Vi o Mundo, por Luiz Carlos Azenha
Não dá pra mostrar tudo na tv.
Home Receba as últimas notícias via RSS [ Leia + ] Fale Comigo
Rádio Utilidades

JORNALISTA LEU A NOTÍCIA DA MORTE DO PAI, QUE ESTAVA VIVO

Atualizado em 12 de abril de 2008 às 07:54 | Publicado em 16 de fevereiro de 2008 às 16:24

O jornalista brasileiro Ivan Seixas soube pela "Folha da Tarde" que o pai ia morrer. Os dois estavam presos no DOI-CODI, em São Paulo, sob tortura. Levado pelos torturadores para a simulação de fuzilamento num parque de São Paulo, ele leu na capa do jornal que o pai, ainda vivo, tinha morrido em confronto. Ivan agora se dedica a denunciar a tortura e diz que barbárie não se combate com barbárie.


Indique esta Matéria
ÚLTIMOS COMENTÁRIOS
Stefano (24/07/2008 - 14:55)
Santo Deus, que crueldade! Uma "pegadinha" contra um indefeso terrorista! Ainda bem que nas masmorras de Cuba e dos países islâmicos em geral, o tratamento dispensado aos presos é digno e carinhoso.

Celso Lungaretti (28/02/2008 - 22:20)
Já que me citaram aqui, vou completar a informação: a Globo cedeu seu estúdio e seus profisssionais para a gravação daquele programa em plena madrugada. E não deu a mínima importância às condições visivelmente precárias em que eu estava, inclusive com manchas roxas no rosto, que os maquiladores cobriram. Talvez porque isso esteja relatado com clareza no meu livro "Náufrago da Utopia", houve um estranho episódio em 2005. Um repórter especial do Fantástico estava à procura dos personagens de uma entrevista dada por três antigos secundaristas em 1970. Procurou-me e eu lhe forneci uma pista que lhe permitiu localizar os dois ainda vivos. Conversa vai, conversa vem, resolveu me incluir na reportagem. Gravou uns 80 minutos comigo. Depois, meio sem graça, mandou e-mail dizendo que a matéria caíra do Fantástico. Acabou indo ao ar no "Jornal da Globo", curta e grossa, sem a minha participação; e, quase um ano depois, o repórter fez um especial para o canal Globo News, de 22 minutos, em que eu apareço por meio minuto. Não posso afirmar que há relação entre os episódios de 1970 e 2005. Mas, dá para desconfiar...

