Travis (13/10/2008 - 22:06)
Não podemos definir FHC como liberal. Ele é integrante da Sociedade Fabiana, fundada em 1884 com o objetivo de minar o capitalismo. J. M Keynes e Harry Dexter White, idealizadores do FMI a ela pertenceram. Seu nome deriva de Quintus Fabius Maximum, Consul romano que, na impossibilidade de enfrentar Anibal, preconizou guerra de desgaste (guerrilha). Sem dúvida o Proer e a aceitação do Basiléia-2 foram importantes para a consolidação do sistema bancário no Brasil, bem como a extraordinária lucratividade dos mesmos nos último anos.
A respeito do Pré-sal, obra do Lula, já era conhecido pela geologia da Petrobrás (declaração de seus geólogos) desde o início dos anos 90. Não havia tecnologia para se comprovar e explorar, fator que atrasou seu aproveitamento.
Rose Dantas (20/09/2008 - 22:35)
Querida Amyra,gostaria de informar que a vossa entrevista na Revista Universo Espírita tem vendido bastante e todos querem saber quem é esta mulher? Eu relato para todos honrosamente que Amyra El Khalili e Vilmar Berna me deram a mão no momento que mais necessitei. É muito bom que todos saibam que as famosas Kings Ongs não me deram atenção, porque para os respectivos "Pop Stars" a Amazônia é prioridade, visto que o grande dorssel esconde suas escusas intenções. Os mesmos esquecem da importãncia da Mata Atlântica, do nosso Cerrado,da Caatinga e dos inúmeros ecossistemas que há neste país chamado Brasil. Falo da Amyra com muito orgulho e digo mais minha gente precisamos valorizá-la e sempre recebê-la com tamanha nobreza. Uma mulher que se dispõe a qualquer dia, hora, madrugada e muitas vezes desafiando os limites do seu próprio corpo para buscar ajuda em prol de nós ambientalistas. Amyra e o Vilmar abraçaram a minha causa e a minha dor também. Perdi minha pesquisa no Desastre do Rio Potengi mais fico feliz por ter salvado muita gente. Eu fiz naquele momento minha parte e acredito que pelo sonho é que vamos... Muito obrigada Azenha por este espaço valioso e que Deus te ilumine sempre! A você Amyra e aos demais amigos um grande abraço!!!
Amyra El Khalili (18/09/2008 - 12:04)
Eu também escrevo a bala e erro muito no meu "português". Penso que mais importante que um bom português, é ter coragem de manifestar-se e doar tempo voluntariamente para uma causa nobre em um espaço tão especial como o site Viomundo do Azenha respeitando os leitores e a inteligência alheia. E nisso você, João Bravo, e demais comentaristas, estão de Parabéns! Obs: mas não erro com o "português" conjugando o verbo "Azenhar"!
Amyra El Khalili (18/09/2008 - 11:32)
João Bravo, não fique preocupado! Eu entendi perfeitamente o que falou. E mais uma vez você ACERTOU! Tentei lhe dizer que há um "GAP" (jargão do mercado) entre a religião e o "religar" em relação aos valores de mercado. Para compreender o que digo também ouça essa entrevista:
OUÇA - Palavra de Especialista, Rádio Câmara (Brasília)
Dia Internacional da Mulher - 01/03/2006
http://www.camara.gov.br/internet/radiocamara/default.asp?selecao=MAT&Materia=35294
Resumo- No dia oito de março, Dia Internacional da Mulher, a Rádio Câmara presta uma homenagem à força feminina que batalha por um mundo melhor. No programa "Palavra de Especialista", a jornalista Daniele Lessa vai receber três mulheres que se atrevem a querer transformar a realidade para que homens, mulheres e crianças tenham um futuro mais acolhedor e mais humano.
Você vai conhecer a trajetória de Azelene Kaingáng, que nasceu na Tribo Kaingáng, situada no norte do Rio Grande do Sul. Azelene é presidente do Warã Instituto Indígena, que é uma organização de profissionais com curso superior que trabalham como consultores para comunidades e povos indígenas sul-americanos.
