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Cartas de Minas

Mídia brasileira sofre junto com europeus

19 de abril de 2012 às 14h59

A mídia brasileira, representada (acima) pelo Estadão, assumiu a defesa de interesses… dos europeus.

Parece o africâner que posou ao lado do rei Juan Carlos e do elefante morto, na Botsuana — imagem que sintetiza o que foi o colonialismo europeu na África.

Pois hoje o New York Times disse que a decisão da presidente da Argentina, Cristina Kirchner, de expropriar a maior parte das ações da espanhola, assumindo assim o controle da YPF, causou lamentações no Brasil.

No Brasil e em outro lugares, estupefação com o movimento de nacionalização na Argentina

Por Simon Romero, 18.04.2012, no New York Times

RIO DE JANEIRO — Em um discurso quente para justificar a decisão de nacionalizar a companhia de petróleo YPF, a presidente da Argentina, Cristina Fernández de Kirchner, citou sua admiração pela Petrobras, a gigante estatal do petróleo do Brasil, e outras empresas estatais de petróleo da América Latina.

Mas aqui no Brasil, o crescente poder petrolífero da América Latina, e em outros lugares da região, especialistas financeiros receberam a decisão abrupta de Kirchner com estupefação, dizendo que a nacionalização e outras políticas econômicas estão deixando a Argentina mais por fora do que transformando o país num líder de uma nova era econômica de ousadia.

“A capacidade da Argentina de errar parece não ter limite”, disse Míriam Leitão, uma das colunistas mais influentes do Brasil em assuntos econômicos, em um artigo comparando a expropriação da YPF com as nacionalizações de Juan Domingo Perón nos anos 40 e 50, que deixaram a Argentina capenga, com empreendimentos estatais anêmicos.

Enquanto o governo do Brasil manteve o controle da Petrobras, ele também expôs a empresa às forças de mercado, começando nos anos 90 quando o monopólio foi quebrado, destacam, aqui, os especialistas em energia. Desde então, a Petrobras se transformou na maior empresa da América Latina.

A Argentina, por outro lado, repetidamente se desentendeu com o dono espanhol da YPF, Repsol, antes de expropriar sua fatia de controle, criando uma disputa diplomática com a Espanha e tensão com a União Europeia. “Rainha louca” foi como um conhecido colunista de humor brasileiro descreveu a sra. Kirchner esta semana.

Com um tom diferente, o ministro da Economia do Chile, Pablo Longueira, disse que a nacionalização pode ser prejudicial para toda a América Latina, transformando-a em uma “região menos confiável” se comparada com a Ásia. “O fluxo de capital se muda para os lugares onde a confiança do investidor é maior”, ele disse à Reuters.

Até mesmo no México, onde Lázaro Cardenas promoveu, nos anos 30, a nacionalização do petróleo simbolicamente mais importante da América Latina no século 20, criando a Pemex, líderes políticos criticaram a decisão da Sra. Kirchner.

Esta semana o presidente do México, Felipe Calderón, disse a executivos que a nacionalização da YPF “não foi boa para ninguém”. Dois candidatos presidenciais do México, Enrique Peña Nieto e Josefina Vázquez Mota, também criticaram a medida.

Do outro lado do espectro político, o plano de nacionalização da sra. Kirchner conquistou o apoio da Venezuela, onde o presidente Hugo Chávez assegurou o controle estatal de dúzias de empresas nos últimos anos, incluindo gigantescos projetos de petróleo.

E no Uruguai, o presidente José Mujica, um ex-membro do grupo guerrilheiro Tupamaros, expressou solidariedade à decisão da sra. Kirchner chamando-a de uma resposta à “Europa rica”, e uma correção do erro da Argentina ao privatizar a YPF nos anos 90.

Ainda no Brasil, onde a Petrobras, ao atingir a independência energética e grandes descobertas de petróleo em alto mar, se tornou um modelo para outras empresas de petróleo de países em desenvolvimento, a expropriação da YPF serviu de oportunidade para traçar contrastes importantes com a situação na Argentina.

Recentemente, em 2000, o Brasil ainda contava com importações de petróleo da Argentina para suprir suas necessidades energéticas, comprando 74 mil barris por dia do vizinho.

Agora, aconteceu uma inversão. A Petrobras, através da aquisição da Perez Companc, a empresa independente de petróleo da Argentina, se expandiu agressivamente na Argentina, a ponto de causar preocupação aqui com a exposição da Petrobras caso da sra. Kirchner opte por expandir suas nacionalizações.

Durante os preparativos para o anúncio da nacionalização da YPF, a província de Neuquén na Argentina tomou, abruptamente, a concessão de exploração da Petrobras. Maria das Graças Foster, presidente da Petrobras, tem uma reunião marcada para sexta-feira com Julio de Vido, um assistente direto da sra. Kirchner que ela designou supervisor da YPF.

Enquanto isso, o ministro das Minas e Energiasdo Brasil, Edison Lobão, tentou dissipar as preocupações com a expropriação dizendo, esta semana, na capital, Brasília, que todo país é  “soberano” em sua capacidade de decidir a respeito dos problemas “como achar que deve”.

A nacionalização, que se segue à tomada de uma companhia aérea e de fundos de pensão, tem seus críticos em Buenos Aires. Ainda assim, as nacionalizações repercutem bem em um país onde persistem os ressentimentos com relação às privatizações feitas a partir de políticas econômicas liberais dos anos 90, que precederam uma crise econômica caótica no começo da década passada.

As autoridades estão “tomando de volta o que nos pertence”, disse Manuel Rivera, 27, que vende bandeiras e souvenires na Plaza de Mayo, diante do palácio da sra. Kirchner em Buenos Aires.

Novos pôsteres tomaram as avenidas da cidade na quarta-feira, pedindo ao Congresso que passe a lei da nacionalização. “Nem mais um peso para a Repsol”, dizem os pôsteres, nos quais as letras YPF foram coloridas com as listas azuis e brancas da bandeira Argentina.

A questão crucial na Argentina é se a nacionalização vai parar na YPF. Um importante líder sindical, Óscar Lescano, deu sua própria resposta na quarta-feira, dizendo, em comentários divulgados no rádio, que a nacionalização pode se alastrar para o setor elétrico.

Um emergente grupo de jovens oficiais de tendências nacionalistas no governo da sra. Kirchner terá peso em desenhar o cenário econômico da Argentina depois da nacionalização da YPF. Com destaque entre eles está o economista Axel Kicillof, de quarenta anos, que ela nomeou para ajudar a liderar a YPF.

