Mary Land (09/04/2008 - 19:36)
l. A Igreja diz que a pesquisa deve ser etica, não se podendo utilizar uma "vida" (o embrião) em proveito de outra vida. A contrariu sensu, perguntaria: seria ético deixar no sofrimento milhões de seres vivos e que querem sobreviver,valendose de um conceito vago de um embrião inaproveitável, que não se encontra no uteo materno e inviavel, congelado ha mais de 3 anos e utilizado com o consentimentos dos genitores? Estou convencida que a Igreja, a exemplo do que ocorreu com Galileu, dentro de algum tempo, virá pedir desculpas pela posição adotada no presente caso. O Brasil é um país laico e democrático. Por exemplo, no caso de religiões que não admitem a tranfusão de sangue, seus correligionários são respeitados em suas convicções. Mas eles não podem impor seu entendimento a outras pessoas que professam outras crenças. Elas dispõem de plena liberdade para seguir os ditames de sua consciência. Estou cinvicat que os ilustres membros do Supremo saberão andar direito e depressa, para chegar a tempo de minorar as dores e desesperos de quem sofre na pele das diferentes patologias
Stella (07/03/2008 - 17:04)
Muitas vezes, nem mesmo após a implantação do embrião no útero nas técnicas de FIV ocorre a gravidez, parece-me que o organismo materno tem que "reconhecer" e aceitar o embrião para que a vida se desenvolva; dentro de um tubo de ensaio um embrião não pode ser considerado uma vida nos moldes que os religiosos colocam, não tem as condições necessárias, o meio propício para se tornar uma; tubo de ensaio não é útero, não há e nem haverá placenta, nem cordão umbilical; é preciso deixar bem claro que os que não forem utilizados não farão aniversário com bolo e velinhas e serão descartados. Qta confusão!
Messias Franca de Macedo (06/03/2008 - 13:26)
Errata: '... Feira de Santana, onde quem tem dois olhos não é rei. Imagine, quem tem apenas um!' (ao invés de '...Imagine, que tem apenas um!)
Muito obrigado.
Saudações,
Messias Franca de Macedo
Feira de Santana-BA
Penelope (06/03/2008 - 10:18)
Na verdade o ovulo e o espematozoides separados não são seres vivos, mas os dois juntos, a copula formão um ser, e isso deveria ser considerado uma vida, pois a partir da fecundação já existe um bebê. Será que estamos esquecendo disso!!!!
Pois é! A história humana é de um horror indescritível: crueldade, destruição, tortura, matança,massacres sem limites, geralmente em nome do butim, do lucro, do poder ou do simples prazer de subjugar, eliminar o próximo. Note-se que as vítimas são invariavelmente pessoas NASCIDAS (pleonasmo imperdoável). Agora, em Bruzudangas, cópia caricaturesca do Big Brother do norte, arrasta-se essa discussão estéril, onde, para atender a uma anacrônica doutrina religiosa, tenta-se impedir o avanço da ciência, a possibilidade de cura de milhões VIVOS que sofrem, aqui e agora. Bolas, feto não é pessoa. Ponto final. O resto é discutir sexo dos anjos. Deveríamos, para variar, tomar como paradigama os países realmente desenvolvidos, física e mentalmente, Holanda, Noruega, Suécia, etc. etc. Chega de Idade Média em pleno século XXI!