te cala fhc

Rosa Maria (25/11/2008 - 16:05)
Brilhante o texto do prof. Gilson Caroni. FHC deveria tomar para si o "conselho" dado pelo rei Juan Carlos a Hugo Chaves e ficar calado, porque tudo o que ele diz irá depôr contra ele próprio no julgamento da história. E a história não o absolverá, com certeza.

Carlão (25/11/2008 - 13:00)
Azenha,
Como diria "el Rei" d'Espanha: " por que no te callas, FHC ? ".

silvano (25/11/2008 - 11:54)
Este senhor, dar nojo. Deus é PAI e jamais vai permitir que estar corja volte ao poder.

Marco Antônio Leite (25/11/2008 - 09:46)
O problema do FHC é de umidade, ou seja, uma idade avançada. Nesse período da vida, infelizmente, a cabeça começa a fraquejar, nesse momento de nossa existência passamos a falar bos..., o que é pior não se preocupamos em limpar a caga... feita. O fim do FHC será aquele asilo que seus filhos irão escolher para que ele passe seus últimos dias tentando lembrar quando mal fez ao povo brasileiro.

Mário Macaíba (25/11/2008 - 08:49)
A propósito de FHC, o tucanato, as alianças para eleger Serra e as últimas declarações do delegado Protógenes Queiroz, eu pergunto: quando é que vão instaurar uma CPI para apurar as declarações do delegado que disse à Tribuna da Imprensa que a FIESP tinha usado 17 milhões de reais para corromper deputados e senadores e aprovar, no Congresso Nacional, matérias de seu interesse? Quanto é que a FIESP pretende gastar para eleger Serra em 2010? Já pensaram em algum esquema de compra direta de votos de eleitores? Uma observação: com a crise (desemprego, fome e desespero) a partir da qual o PSDB espera colher frutos, vocês poderão comprar 50 ou 60 milhões de votos a R$ 5,00 cada. Está caro? O que significa 300 milhões de reais para a toda poderosa FIESP? E além disso, FHC será, pela competência demonstrada nos seus dois mandatos (o segundo foi aprovado mediante a compra de votos, vocês são bons nisso) ministro das finanças (novo ministério só para ele), ou embaixador do Brasil na Sorbbonne.Uma sugestão: se forem criar uma CPI para apurar a denúncia do Protógenes, vocês devem escolher para presidir e relatar dois deputados de outros países. São pouquíssimos os deputados tupiniquins em condição moral de se colocarem à frente de uma CPI para investigar a FIESP. Concluindo, a frase do saudoso Sérgio Porto (Lalau): "ou restaure-se a moralidade, ou nos lecupletemos todos". Não sei porquê, ministro Gilmar Mendes, mas acho que o Sr. optou pelo final da frase do Lalau, concorda excelência?

Eduardo Marins (25/11/2008 - 08:36)
ótimo professor, mesmo achando que FHC não merece seu trabalho de desconstrui-lo, tenho certeza que são necessárias palavras como essas para reavivar a memória desses que ainda insistem em defender o governo FHC.

Roberto Ribeiro (25/11/2008 - 08:10)
O Jornal da Manhã, da Rádio Jovem Pan, de São Paulo, deu destaque a esse discurso patético de FHC. Discurso patético, de um homem patético, repercutido por uma rádio patética, que pratica um jornalismo patético, de extrema-direita e demo-tucano.

Luis Armidoro (25/11/2008 - 06:29)
Não foram estas as únicas bobagens ditas pelo aluno mais reaça e aplicado do Consenso de Washington: o farol de alexandria disse que o único partido de esquerda no rasil éo PSDB. Bem, se a esquerda destes cara é avacalhar patrimônio público, patrocinar privatarias, destruir o ensino e a saúde; então eu sou de ultra-direita (leiam o livro de Francis Wheen - Como a picatretagem conquistou o mundo - e entenderemos porque FHC é assim)

Carlos (25/11/2008 - 01:10)
Azenha,
Cuidado, FHC. A inveja mata !

Darío Pires (25/11/2008 - 00:23)
Não há o que comentar. perfeito! parabens! e digo mais: FHC é realmente um fracassado , complexado e quando ele fala em politica, deveriam perguntar porque ele não se candidata mais!. Esse fhc tem muitos diplomas mas a inteligência passou longe dele...(a hipocrisia não! ele tem de sobra...)

