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BRUNAZO: FRAUDE EM FLASH CARD PODE AFETAR 50 MIL VOTOS

Atualizado em 16 de junho de 2008 às 09:53 | Publicado em 25 de março de 2008 às 19:15

Amilcar Brunazo Filho passou a se interessar pelo sistema de eleição do Brasil quando foi votar. Engenheiro formado pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, desde então passou a estudar o assunto, segundo ele "para garantir meu voto." Já montou um fórum na internet para debater o assunto. Já escreveu um livro. Acha o sistema eleitoral brasileiro vulnerável.

Amilcar dá exemplo: um único flash card é utilizado para carregar 100 urnas, que podem receber até 50 mil votos. O flash card é um cartão com as instruções de funcionamento da urna. Como o sistema brasileiro não deixa qualquer registro em papel, nem antes nem depois da votação, Amilcar argumenta que não é possível garantir a confiabilidade dos resultados. O sistema seria ainda mais vulnerável em eleições como a de 2008. Em alguns municípios, segundo Amilcar, bastaria fraudar o resultado de três ou quatro urnas para garantir a eleição de um vereador.

Já adianto que ouvirei outras pessoas a respeito do assunto. É um assunto que me interessa desde por volta de 2000. Repórter da TV Globo, passei a investigar o assunto. Não me lembro exatamente das circunstâncias em que isso aconteceu, mas a reportagem ficou pela metade. Vamos ver se consigo recuperar o tempo perdido.


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ÚLTIMOS COMENTÁRIOS
Sandro (29/08/2008 - 01:10)
Imprimir voto???! Não dá, galera! Imagina só: o eleitor vota, depois olha no papel e vê que errou ou se arrepende! Aí ele diz que o que foi impresso não foi o que ele votou. Tumulto na certa!!! Vamos queimar a mufa para descobrir uma maneira melhor de auditar!

Leamartine Pinheiro de Souza (21/05/2008 - 01:15)
ana (25/03/2008 - 21:04) - O melhor seria o voto escaneado como nas loterias da Caixa Econômica Federal, já que a Lei 4737/65 que institui o Código Eleitoral Brasileiro, no Art. 127, determina: Compete ao presidente da mesa receptora... Inc. VI - autenticar, com a sua RUBRICAR, as cédulas oficiais E NUMERÁ-LAS... A rubrica do Presidente existe para que as cédulas eleitorais não sejam trocadas e, neste caso, as cédulas escaneadas poderiam conter a assinatura do Presidente, de um Mesário e, até, de um Fiscal Partidário presente no início dos trabalhos. Agora, quanto a sua NUMERAÇÃO, dá para se concluir QUE O VOTO JAMAIS FORA SECRETO NO BRASIL.

Leamartine Pinheiro de Souza (21/05/2008 - 01:07)
Gustavo Pamplona (25/03/2008 - 22:25) - Talvez muito pior do que "meio falsa". Sendo estas urnas fabricadas pelas empresas norte-americanas Diebold e Unisys, com Sistema Operacional da Microsoft, também norte-americana, uma única linha de código mal intencionada, no próprio SISTEMA OPERACIONAL norte-americano, poderia eleger os candidatos do partido submisso que melhor atendesse aos interesses dos países hegemônicos, tendo como exemplo a seguinte fórmula: Desvie 10% dos votos de cada candidato para os candidatos cuja matrícula iniciem com a dezena "99" e, com isto, TERÍAMOS UMA INVASÃO BRANCA EM NOSSO TERRITÓRIO que, sem disparar um único tiro, tomariam a nossa soberania como tentaram sobre a nossa Base de Lançamentos de Alcântara, no Maranhão, onde criariam uma GUANTÂNAMO no Brasil que, como os cubanos, em Cuba, sequer poderíamos por os pés. O pior, É QUE ESTE RISCO AINDA EXISTE !!!