O Palavra de Especialista vai receber também Amyra El Khalili, que largou uma carreira de sucesso no mercado de futuros da bolsa valores para fundar o projeto Bolsa Brasileira de Commodities Ambientais. Amyra foi indicada para o prêmio "1000 mulheres para o prêmio Nobel da paz". E fechando o programa, a médica pediatra Zilda Arns vai falar como o trabalho contra a mortalidade infantil fortalece as mulheres dentro das famílias e das comunidades.
Diego Alexandre (18/09/2008 - 09:29)
João Bravo, gostei de conversar com você e tenho muitas outras coisas a discutir, mas aqui, no site do Azenha, creio não ser o lugar ideal. Se tiver paciência para aguentar a chateação de um debate, me mande um e-mail para dieheralex@ig.com.br me informando do seu próprio e-mail, para que possamos continuar a debater... Abraço.
João Bravo (17/09/2008 - 19:47)
Diego Alexandre,
Se a dor só ensina a gemer,
Oque se pode aprender,
Sendo o professor a fome.
Desta foma terminava um poema que fiz, em protesto ao desvio de verbas da merenda escolar em minha cidade Tramandai Rs,que mandei publicar em jornal local, Paguei do meu bolso, e tenho certeza, ajudei dando alerta ao ministerio publico.Tanto que o processo não poupou ninguem.Abs
Amyra El Khalili (17/09/2008 - 19:02)
Completando....Rose Dantas é bióloga e ambientalista, denunciou o maior desastre ambiental do Rio Potengi em Natal, Rio Grande do Norte. Mais de 40.000 toneladas de peixe mortos e contaminados no Rio que abastace toda a cidade de Natal. O custo social enorme. Uma tragédia na saúde pública traduzida em mortes de pessoas intoxicadas e sem a atenção da grande mídia. Rose Dantas foi ameaçada de morte e ficou foragida até que o Ministério Público e a Polícia Federal assumissem o caso.
João Bravo (17/09/2008 - 18:21)
Diego Alexandre, não sei qual sua região, mas se for a região nordeste,sabemos que ainda é grave as condições aí.Toda a correção é dificil e demorada, mas creia, todo o país sabe da divida histórica que tem com esta região. Concordo com você em partes, acho que muitos especuladores,muitas instituições financeiras e muitos politicos de que dão proteção de estado, a estas ações criminosas deveriam ser varridas da face da terra.mas eu falo é do sistema, de você ter onde guardar com segurança seu dinheiro.Ter como aplicar seus pequenos lucros, que serão corrigidos de acordo com a realidade. De ter onde buscar capital para uma roça de mandioca, plantar umas malhas de cana, etc...posso imaginar sua indignação, e é bom que ela exista. Não sou professor, não tenho muito estudo, mas tive sorte de conhecer pessoas que explicaram-me o sentido de um garoto jogar pedras contra um blindado, na faixa de gaza.Outros me falaram sobre industria da seca, outros aplicações e mercado financeiro. As vezes me culpo, por chamar a mim, a responsabilidade de tentar explicar algo, que nem mesmo domino. desculpe-me
Amyra El Khalili (17/09/2008 - 16:16)
João Bravo, esse é o "modus operandis" dos "sabotadores de plantão". Separo um trecho " ....O que acontece é uma concorrência desleal com as altas taxas de juros. Qualquer negócio a longo prazo no Brasil torna-se incompatível com os lucros que os títulos financeiros garantem, sem que seja necessário se preocupar com chuvas, investimentos na produção, a plantação, a colheita, o pagamento de funcionários. Isso explica porque, ao invés de ser aplicado diretamente na produção, o dinheiro subsidiado migra para a especulação financeira.
Isso só acontece com a participação de agentes que não são da atividade produtiva; até porque o produtor sozinho, que sequer sabe como captar o recurso para sua lavoura, sabe tão pouco atuar no mercado. Ele tem muitas vezes seu CPF ou CNPJ da cooperativa usado em operações de lavagem de dinheiro. E quando quebram, prejudicam a credibilidade de todos: vide a Cooperativa Agrícola de Cotia e o caso da Exportadora das Cooperativas Brasileiras - Eximcoop. Nem precisamos ir muito longe - agora temos mais escândalos financeiros com fraudes bilionárias que revoltaram os mercados de capitais e jogaram as bolsas de valores no chão.
