Vi o Mundo, por Luiz Carlos Azenha

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Nas mãos de Obama - e dos pacifistas

Atualizado em 25 de janeiro de 2009 às 20:21 | Publicado em 06 de janeiro de 2009 às 14:57

Tivemos o "fato extraordinário" -- e trágico -- de que eu havia falado em texto anterior: a morte de ao menos 40 refugiados em uma escola que servia de abrigo, na faixa de Gaza.

Os Estados Unidos agora correm atrás de um cessar-fogo a qualquer custo.

Foi o último crime de guerra cometido pelo governo de George W. Bush?

Hoje me dei conta, no site do Iraqi Body Count, de que ao menos 90 mil civis morreram no Iraque desde a desastrada ocupação dos Estados Unidos, presumivelmente autorizada em nome de "combater o terrorismo".

Foi esse também o principal argumento brandido por Israel, como força de ocupação violadora de leis internacionais, para atacar a faixa de Gaza.

O Hamas perdeu militarmente, mas venceu politicamente.

Israel subestimou a cobertura da mídia internacional. Nos últimos dias a rede CNN passou a cobrir o ataque a Gaza no mesmo formato da rede árabe Al Jazeera, que mostrou tudo. E, nesses tempos de internet, imagens, fotos e informações circularam pelo mundo como nunca haviam circulado antes.

Venceram também os fundamentalistas, que terão as imagens da carnificina em Gaza para usar como ferramentas de recrutamento -- assim como, no Iraque, a ocupação americana causou MAIS  e não MENOS terrorismo no mundo.

Assistimos a um espetáculo de cinismo político como já vimos muitos outros, com a tentativa de Estados Unidos e das principais nações européias de "dar tempo" para que Israel dizimasse o Hamas. O governo Lula agiu acertadamente e ganha reforço a tese do presidente da República -- que é de muita gente -- de que as Nações Unidas mais uma vez não cumpriram o seu papel.

Ainda que o poder relativo dos Estados Unidos tenha diminuído, Washington permanece o único interlocutor capaz de dar uma solução para o problema que está na origem de grande parte dos conflitos no mundo: atender às demandas do povo palestino.

Barack Obama, que manteve um silêncio constrangedor ao longo dos últimos dias, tem a chance de ser o fiador de um acordo internacional que favoreça os moderados, tanto em Israel quanto no mundo árabe e muçulmano. Ou isso ou em agum tempo teremos mais um espetáculo dantesco como o dos últimos dias, em que quase 700 pessoas foram mortas criminosamente... por nada.

 


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ÚLTIMOS COMENTÁRIOS
clodo (13/01/2009 - 18:20)
Enquanto os EUA meter o bedelho nos problemas dos outros, o mundo não terá poaz. Esses povos brigam desde a época de Abraão. Deixe-os brigarem em paz. Afinal nem Deus gosta deles.

Karlos Manga (09/01/2009 - 11:56)
Vou ser boi de piranha aqui, mas acho que o silencio de Obama tem sim, uma funçao importante. Não podemos eximir Bush de mais esta responsabilidade, ainda que ele esteja saindo. É ele quem deve falar, ele quem deve se expor. É dele que devemos cobrar responsabilidade politica, e nao de Obama. Ainda nao de Obama.

Alício (08/01/2009 - 12:04)
George W. Bush se diz um homem de Deus. Que Deus hein! Deve ser o mesmo dos judeus.

Jairo Beraldo (07/01/2009 - 23:29)
Estranho a seleção de comentarios!
Mas é assim
da ex da globo é da globo!
Retiro da sua trupe!

Marko (07/01/2009 - 00:00)
Tdo depende d quais as Reais pretensões d Obama%u2026
Apenas ocupar a Presidência ou ser um Agente d mudança (dentro do possível)?

Todos sabemos q, SE for o segundo caso e não quiser terminar morto antes do serviço feito (pq há casos em q ser morto tb faz parte do serviço) nem ter as ações anuladas, vai ter d jogar muito mas muuuuito Xadrez político e, mesmo nesta hipótese otimista resultados práticos antes d alguns meses, acho díficil...

