Cissa (18/09/2008 - 10:22)
É que o Brasil já resolveu tanto seus problemas que está faltando notícia. Ora bolas, que coisa óbvia.
Helio Sassen Paz (17/09/2008 - 19:07)
Azenha, é como eu escrevi no post do meu blog que tu fizeste a gentileza de reproduzir aqui no VI O MUNDO e que gerou um debate interessante: o problema não é o capitalismo em si mas, sim, a mentalidade neoliberal para privatizar e fechar acordos e a mentalidade comunista quando os empresários quebram e pedem arrego ao Estado. Essa mentalidade de MBA prega que toda empresa deve ter necessariamente a obrigação, a vontade e a ambição de crescer pois, segundo essa visão, quem não cresce fatalmente será engolido. Então, as corporações midiáticas do mundo inteiro não poderiam ser diferentes: afinal de contas, elas vivem do gordo financiamento de empresários e das benesses de políticos. Ao mesmo tempo, no caso específico do jornal impresso, salvo o Extra, o Diário de São Paulo, o Diário Gaúcho e alguns outros, a esmagadora maioria dos jornais é escrita para um público de classe média com 2º grau completo, conservador e extremamente simplista. Para atender aos interesses de quem os banca mediante coerção (chantagem de revelar aonde o rabo de seus amigos de ocasião está preso), escrevem um cardápio de enunciados com as palavras que o seu público-alvo deseja ler. Desse modo, o jornal brasileiro é um produto de baixíssima qualidade técnica e de paupérrima relevância conteudística muito em função da falta de auto-reconhecimento do próprio jornalista, que se submete a essa lógica ignorando o seu papel social. Porém, quem o compra é tão ignorante como quem o produz. []'s, Hélio
(15/09/2008 - 22:14)
Quiseram porque quiseram o Pan-americano, como compensação pela quadragésima desclassificação para sediar uma Olimpíada. Lá se foi dinheiro federal a fundo perdido. Prometeram recorde de medalhas nas ditas de Pequim; mais uma enganação milionária. A Globo foi e continua sendo uma assassina da cultura ( parte melhor) brasileira. Quem dos seus quadros funcionais podemos admirar como qualidade de fato? Tudo ou quase tudo não passa de cenários, superficialidades, desinformação, manipulação, edições maliciosas. Pobre Rio de Janeiro que acredita que construiu o Pão de Açúcar e o Corcovado. Que escavou a Baía da Guanabara. Pobre Brasil que acredita na Globo e no Rio de Janeiro.
Luiz Henrique Gomes Moraes (15/09/2008 - 13:12)
Simples, muito simples: Coisa de Patrícia Kogut esposa de Ali Kamel.
Everton, de Belo Horizonte (15/09/2008 - 01:54)
Azenha, essas imbecilidades fazem muito sucesso. Infelizmente. Parece uma fuga da realidade do brasileiro. Existem coisas piores, como por exemplo Caras (de pau). É um festival de inutilidades, com manchetes que, se levarmos na brincadira, são engraçadíssimas. Vemos por exemplo, de alguns em alguns meses, Adriana Galisteu num castelo ou num spa curtindo o seu "mais novo romance". E ela jura que é o definitivo. É lermos uma aberração dessa, uma "informação" primordial desse naipe e imediatamente pensamos: como pude viver até agora sem essa informação. O povo gosta. Há um mercado absurdamente próspero e financeiramente recheado para manter essas coisas. O Brasil é tão ridículo que se colocarmos uma análise política de um debate eleitoral num jornal e num outro a "análise fashion", onde um estilista famoso "tece" (e alfineta)comentários sobre as roupas dos concorrentes e suas (seus) respectivas(os) acompanhantes, com certeza o segundo jornal terá uma vendagem muitíssimo maior do que o primeiro. E nesse inclusive, a verba publicitária será no mínimo duas vezes maior. É o Brasil.
Lucas Cardoso (14/09/2008 - 22:18)
O problema é que a cultura de cultuar celebridades não se criou sozinha. Foi um esforço conjunto da mídia e das indústrias de propaganda. E as indústrias de propaganda se tornaram poderosas demais após a terceira revolução industrial. Criar famosos artificiais que dependem das indústrias de propaganda e da mídia para se manter famosos foi a maior invenção da humanidade desde a bomba atômica. É praticamente uma máquina de fazer dinheiro a base de moto perpétuo. Nada vai conseguir acabar com isso. Talvez três revoluções seguidas. Mas seria difícil.
