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Cartas de Minas

Ao vivo, da Fiocruz: Professor Maurício Domingues debate crise e futuro da esquerda; Viomundo transmitirá

01 de junho de 2017 às 13h00

Livro que aborda crise e futuro da esquerda é tema de debate da série Futuros do Brasil

O Centro de Estudos Estratégicos da Fundação Oswaldo Cruz (CEE-Fiocruz) realiza nesta quinta feira (01/02), a partir das 14h  o debate online ‘Esquerda: crise e futuro’.

A discussão se dará em torno do livro Esquerda: crise e futuro, do professor e pesquisador José Maurício Domingues, do Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Uerj e pesquisador associado do CEE-Fiocruz.

Participa a professora Ingrid Sarti, do Programa de Pós-Graduação em Economia Política Internacional (Pepi-UFRJ).

No livro, José Maurício Domingues discute as perspectivas da esquerda, do século XIX às alternativas contemporâneas, conectando a discussão às escolhas feitas pela esquerda brasileira nas últimas décadas. “Busco apresentar que novos processos se apresentam e que respostas a esquerda precisa construir estrategicamente, para além do social liberalismo e do neodesenvolvimentismo, com o apoio ao combate à corrupção (neopatrimonialismo) que grassa no Estado brasileiro e com uma nova coalizão”, explica.

Segundo o professor, o longo ciclo democratizante iniciado nos anos 1970 se esgotou, juntamente com o fim do ciclo de hegemonia do Partido dos Trabalhadores na esquerda e na centro-esquerda, “desaguando em uma crise geral do sistema político, que acabou se caracterizando como gangsterismo político”. Como observa, “um novo ciclo está se abrindo e sua direção está em disputa no momento”.

José Maurício defende a importância de se buscar traçar uma nova agenda política calcada no aprofundamento radical da democracia e direitos universais. “Essa agenda precisa estar baseada numa aliança dos setores populares com as classes médias, pequenos empresários etc. Isso tem que se fundar na aliança de uma nova centro-esquerda, emergente, e a esquerda que hoje é pluralizada e na qual os jovens reivindicam mais horizontalidade nas relações de poder”, aponta.

 

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