Sergio Ribeiro (24/11/2009 - 16:59)
Estou fazendo um cursinho para passar em concursos. Segundo minha professora de Direito Constitucional, a decisão do STF é absurda, pois os crimes de Battisti não poderiam ser enquadrados como políticos.
Segundo ela ainda, ele teria matado um açougueiro pelas costas, o motorista que o levou para prisão, entre outros. Crimes premeditados e não políticos, pois totalmente fora de ambientes ou eventos políticos.
As opiniões favoráveis à extradição não se restringem a figuras reacionárias. O professor Walter Maierovitch é favorável e não tem nada de retrógrado.
Urbano (23/11/2009 - 11:09)
Até então eu não tinha preconcebido nada a favor ou contra no caso Battisti, mas vir a conhecer rápida biografia do ministro de Justiça da Itália, a partir de então sei que se extraditarem Battisti, este viverá muito pouco.
Hipocrisia e Dividendos Políticos (23/11/2009 - 10:09)
Não conheço a vida pregressa do Sr. Cesari Batisti, nem me interessa. Também não duvido nem afirmo que tenha sido mais um dos muitos cidadãos que lutaram com as armas que possuiam para contrapor o avanço dos déspotas, pelo mundo à fora. Interessa-me tão somente o fato de ser um estrangeiro, supostamente perseguido político, e que vem recebendo todo o apoio do Governo brasileiro, movimentando o Supremo e merecendo ampla discussão por parte da nossa sociedade, ao passo que este que vos fala - um brasileiro comum e que, comprovadamente, foi perseguido político em seu próprio país, se encontra com um processo rolando há quase dez anos na Comissão de Anistia, sem que as autoridades dêem o seu parecer.
Os senhores frequentadores desse excelente blog, quase todos de gerações mais modernas que a minha, acredito, não podem avaliar o que isto significa para um cidadão que passou a vida toda lutando, estrebuchando, alertando aos mais jovens, escrevendo livros inúteis... enfim, uma vida toda de lutas, no anonimato, e que agora vê o tempo escoar com espantosa velocidade, tendo que negar muitos daqueles aos quais devotava fé inabalável. O Sr Lula da Silva e o Sr. Tarso Genro, por certo não tomaram conhecimento dessa minha situação, pois afinal não sou midiático e nada teria para lhes dar em termos de dividendos políticos.
Daí que solicito ao cidadão Azenha, já que meu blog não têm sequer um milésimo de sua audiência, que exponha este meu desabafo. Quem sabe, eles se tocam... Fico grato.
Ubaldo (22/11/2009 - 20:09)
Esse julgamento do Battisti é um engôdo. É um ganha tempo para o Lula amansar os gringos. O Lula, certamente não vai extraditá-lo. O motivo é óbvio: para validar a candidatura da Dilma, ex-terrorista também.
Dvorak (22/11/2009 - 17:49)
"Milton Hayek (22/11/2009 - 14:58)
Deixa de ser maldoso e burro,Dvoaraque.Ayres Britto é de Sergipe e foi Marcelo Déda,governador,e prefeito de Aracaju quem fez isso."
Você não é maldoso meu caro, é bloguiota mesmo!!!Já colocou a meia na chaminé para aguardar o papai-noel???
eheheheheheheheh
Messias Franca de Macedo (22/11/2009 - 17:37)
Gilmar Dantas preside o VTF (vilipendiado Tribunal Federal)
Através deste conspícuo blog, eu já informei ao escritor Cesare Batttisti: O Judiciário do Brasil é tão podre, canalha e nojeto quanto o da Itália dos mafiosos e fascistas Berlusconi, Cacciola & outros delinquentes de ações internacionais.
