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Eleições nos EUA Utilidades

CHOMSKY ACHA QUE MÁQUINA REPUBLICANA MOERÁ OBAMA

Atualizado em 14 de junho de 2008 às 16:06 | Publicado em 14 de junho de 2008 às 16:04

Eu, Azenha, discordo do Noam Chomsky nessa. E explico: em eleições extraordinárias recentes, em três distritos conservadores dos Estados Unidos, os democratas derrotaram os republicanos, que fizeram campanha tentando ligar os candidatos adversários a Barack Obama. O Partido Republicano está desmoralizado e dividido. Os eleitores da extrema direita estão desmotivados e não vão comparecer para eleger McCain, nem como mal menor. Acredito que Obama, depois de ter dado vários passos à direita, vencerá McCain de lavada. Mas fiquem com a opinião de Chomksy:

do Página12/Esquerda.net

Noam Chomsky, reconhecido linguista e ativista político norte-americano, prevê que os democratas vão obter maioria no Congresso sob a liderança de Barack Obama, mas que o republicano John McCain vai ganhar as presidenciais de novembro próximo. São duas as razões que, na opinião de Chomsky, impedirão, com toda a probabilidade, que o candidato democrata seja proclamado o primeiro presidente negro da história dos EUA: o racismo que subsiste na sociedade norte-americana, sobretudo no Sul do país, e a falta de escrúpulos dos republicanos na hora de desqualificar os seus rivais.

"O Partido Republicano, que tem uma vertente realmente fascista, conta com uma formidável máquina de difamação e vilipêndio que ainda não foi posta em marcha contra Obama, mas que sem dúvida será", disse Chomsky em declarações prestadas em Boston.

Chomsky recordou a campanha de 2004, que pôs em disputa o atual presidente George W. Bush e o democrata John Kerry, para apoiar a sua argumentação: "Um dos candidatos - disse referindo-se a Kerry - combateu no Vietnã, numa das zonas mais difíceis sangrentas da guerra. O outro -continuou, em alusão a Bush - utilizou as suas ligações para escapar do serviço militar. Pois bem, a máquina difamatória republicana conseguiu inverter os termos e o herói de guerra acabou convertendo-se em traidor, enquanto que o que teve a ajuda do pai para livrar-se da guerra converteu-se num patriota americano".

O linguista classificou de "alarmantes" as sondagens que revelam que "uma alta percentagem de democratas afirma que não votariam num candidato negro".

"O racismo está arraigado de uma forma muito profunda" nos EUA, disse, ao assinalar que as eleições primárias não refletem necessariamente o voto popular e que, além disso, no dia das eleições só votam 50% do eleitorado, pelo que a vitória de Obama nas primárias não lhe garante o voto democrata em bloco.

Perguntado sobre a percepção de alguns países europeus de que McCain é um republicano "brando", à esquerda de Bush, Chomsky respondeu que isso certamente é "o resultado de uma propaganda muito eficazmente construída para apresentá-lo como um independente com posições próprias". "Mas se olharmos um pouco mais a fundo (o seu registro de votos como congressista e senador) vemo-lo como um homem de direita muito conformista... provavelmente mais perigoso que Bush e perfeitamente capaz de levar o país ao confronto militar com o Irã", assinalou, para acrescentar: "Apresentam-no como especialista em segurança porque foi piloto de guerra, mas não sabe nada de temas militares. Sabe como bombardear as pessoas de uma altura de 30 mil pés, mas será que isso o converte em especialista em segurança?", perguntou.
 