O Sr. Kicillof, que tem costeletas que poderiam fazer Elvis Presley sorrir, defendeu a política  veementemente quando apareceu, esta semana, diante do Congresso da Argentina, acusando a Repsol de segurar o combustível na tentativa de forçar o governo a aumentar os preços domésticos da energia para igualá-los aos níveis internacionais.

Ele veio do La Cámpora, um movimento de jovens militantes fundado pelo filho da sra. Kirchner, Máximo. Refletindo a volta do nacionalismo dos recursos naturais em um país que recentemente fez grandes descobertas de petróleo, os integrantes do grupo cantaram entusiasticamente diante da presidente da Argentina quando ela anunciou a nacionalização da YPF.

Como torcedores em um estádio de futebol, eles gritaram seus refrãos. “A riqueza ficará na Argentina”, gritaram, com as mãos cortando o ar. “Eu sou soldado da Cristina”.

Mas os críticos, como Daniel Altman, um expecialista em economia argentina, da Stern School of Business da New York University, não se impressionaram. “Os líderes do Brasil têm uma visão mais global do futuro”, disse ele, “enquanto a Argentina tem um governo que é, em última análise, autodestrutivo”.

*****

Perguntamos nós, do Viomundo:

Qual é o “Brasil” que lamenta, do correspondente Simon Romero, do New York Times? Um humorista e Miriam Leitão.

O jornal tenta reproduzir o velho chavão de jogar o Brasil contra a Argentina, usando para isso um “especialista” norte-americano, que diz que a Argentina está a caminho da autodestruição.

Acho que ele se refere a isso aqui:

PS do Viomundo: Post modificado para incorporar a tradução do artigo do New York Times.

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105 Comentários escrever comentário »

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Wandson

01/05/2012 - 21h25

Como sempre a imprensa golpista e bajuladora, reproduz os mandos do patrão.. Precisamos disso no Brasil, tomar de volta o que é do POVO!

Responder

LULA VESCOVI

20/04/2012 - 16h17

O capachismo da nossa mídia é tão grande que nem os imperialistas entendem.

Responder

@robsonfs9

20/04/2012 - 15h09

HAHAHAHAHAHAHAHAHAH

Parei de ler no seguinte trecho: " “A capacidade da Argentina de errar parece não ter limite”, disse Míriam Leitão, uma das colunistas mais influentes do Brasil em assuntos econômicos"
Não entende nem de jornalismo nem de economia…

Responder

    Miguel Matos

    26/04/2012 - 19h00

    O pessoal do NYT está mal informado sobre Míriam Leitoa.

Marat

20/04/2012 - 14h39

Quando a Inglaterra devolver as Malvinas e outras colônias, quando a Espanha devolver tudo o que roubou, quando os demais países europeus devolverem a enormidade de objetos que roubaram ao longo dos séculos, ai sim, poderemos viver harmoniosamente.

Responder

LuisCPPrudente

20/04/2012 - 13h26

Parabéns ao Governo da Argentina pela nacionalização.

Se a Petrobrás, que nós defendemos como uma empresa estatal a serviço do Brasil, está agindo de uma forma imperialista na Argentina, que os argentinos exijam a nacionalização das empresas argentinas controladas pela Petrobrás.

O nosso Governo deveria seguir o exemplo argentino a fazer a nacionalização na área de telecomunicação, recriando a Telebrás.

Responder

    Jotace

    20/04/2012 - 15h35

    Caro Luis,

    Da mesma forma, retomar e nacionalizar, a Vale do Rio Doce que continua numa exploração desenfreada de uma diversidade de minérios, que exporta sem nenhum valor agregado, deixando atrás a miséria da degradação ambiental. E que esteja sempre presente na memória de todos, do que são capazes vendepátrias como FHC e Cerra, acompanhados em seu servilismo e entreguismo pela mídia mafiosa como a Globo, a Folha, Estadão,Veja e suas filiais.

Marat

20/04/2012 - 07h26

Carpideiras pagas para chorar pelo morto. Nada mais que isso. Mas a que papel eles se prestam, não?

Responder

jaime

20/04/2012 - 02h20

Atenção aos temerosos de que o investimento estrangeiro vá embora: é exatamente o "investimento estrangeiro" que a Argentina está mandando embora, porque de investimento não tinha (tem) nada; para cada dólar colocado ali, estavam indo embora três. Adeus, investimento estrangeiro, passe bem, volte e continue a "ajudar" a Europa!

Responder

    Jotace

    20/04/2012 - 16h34

    Caro Jaime,
    É este o tipo de ‘investimento’ que faz, entre outros países, a Espanha na América Latina, o Brasil incluso. Pura pirataria e desrespeito desavergonhados. O artigo do Leo (acima), no meu modesto entender, explicita bem as coisas. Não há calote, ao desfazer um negócio desonesto. Aliás, o termo ‘calote’ tão usado pela grande mídia, não cabe no caso, pois caracteriza como desonesto justamente quem não o foi. Corrigir erros de governos anteriores é o que nosso governo deve fazer, ao invés de ceder aos interesses dos piratas, privatizando o que, por direito, pertence ao povo. Domado que seja, o capital retorna civilizado, respeitoso como deve ser, e as atividades produtivas são cada vez mais estimuladas. Abs, Jotace

Marat

20/04/2012 - 00h20

A esmola que o PIG ganha para bajular EEUU e Europa deveria ser investigada pela PF!

Responder

jaime

20/04/2012 - 00h13

A Espanha, a direita européia, a direita latinoamericana, os lambe botas dos estadounidenses de todos os quadrantes, os colonizados mentalmente, todos estão furiosos porque a Argentina proibiu a Repsol de extrair um petróleo que não era dela.
Já a frase da Miriam Leitão “A capacidade da Argentina de errar parece não ter limite”, me lembra parte da letra de uma música de Kleiton e Kleidir: "se isso é coisa do demônio, eu quero pecar".
Em outros tempos, não se usava o eufemismo entreguista: era traidor mesmo e a pena era fuzilamento sumário.

