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Cartas de Minas
Cartas de Minas

A “normalização” de Serra, presidente

15 de outubro de 2010 às 18h01

por Luiz Carlos Azenha

A campanha de segundo turno de José Serra tenta atropelar a pauta da candidata Dilma Rousseff, com uma dinâmica que pretende criar o “fato consumado”, provavelmente com o apoio de pesquisas eleitorais. Assim é que se criam as “ondas”, que se propagam dos mais para os menos informados (independentemente de classe social). Essas ondas estimulam a militância de classe média urbana.

É o que eu chamaria de “normalização” da imagem de Serra como presidente. Esta tarde ele disparou uma lista de promessas estadualizadas e se associou a duas vitórias de Lula, a Copa do Mundo e as Olimpíadas. Talvez tenha feito isso muito cedo, faltando duas semanas para a eleição, mas definitivamente ele tomou a iniciativa de se associar ao otimisto e à bonança.

Não entendo nada de pesquisas eleitorais, nem de marketing político, mas a campanha de Dilma tem me parecido repetitiva e mesmo as aparições de Lula são burocráticas, distantes, sem o calor da conversa de pé de ouvido.

De qualquer forma, vale ouvir outras avaliações, como esta que recebi por e-mail:

CARTA ABERTA A JOÃO SANTANA

Para se entender porque uma campanha política tão equivocada como a de José Serra está a poucos dias de sair vitoriosa é preciso entender um pouco a psicologia do voto do brasileiro. Em primeiro lugar, nenhuma série de realizações arroladas em comícios e televisão serve para seduzir o eleitor. Isso me parece óbvio. Elas, essas séries, apenas servem ao marketing, para que eles mostrem serviço, recebam seus honorários e movimentem a moenda da campanha. O que está em questão é o VOTO e o brasileiro não vota em CONJUNTO DE REALIZAÇÕES. O brasileiro vota com seu irremediável perfil conciliador, magnânimo, sua vocação para a paz.

Tem-se dito que o axioma de Duda Mendonça, de que quem ataca perde, é falso. Tanto não é falso, que toda a história sociológica e política brasileira pode confirmá-lo. O Itamaraty é mundialmente conhecido pelo tom apaziguador e negociador. O Brasil pacifica os ânimos latinoamericanos, segura o ímpeto belicista de vizinhos. Esta vocação pacificadora, não tem necessariamente a ver com a realidade da violência urbana. Trata-se de um imaginário poderoso, histórico, que move as tendências identitárias e, consequentemente, eleitorais.

Toda a movimentação da massa de votos nesta eleição se deu seguindo essa lógica pacificadora. É uma espécie de “lógica do recado”. O eleitor sempre passa um recado e ele, coletivamente, é mais lúcido do que qualquer análise. Assim foi em 2002, quando levou Lula à presidência. As razões: alternância de poder, esgotamento do discurso (tucano), insistência e recall do candidato da oposição, mensagem de esperança devidamente transmitida (ou alguém acha que em 2002 o eleitor votou num projeto?).

Sobre esgotamentos: um discurso se esgota, não porque ele está errado ou ultrapassado (isso fica com a história), mas se esgota porque, para ser tautológico, se esgota. Meses (anos) a fio enunciando redução de pobreza, de desigualdade, de resistência à crise… pode ser bonito, correto, moralmente admirável, mas como discurso, tais enunciados deixam de FAZER SENTIDO.

A subida de Dilma (cedo demais, diferentemente da de Anastasia), se deu em função do mito Lula, não de sua performance (de Dilma). O eleitor brasileiro é “mineiro”, desconfiado. Ele julga historicamente. A eleição de Serra começa a representar para este imaginário, paradoxalmente, a redenção de Lula. Uma vez eleito, Serra deverá abraçar Lula, deverá ser feita uma transição (que exige humildade, valor que o brasileiro preza). Os ânimos deverão ser desarmados. O PT deverá ser oposição de novo (ora, o leitor pode querer de volta uma oposição de verdade) e Lula exercerá uma influência fenomenal em Serra e na sucessão de 2014. Alguém acha que o brasileiro não pensa nisso, nem que de forma inconsciente? Este eleitor calcula que a eleição de Dilma pode implodir o PT e prejudicar esse expressivo canal popular entre a massa e o poder.

A frase de Serra, pouco percebida, de que se Dilma vencer, Lula estará fora do jogo político eleitoral, tem um peso enorme na fantasia do brasileiro que ama este personagem.

Nesse momento histórico, para frear essa movimentação veloz e massificada do eleitor brasileiro (em direção ao descarte da escolhida por Lula), não há muito o que fazer, em termos de convencimento. Essa luta é agônica. A assertividade de Dilma encanta a militância, mas afugenta o eleitor “pacifista”. O cerco se fecha e assistimos a mais medíocre campanha (com erros inacreditáveis e com um vice inacreditável) prestes a escalar a rampa presidencial.

Mas o eleitor é sábio (e soberano, por lei). Ele não quer mais saber do bolsa-família, do pré-sal, da erradicação da pobreza (não agora, em que tudo está nebuloso e onde há pressão e incerteza). Ele não quer assegurar esses direitos, mas observar o que um opositor um tanto insípido (Serra) pode fazer com eles. É quase um fetiche, quase um teste (que o eleitor tem todo o direito de realizar). Quer ver o que o PT na oposição novamente pode ser capaz de fazer para defender seus direitos.

O eleitor quer a mensagem de esperança, mais uma vez. Quer sonhar. Não se sonha com continuidade. Continuidade é vigília. Não se sonha com estatísticas, por mais humanizadas que elas sejam. Sonha-se com valores, com sentimentos, com lágrimas.

No futebol, há o clássico sentimento de torcer contra a seleção quando ela não corresponde a um outro poderoso imaginário nacional, o do futebol-arte. Queremos vê-la perder para que aprenda a ter humildade e para que ressurja na próxima copa renovada.

Esses sentimentos passaram ao largo da campanha de Dilma e a proeza de entregar a eleição a uma campanha absolutamente equivocada está próxima. Uma campanha precisa conseguir votos, não é um mostruário de realizações. O leitor “pacifista” quer ver os ânimos acalmarem, ele não gosta dessa disputa acalorada (quem gosta disso é intelectual). Diga-se, o eleitor, brasileiro, neste momento histórico, nessa conjuntura política, em plena colheita dos frutos de políticas recentes.

Não há, também, porque subestimar os votos de Marina. Não é um conjunto tão heterogêneo quanto dizem. O recado dela era claro: não gosta do plebiscito, não gosta da polarização, gosta dos melhores quadros de todo o espectro político. Não é um discurso esvaziado (pode ser, daqui a 3 anos). É difícil entender esse recado?

A massa eleitoral brasileira pede atenção, humildade e respeito. A medida em que ela se movimenta, as cabeças individuais e solitárias que escrevem a história vão se enquadrando: certamente, as urnas vão mostrar o caminho para o Brasil, porque o eleitor é SOBERANO.

Mas ainda há duas semanas de campanha. É tempo para esbanjar humildade e respeito à soberania do voto. E conquistá-lo.
 
