Vi o Mundo, por Luiz Carlos Azenha

Palanque

Deixe aqui sugestões de pauta, de leitura e desabafos

Escreva!

   
 
Home Receba as últimas notícias via RSS
Denúncias Utilidades

MSM FAZ REPRESENTAÇÃO AO MINISTÉRIO PÚBLICO CONTRA EMPRESAS QUE ACUSA DE CRIAR PÂNICO SOBRE A FEBRE AMARELA

Atualizado em 17 de março de 2008 às 16:01 | Publicado em 17 de março de 2008 às 15:43

SÃO PAULO - O Movimento dos Sem Mídia deu entrada agora à tarde, no Ministério Público Federal de São Paulo, na seguinte representação, que foi protocolada com o número PR/SP-SEPJ-001848/2008:

EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR PROCURADOR DA REPÚBLICA DO MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERALILMO. SR. DR. COORDENADOR DA TUTELA COLETIVA DA PROCURADORIA DA REPÚBLICA  NO ESTADO DE SÃO PAULO

O MOVIMENTO DOS SEM MÍDIA – MSM -, organização da sociedade civil de direito privado, fundada em 13 de Outubro de 2007, registrada no 7º Cartório de Registro Civil de Pessoas Jurídicas da Capital sob o nº 28.103, livro A (cópia do Estatuto Social anexa), com sede à Rua Doutor Bacelar, nº 1038, Vila Clementino, na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, CEP. 04026-000, com objetivo social, entre outros, de defesa e incentivo de uma mídia livre, plural, ética,  e responsável,  vem respeitosamente, perante V.Exa., neste ato representado por seu Presidente,  com base nos artigos 2º; 3º- incisos I, III, § 3º, letra “c”; e 16, inciso I do seu Estatuto Social, e nos artigos 127, caput; e 129, incisos II e III, e demais aplicáveis à espécie  da vigente Constituição da República Federativa do Brasil e da Lei Orgânica do Ministério Público Federal,   formular  a      presente

REPRESENTAÇÃO

Contra a empresa Folha da Manhã S/A, na pessoa de seus representantes legais, com sede à Alameda Barão de Limeira, 425, Santa Cecília, CEP: 01202-001, São Paulo, SP; Contra a S.A. O Estado de S. Paulo, na pessoa de seus representantes legais, com sede na Av. Eng. Caetano Álvares, 55, Limão, CEP: 02598-900, São Paulo, SP; contra a Editora Abril S/A, na pessoa de seus representantes legais, com sede na Av. das Nações Unidas, 7221, Pinheiros, CEP: 05425-070, São Paulo, SP; contra a Globo Comunicação e Participações S/A, na pessoa de seus representantes legais, com sede à Rua Lopes Quintas, 303, Jardim Botânico, CEP: 22460-901, Rio de Janeiro, RJ, e com sede também em São Paulo; contra a Revista IstoÉ, na pessoa de seus representantes legais, com sede na Rua William Speers, 1000, CEP: 05067-900, São Paulo, SP; contra a SA Correio Brasiliense, na pessoa de seus representantes legais, com sede na SIG QD 02 LOTE 340, Plano Piloto, CEP: 70610-901, Brasília, DF; contra o Jornal do Brasil, na pessoa de seus representantes legais, com sede na Av. Paulo de Frontin, 651, Rio Comprido CEP: 20261-243, Rio de Janeiro, RJ , e contra todos os demais veículos e meios de comunicação, que nos termos da investigação  a ser realizada pela D. Autoridade Ministerial Federal, incumbida da matéria pela competência legal, tiverem infringido a legislação federal penal e civil vigentes aplicáveis à espécie, pelas razões de fato e de direito que  respeitosamente, passa   a expor:

PRELIMINARMENTE

1.- Após a volta do País à normalidade democrática, alicerçados nos postulados do Estado Democrático de Direito e consagrados pela Constituição Federal de 1988, os cidadãos e as organizações representativas  da sociedade civil deixaram a posição de meros espectadores dos fatos da vida nacional, tendo se tornado agentes vivos, participantes, atentos e vigilantes dos interesses maiores da sociedade e da própria Res Publica;

