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Cartas de Minas
Cartas de Minas

A maldição da deputada Raquel Muniz, aquela que disse vários “sim”

10 de outubro de 2016 às 14h18

Raquel Muniz

Sim amaldiçoado

Inferno astral tomou conta da família Muniz

por Luís Carlos Gusmão, no Em cima da notícia, em 06/10/2016 

Depois do sim, sim, sim…, a golpista deputada Raquel Muniz [deputada federal Raquel Muniz, PSD/MG] não teve mais sossego na sua vida. Cada dia aparece um empecilho. Quando não é com o exemplar marido, é com o filho. Ambos foragidos da justiça.

Para piorar, o alvo agora é a própria deputada. O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal acatou parcialmente sua reclamação pedindo a proibição do Tribunal de Justiça de Minas Gerais de investigá-la, já que tem foro privilegiado, mas ela passa a ser investigada pelo STF no escândalo da Esurb.

Raquel Muniz alegou que é avalista do seu filho Ruy Gabriel Queiroz Borges Muniz na compra da mansão do Ibituruna, que pertencia ao ex-deputado Wilson Cunha, e por isso, caberia somente ao STF analisar este caso e não o TJMG, por causa do seu foro privilegiado. Marco Aurélio atendeu seu pedido, mas manteve com o TJMG a análise dos envolvidos que não contam com foro privilegiado, caso do seu filho.

Caso Esurb

O TJMG expediu no dia 14 de setembro os mandados de prisões preventivas para seu marido Ruy Muniz e seu filho Gabriel, que estão foragidos, além de Leonardo Andrade e Cristiano Junior que continuam encarcerados, suspeitos de terem desviados recursos públicos em esquema montado na Prefeitura.

No despacho, o ministro Marco Aurélio Mello afirma que

“o contrato de compra da casa, onde determina que a mensalidade de R$ 27,7 mil, ‘sempre em espécie’, em transações nebulosas como a aqui denunciada, transmudasse em grave indício quanto à prática do crime de ‘lavagem de ativos’, denotando ainda intenção de se pretender dificultar o rastreamento quanto à origem dos recursos utilizados. À vista dos fatos aqui tratados, parece absolutamente certo que Ruy Gabriel Queiroz Borges Muniz figurou no referido contrato unicamente com o propósito de manter oculto o verdadeiro ‘dono do negócio’, o Prefeito Ruy Adriano Borges Muniz. Não é demais lembrar que o tal imóvel serve de residência ao Prefeito Municipal”.

O ministro afirmou ainda que

“o alegado envolvimento da parlamentar decorre da garantia prestada em favor do filho, juntamente com o marido – prefeito – nos aludidos contratos, utilizados, segundo o órgão acusador, para viabilizar a lavagem, mediante a aquisição de determinado imóvel, dos recursos ilicitamente auferidos.

O quadro revela, ao menos de forma aparente, a implicação da deputada federal na investigação. Embora não figure na posição de credora ou devedora principal dos ajustes nem no polo passivo da ação cautelar, as providências nesta formalizadas lhe alcançam ainda que indiretamente, tendo em vista a garantia prestada e a busca e apreensão determinada na própria residência, ante o envolvimento do marido”.

No final, ele ironizou dizendo que a concessão do habeas corpus deve ser pedida pela via própria.

Ruy Muniz votando

Entenda o esdrúxulo caso de Ruy Muniz, o candidato que disputa o segundo turno firagido da Justiça

 por Guilherme Scarpellini, no BHAZ

Esta quarta-feira (5) foi emblemática na inusitada trajetória de Ruy Muniz (PSB) na disputa pela Prefeitura de Montes Claros, principal cidade do Norte mineiro. O postulante à reeleição, foragido da Justiça, teve a confirmação do revés no plenário do Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG), que manteve a decisão de impugnar a candidatura dele. No entanto, o juiz local proclamou continuidade no processo eleitoral. Portanto, Ruy Muniz disputa o segundo turno, mas pode ser preso a qualquer momento.