Responder

Rodrigo

20/04/2012 - 00h09

" 'A capacidade da Argentina de errar parece não ter limite1, disse Míriam Leitão, uma das colunistas mais influentes do Brasil em assuntos econômicos".
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
Onde é que esse jornalista foi achar isso!
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

Responder

FrancoAtirador

20/04/2012 - 00h00

.
.
Notícias da Bolsa de Valores na Argentina

Buenos Aires, 19 abr (EFE)

ÍNDICE MERVAL cai 0,2 %

AÇÕES DA YPF SOBEM 5,13%

http://noticias.r7.com/economia/noticias/bolsa-de

Responder

Regina Braga

19/04/2012 - 23h06

Mais é lógico que sofrem…Quem gosta de ver os patrões perdendo dinheiro?Triste para eles,bom para nós,o povo.

Responder

Gustavo Pamplona

19/04/2012 - 22h14

Aê PTralhada!!! Vai uma pergunta…

Quem é que vai investir num país onde o mesmo expropria empresas?

—-
Desde Jun/2007 perguntando a PTtralhada do "Vi o Mundo"! ;-)

Responder

    Leo

    20/04/2012 - 04h00

    Era isso que falavam quando a Kirchner deu o calote na dívida. Mas não aconteceu. Sabe por quê? Porque o capital sempre está atrás de negócios rentáveis. Não interessa onde e em que condições sejam.

    "O clima de catastrofismo reinante na imprensa local e internacional era pautado, como sempre, pelos interesses do capital financeiro internacional. Decisão jurássica, postura inconseqüente, calote irresponsável e outros qualificativos asseguravam que a Argentina sairia isolada no cenário internacional, caso insistisse na estratégia da renegociação mais dura, que era apresentada como um verdadeiro suicídio econômico, político e diplomático.

    Kirchner dizia que “toda negociação pressupõe um grau de transgressão das regras”. Aliás, nada mais do que uma grande verdade. E assim o país vizinho não desistiu, alegando possuir a legitimidade necessária para tomar a decisão. Chegou até a vencer em todas as instâncias jurídicas internacionais, ao argumentar que as altas taxas de juros presentes nos contratos firmados com os credores eram a contraface do alto risco das operações especulativas. E que, infelizmente, havia chegado o momento do não pagamento. Quem quisesse continuar credor, portanto, deveria aceitar as condições do chamado “canje” – a troca oficial de papéis, com o desconto de 70% sobre o valor de face de cada título da dívida externa.

    A grande lição foi que a negociação terminou finalmente por ser aceita pelo mundo financeiro, depois – é claro ! – de muita gritaria, chantagem e ameaça. E, ao contrário do clima artificialmente construído pelos cavaleiros do apocalipse, os investimentos estrangeiros continuaram a fluir para a Argentina ao longo dos anos. Afinal, a economia saía de anos de recessão, o emprego crescia, a produção e atividade em geral foram retomadas. E, como bem sabemos, o capital está sempre à procura de alternativas de rentabilidade. Acusado o golpe e registrada a perda eventual, vamos em frente que os negócios continuam.

    No nosso caso, as promessas históricas de auditoria da dívida pública brasileira ficaram como mais uma irresponsável omissão e esquecimento. Ao contrário de Kirchner, nossos dirigentes recém chegados ao poder optaram por seguir a cartilha de adesão ao establishment neoliberal, em que “toda negociação pressupõe um grau completo de submissão”. Reinava o fetichismo de respeito às regras e aos contratos. A dívida externa foi transformada em dívida interna, mas a drenagem bilionária de recursos para pagamento de juros e serviços da mesma manteve-se inalterada. Manteve-se a continuidade do reinado das finanças sobre as demais atividades produtivas."

    Jotace

    20/04/2012 - 16h06

    Caro Leo,

    Extraordinário o texto. Pois ele demonstra que inexistem obrigações por parte dos países fraudados por contratos leoninos e que, depois de 'domado', o capital retorna. Tais contratos usualmente conduzidos por vendepátrias entreguistas, levam à outorga, entre outros bens, dos recursos naturais daqueles países à pirataria de certas nações como pode ser definida a atuação da Espanha em toda a América Latina. É realmente lamentável que os nossos dirigentes, como diz você muito bem, ao invés de corrigirem nesse particular os erros dos seus antecessores, optaram pela adesão ao establismnent neoliberal. Mas nós, como povo, temos uma grande parcela de culpa ao encher o legislativo de figuras sabidamentes corruptas e que, de acordo com o poder judiciário, atuam em desfavor da nação. Abs, Jotace

    Tião Medonho

    20/04/2012 - 06h54

    é brincadeira? os expropriados NAO investiram..por isso foram expropriados..

    Nelson

    20/04/2012 - 10h30

    Desde junho de 2007 – quase cinco anos. Em todo esse tempo, você não se deu ao trabalho de ler alguma coisa além do que o aparato de propaganda do sistema expõe, meu caro Pamplona?
    Por favor, tire um tempo e assista o documentário acima, La Memoria del Saqueo, e você verá o que os "investidores" trouxeram ao povo argentino.

José DF

19/04/2012 - 22h07

A mídia brasileira nunca escondeu sua índole servil e submissa aos interesses estranhos aos nacionais.
A chevron, por exemplo, foi tratada com muita condescendência no espisódio do desastre do vazamento. O então candidato Serra, segundo o wikileaks, prometeu entregar o pré sal aos americanos. A Petrobras é alvo constante de críticas e maus agouros de certos "especialistas" ou "comentaristas", cuja qualificação é bastante discutivel.

Responder

@11setembro

19/04/2012 - 21h27

TEMPO DE SANGUESSUGA JÁ PASSOU!

Responder

Zé Brasil

19/04/2012 - 20h31

A direita brasileira e a sua voz, corpo e alma, se é que o diabo tem alma, – o PIG, está sempre em sua posição favorita: – de quatro em frente ao gringo! Êta vontade desenfreada de servIr ao gringo. Parecem aquelas galinhas "viciadas" do quintal em que basta ao galo arrastar a ponta das asas no chão lá do outro lado do terreiro que as danadas se abaixam à rés do chão para "servi-lo"! Vixe sô!
Vida longa Presidenta Kirchner! Los mejores saludos desde Brasil y toda América Latina!

Responder

Carlos

19/04/2012 - 20h30

Gente o cabra chamou a Urubóloga de "uma das maiores autoridades em Economia do Brasil". kkkkkkkk
Azenha, informe isto ao PHA. kkkkkkkk

Responder

    Miguel Matos

    26/04/2012 - 19h11

    Acho que ele estava sendo irônico, só pode.