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ÚLTIMOS COMENTÁRIOS
Bebeto_maya (05/09/2008 - 01:10)
Chomsky é um gênio. Mas também é um mentiroso do maior cinismo. O que Chomsky não fala é que 60% da ajuda humanitária recebida na África vem dos EUA (Segundo a BBC), que Allan Keys, intelectual negro, foi cogitado para ser candidato dos republicanos, além do óbvio ululante: Condoleza Rice e Collin Powell são negros e peças chaves na decadente administração Bush. Como se não bastasse, ele nega também os genocídos comunistas na Russia, Holodomor e Golodomor, os assassinatos de Che, que Obama falsificou a certidão de nascimento (http://bejota7.blogspot.com/2008/07/certido-de-nascimento-de-obama-barack.html) entre outras atrocidades. A única diferença de Chomsky para Bush, é que o primeiro é um extremista de esquerda, que encobre os assassinatos dos direitistas, enquanto o segundo dá a cara a tapa: Mata e aparece. bebeto_maya http://sognarelucido.wordpress.com

Ramón Portal (04/08/2008 - 00:26)
Deus queira que ao menos nisto esse comunista esteja certo... Engraçado também que por mais que Obama tenha fingido evitar, a tônica acabou mesmo caindo na questão racial. Os deslumbrados adoradores do ícone "CHANGE" conseguem infiltrar a idéia de que, se alguém não vota no negro para presidente, SÓ PODE SER racista. O fato de que pessoas possam simplesmente discordar do discurso e das propostas do negro, são afastadas de início. Afinal, se "um negro" chegou tão perto, acham "injusto" não levá-lo ao trono da Casa Branca. Se essa degraça ocorrer será obra de "racistas". Eu perguntaria: e se ganhar o negro, ganhou só porque era negro?... Nem sei o quanto de verde joga o Chomsky, para colher maduro. Acho que quer tanto a vitória do "progressista" que já até procura a quem debitar a culpa, caso isso não ocorra. Típico das esquerdas: achar bodes expiatórios para os seus fracassos. Na URSS, por exemplo, só não deu certo o comunismo, porque provavelmente o "povo" não se esforçou o suficiente e sucumbiu ao pecado do mercado... Mas voltando: que ao menos desta vez esse senhor esteja coberto de razão!...

João Sebastião Bar (24/07/2008 - 17:46)
Caro Azenha: O fenômeno global da Obama-mania. O homem esta mais popular que superstar de Hollywood. esta fazendo alemão e a Europa cair no "samba" e ja acertou com o líder Iraquiano a retirada das tropas até 2010(ainda não foi eleito, mas aonde vai esta sendo tratado como o futuro Presidente, de certa forma ele esta atuando como se estivesse governando: Seria a primeira vez na historia?). Nem o showbusiness da mídia americana esta conseguindo esconder mais a insustentável e falsa situação de uma "disputa equilibrada", pois de equilibrada não tem nada. Diria um carioca: Cá pra nós, ele até pode não saber sambar, mas o jeito de brasileiro e de sambista esta na cara. Diria um Indiano: Esse cara só pode ser um Indiano, a reencarnação do bramanismo/ Hinduísmo (a crença na "Alma Universal"). Diria um Africano: Esse cara é da minha terra, não tem como negar, esta na cara. Diria um cidadão do oriente médio: Esse cara é muçulmano, coloca um turbante nele e Alá seja louvado. E ai, o que você acha: Os neocons vão dizer bang-bang ou amém? Foto: http://www.huffingtonpost.com/ Sds, JSB

Mariana Rodrigues (23/07/2008 - 00:54)
Azenha, perdeu o interesse pelas eleições norte-americanas? Estou sentindo falat de um post novo e analítico sobre os dias atuais

Dermeval Vianna (20/07/2008 - 18:30)
Noam Chomski por certo gostaria de estar equivocado, como a maioria dos seus leitores.Para quem leu um dos seus ensaios - O Que Realmente Tio Sam Quer - fica estarrecido de saber que a lógica da guerra de destruição e reconstrução, é o que move a economia capitalista dos EEUU, quando conduzida pelo partido republicano, e pelo Complexo Industrial Militar. Por isso, no fundo, a América Profunda - profundamente conservadora, racista e ignorante, já sabe e pensa o que fazer:"esse crioulo de Illinois não merece levar... Onde já se viu, um mulato keniano de primeira geração, querer romper a lógica da pureza racial dos habituais inquilinos wasp da Casa Branca. Depois de quatro ou oito anos vão ter de desinfetar tudo.Nem as diatribes de Clinton com sua estagiária polaca, pelos labirintos daquela morada, maculariam tanto como na hipótese de um negro e, ainda por cima suspeito de ligações com o Islamismo vir habitar aquelas paragens.Mas, ainda acho que Noam Chomski nãoquer revelar o pior que pode estar por acontecer.A boa e velha KKK pode querer entrar no jogo e decidir a parada, na porrada, depois de decidida a eleição presidencial. Sabe-se, que, por muito menos, dois irmãos de uma família quase wasp -, um presidente e um senador, procurador da república, de origem irlandesa e tradição católica, pagaram com a vida, por não se amoldarem adequadamente a lógica capitalista de Tio Sam, numa terra cujo deus - Adam Smith, tem por seu profeta maior Max Weber. Quem viver até lá, verá...

