VIOMUNDO

Peronistas: “Há um gorila solto na Casa Rosada”; veja o vídeo

29 de dezembro de 2015 às 19h09

  Dica de Gerson Carneiro

da Agrupación Peronista 678 Zona Norte Para Todos

Povo na rua entoa:

“Macri cagoooon! Macri cagoooon!

Hay un gorila suelto en la Rosada,

Piensa que este pueblo no va hacer nada,

Nosotros militamos con el alma y el corazón

Che gorila, esa casa es de Peron!”

Macri Cagooooooooon  ♪ ♪ ♫

Posted by Agrupación Peronista 678 Zona Norte Para Todos on Sábado, 26 de dezembro de 2015

 

 

 

 

Veja também:

Macri pede liberdade pra presos “políticos” na Venezuela e toma sapatada de volta 

 

15 Comentários escrever comentário »

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Julio Silveira

02/01/2016 - 13h27

Agora só resta ao povo Argentino curtir seu retrocesso por um largo período de governo, e quem sabe aprender uma lição. Espero que o Brasil não cometa a mesma temeridade. Apesar do governo conservador da Dilma, sempre poderá acordar de seu transe.

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    anac

    03/01/2016 - 12h09

    É respeitar a eleição dele. E aguentar o período em que ficará a frente do governo, baixando decretos e sendo DITADOR. Resta tentar ganhar nas urnas novamente o governo.
    Bem que se Macri tentar anistiar os militares será apeado do poder com o apoio das Mães da Praça de Maio (Madres de Plaza de Mayo).

Nelson

30/12/2015 - 10h56

Meu caro Jader Guimarães.

O “gorila” fica por conta da intenção do Macri de libertar os gorilas da última ditadura (1976-1983), que assassinou ou fez desaparecerem mais de 30.000 cidadãos e cidadãs argentinos.

É preciso enfatizar que tal ditadura contou com o beneplácito e o apoio total dos governos dos Estados Unidos, país onde, dizem, vige uma democracia.

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    anac

    03/01/2016 - 12h13

    Acredito que os argentinos aguentem algumas medidas de Macri, se limitando a protestar contra elas nas ruas. Mas se ele resolver soltar os gorilas militares que sequestravam, torturavam e matavam, os argentinos partem para a violência para retirada de Macri do governo como fizeram com o De La Rua.

Nelson

30/12/2015 - 10h49

O professor de Economia na Universidade de Buenos Aires, Jorge Beinstein, faz uma excelente análise da eleição de Macri. Beinstein estabelece os rumos que a Argentina deve tomar com a direita de volta ao poder, ao mesmo tempo em que especula sobre dois cenários que podem se conformar no país vizinho para os próximos períodos. Ele não descarta a hipótese de que a Argentina acabe ficando igual ao México e à Guatemala.

O artigo “A Argentina oscila entre a crise de governabilidade e a ditadura mafiosa” foi publicado em http://resistir.info/beinstein/ditadura_civil_dez15.html.

Ou seja, ao retomarem o poder nos países de governos rebeldes, como já fizeram na
Argentina, e se conseguirem fazer o mesmo na Venezuela, na Bolívia, em Cuba, no Equador, ao que tudo indica, os neoliberais irão entrar “de sola”. Vão trabalhar para destruir por completo os países “por dentro”. Ou seja, desmantelar as instituições que garantem que estes países se mantenham em pé. Em suma, destruir o Estado para que a dominação possa ser completa.

O economista mostra ainda como está conformada a ordem criminosa imposta aos povos pelo grande capital, em sua busca incessante para assenhorear-se das riquezas e recursos em todos os cantos do planeta e assim manter e ampliar seu domínio .

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    Helena/S.André SP

    30/12/2015 - 23h00

    Li o link e o que ele fala está de acordo com o que li no site http://www.caminhoalternativo.wordpress.com no post intitulado “A agenda anglo-sionista de Mauricio Macri para a Argentina e a América do Sul”. Interessante.

    anac

    03/01/2016 - 12h16

    Politica da terra arrasada. Para não sobrar NADA do Estado peronista. Não deixarão pedra sobre pedra, impossibilitando que seja reconstruído o Estado do bem estar social.

Francisco

30/12/2015 - 08h21

“Anta” é do que xingam Dilma que possa ser publicado, o “normal” é a classe média alta mandar ela “tomar no…”.

Aconteceu na Copa e vai acontecer outra vez na Olimpíada.

O pior é que chamam de gorila um sujeito que cassa direitos, Dilma só amplia direitos – o que é bem diferente…

Além do mais, pessoalmente, sou terminantemente contra xingar governantes eleitos que operam dentro da Lei.

Xinga-los é xingar a democracia, é xingar o povo, o eleitor. Com ela, todo respeito é pouco.

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    anac

    03/01/2016 - 12h20

    Como cristão tenha misericórdia com o coxinha. Veja quem são os ídolos deles. Na classe artística como grande ator, Alexandre Frota, na música, Lobão e Tulio Dek.
    Na politica, bolsonaro, cunha, aécio 300 mil. É de dar pena mais do que raiva. É um midiota.