Neste sentido, Battisti deve seguir, de imediato, o conselho humanitário do presidente Lula:
"RECADO DO PRESIDENTE LULA PARA CESARE BATTTISTI!":
"Companheiro Cesare Battisti, por favor, suspenda imediatamente esta desnecessária greve de fome, "seu moço"! Afinal, "saco vazio não fica em pé"! Pense na sua família, nos seus escritos valiosos, nos irmãos brasileiros que torcem por sua permanência em nossa plaga Brasil terra amada e acolhedora%u2026 Felicidades, Cesare Battisti! E lembre-se: assassinos terroristas - e genocidas - são George Bush, Uribe, os milicos daqui do Brasil e de lá da Itália%u2026 E estes assassinos genocidas estão "soltinhos da Silva"! Finalmente: Hasta la Victoria Siempre! Ah, sugiro uma feijoada! Pizza é iguaria mais afeita aos seus beócios algozes"
Messias Franca de Macedo
Feira de Santana, Bahia, República de Nós Bananas
Patrick (22/11/2009 - 17:06)
STF não mudou seu entendimento:
http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=113624&caixaBusca=N
Quarta-feira, 23 de Setembro de 2009
Supremo comunicará ao presidente da República que israelense acusado de abusar de crianças pode ser extraditado
O Supremo Tribunal Federal comunicará ao presidente da República que o israelense Elior Noam Hen já pode ser extraditado a qualquer momento para Israel. Os atos de extradição cabem ao chefe do Executivo quando o Supremo entende que o Brasil pode entregar a pessoa acusada ou condenada em outro país para que cumpra sua pena.
Carla (22/11/2009 - 16:26)
Chegamos ao delirio! Quer dizer que o Battisti e companhia livraram a Itália da máfia??? Wow! Eu estava lá e não tinha reparado. De fato, o Falcone e Borsellino foram mortos por isso... graças ao Battisti e companhia. E o Berlusconi agradece até hoje.
Quanto ao Cacciola, ele não foi extraditado simplesmente porque ele tem cidadania italiana e pela lei italiana ele não pode ser extraditado. Tanto é que, preso em Monaco, a Italia não se opus à sua extradiçao, posto que só assim permite a extradição. Gente, vamos repassar a história.
Leider Lincoln (22/11/2009 - 15:43)
Klaus, que tal fazermos o seguinte: vincularmos a extradição do Battisti ao do Posada Carilles? Por que se de um lado existe dúvidas sérias sobre a culpa do Battisti, por outro não há qualquer dúvida sobre o terrorista que derrubou um avião. O que acha da ideia?
Eudes Hermano Travassos (22/11/2009 - 15:09)
Mas o Dvorak não dru uma palvrinha sobre o rouboanel do Serra....que esquisito!
Milton Hayek (22/11/2009 - 14:56)
Se o STF,Klaus,muda sua jurisprudência e se desdiz a si mesmo,em muitos casos,porque o Presidente da República,tendo a CF88 do seu lado,se submeteria a um poder que está no mesmo nível que o dele??Essa decisão é da Presidência,é política,e ao STF cabe apenas se pronunciar sobre o caso.
Parece que querem dar um golpe,no Brasil,usando o expediente hondurenho ao açular os militares contra o Presidente usando um "terrorista" italiano.Mas isso não funciona,Klaus.A milicada não aceita que o Brasil seja,de novo,o porrete dos EUA na América Latina.
E o Dvoaraque,hein Klaus??Quando é que ele se pronuncia sobre as relações de FHC com Fujimori??O presidente peruano,como sabemos,é acusado de roubos e assassinatos como Uribe,o narcotraficante e assassino presidente da Colômbia.
Klaus (22/11/2009 - 13:30)
Milton Hayek, parece que vc está bem interado do assunto: quantas vezes até hj um presidente não extraditou uma pessoa que o STF determinou?
Salomon (22/11/2009 - 14:39)
O pensamento 'hermético' do DVORAK (Divórjaque) é um recurso de quem, definitivamente, não sabe o que diz.
Maria Angelica (22/11/2009 - 14:01)
DVORAK, tomara que BimbinLadeinho venha e coma voce assado com farinha, para provar que ele ainda existe mesmo e ajudar a fazer uma faxina nas cabecas poluidas daqui. Como diria o seu guru intelectual, "passar o Brasil a limpo", comecando por voce e terminando com ele.
Klaus (22/11/2009 - 13:30)
Milton Hayek, parece que vc está bem interado do assunto: quantas vezes até hj um presidente não extraditou uma pessoa que o STF determinou?