Bruno Leonelo Payolla (06/01/2009 - 22:57)
O último crime de Bush e o primeiro de Obama.

Robson Moreno (06/01/2009 - 22:55)
Estou com o Fernando e não abro! Afinal, como se pode ter relações diplomáticas com uma das MAIORES NAÇÕES TERRORISTAS? Com tantos crimes e criminosos ao longo da história, como o massacre dos campos de refugiados palestinos de Sabra e Shatila, propiciado pelo "grande estrategista" Ariel Sharon? Tribunal penal internacional se vingasse seria apenas para os inimigos. Para os "nossos terroristas" a história é outra........

Milton Ribeiro (06/01/2009 - 22:07)
Impecáve, Azenha. Parabéns.

Fernando (06/01/2009 - 21:35)
Acertadamente agiu o presidente Hugo Chávez, que expulsou o embaixador de Israel da Venezuela.

Janaina (06/01/2009 - 19:32)
Ainda tenho esperança na confiança que as pessoas depositaram em Obama, mas fico me perguntando quantos palestinos ainda serão mortos até a sua posse. Não hoje me sinto uma habitante de Gaza e não consigo esperar !

José Eduardo R. de Camargo (06/01/2009 - 19:10)
Espero estar inteiramente enganado, mas acho que Israel acabou de dar início à tão temida 3ª Guerra Mundial. Parece que a mítica Batalha do Armagedão, ansiada pelos sionistas loucos e seus pares, os cristãos fundamentalistas fanáticos dos EUA, está no horizonte. Triste mundo esse em que o mais deletério obscurantismo religioso parece ainda ditar as regras. Oremos!?

waleria (06/01/2009 - 18:56)
Enfim Obama falou.

Está no site da Al Jazeera.

Disse que terá muito a dizer, mas depois da posse.
Diz que prometeu fazer a paz no Oriente Médio e repetiu que fará.

Agora resta esperar.

Uma esperançazinha pequenininha torna a reacender.

Será?

Daniel (06/01/2009 - 18:30)
Afora o imbróglio terrível e longevo do Oriente Médio, deve-se ponderar que dois fatores motivam esses ataques - seja em Gaza ou no Iraque: a indústria bélica e o domínio do petróleo. Não descarto a importância das questões religiosas e que tais. Mas, entretanto, não consigo deixar de ver interesses econômicos efetivos sempre - senão proporcionando os ataques - ao menos os açulando de forma vertical. Resolvido o problema (se fosse possível), outro surgiria e, naturalmente, a indústria da Guerra - descoberta no século XX enquanto negócio altamente lucrativo - se manteria fortalecida. Ao cabo, palestinos, iraquianos, judeus, iranianos, libaneses, e todas as suas facções e adjacências são muito convenientes para a manutenção dos altos lucros da guerra! Ps.: Os malabarismos a que certa imprensa se permite para defender o indefensável beiram o ridículo. Vide o artigo de hoje, na Folha, de João Pereira Coutinho. Para justificar o horror praticado por Israel, esse rapaz é capaz de começar a contar a história a partir de 1967!!!! Oras, se é pra considerar que a história desses povos é determinante no processo atual, seria obrigatório, no mínimo, retroceder ao contexto entre o fim do XIX e a Primeira Guerra! Seria cômico, não fosse a tragédia absoluta que estamos assistindo.

nona fernandes (06/01/2009 - 18:12)
Até o momento, o presidente eleito dos EUA, Barack Obama, vem mantendo um silêncio comprometedor em relação aos brutais ataques israelenses à faixa de Gaza. Agora, que está nas suas mãos, tomar uma decisão que atenda a gregos e troianos, acredito que a expectativa do mundo, se ele vai, ou não descer do muro, é muito grande. Estou esperando ansiosa.