    Nelson

    03/01/2016 - 16h40

    Meu caro Anac. Faltou você citar aquele que é o maior ídolo deles, o FHC.

    Se você chama o mineiro de Aécio 300 mil, como deveríamos chamar FHC?

    Em artigo escrito anos atrás, Adriano Benayon nos alertava de que “especialistas estimam que a Vale controla riquezas no montante de 3 trilhões de reais”.

    Em revista que faz um balanço das privatizações, publicada em 2010, o Senge-PR estimava a riqueza sob controle da Vale em R$ 8 trilhões.

    E o FHC entregou a empresa por só 3,3 bilhões de reais. Destes, em dinheiro entrou apenas cerca de R$ 1 bilhão. O restante foi dividido, mais ou menos meio a meio, em moedas podres e empréstimo do BNDES.

    Como ficaria melhor, então? “FHC 3 trilhões” ou “FHC 8 trilhões”?

FrancoAtirador

30/12/2015 - 02h06

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O ESCRITOR, HISTORIADOR E JORNALISTA ARGENTINO, OSVALDO BAYER,
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AUTOR DE “La Patagonia Rebelde”, AFIRMOU QUE AS ELEIÇÕES NA ARGENTINA
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DEFINIRAM “UM GOVERNO ULTRACONSERVADOR COM MEDIDAS NEOLIBERAIS”
.
E ADVERTIU QUE “SE AS PESSOAS NÃO SE MOVEREM, MAURICIO MACRI VAI FAZER
.
O QUE BEM ENTENDE” COM OS DIREITOS SOCIAIS CONQUISTADOS ATÉ AGORA.
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“Vamos a tener que movernos como nunca para no perder los derechos que tenemos hasta ahora,
porque va a venir un gobierno ultraconservador con medidas muy neoliberales,
y la experiencia, la justicia social nos ha dicho que no va por ahí”,
sostuvo Bayer en la Facultad de Derecho de Universidad Nacional de Rosario (UNR),
donde se le hizo entrega del Doctorado Honoris Causa, tras lo cual brindó una Conferencia Magistral.
.
Así, atribuyó el triunfo de la alianza Cambiemos al apoyo de “los principales diarios
de Argentina, eso puede influir mucho sobre el público”.
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Al mismo tiempo, Bayer admitió que además de la oposición de algunos medios,
hubo errores en el kirchnerismo “a la hora de elegir candidatos,
y hubo equivocaciones últimas de la presidenta” que forzaron el resultado.
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El autor de La Patagonia Rebelde dedicó la distinción a “los amigos que fueron muertos
por las dictaduras, a los desaparecidos, en primer lugar a Rodolfo Walsh, mi mejor amigo.
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Cómo se hubiera puesto de contento al ver un acto así, él sí que lo merecía”.
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En ese momento, Bayer hizo una pausa emocionado, y luego recordó
la última vez que vio al autor de “Operación Masacre”.
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“El último encuentro fue en un café de calle Corrientes (en la Ciudad de Buenos Aires),
los dos habíamos sido condenados a muerte en las listas de las tres A
y nos encontramos nada menos que en un café” porteño, dijo entre risas irónicas.
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“Le pregunté por qué no se iba y me dijo que se quedaba a hacer la revolución,
él creía en la revolución… cuánta ilusión”, y recordó “su muerte defendiéndose
con un ‘revolvito’ frente a las ametralladoras de la marina de guerra”, destacó.
.
El Acto fue encabezado por el Rector de la UNR, Héctor Floriani, junto a los Decanos
de las Facultades de Ciencias Políticas y Relaciones Internacionales, Franco Bertolacci;
Lei, Marcelo Vedrovnik; y el Director de la Cátedra del Agua UNR, Aníbal Ignacio Faccendini.
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(http://www.telam.com.ar/notas/201512/129067-osvaldo-bayer-mauricio-macri-pueblo-gobierno-politicas.html)
.
(http://www.telam.com.ar/tags/3476-osvaldo-bayer/noticias)
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    anac

    03/01/2016 - 12h21

    Enfim, o retorno da Argentina ao p..teiro para servir aos USA, com quem voltará a manter relações carnais.

FrancoAtirador

29/12/2015 - 22h06

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Os Marinho acabam de chamar da Redação do Clarin
.
o Correspondente do El País, Ariel Palacios, para cobrir
.
as Eleições de 2016 na Província de São Paulo & Paraná.
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(http://bapijor.unrn.edu.ar/index.php/programadelcongreso/51-expositores/panelistas/105-ariel-palacios)
.
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Responder

Gerson Carneiro

29/12/2015 - 20h05

Aécio argentino. Doidão.

Responder

    anac

    03/01/2016 - 12h23

    O pai o desprezava, tratava como fracassado. Um playboy, ao estilo de aécio. Pobre Argentina, pobres argentinos.

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