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Alencar diz que beijo na mão de Aécio foi tirado de contexto

08 de março de 2017 às 18h38

chico

Chico Alencar beija a mão de Aécio e o diferencia de Renan e Jucá

THAIS BILENKY, na Folha

O deputado Chico Alencar (PSOL-RJ) beijou a mão do senador Aécio Neves (PSDB-MG) ao diferenciá-lo de políticos envolvidos na Operação Lava Jato.

Em jantar em comemoração aos 50 anos de carreira do jornalista Ricardo Noblat, no restaurante Piantella, em Brasília, na noite de terça-feira (7), Alencar, que faz oposição a Temer, conversava numa roda sobre diferenciar o tipo de envolvimento na Lava Jato.

“Você tudo bem, mas Renan [Calheiros (PMDB-AL)] e [Romero] Jucá (PMDB-RR), não”, comparou o deputado.

Alencar, então, perguntou sobre como era estar do mesmo lado que os dois —o PSDB é o principal aliado do presidente Michel Temer.

“É isso mesmo”, tergiversou Aécio.

À Folha, Chico Alencar disse que é “um cara derramado, como ele [Aécio], aliás. Não é sinal de submissão”.

horror

Explicando a nota maldosa — em especial pelo “beija mão” — que saiu hoje na imprensa

por Chico Alencar

Compareci ontem ao jantar dos 50 anos de jornalismo do Noblat – para o qual fui convidado por conhecê-lo há muito tempo e por ser colunista de seu blog.

É evidente que isso não significa concordância com todas as suas posições.

Nesta confraternização, eu era um dos poucos deputados de oposição. Como é de costume meu, usei da brincadeira para descontrair clima às vezes desconfortável.

As piadas foram retiradas de contexto, obviamente, para tentar confundir alhos com bugalhos. Imediatamente após as “brincadeiras” questionei abertamente Aécio sobre a aliança do PSDB com o PMDB; o financiamento empresarial de partidos e campanhas que o coloca na situação de investigado; e sobre a crise permanente do governo ilegítimo de Temer, do qual os tucanos são sócios e cúmplices.

Para reiterar minha posição, de sempre, afirmo: acredito que a Lava Jato precisa investigar a fundo tudo e todos. Inclusive Aécio Neves e Michel Temer. Não acredito que nenhum desses políticos e seus partidos tradicionais sejam diferentes. Ao contrário, creio que todos representam a mesmíssima lógica do toma-lá-dá-cá.

Se, por alguma razão, em minha vida pública eu dei a entender o contrário, reitero que isso se deve a um erro de comunicação (minha ou de quem veicula) e não por falta de convicção e crença absoluta numa política diferenciada, sem jogos e acordos velados.

Parece que os jornalistas que estão divulgando notas a respeito da noite de ontem, com títulos sensacionalistas, ou não perceberam a ironia da situação ou, por algum motivo, insistem no erro.

Leia também:

Ives Gandra e a lista do trabalho escravo

 

23 Comentários escrever comentário »

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Oblivion

10/03/2017 - 22h45

Po camarada, quem parece estar confundido alhos com bugalhos é justamente o senhor.
Não acredito que eu farei isso (defender Calheiros), mas aí vai.
Por favor me corrijam se eu estiver errado, mas pelo que eu me lembro o Aécio sempre esteve envolvido com denuncias gravíssimas (uma inclusive teve depoimento na comissão de direitos humanos e minorias no final do ano passado e por si só deixa qualquer outra, por exemplo de aeroportos para a famiglia ou mensalão de furnas, no chinelo). Todos têm direito ao princípio da presunção de inocência, porém como alguém pode provar que é inocente se nunca “nada vem ao caso”. Pelo que parece a única pessoa inocente nesse pobre país é o Lula, que tem tido a vida revirada, inclusive sofrendo claramente (para qualquer pessoa imparcial) uma perseguição criminosa pelo juiz celebridade e pela maior empresa criminosa do país – que pra mim, é a principal responsável pela degradação geral da nação – plim plim. Além disso, este senador está sempre apoiando projetos que atingem em cheio o trabalhador, por exemplo o projeto de terceirização dos serviços públicos. Aqui, quero lembrar ao nobre deputado Alencar que foi justamente o Calheiros que travou a tramitação disso no senado (não foi?). Acho que o pessoal da câmara de legisladores não tem conferido a “qualidade” dos serviços terceirizados de hoje – mas posso dizer que, em geral, o que se tem são salários de fome aos empregados e parece que as empresas têm uma aversão à oferecer qualquer treinamento mínimo para os empregados.
Desde que a riqueza do país não seja estrategicamente vendida quase de graça (estilo privataria tucana), que os estados nacionais não tenham que privatizar (estilo privataria tucana) suas empresas para receber auxílio financeiro, que a petrobrax não tenha que fazer suas encomendas para industrias pesadas em países estrangeiros, etc…. não me importa se é Calheiros, Dirceu, Delúbio, seja lá quem for, o político… O que precisa é que as instituições funcionem, se o camarada deve na justiça que pague. Dizer que esse galinheiro (instituições brasileiras) estão fucionando é uma grande piada, a não ser que a frase completa seja: “estão funcionando para o golpe”. A última grande piada foi a indicação do cidadão de reputação ilibada àquilo que alguns ainda chamam de supremo.
Finalizando, coluna no blog do Noblat? Imagino que o senhor tenha a esperança ao pregar no deserto. Não vou fazer nenhum comentário sobre isso, mas te desejo boa sorte.

