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Eduardo Guimarães: E isso quando todos os mortos eram chavistas…

20 de abril de 2013 às 20h53

Foto Roberto Stuckert Filho, via blog do Planalto

Folha deixa escapar que todos os mortos eram chavistas

Por Eduardo Guimarães, no Blog da Cidadania, 20/04/13

Ao longo da sexta-feira (19), setores da mídia brasileira alinhados aos EUA evitaram noticiar o maciço comparecimento de chefes de Estado e de representes de dezenas de países à posse do novo presidente constitucional da Venezuela, Nicolás Maduro. Só à noite, nos telejornais, que um evento desse porte ganhou alguns segundos de cobertura.

O comparecimento de nada menos do que dezessete chefes de Estado – entre eles, a presidente Dilma Rousseff e quase todos os presidentes sul-americanos – assustou a direita, que não esperava apoio tão decidido à democracia venezuelana.

Nos jornais de sábado (20), o tom sobre a posse de maduro veio literalmente furibundo. Entre vários editoriais e “reportagens” sobre a Venezuela, a forma de seus autores de se vingarem do que não puderam alterar foi mentir desbragadamente.

Talvez o melhor exemplo de mitomania tenha sido o da Folha de São Paulo, jornal que integra um grupo empresarial que se consolidou ao longo do século XX servindo a uma ditadura feroz que encheu de dinheiro público os bolsos do fundador do veículo enquanto ele a ajudava a assassinar os que resistiam ao regime.

Em editorial intitulado “Contraordem chavista”, o jornal dá vazão a uma sucessão de mentiras e distorções sobre a Venezuela que só não é inacreditável para quem sabe que a Folha tem a mitomania encravada em seu DNA.

Já no primeiro parágrafo, além de uma mentira que pode ser desmontada até pela internet visitando o site de algum grande jornal ou tevê do país que se opõem ao governo, a Folha reafirma seu desprezo pela democracia ao relativizar eleições como respaldo único e inalienável a governos.

Diz a Folha que a “realização periódica de votações plebiscitárias” são usadas para “emprestar ao caudilho um verniz democrático”. Veja, leitor, que o jornal não chama de eleições, mas de “votações”. Para esse veículo, eleições livres e referendadas por incontáveis observadores internacionais não bastam para legitimar um governo.

Provavelmente o jornal da família golpista acha que um governo só é legítimo se a mídia e os ricos o apoiarem…

Mas foi no segundo parágrafo que o jornal se traiu sem apelação. Confira:

“A morte de Hugo Chávez e a eleição contestada de seu sucessor evidenciam a corrosão desses três pilares. O recurso à força bruta, ao peso dos militares e ao silenciamento explícito da oposição, que antes parecia desnecessário, agora se insinua de modo um tanto preocupante”

Antes de prosseguir, confira aqui, leitor, o que a Folha chama de “silenciamento explícito da oposição”. Trata-se da página de opinião do jornal El Universal, um dos mais ferrenhos opositores do regime venezuelano.

Se não bastar, visite o site do canal de televisão oposicionista e golpista Globovisión e veja como a oposição é “silenciada” na Venezuela – o nome do canal golpista venezuelano é apenas coincidência com o nome do canal golpista brasileiro.

Mas o que choca mesmo é o editorial da Folha acusar o regime venezuelano de se valer de “recurso à força bruta” justo quando se sabe que violência foi exatamente a arma usada pelos seguidores de Henrique Capriles, que assassinaram oito chavistas durante a última segunda-feira (15) durante um “panelaço pacífico” convocado pelo derrotado na eleição de domingo.

Todas as televisões comerciais, grandes jornais e grandes portais de internet parecem ter feito um pacto ao tratar do massacre que se abateu sobre nove estados da Venezuela a partir da madrugada de segunda-feira, quando seguidores de Capriles mataram, roubaram, depredaram e incendiaram.

Durante a semana, quando a mídia brasileira falou nos oito mortos, sempre tratou de despersonalizá-los, tentando vender a ideia de que gente dos dois lados havia tombado por conta da violência.