Situação confusa, certo?! Mas explicamos. Os juízes titulares dos Foros Eleitorais são obrigados a promulgar um resultado da eleição para prefeito e vice-prefeito ao fim do primeiro turno. Em Montes Claros, o magistrado decidiu pela continuidade do processo eleitoral – em outras palavras, a realização do segundo turno – até que seja definida a situação do registro da chapa de Ruy Muniz.

Hoje, a candidatura do controverso político do PSB está impugnada. O mesmo juiz de Montes Claros indeferiu o postulante após, no dia 16 de setembro, o candidato a vice na chapa de Muniz renunciar. A decisão foi baseada na legislação eleitoral que prevê substituição do candidato apenas até 20 dias antes do pleito, portanto, dia 12 de setembro.

Ruy Muniz entrou com recurso para ser julgado pelo pleno do TRE-MG. Os magistrados do tribunal mantiveram a impugnação. O candidato do PSB entrou com novo recurso para o mesmo TRE-MG analisar. Nesta quarta-feira, por cinco votos a zero, o pleno rejeitou os argumentos da defesa de Muniz. No entanto, o foragido da Justiça ainda pode entrar com recurso no TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Portanto, a disputa no segundo turno segue até a decisão em Brasília.

Novo salvo conduto?

Se Ruy Muniz não for preso até o próximo dia 15, o político receberá novo salvo conduto. Isso porque a legislação eleitoral não permite a prisão de candidatos 15 dias antes e 48h depois do pleito – salvo em flagrante delito. Portanto, a população de Montes Claros pode, novamente, ter a esdrúxula experiência de ter um postulante pedindo votos nas ruas e, ao mesmo tempo, sendo procurado pela Justiça.

A eleição não havia acabado?

Humberto Souto (PPS), de fato, atingiu mais de 50% dos votos válidos – 54,89% exatamente – no último domingo (2), o bastante para garanti-lo como prefeito de Montes Claros a partir de 2017. No entanto, como a candidatura de Ruy Muniz está oficialmente indeferida, os votos recebidos por ele não são computados como válidos – mas eles existem. Ao todo, 48.834 eleitores da cidade do Norte de Minas votaram no candidato do PSB.

Caso, em após um hipotético recurso, o TSE decida validar a candidatura de Muniz, o percentual de Souto cairia para 40,6%. Ruy Muniz atingiria 25,9%, ficando à frente de Leninha (PT) e Jairo (DEM).

Família Muniz
Supremo nega habeas corpus a Ruy Muniz e ele segue foragido

STF também negou anulação do processo que gerou mandado de prisão.
Filho do prefeito afastado também está foragido.

Do G1 Grande Minas

O Supremo Tribunal Federal (STF) negou o pedido de habeas corpus impetrado pelo prefeito afastado de Montes Claros, Ruy Muniz (PSB). O Supremo negou também o pedido de anulação do processo que investiga a compra da casa da família Muniz.

A defesa do prefeito afastado fez pedido junto ao STF alegando que ele e o filho não poderiam ser investigados sem autorização do Supremo, uma vez que a esposa, a deputada federal Raquel Muniz (PSD), aparece como avalista na compra do imóvel. Porém, o relator do processo no STF, o ministro Marco Aurélio, decidiu manter tramitação da ação contra Ruy Muniz e Ruy Gabriel Muniz na Sexta Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Minas Gerais.

O ministro determinou também que uma cópia do processo fosse entregue ao STF que irá “supervisionar tão somente em relação à parlamentar, a condução das investigações e decidir, no momento oportuno, sobre a existência de indícios de participação desta nos ilícitos apontados”. Na decisão, o STF aponta que o pedido de habeas corpus deve ser decidido junto ao TJMG.
Muniz, que é candidato à reeleição, foi elogiado pela esposa durante a votação do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). No dia seguinte ele foi preso em uma operação da Polícia Federal.

Entenda o caso

Mandados de prisão foram expedidos contra Ruy Muniz e o filho Ruy Gabriel Muniz após umainvestigação do Ministério Público e da Polícia Civil apontar desvios de verba da Empresa de Serviços, Obras e Urbanização (Esurb). No dia 14 de setembro, uma equipe da PC realizou a operação Tolerância Zero para cumprir os mandados, mas Ruy Muniz e o filho não foram encontrados.