Beatriz Kushnir (17/02/2008 - 18:22)
Um levantamento meio rápido. Há mto mais. Boas leituras!!! BIBLIOGRAFIA ABRAMO, Cláudio. A regra do jogo: o jornalismo e a ética do marceneiro. São Paulo, Companhia das Letras, 1988. ABREU, João Batista de. As manobras da informação: análise da cobertura jornalística da luta armada no Brasil (1965-1979). Rio de Janeiro, Mauad/EdUFF, 2000. TELES, Janaína (Org.). Mortos e desaparecidos políticos: reparação ou impunidade? São Paulo, Humanitas/FFLCH, 2000. ALMEIDA, Maria Herminia de. Tomando partido, formando opinião: cientistas sociais, imprensa e política. São Paulo, Sumaré, 1992. ALVES, Maria Helena Moreira. Estado e oposição no Brasil (1964-84). Petrópolis, Vozes, 1984. ALVIM, Thereza Cesario (Org.). O golpe de 64: a imprensa disse não. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, [1979]. ANDRADE, Jeferson Ribeiro de. Um jornal assassinado: a última batalha do Correio da Manhã. Rio de Janeiro, José Olympio, 1991. ANGRIMANI, Danilo. Espreme que sai sangue: um estudo do sensacionalismo na imprensa. São Paulo, Summus, 1995. ARAÚJO, Maria Paula Nascimento. A utopia fragmentada: as novas esquerdas no Brasil e no mundo na década de 1970. Rio de Janeiro, FGV, 2001. ARQUIVO PÚBLICO DO DISTRITO FEDERAL. Imprensa alternativa e cultura, 1970- 1984. Brasília, Ed. do Arquivo Público do Distrito Federal, 1989. ARQUIVO PÚBLICO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. DOPS: a lógica da desconfiança. Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Justiça, 1993. 390 ARQUIVO PÚBLICO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. Os arquivos das polícias políticas: reflexos de nossa história contemporânea. Rio de Janeiro, Faperj, 1994. ASSIS, Denise. Propaganda e cinema a serviço do Golpe (1962/1964). Rio de Janeiro, Mauad/ Faperj, 2001. BARATA, Rita de Cássia Barradas. Meningite, uma doença sob censura? São Paulo, Cortez, 1988. BUCCI, Eugênio. Sobre ética e imprensa. São Paulo, Companhia das Letras, 2000. BUSETTO, Aureo. Pela legitimidade de prever: Ibope, imprensa e lideranças políticas nas eleições paulistas de 1953 e 1954. Estudos Históricos, n. 31, 2003. CABRAL, Reinaldo; LAPA, Ronaldo (Orgs.). Desaparecidos políticos: prisões, seqüestros, assassinatos. Rio de Janeiro, Opção, 1979. CALDAS, Álvaro. Tirando o capuz. Rio de Janeiro, Codecri, 1982. CAPELATO, Maria Helena. O bravo matutino. São Paulo, Alfa-Ômega, 1980. CAPELATO, Maria Helena; MOTA, Carlos Guilherme. História da Folha de S.Paulo: 1921- 1981. São Paulo, Impres, 1981. CARNEIRO, Maria Luiza Tucci. Livros proibidos, idéias malditas: o DEOPS e as minorias silenciadas. São Paulo, Estação Liberdade, 1997. _____ . (Org.). Minorias silenciadas: história da censura no Brasil. São Paulo, Edusp, 2002. CARTA, Mino. O castelo de âmbar. Rio de Janeiro, Record, 2000. CHAGAS, Carlos. 113 dias de angústia. Rio de Janeiro, Agência Jornalística Image, 1970. _____. Resistir é preciso. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1975. _____. A guerra das estrelas (1964/1984): os bastidores das sucessões presidenciais. 