Alckmin cria “gabinete antiprotesto”

publicado em 31 de janeiro de 2012 às 15:45

Alckmin institui ‘gabinete antiprotesto’ em São Paulo

Assessores de Alckmin (PSDB) passaram a monitorar as manifestações organizadas nas redes sociais. Nos últimos seis dias, ele não compareceu a dois eventos

por Sul 21, via SpressoSP

Assessores do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), passaram a monitorar as manifestações organizadas nas redes sociais para evitar que Alckmin seja alvo de protestos em agendas públicas. Nos últimos seis dias, ele não compareceu a dois eventos. Ambos foram marcados por atos contra o governo, detectados previamente pelas cúpulas da Casa Civil e da Comunicação do Palácio dos Bandeirantes.

Questionada pela reportagem da Folha de S. Paulo, a assessoria negou a nova estratégia do governador. “A hipótese [de que Alckmin está evitando protestos] é um desrespeito à história do governador e uma tentativa de travestir grupelhos truculentos de movimentos democráticos”.

O primeiro furo na agenda oficial foi na última quarta-feira (25), quando o governador deixou de participar de missa na catedral da Sé pelo aniversário de São Paulo. A decisão foi tomada na noite que antecedeu o evento com base no monitoramento das redes sociais. A missa ficou marcada pelas imagens do prefeito Gilberto Kassab sendo atingido por ovos atirados por pessoas que protestavam contra o despejo em Pinheirinho, em São José dos Campos. Ciente da manifestação, Alckmin foi representado pelo vice, Guilherme Afif Domingos.

A mesma postura foi adotada no último sábado, quando o governador faltou à inauguração da nova sede do Museu de Arte Contemporânea (MAC). Também houve protesto na saída do evento, mas dessa vez, além de ovos, os manifestantes levaram sacos com chuchus para arremessar contra as autoridades. Os vegetais eram referência a apelido dado ao governador pelo colunista José Simão, que o chamou de “picolé de chuchu”.

Em nota, a assessoria de imprensa do governo negou que Alckmin tenha faltado à inauguração do MAC. Disse que o governador não havia confirmado presença tanto que cumpriu outra agenda, na região da Nova Luz. O texto diz ainda que Alckmin não foi à missa do aniversário de São Paulo “por uma questão familiar”.

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27 Comentários para “Alckmin cria “gabinete antiprotesto””

  1. marcosomag disse:

    Realmente, é duro enfrentar "truculentos" que insistem em ir em desabalada carreira chocar seus crânios contra os cassetetes e escudos da Tropa de Choque! Parem de duvidar da qualidade dos equipamentos de segurança da meiga PM paulista! Tucano pode construir casas auto-desmontáveis, mas capricham na qualidade do material anti-protesto! Nem as meias Vivarina são tão resistentes quanto o material da PM! KKK! Será que o tal assessor tucano do Geraldinho Opus Dei andou viajando na "fumacinha" da Soninha?

  2. Por "grupelhos truculentos" se entende aquelas pessoas que vemos atacar (no pig) a PM gestapo paulista com caradas e costeladas nos seus cacetetes e narigadas nos coturnos? Como é perigiso esse povo! E olha que nem bolinha de papel eles usam!

  3. ZePovinho disse:

    http://osamigosdobrasil.com.br/2012/01/24/supersa

    Supersalários de magistrados no Rio variam de R$ 40 mil a R$ 150 mil
    Terça-feira 24, janeiro 2012