Gustavo Conde

 

79 Comentários escrever comentário »

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Rafael Arcanjo

19/10/2010 - 15h40

Por outro lado, falar que o povo "não quer mais saber do bolsa-família, do pré-sal, da erradicação da pobreza (não agora, em que tudo está nebuloso e onde há pressão e incerteza). Ele não quer assegurar esses direitos, mas observar o que um opositor um tanto insípido (Serra) pode fazer com eles", é no mínimo chamá-lo de inocente ou subestimá-lo.

O que você diria sobre os direitos que foram conquistados na Revolução Francesa, a era Vargas e Juscelino? E a CLT? A CF/88? Esses lideres desistiram ante a uma eventual provação? E o povo se esqueceu dessas conquistas? Não meu caro e a prova disso é que nós elegemos Lula e iremos eleger Dilma para continuar essas transformações em busca de uma (verdadeira) Justiça Social. Justiça essa equânime e para todos, não aquela pregada por outros partidos politicos mais preocupada em Justiças casuisticas (seletivas).

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Rafael Arcanjo

19/10/2010 - 15h39

Caro Gustavo, embora respeite a sua opinião, acho que temos mais duas semanas para provar que voce está errado. Afinal os movimentos e as grandes mudanças sociais e os lideres que capitanearam estas transformações não ficaram conhecidos pela História por terem desistido do seu intento. Ao contrário, aqueles que o fizeram foram jogados na vala da História.

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Tiago

19/10/2010 - 11h59

No meu ponto de vista esse eleitor que "não quer mais saber do bolsa-família, do pré-sal, da erradicação da pobreza (não agora, em que tudo está nebuloso e onde há pressão e incerteza). Ele não quer assegurar esses direitos, mas observar o que um opositor um tanto insípido (Serra) pode fazer com eles" não representa a maioria do eleitorado e sim uma parcela daqueles que votaram em Marina no primeiro turno e agora estão abraçando o Serra.

Responder

Eduardo Britto

18/10/2010 - 00h42

Azenha…Conde…
Há algo de podre no reino da Dinamarca…
Att a todos!

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valter

18/10/2010 - 00h30

Este texto parece a Cara do PSDB. É muito papo furado. Conversa mole para boi dormir. Falou, falou, ou escreveu e não transmitiu nada.

Responder

Jorge

17/10/2010 - 02h05

achei esse artigo fantasioso demais.
dilma não venceu no primeiro turno porque não mobilizou a sociedade como está fazendo agora. Esse foi o grande erro.

Responder

joão

16/10/2010 - 21h59

Não se trata de conflito ou guerra de posicionamentos partidários, nem muito menos em escolha por uma nova forma de administrar. O afastamento está ocorrendo em razão das inverdades impunemente difundidas, que repercutem no meio social. Se não fosse isso, não estaríamos mais aqui discutindo esse assunto. As pessoas estão votando no candidato da oposição por acreditarem que ele realmente defende os valores que prega, mas, na medida que os fatos forem revelados, os votos até aqui angariados voltarão para sua fonte ou deixarão de ser computados..

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joão

16/10/2010 - 21h58

E por qual motivo a Dilma chegou a ficar perto de vencer a eleição em primeiro turno? Não existe esse determinismo que o autor da missiva diz existir. O atual quadro se deve, primordialmente, ao vigarismo do outro candidato e seus asseclas, que usam de todos os tipos de inverdades e baixarias para subtrair os votos da adversária. Sem contar a campanha da imprensa vendida, que todos os dias publicam uma inverdade com o objetivo de minar a candidatura governista.

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João

16/10/2010 - 21h57

Fiquei um pouco deprimido depois que me deparei com essa "carta aberta" publicada pelo sensacional jornalista Azenha. Mas depois refletir um pouco, cheguei a conclusão que essa carta, nada mais, representa que a defesa do direito natural do "preparado". Se essas afirmações tivessem o mínimo de consistência, o lula deveria ter sido derrotado na eleição passada.

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Dourado

16/10/2010 - 20h30

Se Serra cresceu entre os eleitores evangélicos, a divulgação ampla do aborto de Mônica Serra, aliada à idéia de hipocresia, pode ser o aborto da campanha de Serra. Tô esperando a capa da carta capital, uma reportagem da Record, muitos e-mails e… a ação de pastores e evangélicos influentes.

Pergunto: já começaram a entrar em contato com líderes evangélicos sobre o aborto da possível, mas improvável, Primeira-Dama? O incosciente dos evangélicos permite isso.

Outra coisa que tem que tem que fazer, mas já acho que tão começando, com o caso Paulo Preto, é falar de corrupção no PSDB, cadê o Daniel Dantas? O escandalo da reeleição, as fraudes nas privatizações. Isso poderia aparecer depois de um programa sobre o combate à corrupção no governo Lula, com a CGU, as operações da PF, a escolha do PGR, o engavetador-geral, o portal da transparência etc.

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Will Belmeck

16/10/2010 - 19h08

Já disse e vou repetir !!! Não se guiem pela pequena grande imprensa !!! Usam a velha tática de tentar abater a confiança dos agora eleitores da DILMA !!! Os demotucanos tbm estão invadindo os "blogs sujos" tentando semear previsões negativas. DILMA 13 !!!

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francisco.latorre

16/10/2010 - 18h52

tem que gritar..

serra mente!..

..

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francisco.latorre

16/10/2010 - 18h46

a campanha tá crescendo.

tem que crescer até a eleição.

vai crescer em cima dos debates.

no debate dilma arrasa. frente a frente.

depois a campanha segue o impulso.

..

o artigo desenha um beco sem saída.

com essa história do brasileiro pacifista etc..

não vou nessa não.

a campanha serra tomou impulso na passagem pro segundo turno.

esse movimento esgotou. o blogdorovai explica direitinho.

..

o desmonte de serra vai bem.

mas precisa mais promessa. sim sim.

e o programa tem que evoluir formalmente.

já ganhou mais ritmo. mudou o tom triunfal. de primeiro turno.

humildade é sempre bom.

mas não acho que está em falta.

ao contrário. percebo a campanha atenta à rede.

rádio-escuta digital a mil.

continuem postando comentários.

que a campanha vai ler. e aproveitar.

lá não tem bobo não.

ninguém despreza o poder de um brainstorm dessa dimensão..

a inteligência brasileira em peso..

pensando formulando lutando.

o brasil resiste. vencerá.

..