Klaus (22/11/2009 - 13:24)
Quantas vezes um presidente da repúblcia não extraditou um indivíduo que o STF determinou que o fosse? Há algum precedente?
Dvorak (22/11/2009 - 13:18)
Quem foi o principal articulador da indicação de Ayres Brito para o STF?
Celso Bandeira de Mello.
Qual a participação do jurista Celso Bandeira no caso Battisti?
Faz parte da defesa do Battisti.
Deve ser só coincidência...
eheheheheheheheeh
Milton Hayek (22/11/2009 - 12:02)
Extradição: ato de soberania
Autor(es): Dalmo Dallari
Jornal do Brasil - 20/11/2009
RIO - A concessão da extradição de um estrangeiro que se encontre no território brasileiro, para atender a um pedido formulado pelo governo de um Estado estrangeiro, é um ato de soberania do Estado brasileiro, que deve ser praticado com absoluta independência e tendo por base jurídica superior às disposições da Constituição brasileira. Evidentemente, devem ser levados em conta, na decisão do pedido, os compromissos assumidos pelo Brasil, tanto por meio de adesão a documentos internacionais como pela assinatura de tratados, mas o atendimento de tais compromissos não tem prioridade sobre a obrigação jurídica de respeitar e aplicar a Constituição brasileira. Agradar ou desagradar ao governo solicitante da extradição é um dado secundário no exame das disposições constitucionais, não devendo ter qualquer peso na decisão de conceder ou não a extradição.
Tudo isso deve ser levado em conta na decisão que será tomada pelo presidente da República relativamente ao pedido de extradição do italiano Cesare Battisti, formulado pelo governo da Itália. Na última sessão do Supremo Tribunal Federal, que tratou da questão, foram tomadas duas decisões fundamentais. A primeira reconhecendo a legalidade formal do pedido de extradição, ficando assim afastada a hipótese da existência de alguma ilegalidade que impedisse a apreciação do pedido. A Lei número 6.815, de 1980, que dispõe sobre a situação jurídica do estrangeiro no Brasil, diz no artigo 83 que nenhuma extradição será concedida sem prévio pronunciamento do plenário do Supremo Tribunal Federal sobre a legalidade do pedido. Como bem assinalou a eminente ministra Carmen Lúcia, o pedido de extradição começa e termina no Poder Executivo mas passa obrigatoriamente pelo Supremo Tribunal Federal, que, no desempenho de sua função precípua, que é a guarda da Constituição, verifica previamente se estão satisfeitos os requisitos legais. Essa decisão não é terminativa, não resolve se o pedido de extradição será ou não atendido, mas é de extrema importância para salvaguarda da Constituição e dos direitos que ela assegura.
A segunda decisão do Supremo Tribunal Federal foi no sentido de reconhecer que a palavra final sobre o pedido de extradição cabe ao presidente da República. É importante assinalar que o Supremo Tribunal Federal não determinou, nem poderia fazê-lo, que o presidente conceda ou não a extradição. Em termos constitucionais, a decisão sobre essa matéria enquadra-se no âmbito das relações internacionais do Brasil. E a Constituição é bem clara e objetiva quando estabelece, no artigo 84, que "compete privativamente ao presidente da República manter relações com Estados estrangeiros". Diariamente os jornais brasileiros dão notícia de encontros, negociações e decisões no âmbito internacional, nas mais diversas áreas de atividades, como a economia, o meio ambiente, a proteção da saúde, o respeito aos direitos humanos e muitas outras questões que se colocam no relacionamento entre os Estados. E em todos esses casos o Brasil é representado pelo Poder Executivo, que tem na chefia suprema o presidente da República, a quem compete, privativamente, manter relações com Estados estrangeiros. Assim, pois, já tendo o reconhecimento da inexistência de ilegalidades, por força da decisão do Supremo Tribunal Federal, cabe ao presidente da República fazer a avaliação do conjunto de circunstâncias que cercam o pedido de extradição, levando em conta, sobretudo, as disposições da Constituição brasileira.