    Folha de pagamentos do Tribunal de Justiça revela que remuneração de R$ 24.117,62 é hipertrofiada por inúmeras “vantagens eventuais”
    Os pagamentos milionários a magistrados estaduais de São Paulo se reproduzem no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. A folha de subsídios do TJ-RJ mostra que desembargadores e juízes, mesmo aqueles que acabaram de ingressar na carreira, chegam a ganhar mensalmente de R$ 40 mil a R$ 150 mil. A remuneração de R$ 24.117,62 é hipertrofiada por “vantagens eventuais”. Alguns desembargadores receberam, ao longo de apenas um ano, R$ 400 mil, cada, somente em penduricalhos.
    A folha de pagamentos, que o próprio TJ divulgou em obediência à Resolução 102 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) – norma que impõe transparência aos tribunais –, revela que em dezembro de 2010 o mais abastado dos desembargadores recebeu R$ 511.739,23.
    Outro magistrado recebeu naquele mês depósitos em sua conta que somaram R$ 462 mil, além do salário. Um terceiro desembargador recebeu R$ 349 mil. No total, 72 desembargadores receberam mais de R$ 100 mil, sendo que 6 tiveram rendimentos superiores a R$ 200 mil.
    Os supercontracheques da toga fluminense, ao contrário do que ocorre no Tribunal de Justiça de São Paulo, não são incomuns. Os dados mais recentes publicados pela corte do Rio, referentes a novembro de 2011, mostram que 107 dos 178 desembargadores receberam valores que superam com folga a casa dos R$ 50 mil. Desses, quatro ganharam mais de R$ 100 mil cada – um recebeu R$ 152.972,29.
    Em setembro de 2011, 120 desembargadores receberam mais de R$ 40 mil e 23 foram contemplados com mais de R$ 50 mil. Um deles ganhou R$ 642.962,66; outro recebeu R$ 81.796,65. Há ainda dezenas de contracheques superiores a R$ 80 mil e casos em que os valores superam R$ 100 mil.
    Em maio de 2010, a remuneração bruta de 112 desembargadores superou os R$ 100 mil. Nove receberam mais de R$ 150 mil.
    A folha de pagamentos do tribunal indica que, além do salário, magistrados têm direito a inúmeros benefícios, como auxílio-creche, auxílio-saúde, auxílio-locomoção, ajuda de custo, ajuda de custo para transporte e mudança, auxílio-refeição, auxílio-alimentação.
    Os magistrados do Rio desfrutam de lista extensa de vantagens eventuais – tais como gratificação hora-aula, adicional de insalubridade, adicional noturno, gratificação de substituto, terço constitucional de férias, gratificação de Justiça itinerante, correção abono variável, abono de permanência, parcela autônoma de equivalência, indenização de férias.
    Recorde. Os desembargadores do Rio estão entre os detentores dos maiores rendimentos do serviço público. A folha de pagamentos do TJ seria um dos principais alvos da inspeção que estava nos planos da corregedora nacional de Justiça, Eliana Calmon.
    A liminar deferida no final do ano passado pelo ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), interrompeu as inspeções do CNJ até que informações detalhadas fossem prestadas pela corregedora.
    A ordem de Lewandowski atendeu ao pedido da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), símbolo da resistência à ação de Eliana Calmon – a ministra enviou as informações ao STF, mas a liminar será julgada depois que a corte máxima do Judiciário voltar do recesso, no início de fevereiro.
    A diferença entre o TJ do Rio e o de São Paulo é que magistrados desta corte receberam quantias excepcionais em caráter antecipado – atropelaram a ordem cronológica interna. Um desembargador recebeu bolada de R$ 1,6 milhão; pelo menos outros cinco levaram montante acima de R$ 600 mil.
    Conselheiros do CNJ destacam que os pagamentos vultosos no Rio são possíveis porque o tribunal conta com um fundo próprio de receita para administrar. Uma lei sancionada na década de 90 criou um fundo especial de receitas provenientes das custas judiciais, valores de inscrição de candidatos em concursos públicos, transferência de recursos de cartórios e outras taxas.Estado
    Por Helena

  4. El Cid disse:

    … e enquanto isso, a troca de farpas entre FHC e Serra deixa bem claro uma coisa: não existe honra entre os canalhas !

  5. João-PR disse:

    Precisamos criar o programa "acorda São Paulo"!!!!!

    Fico me perguntando: o que mais precisa acontecer para os paulistas (metade mais um, é assim que funciona a democracia) mandarem os tucanos para a pqp!

  6. souza disse:

    o picole de chuchu não entendeu, a rapaziada só quer dar um brilho aos eventos do chuchu.

