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REQUIÃO: "OS JORNALÕES TOMAM DE CERTA FORMA O PARTIDO DA CENSURA"

Atualizado em 25 de janeiro de 2008 às 19:24 | Publicado em 24 de janeiro de 2008 às 16:40

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DEPOIS DA DECISÃO JUDICIAL, O GOVERNADOR APARECEU NO PROGRAMA ESCOLA DE GOVERNO, DA TV EDUCATIVA DO PARANÁ, SEM SOM E COM A TARJA DE CENSURADO, O QUE LHE VALEU MULTA DE 50 MIL REAIS. O GOVERNADOR TAMBÉM OFERECEU UM RECEITA DE OVO FRITO, NUMA TENTATIVA DE LEMBRAR O JORNAL O ESTADO DE SÃO PAULO QUE, SOB CENSURA DURANTE O REGIME MILITAR, PUBLICAVA RECEITAS DE BOLO E TRECHOS DE "OS LUSÍADAS", DE CAMÕES, NO ESPAÇO DOS TEXTOS CENSURADOS.

WASHINGTON - O governador do Paraná, Roberto Requião, disse em entrevista a este site que pretende denunciar à Organização dos Estados Americanos (OEA) e às Nações Unidas que se considera "amordaçado" por uma decisão judicial que o impede de falar na TV Educativa do Paraná, através da qual, às terças-feiras, é transmitido o programa Escola de Governo. O governador classificou o despacho de "descabido", por proibí-lo, entre outras coisas, de criticar instituições na emissora. "Ele me proíbe de criticar o meu próprio governo", afirmou.

A decisão foi tomada pelo desembargador Edgar Lippmann Júnior, do Tribunal Regional Federal da 4.ª Região, a partir de ação movida pela procuradora Antônia Lélia Sanches, do Ministério Público Federal. A decisão foi divulgada assim pelo Consultor Jurídico:  "Para o desembargador, a garantia constitucional da liberdade de manifestação de pensamento e da liberdade de imprensa não devem ser interpretadas de modo absoluto, “sob pena de caracterizar verdadeira outorga de ‘salvo conduto’ para se denegrir, indiscriminada e impunemente, a integridade moral de pessoas físicas ou instituições”. O desembargador considera que as atitudes do governador ganham significado especial quando transmitidas por emissora integrante da rede pública de comunicação, como através do programa “Escola de Governo”. De acordo com a decisão, a medida visa impedir que o governador utilize a TV Educativa para criticar a imprensa, as instituições e adversários políticos.

"Pessoalmente a minha reação é de tristeza", disse o governador, que qualificou a decisão de "insana" e disse que nunca usou a TV Educativa "para me promover". O desembargador Lippmann "restabeleceu a censura no Brasil, uma verdadeira loucura", afirmou Requião. De acordo com o governador do Paraná, a porta está aberta para que a Justiça censure emissoras de TV comerciais e outros órgãos de imprensa de forma preventiva.

O GATILHO DA CRISE - Teriam sido críticas que Requião fez, no programa, aos salários no Judiciário: "Não é possível que um professor com mestrado, pós-mestrado, doutorado e pós-doutorado se aposente numa universidade pública com salário de 5 mil reais e que um procurador, menino procurador, que fez concurso ontem, comece com 16 mil reais."

FALTA DE REAÇÃO DA MÍDIA À DECISÃO JUDICIAL - "Acabei com a propaganda paga no governo do Paraná. Eu retirei no ano passado do Orçamento do governo do Paraná todas as verbas de mídia e passei a me comunicar com a população apenas através da TV e de duas rádios públicas. O governo que me antecedeu gastou um bilhão e meio de reais em publicidade." "Os jornalões tomam de certa forma o partido da censura."

SOBRE O EFEITO DA DECISÃO JUDICIAL - "Esta agressão que eu sofri acaba me promovendo nacionalmente." "Ele [o desembargador] me proíbe de criticar o meu próprio governo, que é uma instituição da República."

SOBRE SEU GOVERNO - "Eu faço um governo de acordo com os princípios da Carta de Puebla, a opção preferencial pelos pobres." É uma referência ao documento que resultou da Conferência dos Bispos da América Latina, em Puebla, no México, em janeiro de 1979, que defendeu a teologia da libertação e as comunidades eclesiais de base. Estavam presentes, entre outros, dom Hélder Câmara, dom Paulo Evaristo Arns e Oscar Romero, "o bispo dos pobres", assassinado no ano seguinte em El Salvador.

SOBRE SUA IDEOLOGIA - "Sou um existencialista sartreano de esquerda," em referência à filosofia do francês Jean Paul Sarte. "Doutrina que diz que a existência precede a essência e que o homem é totalmente livre e responsável pelos seus atos. A responsabilidade é a fonte do medo e da angústia que perseguem a espécie humana", segundo o Webster's New World Dictionary.

SOBRE A PRIVATIZAÇÃO DO BANESTADO - Quando o banco foi privatizado, segundo Requião, o Banco Central fez um acerto com o então governador Jaime Lerner segundo o qual o governo paranaense quitaria os títulos precatórios com o Banco Itaú, na data de vencimento, assumindo o compromisso de cobrá-los. Requião rejeita esse acordo e diz que o Banco Itaú, que ficou com o Banestado, é o "banco do capeta."