Responder

francisco p neto

16/10/2010 - 17h47

Esse comentário está mais parecendo um troll.
Um monte de contradições monumentais.
Quem fez e está fazendo campanha de baixo nível, rasteira mesmo é o Serra.
E o Gustavo vem dizer que o eleitor é pacifista, mas levou Serra ao segundo turno. Onde está a lógica aí?
Dilma não desferiu nenhum golpe baixo até agora na campnha, ao contrário do senhor Serra. E Serra foi para o segundo turno. Cadê a lógica?
O eleitor não gosta de continuismo, diz ele, mas em São Paulo o eleitor é diferente, elegeu novamente Alckmin. PSDB vai para vinte anos de poder em São Paulo. Cadê a lógica?
O eleitor não quer saber de Bolsa família, erradicação da pobreza, Pré-sal… mas Serra promete aumentar o salário mínimo, o Bolsa Família, inclusive com 13°, mas Serra foi para o segundo turno. O eleitor se importa ou não com esses avanços? Cadê a lógica?
"O eleitor calcula que a eleição da Dilma vai implodir o PT". Que conclusão genial!! Até ontem pensava-se ao contrário. A implosão da oposição. O perigo que isso poderia provocar para a democracia no país, com tanto poder nas mãos da situação. Num passe de mágica, tudo mudou? O autor do comentário tem o dom de colher o que o eleitor está imaginando nesse momento e vaticinar essa loucura!!!.
Os 81% do povo que aprovam o governo Lula gostariam mesmo continuar a passar fome, não ter emprego… Cadê a lógica?
Francamente…

Responder

Denis Santos

16/10/2010 - 16h31

A eleição é dia 31 de outubro. Faltam 15 dias com Dilma 54% X 46% serra. São 8% de indecisos DILMA ESTÁ GANHANDO A ELEIÇÃO. Com o aborto da Monica, o escândalo do Paulo Preto, as Mentiras do Serra que devem ser esclarecidas com serenidade e até com um pouco de gozação, inclusive algumas guardadas para os debates. Não vejo como Serra vai ganhar estas eleições. Penso que a dilma precisa ser mais específicas em algumas propostas de interesse das classes média baixa e média média. Propostas para problemas urbanos.

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everaldo

16/10/2010 - 15h49

Sobre a terceira onda tucana acho apropriado o comentário de Valter Pomar:

Nossos apavorados são um perigo

O nosso" apavorado é aquele cidadão que, em 4 de janeiro de 2010, achava que Dilma não tínha chance; que em 4 de setembro de 2010 acreditava que ganharíamos a presidência no primeiro turno; e que acordou no dia 4 de outubro achando que Serra venceu o segundo turno.

O apavorado cumpre, no nosso meio, um papel mais perigoso que o tucano-de-baixo-astral cumpriu na campanha do Serra, em setembro de 2010. Naquele momento, Dilma passou à frente nas pesquisas, desmoralizando o discurso tucano segundo o qual ela não tinha chances. Parte do eleitorado tucano se acovardou e Serra começou a cair nas pesquisas.

A diferença é que não haverá terceiro turno. Portanto, o "nosso" apavorado é um perigo, um "quinta-coluna sem saber". Desorganiza nossas fileiras e ajuda o inimigo.

Que devemos fazer? Algo parecido com o que o Estado-Maior tucano fez: ir com tudo na jugular do adversário. E dizer para o apavorado: ao invés de perguntar se vamos ganhar, responda quando votos voce ganhou hoje.

Valter Pomar

Responder

Marcos C. Campos

16/10/2010 - 15h46

Quantos anos este Gustavo tem ? 20 , 30 , 40 ou 50 ? mais ? Pode ser que a alguns da juventude vote na Dilma porque não gosta do Serra, ou vice-versa.

Mas, eu que tenho 47 , que vi até Figueiredo já passou por Sarney, Collor, Itamar, FHC , meu amigo, prefiro continuimo, tranquilidade. Sou professor universitario fiz concurso em 1994, tenho rins policistico vou logo logo enfrentar hemodialise transplante e vocês acham que quero os tucanos que dizem que o governo FHC foi bom ?

SÓ SE FOI BOM PARA ELES , POR QUE PARA A MAIORIA DA POPULAÇÃO FOI UMA M….. .

Digo de cadeira mas de 25 anos lendo e vendo politica meus amigos , somente com o governo Lula que as coisas (a economia) no Brasil se tornaram ESTAVEIS para a classe media baixa e para a maioria.

Vocês acham que eu votaria no Serra que administra jogando uns contra os outros TEMOS MUITOS EXEMPLOS DISSO.

Vocês acham que o povo brasileiro votaria no Serra para manter o Lula na politica ? Piada.

Responder

    laura ajala

    18/10/2010 - 14h44

    É isso mesmo marcos, tenho 36 anos, o governo Lula que eu ajudei a eleger significou pra mim a maior vitória política do povo brasileiro. Passaram-se 8 anos e confesso que não foi 100% do que eu esperava , pois entendi no deccorrer do tempo que nosso inimigo maior é o capitalismo . Mas tenho certeza que serra é 100% daqiuilo que eu não quero nunca mais pra minha vida e de meu país. DILMA SIM !!! PELA CONTINUIDADE DO PROJETO QUE NOS INCLUI!!!
    Laura Ajala – cruz alta-rs

@mluis423

16/10/2010 - 15h44

na verdade não vejio motivo pra tanto panico , depois do inicio da campanha do segundo turno , o que vemos é estabilidade de uma diferença em torno de 6% para nossa candidata , não ta ganho mas ta longe de estar perdido , o que não podemos é cair na 'pilha' do pig .

Responder

simonebh

16/10/2010 - 15h42

Olá Azenha,
Acabamos de chegar da carreata aqui em BH, com Lula, Dilma e José Alencar. Com a palavra de ordem BRASIL, URGENTE, DILMA PRESIDENTE! , saímos da Praça do Papa, Praça da Liberdade, Mercado Municipal, Rodoviária, Ferroviária e Praça Sete, onde nos reunimos para ouvir, primeiro o vice-presidente, depois Dilma e, por fim, Lula. Foi emocionante e gratificante ver a participação de grande parte da população. Mas, como sempre acontece, os serristas/fascistas passavam xingando e esbravejando. Minha filha, o namorado e eu estávamos com bandeira e camisetas da Dilma, quando passou por nós um carrão cheio de boys gritando: Dilma Terrorista! Depois, ao entrarmos numa lanchonete para tomarmos água, um senhor comentou com o outro: Olha, lá vem os comunistas! É triste constatarmos esse atraso de comportamento e pensamento. Mas enfim, pudemos compensar com a presença desse grande mineiro, José Alencar, com voz firme e grave enaltecendo o governo Lula e nos incentivando a votar numa mulher mineira. Voltei ao meu tempo de juventude: se antes eu brigava por nosso futuro, agora brigo pelo futuro dos meus netos. Avante Dilma!

Responder

márcio luís

16/10/2010 - 14h56

a despeito de tudo que se fala , dos ataques pra la e pra ca a diferença pro nosso lado esta em mais de 4% desde o inicio do segundo turno , provavelmente chegando perto de 6% , vejo mais é um cenario de muito voto consolidado e dificuldade de viradas ou ampliações , não ta ganho mas ta longe de estar perdido.

Responder

1999: o ano que não queremos recordar (ou voltar a viver) « Paralelo XIV

16/10/2010 - 14h21

[…] consumado”, de que Serra estaria eleito.  Quem falou disso, há alguns dias foi o Azenha, neste post, no seu excelente e indispensável Vi o […]

Responder

Luiz

16/10/2010 - 13h11

Por que será que retiraram a inserção da Corrente do Bem colocada no ar logo no início do segundo turno? Essa inserção deve continuar até o fim da campanha. Ela convida o leitor a acessar o blog da Dilma onde são esclarecidos os boatos e onde o leitor pode encaminhar uma mensagem de paz para quem lhe enviou os boatos.

Mesmo que o blog ou link de esclarecimento e mensagem não tenha sido muito acessado, a peça não pode ser descartada. Ela é um aceno da Dilma e do PT de que não entraremos no mesmo jogo da oposição.
Essa inserção pode ganhar novas formas como a Corrente da Verdade, com depoimentos de pessoas influentes, como Gabriel Chalita, entre outros.