  7. Fabio SP disse:

    O Alckmin já aprendeu o discurso…

    Quem atira a primeira pedra tem telhado de vidro…

  8. Gerson disse:

    Tcham tcham !!!

    Enganei um bobo na casca do ovo…

    Por Lilian Milena, da Agência Dinheiro Vivo

    Pinheirinho não é bem massa falida de Naji Nahas

    Naji Nahas é suspeito de ter utilizado um interposto para se apropriar do terreno de Pinheirinho na condição de credor. Quem confirma a informação é o deputado federal Protógenes Queiroz, ex-coordenador da Operação Satiagraha da Polícia Federal (PF), que culminou, em 2008, com a prisão de baqueiros e diretores de investidoras, entre eles Daniel Dantas e Naji Nahas.

    O ex-delegado conta que a constatação foi feita através de escutas telefonicas realizadas durante a operação. A R S Administração e Construção Ltda tornou-se, em meados da operação, credora da Selecta Comercio e Industria S/A. Ocorre que o proprietário da R S é Teófilo Guiral Rocha, advogado que defende interesses de Naji Nahas.

    "Ou seja, o próprio Naji Najas, que era devedor, se torna credor através de preposto", aponta. A empresa de Rocha faria parte de uma sociedade imobiliária de investimentos SA com sede no Panamá.

    No dia 22 de Janeiro, um domingo às 6 horas da manhã, a Polícia Militar invadiu o bairro conhecido como Pinheirinho, terreno com mais de 1,3 milhão de metros quadrados, à 1,5 km de distância do centro de São José dos Campos, para cumprir uma liminar de reintegração de posse expedida pela 6ª Vara de São José dos Campos, a pedido da massa falida da Selecta S/A.

    A ação desrespeitou uma decisão superior do Tribunal Regional Federal (TRF) que, no dia 20 de janeiro, suspendeu a reintegração. No momento as famílias se encontram em abrigos provisórios concedidos pela prefeitura e Estado. O valor do terreno é estimado em R$ 85 milhões.

  9. Consciência da Nação disse:

    Dá-lhe, palhaço! Pode fugir, mas as eleições te encontram, tolinho!!! O grupelho truculento chamado população vai invadir a tua praia! NAS ELEIÇÕES, VAMOS FAZER A REINTEGRAÇÃO DE POSSE DO PALÁCIO DOS BANDEIRANTES, papa-hóstia dos demônios!

  10. João-PR disse:

    "Quem pariu Mateus, que o embale", diz o ditado popular.
    Logo, o nosso "querido" Picolé de Chuchu tem que arcar com o ônus da decisão de invadir o Pinheirinho.
    Lembremos que as PMs são subordinadas aos Governadores. Logo, é praticamente impossível que Alckmin não soubesse o que aconteceu no "domingo sangrento".
    P.S. caso ele realmente não soubesse, deveria pedir demissão, e voltar para Pindamonhangaba porque, daí, ele demonstraria que não manda no Governo.
    Isso daria uma enquete: Alckmin:
    a) não sabia de nada (ele não manda no governo).
    b) Sabia, e foi conivente com o ocorrido.

  11. Polengo disse:

    Não foiera aquele alemão do bigodinho, quem nos seus últimos dias se escondeu num bunker?

  12. ZePovinho disse:

    http://www.rodrigovianna.com.br/outras-palavras/p

    PSDB ou assessor do SBT: o escândalo do Vivaleite
    Por Renato Rovai, no SpressoSP

    Imaginem quantos minutos o Jornal Nacional dedicaria ao tema para uma reportagem apontando que o PT havia vinculado filiações ao Bolsa Família. Ou imagine quantos discursos o tema renderia ao sempre atento senador Álvaro Dias, o único veemente opositor que como não tinha que disputar a reeleição em 2010 conseguiu continuar no Senado. Outros, como Mão Santa, Heráclito Fortes e Arthur Virgilio, não tiveram a mesma sorte. Também imagine se isso não seria a pedra de toque dos comentários de zelosos colunistas da moral pública que atuam em veículos tradicionais. Mas nada disso vai acontecer. A reportagem-denúncia de ontem no Estadão, já virou pó no noticiário de hoje.