Luiz Moreira

19/04/2012 - 20h29

O pessoal colocou a Espanha e Inglaterra na parada, como BESTAS satanicas. Estão enganados. A Espanha do reizinho caçador de elefantes, tinha o Garrote Vil como pena de morte oficial até 74. Isto é o cúmulo da piedade religiosa. A Inglaterra derrotou a esquadra de bamboo dos chineses nas Guerras do Ópio, e tomou parte do território chines, e encheu, na marra, os chineses com um viciozinho de nada. Os dois países tem uma merda de realeza, e se julgam exemplos de dignidade. Vão pentear macacos e ensinar, se forem capazes, a seus filhos, suas verdadeiras "histórias". De arrepiar os cabelos.

Responder

    Nelson

    19/04/2012 - 23h09

    Disse-o bem, Moreira.
    Como conta o jornalista e escritor uruguaio, Eduardo Galeano, no magnífico livro De Pernas Pro Ar-A Escola do Mundo ao Avesso, no século 19 a China chegou a ter em torno de "12 milhões de viciados" em ópio e foi então que o imperador chinês resolveu sustar o tráfico de ópio praticado pela marinha mercante inglesa. A Rainha Vitória não se deu por vencida e "denunciou esse imperdoável sacrilégio contra a liberdade de comércio e enviou sua frota de guerra às costas da China" para colocar os chineses em seus devidos lugares.
    "Atrás dos navios de guerra iam os navios mercantes. Concluída cada ação militar, começava a operação mercantil", escreve Galeano.
    Duas guerras foram travadas pela nação civilizada para obrigar o grande país asiático a abrir novamente suas fronteiras ao ingresso do ópio.
    Um passado deveras nobre o da Inglaterra, meu caro Moreira.

Ronald

19/04/2012 - 20h23

Duro mesmo é ter que ler, "Míriam Leitão, uma das colunistas mais influentes do Brasil em assuntos econômicos". Depois não querem que os Argentinos nos chamem de macaquitos!!!

Responder

Rafinha Bastos

19/04/2012 - 19h15

Azenha, você pegou pesado, eu ainda creio que o humorista tem credibilidade! :)

Responder

Zé Eduardo

19/04/2012 - 18h53

Hehehe… Parece piada, mas não é. Vâmo chamá o 'macaco simão'… Buemba, buemba… A Globo e o resto do PIG que 'faz jornalismo com ética' (hehehehe…) ainda tá com a Kirchner entaladissima, mas não adianta: mais dia, menos dia, a Ley de Medios tupiniquim sai da gaveta. Ainda mais se a gente souber aproveitar a CPI do Cachoeira. E a gente vai!

Responder

Paulo Fernandes

19/04/2012 - 18h36

O México "lamentou" a decisão da Argentina porque o governo mexicano tem cerca de 10% das ações da Repsol, companhia expropriada. Isso ninguém conta.

Responder

Julio Silveira

19/04/2012 - 18h16

A Argentina está certa em proteger seu patrimonio para seus cidadãos. O discurso dos exploradores funciona em unissono, são como os gafanhotos se unem para predar. Não nos iludamos os nossos gafanhotos também fazem parte dessa nuvem. Eles se protegem, se defendem, e voam unidos mundialmente. Temos que aprender que os interesses dos gafanhotos são diferentes dos das formigas.

Responder

EUNAOSABIA

19/04/2012 - 18h14

Mais de mil tratores produzidos no Brasil não podem entrar na Argentina por conta de suas medidas "nacionalistas", o que me dizem sobre isso rapazes? só para ficar neste caso dos tratores, mas tem caminhão, ônibus, eletro domésticos e muita coisa que aguarda liberação por parte desse governo aí que vocês invejam, o que me dizem disso?

Quero ver quando a Cristina expropriar a Petrobrás, o que é que essa gente que finge apoiar – no fundo vocês sabem que isso é uma sandice que só vai prejudicar a Argentina e por tabela o Brasil – mas a ideologia marxista, stalinista e pré cambriana de alguns os leva a sentir "inveja" dos argentinos…. coitados…quero ver a hora que ela expropriar a Petrobrás…

Mas me digam… o que acham – só para ficar neste caso – dos mais de mil tratores, caminhões e ônibus produzidos no Brasil e que aguardam liberação por parte desse governo que vocês sentem inveja?

Devem ser exatamente os mesmos que embarcaram na aventura quixotesca e completamente treslocada da invasão ds ilhas Malvinas… pior que na época era o Galtiere, vocês apoiaram sim a invasão, com argumentos semelhantes inclusive….

Em tempo, comentarista de economia de uma rádio importante trouxe uma informação interessante, o preço do barril do petróleo no mercado internacional está cotado em 120 dólares, o governo argentino comprava o barril por 60 dólares da YPF…

O pior de tudo que a Argentina só prejudica o Brasil, tanto com barreiras aos nossos produtos, bem como por tabela com esse tipo de atitude completamente trogloditiana…. (UE já mandou cancelar contrato comercial gigante com o Mercosul e de grande interesse do Brasil por conta disto)

Eles ainda os invejam… será que são normais?

Responder

    MarceloB

    19/04/2012 - 21h27

    Agora sim! Olhando pra frente! Mas EUNAOSABIA, será que você podia comentar também a "melada" que o americano deu na concorrência dos aviões, onde (ao que tudo indica) a Embraer dançou?

    EUNAOSABIA

    19/04/2012 - 22h23

    Os EUA não precisam do Super Tucano, nem como treinador e tão pouco como avião de ataque como a Colômbia usa, aliás a Colômbia (FAC) fez uma solenidade para homenagear este avião brasileiro.

    Meios de ataques os EUA têm aos montes, AH-64 Apache, que leva bizarros 16 mísseis Hellfire, Huey Cobra, aviões não tripulados armados e um avião semelhante ao Super Tucano para esta função, só que muito superior, tanto em carga de armas como em desempenho, o OV-10X Bronco da Boing.

    Até agora o único motivo dos EUA estarem querendo comprar o Super Tucano – falo isso como leigo e desatualizado neste tema – é com a intençao de tentar com essa compra fazer um acordo para que o Brasil compre os FA18SH, qualquer outro motivo eu desconheço.

    Seria como a Ferrari demonstar interesse pelo Ford KA por exemplo.

    Christian Schulz

    20/04/2012 - 01h01

    Taí, o EUNAOSABIA é o Marquinhos, filho do Gilmar!

    Porque eles são muuuuuuuuuuito melhores!

