maluco (05/11/2009 - 07:03)
eu queria ver o causo a primeira vez que vi um radio do Geraldo Policiano Nogueira
Maria Elaine, (25/10/2009 - 22:22)
Dra, Fátima procurava material para um trabalho escolar com os meus alunos e adorei o seu depoimento,pois a grande maioria das pessoas que sofrem qualquer tipo de racismo elas não tomam providência em denunciar,pois muitas vezes as proprias autoridades não dão a devida importãncia para o ocorrido.
Antonio Pereira Lima Sobrinho (26/07/2009 - 13:40)
Parabenizo pela a sua coragem de pautar um tema tão importante e presente nos dias atuais, que é o preconceito
O preconceito racial, infelizmente só realmente sabe o que significa que já sofreu pratica de discriminação racial como nós negros sofremos todos os dias por esta ´prática atrasada.
Infelizmente no Brasil ainda está empregnada na sociedade elitista e reacionário.
"Tentaram nos moldar pelo o hábito dos açoites, mas nossos corpos rigidos não se dobraram tão facilmente".
Serrinha-Bahia
Heitor Silveira (09/01/2009 - 11:22)
07/01/2009 - Mostra "Lista Negra" retrata afroamericanos famosos; veja fotos
"VOCÊ SEMPRE SERÁ NEGRO. SEMPRE HAVERÁ UMA REAÇÃO EXAGERADA PARA UM LADO OU PARA O OUTRO COM A SUA PRESENÇA, SEJA BOA OU RUIM." Comediante Chris Rock
O comediante Chris Rock, um dos retratados pelo fotógrafo Greenfield-Sanders
Um museu no bairro do Brooklyn, em Nova York, está exibindo uma série de retratos e entrevistas em vídeo com afroamericanos famosos dos Estados Unidos.
A tenista Serena Williams, o ator e comediante Chris Rock, o músico Sean Combs, a escritora Toni Morrison e o ex-secretário de Estado americano Colin Powell são algumas das personalidades que estão no "The Black List Project" (ou "O Projeto da Lista Negra", em português), em exibição no Brooklyn Museum.
Nas entrevistas, conduzidas pelo crítico de cinema Elvis Mitchell, eles falam sobre como é ser negro nos Estados Unidos. As fotos foram feitas por Timothy Greenfield-Sanders, famoso por retratar celebridades e líderes mundiais. Na entrevista para o projeto, o comediante Chris Rock disse: "Você sempre será negro. Sempre haverá uma reação exagerada para um lado ou para o outro com a sua presença, seja boa ou ruim." (...) A exposição ficará no Brooklyn Museum até o dia 29 de março de 2009 e depois será exibida em outros museus nos Estados Unidos.
http://diversao.uol.com.br/ultnot/bbc/2009/01/07/ult2242u1814.jhtm
Gustavus Magni T. Sales (09/01/2009 - 08:56)
Manda essa entrevista para o Ali Kamel, ele vai adorar!
Túlio Amaral (07/01/2009 - 22:59)
E ainda tem gente (bota gente nisso, se não for a maioria) que tenha coragem de dizer que não existe racismo no Brasil. Até quando iremos confiar somente nos brancos de olhos azuis? (Até o Dantas limpar o tesouro nacional?)
Talvez todos nós brasileiros sejamos como essa paciente que perguntou quando seria atendida por um "Doutor". Fica claro que o racismo é forte e está enraizado no inconsciente da população brasileira. Só não admitimos, ou mesmo, achamos que o racismo é coisa de gente não esclarecida.
Fátima Oliveira (07/01/2009 - 11:31)
Olá Genilson, meus e-mails são:
fatimaoliveira@ig.com.br
fatima.oliveira1953@gmail.com
GENILSON GAUDÊNCIO DOS SANTOS (23/11/2008 - 10:10)
A SOCIEDADE EM QUE VIVEMOS ESTÁ ÁPTA E EDUCADA PARA REXASSAR E EXCLUIR O QUE É DIFERENTE! O PRECONCEITO RACIAL É MUITO EVIDENTE NA SOCIEDADE BRASILEIRA. NÓS OS NEGROS NÃO QUEREMOS APLAUSOS MAS QUEREMOS AGORA MAS DO QUE NUNCA O NOSSO DIREITO DE SERMOS TRATODOS IGULDADE E DIGNIDADE. EU VIVO A SITUAÇÃO DA COLEGA Drª Fétima de Oliveira. Eu sou acadêmico de Enfermagem mas decidi que quero fazer medicina. Assim como a doutora colocou que sofre essa discriminação racial em seu ambiente de trabalho por ser uma médica negra eu ja passei por cituações semelhantes por ser um estudante da área de saúde negro. A Drª Fátima age com consciência de ser e ela estar de parabéns pois é muito verdade o que diz! a classe médica e todos os demais profissionais de saúde devem se unir"negros" com o intúito de fortalecimento da categoria e grupo étnico.