Na mesma operação foram presos o presidente da Esurb, Cristiano Dias Júnior, e o secretário de Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente e Agricultura, Leonardo Andrade.

Compra da casa

Também na decisão publicada nesta quinta, o STF aponta que na denúncia do Ministério Público o valor declarado na compra do imóvel, por R$ 2 milhões, foi abaixo do real valor pago. Entre os documentos apreendidos na época foi encontrado também um “Contrato de Confissão e Parcelamento de Dívida com Garantia de Avalistas”.

Neste contrato, Ruy e Raquel Muniz aparecem com avalistas do filho Ruy Gabriel Muniz, “cujo objeto da dívida não é explicitado nas cláusulas contratuais”, mas avalistas e o devedor deveriam quitar R$ 1,5 milhão até o dia 22 de dezembro deste ano junto ao filho da vendedora do imóvel.

O vereador Marcos Nem (PSD) e o secretário de Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente e Agricultura, Leonardo Andrade, aparecem nos dois contratos como testemunhas.

Por telefone o vereador Marcos Nem confirmou que apenas assinou como testemunha em uma transação de compra e venda entre Ruy Muniz junto ao presidente do seu partido PSD, mas sem saber do que se tratava. Na época em que assinou como testemunha, Marcos Nem era secretário de Governo do prefeito afastado.

A assessoria de comunicação de Ruy e Raquel Muniz se limitou a dizer que “a família deposita inteira confiança na Justiça e está certa de que a verdade prevalecerá”.

Leia também:

Prefeito foragido de Montes Claros vai a debate e cita o papa 

Rachel Muniz posou com Cunha; disse que o marido era exemplo de combate à corrupção

 

8 Comentários escrever comentário »

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carlos

15/06/2017 - 08h30

Eu vi uma reportagem do dellanhol falando sobre o a Aécio, aonde estava criticando pq a máscara do PSDB caiu esse crápula tem que ganhar de presente última litro de de lusttra móveis pq tem a cara de madeira, quantas vezes não foi informado sobre a lista de Furnas, do mensalão mineiro,e nunca moveu uma palhaçada, e o o Carlos Fernandes, outro crápula fez até piada com PSDB comparando ao PT, esse mesmo vagabundo destruiu provas do caso Banestado, para proteger o FHC.

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Paulo

08/06/2017 - 16h12

É a família Neves toda….ou, melhor, não é uma família, é uma GANG!

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Carlos

02/12/2016 - 20h35

Eta família unida até no crime pilantra golpista corruptos e moralista kkkk….

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RONALD

14/10/2016 - 11h04

Um recadinho para esta Raquel iniquidade e seus iguais, Temer, Serra, Aécio, Alckimin, Dória, Moro, Richa, Marquezelli, FHC, o séquito de 367 dePUTAdos vendilhões, Gilmar, os 61 senadores cretinos igualmente vendilhões:

“Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que sois semelhantes aos sepulcros caiados, que por fora realmente parecem formosos, mas interiormente estão cheios de ossos de mortos e de toda a imundície.
Assim também vós exteriormente pareceis justos aos homens, mas interiormente estais cheios de hipocrisia e de iniquidade”.
Mateus 23:27,28

O fim de vocês está próximo e será patético !!!!

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Joao Maria

11/10/2016 - 08h13

E o povo de Montes Claros ainda vota numa familia que os rouba? Parece que o brasileiro gosta de politicos ladroes. Da asco ver os deputados envolvidos com a justiça, votando em projetos contra o povo, e o capa preta de Curitiba, so quer pegar o Lula.

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Serjão

11/10/2016 - 03h49

Roube uma mortadela e teje preso!
Roube milhões e seja feliz para sempre!

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a.ali

10/10/2016 - 23h25

Eis mais uma “moralista” sem moral… êta familia “bem”unida, até nas falcatruas…

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David

10/10/2016 - 18h37

Abram as portas dos cárceres, nenhum filhadaputa tem moral de julgar nínguem, como nenhum flilhadaputa tem moral de prender nínguem , nesta merda de pais. Do que adianta as academias de direito se esses trouxas só são manipulados segundos interesses. Isto não é ciência, isto é um lixo…..

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