Dinha (17/11/2009 - 20:01)
sou loira e de olhos verdes mais não tenho preconceito e nem sou racista mais axo que ... cor de pele , não vejo nenhum mau na denominação que dao a cor do lápis ... mais se alguém ficou ofendido (a) por isso , tbm acredito que seja necessario mudar o nome da cor do lápis para que mais nnguém se sinta da forma que a mae e o filho se sentiram.
Barbara (19/05/2009 - 13:24)
Esse comentário é principalmente pra quem diz qu nós mesmos [negros e mulatos]temos preconceito com nossa cor, os de pele mais clara não ouvem aos nove anos de idade que são carvãozinho, grafite, escravinho, sujos, espero que vocês de pele mais clara parem e pensem que por não quererem assumir seus preconceitos dizem que somos nós que o temos e se toquem que eles moram em um país de MAIORIA afro-descendente mesmo que tenham a pele branca que é o caso de uma prima minha que é loira mas nosso avô era negro e todas seus familiares também então vocês mais claros parem e pensem antes de julgar alguém pela cor de pele e a satirizarem por isso procurem saber se também não são um deles mesmo que seja só plo sangue.
(22/04/2009 - 17:54)
Pelo amor de deus, não tiro a razão da mãe de exigir a retirada deste lapis "cor de pele", e não acredito que ela está exagerando, mas nos comentarios tem gente procurando pelo em ovo mesmo.
Cida (14/03/2009 - 15:49)
O preconceito está nos olhos de quem os quer ver! Temos tantos outros problemas mais graves no mundo e no Brasil p/ ficarmos com isso de que cor de lápis seria p/ ser denominado cor de "pele". Minha familia por parte de pai são decendentes de negros... Se formos pensar em racismo, jamais poderia se haver vagas "especiais" para negros em faculdades, deveriamos todos estudar e passar por seu proprio esforço, independente da qtidade de vagas p/ essa ou aquela cor! A orientação e a boa auto estima dos nossos filhos começam em casa, qdo bem cientes de que são um ser especial e cada qual com seu biotipo e cor, certas coisas passam desapercebidas por eles, ou seja, ignoram o "ignorante".
winnie (12/03/2009 - 17:26)
bom gostei muito desse desse acho q deverimaos mudar os atos q pensamos e se colocar nessas pessoas q passam pelo esse preconceito pq tds nos somos iguais so pelo uma questão d um cor d pele q isso muda mais por dentro todos nos somos iguais o brasil tem q parar com esse preconceito idiota!!!!!!!!!!!!1
Rebeca Oliveira Duarte (15/07/2008 - 20:28)
A quem pensa que é lenda a "cor-de-pele" rosa pálido da Faber-Castell, digo que tenho uma caixa de lápis de cor em casa dizendo exatamente isso: em castelhano, a cor se chama rosa pálido; em português, cor-de-pele. Pele de quem, cara pálida? Exatamente.
Indira (22/06/2008 - 17:33)
O racismo no Brasil é tão intrinseco e arraigado, que alguns professores sentem-se à vontade em sala de aula para exercer seus preconceitos racistas. Quem é negro ou mulato nesse pais, e assume, sabe bem. Democracia racial ? So na cabeça doente de um Ali Kamel e afins.
Marco Rodrigues (04/06/2008 - 07:20)
O lápis cor de pele não é da cor de pele de ninguém. ELe é praticamente bege, meu caro. QUando eu estava na escola primária, eu usava o salmão pra fazer pele de pessoas brancas e o marrom para os negros... a cor de pele não serve para nada ._.
tina oiticica harris (14/05/2008 - 11:40)
Vim parar aqui via a Teia Neuronial do Thiago Leite. Aqui nos EUA vendem uma caixinha de oito crayons para "cores de pele". O racismo existe mas há muitas ações para combatê-lo.
Conceição Oliveira (06/05/2008 - 11:35)
esqueci de identificar o comentário anterior sobre o texto publicado pelo INEP, desculpem.