Responder

Luiz

16/10/2010 - 12h57

O eleitor vota de acordo com os seus interesses, seja ele pobre, classe média ou rico. Isso é indiscutível.

O eleitor vota no candidato que lhe transmite segurança, competência, firmeza, carisma ou simpatia/empatia.

O eleitor no primeiro turno votou na Dilma somente porque ela era a candidata do Lula. Os votos que ela teve foram simplesmente uma transferência de votos. Poderia ter havido agregação por seus méritos, mas as desconfianças suscitadas foram mais fortes.

No segundo turno, mantidos os votos do primeiro turno, mantido o índice das abstenções, basta que 3,5% dos eleitores da Marina votem na Dilma para que ela vença as eleições. A decisão está por conta dos que se abstiveram no primeiro turno. É preciso conquistar o eleitor. Aí é que entra o programa eleitoral e os debates.

Daqueles atributos mencionados para conquistar o eleitor, eu acredito que precisamos trabalhar a simpatia/empatia da Dilma com o eleitor. Ele quer saber do que a Dilma gosta, do que a Dilma não gosta. Num clima de leveza e descontração, luz e cor, poderemos revelar a pessoa da Dilma, o ser-humano Dilma. Do jeito que vai, o eleitor tem visto a Dilma como uma pessoa séria, uma nerd, fissurada em trabalho, uma sargentona tocadora de obra. O eleitor quer saber a primeira coisa que ela faz quando chega em casa, o prato preferido, o seu pior defeito, o que não tolera. Coisas desse tipo que a gente vê em revistas de fofocas e amenidades. O povo quer ver album de fotografias, vídeos de festas, momentos de descontração. É esse caminho que o João Santana deve seguir para que a Dilma conquiste essa vitória.
Ah, eu ia me esquecendo. Um gesto simbólico é importante. Em vez daquele aceno com as duas mãos mostrando o V da vitória em movimentos laterais, eu sugiro as duas mãos espalmadas para o alto, acima da cabeça, simbolizando a resposta de alguém sendo saudado pela multidão.

Responder

marco

16/10/2010 - 12h35

O que mais atrai votos é o medo. Meta medo no eleitor. Faça ele acreditar que sua adversária (?) mata crianças, vai implantar uma ditadura onde ninguém terá bens, que vai aumentar impostos, etc e terá muitos votos. O povo brasileiro quer paz mas admira os guerreiros. No geral, a análise do Gustavo não passa de mais uma opinião pessoal…como a minha.

Responder

Leonardo

16/10/2010 - 12h19

Já escrevi aqui e não me canso de escrever: o ciclo da estratégia do Serra só será completado se a militância da Dilma for abatida pelo desânimo. Enquanto a militância estiver aguerrida e se manifestando, mesmo que de forma virtual, a eleição está garantida. Essa conversa do PSDB de preparar equipe de transição e do FHC chamar Lula para um debate cara a cara, possui apenas duas finalidade: a primeira: abater a militância da Dilma e, a segunda: tentar evitar que a Dilma toque no nome do amaldiçoado nos próximos debates, pois isto serviria de argumento (o seria álibe?) para o Serra defendê-lo.

Responder

Luiz

16/10/2010 - 12h17

Pode até ser que a eleição do Serra poderá colocar o Lula mais em evidência no cenário político, mas é um grande absurdo acreditar que essa perspectiva esteja presente no inconsciente coletivo do eleitor, determinando o seu voto na oposição.

Votar por fetiche? Soberania do voto? Peraí, nós estamos falando de eleição presidencial no Brasil, ou da escolha para o paredão do BBB, onde as pessoas não recebem nenhuma informação exterior para formar a sua opiniao. Ali, quem demonstra segurança, firmeza e competência são logo eliminados. Ficam os bonzinhos, os sofridos, os humilhados, a quem os telespectadores querem ajudar a mudar de vida.

Oh Gustavo! Valeu a tentativa. Invente outra.

Responder

julia minellii

16/10/2010 - 10h25

EU SOU Lulaaaaaaaaaaaaa! e sou dilma…serra vai privatizar o Brasil….eu tenho medo delee!

Responder

Eduardo

16/10/2010 - 10h15

Concordo com a carta no que se refere que a campanha tem que ganhar vida, pois, realmente, até ontem de noite estava tão emocionante como uma planilha de Excel.

Mas há um elemento que eu acho importante abordar: o povo tem que se acostumar com argumentação, ter um pouco mais de resistência à debates mais prolongados e aprofundados, mesmo que isto leve a conflitos. O certo nem sempre é pacífico, como vemos claramente neste segundo turno.

No fim, mesmo que prometendo um monte de absurdos, caluniando o adversário, ganha o argumento infelizmente ainda quem embola tudo e faz um apelo convincente, cria um jargão eficiente.

O povo está num processo de evolução de consciência política, aprendendo a separar alho de bugalhos, mas ainda há muita resistência ao aprofundamento das questões. Se vota na Dilma é porque 'ela é o Lula', vota no Serra porque não 'gosta' da Dilma e aí vai, essa última aí inclusive eu ouvi na faculdade.

Acho que o correto não é fazer aquilo que faz o povo votar, o correto é o correto. Se não dá voto, problema, acho que serve para amadurecer o eleitorado, apelar é um desserviço à maturidade eleitoral brasileira.

O processo de 'esperança' que elegeu o governo Lula foi bom? Com certeza, fez muito sentido na época. No entanto temos que aprender a consolidar as coisas, está na hora de afirmar uma consciência eleitoral mais abrangente, para preparar o terreno para a próxima eleição, que, penso eu, terá condições de comportar uma oposição menos golpista e retrógrada que a presente.

Abraços

Responder

Marcio

16/10/2010 - 05h33

Embora respeite seus argumentos, acho que depois da porta arrombada tudo fica mais nítido. Até a proximidade do 1º turno Dilma estava praticamente eleita. O que mudou o quadro? Duas coisas: Erenice e Aborto. Portanto até alí a propaganda da Silma estava correta. Começa um 2º truno e é outra eleição. Mas até agora, metade do tempo transcorrido ela permanece com 8 pontos de vantagem. Serra tem 15 dias para desfazer essa vantagem e já lançou mão de todas as armas a seu dispor. O tempo dirá se o autor está certo ou se é muito mais complexa a análise do quadro eleitoral. E se Dilma vencer? Sugiro abrir espaço para que o comentarista dê novas explicações.

Responder

Juçânia Facchin

16/10/2010 - 03h34

É muito blá,blá,blá…. O que Serra podia fazer ele já fez, que foi fugir dos temas econômicos e socias do governo Lula, porque senão já teria perdido no 1º turno. Aliás qto ao 1º turno, meu filho e eu sustentamos a tese de que Dilma ,na intenção registrada pela Boca de Urna, venceu a eleição, mas por motivos como anulação do voto, dos eleitores com menos escolaridade principalmente no Nordeste, onde a candidata era muito forte, determinaram o 2º turno. O que é necessário nesta reta final de campanha são doses maciças de LULA NA VEIA…. Vamos politizar o debate nos programas, a militância de esquerda sempre foi bastante guerreira, e articulada o bastante para chamar o voto dos indecisos. Ficamos primeiro anestesiados pois a vitória parecia certa ainda no 1º, depois ficamos frustrados, agora, ,mesmo que meio capenga, estamos nos mobilizando novamente. Meu marido e eu, da velha guarda, já reservamos o final de semana para panfletagem. Meu filho, fera em computação já está em contato com Marcelo Branco ,para sermos mais incisivos e rápidos na internet. Qualquer discurso diferente deste, nesta reta final parece mais fogo amigo (será?) Na minha terra costumamos nessas horas dizer "Não tá morto quem peleia"

Responder

A. Elcio

16/10/2010 - 03h09

Com todo o respeito, não vejo pé nem cabeça nessa análise do G. Conde.
Data venia, novamente, mas chego a desconfiar de lobo em pele de cordeiro, ou, sendo bondoso, em cordeiro que caiu no encanto do lobo.

