VIOMUNDO

Sistema de votação sob suspeita. TSE não responde perguntas sobre fraude

25 de outubro de 2014 às 22h50

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Sérgio Schiller Thompson-Flores, presidente da Módulo e ex-Kroll, e Wilson Nélio Brumer, dono da Engetec e arrecadador de recursos da campanha  de Aécio Neves: relações promíscuas e alto tucanato

por Conceição Lemes e NaMariaNews

Há anos especialistas independentes na área de tecnologia alertam sobre a vulnerabilidade da segurança das urnas eletrônicas brasileiras.

Entre os críticos, o engenheiro Amilcar Brunazzo Filho, moderador do Fórum do Voto Eletrônico, e os professores de Ciência da Computação Pedro Rezende Diego Aranha,da Universidade de Brasília (UnB).

Este ano, como ocorre em toda eleição, denúncias de fraude eleitoral voltaram a ser feitas após o primeiro turno. A diferença é que, em 2014, surgiram muito mais acusações do que em eleições passadas (aqui  e aqui).

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para variar, não deu a devida importância.

Nessa sexta-feira 24, o Viomundo enviou-lhe, então, via assessoria de imprensa, um e-mail com várias questões.

A primeira delas: O que o TSE tem a dizer a respeito das denúncias de fraude eleitoral neste ano?

Em outra questão, abordamos petição encaminhada em 4 setembro ao TSE pela advogada Maria Aparecida Cortiz.

Representando o PDT, ela denunciou irregularidades no sistema de segurança das urnas eletrônicas, comandado pela empresa Módulo Security S/A.

Em entrevista ao GGN, Cortiz revelou que há menos de três meses, numa ação planejada pelo CMind (Comitê Multidisciplinar Independente),  um jovem hacker recém-formado pela UnB acessou o sistema das urnas eletrônicas no TSE e descobriu, entre 90 mil arquivos, um software que possibilita a instalação de programas fraudados: o “Inserator CPT”.

A petição ficou por isso mesmo. Não virou processo.

Por isso, perguntamos ao TSE: Por que a petição foi arquivada sem qualquer debate com especialistas independentes?

O sistema de segurança das urnas eletrônicas é comandado pela empresa Módulo Security Solutions S/A, que atua no TSE desde 1996. De 2000 a 2013, mantém contratos no TSE, todos sem licitação, continuamente renovados.

Recentemente, a Módulo foi adquirida por Sérgio Schiller Thompson-Flores, sobre o qual pesam algumas acusações, apontadas aqui por Luis Nassif:

Funcionário público de carreira, nos anos 90, ele foi beneficiado pelo BNDES de Fernando Henrique Cardoso com consultoria na área de privatização. Ganhou dinheiro e sede de sangue.

Depois disso, meteu-se em várias embrulhadas sempre buscando a bala de prata, a grande jogada. Jamais se contentou com o trabalho normal de fazer crescer sua empresa.

Aliou-se a Luiz Fernando Levy, da Gazeta Mercantil, e tentou um golpe para assumir a empresa. Depois, meteu-se em rolos com Tanure, que adquiriu a Mercantil. Mais tarde, passou a prestar serviços a Daniel Dantas, do Opportunity, Na auditoria realizada na Brasil Telecom, depois que saiu das mãos de Dantas, Thompson-Flores aparece em inúmeras reuniões com Humberto Braz, o executivo operacional junto à mídia.

Quando começou a febre do etanol, montou um fundo de investimento sediado em Londres, captou dinheiro de incautos para um projeto amalucado de comprar usinas antigas em regiões economicamente inviáveis. Quebrou.

Depois disso, adquiriu a Módulo.

Thompson-Flores foi nomeado pelo ex-presidente Fernando Henrique como presidente da Finep, ou seja, alto tucanato.

Ainda segundo Nassif, no artigo A imprensa e o estilo Dantas,Thompson-Flores:

é um ex-diplomata que enriqueceu com privatizações e tentou seguir os passos de Nelson Tanure, de entrar na mídia como reforço para manobras de lobby. (…) Quando estourou o escândalo Kroll, seu nome apareceu em um CD e ele admitiu que trabalhava para a Kroll e seu contato era o português Tiago Verdia.