    E olha que a reportagem tem elementos bastante constrangedores, como o de uma senhora quase cega que cotejada com a pergunta se era filiada ao PSDB, respondeu: assessora do SBT?

    Leia este trecho:

    A senhora é filiada ao partido?
    Não entendo o que é.

    A senhora é filiada ao PSDB?
    Auxiliar do SBT?

    É militante do PSDB, do partido?
    Não sou…

    ……………………………………………………………………………………………………

  13. FrancoAtirador disse:

    .
    .
    Quando a polícia escreve a história
    Na página da Secretaria de Segurança de São Paulo o golpe civil-militar de 1964 estava legitimado como um “dever policial”. Esta semana, a Secretaria retirou do ar a página. Neste momento talvez seja o caso de convidar – convidar, atenção! – os policiais para assistir algumas aulas no Departamento de História da USP.

    Por Francisco Carlos Teixeira, na Carta Maior

    Esta semana (28/01/2012) a Secretária de Segurança de São Paulo retirou do ar a página (que ela mesmo havia criado) com elogios ao golpe civil-militar de 1964.

    Mais uma vez a Secretária de Segurança Pública de São Paulo busca escrever a sua própria versão da história do país. Depois de elogiar e justificar o golpe civil-militar de 1964 – em razão “do combate contra a política sindicalista” do Presidente João Goulart – a secretaria de Estado de Segurança insiste em falar em “revolução” feita ao lado do povo e das FFAA. Ao contrário, não há qualquer menção de que o Governo Jango foi democraticamente eleito e constituído, legitimado por um amplo plebiscito popular, e que cabia, se fosse ao caso, ao Congresso Nacional fazer oposição ao governo, indo, no limite, ao pedido de impedimento do presidente do país.

    Mas, a polícia de São Paulo, ao contrário, acha que ela era mais sábia e possuía o poder (auto-outorgado) de fazer ou desfazer governos em face das tendências “sindicalistas” do presidente. Assim, com certo exagero, se parabeniza pelo golpe de 1964. É absurdo que uma instituição use recursos do Estado para justificar o descumbrimento da lei e da ordem constitucional do país. Não cabe, jamais, a qualquer instituição policial avaliar, julgar, por ou depor governos, sejam quais forem suas tendências. À ordem constitucional – o Congresso, os tribunais e seus despachos – cabe, conforme o rito constitucional, julgar governantes. A polícia cumpre ordens estabelecidas conforme as regras da constitucionalidade. O auto-elogio da página da SSP-SP é, desta forma, um claro desrespeito ao Estado democrático.

    Como historiador posso entender no quadro da época – de graves tensões, de divisão da sociedade, de imaturidade política e de forte tradição de “pronunciamientos” militares – que esta fosse uma versão dos fatos – uma versão trabalhada, ferramentada e popularizada por uma mídia e por partidos e instituições de oposição. Embora seja inaceitável que se tenha erguido uma ditadura por esta razão, o argumento tinha sentido para uma parcela dos atores políticos brasileiros ao tempo da Guerra Fria e da extrema polarização social da época e pode convencer uma boa parte da opinião pública que então apoiou o golpe.

    O que não faz sentido é que hoje, ainda, uma instituição do estado – não se trata de um ator social privado, mas de uma fala institucional, com dinheiro público – insista numa versão tão pobre e maniqueísta da história. Não cabe ao estado (ou “Estado”) e suas instituições, sobremaneira a Polícia, fornecer com recursos públicos uma versão da história que incentiva e justifica ações de violência contra a ordem constitucional do país.

    Já era tempo do governo do estado aconselhar os policiais de São Paulo – hoje notórios pelas ações de repressão na área da Cracolândia e pela brutalidade cega e estéril em Pinheirinhos – a deixar a história para os historiadores, afinal (parodiando Clemenceau!) a história é um assunto muito sério para se escrita por policiais.