2.- Consideramos que a  liberdade de imprensa, tal como garantida pela vigente Carta Magna, é um dos sustentáculos do regime democrático. No entanto, o direito – bem como o dever - dos meios de comunicação de divulgarem informações deve estar sempre lastreado em pressupostos éticos, morais e de compromisso com a verdade dos fatos, pois o imenso poder da dita grande mídia, na era da informação em tempo real em que vivemos, deve ser exercido dentro de  parâmetros de responsabilidade, haja vista em que esses meios de comunicação cobrem todo o território nacional e, em conseqüência, o eventual mau uso ou a distorção dos fatos podem gerar gravíssimas conseqüências para a população, como efetivamente pode ter acontecido no caso objeto da presente Representação.

2.1.-  Os fatos ora relatados atingiram toda a sociedade e geraram conseqüências em todo o Território Nacional,   extrapolando  as fronteiras dos Estados membros da Federação, motivo da presente Representação à  D. Autoridade Ministerial Federal.  


DOS FATOS

3.- No final do mês de dezembro de 2007, com a seqüência dos fatos prosseguindo até o fim de janeiro de 2008, os veículos de comunicação  social ora Representados pautaram e colocaram em imensa evidência, em suas publicações e transmissões, relatos e opiniões de forma extremamente alarmantes, sempre em escala crescente, o que acabou disseminando  entre a população a crença de que estaria em curso no país uma EPIDEMIA DE FEBRE AMARELA URBANA, evento que não ocorria há mais de sessenta anos. Dessa prática  da imprensa decorreu verdadeira histeria social, que se apoderou do cidadão mais humilde até o mais abastado – e, pretensamente, mais bem informado -, num processo em que cada órgão de imprensa parecia querer produzir mais estardalhaço e alarme do que o outro, conforme relatado de forma cronológica nos termos do ANEXO I desta Representação.

4.- No entanto, desde o início da publicação dessa série de matérias na mídia sobre uma suposta epidemia de febre amarela, os Representados parecem não ter buscado informações técnicas adequadas para o fim de esclarecerem e orientarem a população. Os meios de comunicação não informaram adequadamente (no tempo certo, com o devido destaque e em volume de alertas compatível com a torrente de informações que divulgavam sobre a suposta epidemia) os riscos que as pessoas corriam ao se vacinarem sem necessidade, ao se revacinarem ou, ainda, vacinando-se apesar de seus organismos serem incompatíveis com o medicamento.

5.- Essa ação dos órgãos de mídia ora Representados produziu os efeitos previsíveis, criando um clima de pânico generalizado entre a população de todo o País, com milhões de pessoas dos centros urbanos e das áreas rurais acorrendo desesperadas aos postos de saúde e de vacinação para se imunizarem contra um risco de contraírem febre amarela que só existia para uma parcela dessas pessoas, pois a outra parcela que se vacinou não estava nas chamadas áreas de risco, nem iria empreender viagem a tais áreas.

5.1.- É preciso mencionar que, ao tomar a vacina, o indivíduo é inoculado com o vírus atenuado da febre amarela. Em determinadas circunstâncias, portanto, a vacina pode produzir reações adversas graves, podendo levar o paciente a óbito. Por desconhecimento e até por falta de informações da mídia – que, além de difundir pânico em intermináveis manchetes de jornais, telejornais etc., dava espaço a jornalistas que se manifestavam sem base técnica ou conhecimentos médicos, conclamando as pessoas a se vacinarem fossem de onde fossem e antes que fosse tarde (Anexo I) -, certas pessoas chegaram a se vacinar duas, três vezes seguidas para se “garantirem” de que estariam imunizadas. Como se não bastasse, havia um risco adicional na vacinação aleatória, pois a vacina é contra-indicada para algumas pessoas em condições de saúde específicas, tais como recém-nascidos, gestantes ou pessoas com baixa imunidade biológica.