Leamartine Pinheiro de Souza (21/05/2008 - 01:00)
Gustavo Pamplona (25/03/2008 - 22:37) - Existe uma possibilidade mais plausível, depois que FHC entregou as empresas estatais produtivas e acabou com a economia brasileira, a "turminha" dele acreditou que ao ver o abacaxi que recebera, em menos de dois meses Lula entregaria o boné. Foi aí que a referida "turminha" caiu do cavalo. Lula não só manteve-se na Presidência da República, como consertou boa parte do estrago feito por FHC e ainda quitou a dívida com o FMI e o Clube de Paris, livrando-nos da ingerência externa e das ameaças de Margaret Thatcher e dos Generais norte-americanos que propalavam: AQUELES QUE NÃO TIVEREM CONDIÇÕES DE QUITAR SUAS DÍVIDAS, QUE O FAÇAM COM TERRAS, de olho em nosso território amazônico.

Leamartine Pinheiro de Souza (21/05/2008 - 00:51)
José Azevedo (26/03/2008 - 09:01) - A resposta pode estar na pergunta que enviei para a Radio Justiça, abaixo reproduzida: Sobre a entrevista do Ministro Marco Aurélio que declarou ser um retrocesso o voto impresso, gostaria de registrar o seguinte: Cabe a um Magistrado ouvir as partes para tirar suas conclusões. O Ministro está deixando-se engravidar pelo corpo técnico do TSE sem ouvir a sociedade e o meio acadêmico que domina a matéria. Está sendo o Ministro respeitoso com a sua própria condição de Magistrado ou, no topo de sua Excelência está esquecendo o princípio básico do que seja JUSTIÇA !!!

Leamartine Pinheiro de Souza (21/05/2008 - 00:43)
O Chris Almeida - BH (26/03/2008 - 13:34) - A urna eletrônica norte-americana utilizada no Brasil imprime apenas o BOLETIM DE URNA com o número de votos apurados para cada candidato, DEPOIS DE TER SIDO PROCESSADO PELO PROGRAMA INSERIDO NAQUELAS URNAS. Havendo fraude provocada pelo citado programa, o próprio Boletim de Urna já estará com o resultado fraudado e, como não existem os votos impressos para conferir se o Boletim de Urna respeitou a soberania dos eleitores, jamais será possível verificar se houve fraude ou não, valendo ressaltar que, já houve casos, em que na Seção Eleitoral do próprio candidato, este reclamara não ter constado sequer o seu próprio voto !!! Agora, se nem o próprio candidato não votou em si mesmo, só o Alfred Hitchcock ou outro do gênero para desvendar.

Leamartine Pinheiro de Souza (21/05/2008 - 00:35)
Thelonius (26/03/2008 - 20:44) - Enquanto a Lei 10408 de 2002 fora discutida pelos plenários da Câmara e do Senado, a Lei 10740 de 2003 fora aprovada pelas lideranças das duas casas, sob a batuta do então Presidente do TSE, Ministro Nelson Jobim, da noite para o dia, sem discussões com os plenários daquelas casas.

L (21/05/2008 - 00:28)
Murilo Costa (27/03/2008 - 22:11) - Neste caso a fraude pode ter sido tentada na apuração do número de votos no próprio TRE, ou seja, o PROGRAMA do computador central do TRE, ao receber os Disquetes com os resultados de cada urna eletrônica, pode ter utilizado uma fórmula que desviasse os votos do candidato Lula, só que a fórmula deve ter sido feita pelos mesmos idealizadores daquele equipamento e, com um funcionamento tão desprezível quanto o da própria urna, acabou desviando mais votos do que os recebidos por aquele candidato. Cumprindo acrescentar que isto só fora observado no Rio de Janeiro. Como os programas que rodam nos TREs são desenvolvidos e distribuídos pelo TSE em Brasília ?!!

Leamartine Pinheiro de Souza (21/05/2008 - 00:18)
Fernando (08/04/2008 - 10:32) - A eleição de Lula confirmou as pesquisas eleitorais da época, no entanto, a reeleição de FHC, esta sim, contrariou totalmente as expectativas, já que o povo brasileiro já estava totalmente contrariado com o entreguismo de Fernando Henrique. Por conseguinte, se houve alguma fraude, fora na reeleição de FHC.

