Vi o Mundo, por Luiz Carlos Azenha
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LONGE, MUITO LONGE DA BALBÚRDIA HUMANA

Atualizado e Publicado em 21 de fevereiro de 2008 às 17:37

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São todas imagens extraordinárias, divulgadas pela Agência Espacial Americana, a NASA. Algumas foram feitas por naves espaciais, outras por cientistas, mas há também fotos produzidas por gente apaixonada por astronomia.

Nada melhor do que olhar para a beleza do Universo para ter dimensão da pequeneza humana e esquecer, por exemplo, do mensalão. A foto acima, de Vênus, foi feita pela nave Galileo, lançada para investigar planetas gasosos fora do Sistema Solar.

A NASA costuma programar a rota de espaçonaves para que passem perto de Vênus. Ao entrar e sair da órbita do planeta, as engenhocas ganham um impulso gravitacional para continuar a viagem. É como se fossem arremessadas por um estilingue invisível em direção a seu objetivo.

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Uma das fotos mais espetaculares já divulgadas pela NASA aparece acima. Foi feita pelo robô Mars Express, que passeou pela superfície do Planeta Vermelho. A cratera, de 35 quilômetros de largura, fica perto do que seria o polo norte de Marte. A mancha branca é uma placa de gelo que, calculam os cientistas, tem 200 metros de profundidade. Seria o lugar ideal para pouso de naves tripuladas, já que os astronautas poderiam, em tese, transformar o gelo em água para consumo.

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Esta foto foi feita por Anthony Ayiomamitis, no cabo Sounion, na Grécia. A lua cheia compõe uma linda paisagem com o templo de Poseidon.

Vista no horizonte, o satélite da Terra parece muito maior do que é, por causa de um efeito ótico que os cientistas batizaram de ilusão lunar.

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Parece, mas não é uma animação. A foto foi feita pela nave Cassini, ao passar por Saturno. Uma das luas de Saturno, a Tethys, aparece na foto. Parecem próximos um do outro, não é mesmo? Tethys, uma lua gelada, fica a 300 mil quilômetros de Saturno.

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Outro espetáculo no céu. A foto foi feita no estado americano do Colorado, por Jimmy Westlake. Em primeiro plano aparece a Lua. Em seguida, Vênus. Agora olhe com cuidado. Bem escondidinho nele aparece Mercúrio.

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Achei curiosa a foto acima. É o estrago causado por um micro-meteorito numa casa de Chicago, nos Estados Unidos. Depois de perfurar o teto, a pedra (que aparece na foto menor) acertou a parede e detonou uma impressora. Não se preocupe. A cada 200 milhões de anos um ser humano é atingido por um meteorito. Ou seja, ainda vai levar tempo para acontecer.

Publicado originalmente em 2006


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ÚLTIMOS COMENTÁRIOS
Luiz Domingos de Luna (12/08/2008 - 12:32)
Aurora, uma janela para o céu Luiz Domingos de Luna www.revistaaurora.com Pedi permissão ao tempo Nas asas do pensamento Voando vai minha ilusão Pelos caminhos obscuros Da minha história esquecida Momentos de vida vivida Na mais linda sedução, Pois ainda em tenra idade Deixei minha cidade na construção do meu futuro, Sonhei, lutei, na selva humana, ganhei o meu troféu de herói, construi minha cabana tenho o meu transporte meu trabalho é o suporte da minha vitória suada, Neste pais eu andei, ralar como eu ralei, lutar como eu lutei dia e noite, noite e dia, busquei no íntimo de minha alma, a estabilidade sonhada Na poeira de uma estrada que ainda hoje percorro. Hoje vivo nas metrópoles, nos mais diversos lugares, Adquiri meu espaço com a força da determinação do aço, Já me vi em pedaços, mas hoje a minha força é a vitória do que faço. Consegui o que queria numa luta bem renhida, Luta que se renova no amanhecer a cada dia. Sou um aurorense firme, tenho a minha própria história Na janela da memória vivo a minha própria emoção Em ver minha querida cidade respirar o hálito oxigenado, Que ao mundo me trouxe a luz, na grandeza do momento, Em meu apartamento a lembrança me seduz, Do rio salgado, as cachoeiras, na beleza de nossa feira, Do caldo de cana ao aluar, da tapioca ao beiju Do melaço da rapadura ao canto do sabiá, Naquelas noites estreladas os fogos, reisado, O apito do trem, as missas bem demoradas, As renovações bem tiradas, as serenatas cantadas. De manhã a passarada num canto de louvação. Aquelas horas batidas no sino bem compassado, era sinal de finados, Ou o repique tocado de um anjinho que ao céu subiu, Todos para a ABA numa inocência fecunda Tinha quadrilha, arrasta pé, ao som de uma vitrola, era uma festa junina, Tinha bandeira, tinha roça, tinha quermesse, e quadrilha, broa de milho, quebra-queixo, pão de ló, tinha desfile. Nesta janela, eu vivo o tempo que não passou, pois ser aurorense é preservar a sua história. Guardar no canto da memória o seu lindo e singelo amor, Um amor a toda hora, que em todos nós aflora o cheiro forte e polido Fonte:http://www.folhadocariri.com.br/colunas/JoseEdson.htm