Nesse momento, não há segredo. É tempo pra quem tem nervos de aço e não pra quem se assusta com qualquer pesquisinha. Até porque a pesquisa de hoje mostra que não há onda, no máximo uma marolinha.
Na verdade uma marolinha que vai e que vem, formada pelos votos dos indecisos, esses senhores que decidem as eleições sem que precisem gostar de política (coisa ingrata para os militantes, né?!).

As pesquisas mudam ao sabor do vento. Somente uma não muda: LULA TEM 80% DE APROVAÇÃO POPULAR. Esse é o foco, gente! O adversário tenta destrair o público: êêê, olha o aborto!! êêê, se liga agora no homossexualismo!! E assim por diante.

Nós temos de manter o olhar fixo no sol. E, nessa campanha, neste país, o sol da política é LULA. O Rodrigo Vianna já disse isso e isso é tão óbvio que parece simples demais. Mas complicar demais é o que o adversário quer.

LULA tem de ser o protagonista do programa de Dilma. Dilma é Lula e Lula é Dilma. LULA EM DOSES CAVALARES NA CAMPANHA, SEO JOÃO SANTANA!!

Mas só funciona se for um Lula autêntico: falando direto ao povo, na linguagem do povo, sendo didático. Esse é o Lula amado pelo povo e odiado pela elite. Mas qual o tamanho da elite mesmo? 1% da população não decide eleição.

ACORDA, SEO JOÃO SANTANA! CAMPANHA PARA O POVO, QUE É QUEM DECIDE ELEIÇÃO NO BRASIL!

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aurica_sp

15/10/2010 - 23h34

Credo, ultimamente nos BLOGS só tenho lido textos que dão praticamente a vitória ao Serra. O que é isso companheiros???
Se continuar assim desisto do meu trabalho solitario aqui do outro lado da tela.

Responder

    Ed Döer

    16/10/2010 - 14h07

    Concordo, esse clima de enterro em nada ajuda.
    E discordo completamente da análise do Gustavo. Parte dos votos do Serra são os votos anti-Lula e anti-PT movidos por ódio e preconceito alimentado pela mídia nesses últimos 8 anos. Os e-mails contra Lula e PT não começaram nos últimos meses, só aumentaram de volume. E focaram parte da artilharia na Dilma. Que sinceramente tem uma biografia que deixa brechas para isso.
    É delírio imaginar que alguém "jogaria contra" no sentido de provocar ou sacudir o PT. E por mais que muitos de nós gostaríamos de ter uma oposição de verdade, ninguém é demente o suficiente para por um "governo de mentira" no poder só para ver isso. Até o voto no Tiririca faz mas sentido que isso.
    E parte do eleitorado da Marina é sim homogêneo: os evangélicos e os que votaram na "Marina do PT" pois preferiam ela e não a Dilma.

    Antonio

    16/10/2010 - 19h32

    Aurica, temos que nos organizar e ir para a periferia. É lá que podemos ganhar os votos para a Dilma, no corpo a corpo. Ali, as pessoas são levadas pelos boatos preconceituosos, devido à falta de informação e por serem despolitizadas. Então, o que seu vizinho fala, o que seu chefe fala ela acata, pois não consegue distinguir boato de realidade. Com uma boa conversa, séria e honesta, conseguiremos ganhar muitos votos para Dilma.

    Maria Lucia

    17/10/2010 - 05h31

    Mas quequé isso, como diz o povão! Gustavo Conde que me perdoe, mas com essa teoria, cachorro sem rabo é cutia!
    É o chamado wishful thinking,ou seja, ele toma os seus desejos por realidades.
    Confundiram bastante a cabeça de pessoas mais ingênuas,com a famosa tática nazista de repetir mentiras mil vezes no afã de transformá-las em verdades, mas a inteligência popular já está voltando a funcionar plenamente,libertando-se do terrorismo midiático, religioso e dos partidos da direita e da ultradireita.
    E o fio da história está se ligando. Contraataque na internet é importante. Mas o melhor mesmo é juntar-se à militância e sair para o trabalho político no meio do povo. Rende que rende!

Torquemada

15/10/2010 - 23h15

Como é que se faz para dar uma sonora vaia por aqui mesmo e para esse artigo da turma do "deixa disso"?!?

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Baccko

15/10/2010 - 21h49

Análises do inconsciente coletivo, ah por favor, me poupe vai. Fato social não é somatório de fatos psicológicos.

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Bernardo

15/10/2010 - 21h48

Se o que esse cara está falando é verdade, Lula não teria se reeleito em 2006, pois tudo que ele fala para agora, vale para a eleição passada. Ele também ignora que há momentos em que um candidato fica emparedado, como Alckmin ficou em 2006 quando lhe pregaram a pecha de privatista. Isso acontece com Dilma. Acho que só uma coisa se pode aproveitar desse texto: o eleitor brasileiro é volátil ! Mas até aí morreu Neves.

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Luis Hipolito

15/10/2010 - 21h38

A Carta do Gustavo Conde é bastante esclarecedor sobre o momento em que vivemos!!!

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Arlindo Neto

15/10/2010 - 22h30

Discordo da orientação. Nós temos é que desmoralizar a campanha do Pior Salario Do Brasil – psdb. Jogar com as mesmas armas deles. Desmoraliza-los. Mostrar que quem "come" criancinhas é o psdb, é o serra. Agora é pau na bugrada sem dó. Mostrar as mentiras deles.

Responder

EDUARDO

15/10/2010 - 21h12

O pre sal eh nosso tema pois Serra não diz coisa com coisa, rodeia falando que vai fortalecer a BR, o que eh isso? Na concepção dele e do Davizinho, principal assessor de petroleo e gas dos tucanos, a mudança do sistema para concessão eh um privatização, pois o oleo encontrado pertence a empresa exploradora e não ao pais, isso para ele representa um fortalecimento da Petrobras, alem disso, vai reduzir a capacidade de investir da BR como ja havia feito o FHC não aumentando o capital da empresa e reduzindo sua capacidade de endividamento engessando-a e limitando o seu desenvolvimento tecnologico. É tudo muita sutileza de palavras para amanha não ser pego numa falsidade e uma estrategia operacional que começou la atras com as dificuldades impostas na Camara dos Deputados principalmente com Ibsen Pinheiro q estrategicamente soh declarou apoio a Serra agora no RS, muito ardilosos e sutis, leia abaixo Crimes Sem Castigo do Eminente Eng Senior da Petrobras e presidente da AEPET Associação dos Engs da Petro. Como FHC preparou a PETROBRAX para a sua venda fatiada e como esse processo continuarah agora começando pelo pre-sal

http://www.cut.org.br/destaque-central/30460/crim

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Antônio Augusto

15/10/2010 - 21h11

Respondendo para Fabio: não, quem está nos grandes portais é uma campanha da extrema-direita orquestrada, só baixaria, fascismo, para impedir a discussão. Temos é que denunciar essa campanha fascista do Serra antipovo.