SOBRE A RELAÇÃO DO GOVERNO LULA COM A MÍDIA -  "O governo federal é muito generoso", afirmou, a respeito das verbas publicitárias gastas nas redes de televisão e grandes jornais. "Governo só é bom quando paga os jornais e os canais de TV, notadamente a TV Globo."

SOBRE FERNANDO HENRIQUE CARDOSO - De acordo com Requião, quando ele era senador e FHC presidente, o governo federal interveio junto à Rede Bandeirantes para evitar que ele, Requião, fosse entrevistado por Paulo Henrique Amorim, o que teria levado o jornalista a se afastar da emissora. "Eu não quero fazer juízo do Fernando Henrique nem do Renan em relação aos seus romances, mas sobre o filho de Fernando Henrique, nem uma palavra; e quem sustentava a jornalista que teve esse caso com o presidente Fernando Henrique era a Globo, que a transferiu para Portugal e depois para Barcelona como funcionária."

A ENTREVISTA COMPLETA COM O GOVERNADOR ROBERTO REQUIÃO ESTÁ NA RÁDIO VIOMUNDO, NO PÉ DESTA PÁGINA

ÍNTEGRA DE NOTA DIVULGADA PELA ABI (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE IMPRENSA

“A Associação Brasileira de Imprensa lamenta ter de se manifestar mais uma vez para condenar a censura prévia imposta a veículos de comunicação por duas decisões de magistrados de diferentes Estados, as quais contêm grave agressão à Constituição da República, que em seu artigo 220, parágrafo 2°, veda em preceito nítido e incisivo “toda e qualquer censura de natureza política, ideológica e artística”.

A primeira dessas decisões foi prolatada pelo Juiz Joaquim Domingos de Almeida Neto, do 9° Juizado Especial Criminal da Comarca da Capital do Estado do Rio de Janeiro, que proibiu seis emissoras de televisão e quatro jornais de veicularem qualquer referência aos três estudantes que agrediram um grupo de prostitutas num ponto de ônibus na Barra da Tijuca, numa manifestação de barbárie e de desrespeito à pessoa humana que chocou a opinião pública não apenas no Estado, mas em todo o País. Ao proibir qualquer referência aos nomes dos autores de tão repugnante delito, os quais foram condenados à pena alternativa de trabalhar como garis, o Juiz Joaquim Domingos de Almeida Neto ofende a Constituição, ignorando a disposição mencionada, e devolve o País aos tempos do autoritarismo, que a Nação superou com a promulgação da Constituição de 5 de outubro de 1988. A Carta Constitucional instituiu o Estado de Direito Democrático, duramente golpeado por essa decisão judicial.

Embora revestida de considerações pertinentes sobre o uso de uma emissora do Poder Público no interesse político de governantes que a têm sob seu império, igualmente passível de repúdio pela ABI é a decisão do Desembargador Federal Edgard Lippmann Júnior, da Justiça Federal no Paraná, que proibiu o Governador Roberto Requião de utilizar a TV Educativa do seu Estado para manifestações do interesse de sua administração.

Ainda que se reconheça, como acentua esse magistrado, que um governante não pode utilizar uma emissora pública em seu benefício político, a decisão do Desembargador Lippmann Júnior tem a mesma conotação de censura prévia e, como a do magistrado da Justiça fluminense, entra em forte colisão com o texto constitucional. Agravam o teor draconiano desse despacho inconstitucional as pesadas penas pecuniárias impostas ao Governador no caso de violação da determinação judicial. Ao impor multa de R$ 50.000,00 àquilo que define como “cada promoção pessoal ou agressão proferida” e sua elevação a R$ 200.000,00 para a hipótese de reincidência, o autor da decisão oferece uma idéia do absurdo de que esta se reveste, sem precedente nem mesmo nos ásperos tempos da ditadura militar.

A ABI espera que os órgãos de comunicação do Estado do Rio e o Governo do Estado do Paraná recorram dessas decisões, que configuram mais uma vez aquilo que a ABI tem assinalado nos freqüentes pronunciamentos que infelizmente tem sido chamada a emitir nos últimos tempos: o Poder Judiciário é atualmente o maior inimigo da liberdade de imprensa no Brasil.

Rio de Janeiro, 10 de janeiro de 2008

Maurício Azêdo, Presidente.”

NOTA DA ASSOCIAÇÃO DOS JUÍZES FEDERAIS DO BRASIL

"A Associação dos Juízes Federais do Brasil divulgou nesta quarta-feira (dia 16) nota de desagravo ao desembargador federal Edgard Lippmann em razão da reação do governador do Paraná, Roberto Requião, a uma decisão do magistrado. Lippmann, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, proibiu o governador de usar a TV Educativa do Paraná para se promover e criticar a imprensa, os adversários ou instituições.