Luiz Domingos de Luna (28/06/2008 - 23:10)
Aos Seres Humanos Luiz Domingos de Luna www.revistaaurora.com Quebrando correntes No tempo a passar Mistérios a desvendar A todo o momento Se tudo fosse diferente Teria o ser humano O pensar, um plano. Da existência presente Que show arriscado De um palco sem fim O infinito vem a mim Ou já foi programado Tanta existência Quem vai usufruir O tempo destruir Ou há consistência A Vida acompanha As etapas da curva Existe uma luva De potência tamanha Controlar o processo De toda imensidão É plenitude da razão Ou pensamento, ao inverso. É do ser humano obrigação Conhecer todo o infinito Ou existe um conflito Buscando interrogação? Já não é chegado A hora de saber Do universo o porquê ? Na existência - postado.

Luiz Domingos de Luna (18/06/2008 - 22:45)
Universo Paralelo Luiz Domingos de Luna www.revistaaurora.com No palco da existência Bilhões de combinações Infinitas proporções Da matéria a essência O Universo unificado Longe da imaginação Entrar numa prisão Por tempo determinado Matéria não adaptada A um tempo a correr Na dependência sofrer Corpo, a vida deixada. É uma ida, uma volta. É o estar, é o ser. É o Poder, é o ter. É uma reviravolta? Entra numa dimensão Do tudo - do nada nasce É apenas um disfarce Do nada, a terra, o chão. É uma magia encantadora Toda carne é morredoura Sem ela, a imortal Alma sonhadora Na vida a vagar. Uma compreensão Uma explicação Ninguém quer falar Quem pode entender esta seta Que a história inquieta Teima em voltar

Luiz Domingos de Luna (28/04/2008 - 12:49)
Barreira Humana Luiz Domingos de Luna Quando a realidade Parece muito dura Sendo verde ou madura No campo ou na cidade Busca a oralidade A notícia genuína É o fel da mina Ou a força da idade Não dá para suportar A Questão que se lida É à força da vida Que não pode parar Em um assentamento Colocamos a barraca De uma situação ingrata De posse ao pensamento O Cheiro do cimento Do queimado ou amargura Não tem mais bravura Não pode ser diferente È a cola do tecido social Limite de uma operação È o sim dizendo não È o operário em construção É o primeiro sinal È o vem e vai Limites sem limites Limitai!!! ou Iluminai!!!!

joice (23/02/2008 - 10:29)
ou seja, a balbúrdia humana vai longe. longe demais.

joice (23/02/2008 - 10:20)
é verdade, Azenha. a beleza das imagens impressiona e de fato dá conta da pequenez (estupidez) e da desimportância de tantas coisas. por outro lado, as imagens não deixam de lembrar e levam também a refletir um pouco mais sobre essa história bastante mal contada da destruição do satélite e que a mídia incrivelmente parece ter 'esquecido' de questionar de verdade.

Conceição Oliveira (22/02/2008 - 16:00)
Não sei se o primeiro comentário seguiu, se sim, pode deletar este. Depois de ler tanta expressão de intolerância e de me envergonhar da desfaçatez humana (o sujo falando do mal lavado), estava mesmo precisando de um presente destes, obrigada por postar. As fotos de Anthony Ayiomamitis, no cabo Sounion, na Grécia e a do Colorado, por Jimmy Westlake são mesmo de encher os olhos e acalmar o espírito. Abraços Conceição

Conceição Oliveira (22/02/2008 - 15:56)
Estava mesmo precisando ver beleza depois de ler tanta intolerência. As fotos do Colorado, por Jimmy Westlake e a de Anthony Ayiomamitis, no cabo Sounion, na Grécia, são de encher os olhos e a alma. Obrigada pelo presente. Abraços Conceição



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