Thiago Dutra Vilela (03/05/2008 - 21:15)
Até hoje eu me lembro. Eu devia estar na primeira série do fundamental (atual segunda série), estava desenhando e pedi a minha mãe o lápis "cor-de-pele". Ela, como educadora e mãe, me fez refletir sobre o que eu havia dito. Percebi logo a besteira que estava dizendo. Mas não só isso, percebi que mesmo crianças negras chamavam aquele lápis, de cor "salmão-amarelado", de cor-de-pele.
Não sei até que ponto isso influencia o racismo nas crianças, mas ninguém pode negar que a Faber Castell deve tirar imediatamente de circulação esse denominação de cor.
Ricardo Limas (23/04/2008 - 15:05)
Acho que seria o caso então de renomear para pele caucasiana , ou branca, se vc trabalha com desenho e pintura vai ver da necessidade de tal cor, isto pra mim é discução sobre sexo dos anjos, não existe. Querem arrumar racismo em tudo, parem com isso!
Ana Paula Maravalho (21/04/2008 - 11:02)
O mais incrivel nao é ver que a Faber Castell ainda resiste em mudar e retirar do mercado o produto racista, mesmo com a batalha da Denise. O mais incrivel mesmo é ver gente que ainda acha que esta questao é "delirio", "racismo ao contrario" (como se isso fosse possivel!) e "politicamente correto". A luta ainda é longa!
Conceição Oliveira (19/04/2008 - 14:16)
Nos países de língua inglesa, parece que essa questão foi resolvida desde 1962:
http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_Crayola_crayon_colors
Several colors have been renamed through the years, beginning with the 1958 renaming of "Prussian blue" to "midnight blue." The color known as "flesh" was renamed "peach" in 1962, partially in response to the U.S. Civil Rights Movement. "Indian red" was renamed "chestnut" in 1999 due to concern that some children thought the crayon color represented the skin color of Native Americans.[1] According to the company, however, the name originally referred to a reddish-brown pigment from India that is used in artists' oil paint. [1] The most recent name change occurred in 2000, when the name "torch red" was changed to "scarlet".
(Contribuição do professor Antonio Luiz M. C. da Costa, da Comunidade História, Orkut).
Josilda Campelo (19/04/2008 - 13:47)
Nunca havia pensado. Mas achei realmente pertinente
Da professora de artes Bebel Montenegro (SSA, BA) (19/04/2008 - 09:25)
Na comunidade: Profissão professor:
'Como professora de artes já ouvi muito aluno perguntando:
- não tem tinta cor de pele ? (aboli da minha sala)
- como eu faço a cor de pele ?
eu respondo : - a minha pele eu pego marron, e um pouquinho do amarelo
- como vc acha que pode ser a sua?
e deixo pra cada um decidir, dando dicas de misturas, etc.'
Leider Lincoln (18/04/2008 - 23:23)
Publicarei em meu blogue, a reivindicação faz sentido. E suponho que o Pamplona foi sarcástico, ao demonstrar o porquê da preferência dos alemães da Faber Castell e de gente como o Ives Gandra.
Para Isabel de Conceição (parte 2) (18/04/2008 - 21:56)
Mas os professores fazem parte de nossa sociedade e como tal se não forem convidados à reflexão vão reproduzir ações e discursos preconceituosos.
Lembro de uma das oficinas, vou relatar brevemente um caso: uma professora conta ao grupo que propôs uma atividade para fazer um cartão para o dia das mães em uma sala de primeira série. Chama a sua atenção um menino de pele clara todo empolgado, fazendo o cartão para a sua mãe, pintando uma mulher de preto. A professora vendo o desenho correu pra intervir, mas antes de abrir a boca, o menino todo feliz, risonho, vira-se pra ela e fala: 'tá bonita a minha mãe, né, professora? Ela disse que tava, mas ficou preocupadíssima, na medida que a representação da professora para um cartão do dias da mãe era algo colorido e ela como um monte de testes psicológicos associa o uso do preto em desenhos infantis como algo anormal. Pra complicar, ela não entendia como um menino de pele clara pintava feliz uma mãe de preto. No dia seguinte descobriu o óbvio: a mãe do menino era negra.