Apesar de todos os percalços, a Módulo ganhou a licitação para a Copa do Mundo 2014, em consórcio, por R$ 244 milhões.

A outra empresa que atua nas eleições de 2014, através de um consórcio, é a Engetec. Segundo o seu site, ela está sediada à rua Senador Milton Campos ,35, 16º Andar, Vila da Serra, Nova Lima, MG.

À Engetec, líder do “Consórcio ESF”, cabe preparar as urnas e “suporte técnico”  para os dois turnos nos seguintes Estados: Ceará, Distrito Federal, Minas Gerais, Pará, Pernambuco, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.

Fazem parte do consórcio ESF: Engetec Tecnologia SA (a líder0, Smartmatic Brasil Ltda, Smartmatic International Corporation, Fixti Soluções em Tecnologia da Informação Ltda.

A Engetec sucedeu a Probank no TSE.

Ela tem como sócios pessoas ligadas à falida Probank. O caso já foi denunciado pelo Ministério Público Federal: 

 Em 2012, um novo pregão para prestação de serviços de exercitação das urnas eletrônicas foi realizado e a empresa Engetec Tecnologia, ligada a parentes do sócio da empresa Probank, foi contratada pelo valor anual de R$ 129 milhões, com possibilidade de prorrogação por até 60 meses. Ao analisar a licitação, o MPF identificou algumas falhas, que serviram de base para a recomendação.

Primeiro, vamos à Probank, cuja história é marcada por promiscuidades entre o público e o privado:

* Em 2003,  a Probank levou R$ 43 milhões do TSE para prestar serviços ao voto informatizado.

* Em 2006, ela foi contratada por Paulo Camarão, então gerente de Informática do TSE, por R$ 92 milhões para fazer o mesmo serviço. Os contratos continuaram até 2011, nos mesmos moldes da Módulo.

* Em 2006, depois de 10 anos no Setor de Informática do TSE, Paulo Camarão deixou o cargo e se tornou dono da Probank.

* Ou seja, Paulo Camarão passou a prestar serviço para o TSE, instituição onde antes havia trabalhado e aprendido tudo sobre os esquemas, necessidades, e os caminhos dos negócios.

Dinâmico, criou o serviço de totalização dos votos (E-Vote), em parceria com a Probank. O serviço foi oferecido ao Equador; seriam vendidas 2.200 urnas do TSE, a Probank entraria com a mão-de-obra.

Mas a canoa furou, o Equador rompeu o contrato porque a empresa não conseguiu manter os prazos. Além disso, “o passaporte dos diretores da E-vote, entre eles alguns brasileiros ex-assessores do TSE, chegaram a ficar retidos durante o inquérito que se abriu para apurar as responsabilidades pelo descumprimento do contrato”.

* O último dono da Probank foi Wilson Nélio Brumer. Em setembro de 2013, já nas suas mãos e de sua sócia Shirlene  Nascimento Brumer, a Probank entrou em falência.Há denúncias de que foi falência fraudulenta. Para entender a tremenda confusão dessa empresa de fachada, leia isto  e isto. 

Pois bem, a Engetec substituiu a Probank no TSE.

Segundo o professor Pedro Rezende, Wilson Nélio Brumer, seria um dos acionistas da Engetec. Os documentos na Justiça trabalhista mineira afirmando isso “sumiram” da internet. Tornou-se impossível acessá-los pelos links originais, mesmo pelo cache do google.

Em ações trabalhistas — há muitas contra Brumer, a Probank e aEngetec –, é possível comprovar isso.

Brumer aparece junto com a Engetec na condição de reclamado, como, por exemplo, nestes dois processos abaixo:

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Numa outra ação trabalhista, o desembargador Alexandre Nery de Oliveira afirma que a Engetec e a Probank são o mesmo grupo econômico e que a relação societária entre elas está comprovada. 