4ª ed. Porto Alegre, L&PM, 1985. _____. O Brasil sem retoque, 1808-1964: a história contada por jornais e jornalistas. Rio de Janeiro, Record, 2001. D%u2019ARAUJO, Maria Celina; SOARES, Glaucio A. D.; CASTRO, Celso (Orgs.). Visões do golpe: a memória militar sobre 1964. Rio de Janeiro, Relume-Dumará, 1994. D%u2019ARAUJO, Maria Celina et al. (Orgs.). Os anos de chumbo: a memória militar sobre a repressão. Rio de Janeiro, Relume-Dumará, 1994. _____. A volta aos quartéis: a memória militar sobre a abertura. Rio de Janeiro, Relume-Dumará, 1995. D%u2019ARAUJO, Maria Celina; CASTRO, Celso (Orgs.). Ernesto Geisel. Rio de Janeiro, FGV, 1997. DURHAM, Eunice. O livro negro da USP: o controle ideológico na Universidade. São Paulo, Adusp, 1978. FERNANDES, Florestan. A ditadura em questão. São Paulo, T. A. Queiroz, 1982. FERNANDES, Rofan. Teatro Ruth Escobar: 20 anos de resistência. São Paulo, Global, 1985. FERREIRA, Manoel Henrique et al. Esquerda armada: testemunho dos presos políticos do Presídio Milton Dias Moreira. Vitória, Edições do Leitor, 1979. FIGUEIREDO, Eurico de Lima. Os militares e a democracia: análise estrutural da ideologia do Presidente Castelo Branco. Rio de Janeiro, Graal, 1980. FON, Antonio Carlos. Tortura: a história da repressão política no Brasil. 2. ed. São Paulo, Global, 1979. FONSECA, Francisco César Pinto da. A imprensa liberal na transição democrática (1984-1987): projeto político e estratégias de convencimento (revista Visão e jornal O Estado de S. Paulo). Campinas, 1994. Dissertação (Mestrado) %u2014 Unicamp. FONSECA, Guido. DOPS %u2013 um pouco de sua história. Revista ADPESP, ano 10, n. 18, p. 41- 85, 1989. FORTES, Luiz Roberto Salinas. Retrato calado. São Paulo, Marco Zero, 1988. FRANCIS, Paulo. Trinta anos esta noite: o que vi e vivi. São Paulo, Companhia das Letras, 1995. FRANCO, Afonso Arinos de Melo. Pela liberdade de imprensa. Rio de Janeiro, Livraria José Olympio Editora, 1957. FREI BETTO. Batismo de sangue. São Paulo, Círculo do Livro, 1982. _____. Frei Tito: memória %u2013 esperança. 11. ed. São Paulo, Casa Amarela, 2000. _____. Batismo de sangue: a luta clandestina contra a ditadura militar. Dossiês Carlos Marighella e Frei Tito. 11ª ed. São Paulo, Casa Amarela, 2000. FREITAS, Alípio de. Resistir é preciso: memória do tempo da morte civil do Brasil. Rio de Janeiro, Record, 1981. FREITAS, Jânio de. A imprensa e o AI-5. Folha de S.Paulo, 15/12/1998, p. 5. FREIRE, Alípio; ALMADA, Izaías; PONCE, J. A. de G. (Orgs.). Tiradentes: um presídio da ditadura (memória de presos políticos). São Paulo, Scipione, 1997. GASPARI, Elio. A ditadura envergonhada. São Paulo, Companhia das Letras, 2002. _____. A ditadura escancarada. São Paulo, Companhia das Letras, 2002. _____. A ditadura derrotada. São Paulo, Companhia das Letras, 2003. GASPARI, Elio; VENTURA, Zuenir; HOLLANDA, Heloisa B. de. 70/80: cultura em trânsito: da repressão à abertura. Rio de janeiro, Aeroplano Editora, 2000. GAZZOTTI, Juliana. Imprensa e ditadura: a revista Veja e os governos militares (1968/1985). São Carlos, 1998. Dissertação (Mestrado) %u2014 UFSCar. GOMES, Dias. Apenas um subversivo: autobiografia. Rio de Janeiro, Bertrand Brasil, 1998. GORENDER, Jacob. Combate nas trevas, a esquerda brasileira: das ilusões perdidas à luta armada. 