Ela relatou a experiência de um modo muito honesto e genuíno e era sensível pra refletir, a ponto de expor seus preconceitos em um grupo com mais de cem professores. O episódio a ajudou a prestar mais atenção em suas crianças negras e brancas e com toda a certeza a torná-la uma melhor professora.
Para Stella de Conceição (18/04/2008 - 21:19)
Oi Stella a mulherada deste espaço é ponta firme, há duas Conceição (eu e a Lemes) e mesmo assim mantemos nossas identidades, mas tenho mais sorte, né? (risos)
grande abraço
Para a outra Estela, a que não acredita (parte 1) (18/04/2008 - 21:13)
Estela eu não sou jornalista, sou historiadora e ambas profissões quando são levadas a sério costumam ser cuidadosas com o cotejo de suas fontes.
Eu tenho muitos cuidados ao postar algo na rede, sei da quantidade de bobagens bem intencionadas (a última circulando, acusa o governo inglês de retirar dos currículos escolares o Holocausto, é mentira eu descobri lendo as incongruências do mail, mas fui checar e não há nenhuma legislação neste sentido). Mas não é esse o caso, a autora do relato e da luta com a Faber Castell é fotógrafa, mestre em Ciências da Comunicação, pela ECA - USP e especializada em Cultura da Imagem, pela Universidade de Navarra, em Pamplona, Espanha. É docente do Bacharelado em Fotografia da Faculdade Senac de Comunicação e Artes onde participa do Grupo de Pesquisa da Imagem Contemporânea. É formada em Jornalismo, pela ECA - USP. Foi fotojornalista dos jornais O Estado de S. Paulo e Jornal da Tarde e editora de fotografia da revista Irisfoto e do site Fotopro, ambos especializados na difusão da cultura fotográfica brasileira. Tem ensaios fotográficos belíssimos sobre herança africana no Brasil e nos EUA. O relato é feito em primeira pessoa, ela não tem porque mentir. Ela vem nesta briga (como relata na mensagem, há algum tempo), A Faber Castell já se pronunciou, já tem ONG envolvida na campanha, semana que vem Denise tem reunião na Faber. Confio em minhas fontes e checo o que posso antes de comprometer meu nome e das pessoas que admiro.
Gustavo Pamplona [Final] (18/04/2008 - 16:02)
Na 1ª parte fui racista, na 2ª defendi claramente os negros. Mas agora vamos ao lado prático... Eu sou um homem branco e posso dizer que não tenho proteção nenhuma do Estado. Vejamos: Eu posso ser acusado de racista e não tenho benesses como licença maternidade nem aposentadoria mais cedo como as mulheres possuem. Uma das coisas que a maior parte das pessoas não entendem é o porque da diferença de salários entre os homens e mulheres e o porque da mulher negra receber bem menos do que um uma mulher branca e de um homem negro para um branco e o porque da mulher negra receber o salário mais baixo de todos. Isto se chama CUSTO. Eu por exemplo sou obrigado a trabalhar pelo menos 35 anos, não tenho benefícios nenhum de qualquer espécie que as mulhreres recebem, posso ser ACUSADO DE RACISTA e pagar alto por isto. Por isto tenho que receber alto para eu mesmo poder arcar com tudo isto. A maior parte das mulheres quando casam viram donas-de-casa. Ou seja eu não somente tenho que arcar com tudo isto como eu tenho que arcar com despesas de família. Detalhe: o "eu" em si não significa que sou eu mesmo, e sim o homem branco. E para variar, se caso meu país entrasse em guerra eu teria que ser obrigado a combater na linha de frente. As mulheres geralmente pegam postos burocráticos nas forças militares
