clodo (13/01/2009 - 18:20)
Enquanto os EUA meter o bedelho nos problemas dos outros, o mundo não terá poaz. Esses povos brigam desde a época de Abraão. Deixe-os brigarem em paz. Afinal nem Deus gosta deles.
Alício (08/01/2009 - 12:04)
George W. Bush se diz um homem de Deus. Que Deus hein! Deve ser o mesmo dos judeus.
Marko (07/01/2009 - 00:00)
Tdo depende d quais as Reais pretensões d Obama%u2026
Apenas ocupar a Presidência ou ser um Agente d mudança (dentro do possível)?
Todos sabemos q, SE for o segundo caso e não quiser terminar morto antes do serviço feito (pq há casos em q ser morto tb faz parte do serviço) nem ter as ações anuladas, vai ter d jogar muito mas muuuuito Xadrez político e, mesmo nesta hipótese otimista resultados práticos antes d alguns meses, acho díficil...
Robson Moreno (06/01/2009 - 22:55)
Estou com o Fernando e não abro! Afinal, como se pode ter relações diplomáticas com uma das MAIORES NAÇÕES TERRORISTAS? Com tantos crimes e criminosos ao longo da história, como o massacre dos campos de refugiados palestinos de Sabra e Shatila, propiciado pelo "grande estrategista" Ariel Sharon? Tribunal penal internacional se vingasse seria apenas para os inimigos. Para os "nossos terroristas" a história é outra........
Fernando (06/01/2009 - 21:35)
Acertadamente agiu o presidente Hugo Chávez, que expulsou o embaixador de Israel da Venezuela.
José Eduardo R. de Camargo (06/01/2009 - 19:10)
Espero estar inteiramente enganado, mas acho que Israel acabou de dar início à tão temida 3ª Guerra Mundial. Parece que a mítica Batalha do Armagedão, ansiada pelos sionistas loucos e seus pares, os cristãos fundamentalistas fanáticos dos EUA, está no horizonte. Triste mundo esse em que o mais deletério obscurantismo religioso parece ainda ditar as regras. Oremos!?
Daniel (06/01/2009 - 18:30)
Afora o imbróglio terrível e longevo do Oriente Médio, deve-se ponderar que dois fatores motivam esses ataques - seja em Gaza ou no Iraque: a indústria bélica e o domínio do petróleo. Não descarto a importância das questões religiosas e que tais. Mas, entretanto, não consigo deixar de ver interesses econômicos efetivos sempre - senão proporcionando os ataques - ao menos os açulando de forma vertical. Resolvido o problema (se fosse possível), outro surgiria e, naturalmente, a indústria da Guerra - descoberta no século XX enquanto negócio altamente lucrativo - se manteria fortalecida. Ao cabo, palestinos, iraquianos, judeus, iranianos, libaneses, e todas as suas facções e adjacências são muito convenientes para a manutenção dos altos lucros da guerra! Ps.: Os malabarismos a que certa imprensa se permite para defender o indefensável beiram o ridículo. Vide o artigo de hoje, na Folha, de João Pereira Coutinho. Para justificar o horror praticado por Israel, esse rapaz é capaz de começar a contar a história a partir de 1967!!!! Oras, se é pra considerar que a história desses povos é determinante no processo atual, seria obrigatório, no mínimo, retroceder ao contexto entre o fim do XIX e a Primeira Guerra! Seria cômico, não fosse a tragédia absoluta que estamos assistindo.
Geurgetown F. Araujo (06/01/2009 - 17:55)
Olha aí o PIG da guerra! Entre diferentes opiniões e grandes teses colocadas por catedráticos nos jornais, estamos vendo uma guerra terrível onde estão morrendo centenas de pessoas, onde pelo jeito o ônus vai ficar com o Bush. Faltam 15 dias para o Obama assumir e estão apostando todas as fichas nele. Agora eu pergunto: se não houver uma trégua o que sobrará para o Obama fazer? O Obama já não está ajudando a resolver a crise americana? Ele já não ameaçou o Irâ? Então por que ele não diz nada agora?...Sabe o que pode acontecer? Gaza vai ser uma Israel, disfarçada de Iraque, sitiada por militares judeus e americanos por todos os lados, enquanto que os E.U.A pagarão aos ãncoras da CNN e assemelhados para caprichar nos editoriais em defesa de Israel.
Marcia (06/01/2009 - 17:22)
A ONU, desde a invasão do Iraque, perdeu a credibilidade.
Só vão parar o genocídio quando o louco Bush quiser.
Rogério Drummond (06/01/2009 - 16:44)
06.01.009 | 16:38
OBAMA ROMPE SILÊNCIO E SE DIZ PREOCUPADO COM CRISE EM GAZA
Eleito faz rápida declaração sobre o conflito, mas lembra que agora apenas Bush fala sobre a política externa
Obama se diz preocupado com crise em Gaza
WASHINGTON - Quebrando o silêncio, o presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, expressou nesta terça-feira, 6, "profunda preocupação" com a morte de civis na Faixa de Gaza e em Israel. Falando após tanques israelenses matarem pelo menos 40 palestinos numa escola da ONU onde civis se abrigavam, o novo chefe de Estado americano disse a repórteres que a "perda de vidas civis em Gaza e Israel é fonte de profunda preocupação em mim."
Apesar da declaração sobre o conflito, a primeira desde que a ação israelense começou, há 11 dias, Obama destacou que só o atual presidente George W. Bush pode falar da política externa americana neste momento. O presidente eleito disse que fará outras declarações após tomar posse, no dia 20.