Leamartine Pinheiro de Souza (21/05/2008 - 00:14)
Marco Vitis (21/04/2008 - 18:58) - Desta forma o sistema não funcionaria, pois, é possível, em programação, verificar se o sistema está utilizando o voto impresso para não fraudar nesta urna, deixando o ilícito para as demais.

Leamartine Pinheiro de Souza (21/05/2008 - 00:12)
Marinho (03/05/2008 - 10:27) - O número de candidatos nas eleições deve ser analisado por dois ângulos distintos e, o mais importante, na realidade, é a garantia constitucional de que todos os brasileiros, no pleno exercício de seus direitos de cidadania, podem se candidatar aos cargos eletivos que bem entender e, caso tenhamos uma radical limitação do número de candidatos que cada partido pode registrar, estaremos cerceando este direito fundamental de cada cidadão poder eleger ou ser eleito, piorando, ainda mais, a representação política no Brasil.

Leamartine Pinheiro de Souza (20/05/2008 - 23:55)
Prezado Sr Amilcar Brunazo Filho, Ouvi as duas reportagens e as considerei excelentes. Embora saiba que a profusão de seus conhecimentos sobre as inúmeras ocorrências pertinentes às Urnas Eletrônicas norte-americanas utilizadas no Brasil não permita que tenhas todos os dados na ponta da língua, faltou documentar a fragilidade das flash-cards com a matéria publicada pelo Jornal A TARDE, de Salvador-BA, de 04-06-2006 que, na página 18 do Caderno de POLÍTICA, em que o DESEMBARGADOR MANOEL MOREIRA, EX-PRESIDENTE DO TRE DA BAHIA, declarou que, antes das eleições de 2002, desapareceram 8.000 flash-cards do depósito do próprio TRE-BA, dando-nos a efetiva dimensão de quão vulnerável é o Sistema Eleitoral Brasileiro. Não fosse o fato destes flash-cards serem utilizadas por regiões, muitas delas com poucas Seções Eleitorais, isto poderia ter afetado 400.000.000 de votos, (8.000 flash-cards, que podem carregar 100 urnas com até 500 votos por urna). Se 10% destes flash-cards tiverem sido utilizados para fraudar as eleições na Bahia, até o cargo de Governador do Estado poderia ser adulterado.

Marinho (03/05/2008 - 10:27)
Com esta ruma de candidatos o eleitor vai com certeza votar nulo ou branco, imagino a dificuldade do eleitor conferindo aquele papelzinho tipo o que sai das maquinas do supermercado ou da casa loterica. sei não tem que arrumar um jeito de fazer este recibo ser facil de conferir. Pra lembrar la nos Estados Unidos tem dois partidos e os votos são para candidatos do mesmo partido ""democracia"". Tambem no Brasil os partidos lançam muitos candidatos deveria ter limites para cada legenda.

Marco Vitis (21/04/2008 - 18:58)
Concordo plenamente com a impressão do voto e o eleitor colocá-lo numa urna para auditoria. Não seria necessário que todas as urnas tivessem este tipo de controle. Cada partido teria direito de escolher "n" secções eleitorais, no dia da votação, para que o controle impresso fosse ativado. Isto é tecnicamente muito fácil de ser implementado. Até em estacionamento de supermercado tem esse tipo de impressão.

Hudson Lacerda (11/04/2008 - 01:30)
O links que o Paulo Henrique Oliveira queria é este: http://www.sbc.org.br/index.php?language=1&content=downloads&id=281 Outros relatórios técnicos sobre voto eletrônico: http://www.brunazo.eng.br/voto-e/textos/relatindex.htm

Altemar (08/04/2008 - 18:47)
alguém já viu o filme ? ? http://www.youtube.com/watch?v=dO5o6fObHYQ

Fernando (08/04/2008 - 10:32)
Pelo o que eu entendi a eleição do Lula pode ter sido fraude.