6.- A situação de pânico entre a população, causada pelas informações alarmantes da mídia, chegou a tal ponto que o próprio Ministro de Estado  da Saúde, Exmo. Sr.  Dr. José Gomes Temporão, viu-se obrigado a convocar rede nacional de rádio e televisão para esclarecer e acalmar a população, informando-a de que não havia NENHUMA EPIDEMIA DE FEBRE AMARELA URBANA OU SILVESTRE EM CURSO NO BRASIL. Essa, então, era a  informação oficial, real e que corresponde à verdade dos fatos,  ao contrário do que alardeavam os meios de comunicação ora Representados, sendo que alguns deles, de forma extremamente temerária e mesmo irresponsável, chegaram, em seus noticiários, a colocar em dúvida a veracidade do pronunciamento do Ministro de Estado da Saúde (Anexo I).

7.- Um dos indícios a evidenciar que os órgãos de imprensa ora Representados geraram pânico e alarma social, com conseqüências graves à saúde das pessoas e desperdício de dinheiro público, foi o aumento explosivo e estatisticamente comprovado do número dos que se vacinaram contra febre amarela (Anexo I).

8.- Em pouco tempo, enquanto a mídia continuava em sua escalada temerária, fato este detectado e corroborado até pelo próprio Ombudsman de um dos Representados (Anexo I), o número de pessoas que estavam adoecendo por reação adversa à vacina  já era similar ao das que padeciam da doença que aquela vacina combate. E o mais trágico é que o alarmismo  midiático pode ter causado a morte de ao menos uma pessoa (Anexo I). Trata-se de uma senhora de 79 anos, residente em São Paulo, que não é área de risco da febre amarela. Essa cidadã  não pretendia viajar a alguma das áreas de risco, portanto nunca deveria ter-se vacinado. Vacinou-se porque se assustou com o noticiário.

9. - Tragicamente, na competição em que os meios de comunicação  mergulharam com o fim aparente de transformarem uma inexistente EPIDEMIA DE FEBRE AMARELA em fato jornalístico, e com  objetivos e finalidades ainda desconhecidos, esses órgãos de imprensa ora Representados não tomaram as indispensáveis e necessárias cautelas de alertar e de informar a população dos riscos de reações adversas da vacina de forma adequada. Os Representados somente passaram a ter alguma preocupação com essa providência indispensável depois de  semanas de alarmismo, quando o pânico já provocava adoecimento de pessoas que se vacinaram sem necessidade ou mais de uma vez e que tinham organismos incompatíveis com o medicamento.

Os órgãos de imprensa Representados passaram a ser ALERTADOS PUBLICAMENTE POR ESPECIALISTAS PREOCUPADOS COM O ALARMA SOCIAL QUE ESTAVA PRODUZINDO CASOS DE ADOECIMENTO POR REAÇÃO ADVERSA À VACINA EM NÚMERO PARECIDO COM O DE CASOS DE FEBRE AMARELA SILVESTRE  (Anexo I). Até 22 de fevereiro deste ano, boletim do Ministério da Saúde informava que havia 59 notificações de casos suspeitos de febre amarela silvestre. Desses, 33 foram confirmados, 23 descartados e 3 permanecem sob investigação.  Já as reações adversas à vacina, o mesmo boletim informa que foram registrados 52 casos suspeitos.  Apesar de ainda não haver confirmação pelo Ministério da Saúde, a coordenadora do Programa Nacional de Imunizações daquele Ministério, Luiza de Marilac Meireles Barbosa, confirmou, em entrevista à jornalista Conceição Lemes (Anexo I), que duas pessoas foram a óbito por reação adversa à vacina, sendo que uma das vítimas, uma senhora de 79 anos de São Paulo, vacinou-se desnecessariamente, pois não precisava viajar a zonas de risco.