A crise no mercado de ações tem sido comparada com os colapsos provocados pelo crash de 1929 e pelas crises do petróleo em 1973 e 1974. Os créditos de carbono, se mal regulamentados e lançados no mercado no afã da euforia, apenas para suprir uma expectativa de captar investimentos internacionais, podem mascarar a ação de muitos "oportunistas de negociatas"...." O que são créditos de Carbono? Por Amyra El Khalili
João Bravo (17/09/2008 - 15:41)
Muito bem Amyra, minha avó sempre dizia:"Agua pouca mata de sede, e muita mata afogado".A saude de um povo, não pode andar divorciada da saude financeira".A linguagem técnica, sendo usada quase como proteção corporativa, só atraza a nós, pessoas simples.Aliás, nossos irmãos indios, muito antes de termos consciência em relação a natureza, já usavam metodos de plantio rotativo, para não desgastar o solo, mesmo em meio a uma imensidão de terras.Talvez nós, que sempre os viamos como incapazes, agora descobrimos que eles estavam mesmo, era cuidando do lastro de suas "commodities". Tenho fé no sistema financeiro, sei que naturalmente e sem essa ganância de homens inescrupulosos,ele trará riquezas e prosperidade a todos.
Diego Alexandre (17/09/2008 - 12:59)
João Bravo, desculpe insistir, mas... o que exite abaixo da miséria absoluta?
De que forma a quebradeira da bolsa de valores no mundo pode porar a situação de quem já passa fome?
Existe algo pior que passar fome?
Se existe eu não sei e peço ao senhor, João Bravo, doutro professor, que me explique.
Insisto: a bolsa de valores não fará chover no sertão do Piauí. Nem se subir, nem se cair.
Marcio Gaspar (17/09/2008 - 02:00)
Se a crise realmente "pegar" poderemos dizer que a Globo tambem eh pe frio. Inventaram um monte de crise para o Brasil, e nada acontecia. Era um crise atras da outra. Agora vem com essa de que gracas a politica do FHC,sabiamente mantida por Lula o Brasil estah menos vulneravel as crise, parece conversa de tucano que descobriu o Brasil. Se a crise realmente atingir o Brasil sera que vao culpar o FHC? Chega de partidarismo.
João Bravo (16/09/2008 - 21:30)
Gustavo Pamplona 14:46, já ia esquecendo, você está certissimo.Cada país tem seu custo.Uma amiga minha , viajou para Espanha, e ficou abismada com o preço das joias em ouro e prata, que estavam baratissimas,no Brasil tudo em ouro ou prata era carissimo. Expliquei-lhe,como você já disse,que o preço nada tinha a ver com o humor dos fabricantes ou vendedores.O trigo, regula o preço de tudo, do preço dos pneus do caminhão que o transporta, pedagios, até o preço do frete.Para garantir preços baixos nos alimentos para seu povo, Inglaterra e França,indexaram o preço do trigo, à cotação do ouro e da prata.Depois começaram a trazer todo o ouro de suas colônias e tambem compra-lo, ao mesmo tempo,proibia sob pena de morte, que o ouro saisse do país.Assim com muita oferta,de ouro e prata, os preços cairam e puxaram para baixo o preço do grão.
Marco Aurelio (16/09/2008 - 20:34)
É,meus amigos...Você pode beber,beber e beber.Porém,a ressaca sempre chega.Lembram daquele frevo:"É de fazer chorar/Quando o dia amanhece/O frevo tem que acabar/Ó quarta-feira ingrata/Chega tão depressa/Só pra contrariar..."?No carnaval também é assim.Podemos tudo,cheiramos lança-perfume e outras coisas e beijamos todas as mulheres.///Nossos amigos lá de Wall Street devem estar se sentindo como nós,depois de 4 dias de carnaval em Salvador ou Olinda.Pecaram muito,se esfalfaram na luxúria dos bailes inebriantes dos mercados e,agora,sentem o peso da ressaca na carcaça.///O duro é que,ao olhar para o lado,não vão ver aquela mulher bonita das finanças alavancadas quando do começo da folia.Muito provavelmente,verão o cachorro vira-latas da crise a lhes lamber a boca.Isso se encontrarem espaço para dormir nas calçadas lotadas daqueles que eles enganaram com suas hipotecas lixo.