Ou seja o "HOMEM BRANCO" é obrigado a sustentar tudo isto. Por isto seu salário é mais alto. Nós, os homems brancos não temos proteçao alguma! [FIM]
Gustavo Pamplona [Parte 2] (18/04/2008 - 15:49)
Apesar de ter eu aparentado ser racista na Parte 1, eu tenho que dizer que acho a raça negra muitas vezes SUPERIOR a raça branca e amarela. Peguem uma pessoa nascida na Suécia, na Noruega, ou na Finlândia por exemplo. Ou um branquinho de olhos azuis. Se deixarem eles no sol por muito tempo, a pele fica vermelha facilmente, pode dar bolhas em alguns casos chega a dar queimaduras de 1º grau. Pois bem, também conte o fato que os negros devido o nariz ser um pouco mais largo e narinas bem mais abertas, eles tem bem mais fôlego e resistência física do que os brancos/asiáticos. Lembrem-se do caso das olimpíadas em que Adolf Hitler esteve presente e foi obrigado a assistir a vitória de um negro numa corrida em contraste com a raça "superior" (ironia) ariana. E por terminar o homem negro possui aquele "membro" bem maior do que os brancos e especialmente os asiáticos. ;-)
Márcia (18/04/2008 - 14:41)
Muito bom divulgar isso. Você deveria enviar este seu texto por email todo início de ano quando compramos o material escolar para que todos boicotassem esta marca. Só de pensar o quanto eu não gastei esse ano de material com eles, nojenta essa Faber Castell.
Mari-Jô Zilveti (18/04/2008 - 13:51)
Essa história da Denise é sensacional. Minha filha Manuela já questionou em sala de aula diversas vezes. Como assim, cor de pele? Minha pele é marrom, e a sua é amarela. E a dele também é marrom. Tinha 4 anos, quando aconteceu isso. Hoje tem 11 e vive peitando a molecada e as meninas quando lhe dizem que seu cabelo está desalinhado. Ele é crespo. E hoje vai com ele bem cacheado sem problema algum. Orgulhosa das suas melenas.
Aproveito para convidar todos a ouvir uma entrevista ao vivo com Adelina Moura, uma professora de Braga, que decidiu se alidar ao celular em sala de aula.
Aí vai o link do blog: http://tinyurl.com/3kd6f7.
Abraços digitais,
Mari-Jô Zilveti
http://nomadismocelular.wordpress.com
Conceição Oliveira (18/04/2008 - 12:42)
Para os que acham que o episódio de Denise e seu filho é procurar pêlo em ovo segue relato do professor
Zenildo dos Santos (SP- Capital)
Eu vivi isto !!
Eu ainda não li o que está postado nos links.
Mas, só de ouvir esta frase: "Use o lápis 'cor da pele' para fazer a pintura do rosto do desenho...", eu me lembro de uma situação que passei em sala de aula, e que foi a seguinte:
Eu estava pintando o desenho e a minha professora soltou esta "pérola" e eu peguei o lápis de cor marrom e ela disse que eu estava fazendo errado a atividade, pq aquele não era o lápis da cor da pele. Aí eu coloquei os dois lápis sobre a minha pele e perguntei pra ela qual era o lápis que mais se parecia com minha pele. Ela disse que aquilo era um insulto e como minha mãe trabalhava como empregada na casa dela, eu iria apanhar da minha mãe assim que ela soubesse. A aula era de manhã e naquela tarde ela contou meu "insulto" à minha mãe.
Quando minha mãe chegou em casa, ela chegou rindo e me deu um belo abraço e disse que eu tinha aprendido muito bem.
No dia seguinte, na sala de aula, a professora só disse que não tinha idéia do que era ser negro no Brasil.
Se hj sou assim devo tudo isto a minha mãe.