5ª ed. São Paulo, Ática, 1998. GOULART, Silvana. Sob a verdade oficial: ideologia, propaganda e censura no Estado Novo. São Paulo, Marco Zero, 1990. GRINBERG, Lúcia. A Aliança Renovadora Nacional (ARENA): a criação do bipartidarismo e do partido do governo (1965-1979). Niterói, 1999. Dissertação (Mestrado) %u2014 UFF. _____. Adauto Lúcio Cardoso, da UDN à ARENA. In: KUSHNIR, B. (Org.). Perfis cruzados: trajetórias e militância política no Brasil. Rio de Janeiro, Imago, 2002. GRUPO Tortura Nunca Mais. Brasil: Tortura Nunca Mais, 1986. GUENA, Márcia. Documentos secretos da ditadura do Paraguai (1960-1980). São Paulo, Memorial da América Latina, 1996. GULLAR, Ferreira. Rabo de foguete: os anos de exílio. Rio de Janeiro, Revan, 1998. IGLÉSIAS, Francisco. Trajetória política do Brasil, 1500/1964. São Paulo, Companhia das Letras, 1993. JORDÃO, Fernando Pacheco. Dossiê Herzog: prisão, tortura e morte no Brasil. São Paulo, Global, 1979. KENSKI, Vania Moreira. O fascínio do Opinião. Campinas, 1990. Tese (Doutorado) %u2014 Faculdade de Educação/Unicamp. KHÉDE, Sônia Salomão. Censores de pincenê e gravata: dois momentos da censura teatral no Brasil. Rio de Janeiro, Codecri, 1981. KOTSCHO, Ricardo. Explode um novo Brasil: diário da Campanha das %u201CDiretas%u201D. São Paulo, Brasiliense, 1984. KUCINSKI, Bernardo. Jornalistas e revolucionários nos tempos da imprensa alternativa. São Paulo, Scritta, 1991. _____. A síndrome da antena parabólica: ética no jornalismo brasileiro. São Paulo, Fundação Perseu Abramo, 1998. _____. O fim da ditadura militar. São Paulo, Contexto, 2001. KUSHNIR, Beatriz. Era proibido proibir? O DOPS, a censura e a imprensa clandestina no Brasil %u2013 do AI-5 à Anistia. Discursos sediciosos, Rio de Janeiro, Instituto Carioca de Criminologia, n. 3, 1997. _____. Depor as armas %u2013 a travessia de Cony e a censura no partidão. In: REIS FILHO, D. A. (Org.). Intelectuais, história e política (séculos XIX e XX). Rio de Janeiro, Sette Letras. 2000. p. 219-46. _____. (Org.). Perfis cruzados: trajetórias e militância política no Brasil. Rio de Janeiro, Imago, 2002. _____. Nem bandidos, nem heróis: os militantes judeus de esquerda mortos sob tortura no Brasil (1969-1975). In: _____ (Org.). Perfis cruzados: trajetórias e militância política no Brasil. Rio de Janeiro, Imago, 2002. p. 215-43. _____. Entrevista com Oliveiros Ferreira. In: CARNEIRO, Maria Luiza Tucci (Org.). Minorias silenciadas: história da censura no Brasil. São Paulo, Edusp, 2002. p. 587-603. _____. Pelo buraco da fechadura. O acesso à informação e as fontes. In: CARNEIRO, Maria Luiza Tucci (Org.). Minorias silenciadas: história da censura no Brasil. São Paulo, Edusp, 2002. p. 553-85. MARCONI, Paolo. A censura política na imprensa brasileira, 1968-1978. 