Geurgetown F. Araujo (06/01/2009 - 17:55)
Olha aí o PIG da guerra! Entre diferentes opiniões e grandes teses colocadas por catedráticos nos jornais, estamos vendo uma guerra terrível onde estão morrendo centenas de pessoas, onde pelo jeito o ônus vai ficar com o Bush. Faltam 15 dias para o Obama assumir e estão apostando todas as fichas nele. Agora eu pergunto: se não houver uma trégua o que sobrará para o Obama fazer? O Obama já não está ajudando a resolver a crise americana? Ele já não ameaçou o Irâ? Então por que ele não diz nada agora?...Sabe o que pode acontecer? Gaza vai ser uma Israel, disfarçada de Iraque, sitiada por militares judeus e americanos por todos os lados, enquanto que os E.U.A pagarão aos ãncoras da CNN e assemelhados para caprichar nos editoriais em defesa de Israel.

gabriel vitorino sobreira (06/01/2009 - 17:43)
A única forma de uma guerra acabar é com um vencedor, mesmo que muitos saiam perdendo. Acho que israel percebeu que seu poderio militar e político lhe permite vencer a guerra, antes que Obama assuma, antes que a ONU retome um processo de acúmulo crescente de forças. Eles identificaram um momento propício para a ação e estão agindo. Isso não tem nada a ver com moral, isso é uma guerra e só nos interessa na medida que pode fortalecer a posição brasileira no cenário mundial, junto à ONU, junto a um conjunto de leis internacionais que sejam benéficas à posição brasileira de potencia média.

Marcia (06/01/2009 - 17:22)
A ONU, desde a invasão do Iraque, perdeu a credibilidade.
Só vão parar o genocídio quando o louco Bush quiser.

priscila maria presotto (06/01/2009 - 16:51)
A Onu não é mais respeitada,
Obama só vai tomar posse da presidencia dia 20 deste mes.
Melhor aguardarmos.

Rogério Drummond (06/01/2009 - 16:44)
06.01.009 | 16:38
OBAMA ROMPE SILÊNCIO E SE DIZ PREOCUPADO COM CRISE EM GAZA
Eleito faz rápida declaração sobre o conflito, mas lembra que agora apenas Bush fala sobre a política externa


Obama se diz preocupado com crise em Gaza

WASHINGTON - Quebrando o silêncio, o presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, expressou nesta terça-feira, 6, "profunda preocupação" com a morte de civis na Faixa de Gaza e em Israel. Falando após tanques israelenses matarem pelo menos 40 palestinos numa escola da ONU onde civis se abrigavam, o novo chefe de Estado americano disse a repórteres que a "perda de vidas civis em Gaza e Israel é fonte de profunda preocupação em mim."
Apesar da declaração sobre o conflito, a primeira desde que a ação israelense começou, há 11 dias, Obama destacou que só o atual presidente George W. Bush pode falar da política externa americana neste momento. O presidente eleito disse que fará outras declarações após tomar posse, no dia 20.
Em seu último pronunciamento sobre o tema, Bush afirmou na segunda-feira que qualquer esforço de trégua para encerrar a crise em Gaza deve incluir ações que previnam o lançamento de foguetes em Israel pelo Hamas na faixa costeira.
"Em vez de se importar com o povo de Gaza, o Hamas decidiu usar a região para lançar foguetes e matar israelenses inocentes", disse Bush a jornalistas após uma reunião na Casa Branca com uma autoridade do Sudão. "Obviamente, Israel decidiu se proteger."

Agências internacionais

Patrick (06/01/2009 - 16:24)
Já que estamos falando com frequência em "realpolitik", devemos ter uma visão otimista do silêncio de Obama. O normal seria ele se manifestar, prontamente, em defesa de Israel.

agostinho (06/01/2009 - 16:21)
Conta-se que a Condoleeza rice segundo seus pais, nao devia nem ter surgido, e quando nasceu era tao feia, tao
feio o bebê que,,, o pai nem lhe dera nome algum.
Na hora do registro da propria, ao ser pérguntado sobre
se era mesmo filha dele, apalermado balbuciou: yu know..
condom leaks up´rise!!
Vai daí o escrivao anotou esse nome atual dela.

