Stefano (24/07/2008 - 14:55)
Santo Deus, que crueldade! Uma "pegadinha" contra um indefeso terrorista! Ainda bem que nas masmorras de Cuba e dos países islâmicos em geral, o tratamento dispensado aos presos é digno e carinhoso.
Beatriz Kushnir (17/02/2008 - 18:22)
Um levantamento meio rápido. Há mto mais. Boas leituras!!!
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Beatriz Kushnir (17/02/2008 - 13:59)
Muitas narrativas vêm sendo levantas pelos "historiadores do tempo presente". Eu conto várias, como os ex-censores que vão trabalhar na Globo, etc. Mas tb as pessoas precisam ler esses trabalhos, se informar. Há uma historigrafia enorme sendo feita. Gostaria muito de poder consultar as fontes que o Gaspari tem, poe ex. Torço que ele doe o acervo a um Arquivo Público e assim outros pontos venham a tona. Um abraço, B.
Luiz Hespanha (17/02/2008 - 13:19)
Nessa relação entre várias empresas de comunicação e a ditadura militar no Brasil há uma história que ninguém meteu a mão pra valer: os incêndios, ocorrido em menos de 72 horas, em quatro emissoras de tevê em julho de 1969. As ações foram atribuídas a terroristas, mas os verdadeiros responsáveis nunca foram identificados. Elio Gaspari em "A ditadura Escancarada, pag 64", fala da "relação fraudulenta entre a denúncia das falanges, a materialidade dos incêndios, as emissoras e as companhias de seguro". O incêndio na Globo teria começado pela explosão de um frasco de gasolina gelatinosa, jamais utilizado pelos grupos de esquerda, segundo Gaspari.Convém lembrar a cessão dos estúdios da Globo no Jardim Botânico para a gravação do depoimento do "arrependido" Celso Lungaretti (o que ele narra em seu livro Náufrago da Utopia, pag. 167, Geração Editorial), e também da gravação do "depoimento" de frades dominicanos envolvidos com Marighela feito com esquipamentos da TV Record, conforme narra Percival de Souza em "Autópsia do Medo", Globo Editora. São capítulos que merecem, digamos, "mais iluminação".
waleria (16/02/2008 - 17:26)
Se barbárie não se combate com barbárie, MUITO MENOS DIFERENÇAS IDEOLÓGICAS se combate com TORTURA, BANIMENTO E BARBÁRIE.
Já que me citaram aqui, vou completar a informação: a Globo cedeu seu estúdio e seus profisssionais para a gravação daquele programa em plena madrugada. E não deu a mínima importância às condições visivelmente precárias em que eu estava, inclusive com manchas roxas no rosto, que os maquiladores cobriram. Talvez porque isso esteja relatado com clareza no meu livro "Náufrago da Utopia", houve um estranho episódio em 2005. Um repórter especial do Fantástico estava à procura dos personagens de uma entrevista dada por três antigos secundaristas em 1970. Procurou-me e eu lhe forneci uma pista que lhe permitiu localizar os dois ainda vivos. Conversa vai, conversa vem, resolveu me incluir na reportagem. Gravou uns 80 minutos comigo. Depois, meio sem graça, mandou e-mail dizendo que a matéria caíra do Fantástico. Acabou indo ao ar no "Jornal da Globo", curta e grossa, sem a minha participação; e, quase um ano depois, o repórter fez um especial para o canal Globo News, de 22 minutos, em que eu apareço por meio minuto. Não posso afirmar que há relação entre os episódios de 1970 e 2005. Mas, dá para desconfiar...