Responder

FrancoAtirador

10/03/2017 - 19h22

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https://t.co/w3Z2JlOxfK

Excertos da Carta de Marilena Chauí

Em 31/8/2005, Aos Estudantes da USP:

“Prezados Alunos,

Soube, por alguns colegas professores, que muitos de vocês estão intrigados ou perplexos com meu suposto “silêncio”.

Digo suposto porque, como lhes mostrarei a seguir, essa imagem foi construída pelos meios de comunicação, particularmente pela imprensa.

Na verdade, tenho falado bastante em vários grupos de discussão política que se formaram pelo país, mas tenho evitado a mídia e vou lhes dizer os motivos.
[…]
Quando publiquei o artigo sobre o “caso Waldomiro”, um jornalista escreveu uma coluna na qual me dirigiu todo tipo de impropérios e usou expressões e adjetivos com que me desqualificava como pessoa, mulher, escritora, professora e intelectual engajada.
Não respondi. Apenas escrevi o segundo artigo, sobre a reforma política, e dei por encerrada minha intervenção pública por meio da imprensa.

A partir de então, além de não publicar artigos em jornais, decidi não dar entrevistas a jornais, rádios e televisões (dei entrevistas quando tomei posse no Conselho Nacional de Educação porque julgo que, numa República, alguém indicado para um posto público precisa prestar contas do que faz, mesmo que os meios disponíveis para isso não sejam os que escolheríamos).

A seguir, veio a doença de minha mãe e, depois, a crise política como espetáculo.

No entanto, paradoxalmente, não fiquei fora da mídia: houve, por parte de jornais, revistas, rádios e televisões, solicitações diárias de entrevistas e de artigos;
a matéria jornalística “O Silêncio dos Intelectuais”, não tendo obtido entrevista minha, citava trechos de meus antigos artigos de jornal;
matérias jornalísticas sobre o PT e sobre os intelectuais petistas traziam, via de regra, uma foto minha, mesmo que nada houvesse sobre mim na notícia.

Finalmente, quando se iniciou o ciclo sobre o silêncio dos intelectuais, um jornal estampou minha foto, colocou em maiúsculas NÃO FALO (resposta que dei a um jornalista que queria uma entrevista quando da reunião dos intelectuais petistas com Tarso Genro, em São Paulo) e o colunista concluía a matéria dizendo que o silêncio dos intelectuais petistas era, na verdade, o silêncio de Marilena Chauí, o qual seria rompido com a conferência [Ciclo Expõe Mal-Estar e Silêncio da Academia].

Resultado: jornais e revistas, com fotos minhas, não deram uma linha sequer sobre a conferência, mas pinçaram trechos dos debates, sem mencionar as perguntas nem dar por inteiro as respostas e seu contexto, transformando em discurso meu um discurso que não proferi tal como apresentado.

E entrevistaram tucanos (até as vestais da República, Álvaro Dias e Artur Virgílio!!!), pedindo opinião sobre o que decidiram dizer que eu disse!

E os entrevistados opinaram!!!

Num jornal do Rio de Janeiro e num de São Paulo, FHC disse uma pérola, declarando que por não entender de Espinosa, não fala nem escreve sobre ele e que eu, como não entendo de política, não deveria falar sobre o assunto.

Como vocês podem notar, o princípio democrático, segundo o qual todos os cidadãos são politicamente competentes, foi jogado no lixo.

Qual é o sentido disso?

Deixo de lado o fato de ser mulher, intelectual e petista (embora isso conte muitíssimo), para considerar apenas o núcleo da relação estabelecida comigo.

A mídia está enviando a seguinte mensagem:

‘Somos onipotentes
e fazemos seu silêncio falar.
Portanto, fale de uma vez!’

É uma ordem, uma imposição do mais forte ao mais fraco.

Não é uma relação de poder e sim de força.