Maria Libia (06/04/2008 - 19:12)
Me angustia esta premissa do voto sem provas. Para que eu apanhei da polícia nas passeatas Na São João (SP) em 1968, quando nada mudou? Éramos contra o trato do Mec-Usaid, pois sabíamos, de antemão, o que seria a escola do futuro. O futuro chegou e nós estávamos certos. Os civita e seus "guerdames" invadiram a América do Sul e veja o que aconteceu. O Estadão, Folha, Globo continuam fazendo o que fizeram na ditadura. Nada surpreendente. Ficar teclando na internet, dando opiniões sem resultados práticos, não adianta. PHA já foi defenestrado, Mino, Nassif, Caros Amigos, estão na mira. Rouba-se neste Brasil, na cara dura. Como vcs ficarão ao votar este ano sabendo que seu voto pode não valer nada? Simplesmente vcs são cidadãos de segunda classe, vcs não, nós. Vem, vamos embora, que esperar não é saber, QUEM SABE FAZ A HORA, NÃO ESPERA ACONTECER.

Paulo Henrique Oliveira (06/04/2008 - 12:03)
Não consegui postar o link aki, pois é um download... Mas, por favor, procurem no site www.sbc.org.br o "Relatório Urna Eletrônica", sobre o trabalho de um professor do ITA sobre a possibilidade de se violar uma urna eletrônica... Grato

Murilo Costa (27/03/2008 - 22:15)
Caro Azenha, Quero sugerir uma entrevista com o prof. Pedro Antônio Dourado de Rezende, que também tem vários trabalhos cobre o processo de votação brasileiro. Leonel Brizola fez uma grande campanha pela materialização (impressão) do voto, mas nunca conseguiu repercutir a sua provocação na grande imprensa. O então presidente do TSE, Nelson Jobim, fez uma verdadeira cruzada contra a questão levantada por Brizola e o assunto morreu.

Murilo Costa (27/03/2008 - 22:11)
Caro Azenha, Numa eleição presidencial (2002 ou 2006, não lembro qual), a Band fez uma chamada ao vivo, direto do TSE, onde seria publicada a primeira parcial da apuração daquele pleito. Quando a parcial apareceu no telão, o candidato Lula estava com 56 mil votos NEGATIVOS (teria sido um flash card viciado?). O repórter ficou simplesmente atônito, enquanto a emissora cortava a imagem. Depois disso, nenhum comentário posterior, nenhum debate acerca de tão insólito acontecimento. Será que alguém conseguiria garimpar esse vídeo no You Tube?

Hudson Lacerda (27/03/2008 - 01:11)
HISTÓRICO DA LEI DO VOTO VIRTUAL ÀS CEGAS: http://www.brunazo.eng.br/voto-e/textos/PLazeredo.htm#2. http://www.cic.unb.br/docentes/pedro/trabs/e-voto.htm http://www.cic.unb.br/docentes/pedro/trabs/azeredo.htm http://www.votoseguro.com/alertaprofessores/

Pitágoras (26/03/2008 - 22:29)
Também sou engenheiro, mas sobretudo um calejado com a molecagem reinante nesse país. Indago-me porque razão nenhum país ainda adotou a tal urna, particularmente sem o voto impresso para permitir auditoria independente e sem firulas técnicas pela sociedade leiga? O fervor com que os senhores magistrados do TSE e a postura do legislativo em derrubar a lei que garantia a impressão do voto não combinam com a fragilidade com que qualquer mortal constata nos sistemas de informática: é bug de toda sorte e frequencia nessas engenhocas das quais nos tornamos escravos, é invasão em cima de invasão nos sistemas mais bem protegidos do mundo. Talvez a razão para o citado fervor seja apenas um rançoso ufanismo, mais provável sejam os interesses velados.