Em seu último pronunciamento sobre o tema, Bush afirmou na segunda-feira que qualquer esforço de trégua para encerrar a crise em Gaza deve incluir ações que previnam o lançamento de foguetes em Israel pelo Hamas na faixa costeira.
"Em vez de se importar com o povo de Gaza, o Hamas decidiu usar a região para lançar foguetes e matar israelenses inocentes", disse Bush a jornalistas após uma reunião na Casa Branca com uma autoridade do Sudão. "Obviamente, Israel decidiu se proteger."
Agências internacionais
agostinho (06/01/2009 - 16:21)
Conta-se que a Condoleeza rice segundo seus pais, nao devia nem ter surgido, e quando nasceu era tao feia, tao
feio o bebê que,,, o pai nem lhe dera nome algum.
Na hora do registro da propria, ao ser pérguntado sobre
se era mesmo filha dele, apalermado balbuciou: yu know..
condom leaks up´rise!!
Vai daí o escrivao anotou esse nome atual dela.
laet70 (06/01/2009 - 16:15)
Explicação técnica (desculpa esfarrapada) para o uso de NAPAL na guerra de Israel:
http://www.estadao.com.br/interatividade/Multimidia/ShowAudios.action?destaque.idGuidSelect=5EEBDFA5218F4D66A349B2062038AAFC
Lucas Cardoso (06/01/2009 - 16:05)
Ah, mas acabar com o terrorismo é só pretexto. Afinal, o Bush primeiro disse que o objetivo no Iraque era achar armas de destruição em massa, depois disse que era libertar o povo iraquiano, depois que era espalhar a "democracia" através do Oriente Médio. Agora vem com essa lenga lenga de acabar com o terrorismo, fazendo bases militares permanentes, contratos para a extração de petróleo por empresas estadunidenses e uma super-embaixada que é quase uma cidade.
Na Palestina não é muito diferente. O objetivo é manter um povo oprimido não importam as consequencias (ah, trema, amada minha). O objetivo é a obtenção de territórios. Terrorismo é um pretexto. Como comunismo e imperialismo eram o pretexto durante a Guerra Fria para todo o tipo de crimes por ambos os lados.
Patrícia Gurgel (06/01/2009 - 15:33)
Cont/ Condoleezza Rice viaja a Nova York para promover cessar-fogo em Gaza
Abbas prevê apresentar ao principal órgão da ONU um novo projeto de resolução no qual se pede um cessar-fogo, a suspensão do bloqueio a Gaza e o posicionamento de observadores internacionais.
A dúvida é se os Estados Unidos cederão às pressões e apoiarão um texto desta natureza, depois que, no sábado, impediu a adoção no Conselho de Segurança de uma declaração presidencial que pedia o fim da violência.
O porta-voz do Departamento de Estado americano, Sean McCormack, explicou na segunda-feira que Washington busca um cessar-fogo "sustentável, durável e sem limite de tempo", com base em três pilares.
Entre os elementos que essa trégua deve incorporar têm que estar o fim dos lançamentos de foguetes, a abertura das passagens fronteiriças e uma solução para os túneis subterrâneos, pelos quais entra o contrabando de armamento.
No entanto, e apesar dos esforços da comunidade internacional para conseguir o fim da violência na Faixa de Gaza, Israel voltou hoje a rejeitar uma trégua.
Irene Cordeiro (06/01/2009 - 15:19)
A Sobe para 40 o número de mortos em escola de Gaza, dizem palestinos
06/01 - 13:13 , atualizada às 15:08 06/01
GAZA - Um tanque israelense matou 40 palestinos numa escola dirigida pela Organização das Nações Unidas na Faixa de Gaza, nesta terça-feira, disseram fontes médicas de dois hospitais. Dois disparos de tanque ocorreram do lado de fora da escola, lançando estilhaços em pessoas que estavam dentro e fora do prédio. Centenas de palestinos estavam no local para fugir dos combates entre soldados israelenses e militantes do Hamas.
Dezenas de pessoas também ficaram feridas no ataque, informaram autoridades. Segundo fontes médicas, os mortos eram moradores locais ou pessoas que estavam ali em busca de abrigo.
Reuters
Anete Correa (06/01/2009 - 15:14)
Azenha, o silêncio de Obama não foi constrangedor. Ao contrário, foi sábio! Ele é o presidente eleito, mas ainda não preside os EUA. Não poderia falar. Quem ainda fala pelos EUA é Bush. Logo, Obama foi sábio e ético. Sobretudo ético. E deixemos de firulas. Acumulou cacife para enfrentar os porraloucas árabes e judeus. Os árabes e judeus pacifistas, de boa fé entenderam o silêncio de Obama. Era isso que se esperava dele. O silêncio dele foi no rumo de como ela agirá, buscará uma saída diplomática. Parabéns também pela publicação do sábio artigo de Fátima Oliveira, um dos melhores, mais equilibrados e, sobretudo justo, que li por aqui. Caceteou Israel na maior moral e destacou a sua solidariedade aos judeus e palestinos que desejam e lutam pela PAZ.
Vou ser boi de piranha aqui, mas acho que o silencio de Obama tem sim, uma funçao importante. Não podemos eximir Bush de mais esta responsabilidade, ainda que ele esteja saindo. É ele quem deve falar, ele quem deve se expor. É dele que devemos cobrar responsabilidade politica, e nao de Obama. Ainda nao de Obama.