Engetec e Probank-002

Numa outra ação trabalhista (abaixo), comprova-se, entre outras coisas, que:

* a falida Probank e a sua sucessora Engetec funcionavam no mesmo endereço;

* uma mesma pessoa secretariava as duas empresas;

* a Engetec emitiu uma nota fiscal de R$ 1.179.204,94 com razão social Probank S/A.

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Brumer nada conforme a maré manda. Suas “credenciais explicam por si só porque ele é conhecido como o “doutor Cemig”.

Wilson Nélio Brumer:

* Foi operador das privatizações de estatais de Minas Gerais, quando Aécio Neves foi governador.

* Presidiu a Vale, Acesita, Siderúrgica de Tubarão, o Conselho de Administração da Cemig, Codemig, Rio Minas Energia, Light, Billiton e Açominas, Conselho Superior do Instituto de Desenvolvimento Integrado de Minas Gerais, Conselho Consultivo da Varig, Usiminas, Unibanco.

* Foi Secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico de MG, por dois mandatos, de onde saiu em 2010.

* Atualmente opera no comitê do Aécio Neves para arrecadar recursos junto a empresários, entre outras tarefas. Portanto, é carne e unha com o candidato do PSDB à presidência.

Daí, perguntamos ao TSE:

– Qual o papel da Módulo e da Engetec no processo eleitoral?

– Como o TSE contrata a Módulo, cujo dono é ficha suja, e a Engetec, que já foi denunciada pelo MPF?

– A Engetec não deveria ser impugnada por conflito de interesses, já que um dos seus donos é intimamente ligado a Aécio Neves?

O TSE não respondeu nem essas nem as demais perguntas do Viomundo.

O seu coordenador de imprensa simplesmente nos enviou o link para um arquivo em PDF, que contém as perguntas mais frequentes dos eleitores (FAQ) sobre a votação eletrônica.

O assessor de imprensa acrescentou:

Sobre as referidas empresas, as contratações do TSE são realizadas em conformidade com a legislação. Demais dúvidas podem ser retiradas com a assessoria de imprensa das empresas.

Ou seja, 1: O TSE trata-nos como parvos.

Ou seja, 2: Após o segundo turno, torna-se imperioso uma discussão pública com pesquisadores independentes sobre o sistema de votação eletrônica no Brasil, já que o TSE há anos foge desse debate. Tem de se abrir essa caixa preta.

Ou seja, 3: Se neste domingo, ao votar, não aparecer a foto da sua candidata ou candidato,  bote a boca no trombone na hora. Denuncie aos mesários. Faça constar no relatório da urna o que aconteceu.

“O TSE sempre evitou debates públicos equilibrados, seja para abordagem técnica, seja para abordagem política sobre a concepção de sistema de votação apropriado à democracia brasileira”, observa o professor Pedro Rezende.

Ele adverte: “Parece que o TSE continua disposto a evitá-los, fechando-se no hermetismo de seu encastelado juridiquês, que só tenta se comunicar com os comuns dos mortais por via de propaganda oficial, que vem se mostrando enganosa, já que o sistema de votação não é totalmente seguro.

Pedro Rezende, além de professor da UnB, é membro do CMind (Comitê Multidisciplinar Independente).

É um profundo conhecedor do sistema eletrônico de votação brasileiro. Estuda-o há 10 anos. Por isso, colocamos para ele alguns dos questionamentos feitos ao TSE e não respondidos.

Em tempo: antes de ler a nossa entrevista com o professor Sérgio Rezende, sugerimos que guarde bem os nomes de Sérgio Schiller Thompson-Flores ( Módulo Security Solutions), Paulo Camarão (TSE e Probank), José Nazareno Machado (Diebold/Procomp) e Wilson Nélio Brumer (Probank e Engetec), entre outros, que constam nos links citados acima. São nomes que andam juntos por todas as vielas dos negócios e se complementam, fraternos como a luva e a mão. 