Marcos Romao (18/04/2008 - 12:27)
Poderia ser engraçado, mas não o é, mas é uma questão delicada. Denise Camargo deve se aconselhar com advogados que conheçam as filigranas do racismo para não ser ridicularizada. Antes de se pensar em um processo contra alguém, ou uma firma, é preciso se avaliar se o contrarrente tem interesse ou consciência objetiva do seu ato.
No Brasil ainda não existe uma consciência generalizada de que se é necessário acabar com o racismo onde e quando se manifeste. Ainda se considera um delito de pouca monta ou de cavalheiros.
Mesmo com minha experiência de fundador do SOS Racismo no Brasil, nunca havia atentado ao lápis "cor da pele" que conheco desde criancinha. O band-aids, esparadrapo cor de pele, já me incomodou quando apareceu, e meus colegas de futebol, lá com meus 12 anos se encarnavam em minha pele por não ter esparadrapo pra minha cor de pele.
Recomendo a Denise para sua proteção e de seu filho, que aja em grupo para alertar a empresa produtora do lápis cor-de-pele, ofereça a ela uma oportunidade para que se redima e coloque em um museu um grande lápis "cor de pele" com direito a uma placa do tipo: "No tempo em que éramos racistas e nem sabíamos, chamávamos salmão de cor de pele....".
E a propósito, Denise, fui no quarto de minhas filhas olhar o lapiseiro da Castell que elas tem, comprado aqui numa lojinha de Hamburgo, e é "salmon" mesmo, não tem nada de cor de pele lá escrito. Fale pro seu menino que mentiram pra ele e prá nós na escola. Boa sorte.
Conceição Oliveira (18/04/2008 - 11:00)
Estela e Fábio não entendi os comentários de vcs, podem se explicar melhor?
Vcs realmente acham que não há problema algum para uma criança pequena negra topar com um lápis que diz que a cor da pele não é a cor da sua pele?
Muito complicado reduzir o racismo escolar que se reproduz nas mínimas práticas cotidianas a um mero 'politicamente correto'.
Gostaria de convidá-los à leitura do post que indiquei no comentário anterior onde problematizo essa questão e faço alguns relatos sobre as expressões racistas que perpassam nosso cotidiano, há também além do depoimento de Denise duas matérias correlacionadas que contribui para entender que o que Denise relata não é bobagem alguma é bem sério e vem minando cotidianamente a auto-estima das crianças negras.
Fabio (18/04/2008 - 10:42)
Esse pessoal do politicamente correto já está passando dos limites, sério.
O endereço para o post que mencionei no comentário anterior (18/04/2008 - 10:18)
é:
http://historiaemprojetos.blogspot.com/2008/04/cor-da-pele-da-faber-castell-apelidos-e.html
título: Lápis 'cor da pele' da Faber Castell, apelidos e expressões racistas, o que nós educadores temos a ver com tudo isso? Quinta-feira, 17 de Abril de 2008
Guilherme M. (18/04/2008 - 09:46)
Denise, isso dá um baita processo. Dano moral por discriminação. Cabe um processo individual, em nome do teu filho, ou uma ótima ação coletiva.
Procure um bom advogado.
Que tamanho exagero! A dita cor-de-pele é uma velha herança vinda de Portugal. Como Portugal é uma nação européia, utiliza-se este nome para facilitar a escolha do lápis a ser utilizado na hora de pintar as partes do corpo. Como alguém pode enxergar racismo nisso?
Acusar cegamente a FaberCastell de racismo só demonstra ignorância e desespero! O nome da cor deve ser alterado, não por causa de discriminação racial e sim pelo fato de ser um nome de uso obsoleto atualmente.
É curiosa a maneira como alguns acusam deus e o mundo de racismo. Esquecendo-se que estão vivendo, querendo ou não, dentro de uma antiga cultura criada exclusivamente pelo branco para o branco. Ter paciência é uma virtude: uma cultura que demorou anos para se formar, também irá demorar anos para mudar!