No caso em questão, em que o governo italiano pede a extradição de Cesare Batistti, existe um ponto essencial: os crimes de que Battisti foi acusado já foram qualificados anteriormente, pelo governo italiano, como crimes políticos. Com efeito, numa das ações do grupo a que pertencia Battisti foi morto um homem, Torregianni, e seu filho, que se achava no local, foi gravemente ferido, sendo obrigado, desde então, a locomover-se em cadeira de rodas. Um dado fundamental é que, desde então, o governo italiano vem pagando pensão mensal ao jovem Torregianni, por reconhecer que ele foi vítima de crime político. A legislação italiana prevê esse pensionamento somente para vítimas de crime político, excluídas as vítimas de crime comum.
E nos termos expressos do artigo 5º, inciso 52, da Constituição, "não será concedida extradição de estrangeiro por crime político ou de opinião". Como fica evidente, o Presidente da República deverá decidir se concede ou não a extradição de Cesare Battisti, mas sua decisão não poderá ser arbitrária, devendo ser consideradas, obrigatoriamente, as disposições da Constituição brasileira. O fato de existir um tratado de extradição assinado pelos governos do Brasil e da Itália não se sobrepõe à Constituição, não tendo qualquer fundamento jurídico uma eventual pretensão do governo italiano de fazer prevalescer o tratado sobre a Constituição. Ao que tudo indica, deverá ser essa a decisão do presidente da República, que terá perfeito embasamento constitucional. Obviamente, essa decisão irá desagradar ao governo italiano, podendo-se esperar uma enxurrada de ofensas grosseiras ao Brasil e ao seu governo, como já ocorreu anteriormente, quando se anunciou que o pedido de extradição dependia de exame do Supremo Tribunal Federal e de posterior decisão do chefe do Executivo. Mas a decisão de negar a extradição não terá qualquer consequência jurídica negativa para o Brasil, que, pura e simplesmente, terá tomado uma decisão soberana, no quadro normal das nações civilizadas, regidas pelo direito.
Dalmo Dallari é professor e jurista.
Milton Hayek (22/11/2009 - 11:37)
No Brasil não existe pena de prisão pérpetua e pena de morte existe,apenas,quando em guerra.Esse rapaz está sob nossa jurisdição e quem manda por aqui somos nós;não a Itália.Na Itália esse rapaz vai apodrecer na cadeia,por razões políticas,enquanto a bandidagem graúda(como os mafiosos do Banco do Vaticano)se esbaldam nos EUA sob a proteção do governo fascista daqui.Na Itália existe prisão perpétua e somos contra esse tipo de barbarismo latino,como diz nossa CF88.Portanto,shut up Itália porque no Brasil nossos cojones são roxos e quem manda no Brasil somos nós.
A CABEÇA DE BATTISTI - ARTIGO DE SEBASTIÃO NERY NO JORNAL O ESTADO DE SÃO PAULO
A CABEÇA DE BATTISTI
A CABEÇA DE BATTISTI RIO - Em junho de 1982, foi encontrado estrangulado em Londres, embaixo da "Blackfriars Bridge" ("a Ponte dos Irmãos Negros"), o banqueiro italiano Roberto Calvi, presidente do Banco Ambrosiano, que acabava de quebrar, e tinha como diretores o cardeal Marcinkus, o conde Umberto Ortolani e o chefe da P-2 italiana (maçonaria), Licio Gelli. Nos dias seguintes, na Itália e na Inglaterra, apareceram assassinados varios outros ligados a Calvi. Não é só na Santo André paulista que se limpa a área. No meio da confusão estava o conde papal Umberto Ortolani, um dos quatro "Cavaleiros do Apocalipse". Quando, a partir de 90, a "Operação Mãos Limpas" chegou perto deles, o conde, banqueiro do Vaticano e diretor do jornal "Corriere de La Sera", depois de mais um magnífico almoço com Brunello di Montalcino, mostrava-me Roma lá de cima de sua mansão no Gianiccolo e me dizia : - Isso não vai acabar bem.