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alexandre de melo

15/10/2010 - 20h55

sera que o povo e' tao idiota assim que trocaria oito anos em que melhorou um pouco de situacao , por um fetiche&
nao concordo com esta analize, o pig guardou para a hora certa o caso da erenice, nisto dilma bobeou, pois e' dificil
acreditar que ela nao sabia de nada. comtemporizou e tomou um drible do pig.
mas acho que na hora h , o brasileiro vai pensar em tudo que pode perder, e vai continuar com este modelo
meos pior que o do psdb.

Responder

terezinha moraes

15/10/2010 - 21h53

Azenha,eu sou do povo,sou classeC, voto na Dilma e a maioria das pessoas das minhas relações são classeC e D.Posso afirmar com certeza, porque ouço as opiniões dessas pessoas, que a grande causa da queda da Dilma no primeiro turno foram as promessas de 600 reais para o salário mínimo, o aumento de 10% para todos os aposentados e aumento do Bolsa Família,isso é ,fez o povo pensar com o bolso.A Dilma deveria ter reagido logo às promessas do serra e prometido o mesmo ou até mais,afinal era guerra e o que estava em jogo era a conquista do eleitor.Não entendo como Lula,que veio do povo, ignorou ou esqueceu esse fato. No segundo turno o diferencial é o caso do aborto,principalmente com os evangélicos.São crentes que seguem piamente e cegamente o que o pastor de sua igreja pregar. Sou católica mas tenho várias amigas evangélicas e sei que é assim.O que o pastor falar no púlpito de sua igreja vale como verdade absoluta.Esses são dois fatores principais que mudaram até agora as eleições.Quando vi serra fazer promessas que mexiam com o bolso do trabalhador eu senti medo porque sabia o que ia acontecer.Agora ele mexe com espiritualidade, com humanidade, com amor maternal e isso atinge os cristãos.Quer dizer, a campanha do PT se perdeu, por se perder do povo.

Responder

Antonio

15/10/2010 - 20h49

Desculpa-me mas esse texto é um devaneio de quem cheirou muito pó. É coisa de maluco. Não condiz com a realidade. . Esse povo paz e amor, de quem o escritor fala, não sabe por onde a galinha mija, quanto mais devaneiar o PT ser a oposição defensora dos seus direitos. Desculpa-me mas essa discussão chega a ser hilária.

Responder

EDUARDO

15/10/2010 - 20h44

Serra diz q vai FORTALECER A PETROBRAS bla bla bla, nada sobre o pre sal…alias quem criou o imbroglio na camara contra a lei do pre-sal foi o Ibsen Pinhheiro e onde ele estah? do lado do Serra

Responder

Tunico

15/10/2010 - 20h39

A análise do Sr, João mais parece uma fábula, o analista esqueceu colocar no constexto da fábula a ação rasteira da oposição, o apoio da mídia. Como ficaria a fábula com mais esses dois ingredientes??

Responder

Otaciel de Oliveira

15/10/2010 - 21h38

VOCÊ ACREDITA EM PESQUISA???

Pois saiu a pesquisa Datafolha de hoje: Dilma tem 54% dos votos válidos e Serra 46%. Que tal irmos para a rua agor? Eu já estou fazendo isto a muitos dias e já conquistei uns 30 votos para Dilma. Tá certo, eu sou professor e convivo com muita gente. Mas por que você não começa pelo voto da sua filha, que votou na Marina no primeiro turno? Por que você não "provoca" as pessoas, no bom sentido.

Responder

ANTONIO ATEU

15/10/2010 - 20h38

com certeza metade dos votos da marina eram de dilma serra não tem esse cacife ecologico mesmo sendo tucano em extinção ahhaahah. agora o que temos que fazer é discutir com os indecisos e os marinistas e diz claramente: serra não representa a melhoria dos setores pobre e medios da sociedade o que ele representa é a mesma elite que tava com fernando henrique cardoso nada de chama fhc chama o cachorro tucano pelo nome fernando henrique cardoso esse presidente foi quem colocou o brasil a venda e serra foi o seu executor. mas isso tem que ser discutido com muita paciencia. só temos dois fins de semana pra criar a onda vermelha de novo. tenho dito . pois alguem já dizia isso

Responder

EDUARDO

15/10/2010 - 20h35

Souto Jorge ja tem um efeito evangelico aí q vai crescer no Ibope registra aí . O efeito Paulo Preto vai aparecer tbem sobretudo em MG e RS, registra aí.

Responder

EDUARDO

15/10/2010 - 20h30

47 x41 datafolha e 54 X 46 nos validos

Responder

EDUARDO

15/10/2010 - 20h28

Boa pauta para os tucanos, leia Crimes Sem Castigo do eminente Eng senior da Petrobras Fernando Siqueira presidente da AEPET Associação dos Engs da Petrobras

http://www.cut.org.br/destaque-central/30460/crim

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Esperança

15/10/2010 - 20h26

Calma! Não podemos entrar no jogo do "inimigo". A Dilma obteve 47% dos votos no 1º turno. Na primeira rodada das pesquisas, nesse 2º turno, dá a Dilma em torno de 53%. Hove evolução.

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Fabio

15/10/2010 - 20h25

Os blogueiros aqui do seu site deveriam ir opinar nos portais
Terra , UOl, Ig etc. porque lá que esta o eleitorado do Serra, aqui é tudo mundo compadre.

Responder

Melinho

15/10/2010 - 20h25

Concordo com os comentaristas que me antecederam: o programa da Dilma tem que mostrar quem é o Serra. O restante é conversa afiada desse agente do PSDB que escreveu essa matéria estapafúrdia. As pessoas adoraram o debate depois do primeiro turno, quando Dilma foi bem incisiva. É o que está faltando no horário eleitoral gratuito: mostrar de que maneira o Serra se comportou ao longo de sua vida como político. Todo mundo já sabe que a Dilma vai dar continuidade ao governo Lula. Agora, está na hora de mostrar quem é o Serra.

Responder

Marcos

15/10/2010 - 20h23

Caro Azenha !

É hora de mostrar para o país :

MONICA SERRA JÁ FEZ ABORTO !

olhe este link com o depoimento de uma ex-aluna dela da UNICAMP !!!
http://correiodobrasil.com.br/monica-serra-ja-fez

Responder

ruypenalva

15/10/2010 - 20h22

15/10/2010 – 20h00
Em cenário estável, Dilma mantém vantagem de oito pontos sobre Serra, diz Datafolha

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ALEC DUARTE
EDITOR-ADJUNTO DE PODER

A segunda pesquisa Datafolha no segundo turno da eleição presidencial apresenta um cenário de estabilidade. Dilma Rousseff (PT) tem 54% dos votos válidos (excluem brancos, nulos e indecisos), contra 46% de seu oponente, José Serra (PSDB).