Josias Mendes (22/11/2008 - 23:18)
Fiquei impressionado com o relato, a maturidade política da entrevistada nos passa credibilidade e serenidade.
Maria Carvalho (21/11/2008 - 10:55)
Confesso que fiquei chocada com esta entrevista, entretanto nós afro-brasileiros não devemos nos intimidar diante de situações como essas que certamente vem de pessoas cuja ignorância é incontestável. Parafraseando o saudoso Paulo Autran que dise em uma de suas entevistas: "O racismo é fruto da burrice e da ignioncia" Alio-me a doutora, pois minha história de vida, como de milhares de afro-descendentes não são diferentes o que não impedirá de continuarmos lutando pelo fim do racismo e pela igualdade. Parabéns a doutora!!
Maílson Santana (20/11/2008 - 20:26)
É um alento ouvir esta entrevista
Benedito Porto (06/11/2008 - 08:47)
Excelente e lúcida entrevista. Diz com todas as palavras o que é o racismo
Daniel Sardinha (05/11/2008 - 13:50)
Bela entrevista. Meus cumprimentos ao Azenha e à Dra. Fátima Oliveira
Estela Magalhães (02/11/2008 - 16:32)
Fiquei impressionada. Acabeid e acreditar que só sabe até onde vai o racismo quem é vítima
Nádia Venâncio (01/11/2008 - 08:28)
Uma etrevista excelente. Parabéns pra autora e pra você Azrnha
Daniel Moreira (31/10/2008 - 08:55)
Dra. Fátima Oliveira, que força a sua! Parabéns
Pedro Duarte Pereira (31/10/2008 - 00:06)
Uma mulher muito bonita e com uma voz poderosa e também bonita. As idéias são sem reparos. Parabéns
Andressa de oliveira (aluna do colégio Pedro 2) (24/09/2008 - 15:24)
Drª Fátima de OLiveira ela é um exemplo de pessoa fez sua faculdade com poucas pessoas negras a maioria branca.isso nos mostras que todos nos brancos e negros temos os mesmos direitos,devemos respeitar uns aos outros.E nós que somos negros devemos lutar,por nossos diritos e não desistir,pois racismo é crime!!!!!!!!!!!
Querles de Souza (10/09/2008 - 13:51)
Infelizmente em um país onde a maior parte da população é negra, o preconceito ainda é uma doença incurável.
Essa é a cara do Brasil.
Roberto Almeida (06/09/2008 - 02:54)
Uma entrevista que cala fundo na gente.
Viviane Almeida (04/08/2008 - 17:24)
É uma entrevista chocante. É que or acismo é tão perto e a gente quase nunc ao vê. Aprendi muito
Diógenes Parzianello (20/06/2008 - 09:32)
Olá Azenha, muito bom o seu trabalho em colocar brilhantes entrevistas como a da Dra. Fátima Oliveira. Sou estudante da graduação de Ciências Sociais da Univ. Federal do Paraná e preciso o contato da Dra. Fátima Oliveira, pois procurei pela internet e não consegui, tenho urgência, caso necessite pode entrar em contato comigo através do meu email: dii@ufpr.br
Desde já agradeço!
Abraço,
Diógenes
Jorge (09/06/2008 - 13:44)
Fátima Oliveira é uma mulher inspirada e também uma inspiração. Se joga no que faz. Já assisti uma palestra dela e já a vi na Tv várias vezes. É muito corajosa também, d eum raciocínio diferente e impressionante. Enão tem papas na língua.
Messias (29/05/2008 - 22:04)
Pois eu não sabia que a primeira senadora negra do Brasil havia sido a Dra. Lélia. Nunca ouvira falar. Obrigado mesmo Leila
Períodos Legislativos da Quinta República - 1979-1983
Senadora Laélia de Alcântara
Laélia Contreiras Agra de Alcântara
Nascimento: 7/7/1923
Natural de: Salvador - BA
Filiação: Júlio Martins Agra
e Beatriz Contreiras Agra
Falecimento: 30/8/2005
Histórico Acadêmico
Primário Colégio das Sacramentinas
Secundário Colégio Nossa Senhora das Mercês
Medicina Faculdade de Ciências Médicas
Administração Hospitalar
Pré-médico Ginásio da Bahia
Cargos Públicos
Diretora da Maternidade Bárbara Heliodora
Presidente da Junta Federal de Inspeção de Saúde
Secretária em exercício da Secretaria de saúde do Serviço Social
Chefe do Posto de Puericultura Rio de Janeiro
Profissões
Médico
Mandatos
Senador - 1981 a 1981
Trabalhos Publicados: 90 dias no Senado Federal
Leila Jalul (29/05/2008 - 12:41)
Dra. Fátima, a senhora cura alguém de queixo caído e ombro arriado?