    Sérgio Ruiz

    29/04/2012 - 10h42

    kkkkkkkkk ,

    MarceloB

    20/04/2012 - 22h42

    Boa EUNAOSABIA! Os EUA (realmente) não precisam dos Tucanos (se eles não precisam comprar é outro assunto). Os argentinos, por sua vez, precisam, mas ao que parece, não querem (comprar?) deixar entrar os tratores. Na sua visão (se você fosse o encarregado disso), como deveríamos agir em cada um dos casos?

    Rafael

    19/04/2012 - 21h32

    Imbecil vai expropiar o que?? duas refinarias pequenas???? Grande negócio que o FHC fez trocou 30% da Refap e participação num campo de petróleo por umas unidades na Argentina que não valiam 10% da refinaria e a participação nno campo de petróleo. Quem se deu mal foi a Petrobras nesse caso somente perdeu e Lula em 2010 comprou de volta esses 30% , a Repsol trancou todas decisões de investimentos que a Petrobras precisa fazer para expandir a produção da refinaria. Isso pode????

    abolicionista

    19/04/2012 - 23h52

    Na canela!!rs

    Nelson

    19/04/2012 - 22h38

    Parece que o nosso emérito comentarista continua NÃOSABENDO das coisas como elas são na sua essência; o que ele SABE é a versão dos fatos que o monumental aparato de propaganda pró-sistema intenta, por todos os meios, nos convencer de que é a realidade.

    Lu Busis

    24/04/2012 - 22h55

    Gostaria muito que a Dilma olhasse com bastante atenção as atitudes da Cristina e expropriasse o que já foi do Brasil e que vergonhosamente foi entregue a preços medíocres aos descomprometidos com a realidade nacional.

augusto2

19/04/2012 - 17h58

Entao quem eles vao citar as miriams leitao como modelos de opinião no Brasil!!
O argumento contra ele é bem SIMPLES:
Nos anos 90 nao foram os parlamentares e governo argentinos que Venderam a estatal aos privados? E isso foi
considerado perfeitamente legitimo na Espanha ,Europa e Usa? E a Reptil não pagou um porcaria pela empresa YPF
e tava tudo certo?
Pois agora, com a mesma e muito mais legitimidade, legalidade e soberania o CONGRESSO e governo argentinos retomam o que foi mal comercializado!!! Sobre o valor as partes conversam mais tarde. Levando em conta os prejuizos que a operaçao privada deu ao pais e aos nativos.
SIMPLES! Porque se daqui ate ali são cinco metros, entao dali até aqui tambem sao cinco metros, tá?
PS>
Mais dois comportamentos violadores, atrozes e tipicos de soldados e funcionarios estadunidenses no exterior>
Os 21 caras que nao pagam os serviços de prostitutas direito e criam confusao na Colombia (dois demitidos e alguns devolvidos a casa). E um grupo maior de fuzileiros no afganistao, festejando em cima de cadaveres e
levando pedaços de seus corpos. Ai nao vai acontecer nada.

Responder

Helenita

19/04/2012 - 17h50

É espantoso ver como brasileiros, jornalistas ou não, morrem de amores pelos interesses da Espanha, país colonialista, expoliador, preconceituoso, que executou criminoso genocídio na américa latina, ocupando suas terras e saqueando suas riquezas… Em seguida, após as declarações de independência, prosseguiu impondo governos dóceis ou ditaduras sangrentas, para se manterem na posse e controle das imensas riquezas desse indigitado continente… A soberba Espanha se espelha na arrogância da velha Inglaterra e caminha na sua sombra maléfica.
É vergonhoso ver a falta de discernimento de brasileiros que se entregam à volúpia da imprensa antipátria, e obedecem cegamente suas idéias, uma delas é a de atacar os governos nacionalistas da Argentina, porque cuidam do que interessa ao seu povo.

Responder

    Nádia Ramos

    19/04/2012 - 18h27

    Helenita, depois, reclamam quando são barrados nos aeroportos, presos sem direito a comer, somente comida estragada, deportação de imigrantes, morei na Espanha, e nunca mais quero voltar lá, senti o preconceito na pele, mesmo eu tendo aparência de uma espanhola, mas, ao abrir a boca, um espanhol com sotaque, percebiam que eu era brasileira, aí sentia o preconceito com nosso povo, uma vez fiz entrevista com uma espanhola pelo telefone, ao me conhecer pessoalmente, sabendo da minha nacionalidade, ela ficou espantada por eu ser branca, pode?

    Fabio_Passos

    19/04/2012 - 18h47

    Nossa "elite" branca e rica é capacho das nações desenvolvidas.
    Sente prazer em ser humilhada, rebaixada… é sado-masoquista.

    Jotace

    19/04/2012 - 23h22

    Toda razão, Helenita…Realmente doi ver brasileiros com a visão distorcida pela corrompida grande imprensa a enxergarem uma Espanha imponente, poderosa, culta, que não existe. Naquele país, aonde grassa o analfabetismo, existem atualmente quase 5,5 milhões de desempregados (26,3 % da população), segundo o Prof. Juan Carlos Monedero da Universidade Complutense de Madrid, o qual informa ainda que de 2004 a 2011 cerraram sua portas 500.000 empresas. A corrupção é uma constante nas elites do país que se voltam à pilhagem no Brasil e, de resto, em toda a América Latina, através dos seus bancos, editoras, empresas da área de telecomunicação, todos dedicados à mais pura das piratarias. Abs, Jotace

assalariado.

19/04/2012 - 17h39

Esta presidenta (da Argentina), com certeza não é complexada, nas atitudes, muito menos tem a mente colonizada.

Quanto a midia burguesa dos países colonizados que, não é diferente da midia dos colonizadores, diria eu: Quando foi que os seus cerebros e seus valores sairam para além das fronteiras do permitido pelo imperio capitalista, também conhecidos como G7. Ou seja, os cerebros da burguesia colonizada nunca pensaram e nunca pensarão para além do limite de um software. Porém, eles tem consciencia a que classe eles pertencem.

Saudações Socialistas.

Responder

    Fabio_Passos

    19/04/2012 - 21h29

    Determinada e corajosa.
    Cristina Kirchner enche de orgulho os latinoamericanos.

    Jotace

    20/04/2012 - 16h47

    Tens toda a razão. Caro Fábio. O patriotismo e coragem da Cristina enchem do mais puro orgulho nossos corações latinos…Não é à-toa que ontem sua conta no twitter superou ontem a marca de um milhão de mensagens! Abs,

    Jotace

Nelson

19/04/2012 - 17h38

Parabéns pela dica do filme, Azenha. É um documentário magnífico. Todos os que seguem cegamente acreditando na propaganda neoliberal e se limitam a repetir o que a mídia hegemônica alardeia, criticando duramente a Hugo Chaves, CFK, Evo Morales e outros por suas posturas em defesa de seus povos, deveriam assistir este filme.