Edmar C. Lima (14/09/2008 - 20:35)
Eduar Pain, se você ainda conseguir achar, leia um livro de título "AFUNDAÇÃO ROBERTO MARINHO" (afundação de afundar mesmo e você vai entender. O livro foi escrito por ex contratado da mesma AFUNDAÇÃO. A grana pra iniciar, manter e expandir o negócio do "DR" Roberto, Deus o tenha, não era dele, era dos gringos. A tal de 'organização globo' não americanalhada assim àtoa não. Alí quem manda é o patrão, o dono da grana. Assim era natural a dúvida sobre se ainda poderiam dar sequência à tal novela, com imagens que não denegriam as famílias e os costumes árabes.
Ludi (14/09/2008 - 19:33)
http://www.imagebam.com/image/f031e113326693
Antonio (14/09/2008 - 19:28)
Enquanto tá tantas notícias interessantes que não estão sendo divulgadas pela mídia aparecem outras tão irrelevantes. Mas fazer o quê, há quem goste. Nós só lamentamos.
Falando sobre a irrelevância sobre certas notícias, queria entender o porquê que a imprensa brasileira (talvez mundial) dá tanta atencão sobre as eleicões nos EUA. Enquanto em países vizinhos ou de grande importância econômica (Argentina, Bolívia, Alemanha, Portugal, etc.) a divulgacão na imprensa brasileira comeca a algumas semanas antes das eleicões (salvo se há algum candidato negro, índio ou mulher, pois nestes casos a imprensa dá mais corda), no caso das eleicões estadunidenses, a divulgacão é imensamente maior. Eu não acho certo isso. Pra que noticiar o que ocorreu nas prévias do partido X no estado Y? E o que tenho a ver com a gravidez da filha da candidata a vice?
O fato de ser a maior potência econômica do mundo não me convence, pois poderia haver uma maior divulgacão sobre outros países em detrimento da superexposicão (a meu ver) dos EUA.
Marco Antônio Leite (14/09/2008 - 19:20)
Muitos jornalistas são pobres intelectualmente, mas á galera há de convir, são limpinhos. As damas acima estão mais para cafonas dos anos setenta, do que para mulheres intelectualmente sabias (sem nenhum preconceito com a posição que exerce a mulher no mercado de trabalho). Quanto aos escribas muitos deles é o famoso faz me rir, pois se preocupam com situações que não trazem nenhum benefício no quesito sabedoria popular, detesto sabedoria de intelectual formado na SORBONE. Infelizmente os meios de comunicação tupiniquim são como macacos amestrados, ou seja, copiam todo o lixo Norte Americano e de seus proxenetas Europeus. Com raras exceções ainda no Brasil existe uma meia dúzia de bons jornalistas.
Fernando (14/09/2008 - 19:09)
Está na página 42 do jornal impresso.
Gerson (14/09/2008 - 18:57)
Deve ter público para esse tipo de matéria na internet, agora, no jornal impresso, se saiu é ridículo. Mas pensando bem, na capa do site também é ridículo. Ô pobreza !!
Marcio Gaspar (14/09/2008 - 18:41)
"cabeça de balneário ", esta foi otima. Pensei no Guaruja, Riviera Sao Lourenco e tantos outros balnearios paulistas, que nao ficam atras dos cariocas nao. rsrsrs Sou paulistano.
Hélio, refletindo sobre seu comentário, separo um trecho: "Quem atua no mercado financeiro costuma ouvir aquela afirmação:- O mercado sobe no boato e cai no fato....Se você olha essa mídia ambiental como gritona, que só sabe denunciar e reclamar, pode ir mudando de idéia. Os melhores negócios e investimentos têm sido apontados por esta mídia, que tem o olhar sobre os fatos. A cada dia nascem mais e mais jornais de bairros, rádios comunitárias, blogs, sites, boletins, livros, revistas, vídeos que se incorporam às redes de comunicação na internet. A internet é o palco de transformação da mídia convencional que acaba por se nutrir nas informações produzidas pelas mídias ambientais. Buscam informação de ponta que circula em redes.
Não espere que esta informação vá aparecer no balanço da empresa que se apresenta para captar dividendos com suas ações nas bolsas. É evidente que ela não apresentará seus passivos, suas deficiências, nem tampouco seus processos.
Estas mídias estão atuando com suas 'mãos invisíveis do mercado'. São ignoradas pelos grande agentes financeiros, temida por muitos empresários, tratada pela conveniência dos governos e subestimada pelo poder das mídias convencionais, que insistem em fazer de seus veículos a máxima da cartelização da informação, tendenciosa e concentradora para fomentar o boato.
E assim, as cotações das bolsas vão subindo, subindo, subindo no boato e o mercado financeiro se esvaziando, esvaziando no fato. " Mídias ambientais: por que financiá-las*?
Por Amyra El Khalili