João Bravo (16/09/2008 - 19:47)
Realmente não estou muito por dentro de nomes de bancos ou sua nacionalidade, mas sei que os japoneses, tem uma poupança interna alta e se assustam muito facil.Acredito que quando começar a quebrar mais bancos Americanos, seguirão logo atrás os japoneses.Arrisco dizer, que no Brasil,a bolsa cairá muito, mas, muito mais.O proer brasileiro é tambem conhecido por Art.171 ou estelionato.No Brasil, como as bolsas não desempenham seu papel vocacional,qual seja,cuidar para o equilibrio entre capital e trabalho, pouca diferença, penso que vá fazer.E como "há males, que vem pra bem", esta sendo melhor embarcar nesta crise como pobre, querendo ser rico; que rico não querendo ser pobre.Só quero saber, quando aparecerão os "saltadores", pessoas que em meio a muitas hipotécas, sem poder liquida-las, começam a saltar de predios, exatamente como se vê nos filmes do tio sam.
Otaciel de Oliveira Melo (16/09/2008 - 19:27)
Não vá jogar damas na praça, não. Você tá se comportando como aquele pescador que disse que queria ver o mar pegar fogo para comer peixe frito. Só que ele não pensou que, depois da queima, ele não teria mais onde pescar. Lembre-se que as frases de efeito mudam. Antes da AIDS o grande dilema da humanidade era "to be or not to be". Hoje é "to bimbim or not to bimbim". Portanto, mantenha-se atento para ajudar a apagar o fogo. Lembre-se que todos nós estamos no mesmo barco, embora estejemos lá embaixo, com pés e mãos acorrentados, remando. Nós ainda continuamos escravos do sistema. Portanto, use a sua inteligência para nos mostrar como escapar da crise. Eu lhe ordeno, mantenha-se ativo, não caia fora do Titanic. A orquestra precisa continuar tocando.
Francine (16/09/2008 - 17:57)
Eu escuto direto das pessoas que convivem comigo que não sou desse planeta, porque falo coisas que na maioria das vezes sempre não batem com a opinião da maioria; então confesso, e preciso, não nego, eu sinto uma felicidade imensa ao saber da falência de cada banco americano, aliás espero o citibank logo, logo, mas confesso que sinto muito medo, porque também sei o que representa, as consequências imediatas não são boas, mas não tem como a humanidade crescer, superar essa desigualdade social absurda que o sistema capitalista impôs à humanidade, sem essa ruptura. Se o destino, o rumo que a humanidade vai tomar será justo ou não, caberá somente à nós, e isso é o que me fascina.
Afonso de Oliveira (16/09/2008 - 16:47)
Está tudo muito bom, está tudo muito bem, mas qual o motivo de mesmíssimo tratamento não ter sido aplicado, à época, aos nossos "infelizes" e patriotas banqueiros?
Se maiores transtornos não estão se dando com a falência do quarto maior banco americano, o porquê do medo, quase histérico, com aquele rombo havido em nossos banquinhos.
Essa tem sido, sistematicamente, nossas diferenças de cunho e enfoque sobre as teorias capitalistas e suas aplicações, ou seja, enquanto lá o dinheiro público não é empregado de forma alguma nessas aberrações de mercado, aqui a viúva tem que correr e proteger nossos sacanas e irresponsáveis capitalistas.
Tanto blá-blá-blá estéril e à toa sobre a pseudo decorrente e fatal quebradeira de nossas instituições financeiras! Lembram-se?
Em suma, na hora do lucro especulativo fácil, somos capitalistas e liberais ferozes, porém na hora que a merda se dá, somos socialistas interesseiramente convictos!
Vergonha!!!!!
Assumam seus erros e deixem quebrar/falir, pois não é esse um dos principais baluartes e pilares da teoria capitalista?
Nem nisso somos decentes, porra!
Onde estão, então, nossas livres empresas?