Requião (PMDB) cortou sua própria voz no programa "Escola de Governo", uma reunião semanal transmitida pela emissora, e quando se manifestava, o áudio era cortado e uma tarja com a palavra "censurado" era colocada na tela. Ele também dedicou uma receita de ovo frito ao desembargador Lippmann e à procuradora do Ministério Público Federal Antônia Lélia Sanchezeu, autora da ação, em alusão à publicação de receitas pelo jornal "O Estado de S. Paulo" em protesto à censura durante o regime militar.

A Ajufe classifica a atitude do Governador de “deboche” e afirma que a atitude do Governador atenta contra “o conjunto das instituições que forma o mecanismo de freios e contrapesos para o exercício do poder político”. A entidade ressalta que o recurso contra a decisão seria a forma de contestar da decisão “dentro do amplo espaço da democracia”.

Nota de desagravo

A Associação dos Juízes Federais do Brasil (AJUFE) vem a público apresentar desagravo em favor do desembargador federal Edgard Lippmann, injusta e jocosamente agravado pelo Governador do Estado do Paraná em razão de decisão proferida em ação civil pública. Quando um governador debocha e desrespeita acintosamente as decisões judiciais, dá a todas as pessoas contrariadas pelos juízes a legitimação para agirem de modo similar. Atinge-se não só o Judiciário, como atenta-se contra o conjunto das instituições que forma o mecanismo de freios e contrapesos para o exercício do poder político.
Os atos judiciais são institucionais, não pessoais. O princípio da impessoalidade, expresso no art. 37 da Constituição Federal, aparentemente desconhecido pelo Governador do Paraná, é absolutamente imperativo para o Poder Judiciário. A decisão é da Justiça Federal e não de um dos seus membros. Atacar pessoalmente o juiz, com a imensidão de recursos de mídia à disposição de um Chefe de Governo, é, no mínimo, desproporcional e inaceitável, pois maltrata o regime democrático que tem como núcleo a independência, com harmonia, entre os poderes e agride pessoa que a Constituição cerca de limitações impeditivas de qualquer ato de defesa.
O descontentamento do Governador do Paraná diante da decisão judicial do Egrégio Tribunal Regional Federal da 4a. Região pode ser manifestado, dentro do amplo espaço da democracia, por meio de recurso. É o que a AJUFE espera que o Governador do Paraná faça, afastando-se da tentação de solapar o Judiciário, arrastando-o ao torvelinho da política caudilhesca.

Walter Nunes da Silva Júnior
Presidente da AJUFE
Brasília, 16 de janeiro de 2008"

 

 


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ÚLTIMOS COMENTÁRIOS
carlos (29/01/2008 - 22:38)
Azenha, sobre o comentário abaixo, foi noticiada a existência de uma representação do PPS do Paraná ao Ministério Público que entrou com uma ação em face da contratação, salvo engano, de oito ou nove parentes do governador. Parece que a própria bancada do PT na Assembléia Legislativa se dividiu quanto a esta questão. Nâo saberia indicar a tal 'fonte confiável' mas as ações são, via de regra, públicas.

kris (29/01/2008 - 08:14)
Pois é Antônio CArlos MArtins...
Mesmo com todas essas provas contra o Lippman e as maracutaias do delegado, está como antes no quartel de Abrantes...
O Perpétuo,agora tá lá na Amazônia, bem pertinho da reserva dos cintas-larga, ajudando a "exportar diamante brasileiro"...
E o Lippman vai continuar dando "aquela ajudinha indecorosa ás quadrilhas do país"...

Luiz Carlos Azenha (28/01/2008 - 22:36)
Carlos,
Nada sei sobre o assunto. Se soubesse, teria perguntado ao Requião na entrevista. Vc pode me indicar alguma fonte confiável?

carlos (28/01/2008 - 22:01)

Engraçado, ninguém aqui comentou o nepotismo do governador, que se nega a demitir os parentes. Nepotismo só é ruim quando é praticado pelo inimigo político. E vc, Azenha, não vai falar sobre isto?

David Carvalho (26/01/2008 - 01:22)
Azenha,
Pelo visto o tal jorge desistiu de fazer mais comentários. Deve ter percebido que não tem como provar as coisas que estava te acusando.
Acompanho seu site há um bom tempo e lembro desse episódio do delegado Bruno. Recordo que até achei estranho o fato de um jornalista da Globo escrever algo que poderia prejudicar a imagem da própria emissora. Mas depois percebi que esse deveria ser o papel de todo jornalista. Aproveito para parabenizá-lo pelos anos de prestação de serviço a sociedade com a ética e honestidade que todo jornalista deveria possuir.
Abraço.

Ítalo (25/01/2008 - 18:23)
Gostaria muito que o governo Lula "peitasse" a Globo e c&e, toda vez que a Míriam Leitão dissese que o Brasil iria quebrar, o governo deveria pedir direito de resposta na justiça.Toda vez que fizessem terrorismo, o pedido estaria pronto.
A minha esposa vai viajar para Rodônia e procurou a vacina de febre amarela nos postos de saúde de Fortaleza e está em falta e sem previsão de quando vai chegar. Por que o MP não processa a Eliane Castanhêde e a Folha por incitar os seus leitores a se vacinar?
Quem realmente precisa da vacina , o que vai fazer? Em clínicas particulares você não encontra, só na rede pública, e agora? E as superdosagens?
Por essas e outras eu penso que o Governo Lula deveria ser mais duro com a mídia, faria um grande bem a sociedade brasileira.