Ary da Silva Martini (06/01/2009 - 16:20)
Observem o grande golpe de mestre: Era preciso eleger um democrata. Bush queimou toda e qualquer possibilidade de o mundo(e os EUA) engolirem mais um republicano. O que fizeram os falcões? Em pleno clamor pela paz e pela preservação ambiental, colocaram um ex-combatente do vietnã e uma "devastadora do meio ambiente" como candidatos. Não é incrível? É lógico que eles iriam perder. Ganhou Obama (negro, defensor do meio ambiente, sinalizando com políticas pacifistas). Obama, para ganhar legitimidade futura, saiu pelo mundo a falar, falar... Agora, quando o mundo assiste a um violento massacre, Obama... sai de férias! Não sem antes ter concordado, apoiado e avalizado o massacre. Ou alguém imagina que os Israelenses fazem o que fazem sem a concordância do futuro presidente dos EUA? Por que Obama, agora com muito mais legitimidade, não sai pelo mundo a pregar o fim do massacre? Simples: porque essa é a política dele. A promissória eleitoral (e política) começou a ser descontada. Para não falar, Obama alega que os EUA ainda tem presidente. É cinismo político pois até bem pouco tempo Obama falava ao mundo sobre tudo. Não se iludam: os EUA elegeram, pela via pacifista e racial, um guerreiro. Agora com eco internacional. Ainda haverá os que dirão: com John seria pior. Perfeito! Que golpe! Na virada do ano, os falcões ergueram suas taças e brindaram a idiotia: Yes, we can't!

1 de Janeiro de 2009 19:57
(rsurgente.com.br)

laet70 (06/01/2009 - 16:15)
Explicação técnica (desculpa esfarrapada) para o uso de NAPAL na guerra de Israel:
http://www.estadao.com.br/interatividade/Multimidia/ShowAudios.action?destaque.idGuidSelect=5EEBDFA5218F4D66A349B2062038AAFC

Daniel Carneiro (06/01/2009 - 16:13)
Azenha,
Insisto na tese de que o governo israelense possui maior responsabilidade no que ocorre. Se os seus dirigentes tivessem cumprido os acordos de Oslo, que deu esperanças ao mundo todo, o Hamas e outros grupos palestinos radicais tinham perdido influência. O sofrimento de um povo faminto e sem terra comove qualquer pessoa. Israel, e me refiro a seus governantes e apoiadores internos, ignoram que nunca terão paz, simpatia internacional, enquanto continuarem apontados canhões fortemente blindados e armas de fogo de última tecnologia contra pessoas indefesas desempregadas. Esta lógica é o cúmulo da desumanidade. Mais uma vez o governo de Israel unificou o sentimento antisemita no mundo árabe e perdeu uma oportunidade histórica de escrever uma história digna de uma trajetória heróica como foi a do povo judeu.
A internet, daqui pra frente, será sempre uma poderosa aliada dos direitos humanos na medida que permite acessar em tempo real os horrores de uma guerra.

Lucas Cardoso (06/01/2009 - 16:05)
Ah, mas acabar com o terrorismo é só pretexto. Afinal, o Bush primeiro disse que o objetivo no Iraque era achar armas de destruição em massa, depois disse que era libertar o povo iraquiano, depois que era espalhar a "democracia" através do Oriente Médio. Agora vem com essa lenga lenga de acabar com o terrorismo, fazendo bases militares permanentes, contratos para a extração de petróleo por empresas estadunidenses e uma super-embaixada que é quase uma cidade.

Na Palestina não é muito diferente. O objetivo é manter um povo oprimido não importam as consequencias (ah, trema, amada minha). O objetivo é a obtenção de territórios. Terrorismo é um pretexto. Como comunismo e imperialismo eram o pretexto durante a Guerra Fria para todo o tipo de crimes por ambos os lados.

Patrícia Gurgel (06/01/2009 - 15:34)
Condoleezza Rice viaja a Nova York para promover cessar-fogo em Gaza

Washington, 6 jan (EFE).- A secretária de Estado americana, Condoleezza Rice, viaja hoje a Nova York para se reunir na ONU com ministros de Exteriores árabes e promover um plano de cessar-fogo entre o movimento islâmico Hamas e Israel, informaram fontes do Departamento de Estado.
"O propósito de sua viagem é se unir aos esforços da comunidade internacional a favor de um cessar-fogo", disseram as fontes, que falaram sob condição de não serem identificadas.
Rice partirá da base aérea de Andrews, nos arredores de Washington, no início da tarde, e, após chegar a Nova York, terá consultas com ministros árabes e outros aliados, assim como com o presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas, segundo as mesmas fontes.
A chefe da diplomacia americana permanecerá até quarta-feira em Nova York, onde também manterá conversas com o ministro de Exteriores da Turquia, Ali Babacan.
Rice assistirá também à reunião do Conselho de Segurança da ONU marcada para esta tarde, a fim de tentar conter a intervenção israelense na Faixa de Gaza.