Responder

    Jotace

    20/04/2012 - 00h06

    Realmente, Nelson, o Azenha e seu dedicado time, estão de parabéns pela apresntação de tão importante e fiel documentário sobre o que sofreu o grande povo argentino, quando o governaram os corruptos governos neo-liberais. Somente os despidos de qualquer sentimento de amor pátrio, de latinidade, e insensíveis ao sofrimento humano, podem ficar indiferentes ao conhecer em mais detalhes o drama do povo argentino ao ser privado do que se constituia o seu inegável patrimônio, e criticam os governos progessistas da nossa América Latina.
    Abraços, Jotace

Nelson

19/04/2012 - 17h30

E eis que as "maças podres" se acumulam perigosamente na caixa aumento em muito a possibilidade de contaminação das demais.

Conforme nos ensina em seus livros o linguista e filósofo estadunidense, Noam Chomsky, os estrategistas do seu país passam a designar de "maça podre" a todo país no qual assuma o poder um governo que se recuse a obedecer cegamente aos ditames imperiais do governo dos EUA ou do sistema capitalista mundial.
Os estrategistas enxergam o perigo de que isto possa servir de exemplo para que outros povos também resolvam seguir tal caminho.
E aí, cara pálida, o fato de que mais e mais países venham a se desvencilharem da "canga" colonialista que os esmaga, significa que, um a um, começam a desaparecer os largos espaços onde o grande capital multinacional consegue amealhar lucros fartos. E a farra de ganhos fartos às custas dos demais povos tenderá a terminar.

Assim, é preciso, afastar, eliminar, isolar essa "maça podre" antes que ela venha a contaminar toda a caixa. Se os órgãos da mídia hegemônica e seus (de)formadores de opinião, supostos especialistas em tudo, sempre defenderam o sistema que aí está, é lógico que eles vão tomar posição radicalmente, de forma fundamentalista, para ser mais exato, contrária a qualquer medida que qualquer governo venha a tomar ferindo os interesses do império. Mesmo que tal medida seja crucial para o povo que esse governo dirige.

Responder

    Nelson

    20/04/2012 - 10h41

    Corrigenda.
    Na pressa, e com fome, eu "comi" o til da maçã, escrevendo "maça podre" por três vezes. Absurdo. Peço desculpas.
    Já a frase inicial correta é esta: E eis que as "maçãs podres" se acumulam perigosamente na caixa AUMENTANDO em muito a possibilidade de contaminação das demais.

Jorge Zimbábue

19/04/2012 - 17h20

Fogo Cristina. Apesar dos pesares, me sinto um pouco argentino hoje, com muito orgulho. Também me sinto um soldado seu Cristina, Fogo! Aqui falta um presidente que com apoio popular reverta ao patromônio do povo brasileiro, toda a "Privataria Demotucana" do famigerado FHC e seus asseclas, pois eivada de irregularidades, usaram o BNDES para financiar os novos "donos" sem entrar um único dólar no Tesouro. São bandidos políticos ou políticos bandidos. Dá na mesma. Leiam o livro do Amaury Ribeiro Jr. quem quiser me criticar. Estude um pouco, procure no google Aloysio Biondi já naquela época explodiu o baú da privataria de que falamos.

Responder

    Fabio_Passos

    19/04/2012 - 21h33

    A maioria do povo brasileiro concorda contigo.
    privataria = roubalheira
    neoliberalismo = terra arrasada

    Parabéns a Cristina Kirchner.
    E que o seu bom exemplo prospere em toda a América Latina.

José Ruiz

19/04/2012 - 17h13

Fôssemos um país sério, boa parte da mídia brasileira seria encarada como traidora da pátria.. esses caras jogam contra o nosso time, defendem o capital externo… fosse nos EUA, por muito menos iriam parar lá em Guantânamo..

Responder

Alexandre

19/04/2012 - 17h11

Bom, o humorista não conheço e não deve ser mesmo levado a sério. A senhora Miriam Leitão, por outro lado, não deve ser levada a sério nem na globo, pois esta sabe que ela é a completa fraude. Não sabe absolutamente nada de economia, não acerta uma! Portanto, ambos podem representar até o inferno, menos o Brasil.

Responder

renato

19/04/2012 - 16h35

Se você tivesse qualquer reclamação procedente,que servisse a todos os consumidores.
Mandei para ( 4 rodas), acha que vai acontecer alguma coisa?
De uma destas empresas, a mídia iria para seu lado ou para o lado deles?
Qual é a regulação desta situação no âmbito nacional, se existe é claro!
Porque eu não vejo estas empresas do lado do governo implementando ações sociais.
Só o fazem colocando seus nomes nos out-doors, e descontando no imposto de Renda.
Não há patriotismo nenhum nestes atos. E você já viu muito disto na TV.
Encabeçados por DIDI,XUXA,SILVIO SANTOS,RONALDO.GLOBO.SBT….e outros de menor repercussão.
Tô errado , me ajuda aí.

Responder

gilberto silva

19/04/2012 - 16h25

O PIG do Brasil da a deixa para o PIG-De-Lá…..isso é o tomala da ca que ocorre na imprensa pigoniana Global.
O que conta é o desencato do PIG que quer sre consultado sobre o que o governo faz ou deixa de fazer ….

Responder

Willian

19/04/2012 - 16h23

Por que deveria a midia brasileira defender os interesses argentinos? Aliás, este tiro no pé da Argentina é ótimo para o Brasil. Recursos direcionados ao setor produtivo que poderiam ir para aquele país serão agora direcionados ao Brasil. De uma maneira torta, Cristina Kirchner, Chavez, Evo e Correa ajudam muito ao nosso país. Torço que esta onda nacionalista prospere por toda a latinoamerica.

Responder

    José Ruiz

    19/04/2012 - 17h09

    Conheço esse discurso desde que a Argentina pediu moratória.. de lá prá cá, só o que se ouve falar é que os índices de crescimento argentino são maiores do que os brasileiros..

    Nelson

    19/04/2012 - 17h11

    E eu torço que essa onda chegue com força ao Brasil.