MAFIA
Depende o que é acabar bem. O Ministério Publico e a Justiça enfrentaram a aliança satânica, que vinha desde 1945, no fim da guerra, entre a Democracia Cristã e aliados e a máfia italiana. Houve centenas de prisões, suicídios. Nunca antes a máfia tinha sido tão encurralada e atingida. Responderam com atentados e bombas, detonando carros e assassinando procuradores, juízes e a esquerda radical. Os grandes partidos (a Democracia Cristã, o Socialista e o Liberal) explodiram. O Partido Comunista, conivente, desintegrou-se. E meu amigo conde, condenado a 19 anos, morreu em 2002, aos 90 anos.
"FORTES PODERES"
O banqueiro, o maçon, o cardeal e o conde eram uma historia exemplar do satânico poder dos banqueiros, mesmo quando, como ele, um banqueiro de Deus, vice-presidente do banco Ambrosiano do cardeal Marcinkus, que fugiu para os Estados Unidos e nunca saiu de lá. Os que criticam, sem razão alguma, o ministro Tarso Genro, por ter dado asilo político ao italiano Cesare Battisti, deviam ler um livro imperdível : "Poteri Forti" ("Fortes Poderes, o Escândalo do Banco Ambrosiano"), do jornalista italiano Ferruccio Pinotti, abrindo as entranhas do poder de corrupção do sistema financeiro, de braços dados com governos, partidos, empresários, maçonaria e mafia.
"MÃOS LIMPAS"
A "Operação Mãos Limpas" não teria havido se um punhado de bravos jovens, valentes e alucinados, das "Brigadas Vermelhas" e dos "Proletarios Armados pelo Comunismo" (PAC), não tivesse enfrentado o Estado mafioso, naquela época totalmente comandado pela máfia. O governo, desmoralizado, usava a máfia para elimina-los. Eles reagiam, houve mortos de lado a lado e prisões dos principais lideres intelectuais, como o filósofo De Negri (asilado na França) e o romancista Cesare Battisti, tambem exilado na França e agora preso no Brasil. Eu estava lá, vi tudo, escrevi. Quando cheguei a Roma em 90 como Adido Cultural, a luta ainda continuava, sangrenta, devastadora. Foram eles, os jovens rebeldes das décadas de 70 e 80, que começaram a salvar a Italia. Se não se levantassem de armas na mão, a aliança Democracia Cristã, Partido Socialista, Liberais e Máfia estaria lá até hoje. Berlusconi é o feto podre que restou e um dia será extirpado.. BERLUSCONI O ex-presidente da França, Jacques Chirac, corrupto com atestado publico, a pedido de Berlusconi retirou o asílo politico de Battisti e o Brasil lhe deu. Tarso Genro está certo. O problema foi, era, continua político. O fascista Berlusconi (primeiro-ministro) é apoiado pelos desfrutaveis ex-comunistas Giorgio Napolitano e Massimo d`Alema, que se esconderam quando o juiz Falcone foi assassinado e o procurador Pietro, hoje no Parlamento, comandou a "Operação Mãos Limpas" Não têm autoridade nenhuma. Por que não devolveram Caciolla, o batedor de carteira do Banco Central, quando o Brasil pediu? As Salomés de lá e de cá querem entregar à máfia a cabeça de Battisti.
www.sebastiaonery.com.br
ricardo silveira (22/11/2009 - 11:31)
A decisão do STF, em conformidade ao que diz o Ministro Ayres Brito, mostra que o Supremo acordou para não ser usado como instrumento de golpe. Espera-se que o senhor Gilmar Mendes ponha-se no seu devido lugar e não tente mais avacalhar com a justiça brasileira. Espera-se, também, que os outros que o acompanharam como vaquinhas de prezépio, igualmente, tomem juízo. Pois isso é preciso para ser juíz.
Admar (22/11/2009 - 11:28)
Parece ainda haver bom senso no STF.
O Battisti vai ser liberado pelo Lula. A contrapartida é que ele se engaje na campanha da Dilma, já que como também terrorista ele teria supostamente um poder de convencer alguns petistas indecisos. Battisti ainda não respondeu ao Lula se vai aceitar ser cabo eleitoral da Dilma ou prefere ser extraditado à apoia-la. Você sabe como é, ideologia é ideologia.