Thelonius (26/03/2008 - 20:44)
Boa noite a todos. Penso que é um assunto que exige muita seriedade. Concordo plenamente com a implementação do módulo de impressão do voto, bem como, com a adoção de qualquer procedimento que possa aumentar a segurança e a transparência do sistema eleitoral brasileiro. Mas antes de atirar cegamente contra o TSE, vale lembrar que a suspensão da utilização do voto impresso se deu por força de lei. A quem se interessar: Lei 10.740 de 2003 que alterou a 10.408 de 2002, que implantava o módulo de impressão de voto. Falei em seriedade, pois é ela que valoriza o debate. E nessa mesa deverão se sentar os partidos políticos, o Ministério Público, a sociedade civil organizada, a Justiça Eleitoral, o Congresso Nacional. Neste post já há comentaristas "apostando" em favorecimentos em licitações, ou na natural corrupção do sistema e etc. Esse é o modus operandi do PIG ou daqueles a quem não interessa debater nada. No mais, suposições são importantes até certo ponto. À partir daí, necessitamos de indícios e por fim, de fatos. Um flash card pode fraudar 50.000 votos? Como devemos considerar isso? Como suposição, indício ou fato? Pergunto: de quantos Arthurs Virgílios nós precisamos? Abraços a todos.

O Chris Almeida - BH (26/03/2008 - 13:34)
Aviso a quem não conhece o sistema a fundo (ou nem tanto). Cada urna já imprime os votos, no princípio ela emite uma "zerésima" que demonstra sua "virgindade", ao fim ela solta um "saldo" com todos os votos contidos nela, a quantidade de cada candidato votado e tal. Imprime deste saldo a quantidade que pedirem, em cidades pequenas pode-se fazer uma apuração extra-oficial através disso. Não existe a princípio nenhum impecilho técnico para que ela solte a cada voto um fragmento para ser depositado em uma urna convencional, e ao fim um saldo parcial computado.

Álvaro (26/03/2008 - 11:38)
Azenha, Vamos fazer um exercício: Parto do princípio de que nada justifica ser contra a impressão voto pela urna eletrônica. Isso permite auditoria e é mais seguro. É uma questão de bom-senso. Então, por que as autoridades eleitorais são contra a urna que imprime? Não creio que seja para facilitar a fraude. Deve haver outra razão. Eis uma sugestão: Para o TSE ter urnas eletrônicas que imprimam o voto seria preciso refazer o projeto, licitar tudo de novo e recontratar a fabricação. Isso significa zerar as condições de concorrência entre os fornecedores atuais, que já se capacitaram tecnologicamente para fazer a urna não-impressora, e todos os outros que até agora ficaram de fora porque não quiseram se meter onde sabem que não vão ganhar. Se mudar o requerimento tecnológico das urnas, muda o conjunto dos competidores e o jogo recomeça igual para todo mundo. É lógico, quem já está dentro não vai gostar; quem está fora, vai querer entrar. Eu puxaria o fio por aí...

Hudson Lacerda (26/03/2008 - 11:30)
Não, walkiria, duas vias não!!! O voto é secreto, ninguém pode ter meios de saber em quem alguém votou. Mesmo o próprio eleitor deve conferir o seu voto apenas no momento de votar, e não pode ter meios de provar em quem votou, para não correr o risco de ser pressionado a revelar seu voto. Infelizmente hoje, com o sistema puramente virtual, nem mesmo o eleitor tem como conferir se está votando em quem deseja, só pode "rezar" para que o sistema esteja funcionando corretamente.

Hudson Lacerda (26/03/2008 - 11:25)
Uns links: http://www.cic.unb.br/docentes/pedro/trabs/queda.htm http://www.cic.unb.br/docentes/pedro/trabs/catsumi.html#topo http://www.brunazo.eng.br/voto-e/livros/F&D-texto.pdf (Por acaso, descobri que um conhecido meu trabalha no TRE-MG, e ele me disse que não confia no sistema eletrônico; para ele, o sistema é vulnerável a ataques de hackers.)

PECL (26/03/2008 - 10:00)
Concordo com a impressão do voto, mas acho que a emissão em 2 vias só favoreceria a compra de votos.

José Azevedo (26/03/2008 - 09:01)
Uma pergunta paira no ar: Por que será que o Ministro do TSE Marco A. Mello é contra a impressão da cédula?!

waleria (26/03/2008 - 07:27)
Azenha, não vejo UM ÚNICO MOTIVO para o sistema não imprimir o voto do indivíduo, em duas cópias, uma para a futura apuração manual se necessária, e outra para o indivíduo. O cidadão receberia as duas copias em papel do seu voto, e colocaria uma numa urna para possível recontagem e outra guardaria para si. Não há dúvida que o método atual, eletrônico SEM CONTROLE EXTERNO POSSÍVEL, em si dá matgem a enormes manipulações.