Vocês sabem que a diferença entre a ordem humana, a ordem física e a ordem biológica (para usar expressões de Merleau-Ponty [filósofo francês, 1908-1961]) decorre do fato de que as duas últimas são ordens de presença enquanto a primeira opera com a ausência.

As leis físicas se referem às relações atuais entre coisas;
as normas biológicas se referem ao comportamento adaptativo
com que o organismo se relaciona com o que lhe é presente;
mas a ordem humana é a do simbólico, ou seja,
da capacidade para relacionar-se com o ausente.
É o mundo do trabalho, da história e da linguagem.

Somos humanos porque o trabalho nega a imediateza da coisa natural, porque a consciência da temporalidade nos abre para o que não é mais (o passado) e para o que ainda não é (o futuro), e porque a linguagem, potência para presentificar o ausente, ergue-se contra nossa violência animal e o uso da força, inaugurando a relação com o outro como intersubjetividade.

Num belíssimo ensaio sobre “A Experiência Limite”, Blanchot [Maurice Blanchot, escritor e crítico francês, 1907-2003] marca o lugar preciso em que emerge a violência na tortura de um ser humano.

A violência não está apenas nos suplícios físicos e psíquicos a que é submetido o torturado;
muito mais profundamente ela se encontra no fato horrendo de que o torturador quer forçar o torturado a lhe dar o dom mais precioso de sua condição humana:
uma palavra verdadeira.

NÃO FALO.

Vocês já leram La Boétie [Étienne de la Boétie, filósofo francês, 1530-1563].

Sabem que a “Servidão Voluntária” é o desejo de servir os superiores para ser servido pelos inferiores.

É uma teia de relações de força, que percorrem verticalmente a sociedade sob a forma do mando e da obediência.

Mas vocês se lembram também do que diz La Boétie da luta contra a servidão voluntária:
não é preciso tirar coisa alguma do dominador; basta não lhe dar o que ele pede.

NÃO FALO.

A Liberdade Não É Uma Escolha
Entre Vários Possíveis,
mas a Fortaleza do Ânimo
para Não Der Determinado
por Forças Externas
e a Potência Interior
para Determinar-se
a Si Mesmo.
A Liberdade,
Recusa da Heteronomia,
é Autonomia.

Falarei quando minha liberdade
determinar que é chegada
a hora a vez de falar.

31 de Agosto de 2005

Marilena Chauí

http://por1novobrasil.blogspot.com.br/2005/09/o-suposto-silncio-mdia-diz-somos.html
.
.

Responder

    FrancoAtirador

    11/03/2017 - 14h38

    .
    .
    Destaque:

    Diz La Boétie da Luta Contra a “Servidão Voluntária”:
    “Não é Preciso Tirar Coisa Alguma do Dominador
    Basta Não Lhe Dar o Que Ele Pede”

    A Liberdade é a Fortaleza do Ânimo
    Para Não Ser Determinado Por Forças Externas
    E a Potência Interior Para Determinar-se a Si Mesmo.

    Liberdade é Autonomia.

    Professora Marilena Chauí
    Em 31/08/2005
    Aos Alunos da USP.
    .
    .

lulipe

10/03/2017 - 18h04

Tá tudo dominado, é melhor JAIR se acostumando, o mito vem aí!!!

Responder

Mineiro

09/03/2017 - 22h14

Estamos bem de esquerda ,se a esquerda for essa estamos todos perdidos. Primeiro o pt se acovarda no poder é entrega o poder aos golpistas, depois vem um deputado que vivia falando dos outros,agora vai em festa de golpista e ainda por cima beija a mao deles.

Responder

Mineiro

09/03/2017 - 22h06

Vergonhaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa,isso sim é uma vergonha ,vergonha para um país, pra um partido e pior pra uma esquerda. Isso que eu chamo de um sujeito desqualificado e covarde. Pra começo de conversa, uma pessoa com um mínimo de vergonha na cara não passaria nem na porta desse prostibulo. Quanto entrar nele servir de palhaço e beijar a mão de um estoque que ajudou a dar golpe. Eu quero ver o que psol moralista vai falar agora,não era partido que vivia metendo pau no Pt por causa de corrupção? Nao que o Pt não tenha corrupto, mas eles se diziam santos e agora psol ,nao vai expulsar o golpista traidor?

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Jose pedral

09/03/2017 - 20h54

Só fico é com pena dos bestas que lutaram e até morreram pela eleição e pela democracia.
A vida é simples : MANDA E PODE QUEM TEM DINHEIRO

Responder

Sebá

09/03/2017 - 18h06

O PSOL nem chegou ao poder e já está desgastado, já era.

Responder

henrique de oliveira

09/03/2017 - 15h36

É por essas e outras que o Psol é considerado a lata de lixo do PT.