Assim estou eu. Escrevi um comment noutro site e deu erro. É que sou errada de nascença!
Veja, se hoje, em pleno século XXI, você sofre de preconceitos, até por parte de negros, se você sofre preconceitos por ter nascido lá em cima, como dizia um professor meu de Metodologis Científica, do quadro da USP, imagine o que sofreu uma médica formada em 1956, na Faculdade de Medicina da Bahia. Falo da médica Laélia Contreiras Agra de Alcântara, profissional que, por obra do destino, foi parar numa terra onde poucos eram negros.
Hoje, por denodo, você tem voz e mecanismos de defesa. Fico feliz por sua atuação na medicina, na literatura e na defesa dos interesses dos que sempre viveram no escanteio da história.
Sou feliz por conhecer você, Dra Maria de Fátima, ainda que virtualmente.
Juninho (29/05/2008 - 04:57)
É uma mulher de muita coragem
Antônio Peixoto (26/05/2008 - 14:01)
Brilhante entrevista. São pessoas como você que fazem a diferença
Edna (22/05/2008 - 08:24)
Simplesmente chocante
Márcia Bezerra (21/05/2008 - 15:25)
Muito boa a entrevista. Como dizer que não há racismo se uma pessoa como a doutora diz que sofre racismo e exemplifica
Wilson (21/05/2008 - 08:32)
Prezada Dra. Fátima Oliveira, a minha solidariedade mineira. Sei que é pouco diante do que a senhora enfrenta, mas é o que posso oferecer-lhe
Fátima Oliveira (20/05/2008 - 18:47)
A minha gratidão às pessoas que ouviram a entrevista e a comentaram, aqui, por emails e telefonemas. Ao Azenha, meus agradecimentos por ter pautado, mais uma vez, o tema do combate ao racismo em seu site: "Vi o mundo", uma referência dos debates que fazem avançar a democracia. Reconheço e agradeço a sua solidariedade. Camélias pra você!
Ao Gustavo, que me viu cavalgando no haras da Fazenda Bella Vista, nos arredores da Serra da Moeda (ninguém se esconde!), obrigada pelas referências elogiosas. Não sou uma "amazona", apenas amo e curto cavalgar. Sei montar desde criança, não como esporte, mas "andar a cavalo" era, no inverno, o único meio de transporte onde nasci, Graça Aranha, médio sertão do MA. Tenho a honra de ser sertaneja. Carrego o sertão no peito e na mente. Desde criança, monto e tenho cavalos meus. Fui casada com um criador de cavalo mangalarga, pai de minha prole, de 5. Monto, por lazer, o Taj Mahal ("símbolo do amor eterno", na Índia), um mangalarga marchador, belo!
Fátima Oliveira (20/05/2008 - 18:23)
Comentário sobre a entrevista (por email) de Leila Britto (São Luís do Maranhão)
Fátima,
Minha eterna musa da sabedoria, fico feliz a cada comentário que tenho conhecimento ao seu respeito. Me sinto vitoriosa como vc, pois sei que fiz parte desta formação para um brillhante futuro que hoje é reconhecida mundialmente ( fico orgulhosa e ao mesmo tempo estou me sentido o máximo da "cocada preta", ehehe). Mas, é isso mesmo orgulhosa dos velhos tempos de menina que fui e dei muito trabalho para vc.
bjs e parabéns.
Leila
Nota (minha): Leila Thereza Moreira Lima Tenório Britto, é administradora de empresa. Durante muitos anos ensinava a Leila a fazer o "dever de casa", todos os dias, quando ela cursava o primário nas Irmãs Dorotéias, pois morei na casa dela (Mansão Serra Negra) depois que passei no vestibular de medicina até quando me casei (1975), no 3º. ano de medicina.