PECL (26/03/2008 - 00:46)
Eles divulgam que é necessário aguardar a data e hora certa para que se possa iniciar o sistema de votação na urna, ou seja, as 8 horas do primeiro domingo do mês de outubro (ou o último, em caso de 2º turno), para que se possa incluir votos na urna. Sabem o que basta para antecipar este horário? Um teclado colocado na porta ps2 da urna. Não há exigência de senha e nem há nenhum outro sistema de segurança para impedir isso. Nada impede que um vereador com más intenções, em conluio com um chefe de cartório, faça esta adulteração e coloque depois uma "urna de contingência" para a votação oficial, apurando depois somente a urna adulterada.

Ivan Moraes (26/03/2008 - 00:27)
A UNICA e EXCLUSIVA razao do sistema eletronico atual ter sido adotado no Brasil foi suas portas escancaradas aa fraude --eh por isso que ele nao da recibo. Nao existe outra.

zeleandro (25/03/2008 - 22:37)
Boa, Azenha. Tenho sérias dúvidas sobre o último resultado aqui no RS. O pessoal não dá bola, mas eu desconfio. Mesmo.

Gustavo Pamplona (25/03/2008 - 22:37)
Quero também comentar mais alguma coisa. Apesar de eu ser totalmente PTista outra coisa que por mais íncrivel que possa parecer, nunca acreditei que o Lula em 2002 iria levar a presidência do Brasil. Eu sempre achei que devido ao fato dele já ter disputado 3 eleiçoes anteriores e estava em sua 4a eleição acredito que a comunidade internacional, melhor dizendo os observadores internacionais não iriam acreditar numa coisa destas. Algo assim: Pô, este candidato já tentou 3 vezes e perdeu novamente na 4a, tem alguma coisa errada aí... Eu posso dizer que tenho um certo ceticismo em relação a isto mesmo. Eu às vezes acho que em 2002 teve um imenso acordão envolvendo os partidos, o judiciário e o legislativo: Algo assim: "Tá, vamos permitir que o Lula seja presidente, senão o povo (e por que não, o mundo) vai ficar desconfiado". Nunca acreditei muito na tal "democracia" e nem o que significa. Enquanto isto o povo inocente vai lá votar nestas urnas achando que estão fazendo alguma coisa.

Gustavo Pamplona (25/03/2008 - 22:25)
Sempre achei este negócio de Urnas Eletrônicas uma coisa meio falsa mesmo... É como se quiséssemos mostrar ao mundo que nós temos um sistema democrático eficiente. Eu também acho que fazemos papel de bobos indo no Domingo votar nestas urnas mas infelimente somos obrigados. Não foi a toa que surgiu aquele projeto de imprimr os votos e que eu acho que neste ano vai rolar em algumas cidades. E este projeto foi contestado por setores da mídia, talvez porque estes setores da mídia saibam de alguma coisa. Sempre desconfiei da Urna Eletrônica.

ana (25/03/2008 - 21:04)
Para evitar irregularidades isso, ao confirmar o voto, sairia a impressão do mesmo e o proprio eleitor colocaria em uma urna que seria devidamente guardada, até 1 anos após as eleições. Temos que exigir em campanha por todo o Brasil que fique em uma urna separada o voto devidamente impresso, para evitar futuras irregularidades que com certeza acontecerão.

Marcos Antonio da Silva Lima (25/03/2008 - 19:52)
Acho que tem que mexer com isso sim. Em eleições passadas, não foi uma, nem duas vezes que ouvi reclamações de eleitores que garantiram ter votado pra um candidato e juraram ter visto a foto de outro.

O Chris Almeida - BH (25/03/2008 - 19:35)
Vai fundo! Acho que uma urna com um "bilhetamento" onde o eleitor deposita o seu voto em forma de papel em uma urna convencional após votar na eletrônica seria a forma perfeita de controlar erros e fraudes.



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