Responder

Robson Santos

09/03/2017 - 14h23

Colunista do noblat… beija-mão de aécio… a quem ainda pretende enganar, sr. chico alencar!? E no teu partido… ainda sobra alguém?

Responder

SILVIA OLIVEIRA

09/03/2017 - 14h18

Que vergonha Chico, mais um deputado federal no chiqueiro. O Psol até que vem fazendo um trabalho decente em favor de políticas sociais e justas. Pisou na bola ou cheirou muito? Inocente não é e não tem mais idade para ser ingenuo. Fez como o PT que deu a mão para Sarney, Maluf e outros: deu no que deu.

Responder

Wendel

09/03/2017 - 12h01

Se é esta a esquerda que temos (light), é esta esquerda que a direita gosta !!!!!!!
Suruba geral !!!!!!!!!!!!!!!!!

Responder

Cleusa

09/03/2017 - 09h55

Vergonhoso! Nojento! Ele mostrou o que sempre foi – um verme a serviço da direita! Caiu a carapuça!! Imperdoável seu comportamento!

Responder

Adlson

09/03/2017 - 03h34

Chico,
Não tem como entrar num chiqueiro e pretender sair com o cheiro de rosas.

Responder

Cícero

09/03/2017 - 02h40

Sendo colunista do blog do Noblat, e tendo sido convidado pelo anfitrião para um jantar, natural que o deputado Chico Alencar comparecesse ao evento e ali se comportado de forma cordial e elegante, mesmo em meio a adversários políticos, como manda a etiqueta. Acontece que essa cordialidade e elegância do deputado foi um pouco exagerada, chegando a ser ridícula, principalmente por se tratar de uma bajulação pública e gratuita a Aécio, um dos principais responsáveis pelo estado de degradação moral e infâmia em que se acham mergulhadas as instituições políticas do país. Se o PSDB tivesse aceitado o resultado das urnas em 2014, o país não estaria passando hoje pela crise profunda na qual se encontra. Dizer que tudo não passou de uma brincadeira é, no mínimo, hipocrisia. Foi bajulação mesmo!!!

Responder

antonio almeida

09/03/2017 - 01h26

O cara é Deputado Federal, colunista de um blog escancaradamente de direita, beija a mão de um senador multidelatado da Lava jato, diz ” você não, mas o Renan…..” ele quer que se interprete esse gesto despudorado como? A esquerda “pura” do Brasil beija a mão do maior representante da burguesia nacional e diz que estamos interpretando errado, ou foi falha de comunicação, etc. Confessa, enfim, ser um bobo da corte: gosta de descontrair ambientes.

Responder

Andrade

09/03/2017 - 00h07

Se ele beija a mão do Aécio, o que ele faria com o Antonio Carlos Magalhães se este estivesse vivo?

Responder

Nelson

08/03/2017 - 22h40

Com uma esquerda feita de gente sabuja como Humberto Costa e Chicos Alencar, sinto dizer, não há volta; o golpe se sacramenta.

E tem mais. Aqui em minha cidade, que nem pertence à região de origem dele, aquela em que faz mais votos, o deputado Marco Maia aprontou.

Ele, que chegou a ser o líder do governo Lula na Câmara, estampou um enorme outdoor para mostrar o quanto luta contra a gatunagem na aposentadoria do trabalhador que o Temer quer aplicar.

Se colocou aqui, a 300 km de sua base eleitoral, é de imaginarmos quantos outdoors está expondo na sua cidade de origem, Canoas, que faz parte da região metropolitana de Porto Alegre.

Duas perguntas:
1-De onde sai tanto dinheiro assim para se expor em outdoors?
2-Se é para fazer propaganda, o correto não deveria ser expor o partido e não um indivíduo, membro do mesmo?

Responder

Lukas

08/03/2017 - 21h39

Lula beijou a mão de Jader Barbalho.

Não esqueçam.

Responder

    Viviane

    10/03/2017 - 11h55

    Caramba, que esforço você deve ter feito para achar isso no Google, hein?

INDIGNADO - Fora Golpistas

08/03/2017 - 21h38

CHICO ALENCAR, CONSEGUIU UMA PROEZA: BEIJAR A MÃO DE UM VERME.

Responder

alvaro

08/03/2017 - 19h24

O cara cai na suruba e depois quer negar que foi comido ? Pode até ser, mas fica difícil acreditar. É questão parecida com aquele senador que foi dar entrevista nas páginas amarelas da inveja tirando fotinho como se fosse um imperador romano se preparando pra ir à sauna, ops… suruba.

Responder

Edson

08/03/2017 - 19h11

PSOL, a esquerda que a direta adora…

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