Marcos (08/07/2008 - 15:31)
Que a máquina Republicana irá atacar Obama de todas as formas e que o Racismo ainda é muito forte no país, isso é correto. Mas, Chomsky parece esquecer ou subestimar algumas questões importantes, como :1) Bush é o Presidente mais impopular das últimas décadas; 2) Os EUA enfrentam uma Estagflação, com aumento do desemprego e inflação em elevação ao mesmo tempo; 3) o preço da gasolina, politicamente muito sensível nos EUA, nunca foi tão alto, resultado do barril de petróleo acima dos US$ 140; 4) As Guerras do Iraque e do Afeganistão fracassaram... Bush e seus neocons acreditaram que elas seriam fáceis e estão atolados até agora em ambos os países; 5) a crise financeira dos EUA é séria... os déficits público e externo não caem nem sob tortura (nem aquela que é aplicada em Guantanámo); 6) Obama provou que, através da Internet e do trabalho voluntário de centenas de milhares de eleitores, é possível arrecadar um caminhão de dinheiro e derrotar uma azeitada e poderosa máquina política de um dos principais clãs do país, o dos Clintons; 7) Obama é bom de discurso... McCain é um horror... assistir discurso de McCain é o melhor remédio para insônia que existe.

Juliana (07/07/2008 - 08:11)
Continuando...Eu fiquei com a seguinte impressao: se o Obama ganhar essas eleiçoes talvez nao signifique muito para o mundo porque, como se sabe, ele nao vai mudar muito a politica externa, nao sei se ele vai invadir o Ira, mas ele nao vai mudar a situaçao da agua pro vinho, ele mesmo sabe que nao pode. Mas em termos internos isso sera talvez a maior revoluçao da historia americana dos ultimos tempos. Vai ser um choque pra boa parte da populaçao, vai ter revolta. Nao subestimem o racismo nos EUA, é uma bomba que pode explodir com a eleiçao do Obama. Olhando de fora nao parece, mas é so ir la, conversar um pouco com as pessoas e voce vai ver que o buraco é bem mais embaixo.

Juliana (07/07/2008 - 08:03)
Acabei de voltar dos EUA onde estive de ferias, precisamente na Florida, e a minha leitura no aviao foi a ultima Rolling stones com o Obama na capa. Um fato incontestavel é: o racismo nos EUA existe, é arraigado , e os brancos, tanto americanos da gema como imigrantes brancos, estao morrendo de medo que o Obama ganhe essas eleiçoes, porque, como e ouvi de alguem la, se ele ganhar a moral dos negros vai subir, e isso, obviamente, nao pode acontecer. Um dia estive num banco e , enquanto esperava tinha uma tv e apareceu a imagem do Obama, um senhor, muito branco e muito americano, me vendo ali, muito branca e (nada) americana se vira pra mim e comenta: "A Hillary é que tinha que ter passado, olha isso!", e ri indignado. O racismo nos EUA é muito pior do que se pensa e me surpreendeu ver que tantos brasileiros que foram viver la, com o passar dos anos, se comportam como se tivessem nascido la e incorporam esse racismo como se fosse uma coisa bonita, especialmente os brasileiros classe media, e claro... Como dizia a minha mae "Nada pior do que ser classe media...". As pessoas, vendo que voce é branco, vem te dizer sem cerimonia: voce viu os pretos? Como se fossem alienigenas. E argumentam que os negros sao muito mais preconceituosos que os brancos, que sao mal educados, preguiçosos, que vivem da ajuda do governo, que nao fazem nada direito.