Patrícia Gurgel (06/01/2009 - 15:33)
Cont/ Condoleezza Rice viaja a Nova York para promover cessar-fogo em Gaza

Abbas prevê apresentar ao principal órgão da ONU um novo projeto de resolução no qual se pede um cessar-fogo, a suspensão do bloqueio a Gaza e o posicionamento de observadores internacionais.
A dúvida é se os Estados Unidos cederão às pressões e apoiarão um texto desta natureza, depois que, no sábado, impediu a adoção no Conselho de Segurança de uma declaração presidencial que pedia o fim da violência.
O porta-voz do Departamento de Estado americano, Sean McCormack, explicou na segunda-feira que Washington busca um cessar-fogo "sustentável, durável e sem limite de tempo", com base em três pilares.
Entre os elementos que essa trégua deve incorporar têm que estar o fim dos lançamentos de foguetes, a abertura das passagens fronteiriças e uma solução para os túneis subterrâneos, pelos quais entra o contrabando de armamento.
No entanto, e apesar dos esforços da comunidade internacional para conseguir o fim da violência na Faixa de Gaza, Israel voltou hoje a rejeitar uma trégua.

Fernando (06/01/2009 - 15:30)
Eu achei o silêncio do Obama constrangedor sim.

Se como presidente eleito ele ameaçou o Irã, então por qual motivo não poderia se manifestar sobre esse conflito em Gaza?

Irene Cordeiro (06/01/2009 - 15:19)
A Sobe para 40 o número de mortos em escola de Gaza, dizem palestinos
06/01 - 13:13 , atualizada às 15:08 06/01


GAZA - Um tanque israelense matou 40 palestinos numa escola dirigida pela Organização das Nações Unidas na Faixa de Gaza, nesta terça-feira, disseram fontes médicas de dois hospitais. Dois disparos de tanque ocorreram do lado de fora da escola, lançando estilhaços em pessoas que estavam dentro e fora do prédio. Centenas de palestinos estavam no local para fugir dos combates entre soldados israelenses e militantes do Hamas.
Dezenas de pessoas também ficaram feridas no ataque, informaram autoridades. Segundo fontes médicas, os mortos eram moradores locais ou pessoas que estavam ali em busca de abrigo.

Reuters

Tereza Ramos (06/01/2009 - 15:18)
Obama apareceu. Está n'O Globo:
- Quando se trata de relações internacionais é particurlamente importante aderir ao princípio de um presidente por vez. Não podemos ter duas vozes saindo dos EUA quando se tem tanto em jogo - disse.

Anete Correa (06/01/2009 - 15:14)
Azenha, o silêncio de Obama não foi constrangedor. Ao contrário, foi sábio! Ele é o presidente eleito, mas ainda não preside os EUA. Não poderia falar. Quem ainda fala pelos EUA é Bush. Logo, Obama foi sábio e ético. Sobretudo ético. E deixemos de firulas. Acumulou cacife para enfrentar os porraloucas árabes e judeus. Os árabes e judeus pacifistas, de boa fé entenderam o silêncio de Obama. Era isso que se esperava dele. O silêncio dele foi no rumo de como ela agirá, buscará uma saída diplomática. Parabéns também pela publicação do sábio artigo de Fátima Oliveira, um dos melhores, mais equilibrados e, sobretudo justo, que li por aqui. Caceteou Israel na maior moral e destacou a sua solidariedade aos judeus e palestinos que desejam e lutam pela PAZ.

MACONHEIRO (06/01/2009 - 15:13)
ONU:ORGANIZAÇÕES DA NAÇÕES UNIDAS PELO LUCRO.



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