10.- Analisando os fatos objetos da presente Representação, conclui-se que a sociedade e suas instituições não podem ficar reféns dos humores, interesses e ações dos veículos de mídia em nosso País. Por isso, os fatos ora trazidos à análise e investigação da D. Autoridade Ministerial Federal, devido à sua extrema gravidade, devem ser tratados de forma exemplar, rigorosa,  didática até, para que, no futuro, não voltem a ocorrer.  

Os órgãos de mídia, vistos por alguns como o Quarto Poder da República, em alguns casos parecem agir de forma a testar a força efetiva de mobilização ou de influência que detêm sobre a sociedade, principalmente sobre as parcelas da população com menores recursos materiais ou intelectuais que lhe possibilite entender - e até se defender - dos efeitos da ação midiática predatória aqui descrita, gerando, não raro,  fatos ou situações que não atendem ou refletem os reais e legítimos  interesses da sociedade e  da democracia, garantidos pelos postulados do Estado Democrático de Direito e sacramentados pela vigente Constituição da República,  que devem ser respeitados por todos, pessoas físicas ou jurídicas, de direito público ou privado, pois todos são iguais perante as leis.

DOS PEDIDOS
                                            
11.- Por todo o exposto, e com base  em matérias jornalísticas impressas e de vídeo anexadas a esta REPRESENTAÇÃO (Anexo I), que foram produzidos pelos veículos aqui representados e outros a serem requisitados pelo órgão, requer-se à D. AUTORIDADE MINISTERIAL FEDERAL que proceda a INVESTIGAÇÃO dos fatos relatados, que, em tese,  caracterizariam, s.m.j., crimes previstos na lei nº 5.250/67, em seu artigo 16, perturbação da ordem pública ou alarma social, além de outros possíveis  ilícitos  previstos na legislação penal, civil e extravagante federal, inclusive a que rege o licenciamento, operação e obrigações legais  das concessionárias de meios de comunicação e da vigente Constituição Federal   aplicáveis à matéria, a serem devidamente apurados e objetos das medidas judiciais cabíveis no âmbito dessa  D. Procuradoria da República.  

Assim sendo, requer-se à D. Autoridade Ministerial, incumbida pela Constituição da República da defesa da Ordem Jurídica, do Estado Democrático de  Direito e dos interesses coletivos, difusos, individuais e indisponíveis da população brasileira,  que tome as medidas cabíveis no sentido de:

a) proceder à investigação dos fatos narrados;

b) oficiar ao Ministério da Saúde requisitando dados oficiais e estatísticos relativos a ocorrência da doença febre amarela no Brasil, urbana e silvestre, no período dos últimos 10 (dez) anos; a integra do pronunciamento do Ministro da Saúde em cadeia nacional de rádio e televisão noticiada e demais documentos julgados necessários pela D. Autoridade Ministerial;

c) promover a eventual responsabilização civil e penal dos envolvidos em ilicitudes, nos termos da legislação federal aplicável e adequada à matéria;

d) caracterizada e configurada a hipótese cabível, promover a competente Ação Civil Pública para ressarcimento de todos os danos causados ao Erário Público pelos  Representados, em decorrência do acréscimo de vacinação desnecessário na população, depositando os recursos oriundos da condenação em Fundo Especial para Ressarcimento das Vítimas da vacinação indevida e do Ministério da Saúde.

São Paulo - SP, em 17 de Março de 2008.

_____________________________________
MOVIMENTO DOS SEM MÍDIA – MSM
     Carlos   Eduardo Cairo Guimarães
                         Presidente


Indique esta Matéria
ÚLTIMOS COMENTÁRIOS
Fabio Mattoso (25/03/2008 - 12:04)
Bom dia Azenha,
hoje a miss Febre Amarela se defende na folha... dá uma olhada: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz2503200804.htm

abs

Paulo (19/03/2008 - 11:33)
Sem Mídia?
E internet é o que?

Jornais? no Brasil? quem os lê?

Paulo (19/03/2008 - 11:31)
Isso é nojento.
Provocam o MP já que sabem que o Judiciário
não vai acolher um pedido dessa natureza.