Roy Frenkiel (18/06/2008 - 14:09)
Chosmky pode ser brilhante, mas enxerga o mundo dicomotomicamente, algo que a maioria dos ideologicos de plantao seguem a risca, infelizmente. Nesse estilo dogmatico de pensar, os EUA eh um pais perverso que nao tem chances de crescer. Mas Obama venceu as primarias sobre Clinton, trouxe estados a disputa democrata que jamais estiveram incluidos na base esquerdista, e tem uma campanha solida em sua base, por enquanto. Os ataques virao, certamente, e sera certeiros, mas prever que os EUA nao elegarao Obama apenas pelas mentiras do partido rival, ou pelo racismo inerente no pais, eh dogmatico, elitista e pessimista-propagandista. OU voce acha que quem elege McCain esta intrinsicamente errado? Duro argumento politico a se fazer. www.osintensos.blogspot.com

priscila maria presotto (18/06/2008 - 00:10)
Se MacCain ganhar a eleição;continuará o grande desastre que foi a ERA BUSH JR.Ele continuará a invasào no Iraque e invadirá o Irã.E e'aí que a porca torce o rabo. Pelo menos é o que leio sobre o republicano.

Junior (17/06/2008 - 17:34)
Vejam um posto do Sardenberg em seu blog no G1, ele disse que McCain esta do nosso lado, pois, e contrario ao subsidio do etanol brasileiro. Quanta cara de pau.

Indira (17/06/2008 - 17:01)
Infelizmente, Azenha, creio que o Chomsky esta correto em sua analise. Acho muito pouco provavel, apesar de continuar torcendo, que Obama vença as eleições no pais da Ku Klux Klan. PS: No Brasil da "democracia racial" também seria muito dificil que um negro ganhe uma eleição para presidente.

Sergio de Moraes Paulo (16/06/2008 - 17:51)
Com todo o respeito a Chomsky, também discordo. O linguista substima os atuais meios de informação. A internet ainda é um mistério pouco aproveitado nas eleições. O PT soube utilizá-la com muita eficácia em 2006 e de certo modo neutralizou a máquina tucana, PIG à frente. Nos EUA parece que há algo semelhante. A arrecadação da campanha de Obama é um forte argumento nesse sentido. O problema dessass análises políticas é não considerar que estamos em outro momento da democracia de massas. Pior ou melhor ainda não sabemos, mas certamente muito peculiar. Obs.: seu blog faz parte dessa nova realidade.

Filipe Rodrigues (16/06/2008 - 10:05)
Se na campanha, Obama insistir na questão econômica ele poderá sair vencedor. Uma vitóra de McCain, poderia aprofundar ainda mais a recessão americana, ao insistir em uma guerra sem muitas condições financeiras.

Guilherme M. (15/06/2008 - 21:36)
Talvez Noam esteja apenas querendo ser enfático e chamar a atenção para esses dois temas...

andrei barros correia (15/06/2008 - 12:05)
Parece-me que Chomsky vislumbra o que acontecerá a aborda o assunto muito en passant, cuidadosamente. Com o cuidado que faltou à senhora Clinton na referência ao sucedido com Robert Kennedy. Obama pode até ganhar no número de sufrágios. Ser presidente é outra coisa. A democracia nos estados unidos da américa é somente uma aparência. Funciona em universo de umas mil famílias do inner circle, que ganham dinheiro na costa oeste e vivem, claro, na costa leste. Lembrei-me, a propósito da farsa democrática norte-americana, de um precioso comentário de Joaquim Nabuco, em 1876. Está em Minha Formação. Em 1876, os democratas ganharam as eleições. Contudo, a coisa toda foi levada à Suprema Corte e, com politica de facção e dinheiro, decidiu-se pelos republicanos. Alguém achava que era diferente ou que certos acontecimentos eram novidade? O modelo militar-industrial ainda não se esgotou completamente e Obama ainda não compôs com ele integralmente... Andrei