Stanley Burburinho (25/01/2008 - 16:03)

Azenha, mudando por um instante de assunto, veja abaixo uma matéria do Newsweek de 2004 que fala sobre um relatório de inteligência do Departamento de Defesa Americano que diz que o Uribe era traficante, trabalhava para o Pablo Escobar que era seu amigo. Agora, que é traficante o Chávez (como afirman as nossas mídias conservadoras) ou o Uribe?

BLACKLIST TO THE A LIST ONCE DEEMED A BAD GUY, URIBE IS NOW A TOP ALLY

By BY JOSEPH CONTRERAS AND STEVEN AMBRUS | NEWSWEEK

Aug 9, 2004 Issue


Related: Alvaro Uribe Medellin Pablo Escobar


The declassified defense Department intelligence report, dated September 1991, reads like a Who's Who of Colombia's cocaine trade. The list includes the Medellin cartel's kingpin, Pablo Escobar, and more than 100 other thugs, assassins, traffickers and shady lawyers in his alleged employ. Then there's entry 82: "Alvaro Uribe Velez--a Colombian politician and senator dedicated to collaboration with the Medellin cartel at high government levels. Uribe was linked to a business involved in narcotics activities in the U.S.... Uribe has worked for the Medellin cartel and is a close personal friend of Pablo Escobar Gaviria." Escobar died in a 1993 police raid. Two years ago this week, Uribe became president of Colombia.

Washington loves him. In a two-page written statement, the Colombian president's office denied that Uribe had links of any kind to a U.S. business, as described in the 1991 report. (The list was obtained by the National Security Archive, an independent U.S. research group.) But the statement did not address the allegations that Uribe had worked for the Medellin cartel and was Escobar's close friend. It may be that Uribe thinks his recent actions speak louder than denials: in the last two years, Colombia has extradited 140 accused traffickers to the United States--a figure unmatched by any previous president. "This is probably one of the most pro-American presidents in Latin America's entire history," says Adam Isacson, at the Center for International Policy in Washington.

Still, questions persist. Uribe has been talking peace with outlawed right-wing paramilitaries. These groups began in self-defense against an out-of-control Marxist guerrilla movement, yet they supported themselves via the drug trade. After winning office on a pledge to stop leftist guerrillas, Uribe is now offering leniency to paramilitaries who renounce trafficking and disarm. "Some of these people don't even have anti-guerrilla credentials," says Isacson. "They're just drug traffickers who've bought their way into the paramilitary movement as a way to claim political status, legitimize their fortunes and walk free." Most Colombians seem unconcerned. With the president's approval ratings hovering above 70 percent, he's likely to get a constitutional amendment later this year to let him run again in 2006--and win.

Link:

http://www.newsweek.com/id/54793

© 2004 Newsweek, Inc.

Stanley Burburinho (25/01/2008 - 15:05)
Azenha, mais uma do Desembargador LIppmann:

Terça, 26 de Agosto de 2003

Desembargador do TRF permite reabertura de dois bingos em Londrina

O desembargador federal Edgard Lippmann Júnior, do Tribunal Regional Federal (TRF) da 4ª Região, suspendeu na última semana decisão da Justiça Federal de Londrina (PR) que havia proibido as empresas Golden Place Bingo Eletrônico e Royalthon Promoções e Entretenimentos de explorarem jogos de bingo. O despacho, expedido na última sexta-feira (22/8), permite o funcionamento dos estabelecimentos até que seja julgado o mérito do caso.

As duas empresas recorreram ao TRF alegando que a Constituição Federal permite a exploração de jogos de bingo por particulares. Além disso, haveria risco de dano irreparável em virtude da demissão de centenas de empregados. Em seu despacho, Lippmann entendeu que recentes precedentes judiciais relacionados ao tema dão sinais visíveis de que o Poder Judiciário não pode desconsiderar situações contrastantes dentro do mesmo espaço territorial. O desembargador afirmou ser injustificável que na grande maioria dos estados da federação a exploração de bingos é permitida, mas caso específico do Paraná não.

Lippmann salientou que o Golden Bingo e a Royalthon continuam a explorar a atividade, mesmo que de forma precária, %u201Co que fazem respaldadas em decisão proferida pela Justiça Estadual de Londrina%u201D. O magistrado também constatou que está presente o perigo de ocorrência de dano irreparável, frente às múltiplas demissões dos empregados dos estabelecimentos das empresas, conforme comprovado no processo.

http://www.trf4.gov.br/trf4/noticias/noticia_detalhes.php?id=3473

jose roberto (25/01/2008 - 13:19)
sou funcionério publico estadual olha este foi o melhor governador para nós funcionario governador vai a luta nós estamos com vc

Conceição Lemes (25/01/2008 - 12:54)
Concordo, Azenha. A diversidade de opiniões é natural, democrática e deve ser respeitada. É ótimo que aqui haja espaço para a pluralidade de pensamento, ao conrário do que é comum hoje em dia na mídia.Mais um ponto, portanto, pra você e este site. Agora, uma coisa é opinião divergente, crítica. Outra, é ofensa, baixaria, desrepeito humano, como a desse ventríloquo da mídia de esgoto. E, aí, cabem todas as medidas legais. É educativo deixar claro que, aqui, víboras, cobras, serpentes não se criam. Vá em frente, Azenha. Persiga o seu ideal. Estamos com você.