E não se diga que é por falta de legitimide
para o ajuizamento, já que não faltam
aparelhos do Governo pela sociedade civil.


Gersier (19/03/2008 - 10:10)
Para os que gostam e defendem o PHA o novo site dele é: http://www.paulohenriqueamorim.com.br/. Ele ja postou algumas notas. Sobre o MSM é uma ótima notícia. Em, Minas quando o MDC, Movimento da donas de Casa começou, muitos ridicularizaram, hoje é um movimento respeitado no Brasil inteiro.Nós que amamos a verdadeira liberdade de imprensa, que odiamos a mídia fajuta e tendenciosa, temos que apoiar e dar a maior força possível a ações dessa natureza. Essa semana, enquanto aguardava num consultório, um amigo me mostrava como a Veja nos julga idiotas. Na sessão Frases da Semana colocou uma de Lula que reclamava que o Congresso Nacional deveria trabalhar mais e colocaram uma foto do Presidente dentro mar,ou seja, colocam a frase, mas mostraram ele em um dos poucos momentos de descanço. Me lembrou uma edição do tal JN da Globo que falava de Fidel Castro e fizeram questão de editar e reprisar várias vezes os poucos segundos da imagem do governante cubano mostrando-o quando estava debilitado.A imagem não tinha nada a ver com a matéria que estava sendo veiculada. Nos julgam sem capacidade de raciocinio, quando na verdade são eles os desprovidos.

Romanelli (19/03/2008 - 09:33)
LAMENTO, empresa não vai pra cadeia. Preferia TAMBÉM ter visto acionada a DONA ELIANE CANTANHEDE, provas de abusos não faltam contra esta guria. Pra quem esqueceu reveja:http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/elianecantanhede/ult681u361459.shtml

Stanley Burburinho (19/03/2008 - 09:11)
Sugiro que se entre, também, com um recurso na OMS que tem um fôro international para tratar esse tipo de irresponsabilidade. É adequado e a dor de cabeça nos réus será bem maior: terão que meter a mão no bolso.

Luiz Carlos (18/03/2008 - 20:42)
Se a grande imprensa, que acusa sem provas e ofende e depois se faz de vítima, foi à OEA para reclamar da tentativa de cerceamento da liberdade de imprensa, por parte de quem se sentiu atingido pelas denúncias sem provas e ofensas, será que não há alguma possibilidade do MSN também recorrer à OEA, para fazer esta denúncia que foi feita ao Ministério Público?

Sônia Bulhões (18/03/2008 - 20:04)
Chico Mendes. É verdade mesmo que o PHA foi despejado doIG. Mas ainda hoje ele volta no próprio site.acho que é www.paulohenriqueamorim.com.br

Chico mendes (18/03/2008 - 17:55)
O Site do PHA saiu do ar. Será que o IG ficou com raiva do que Paulo escreveu ontem em relação a "BrOi" e cancelou o conversa afiada? Nem no índice do IG vejo mais o endereço do Paulo Henrique. Azenha, se isso for apenas um engano meu e isso acontecer somente no meu micro, ele volta, mas se for sério, peço-lhe que auxilie-o a criar um site tal qual o seu. grato

Stella (18/03/2008 - 17:47)
Retificando: Não deixar esse crime cair no esquecimento. Desculpem-me!

Paulo Aguiar (18/03/2008 - 17:17)
Parabéns. Esta é a mídia que queremos. Ação...

Rosa Maria (18/03/2008 - 16:31)
Palmas para o MSM!

(18/03/2008 - 15:59)
Parabéns ao MSM pela coragem, que tal colocar logo a petition on line?

Evaldo (18/03/2008 - 10:17)
Azenha,

Como sugestão, penso que deve ser feito um cálculo da CORRELAÇÃO entre o número de doses aplicadas X publicações da PIG (como sempre diz Paulo Henrique Amorim) tal cálculo poderia embasar melhor a representação do MSM.