Os dados são exatamente os mesmos registrados em levantamento realizado na semana passada. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

A taxa de indecisos, porém, oscilou para cima e agora está em 8% (era 7% na pesquisa anterior). Os que pretendem anular o voto ou votar em branco, 4%, eram em número idêntico na semana anterior

Responder

EDUARDO SOUTO JORGE

15/10/2010 - 20h21

Nao falei!? Acaba de sair a pesquisa da DATAFOLHA. DILMA 54 X 46 serra. MARAVILHOSO!

Responder

Carlos França

15/10/2010 - 20h16

Não. Não concordo. Os votos estão consolidados. É hora de discutir política, programas. É hora de conversar com o povo sobre programa de governo e seus significados. É preciso fazer a direita defender seu programa de privatização, de entrega do patrimônio público às elites. Esclarecer, não entrar no jogo do obscurantismo.

Responder

Anderson

15/10/2010 - 21h12

Sou evangélico, as eleições no primeiro turno infelizmente foi decidida pelo voto religioso. Discordo do artigo acima, porém com ressalvas, creio que sim, o eleitor de Dilma sabe das conquistas sociais o cara que na última hora votou na Marina também sabe, falta na campanha dela enfatizar propostas à serem realizadas, projetos que atraem o voto indeciso e sobre tudo o voto evangélico é que decidira o pleito no dia 31 de outubro.

Responder

Alexandre Tambelli

15/10/2010 - 20h07

Azenha e Pessoal!

E como explicar o fenômeno PSDB em São Paulo? É um pouco temerário crer inteiramente nesta tese. Existem muitas condicionantes do submundo da política apoiado na velha mídia, também. O eleitor é soberano, mas o seu pensamento não o é. É sim! Manipulado diariamente. Em sã consciência votaria em DILMA porque é o melhor candidato e o mais seguro para o Brasil. Pessoas informadas não aceitariam um governante que entrega ruas riquezas naturais de mão beijada para uma multinacional qualquer! Se existe erro no Governo LULA? Claro que existe! E o erro maior é ter feito do povo um modelo em desenvolvimento da cultura americana e da alienação cultural. Como já disse outras vezes, é um misto de Faustão, Gugu, Luciana Gimenez, Márcia, Ratinho e Hebe, esta o modelo a ser alcançado por muitas mulheres brasileiras misturado a uma imagem definitiva da era LULA: um morador comprando um carro 1.0 flex indo no shopping center assistir um blockbuster americano! Não criamos uma brasilidade com a Era LULA, criamos mais do mesmo! Um monte de gente que também teve o direito de consumir coisas sem o direito de consumir conhecimento e cultura de qualidade! O erro da campanha, talvez esteja, nessa ideia que programas sociais são as balizas principais do voto! O brasileiro educado para consumir agora quer é trocar seu flex 1.0 por um carro de luxo! E assim vai… A campanha precisa enxergar o eleitor que criou! E que não mais se enxerga como pobre e nem está mais na luta de classes. A luta dele é a cada dia se ver mais emancipado e bem de vida.

Responder

Wu Ming

15/10/2010 - 20h05

Meu deus do céu! Quanto trololó psicologizante.
Meu caro, voltamos aos tempos da eleição de 1989 quando Lula ia tomar na marra um quarto na casa da burguesia brasileira e vc me vem com essa psicologia de botequim…
O que temos é uma campanha midiática absolutamente sórdida e uma candidata governista abalada por não ter ganho no primeiro turno, como todos esperavam.
Isso mostra o nosso atraso como povo e nação, não mostra a soberania do voto popular…
Agora, tem que bater e assoprar: a Dilma bate no José Ferra e o Lula assopra.
E convencer os amigos e conhecidos a votarem 13.

Responder

    EDUARDO SOUTO JORGE

    15/10/2010 - 21h33

    MUITO BOM, WU!

Moacir

15/10/2010 - 21h03

Azenha:
Com todo respeito, não gostei da tal "carta". Em síntese, ela me transmitiu o seguinte: a Dilma já perdeu porque o povo, que aprova o Lula, quer lhe dar uma lição de humildade elegendo seu oposto, a fim de poder sonhar com a volta do Lula daqui a 04 anos. Que bobagem! A campanha está apertada, mas quem disse que seria frouxa? Quem disse que a imprensa faria algo diferente do que está fazendo – o mesmo que sempre fez? O problema de quem está chorando a derrota antes do jogo terminar é que preferem travestir a realidade para depois se decepcionar com o povo. Eu penso o seguinte: nosso campo está na frente e nós conhecemos o inimigo de cor e salteado, como se diz aqui no interior. Logo, nada do que ele possa apresentar de arma deve nos impressionar e, especialmente, desmobilizar. Vamos à luta, ocupar as ruas e levar nossa mensagem o mais longe possível, que a vitória virá. Chega de chororô! Vamos pro voto!

Responder

ruypenalva

15/10/2010 - 20h01

Azenha, eu até concordo que João Santana se repetiu demais, não precisava nada daquilo mostrado repetitivamente, apenas Lula todo dia na TV. Mas, concordemos, esse Gustavo Conde não tá dizendo nada, absolutamente nada, pois nada se conhece de psicologia de massa com tal efeito que ele está citando. O grande erro de João Santana, eu não acho que a eleição esteja perdida, foi não ter atacado Serra logo no primeiro turno e feito um segundo turno com duas mulheres. Também, caro Azenha, não caiu bem esse artigo no seu blog, desanima a militância, tira isso daí, dá um delete. Vou fazer de conta que nem li.

Responder

    EDUARDO SOUTO JORGE

    15/10/2010 - 21h39

    EXELENTE Ruy! Aquele encontro "Millenium", lembra? Onde a frese "nao temos uma oposicao confiavel.nos (PIG) temos que impedir que as coisas continuem a caminhar dessa maneira" Eles nao iam deixar essa eleicao da Dilma barata mesmo! Ai e' que entra o Joao Santana. Nao podemos nunca culpar nosos inimigos copmo causa principal das nossas derrotas. Nao adianta nada. Se voce reconhecer no inimigo uma forca realmente que pode te vencer, tem qu8e "inventar" a vitoria. Mas vamos deixar de trololo e vamos partir p'ra cima deles.Todos nos.

Antônio Augusto

15/10/2010 - 20h00

Precisamos de discussões concretas, não de marquetagens, propagandinhas de 500 upas. É essa a diferença que mobilizará o povo e reduzirá a campanha de Serra à sua dimensão, à dimensãodo apoio restrito que uma campanha antipovo como a dele, desmascarada, pode ter. O Gustavo vem com um papo muito abstrato; apesar das boas intenções, nota-se a inexperiência desses conselhos do ponto de vista da militância política.

Responder

Antônio Augusto

15/10/2010 - 19h59

O que precisa na campanha da nossa candidata Dilma é mais política. Isto é, mostrar como ela é agredida permanentemente de maneira fascista. Mostrar as permanentes mentiras de Serra. Ele foi na Constituinte até contra o pagamento do aviso prévio ao trabalhador, contra o direito de greve, até contra o pagamento de um terço nas férias! E, a partir daí, politizar as polarizações básicas: defesa da soberania nacional, do direito do povo brasileiro dispor de suas riquezas, em particular o petróleo do pré-sal x privatização; Serra é a perda de direitos, a paralisia do país, as privatizaões, os juros na estratofera, vide governo FHC); Serra é o candidato dos milionários contra os pobres. Serra é como Yeda Crusius (ex-governadora do PSDB, no Rio Grande do Sul, repudiada nas urnas), um governo capaz de assassinar sem-terra pelas costas, como o governo Yeda Crusius fez.