João Sebastião Bar (25/01/2008 - 12:50)
Cara Azenha,

Fico aqui pensando com meus botões, como diria o Mino, imagino caso Requião venha a ser eleito Presidente em 2010, a mídia do PIG, por um lado sentirá falto do Lula, por outro, caso não tenha o apoio popular, além da falta de carisma, como tem o Lula, ficará mais fácil para um tentantiva de golpe via "impeachment" por exemplo. Uma outra coisa, quase tudo a favor das ideias dele, mas acho ele um Chavez melhorado, lembra um pouco o Brizola nos ataques a globo e esta precisando aprender a ouvir também. Sds, JBS.


Christopher Picanço (25/01/2008 - 12:23)
Quem merece censura é o juiz LIPMMANN JUNIOR que não dignifica seu cargo de juíz federal .

silvio (25/01/2008 - 11:46)
O Judiciário é pior que o Legislativo. Porque se funcionasse de verdade os outros poderes não seriam do jeito que se apresentam. Alguém já disse que um país que têm mais advogados que cientistas e engenheiros não pode ser sério. Tal poder serve apenas aos que detêm o status quo. Salários vergonhosamente altos num país de miseráveis, vendas de sentenças, chantagem aos outros poderes para obter vantagens em benefício próprio eis aí o "nosso" eficiente(?) Judiciário.

antonio carlos martins (25/01/2008 - 11:35)
Sobre o censor Lippmann

rumores alvissareiros (blog do sivuca)
Política e o que der na Telha. Anotações de um aspirante a classe média


Thursday, January 24, 2008
Juiz que mandou censurar o governador do Paraná é investigado pela Polícia Federal por ter ajudado réu em julgamento.

Correio Brasiliense - 17/07/2004


A Polícia Federal investiga um juiz por ter ajudado um réu em julgamento. O desembargador federal Edgard Lippmann teria beneficiado um amigo próximo a adiar um julgamento na corte a qual faz parte, o Tribunal Regional Federal da 4ªRegião, em Foz do Iguaçu (PR). Em conversa telefônica gravada no dia 11 de junho de 2001, Lippmann foi flagrado conversando com o delegado da Polícia Federal Wilson Alfredo Perpétuo. O agente respondia na Justiça por crime de contrabando de uísque em ação proposta pelo Ministério Público. O processo consta no controle do TRF pelo número 1999.04.01.007301-9.

A conversa é comprometedora. ''Eu tô te pedindo como amigo. Se você me ajuda nesse negócio aí'', pede Perpétuo. O desembargador federal não se incomoda com o pedido do delegado. ''O que é que vai ser julgado aí?'', pergunta. O relator do caso é o desembargador José Luiz Borges Germano, conhecido nos corredores do TRF pelo rigor. Em processo anterior, no qual Perpétuo era denunciado por crimes de peculato e concussão, o mesmo magistrado já havia votado contra ele. O medo de uma nova derrota fez Perpétuo pedir ajuda a Lippmann.

Na gravação, Lippmann diz que não tem tanta intimidade com Germano, mas arruma uma estratégia para o processo mudar de mãos e ser julgado por outro desembargador. No dia 7 de junho, Germano anunciou que o julgamento do caso seria realizado no dia 18, uma segunda-feira. Seria a última semana de julgamento antes do recesso forense do mês de julho.

Lippmann usa uma estratégia para alterar o relator do processo: sugere a Perpétuo que peça a seu advogado, Osmann de Oliveira, para arrumar um atestado médico. ''Dá um atestado. Dizendo que ele não poder vir à sessão'', diz o desembargador ao amigo delegado.

Operação Lince

O desembargador explica o motivo do adiamento. Estava previsto, na época, uma mudança nas sessões internas do TRF da 4ªRegião. Uma das turmas era responsável por julgar casos relativos aos casos envolvendo tributação e questões criminais. Esse grupo de trabalho seria desmembrado no segundo semestre: haveria um só para tributário e outro para crimes. E todos os processos seriam redistribuídos a novos juízes. Com essa mistura de processos, o caso de Perpétuo mudaria de mãos e seria retirada do crivo do desembargador Germano. Afastando, assim, o juiz rígido do caso do delegado.

A estratégia deu certo. Consta do andamento do processo no TRF que exatamente no dia 18 de junho de 2001, o caso foi retirado da pauta de julgamentos. No dia 2 de julho, diante das mudanças internas no tribunal, o processo foi redistribuído. Caiu nas mãos do desembargador Élcio de Castro.