Onde estão, então, nossas atitudes gerenciais livres da ingerência perniciosa, inadequada, retrógrada e limitante do Estado?
Que raios de capitalistas e neoliberais são os nossos?
Ridículo espetáculo encenado por FHC e sua turminha nàquela época!
Maxwell Barbosa Medeiros (16/09/2008 - 15:51)
"Velho responsa joga é dominó ou gamão." heheheheheh
Diego Alexandre (16/09/2008 - 15:36)
João Bravo, nunca vi indígenas em trincheiras, e até onde eu sei, eles não tinham dinheiro.
Ademais, os nordestinos não têm dinheiro hoje em dia mesmo... Se alguem vai sofrer com essa crise, serão os ricos. Os pobres já estão f*.
E os ricos que se f*.
Nilson de Vix (16/09/2008 - 14:59)
Valeu o toque de humor na reprodução inicial do post, LCA. Esses fdp adoram falsificar a História. Acham que a Nação Brasileira esqueceu quem foi, e é, o infeliz traidor maldito que antecedeu ao nosso Grande Presidente Lula da Silva, o (re)descobridor do Brasil.
Carlos Henrique (16/09/2008 - 13:58)
Se fosse para copiar o FHC, o governo brasileiro deveria estar nesse momento queimando todas as suas reservas para manter o valor do dólar em R$1,50. E, quando as reservas acabassem, deveria começar a se endividar feito louco até a bomba estourar. Sem esquecer de comprar alguns dólares na antevéspera da desvalorização.
Diego Alexandre (16/09/2008 - 13:41)
Até que ponto a bolsa de valor influi na vida de um nordestino? Será que quando a bolsa de valor sobe, chove no sertão da Bahia ou do Piauí, já que, segundo o dirigente da Philips aqui do Brasil, o Piauí não faria falta se deixasse de existir? Será que quando cai, o governo inventa algum tipo de mudança maluca no curso de algum rio para atender aos interesses de grandes fazendeiros, com a desculpa de fazer o sertão virar mar?
O Brasil tem cerca de 14 milhões de pessoas que passam fome e cerca de 72 milhões de pessoas que vivem na miséria. Até que ponto a bolsa de valor faz o prato de alguma dessas pessoas se encher de comida? E até que ponto o contrário é que ocorre?
Marcelo Conti (16/09/2008 - 13:01)
Azenha, como sempre, um texto muito bem escrito. Destaco o seguinte trecho: "[...] sempre é tentador buscar inimigos externos em uma conjuntura dessas". Isso se encaixa na crise gerada na Bolívia e nos atritos com o Chávez e também é de se notar no ditadorzinho da Geórgia e em outros trechos do mundo. Agora, o "lembrete" de que Lula, ao copiar FHC está fazendo o certo, isso sim tranquiliza a mim e a todos os meus colegas de sanatório (rsrsrsrsrsrsrs). O PIG a cada dia se supera!!!
francisco c.c. pessoa (16/09/2008 - 12:46)
O Lula será eleito responsalve por uma eventual crise aqui, mais ele é competente e vamos tirar de letra.
Ivan Moraes (16/09/2008 - 12:36)
""Mantega destaca escudo das reservas de U$ 200 bi", escreve hoje o jornal Valor Econômico": Azenha, ja deu pra descobrir aonde vai ser a sabotagem?
Luiz Rogerio (16/09/2008 - 12:21)
Graças ao FHC, temos hoje esta reserva, as plataformas de petróleo são feitas em nossos estaleiros, etc..
Azenha, as visitas externas do nosso presidente são sempre questionadas pelo PIG, mas eles se esquecem que por conta dessas viagens, estamos exportando para diversos países que nem pensávamos antes exportar...
Abraços a todos!!!
Antonio Alvaro Guedes (16/09/2008 - 12:18)
Cadê os economistas neoliberais? Alguém viu? Cadê?
Alguém viu o FMI? Os sucessores do Milton Friedman nacionais dos anos FHC.
No capitalismo; a fatura da despesa do baile vai pra quem foi barrado, como sempre.
Estado mínimo só para os pobres.... hahaha!