2ª ed. São Paulo, Global, 1980. MARKUN, Paulo (Org.). Vlado: retrato da morte de um homem e de uma época. São Paulo, Brasiliense, 1985. MARTINS, Ricardo Constante. Ditadura militar e propaganda política: a revista Manchete durante o governo Médici. São Carlos, 1999. Dissertação (Mestrado) %u2014 Departamento de Ciência Política, UFSCar. MARTINS FILHO, João Roberto. O palácio e a caserna: a dinâmica militar das crises políticas na ditadura (1964-1969). São Carlos, Ed. UFSCar, 1995. MATTOS, Marco Aurélio Vannucchi Leme de. Em nome da Segurança Nacional: os processos da justiça militar contra a Ação Libertadora Nacional (ALN), 1969-1979. São Paulo, 2002. Dissertação (Mestrado em História) %u2014 FFLCH/USP. MEIRELLES, Domingos. Memórias de um censor do DIP (e outras histórias). Boletim da ABI, p. 6-7, nov./dez. 1974. _____. O homem do lápis vermelho. Boletim da ABI, p. 13, jan./fev. 1975. MIRANDA, Nilmário; TIBÚRCIO, Carlos. Dos filhos deste solo: mortos e desaparecidos políticos: a responsabilidade do Estado. São Paulo, Fundação Perseu Abramo/Boitempo, 1999. MOBY, Alberto. Sinal fechado: a música popular brasileira sob censura. Rio de Janeiro, Obra Aberta, 1994. MOISES, José Álvaro; BENEVIDES, Maria Vitória. O Estadão e o golpe de 64. Lua Nova %u2013 Cultura e Política, v. 2, n. 1, p. 26-31, 1984. MORAES, João Luiz de. O calvário de Sônia Angel: uma história de terror nos porões da ditadura. Rio de Janeiro, s. n., 1994. MORAES NETO, Geneton. Dossiê 50: os onze jogadores revelam os segredos da maior tragédia do futebol brasileiro. Rio de Janeiro, Objetiva, 2000. NAFFAH NETO, Alfredo. Poder, vida e morte na situação de tortura: esboço de uma forma de terror. São Paulo, Hucitec, 1985. NAPOLITANO, Marcos. Cultura brasileira: utopia e massificação (1950-1980). São Paulo, Contexto, 2001. NASSER, David. A revolução dos covardes. Rio de Janeiro, Empresa Gráfica O Cruzeiro, 1947. NOVA, Cristiane; NÓVOA, Jorge (Orgs.). Carlos Marighella: o homem por trás do mito. São Paulo, Unesp, 1999. NUNES, Augusto (Coord.). Samuel Wainer: minha razão de viver. 8ª ed. Rio de Janeiro, Record, 1988. PANDOLFI, Dulce. Camaradas e companheiros: história e memória do PCB. Rio de Janeiro, Relume-Dumará/ Fundação Roberto Marinho, 1995. PATARRA, Judith Lieblich. Iara: reportagem biográfica. 4ª ed. Rio de Janeiro, Rosa dos Tempos, 1993. PAZ, Carlos Eugênio. Viagem à luta armada: memórias romanceadas. 2ª ed. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 1996. _____. Nas trilhas da ALN: memórias romanceadas. Rio de Janeiro, Bertrand Brasil, 1997. 399 PEREIRA, Márcia Guerra; REZNIK, Luís. De polícia federal a departamento estadual %u2013 o DOPS: evolução administrativa. In: ARQUIVO PÚBLICO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. DOPS: a lógica da desconfiança. Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Justiça, 1993. PEREIRA, Márcia Guerra; FIGUEIREDO, Míriam Beatriz C.; REZNIK, Luís. A reconstrução do acervo. In: ARQUIVO PÚBLICO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. DOPS: a lógica da desconfiança. Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Justiça, 1993. PEREIRA, Moacir. O golpe do silêncio: imprensa, censura e medidas de emergência. São Paulo, Global, 1984. PEREIRA, Raimundo. Os censores têm sentimento de culpa? Alguns já confessaram que têm vergonha da profissão. Boletim da ABI, p. 8, mar./abr. 1976. REGO, Norma Pereira. Pasquim: gargalhantes pelejas. Rio de Janeiro, Relume-Dumará, 1996. REIS FILHO, Daniel Aarão. 