Otaciel de Oliveira Melo (15/06/2008 - 08:29)
Em matéria de política externa, que é o que nos interessa, McCain é o próprio diabo e Obama o seu sósia. Vou ficar torcendo pelo sósia somente para ver a cara do nosso PIG (partido da imprensa golpista), sem dúvida racista, se Obama for eleito. Vou ter um orgasmo expontâneo, pode acreditar, Azenha. E você?

Carlos Nathansohn (14/06/2008 - 23:31)
O comentário do Chomsky é pertinente e a saída é Obama colocar o bloco na rua. Minimizar a contaminação insidiosa da telinha com mobilizações massivas em comícios públicos. Ele já demonstrou que tem cacife para isso, triplicando o sucesso dos 75 mil em Portland. Assim fará frente a duas ameaças, à sua integridade física e a mobilização das mentes e corações para derrotar a difamação republicana que vem muito forte.

Dimitri (14/06/2008 - 20:58)
Azenha, o Chomsky esta certo quanto ao racismo nos EUA, vc nao acha? Moro em Gainesville, na Florida, e que nem eh o Deep South, mas nunca vi uma cidade tao segregada espacialmente quanto esta. Nos talk shows de radio da Florida os caras detonam abertamente o Obama. E acho que esta claro que a sociedade americana eh muito muito racista saindo fora das metropoles. Vc nao acha que vai ser dificil o Obama levar essa??

Leider Lincoln (14/06/2008 - 17:57)
Sinceramente, eu acho é pouco. Por mim os estados UInidos invadiriam o Irã, a Síria, a Coréia do Norte, a Venezuela, a Bolívia, o Myanmar, as ilhas da Sociedade, o Liechenstein, Cabo Verde e a Islândia. No fim de mais umas duas ou três guerras, afinal, eles estariam detsruídos enquanto potência econômica. Sobretudo caso se considere que o Irã é três vezes maior e mais populoso do que o Iraque e muito mais armado; o Irã será para os Estados Unidos o que ós bôeres representaram para o Reino Unido: o inexorável começo do fim.

Francisco Carvalho Venancio (14/06/2008 - 17:22)
Isso é um tema muito interessante, Obama é formado em Relações Internacionais e é visto como fraco em temas internacionais....

Ludi (14/06/2008 - 17:05)
Não sei não. O discurso de "suspensão" da campanha de Hillary deixou claro um coisa: tem muita gente "ofendida" e frustada pela a Hillary não ter ganho. As vaias durante o discurso, enquanto ela lia o texto com cara de quem está com problemas gastro-intestinais, é o exemplo mais emblemático disto. Muitos ainda acham que Obama é muçulmano, por exemplo. Nesta semana ele colocou o registro de nascimento à amostra para tentar refutar as mentiras de que ele não é nascido nos EUA. A 'Smearing Campaign' só está no início.

Cláudio (14/06/2008 - 16:29)
Eu já havia alertado para isso. AIPAC: COMO O LOBBY DE ISRAEL MANDA NOS ESTADOS UNIDOS Atualizado em 09 de junho de 2008 às 15:49 | Publicado em 09 de junho de 2008 às 15:32 Obama: "Não sei fazer. Sou incapaz!" Cláudio (10/06/2008 - 09:25) Não esqueçam a máquina de triturar dos Republicanos, eles também pedem bênçãos para a AIPAC, com a diferença são sórdidos, publicam o que tem de verdade e fabricam o que não tem, jogo sujo meu caro, muito sujo. Esperem e vão ver.

Cristiano Torres (14/06/2008 - 16:18)
Acredito que Obama tem grandes chances de vencer. Mas também tem grandes chances de perder. Como Lula em 89. Política nunca é um jogo jogado, tudo pode mudar rapidamente. Quem imaginaria, por exemplo, a derrocada do Império há dez anos?



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