A relação entre o delegado e o desembargador foi descoberta na investigação de um outro caso investigado pela PF. Perpétuo está preso desde o dia 23 de junho, dia em que foi deflagrada a Operação Lince. A quadrilha da qual a PF suspeita da participação de Perpétuo é acusada de roubo de carga, adulteração de combustíveis e fraudes fiscais. O Correio deixou recados nos telefones celular e da casa do desembargador, mas não obteve resposta.


A gravação


Os trechos das conversas entre o delegado da PF Wilson Perpétuo e o desembargador federal Edgard Lippmann:

Wilson Alfredo Perpétuo - Eu tô te pedindo como amigo. Se você me ajuda nesse negócio aí. Porque p..., Lippmann, é um troço nojento.

Edgard Lippmann - O que é que vai ser julgado aí?

Perpétuo - É aquele negócio do uísque lá, negócio da troca lá do Carimã.

Lippmann - Eu sei.

Perpétuo - Você entendeu?

Lippmann - Me diga uma coisa... O que eu te falei. Vai haver uma mudança.

Perpétuo - Então, eu queria que esse julgamento fosse jogado para frente. O que você acha?

Lippmann - Isso aí, Perpétuo. Tinha que fazer. O Osmann é que é teu advogado?

Perpétuo - É.

Lippmann - Ele poderia fazer o seguinte... Dá um atestado aí...

Perpétuo - O quê?

Lippmann - Dá um atestado. Dizendo que ele não poder vir à sessão. Ele tem procuração nos autos, não tem?

Perpétuo - Tem.

Lippmann - O que acontece é o seguinte: a partir do segundo semestre... Hoje nós temos três sessões: a primeira que é tributária e crime. E, a partir deste segundo semestre, o tributário vai ficar só no tributário e o crime só crime. E os processos deles, tanto do Amir quando do Germano, quanto os criminais, vão ser redistribuídos.

Correio Braziliense - 17/07/2004

Luiz Carlos Azenha (25/01/2008 - 10:32)
Conceição, um dos princípios deste site é ser educativo. Quem quiser comentar comenta. Aprovo todas as mensagens,a não ser as ofensivas a terceiros. Aceito todas as críticas. Quanto às ofensas sou da opinião de que quem fala deve assumir responsabilidade legal pelo que escreve ou fala. Inclusive leitores.

Ronei Mocellin (25/01/2008 - 10:28)
Prezado Azenha,
o SR. Roberto Requião tem razão quando denuncia a dita 'grande midia' e também demonstra lucidez quando (embora de forma equivocada)condena a cultura de OGM e provove o uso de software live. Acho questionàvel (e me oponho como cidadão) à alguns de seus comportamentos e escolhas politicas, mas a grande maioria dos politicos paranaenses são ainda piores. Se ele se diz un sartrerien de gauche, ça va bien, mas se você olhar seu grupo politico é dificil chama-lo de esquerda, bem como não da para esquecer vàrias posições do casal Sartre/Beauvoir, como a justificativa aos campos de concentração chineses sob Mao. Faria bem à Requião a leitura de Camus (p. ex. L'homme révolte, Caligula...), toujours à gauche, donc toujours contre les logiques de la mort, que unem fascistas e pseudo-revolucionàrios de esquerda.
Todavia, a TV Educativa do Paranà, bem como as demais tv's educativas, precisam urgentemente se tornarem pùblicas,e não estatais, com programção de qualidade. As produções locais devem evoluir, não apenas técnicamente, mas na forma e no conteùdo, é preciso considerar que as pessoas são inteligentes. Se a "grande midia" não o faz, a sociedade precisa de outros mecanismos para melhor se informar e, consequentemente, participar dos debates Politicos que lhe dizem respeito, e uma tv pùblica pode contribuir e muito. Seu sitio, na minha opinião, é otimo exemplo de trabalho jornalistico sério, comprometido com a informação e a inteligência do leitores.

Grande abraço.

Stanley Burburinho (25/01/2008 - 09:33)
Azenha, no texto do Desembargador foi usada a palavra "denegrir" que já foi classificada como de cunho racista: "de.ne.grir
v. 1. Tr. dir. e pron. Tornar(-se) negro ou escuro. 2. Tr. dir. Macular, manchar, difamar. Conjuga-se como agredir."Não podemos nos esquecer de que o Desembargador tem rabo preso porque foi flagrado num grampo da PF quando tramava uma falcatrua com um réu acusado de contrabando de whisky.

Leandro SR (25/01/2008 - 08:43)
Azenha. Já faz algum tempo que pesquiso sobre o Requião e sobre seu governo no Paraná. Apesar de ser Gaúcho, acho, pelo pouco que consegui de informações até agora, que seria o cara ideal para governar o Brasil na atual conjuntura. O problema, é que ele tem um perfil muito similar ao do Chavez e isso torna a possibilidade de eleição (aqui no Brasil) muito remota, como voces já estão vendo. Somos o país da novela e do Carnaval.