Todavia, em “reportagem” da última quinta-feira (18), a Folha “escorregou” e deixou passar informação que torna incompreensível que se diga que a oposição venezuelana é “silenciada” e que o regime usa “força bruta”.

Abaixo, trecho da reportagem “Chavistas cerceiam deputados da oposição”.

“A Justiça e o Ministério Público, alinhados ao chavismo, responsabilizaram publicamente Capriles por oito mortes de seguidores chavistas que, segundo o governo, foram provocadas por partidários da oposição após a convocação do governador a protestos contra o resultado eleitoral. As circunstâncias das mortes são questionadas por opositores”

Antes de prosseguir, mais uma vez este blog informa, logo abaixo, os nomes e as circunstâncias das mortes dessas oito pessoas.

—–

José Luís Ponce Ordoñez – 45 anos, carpinteiro, militante do PSUV, morto com tiro na cabeça

Rosiris del Valle Reyes Rangel – 44 anos, militante do PSUV, morta com tiro nas costas

Ender José Bastardo – 21 anos, militante do PSUV, morto com quatro tiros

Henry Rangel La Rosa – 32 anos, militante do PSUV, morto a tiros por encapuzados na porta de casa

Johan Antonio Hernández Acosta – Menor de idade, militante do PSUV, morto por caminhão que arremeteu contra multidão que comemorava a vitória de Maduro.

Luis Eduardo García Polanco – 25 anos, militante do PSUV, morto com um tiro no rosto enquanto comemorava a vitória de Maduro em frente à sede do Conselho Nacional Eleitoral no Estado Zulia.

Rey David Sánchez – Menor de idade, militante do PSUV, morto por caminhão que arremeteu contra multidão que comemorava a vitória de Maduro.

Cliver Enrique Guzmán – Ministério Público da Venezuela só divulgou que era militante do PSUV e que foi assassinado em uma manifestação.

—–

Fico tentando entender como se pode questionar as circunstâncias dessas mortes. Com militantes de oposição depredando e queimando tudo que tivesse o logotipo do governo em todo o país, o que há para questionar? A maioria foi assassinada a tiros. Duas das oito vítimas foram atropeladas por um caminhão que investiu contra uma manifestação chavista.

Mas o que não se entende mesmo é que o jornal acuse o governo de usar” força bruta” e de censurar. Quantos oposicionistas foram sequer feridos? Não há um só nome nem de ferido, nem de morto entre os que cometeram os atos de violência logo após o resultado da eleição de domingo.

Alguns dirão que é ingenuidade escrever um texto para pedir reflexão sobre o que faz um grupo de comunicação cuja mitomania vem de mais de meio século de atuação, tendo usado do estupro da verdade para bajular e se locupletar sob os favores de uma ditadura, mas escrevo para as pessoas de bom senso e de caráter, não para a Folha e sua militância.

O importante aqui, portanto, é o reconhecimento por esse jornal de um fato que seus congêneres político-ideológicos e ele mesmo tentaram esconder: oito seres humanos foram mortos por meios violentos na noite que se seguiu à vitória de Nicolás Maduro e todos eram seus apoiadores.

Leia também:

Professor diz que O Globo mente sobre Venezuela

 

23 Comentários escrever comentário »

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Rogerio

21/04/2013 - 22h57

Eu acho engraçado como funciona bem essa terapia de postar-se um texto na internet e achar-se que já se fez o que era possível…
Vai ficar assim ? Só isso? matam-se militantes do partido de esquerda vencedor das eleições, por ordem do candidato derrotado e no Brasil a esquerda se limita a escrever post na internet? Ah como esses grigos são sabidos!!! Controlam atpé os opositores, permitindo que eles se fartem de publicar posts…kakakakakaka.

Propostas? Porque um deputado ou melhor senador do PT ( esse partido de medrosos) não ocupa a tribuna do congresso pelo menos, para sair na Voz do Brasil, denunciando os golpistas da Venezuela? Tudo isso é medo que a Globo investigue as doações que recebem? Ou é cagaço mesmo, falta de compromisso com a luta dos povos, expressão do verdadeiro carater de classe que possui essa bancada nojenta, muda, calada, medrosa?