Abraços,

Evaldo

waleria (18/03/2008 - 08:49)
Ótimo, muito ÓTIMO! Onde eu assino?

Patrick (18/03/2008 - 08:04)
Pessoalmente, como estudante de direito, para o sucesso da ação, eu creio que teria sido melhor focar em apenas um dos meios de comunicação. Entendo, porém, que como ferramenta de denúncia política da baixaria midiática, o formato adotado deve ter sido o melhor.

Stella (18/03/2008 - 07:53)
Azenha e Eduardo, estou esperando a "petition online"; precisamos apoiar essa iniciativa e acredito que essa seja uma forma. Parabéns por não deixar esse "crime" não cair no esquecimento!

Juliano Guilherme (18/03/2008 - 01:15)
Estou nessa "petition on line", que é para dar força a representação. Todos que não se conformam com a arrogância criminosa da mídia no episódio da febre amarela, devem também dar uma força. Acredito que o Eduardo deve dar as orientações de como proceder, lá no blog dele

Paulo Ribeiro (17/03/2008 - 22:49)
Seja qual for a decisão, é um marco histórico no País. A exemplo da Igreja Universal e da Força Sindical, o MSM age com inteligência dentro dos parâmetros legais. São iniciativas como estas que mobilizam a sociedade civil e abalm os podres alicerces da mídia golpista. Espero que a ação seja analisada por um procurador que saiba honrar os seus ideiais de Justiça. Parabéns ao MSM!

Eduardo Guimarães (17/03/2008 - 22:09)
Azenha, seu leitor José Alberto tocou no segundo passo que penso em dar. Faz um tempo, a Conceição Lemes tinha sugerido, na questão da febre amarela, usarmos a "petition on line". Os leitores, seus, meus e dos outros sites e blogs podem ajudar, sim, subscrevendo uma manifestação de apoio que pode ser juntada à representação via petição.

Luís Henrique Ribeiro (17/03/2008 - 21:30)
Se alguém espera repercussão da representação, conte com a chamada mídia alternativa e os blogs, como este. Espero que o Moinistério Público receba a representação e não a mande para o arquivo, pois não se trata de representação contra nenhum pobre, preto ou prostituta. Tenho minhas dúvidas se o Ministério Público vai querer encarar a mídia. Tomara que eu esteja enganado. A iniciativa da representação é muito positiva e espero que sirva de exemplo para outras entidades do movimento social.

Carlos (17/03/2008 - 19:45)
Finalmente estamos começando a ter consciencia crítica do que a imprensa tradicional escreve.
Parabens pela inicativa!

Sergio Telles (17/03/2008 - 19:33)
Cobrar a responsabilidade de quem acha que pode dar golpe midiático e continuar a não se importar com os mais pobres deste país, e que estão a serviço dos seus patrocinadores e não devem responsabilidade a mais ninguém. É preciso respeito e acima de tudo o MSM exige isso.

Marcio Bastos (17/03/2008 - 19:22)
blogs x jornalismo coorporativos (empresas) assinantes e leitores sao massa de manobras, viva MSN pelo iniciativa em favor de informaçao responsavel...

José Alberto (17/03/2008 - 18:30)
Azenha.
Excelente a iniciativa do MSM. Para que o MP não se acomode e ponha a representação em banho maria teria que haver uma pressão nossa. Aí vem a pergunta: podemos, nós pessoas fisicas, dar nosso aval à representação?. Se sim, de que forma? Fica a pergunta também para o Eduardo.
Depois que vi a foto de um Ministro da STF num comercial do que há de mais baixo na mídia, passei a não confiar mais na alta esfera do Judiciário. Afinal, o próprio Procurador da República se esqueceu (??????) até agora de apresentar denúncia contra o Azeredo, o pai do mensalão. Acho que ele está esperando prescrever. Somos formiguinhas, mas juntos.....

Maria Lucia (17/03/2008 - 17:34)
Eduardo Guimarães mostra que veio para trazer algo de propositivo em relação ao que vem brilhantemente denunciando. Ao fundar o MSN marcou um importante momento para os que lutam por uma liberdade de expressão com responsabilidade social e respeito à verdade.
A blogosfera consciente está em festa!

