Atualizado em 05 de março de 2008 às 23:42 | Publicado em 05 de março de 2008 às 14:55
O ministro Carlos Ayres Britto, do Supremo Tribunal Federal, acaba de apresentar seu relatório na ação direta de inconstitucionalidade movida pelo ex-procurador geral Cláudio Fontelles contra o artigo 5 da lei da Biossegurança, que permitiria o uso de embriões humanos, gerados em laboratório, nas pesquisas científicas. No relatório ele apresenta os dois lados do debate: um, que acha que a vida humana começa no momento da fecundação, independentemente de acontecer numa proveta de um laboratório ou no útero da mulher. "O zigoto é um ser humano embrionário", diz essa corrente; do outro lado, aqueles que acreditam que os embriões produzidos em clínicas de reprodução assistida não são ainda uma vida humana e podem contribuir, isso sim, para a cura de doenças e o prolongamento da própria vida humana. Um belo debate.
Aqui ao menos está dando erro, só consigo ouvir a introdução da fala