Responder

    EDUARDO SOUTO JORGE

    15/10/2010 - 20h49

    E para fazer isso nao precisa gastar essas fortunas com marqueteiros.Uma das minhas ideias para a reforma politica e' acabar com qualquer tipo de efeito especial no horario eleitoral na TV. Fundo simples com a bandeira do partido /partidos, e uma formula de levar os candidatos a uma relacao mais verdadeira com o povo.. Alguma coisa por ai.P'ra que marqueteiros.

Manoel R.Mello Jr

15/10/2010 - 19h48

O seu comentário está aguardando moderação.
15 de outubro de 2010 às 19:46
PROCURA NO SITE DO TERRA QUE TEM A FOTO DO SERRA E OS ESCRITOS ( JESUS É AVERDADE E A JUSTIÇA ) , NÃO CONSEGUI COLOCAR .temos que divulgar esta Blasfemia .

Responder

Manoel R.Mello Jr
O seu comentário está aguardando moderação.
15 de outubro de 2010 às 19:41
sem comentarios , DILMA PARA PRESIDENTE

Com temas religiosos em pauta na disputa do segundo turno, o presidenciável José Serra (PSDB) já tem santinho cristão
Foto: Fernando Borges/Terra
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Seguindo a tática de usar temas religiosos para angariar votos no segundo turno, a campanha do tucano José Serra distribuiu nesta sexta-feira (15) santinhos que traziam a frase “Jesus é a verdade e a justiça”, seguida da assinatura do candidato. As peças publicitárias foram distribuídas na entrada de um encontro que Serra teve com cerca de 1.500 professores da rede pública que foram manifestar apoio à sua candidatura.
Do outro lado do cartão plástico, há uma fotografia do peessedebista cercado por crianças e com o lema “Serra é do bem” – novo bordão dele, empregado pela campanha tucana neste segundo turno – em destaque.
A tiragem total das peças é de dois milhões de exemplares. A mesma frase foi dita por Serra numa feira evangélica, em São Paulo, ainda no primeiro turno. Na última terça-feira (12), em visita ao Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, o candidato negou que a inclusão massiva de temas religiosos nas eleições contribua para a banalizalçao do processo eleitoral e das religões em si.
“A questão religiosa entra naturalmente (na campanha). Não aparece como estratégia de campanha. A maioria da população é religiosa. Isso não macula o Estado brasileiro, que é laico”, disse Serra na ocasião.

Responder

    erenice santos

    15/10/2010 - 20h11

    A política praticada hoje no Brasil é do "bem".
    Por favor, acesse esse link e ouça o coordenador da campanha de sua cândida candidata:
    http://www.youtube.com/watch?v=pOO1M8OZpEI&fe

    Ferrer

    16/10/2010 - 10h01

    You tube não serve de parâmetro, pois é possível editá-lo apenas para se mostrar o que se quer e esconder o que não confirma o que se quer mostrar.

Rubens

15/10/2010 - 19h46

Ex-alunas de Monica Serra confirmam relato sobre aborto

14/10/2010 15:06, Por Redação, do Rio de Janeiro e São Paulo

Monica Serra optou por não se pronunciar sobre relato de ex-alunas

Alunas da então professora de Psicologia do Desenvolvimento aplicada à Dança, no Instituto de Artes da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Monica Serra, confirmaram nesta quinta-feira estar presentes à aula em que a mulher do presidenciável tucano, José Serra, relatou ter sido levada a interromper a gravidez, no quarto mês da concepção. CONTINUA…
http://correiodobrasil.com.br/ex-alunas-de-monica

Responder

Meta

15/10/2010 - 18h56

Se Dilma for a público dizer que Lula será seu Ministro Chefe da Casa Civil vence a eleição.

Responder

Alexandre Colli

15/10/2010 - 18h45

Gostei da análise e concordo com boa parte dela, só acho que há momentos de incoerência. Se a massa de eleitores não vota em "projeto", como pensar que ela calcula "que a eleição de Dilma pode implodir o PT e prejudicar esse expressivo canal popular entre a massa e o poder." ? Não vejo muita razão nisso. Acho que eleitor vota e pensa em projeto sim, não à maneira de uma carta-programa, de uma cartilha, mas avaliando as coisas que considera importante e a capacidade de cada candidato em suprir isso. É nisso que acho que a campanha de Serra sabe fazer melhor: ela torna esse campo de relação entre projeto e candidato nebuloso, torna mais ou menos misturadas realizações de PT e PSDB, torna projeto confusos e parecidos em sua confusão, e destaca Serra naquilo que considera mais elogiável. Enfim, eles deixam obscuro a relação entre bandeiras e valores de um campo político e de outro, e aí vence o medo, o terrorismo, a insegurança e vende-se o candidato como a única opção de "segurança", até para manter todas as conquistas do governo Lula.

Responder

Josnei Di Carlo

15/10/2010 - 18h45

A eleição está dando um nó na cabeça de todo mundo.

Serra não fez nada no primeiro turno para levar a eleição para o segundo turno, mas quem está no segundo turno é ele. Mas parece que ele descobriu a melhor onda para surfar e está surfando, mesmo com uma campanha cheia de contradições, além de demagoga.

Dilma está tentando encontrar o tom da campanha. No primeiro turno, a campanha de Dilma foi muito bem feita, esteticamente falando, mas sem emoção. No início do segundo turno, o baixo astral tomou conta. O debate da Band deu uma animada, mas apenas nos militantes, por assim dizer, mas não no eleitor médio, que é quem elege.

O triunfalismo do PSDB é estratégico. No caso do PT, no primeiro turno, foi salto alto. O PT tem de encontrar o tom. De qualquer forma, tem tempo. A militância não pode baixar a cabeça, mas o PT tem de conquistar o eleitor médio, que gosta de Lula, mas que resolveu torcer para o time pequeno só para ver o time grande se ferrar.

Enfim, sei lá eu! O PT deve se aproximar de Marina com convicção para atrai-la, mostrando ser um partido capaz de agregar lideranças. Sei lá eu!

Responder

    EDUARDO SOUTO JORGE

    15/10/2010 - 20h17

    E' isso mesmo Josnei. Ninguem ta conseguindo explicar essa situacao terrivel. O apoio de 70% da populacao ao Governo Lula(depois de 8 anos) esta virando 47%. Vamos aguardar o DATAFOLHA de hoje. Se estivermos com pelo menos 4% na frente, a coisa nao estara tao ruim assim.

    Maria Lucia

    17/10/2010 - 05h44

    70% não,Eduardo! Está em 81%!
    O povo gosta do Lula porque ele é de briga. A Dilma também é. Só que a andaram engessando.
    A partir de agora ela vai mostrar quem ela é na hora da onça beber água! Vai virar essa mesa e mostrar a que veio.
    Já começou nessa exata semana.
    E quem quiser ir para a luta é só se ligar na militância que está vindo com tudo a partir de quinta-feira.

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