1968, a paixão de uma utopia. Rio de Janeiro, Espaço e Tempo, 1988. _____. Um passado imprevisível: a construção da memória da esquerda nos anos 60. In: REIS FILHO, D. A. et al. Versões e ficções: o seqüestro da História. São Paulo, Editora Fundação Perseu Abramo, 1997. RIDENTI, Marcelo. O fantasma da revolução. São Paulo, Unesp, 1993. _____. Em busca do povo brasileiro: artistas da revolução, do CPC à era da TV. Rio de Janeiro, Record, 2000. SACCHETTA, Hermínio. O caldeirão das bruxas e outros escritos políticos. Campinas, Ed. Unicamp, 1992. SANTOS, Maria Cecília Losschiavo dos. Maria Antônia: uma rua na contramão. São Paulo, Nobel, 1988. SECRETARIA ESPECIAL DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DA PREFEITURA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO. Correio da Manhã: compromisso com a verdade. Rio de Janeiro, Imprensa Oficial da Cidade, 2001. (Cadernos da Comunicação, Série Memória, n. 1). SEIXAS, Ivan. A vida clandestina. In: KUSHNIR, Beatriz (Org.). Perfis cruzados: trajetórias e militância política no Brasil. Rio de Janeiro, Imago, 2002. SILVA, Carlos Eduardo Lins da. Mil dias: os bastidores da revolução de um grande jornal. São Paulo, Trajetória Cultural, 1988. SIRKIS, Alfredo. Os carbonários: memórias da guerrilha perdida. 14ª ed. Rio de Janeiro, Record, 1998. SMITH, Anne-Marie. A forced agreement: press acquiescence to censorship in Brazil. Pittsburgh, University of Pittsburgh Press, 1997. _____. Um acordo forçado: o consentimento da imprensa à censura no Brasil. Rio de Janeiro, FGV, 2000. SOARES, Gláucio A. D. A censura durante o regime autoritário. Revista Brasileira de Ciências Sociais, v. 4, n. 10, 1989. SODRÉ, Nelson Werneck. História da imprensa no Brasil. 4ª ed. Rio de Janeiro, Mauad, 1999. SOUZA, Percival de. Eu, cabo Anselmo. Rio de Janeiro, Globo, 1999. _____. Autópsia do medo: vida e morte do delegado Sérgio Paranhos Fleury. Rio de Janeiro, Globo, 2000. SOUZA, Ulysses Alves. A história secreta de Veja. Imprensa, p. 75-105, set. 1988. STEPHANOU, Alexandre Ayub. Censura no regime militar e a militarização das artes. Porto Alegre, EDIPUCRS, 2001. TASCHNER, Gisela. Folhas ao vento: análise de um conglomerado jornalístico no Brasil. São Paulo, Paz e Terra, 1992. TAVARES, Flávio. Memórias do esquecimento. São Paulo, Globo, 1999. TOLEDO, Caio Navarro (Org.). 1964: visões do golpe: democracia e reformas no populismo. Campinas, Ed. Unicamp, 1997. UCHA, Danilo da Silva. O poder da imprensa alternativa pós-64: história e desdobramentos. 2a ed. Rio de Janeiro, RioArte, 1985. USTRA, Carlos Alberto Brilhante. Rompendo o silêncio. 2ª ed. Brasília, Editerra, 1987. VALLI, Virginia (Org.). Eu, Zuzu Angel, procuro meu filho. Rio de Janeiro, Philobiblon, 1986. VIANNA, Helena Besserman. Não conte a ninguém...: contribuição à história das sociedades psicanalíticas do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, Imago, 1994. WEFFORT, Francisco. Jornais são partidos?. Lua Nova. Cultura e Política. São Paulo, Brasiliense, v. 1, n. 2, p. 37-40, 1984.