Victor de Moura Baptista (17/03/2008 - 17:33)
Excelente! A tentantiva de espalhar o pânico entre a população foi flagrante. Parabéns ao MSM pela postura. Vamos esperar os resultados.

Cláudio (17/03/2008 - 17:31)
É preferível fazer mesmo errando a nada fazer pelo medo de errar. Não se calem, continuem. Não silenciem, se necessário bradar, que se brade, são atitudes como essas que dignificam a cidadania. Se vai dar alguma coisa vamos aguardar a ordem e condução das coisas, tem que acompanhar e cobrar resposta do MPF. Encarem apenas como o começo de uma caminhada e o esforço hercúleo na construção, mais que um ideal, mais que um princípio, uma questão de infundir idéias sadias e moralizadoras, em corrigir os demandos, as transgressões, os excessos que hoje a sociedade brasileira se encontra refém. Parabéns!

Ricardo Souza (17/03/2008 - 17:31)
Apoio total a mais essa ação do MSM. Alguém precisa realmente tomar a dianteira na defesa dos intereses públicos nacionais! APOIO TOTAL!!!

Luciano Prado (17/03/2008 - 16:48)
Esse é o melhor remédio contra essa imprensa missionária e alinhada. Enquando ela ardilosamente "se vitimiza" e "recorre" à OEA, nós cidadãos - conhecedores dos nossos direitos e das artimanhas dessa "imprensa" que se intitula grande - recorremos aos mecanismos democráticos disponíveis no país. Parabéns ao MSM.

Igor Alves (17/03/2008 - 16:29)
PALMAS! PALMAS! PALMAS!
Até que enfim uma instituição tem a coragem de fazer alguma coisa real e de natureza legal, contra as manipulações e ações deletérias da mídia partidarizada brasileira.
Na verdade, frente a todas as últimas armações da mídia conservadora, querendo atrapalhar o País, acho que já não é sem tempo esse tipo de atitude das instituições da sociedade civil, que não tem o rabo preso com os interesses da elite e da oposição do quanto pior melhor, (para eles é claro!).
Parabéns ao pessoal do MSM, e ao seu Presidente Eduardo Guimarães, que sempre cumpriram e fizeram tudo o que prometeram que fariam até hoje, desde a fundação do MSM. Esse pessoal prova que é sério, competente, sabe o que fala e faz e não tem medo da cara feia dos gigantes da mídia manipuladora.
Isso é uma verdadeira lição prática de cidadania, espero que esse exemplo se multiplique e incentive os brasileiros de bem a reagirem contra a manipulação criminosa que certos meios de comunicação fazem, seja para proteger políticos que rezam pela sua cartilha, seja para prejudicar o desenvolvimento do Brasil e a melhoria de vida da maioria de nossos cidadãos.
Somente resta fechar este comentário com mais PALMAS, PALMAS, PALMAS, ATÉ QUE ENFIM!

Luiz Fernando (17/03/2008 - 16:25)
Quero ver como a mídia vai noticiar esta ação. Será que vai considerá-la como "litigância de má-fé"? Ou "atentado à liberdade de imprensa"? A conferir.

Pedro Ayres (17/03/2008 - 16:17)
A Representação feita pelo MSM é algo muitíssimo importante e fundamental para que haja o real cumprimento das normas democráticas da Constituição no que diz respeito ao que realmente seja liberdade de expressão e imprensa livre. Merece os nossos parabéns, apoio e plena solidariedade.

Thiago Dutra Vilela (17/03/2008 - 16:02)
Infelizmente isso não terá repercussão nenhuma, mas como já diziam "só não erra quem não faz nada, mas esse é o maior erro de todos". O MSM está no caminho certo, vamos ver.



Comente este Texto
Email: viomundoteve@msn.com Receba o conteúdo do site via RSS developed by: webmasters online design by: kallore design