Sergio Ribeiro (09/02/2010 - 16:55)
Bobagens, meu filho, bobagens (música do Caetano)
Primeiro que não existe a tal tolerância de 10% para quem ultrapassa a velocidade. Não é isso que está escrito na lei. Se você passa até 20%, a multa é média e de R$ 85,13; de 20 a 50% ela passa a ser grave e de R$ 127,69; mais de 50% é gravíssima e perde a habilitação. Multa de 574,62.
Como já foi dito, em qualquer país civilizado os limites são baixos nas vias públicas. Nas rodovias aumenta, mas não muito. Muita gente por aí gosta de usar aqueles adesivos "Visite cidade tal e ganhe uma multa", porém não observam o benefício que fazem a si próprios diminuindo a velocidade e os acidentes em seus municípios.
E por últimos, para os desavisados, a tarifa da Controlar é ressarcível. No site da empresa e da prefeitura de SP tem o link para fazer o pedido. (O contribuinte é prejudicado de qualquer jeito, pois no fim das contas paga pela ação entre amigos).
André Pasqualini (09/02/2010 - 08:50)
Parabéns a CET, acho que é a primeira vez na história que a CET toma uma atitude que "prejudica" a velocidade em detrimento da segurança das pessoas. Tomara que essa seja uma sinalização de que a CET irá começar a rever a velocidade das nossas vias e fazer como na Europa, onde o limite máximo em vias urbanas não passa de 50 km/h. Por isso que os indices de mortos no trânsito são insignificantes, comparados aos nossos.
Agora senhores da velocidade, quer correr, compre um Stock Car e corram para o Autódromo, deixem as pistas da cidade para quem quer se deslocar com segurança. Patética essa reclamação de uma insignificante redução de 10 km/h, numa pista onde a média em horário de pico é de 20 km/h.
A CET merece uma faixa, justamente para ela saber que tem uma bela parte da população, que não vê o mundo apenas por trás de um parabrisa, que apoia essas iniciativas.
Parabéns mais uma vez a CET, que reduzamos a velocidade de todas as vias para 50 km/h, aí sim essa cidade será outra, bem melhor e mais segura para se viver.
Matheus (08/02/2010 - 23:15)
Quanto motivo para preocupação, meu caro. Vai criar rugas...
Vinicius (08/02/2010 - 22:58)
Industria da Multa é pra quem sempre anda acima, muito acima do limite de velocidade da via. Pra quem anda na linha, a industria da multa não se aplica.
maria lucia de oliveira rodrigues (06/02/2010 - 22:03)
Acredito que 70 km/h é uma velocidade boa, mesmo sendo via expressa. Tem motorista ruim demais no trânsito, a gente tem que se ligar nos que estão atrás, ao lado, na frente. Não dá prá correr tanto, já que o fluxo é intenso, e se um carro frear repentinamente, você tem mais chance de não bater, se não estiver correndo muito. E ademais, o que adianta correr 10Km a mais neste trechinho, se o resto da cidade está a 20, 30, ou parado? Eu sei que existe uma indústria de multas, mas temos que ser racionais, não ficar atirando em tudo, senão acabamos perdendo a razão. Há coisas bem piores no setor de transporte público, que deveriam estar sempre em manchete e debate, já que o ideal seria tirar um pouco os carros das ruas, não fazê-los voar.
André Oliveira (06/02/2010 - 12:40)
Completamente irrelevante esta notícia. Não sei o motivo de se gastar espaço e tempo pra discutir uma norma de conduta de uma via expressa.
Quintela (06/02/2010 - 09:24)
Alguém consegue trafegar em São Paulo a mais de 60 Km/h???
O Brasileiro (06/02/2010 - 01:11)
Podiam usar esse dinheiro das multas para melhorar o transporte coletivo de SP, e não ficar usando em propaganda!
Se sobrar algum, podem até começar a fazer obras que diminuem enchentes, ao invés das do Zé Alagão-Pedágio, que pioram as enchentes!
Urbano (06/02/2010 - 01:02)
Estão diversificando a forma de assaltar os 'coitadinhos' dos paulistas. Dá uma peeena. Dêem mais quatro anos pros salteadores.
Janes Rodriguez (06/02/2010 - 00:25)
Em Curitiba há tempos que a indústria da multa enche os bolsos - e as campanhas eleitorais - dos componentes do grupo Jaime Lerner, de tristíssima memória pra todos nós...
Rodrigo M. (06/02/2010 - 00:11)
Pra que correr?
Marcelo de Matos (05/02/2010 - 23:45)
Em finais de semana costumo visitar cidades como Itu e Itupeva. Nas estradas que levam a esses municípios há um radar a cada quilômetro e a velocidade é limitada a 80 Km/h. Mesmo assim ocorrem acidentes violentos. E para descer a Imigrantes? Tem de ser a oitenta também. Fernando Collor dizia que nossos carros eram verdadeiras carroças. Até certo ponto, ele tinha razão. Enquanto japoneses, americanos e europeus estão desenvolvendo o carro híbrido, muito mais econômico e menos poluente, insistimos no carro flex, que gasta mais que qualquer carro que rode com um único combustível. Sem contar que a cana é um produto sazonal: o período da safra vai de maio a novembro. Se não chover muito, o álcool dá para sete meses. Precisaríamos produzir álcool a partir de outro vegetal que não tivesse o problema da entressafra, nem a necessidade de atender à demanda de açúcar. Do contrário, estaremos entrando em uma flex tubulation. Mas, voltando ao problema da velocidade. Hoje, no elevador, elogiei o carro que um vizinho comprou, um Ford Fusion. Ele concordou que era bom, mas, muito gastão. Era 2.0 e fazia 7 km/l na cidade. Então, de que adianta ter um carro possante assim para andar a 70 km/h? Olha: não esqueçam que aqui na Avenida Sumaré a velocidade máxima permitida e 60 km/h. Uma boa noite e durmam com esse barulho.
Ronaldo (05/02/2010 - 21:27)
Os paulistanos merecem os governantes que escolheram.
Eduardo Guimarães (05/02/2010 - 21:13)
Os quartos do meu apartamento dão para a 23 de maio, na altura da IBM. Os acidentes na via acontecem quando o trânsito anda a um quarto dessa velocidade máxima devido ao congestionamento. Só no fim da noite ou de madrugada é possível acelerar mais na 23. Qual é a diferença entre trafegar a 70 ou 80 km por hora numa via expressa? É a indústria da multa em São Paulo, tomando dinheiro dessa população energúmena.
Todo castigo pra Paulista é pouco.
Aprendam primeiro a votar.