Luiz Carlos Azenha (17/02/2008 - 16:52)
Beatriz, você não poderia postar aqui os livros ou trabalhos que recomenda?

Beatriz Kushnir (17/02/2008 - 13:59)
Muitas narrativas vêm sendo levantas pelos "historiadores do tempo presente". Eu conto várias, como os ex-censores que vão trabalhar na Globo, etc. Mas tb as pessoas precisam ler esses trabalhos, se informar. Há uma historigrafia enorme sendo feita. Gostaria muito de poder consultar as fontes que o Gaspari tem, poe ex. Torço que ele doe o acervo a um Arquivo Público e assim outros pontos venham a tona. Um abraço, B.

Luiz Carlos Azenha (17/02/2008 - 13:38)
São pontos obscuros. Merecem que algum historiador se debruce sobre eles. Muita gente tem receio de mexer com os esqueletos da mídia, por motivos óbvios. Mas é preciso tirar todos esses esqueletos do armário.

Luiz Hespanha (17/02/2008 - 13:19)
Nessa relação entre várias empresas de comunicação e a ditadura militar no Brasil há uma história que ninguém meteu a mão pra valer: os incêndios, ocorrido em menos de 72 horas, em quatro emissoras de tevê em julho de 1969. As ações foram atribuídas a terroristas, mas os verdadeiros responsáveis nunca foram identificados. Elio Gaspari em "A ditadura Escancarada, pag 64", fala da "relação fraudulenta entre a denúncia das falanges, a materialidade dos incêndios, as emissoras e as companhias de seguro". O incêndio na Globo teria começado pela explosão de um frasco de gasolina gelatinosa, jamais utilizado pelos grupos de esquerda, segundo Gaspari.Convém lembrar a cessão dos estúdios da Globo no Jardim Botânico para a gravação do depoimento do "arrependido" Celso Lungaretti (o que ele narra em seu livro Náufrago da Utopia, pag. 167, Geração Editorial), e também da gravação do "depoimento" de frades dominicanos envolvidos com Marighela feito com esquipamentos da TV Record, conforme narra Percival de Souza em "Autópsia do Medo", Globo Editora. São capítulos que merecem, digamos, "mais iluminação".

