Guilherme Mallet (04/03/2008 - 11:56)
Só acho lamentável que ele fique se censurando em dar nome ao boi. Se "até o mundo mineral" conhece o nome de "Não Somos Racistas", Ali Kamelo.
Antonio Arles (16/02/2008 - 19:03)
Azenha, vamos, mais uma vez, testar hipóteses. Não sei, mas acredito que há um "DNA" comum entre Diogo Mainardi e o "editor chefe" do jornalismo global, Ali Kamel. Fiz uma pesquisa rápida mas não encontrei um currículo completo dos dois. Os dois são jornalistas e o segundo também é cientista social. Procurei na Plataforma Lattes do CNPQ e não encontrei os respectivos currículos. Caberia pesquisar mais a fundo e ver se não há nenhum projeto acadêmico em que os dois participaram patrocinado pela Fundação Ford, por exemplo. como se sabe há denúncias de que esta fundação é um braço da CIA. Não quero dizer com isso que todos os pesquisadores bancados pela Fundação Ford são espiões ou agem a mando da Agência. Mas pelo perfil e pelo suposta proximidade de pensamento dos dois jornalistas, poderia-se dizer que os dois, se patrocinados pela CIA, estariam fazendo bem o papel proposto por esta, uma vez que utilizam suas posições para centralizar o poder e expressar suas idéias - calando sempre o contraditório - e atacar dissidentes. Como falei no início, só estou testando hipótese. Expediente defendido por Ali Kamel.
Roberto F (15/02/2008 - 04:06)
No mundo científico, quando uma pessoa interfere nos experimentos para obter o resultado esperado, dizemos que ela maqueia os resultados. Isto gera perda de credibilidade imediata, pois nunca poderemos confiar nos outros resultados e análises desta pessoa.
O diretor de jornalismo da Globo interfere na percepção de racismo que é transmitida à sociedade e divulga uma análise do racismo em um livro. Isto pra mim é maquiar a notícia e acabou com a credibilidade do jornal da globo.
Júlio César Montenegro (14/02/2008 - 12:22)
Desmentido na Globo (BBB) o "Não somos racistas" do Ali Kamel pelo concorrente Felipe. Mesmo avisando aos companheiros de confinamento que não gosta de ser chamado de "negão" continua a ser assim tratado pelos brancos democraticamente raciais. Nem direito a própria individualidade o Felipe tem. E logo aonde...
vítor faria (14/02/2008 - 11:13)
Uma pena que o Rodrigo quando sair da Record não vai ter a mesma liberdade de criticar como tem com a Globo, já que assinou cláusula contratual que o multa se falar mal da emissora do bispo milionário.
waleria (14/02/2008 - 08:11)
Ele esteve no Brasil em 2005. Para ver o link com o relatorio oficial de Doudou Diène, aqui um link:
http://www.irohin.org.br/ref/01.htm
Por isto mesmo perguntamos: E a situação dos negros brasileiros, será que podemos acalentar os mesmos sonhos dos eleitores negros de Obama? Sim, pois em nosso caso temos ainda que lançar mão de uma inspiração lisérgica para pretender imaginar algo de bom. Talvez só o LSD ou chá de peiote imortalizado por carlos Castañeda nos permita vislumbrar algo melhor. Quando lembro dos milhares de jovens negros mortos, ano após ano, por armas de fogo, nos confrontos dilacerantes dos "Complexos" da vida fico com a certeza de que vivemos o afastamento das possibilidades reais de uma situação melhor. Certamente a esperança viria pelo reconhecimento da sociedade brasileira de que precisamos denunciar esta história de sofrimento, anomia e crueldade. E afastar os sonhos idílicos de uma "Casa Grande" sensual, faceira e cheia de feitiches. Onde a sua reprodução nos atrai com os olhos vesgos da noite. Muitos têm a intenção de repetir o Brasil da "Casa Grande", dizem mesmo que é ele que nos singulariza e propõem nosso entorpecimento como exemplo de convivência entre as raças para o mundo, como uma civilização construída ao sul do Equador. Sim senhores, estamos todos entorpecidos se achamos que o fato de as vítimas não reconhecerem seus algozes livra do crime os criminosos. A nossa elite, majoritariamente branca, rica e poderosa, expressa na mídia os seus medos e rancores. Basta que vejamos os fóruns dos mais variados jornais da internet. "Medo e Obsessão", filme de Win Wender que retrata o pesadelo norte-americano pós-11/9. Lembremos que já vivemos o nosso. Até quando esperaremos que cada um viva o seu. www.pelenegra.blogspot.com