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Flavio Lima

21/04/2013 - 22h37

Edu
Seus textos são a materialização do sentimento e percepção de todos os que tem um minimo de lucidez.

Responder

Aroeira

21/04/2013 - 18h27

NO MÉXICO: “El senado aprueba la ambiciosa reforma de las telecomunicacions”.

Lá eles têm Juárez, que é classificada como a cidade mais violenta do mundo, de acordo com a organização civil mexicana Consejo Ciudadano para la Seguridad Pública (CCSP). Mesmo assim aprovaram la ambiciosa reforma a las telecomunicaciones

Aqui nós temos São Paulo, uma das cidades mais violentas do mundo (qual é a colocação no ranking mundial, vice-governador Afif?) e a rede Globo, que é quem manda neste país e censura a quem e o que bem quer e entende. No momento o assunto são os terroristas chechenos de Boston. Já os terroristas venezuelanos são uns santos, e ninguém nem sabe aqui no Brasil que Maduro tomou posse.

E a Folha classificou a reclamação de Afif, de que sua filha tinha sido assaltada em Sampa, de “fogo amigo”. Alguém sabe me dizer se o JN tocou neste assunto?

Pois é: terroristas são sempre os outros. Já a tomateira AMBraga continua faceira e tonta e a espera de que o seu próximo colar seja de mandioca.

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Nelson

21/04/2013 - 15h48

“Alguns dirão que é ingenuidade escrever um texto para pedir reflexão sobre o que faz um grupo de comunicação cuja mitomania vem de mais de meio século de atuação…”

“Deixa que digam
Que pensem
Que falem
Deixa isso prá lá”

Meu caro Guimarães. Eu acho que você tem que fazer como mandam os versos acima, da canção de Alberto Paz e Edson Menezes que se tornou um grande sucesso na voz de Jair Rodrigues. O importante é o trabalho que você tem feito, elogiável, de dedicar tempo para detectar as inúmeras “pisadas na bola”, para não dizer outra coisa, da nossa mídia hegemônica.

Não sei se eu teria “saco” para fazer isso, já que cada vez mais tenho passado longe de Zero Hora, Folha, Estadão, Veja, etc. Da Zero Hora, ainda me disponho a ler, às vezes, o Veríssimo e da Folha, o Jânio de Freitas, mas é só.

Então, creio que devemos ficar extremamente gratos pelo teu trabalho, Guimarães.

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Mário SF Alves

21/04/2013 - 14h15

“Alguns dirão que é ingenuidade escrever um texto para pedir reflexão sobre o que faz um grupo de comunicação cuja mitomania vem de mais de meio século de atuação, tendo usado do estupro da verdade para bajular e se locupletar sob os favores de uma ditadura, mas escrevo para as pessoas de bom senso e de caráter, não para a Folha e sua militância.” Eduardo Guimarães.
____________________________
Corretíssimo, prezado Eduardo Guimarães. E por falar nisso, é imprescindível a exponenciação de ações e textos como este visando desmascarar o PiG. E sabe por quê? Eu lhe digo. A conclusão que cheguei é que ao PiG, representante, voz e imagem, da pior elite do mundo, não interessa em nada o que entendemos por DEMOCRACIA. Ao PiG e sua mania de achar que a realidade é a realidade criada por ele e a partir dele, a única “democracia” que interessa é a relativa. A mesma que o último general-presidente, João Figueiredo, em pleno estupor do “prendo e arrebento” rotulou de relativa ao compará-la a laranja, posto que a seu ver existe em diversas qualidades. Até aí, tudo bem. O problema é que num país como o Brasil, por exemplo, democracia relativa, com excessão do “prendo e arrebento”, é a “democracia” de uns poucos; é a democracia onde a a liberdade de expressão é a liberdade do monopólio privado das comunicações se interpretar, exprimir e manipular da forma que melhor lhe convir; é a democracia da negociata; da privataria; da eterna submissão do Brasil aos interesses estrangeiros; é a democracia do regime casa-grande-braZil-eterna-senzala. E o que é mais grave: é a “democracia” onde não há a menor intenção por parte dos detentores do poder econômico em, sequer , suavizar as graves distorções que há séculos inibem e destroem qualquer perspectiva de desenvolvimento do País.
______________________________
É a “democracia” do tempo parado. É ainda a mesma “democracia” que levou Tiradentes ao cadafalso e ao esquartejamento.