Gersier (24/11/2008 - 23:57)
Esse FHC,arrogante como todo o seu séquito,(não vê o tal MenDDes HC2?),só falam asneiras.Começou chamando os aposentados de vagabundos,despediu um Delegado da Polícia Federal por telefone e diretamente de Paris onde gostava de passear para massagear seu ego,porque o mesmo estava perto de descobrir as falcatruas de sua turma.Esse boçal,porque tem um diploma de nível superior,se acha mais inteligente do que um torneiro mecânico que o colocou no bolso em matéria de administração.Conheço muitos como ele,que por ter cursado uma universidade se acham superiores.São uns pobres coitados imbecilizados que não enxergam um palmo diante do nariz.Lula pode não ser um economista mas com ele a crise mundial pouco afetou o Brasil,enquanto o "intelectual",com pequenos abalos,quebrou o País três vezes além de vender a preço vil,nossas empresas públicas com a desculpa esfarrapada de que era para ajudar a pagar nossas dívidas externas.Não o fez e ainda deixou o País mais quebrado.Imaginem como estaríamos hoje se essa turma tivesse continuado no poder?Esse senhor invejoso,rancoroso e baixo,que gosta tanto de estrangeirismo,deveria mirar no exemplo recente de MacCain que ao perder a eleição disse que Obama deixou de ser seu adversário para se tornar seu Presidente.Essa grandeza ele nunca terá.

Marcia Costa (24/11/2008 - 23:41)
É a saudade do poder que inebria FHC a falar tantas bobagens. Imagina, tenho até pena dele.... depois da morte de D. Ruth não lhe restou ninguém com um mínimo de bom senso. Ela era o coontraponto de humanidade de FHC.

Fabio Passos (24/11/2008 - 22:42)
É por este legado terrível que o sujeito merece o título:

FHC: O Pior Presidente da História do Brasil.

Mário Macaíba (24/11/2008 - 22:16)
FHC criou o plano real: palmas para ele. Mas, ao longo dos seus dois mandatos quebrou o país três vezes, sempre com a compreensão dos donos da mídia que nunca tocaram no assunto. Naturalmente que ele pensa em voltar a ser ministro, caso Serra ganhe a eleição em 2010. Se dependesse exclusivamente de São Paulo, isto seria favas contadas. Ou será que a atual crise econômica levará um liberal, desses que empurraram o mundo para esta situação desastrosa, outra vez ao Palácio do Planalto? Bem, é como diz o ditado: desgraça pouca é bobagem.

Edineuza (24/11/2008 - 21:36)
Parabéns meu caro
Poucas vezes li um texto tão fiel ao que vivemos no Brasil na era FHC, o problema é que esse sujeito que se aposentou aos 37 anos pela didatura militar não se conforma que o povo possa ser poder nesse imenso país. Na verdade não é só o Farol de Alexenadria que copntinua nú, é também a elite que aliada a PIG querem voltar ao poder, mas não conseguirão. Que seja DILMA, Requião, ou quem sabe o LULA pela 3ª vez. Aqui uma sugestão: ELLES que falam tanto em ouvir o povo deviam propor um plebiscito do 3º mandato, o povo deveria ter a oportunidade de decidir.

Dvorak (24/11/2008 - 21:24)
O Caroni deturpou a fala de FHC saindo do foco do que este disse, para fazer uma comparação de governos.O FHC já falou muita bobagem, mas ninguém consegue superar o fanfarrão do presidente lula.Quando a crise estourou ele foi o primeiro a dizer que não seríamos atingidos e se fossêmos, seria apenas uma marolinha. Não foi!!!Imagino os calafrios que ele causa aos seus assessores quando decide falar de improviso.Está sempre envergonhando o país no exterior com suas "pérolas".Lula Keynes, por que no te callas???

Pedro - Bahia (24/11/2008 - 21:07)
Execelente comentário. Estou enviando para alguns amigos internautas, sobretudo, para quem lê Veja e assiste o JN.

Marco Antônio Leite (24/11/2008 - 20:28)
O problema do FHC é de umidade, ou seja, uma idade avançada. Nesse período da vida, infelizmente, a cabeça começa a fraquejar, nesse momento de nossa existência passamos a falar bos..., o que é pior não se preocupamos em limpar a caga... feita. O fim do FHC será aquele asilo que seus filhos irão escolher para que ele passe seus últimos dias tentando lembrar quando mal fez ao povo brasileiro.



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