(16/02/2008 - 20:21)
Em outubro de 2001 escrevi um agradecimento ao Ivan Seixas que foi impresso em março de 2004. Gostaria de reproduzi-lo aqui,adaptando-o: "E, em particular, gostaria de sublinhar gentilezas. (...) A de Ivan Seixas, pela ternura de compartilhar comigo histórias muito pessoais do seu passado, ainda hoje cercadas pelo signo da clandestinidade". Com carinho, Beatriz Kushnir

waleria (16/02/2008 - 17:26)
Se barbárie não se combate com barbárie, MUITO MENOS DIFERENÇAS IDEOLÓGICAS se combate com TORTURA, BANIMENTO E BARBÁRIE.



Comente este Texto

LEIA TAMBÉM


JOÊNIA: IML DISSE QUE ÍNDIO ASSASSINADO TEVE MORTE NATURAL
JOÊNIA: A BUSCA DE APOIO NO EXTERIOR
JOÊNIA: ESTADO DE RORAIMA É RACISTA
ANALISTA: TRANSFERÊNCIA DE RENDA NÃO GERA CRESCIMENTO
PROTÓGENES ELOGIA SUPERIORES NA REUNIÃO DA PF
VIÚVA DE PAULO FREIRE "INDIGNADA" COM MACARTISMO GAÚCHO
DEPUTADO DO PT DIZ QUE ADMIRA "GRUPO DOMINANTE", MAS ATACA MONOPÓLIO
CBN: LUCIA HIPPOLITO DIZ QUE LULA É MAU EXEMPLO
SÓ OS GASTOS DE COMUNICAÇÃO NÃO OBEDECEM A REGRAS
PALHARES: GOVERNO LULA NÃO AVANÇOU NA COMUNICAÇÃO
PALHARES: MONOPÓLIO DA INFORMAÇÃO IMPEDE DEMOCRACIA
EDUARDO GUIMARÃES: MÍDIA REPRESENTA OS REACIONÁRIOS
EDUARDO GUIMARÃES: MÍDIA FAZ SABOTAGEM E CHANTAGEM
EDUARDO GUIMARÃES: MÍDIA BANCOU CRISE
FÁTIMA OLIVEIRA E A SAÚDE DO NEGRO
FÁTIMA OLIVEIRA: ESTATUTO MUDA PADRÕES CULTURAIS
FÁTIMA OLIVEIRA: SER MÉDICA E NEGRA NO BRASIL
MINISTRO RESPONDE A PERGUNTAS SUGERIDAS POR LEITORES
CELSO AMORIM EXPLICA POSIÇÃO DO ITAMARATY SOBRE A BOLÍVIA
ATIVISTA: BELO MONTE, NO XINGU, VAI SERVIR A MINERADORAS
DELEGADO BRUNO COMBINA O VAZAMENTO DAS FOTOS COM REPÓRTERES (2)
DELEGADO BRUNO COMBINA O VAZAMENTO DAS FOTOS COM REPÓRTERES (1)
MPF ACEITA INVESTIGAR DENÚNCIA DOS SEM MÍDIA SOBRE A FEBRE AMARELA
BRUNAZO: COMO NO CHILE, O PODER ELEITORAL DEVERIA SER INDEPENDENTE
BRUNAZO: FRAUDE EM FLASH CARD PODE AFETAR 50 MIL VOTOS
MARCOS BITELLI: LEI PROTEGE CONTEÚDO PRODUZIDO POR BLOGUEIROS
ESTILO LULA É ESQUIZOFRÊNICO, DIZ ROSENFIELD
FEIJÓO SOBRE DERRUBADA DE SITE: "AVISO, BOICOTE, CENSURA, PUNIÇÃO"
SINDICALISTA DIZ QUE FORMA COMO SITE FOI TIRADO DO AR FOI "DESRESPEITO"
SENADOR SUPLICY LAMENTA O FIM DO "CONVERSA AFIADA"
MARINA EXPLICA A DECISÃO DE VOTAR EM MARTA SUPLICY
JOSÉ ARBEX: O GOVERNO LULA É NEOLIBERAL
ARBEX: DEPOIS DE PERDER IRAQUE, BUSH QUER PETRÓLEO AMAZÔNICO
LULA: SÓ EM CUBA TANTOS NEGROS SE FORMARAM DE UMA VEZ
ANDRÉ SINGER: POLÍTICA ECONÔMICA DE LULA NÃO É A MESMA DE FHC
RIO 2008: MARCELO SALLES FALA SOBRE O QUADRO ELEITORAL
CARLOS BRITTO: CÉLULAS-TRONCO PODEM AJUDAR AOS VIVOS
BRITTO: O CONSTITUCIONALISMO FRATERNAL
BRITTO: LEI CONTRA O ABORTO NÃO PROTEGE EMBRIÃO
BRITTO: "NÃO HÁ PESSOA HUMANA EMBRIONÁRIA"
BRASIL DEVE AFIRMAR O SEU DIREITO DE PRODUZIR CIÊNCIA
CÉLULAS-TRONCO: OS DOIS LADOS DA MOEDA
O QUE DISSE O EMBAIXADOR BRASILEIRO NA OEA
MARINGONI: O QUE MOVE O EX-BISPO FERNANDO LUGO
MARINGONI EXPLICA O CÁLCULO POLÍTICO DE URIBE
MAYANA ZATZ DIZ QUE SE BRASIL NÃO PESQUISAR VAI SER IMPORTADOR DE CIÊNCIA
JOÃO FERNANDES: MERCADO NEGRO DE EMBRIÕES É FANTASIA
LULA: COM O DISCURSO DA "PORRADA" ELE ELEGE UM POSTE
BEATRIZ KUSHNIR: A FAMÍLIA FRIAS E A DITADURA MILITAR
RODRIGO VIANNA: "ASSASSINATO" FOI ENCOMENDA?
RODRIGO VIANNA E A DEMOCRACIA RACIAL
TEMPORÃO: NÃO POSSO SER CANDIDATO A PRESIDENTE
TEMPORÃO: ALERTA AMARELO FOI IRRESPONSÁVEL
TEMPORÃO: GOVERNO DIZIA UMA COISA E MÍDIA DIZIA OUTRA
REQUIÃO DIZ QUE FHC IMPEDIU ENTREVISTA DELE NA BAND
PESQUISA: MÍDIA NÃO FALA SOBRE RÁDIOS COMUNITÁRIAS
NICOLELIS: NOTÍCIA BOA FOI PARA A GAVETA
NOGUEIRA BATISTA: GOVERNO DEVE FICAR EM ALERTA
DR. GRANATO REJEITA ALARMISMO DA MÍDIA

Ver mais
Email: viomundoteve@msn.com Receba o conteúdo do site via RSS developed by: webmasters online design by: kallore design