Responder

Fabio Passos

21/04/2013 - 12h20

Ate mulher assassinada com um tiro pelas costas…
fascistas covardes.

Aqui no Brasil ha tipos semelhantes:
Racistas, leitores de veja, toda sorte de intolerantes da extrema-direita amargurados com a sequencia de derrotas eleitorais.

As “elites” brancas estao inconformadas. Sao perigosas porque desprezam a democracia e o povo… e tem uns 6% de celerados adestrados pelo PiG e espumando de odio.

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Julio Silveira

21/04/2013 - 11h38

Para nossos agentes midiaticos, mais identificados com a agência estadunidense que com o Brasil, esse fato só ganharia destaque se nele estivesse presente seu lider de fato Barac Obama, ou Bush filho, ou Clinton, ou Bush Pai, ou Reagan, etc…etc…passando por Abraham Lincoln, o grande pai (deles), até George Washington o que modelou a teórica republica brasileira deles e de muitos afinal eles formam opinião.

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Maria Fulô

21/04/2013 - 08h50

Sabujice jornalística desta velha mídia que nos envergonha mundo afora… São motivos de riso e escárnio nos próprios países que eles tentam bajular. Ridículos e patéticos…

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sergio m pinto

21/04/2013 - 08h23

Eduardo, de minha parte espero que você continue a nos brindar com suas matérias. Até porque alguém tem que fazer jornalismo sério neste país.
Quanto aos rola-bostas, empregados da mídia ou apenas comentaristas mequetrefes, fazer o que? Faz parte da democracia. Um dia eles aprendem.

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Alemao

21/04/2013 - 05h58

“O comparecimento de nada menos do que dezessete chefes de Estado – entre eles, a presidente Dilma Rousseff e quase todos os presidentes sul-americanos – assustou a direita, que não esperava apoio tão decidido à democracia venezuelana.”

Isso só pode ser piada, não é possível. É só ver a lista dos chefes de estado e ver que nada de estranho aconteceu, foram os mesmos comparsas de sempre, até o Ahmadinejad hehehe.

Muito antes das mortes foi noticiado em vários veículos que Capriles pedia para não entrar no jogo do governo e fazer protestos pacíficos e sem violência. Imbecis há em todas as partes.

Já falaram que não haverá a recontagem dos votos, ou seja, acabam de assinar a veracidade da fraude.
Felizmente para o bem estar da Venezuela, Maduro não durará muito tempo.

Responder

    Mário SF Alves

    21/04/2013 - 14h58

    Capri-o-quê? Você está tentando dizer Mohammad Reza Pahlavi, não?
    ___________________
    Lembra? … Xá da Pérsia. Ou seja, Venezuela, coladinha nos EUA e petróleo a dar com pau e uma elite (meio que a pior do mundo) há mais de década perdendo a hora do chá… deu pra estabelecer o link?
    ________________________________

    E deu no que deu. Culpa do *Cilindro de Ciro.

    *Cilindro de Ciro, um documento emitido por Ciro, o Grande, considerado por alguns como uma carta dos direitos humanos.