    Não haverá condições de garantirmos uma vida minimamente digna a que cada brasileiro e brasileira tem direito se não retomarmos, para estrito controle público, toda a gama de recursos e riquezas que foram entregues – doados, é um termo mais apropriado – ao grande capital nacional e estrangeiro.
    A remessa de lucros e dividendos para o exterior experimentou enorme aumento com as privatizações. Trata-se de recursos de que a nação desesperadamente precisa para prover seu povo de coisas básicas como educação e saúde públicas de qualidade e saneamento básico, para ficar só nisso.

    As privatizações fizeram e seguem fazendo a farra de lucros de uns poucos em detrimento do atendimento das necessidades mínimas de dezenas e dezenas de milhões de brasileiros. E este é o quadro que se nota em qualquer dos países que caíram no grande erro de submeter-se ao ideário neoliberal.

    Jotace

    19/04/2012 - 18h14

    Certo, Nelson: Retomar o que constitui patrimônio da nação e que foi transferido pelos vendepátrias a empresas estrangeiras ou simplesmente privatizado. O vídeo acima, que denuncia o saque da Argentina antes dos Kirchner, serve como denúncia não só do que ocorreu aqui também, mas o que nos pode suceder no futuro se retornem ao exercício de qualquer modalidade das funções públicas, seres como o FHC, Cerra e toda a caterva que os acompanha. Não há como justificar o desrespeito às nossas leis pelas transnacionais da telecomunicação e a predação impenitente dos nossos recursos naturais que a Vale do Rio Doce vem praticando sem qualquer punição. Abs,Jotace

    Nelson

    19/04/2012 - 23h19

    Grato pela ajuda, Jotace. Há muito que trabalharmos para mostrar ao povos brasileiro e latino americanos, notadamente à juventude, que, creio, é a mais prejudicada com as privatizações, o real legado do neoliberalismo. Quem conseguir olhar a questão de uma forma mais abrangente vai, facilmente ver que é, principalmente, o futuro de nossos filhos que foi hipotecado por governos corruptos e entreguistas em favor dos interesses do grande capital.

    abolicionista

    20/04/2012 - 00h18

    Esse aí acreditou no conto de fadas neoliberal, quando até os teóricos neoliberais já o abandonaram. Cara, desculpa, mas papai noel não existe. Nem capitalismo sem regulação estatal…

abolicionista

19/04/2012 - 16h15

Vamos nacionalizar o Santander!

Responder

    Kilimanjaro

    19/04/2012 - 17h18

    dez vezes positivo, minha mãe, aposentada(muito mal aposentada) forçada pelo banespa, vai gostar muito dessa idéia.

    Fabio_Passos

    19/04/2012 - 21h35

    Assino embaixo.

renato

19/04/2012 - 16h13

"Deixe dizer-lhe, com o risco de parecer ridículo, que o revolucionário verdadeiro é guiado por grandes sentimentos de amor. É impossível pensar num revolucionário autêntico sem esta qualidade. Quiçá seja um dos grandes dramas do dirigente; este deve unir a um espírito apaixonado uma mente fria e tomar decisões dolorosas sem que se contraia um músculo.(…) Nessas condições, há que se ter uma grande dose de humanidade, uma grande dose de sentido de justiça e de verdade para não cair em extremos dogmáticos, em escolasticismos frios, em isolamento das massas. Todos os dias é preciso lutar para que esse amor à humanidade vivente se transforme em fatos concretos, em atos que sirvam de exemplo, de mobilização.
Toda carne,cabelo, unha, cérebro,ossos, pele….e pensamentos de CHÊ nasceram na Argentina.

Responder

Vinicius Garcia

19/04/2012 - 16h11

Precisa avisar a essa turma que se curvar muito dá dor nas costas.

Responder

    pperez

    20/04/2012 - 19h55

    Quem vai se curvar, para tirar os sapatos para entrar no País agora, será Tio Sam!

Richard

19/04/2012 - 16h06

É vergonhosa nossa mídia colonizada… Nojenta! A CPI já chegou e vai servir, também, para lavar a pocilga midiática levando juntos seus vassálos.

Responder

Mr. Chance

19/04/2012 - 15h56

"capacidade ilimitada da Miriam Leitão, e da Globo, de estar sempre do lado do bandido"…

Responder

    Fabio_Passos

    19/04/2012 - 18h40

    Muito engraçado. E a mais pura verdade.

    O PHA também não perdeu a oportunidade de rir com o pavor das oligarquias midiáticas:

    "Urubóloga ameaça invadir a Argentina" http://www.conversaafiada.com.br/pig/2012/04/17/u

Onofre

19/04/2012 - 15h52

Enquanto o Brasil não acuar de vez essa direita entreguista e mercenária vamos ter que conviver com esse tipo de manifestação. O ódio estimulado pela midia brasileira aos argentinos (e vive-versa) tem propósitos claros e objetivos: separar países vizinhos e co-irmãos latinos. Essa mesma politica é empregada no mundo árabe pelo imperialismo. Semeia-se a discórdia para colher os frutos do ódio.

Responder

TANCHIM

19/04/2012 - 15h49

O Brasil deveria aproveitar o momento e pegar de volta as Teles, e no mínimo a Vale, que foram Expropriadas do Povo Brasileiro pelos Tucanos e seus cumplices(globo,folha,estadinho, sbt,band,etc……)

Responder

    Fabio_Passos

    19/04/2012 - 18h36

    Sem dúvida.
    Devemos seguir o bom exemplo da Argentina e nacionalizar as cias estratégicas entregues pela quadrilha neoliberal a transnacionais inescrupulosas e incompetentes.

    Jotace

    19/04/2012 - 18h42

    Caro Tanchim,
    De fato, este é o momento. Há que aproveitá-lo enquanto poderosas nações enfrentam maiores dificuldades para defender as ações das suas companhias piratas. É uma utopia falarmos em acabar com a pobreza no Brasil, se isto não for feito. Abs, Jotace

    pperez

    20/04/2012 - 20h00

    vc esqueceu o setor eletrico com a escelsa dos capixabas e a Light dos bueiros voejantes lembra?

    Sérgio Ruiz

    29/04/2012 - 10h46

    Tá demorando muito para recuperarmos nossas riquezas entregas às máfias estrangeiras pelos canalhas dos demotucanoos bancados pela máfia estrangeira.

El Gordo

19/04/2012 - 15h45

Inimizade besta levantada por um folclore esportivo descabido. Nações que, juntas, várias vezes foram ao buraco. Antes pela Guerra do Paraguai (bancada pela Inglaterra e seus banqueiros), depois pelo neoliberalismo.