(Sr) Leamartine Pinheiro de Souza (16/09/2008 - 12:12)
"Mantega destaca escudo das reservas de U$ 200 bi", escreve hoje o jornal Valor Econômico.
Este escudo de US$.200 Bi fora obtido tão somente pelo SUPER PRESIDENTE LULA, já que, no famigerado tempo de FHC a balança comercial era sempre negativa e vivíamos de joelhos diante do FMI e do Clube de París para cobrir os rombos de FHC.
Marcelo (16/09/2008 - 12:06)
PO azenha, eu acho que eu vou parar de tomar meus remédios para dormir depois dessa notícia..
Marcelo Bovo (16/09/2008 - 11:45)
Essa sua ultima frase me fez lembrar da guerra das malvinas (sem levar em conta o direito que os argentinos tinham ou tem sobre as ilhas). Mas levando em conta que a crise é global então todo mundo vai ter que eleger um inimigo para tirar a atenção do povo. Qual será o do Brasil?
Mas já que insistiram tanto, deixa eu completar. Separo um trecho:
Poucas pessoas sabem quem é Sua Eminência Parda, O Mercado. Sequer têm seu endereço, telefone ou, muito menos, o email de contato. Alguns acreditam que Sua Eminência Parda deve passar o dia numa redoma de vidro, com tapetes vermelhos estendidos para o trânsito de seus súditos: os economistas, financistas, empresários, banqueiros e todo o pessoal de gravatas, ternos, meias finas e salto altíssimos.
Muito bem, quem é sua Eminência Parda, O Mercado? Quem é este sujeito poderoso de que muitos falam em nome dele, por ele e para ele na mídia econômica, na imprensa para os quatro cantos do mundo, vomitando índices, gráficos, taxas, induzindo expectativas, direcionando decisões, estimulando hábitos de consumos, vendendo gato por lebres, e praguejando cobras e largatos?
Sua Eminência Parda, O Mercado é VOCÊ.
É você quem consome talões de cheques, é correntista dos bancos, compra alimentos trangênicos e/ou prefere os orgânicos, pega ônibus todos os dias, põe gasolina no carro, aplica em fundos de investimentos, compra pão e leite, paga conta de luz, gás, água , condomínio, freqüenta a feira e o supermercado. É você, meu amigo, que tem o poder, por que você é a Sua Eminência Parda, O Mercado.
O Mercado é constituído de pessoas, e só se forma com a participação delas, por que sem elas não existe "Mercado". Imagine uma feira sem donas de casas, sem consumidores...não haveria feira. Então imagine os pregões das Bolsas lotados de operadores sem clientes...não haveria Bolsas. Imagine um Shopping com suntuosas lojas sem uma mosca rondando em volta...certamente iria a falência.
Quando nossos colegas economistas, financistas (é bom esclarecer que nem todo financista é economista e nem todo economista é financista) administradores falam na imprensa, estão falando sobre os resultados, expectativas de ações e reações que Você, Doutor Eminência Parda, terá diante deste ou daquela decisão de governo, daquela lei, daquele projeto institucionalizado ou não, ou daquela ação e reação de outro colega seu, também uma "Eminência Parda" do outro lado do mundo.
Brigar com Sua Eminência Parda é dar murro em ponta de faca, é condenar-se a viver isolado vestindo uma folha de bananeira numa ilha do pacífico sem água doce, fora da realidade e o que é pior: sem internet.
Lutar contra O Mercado é lutar contra si mesmo. O que você pode fazer é dizer para si mesmo como gostaria que seu projeto econômico fosse gerido, como quer consumir e o que consumir, como quer ser atendido, e como deveriam ser os serviços que você consome todos os dias.
Mas você, Doutor Eminência Parda, tem obrigação de defender o que é seu, de lutar pela melhoria dos serviços e brigar por produtos éticos....
Então o que está esperando? Já deveria estar falando como cidadão para e por suas Entidades, em vez de brigar consigo mesmo todos os dias. Vamos lá meu amigo, vá falar com Sua Eminência Parda, O Mercado agora mesmo! Vá lá falar com sua Consciência, fale com VOCÊ!
Falando com sua Eminência Parda: O Mercado, por Amyra El Khalili