    Devemos lembrar que a SSP de São Paulo possui um histórico institucional tremendamente negativo – desde a invasão da PUC em 1977, o cerco da reunião da SBPC na USP em 1978 até chacinas como do Carandiru, em 1992. A insistência em não rever e debater sua própria história, convidando instituições da sociedade civil, especialistas em história da República e das suas instituições (incluindo aí ótimos trabalhos sobre história da polícia no Brasil já existentes) e seus próprios funcionários demonstra como a polícia de São Paulo quer ser um corpo autônomo na sociedade democrática, não aceita a transparência e apega-se a um passado golpista e liberticida, mantendo-se à margem da democratização da sociedade.

    Neste momento talvez seja o caso de convidar – convidar, atenção! – os policiais para assistir algumas aulas no Departamento de História da USP.

    (*) Professor na Universidade Federal do Rio de Janeiro.

    http://www.cartamaior.com.br/templates/colunaMost

  14. Gerson Carneiro disse:

    O covardão na hora de encarar o povo, fugiu e foi de bicão tirar foto ao lado do Lula no hospital. É fácil ser super-homem no conforto do Gabinete, cercado por seguranças. Sai às ruas, mané.

  15. Edson F. disse:

    O interessante é que o que está a olhos vistos e nus, não é vislumbrado pelo povo paulista que continua contribuindo para a manutenção da dinastia Tucana no Estado. Triste povo. Pobre democracia! http://www.qaeqse.blogspot.com
    O Blog dos funcionários/educadores da Secretaria de Estado da Educação

  16. tiago tobias disse:

    Não tem nada a ver com o assunto, mas ô Azenha, o Viomundo tá fazendo merchan pro Estadão?

  17. angelo disse:

    "grupelhos truculentos" são bandidos que no Pinheirinho tacaram bomba em velhos, crianças, mulheres, atiraram até em cachorro por 'diversão', apontaram arma pra secretário da presidência da República etc etc etc?

  18. Bonifa disse:

    A elite paulista golpista está feliz. Conseguiu unir os bairristas de São Paulo que reagem como se estivessem sendo agredidos pelo resto do Brasil, e assim os leva ao radicalismo mais tacanho, legitimando, aceitando e até defendendo atos tais como este infame massacre do Pinheirinho. Era tudo o que as lideranças elitistas de São Paulo queriam. Paulistas unidos, e todos prontos para seguirem a senda do fascismo. O Governo e seus projetos devem redobrar os cuidados em território paulista. Dovarante, sem se sentir à vontade, já que seus passos não podem mais ser amparados por paulistas situacionistas. Se estes apoiarem o governo, estarão contra São Paulo, ainda que seja o São Paulo fascista. Todo cuidado é pouco para evitar-se situações como esta. Uma coisa é certa: O simples fato destas considerações estarem aparecendo, significa que forças submersas, de enraizamento profundo, conservador e retrógrado estão aflorando. E mostrando inevitavelmente suas fraquezas.

  19. Regina Braga disse:

    Não,não…só pode ser brincadeira.O Governador dei-dei pau,perdeu o resto da sanidade que um dia chegou a possuir. Instituto Pinel com urgência…um caso grave de psicose…Intervenção,Já!!!! Com todas as justificativas.

  20. Será que vai ter que levar os ovos lá no palácio?

    É bom tomar cuidado com a polícia dele. Pode quebrar os ovos.

  21. Vinicius Garcia disse:

    Novo nome para covardia: "questão familiar".

  22. Cenossaum disse:

    Tem um companheiro de protesto que diz que os ovos e chuchus são as bombas de efeito MORAL do nosso lado. #fato

  23. chicorasia disse:

    É quase uma polícia do pensamento. Ou melhor, a Cyber Police: http://s3-ec.buzzfed.com/static/imagebuzz/web02/2

  24. Alexandre Felix disse:

    "…grupelhos truculentos de movimentos democráticos…" – esse povo atucanado tem uma noção bem distorcida de truculência…

  25. FrancoAtirador disse:

    .
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    BUNKER BANDEIRANTES, A CASAMATA TUCANA.

    (Ou seria "MataCasa" ?).
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