    Alemao

    21/04/2013 - 16h48

    Entendi, o Serra, o Campos, a Marina e o Aécio são todos como o Pahlavi certo? Todos aqueles que se opõem são maus. Você deve se sentir a pessoa mais pura desse mundo…

    Nelson

    21/04/2013 - 15h27

    A torcida do nosso eminente comentarista Alemão contra o povo venezuelano e o povo latino-americano é tanta que ele nem se deu ao trabalho de checar as notícias mais derradeiras. E olha que esta já não é tão derradeira assim.
    Ainda na sexta-feira, 19, (o comentário dele é de hoje, 21/04) o CNE (Conselho Nacional Eleitoral) venezuelano informava que seria feita a contagem manual dos retantes 46% dos votos que ainda não tinham sido auditados.
    Sim, meu caro Alemão. O sistema eleitoral venezuelano, que é considerado um dos melhores e mais seguros de todo o planeta, inclusive por Jimmy Carter, prevê a auditagem de 54% dos votos ainda quando esteja sendo realizada a primeira contagem.
    A jornalista Vanessa Silva nos conta mais sobre esse sistema em http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=21916.

    Alemao

    21/04/2013 - 16h45

    O que vão fazer é apenas contar e comparar o número de votos impressos com o número de votos computados. Se o que está impresso é igual ao que foi computado isso não verificarão.

    Nelson

    21/04/2013 - 15h39

    Estou vendo coisas ou o nosso nobre comentarista Alemão acredita que as coisas em nossa América Latina só passam a ter validade ou mesmo credibilidade se receberem o aval de Obama ou outros dos seus colegas dos países ricos. Governantes de primeiro mundo, ditos civilizados, pseudo-democratas, que, ao governarem em prol dos lucros das “tiranias privadas”(*), em detrimento dos interesses de seus povos, poderíamos qualificá-los, sem muito pejo, como verdadeiros ditadores.

    (*) Termo bastante utilizado pelo linguista e filósofo estadunidense, Noam Chomsky, para definir as mega corporações, levando em conta a forma como estas são administradas.

    Jotage

    21/04/2013 - 19h53

    Você não teria coragem de assistir Puente Llugano.

    PauloH

    21/04/2013 - 20h12

    “Imbecis há em todas as partes”. Que dupla moral descarada, hein? Quando Serra é atingido por uma bolinha de papel durante a campanha, arma-se uma histeria midiática e acusa-se “o PT” de “atentado à democracia”. Já quando eleitores de Capriles matam oito pessoas a sangue frio, trata-se de um episódio sem relevância. “Cara de pau” é insuficiente pra descrever a desfaçatez dessa “moral seletiva”.

Fabio Passos

20/04/2013 - 23h48

A “elite” branca e rica e assim. Assassina e covarde. Perdem as eleicoes e partem para o golpe. So que mais uma vez, mesmo com apoio dos ianques, tiveram de por o rabinho entre as pernas e aceitar a vontade do povo.
Aqui no Brasil pode acontecer situacao similar. Lembrem da onda de racismo e preconceito de classe que os leitores de veja e outros idiotas de baixo QI promovem a cada vitoria do PT nas eleicoes.

Responder

    André Luis de Alencar

    21/04/2013 - 18h36

    cara, vc é doido!!

    99% dos seus comentários tem “elite branca” no meio…

    vc é muito recalcado!

    Alemao

    22/04/2013 - 06h13

    Às vezes também caio na onda do Fabio Passos, mas a verdade é que ele só pode ser algum troll fazendo gozação das esquerdas. É uma caricatura sem fim.

    Conceição Lemes

    22/04/2013 - 08h17

    Alemão, vc está enganado. Fábio não é troll. E diferentemente de alguns aqui posta com nome e sobrenome. sds

renato

20/04/2013 - 23h32

Neumane Pinto criticou severamente a Dilma de ter
ido a Venezuela.
Desinformando o POVO brasileiro, e não vi ninguém
malhando o tal….
Falar da mídia brasileira e não dar nomes, sugere
TODOS os que lidam com informações.
Algo que alguns ou quase todos, fazem.
Se ela não fosse na posse do Obama, reclamariam.

Responder

JULIO*Dilma2014/Contagem-MG

20/04/2013 - 22h20

E o cara (Maduro)era motorista de ônibus, a big house, não tolera o traba
lhador no poder, acho que o william wacka, ainda vai ter um tre
co na bancada jornal da gROBO.

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