Conceição Lemes (25/01/2008 - 01:45)
Azenha, levante realmente o IP do "Jorge". Neste blog, não há espaço para a baixaria que "ele" está acostumado. A você, nossa irrestrita solidariedade. Que jornalista na sua posição na Globo, teria a honradez e a coragem de revelar o acerto vergonhoso do delegado Bruno com alguns coleguinhas amestrados, entre os quais um da própria emissora? Para nossa sorte, você teve. Nenhum repórter pode esquecer aquele "furo" histórico do Viomundo. Diariamente, aqui, você continua a nos surpreender. Sempre arranja um jeito de nos maravilhar com o seu enfoque diferenciado do que está por aí. Você é um orgulho para nós, jornalistas. Só nos dá motivo para insistir no sonho de lutar por um jornalismo compromissado com a verdade factual, responsável, digno. Obrigadíssima por ser um colega-cidadão tão ético, competente, humano e solidário. Uma sugestão: como há muitos leitores novos chegando, que tal colocar, de novo, no ar a matéria sobre o delegado Bruno? Ela revela, ao mesmo tempo, o tamanho do ser humano-profissional Luiz Carlos Azenha e a sordidez da nossa mídia. Um abração e boa sorte.


Luiz - AlphaPlus (24/01/2008 - 22:52)
Azenha, li em vários blogs críticas ao Requião porque ele é de ESQUERDA e está no PMDB. Para quem acompanha política a mais tempo, o PMDB tem pelo menos 3 faces: uma delas é esquerdista, onde Requião se encaixa e onde o Sarney está no lado OPOSTO. Muitos dos PCB´s e PCBdoB se alojaram no PMDB por falta de opção e porque seria o partido representante dos desejos do povo na ditadura. Requião também foi perseguido e fichado pelo DOPS e isso o coloca em uma posição de conhecer mais profundamente a realidade política do país. Ele sabe que em outro partido, com menos força, ele não teria sido eleito. Quando Requião foi Senador, fazia parte da bancada os irmãos Dias, Osmar e Álvaro. Osrmar, do PSDB, sempre esteve mais na ESQUERDA, apesar de estar no PSDB. Álvaro, "valha-me", é um sujo político, no pior sentido da palavra. Um papagaio de pirata. Álvaro também foi eleito pelo PMDB e depois foi expulso do partido, se escondendo no PSDB, que mais a cara dele. Hoje, para o Paraná, temos ainda o Senador Flávio Arns - PT, irmão da Dra. Zilda Arns, Esperamos que esse ajude a salvar as almas daquele antro, que é o Senado.



Luiz Carlos Azenha (24/01/2008 - 22:39)
Caro Luiz, vc que é do Paraná podia fazer uma análise crítica do episódio, não acha?

Luiz - AlphaPlus (24/01/2008 - 22:36)
Azenha, aliás, gostei de ver. Entrei no site da RTVE (TV Paraná Educativa - www.rtve.pr.gov.br) e lá eles citam que o Governador deu entrevista a você, diretamente de Washington. Ontem, havia entrevista dele para o PHA. Será que o Governador ainda se acha sozinho, como ele reclamava? Ele disse que não via reação da sociedade civil. Pelo menos, acho que ainda fazemos parte dela.

Luiz - AlphaPlus (24/01/2008 - 22:32)
Grande Azenha, você vê que estamos sujeitos a SOL ou TEMPESTADES, dependendo de quem se agrade. Falar mal da Globo agrada-nos mas desagrada o JORGE. Por isso, não entre no jogo desse menino, que pelo discurso, nasceu ONTEM e somente HOJE tomou conhecimento de nossa existência.

Recado ao JORGE: abra os olhos e veja além das notícias. Mas, se você entrar aqui já com esse preconceito todo, não adianta bater boca, porque o PIG te dá todos os argumentos que você quer. Então, continue ajudando o PIG a crescer.....

Marcio Carlomagno (24/01/2008 - 22:31)
Queria mesmo éra ver Requião para Presidente, mas analisando criticamente, se o PT fechar coalizão com o PMDB em 2010 (como provavelmente acontecerá) Requião se tornará um nome incrivelmente forte para vice-presidente. Ele é completamente diferente de tudo (de ruim) que o PMDB representa nacionalmente. Moro no Paraná e posso garantir isso. É raro ver um homem publico com coragem de defender suas opiniões com a força que Requião defende, sem meias palavras (o que alguns confundem erroneamente com arrogancia). Ele tem feito um excelente governo, voltado, assim como Lula, aos mais pobres, e isso causa uma certa raiva em parte da elite e da midia (que tem feito um trabalho gigantesco no estado para desconstruir sua imagem). Repito: ele é do PMDB, mas de forma alguma se associa à imagem que este partido têm no resto do brasil; ele se declara abertamente de esquerda e rompeou várias alianças partidárias (da sua base estadual) por causa de brigas ideológicas, justo o oposto do que PMDB nacional faz, que apoia qualquer um desde que ganhe cargos. Não se pode julgar Requião pelo seu partido, ele é muito melhor que isso.

Luiz Carlos Azenha (24/01/2008 - 22:24)
Aliás, já pedi ao Leandro Guedes para levantar o seu IP, para que vc possa provar o que disse.