Lúcia Toni Campos (20/05/2008 - 12:11)
"A mesma paisagem
escuta o canto e assiste
a morte das cigarras"
Matsuo Bashô
Soarai (19/05/2008 - 20:01)
DRa. Fátima Oliveira, que sábio seu avó, né? Todo mundo sabe que você é uma polemista das boas. Já li muitos artigos seus. Achei bonito ele sacar que vc gostava muito de "questão". Ri bastante porque achei de muita sabedoria e sou de um lugar que quando se fala também que alguém gosta muito de questão é porque sabe contraargumentar, questionar, etc.
Conceição Oliveira (19/05/2008 - 15:12)
Lucélia como a própria Fátima cunhou o racismo é a 'fé bandida' que ultimamente anda se fragmentando em várias 'igrejas' discursivas.
**********
Mariana, obrigada por atualizar, ia pedir a ela, mas como vc mesmo lembra, Fátima não pára um segundo. Eu acho que todos que conhecem seu trabalho são unânimes nas avaliações. Eu a conheci nas listas de discussões de gênero e das relações étnico-raciais e passei a me encantar com seus textos e a trocar figurinhas. Prazerosamente neste convívio virtual descobri que além desse currículo invejável, Fátima é uma pessoa cheia de humor, daí também vem sua sabedoria não apenas cognitiva, mas emocional pra lidar com tanta truculência e com tantos 'deficientes' emocionais que professam a 'fé bandida' abraços em ambas.
Elisa Lucena (19/05/2008 - 13:00)
Sofri, mas fiquei encantada ao ouvir o corajoso depoimento dessa mulher "que gosta muito de questão" ( que bom!), a Dra. Fátima Oliveira. Ela é muito corajosa, firme e serena.
Mariana Rodrigues (19/05/2008 - 00:35)
Excelente entrevista. Fátima Oliveira é gente que faz. Eu a conheço de muitos anos, sempre uma lutadora. Há um artigo dela, escrito em 2003, que é muito bom e que se chama "Do sertão do Maranhão à Rede Feminista de Saúde", no qual ela diz:
"Mas não fiz apenas medicina e política. De alguns estados de paixão resultaram casamentos, separações, viuvez, três filhas, dois filhos, uma neta, Luana, e um neto, Lucas. Publiquei seis livros. Tive o privilégio de poder ter, ao mesmo tempo, profissão, amores, maternidade e luta. Vivo intensamente. Amo o que faço."
http://www.vermelho.org.br/diario/2003/0113/fatima_0113.asp?NOME=Fatima%20Oliveira&COD=1372
É coautora de vários livros e autora dos seguintes livros: Engenharia genética: o sétimo dia da criação (Moderna, 1995; atualizado em 2004); Bioética: uma face da cidadania (Moderna, 1997; atualizado em 2004); Oficinas Mulher Negra e Saúde (Mazza Edições, 1998); Transgênicos: o direito de saber e a liberdade de escolher (Mazza Edições, 2000); O estado da arte da Reprodução Humana Assistida em 2002 e Clonagem e manipulação genética humana: mitos, realidade, perspectivas e delírios (CNDM/MJ, 2002); Saúde da população Negra, Brasil 2001 (OMS-OPS, 2002); dos romance "A hora do Angelus" (Mazza Edições, 2005). Recentemente escreveu um artigo sobre o seu próximo livro, mais um romance, "Reencontros na travessia: a tradição das carpideiras" (Mazza Edições, 2008).
Lucilélia Barroso (18/05/2008 - 23:17)
É chocante o relato de uma mulher tão brilhante sobre o que o racismo a obriga a viver. Realmente a gente precisa se convencer que o racismo funciona como um destruidor de almas e que são poucas as pessoas com só com sua própria guerra conseguem enfrentá-lo e sobreviver sem danos aparentes, porque é quase impossível alguém sofrer tantas espezinhações e ter
sanidade mental.
continuação (18/05/2008 - 19:45)
Foi uma das 52 brasileiras indicadas para o Nobel da Paz pelo projeto "1000 mulheres para o Prêmio Nobel da Paz 2005.
Fonte: Coalizão Internacional pelo direito das mulheres http://portugues.iwhc.org/ e Vermelho.org
Para Helio de Jesus (18/05/2008 - 19:38)
Oi Hélio, a entrevistada é a dra. Fátima de Oliveira, temos em comum o sobrenome. Quisera eu ter um currículo como o dela.
Abraços
Conceição Oliveira
Antonio Arles (18/05/2008 - 10:32)
Quero mais Azenha...a Dr.ª Fátima Oliveira é uma inspiração! Forte abraço.
Como médico e negro, nascido na Bahia e com passagem em praticamente todas as UF brasileiras em função do meu ofício, ratifico a dificuldade que temos em sermos percebidos respeitosamente pela sociedade. Parabéns à colega pelo relato.