Doce de Leite e Goiabada ficam melhores quando juntos.

Responder

    Willian

    19/04/2012 - 16h26

    Ok, el macaquito!!!!

Moacir Moreira

19/04/2012 - 15h43

Caetano flerta com o fascismo:
http://revistacidadesol.blogspot.com.br/2012/04/n

É sério isso?

Responder

    abolicionista

    19/04/2012 - 16h15

    Em política, o Caetano é discípulo do Mangabeira Unger. Não acho que isso seja flertar com o fascismo. Além disso, o cara fala pelos cotovelos, nem sempre preza pela coerência e tem um enorme preconceito de classe. Fora isso, (e um pouco por isso, infelizmente) Caetano é um grande artista e é como tal que merece ser avaliado.

    renato

    19/04/2012 - 18h08

    Li, disse tudo! e o que tá escrito lá mas parece conversa de Gilberto Gil e Caetano, quando a policia de Floripa estava tomando seus depoimentos, Hilário, digo, engraçado.Coisa de jornalista que não tem o que escrever, nem usa o espaço para colocar foto de pessoas desaparecidas.

ricardo

19/04/2012 - 15h38

Sei que está fora de contexto, mas venho perguntar se o Viomundo não vai repercutir a nova pesquisa IPEA, que mostra os valores médios dos pedágios nos estados da federação. A pesquisa concluiu que São Paulo pratica o segundo maior valor, atrás apenas do Rio de Janeiro, e o pior: o pedágio no Brasil é muito mais caro que a média internacional. Eis a pesquisa: http://www.ipea.gov.br/portal/images/stories/PDFs

Responder

Joao Barbosa

19/04/2012 - 15h17

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Porque estas empresas se associaram ao crime organizado???

Que tal parar de consumir os produtos destas empresas!!!

Isto sim, seria consumo conciente !!!

Responder

    Willian

    19/04/2012 - 16h28

    Eu parei de consumir produtos que patrocinam a CartaCapital. Como vocês devem imaginar, não foi muito difícil e não estou passando qualquer necessidade….rs

    J Fernando

    19/04/2012 - 17h03

    Ah, ótimo.
    Quem sabe vc leva a hastag #nãoconsumoprodutospatrocinadospelaCartaCapital aos treding posts do Twitter? Porque você não tenta?
    Levaram a hastag #VejaBandida aos treding posts nacionais e internacionais.
    Aqui você só consegue fazer a gente rir…

    Ana

    19/04/2012 - 17h06

    Boa!

    José Ruiz

    19/04/2012 - 17h07

    é difícil avaliar a necessidade daquilo que a gente desconhece..

    Sr. Indignado

    19/04/2012 - 17h13

    Duvido, quem lê a CartaCapital para você deve estar distorcendo as notícias. Peça para outra pessoa, mais idônea, ler para você.

    Kilimanjaro

    19/04/2012 - 17h35

    ninguém tem necessidade de consumir, pessoas necessitam comer, beber, respirar…. a Carta Capital não promove o consumismo.

    você é um porco? ou um verme pmsp?

    esse cara ai com certeza não lê nada que tenha mais de dois paragrafos

    EUNAOSABIA

    19/04/2012 - 17h59

    Só anúncio de estatal, só dão mesmo é prejuízo ao país, nós que pagamos impostos é que os suntentamos.

    Lenin

    19/04/2012 - 21h35

    Willian e eunaosabia,vcs são a mesma pessoa ou são subdivisões de uma única banda?!.

    Nádia Ramos

    19/04/2012 - 18h21

    "Eu parei de consumir produtos que patrocinam a CartaCapital. Como vocês devem imaginar, não foi muito difícil e não estou passando qualquer necessidade….rs"
    Parece retardado postando, como você conseguiu teclar uma letra? então você não tem carro? não anda de ônibus, quando vai viajar vai à pé.ãããããã… Azenha, você permite trolls em seu blog?

    Fabio_Passos

    19/04/2012 - 18h51

    Podemos constatar que você tem uma necessidade tremenda… de voltar a estudar. rs rs

    renato

    19/04/2012 - 16h40

    João a bem da verdade, 52 paginas, quantas páginas tem esta revista, mais então o resto é para falar ,mal do meu presidente?
    Então posso concluir, que eles são contra o meu presidente?
    Se eles são contra o meu presidente, são a favor de quem?
    Ou não é nada disto, é apenas mercado, e o público alvo, é que gosta de politica, e eles compram a revista porque não gostam do Lula e afins.
    Ou é os dois?

    assalariado.

    19/04/2012 - 18h25

    Caro João, já viu gente que ficou grauda, sem nunca ter surrupiado/ explorado os assalariados e a nação, em nome dos lucros, que é a alma da ideologia burguesa patronal?

    João observe, a imensa maioria destas empresas que citas, são colonizadoras, são multinacionais imperialistas. Qual destas empresas que voce citou não é do conluio capitalista nacional/ internacional?

    O sistema do capital, é o conluio, que se auto afirma através do seu Estado burgues. Sim, eles apenas se locupletam, fazem parte do mesmo objetivo ideologico, que é, manter os assalariados e a nação sob o comando das elites, via aparato estatal. Para nos manter eternamente na condição de explorados. Voce não percebe isto?

    A solução para esta condição é, nos prepararmos para construir uma sociedade/ Estado Socialista.

    Saudações Socialistas.

    francisco.latorre

    19/04/2012 - 20h26

    nome. aos bois.

    certeiro.

    mais que bom.

    ..

    Willian

    19/04/2012 - 22h48

    Cuidado que vai levá-las a falência, não se brinca com isto, o poder da blogosfera é inquestionável…rs Vai que todo o mundo aqui para de comprar carros da Volvo, como é que fica?

    abolicionista

    20/04/2012 - 00h22

    Cerca de 70 porcento da Veja é propaganda e o resto é pior ainda… Já na Folha, o próprio Pondé causou rebuliço assumindo que escreve para idiotas, o que produziu um fenômeno interessante. Muitos idiotas ficaram bestificados. Reclamaram para o jornal. Afinal, é óbvio que só um idiota leria um jornal que o chama de idiota. Enfim, os últimos dias estão sendo bem divertidos.rs

    LuisCPPrudente

    20/04/2012 - 13h22

    Veja Bandida, como sempre uma revista que emite detritos de maré baixa, uma facção da famiglia Civita.

    Veja Bandida.

    Marat

    20/04/2012 - 14h37

    Muito bom!!!

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