Luiz Carlos Azenha (24/01/2008 - 22:23)
Mentia em nome do salário? Aí dá para eu te pegar legal num processo por calúnia e difamação, se vc de fato existir. Se existir, mande-me seus dados de identificação que vamos conversar na Justiça...

Jorge (24/01/2008 - 22:06)
QUAL É O VERDADEIRO AZENHA?
O DO BLOG?
OU O DA GLOBO?
SÃO A MESMA PESSOA?
A GLOBO ME ENGANOU.

Jorge (24/01/2008 - 22:04)
A REDE GLOBO ME ENGANOU.
POR ANOS.
COMO?
mantendo o azenha,que pelos posts dele,mentia em favor do salario.

Luiz Carlos Azenha (24/01/2008 - 22:04)
Jorge, o curioso é que quem deu o furo da existência da gravação da conversa do delegado Edmilson Bruno com os jornalistas, que tinha potencial de ser embaraçosa para a TV Globo, foi o meu site, QUANDO EU AINDA TRABALHAVA NA GLOBO. Ou seja, pode ser que eu não controle um canal de TV, mas neste site sempre falei, da Globo e da Record. Mas vc deve estar chegando agora. Boas vindas...

Jorge (24/01/2008 - 21:57)
Requião,um populista barato,e com DEZENAS de acusaçoes de corrupção é do PMDB.
um partido santo.que só pensa no brasil.e a globo é que representa o pior do nosso pais.
ABAIXO A HIPOCRISIA!!!!!!!!!!!

Jorge (24/01/2008 - 21:54)
engraçado como voce, azenha, e outros, como paulo henrique amorim,so digam essas coisas apos terem sido demitidos da tv globo.quando voce trabalhava lá,ficava quietinho.é o cumulo da hipocrisia.vai virar ate piada de salão.

Danilo (24/01/2008 - 21:11)
Ciro Gomes disse em entrevista a Caros Amigos que o publicitário e cineasta Meirelles vomitou quando foi receber seu pagamento pela campanha realizada a ALVARO DIAS do psdb/pr e esse lhe veio com pacotes de dinheiro vivo, sem contabilização. Até hoje não ouvi Alvaro Dias negar essa afirmação de Ciro.
Se fosse comigo e fosse mentira, processaria Ciro na mesma hora. Alvaro Dias se cala e quer se passar por político probo e ético.
É com essa gente (DIAS)que Requião tem que combater no Paraná.

Tiago Negreiros (24/01/2008 - 20:12)
Sore o Requião, eu não tenho nenhuma opinião formada sobre o caso, até porque, não vejo a programação da TV Educativa do Paraná. No entanto, eu acredito que a verba destinada para fazer publicidade do Governo seja limitada, isso para que evite a gastança a que o governador se refere.

Tiago Negreiros (24/01/2008 - 20:08)
Caro Azenha,

Uma coisa tem me incomodado bastante ultimamente. Eu sei de todos os erros que a Rede Globo comete e concordo em quase todos os comentários negativos que vejo em blogs por aí (inclusive o seu). O que mais me intriga é que 95% dos comentários negativos dirigidos as emissoras de televisão são direcionados a empresa dos Marinho. Daí eu pergunto: SBT, Band, Record e outras estão isentas de todos esses pontos negativos defendidos?

Vejo que há uma perseguição à empresa da mesma forma que ela caça o presidente Lula. As demais emissoras raramente são lembradas, como se elas fossem exemplos de imparcialidade! E NÃO É! Abraços e parabéns pelo blog (tenho visitado muito ultimamente)

Paulo Vitor Carvalho (24/01/2008 - 19:57)
"Sou um existencialista sartreano de esquerda"

Mas o Requião não é do PMDB?

Jovino Pereira (24/01/2008 - 19:55)
... onde estão os defensores da liberdade de expressão?... os mesmos que acusaram tanto Chavez no caso da RCTV, faltou ao presidente Chavez solicitar uma consultaria ao senhor desembargador Edgar Lippmann, que sugeriria algo do tipo: "Não precisa tirar a concessão da RCTV, basta proibí-la de criticá-lo e mandar colocar de 15 em 15 minutos uma mensagem do presidente"...

Jhoni Vieceli (24/01/2008 - 19:33)
O Requião é o cara, um verdadeiro estadista, se fosse presidente arrumava a zona do Brasil

Edu marcondes (24/01/2008 - 19:23)
Desculpe-me o governador Requião, mas não acredito que um Procurador, em inicio de carreira, ganhe R$ 16 mil. Seria um absurdo. Dizer isso é enchovalhar com o Judiciário, que não permitiria que isso ocorresse.

Tiago santos (24/01/2008 - 17:58)
Esses politicos quando as coisas não vão como eles querem o Brasil e uma Zona !!!

Bruno (24/01/2008 - 17:31)
Alguém por favor diga para o Roberto Requião criar um blog. Acho que ele pode contar com a ajuda da Celepar que ainda por cima trabalha com software livre.

Viva a liberdade e tecnologia porque estão além dos (mal) juízes

Maxwell Babrosa Medeiros (24/01/2008 - 16:55)
É bom que recorra e que haja um veredito a favor, só para vermos como isso será noticiado(isso se for).



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