Agora, a nossa entrevista:

Viomundo — Nesta eleição, surgiram muito mais denúncias de fraude eleitoral do que em pleitos passados. O que acha disso?

Pedro Rezende — Nessa eleição, pela primeira vez foram descobertas vulnerabilidades nos programas do sistema de votação durante a fase de análise do código pelos partidos políticos.

A forma pela qual o TSE reagiu a essa descoberta legitimou uma discussão pública sobre os riscos que essas vulnerabilidades representam em nossas eleições.

Particularmente para a eleição de 2014, tendo em vista os sinais de que a mais grave das vulnerabilidades do sistema de votação poderia ter sido explorada, produzindo as grandes discrepâncias que vimos entre as pesquisas de boca de urna na votação do primeiro turno e os resultados em vários estados.

Viomundo – Qual foi a principal denúncia dos senhores ao TSE?

Pedro Rezende – Um analista credenciado pelo PDT descobriu que dentre os cerca de 90 mil programas que compõem o sistema de votação, existia um – o Inserator CPT –, que pode manipular o sistema de votação de forma a permitir a entrada de programas clandestinos capazes de fraudar o resultado.

Inserator estava escondido no SIS (Subsistema de Instalação e Segurança), cujo desenvolvimento, manutenção e suporte é terceirizado para aquela empresa privada que mais tem pulado licitações públicas no TSE…

Viomundo – A Módulo?

Pedro Rezende – Exatamente. O sistema que ela comanda — o SIS — é onde está aquele artefato que pode “abrir a porta” para o ladrão atuar.

Viomundo – Como o TSE reagiu à denúncia?

Pedro Rezende – As vulnerabilidades descobertas foram relatadas com pedido de providências, pela advogada Maria Aparecida Cortiz, em petição dirigida ao presidente do TSE, em 4 de setembro de 2014. A petição foi tratada pelo Secretário da Presidência do Tribunal como reclamação sobre votação — que ainda não havia ocorrido –, e não como impugnação de programas analisados — conforme enquadrava o cenário.

Com tal manobra, na função de juiz “auxiliar”, esse secretário desqualificou a advogada e o pedido, indeferiu e mandou arquivar tudo, como se os fatos narrados nos autos fossem irrelevantes.

Viomundo – O que ele deveria ter feito?

Pedro Rezende — Enviar esses autos para análise do Ministério Público, nomear um juiz Relator que daria parecer para julgamento em plenário.

Viomundo – Ao votar neste domingo, que garantia nós, eleitores, temos de que o nosso voto vai ser contabilizado adequadamente?

Pedro Rezende — Apenas a crença cega na cantilena dos feiticeiros da seita do santo byte.

Na minha opinião, a maior vulnerabilidade do nosso processo de votação sistema é o fetiche cultivado pelo TSE em torno da urna eletrônica. O TSE é a única Justiça no mundo que faz e julga eleições que ela mesma faz.  Esse fetiche produz, com ajuda de feiticeiros da seita do santo byte, essa mágica alegorização progressiva: de democracia representativa para tutelada.

Viomundo — Em que fases do processo há risco de fraude eleitoral? 

Pedro Rezende –Em qualquer das cinco etapas do processo de votação. A saber: desenvolvimento dos programas, preparação dos ambientes, carga das urnas, votação e totalização. Na fase de totalização, as fraudes podem ser tanto preparadas quanto praticadas, onde as formas possíveis são as mais certeiras e abrangentes.

Viomundo –Essas fraudes podem ser perpetradas por quem?

Pedro Rezende — Por quem tem acesso privilegiado para preparar ou operar o sistema de votação, de forma mais eficiente com divisão de tarefas em ações complementares. Nesse caso, até mesmo com a maioria na cadeia de comando, excluindo o topo e algum programador, sem saber que está participando ou contribuindo para isso.

Viomundo —  Que sistema é usado e quem o desenvolveu? 

Pedro Rezende — É usado o sistema de votação do TSE, concebido e desenvolvido em parte por ele, com terceirização de alguns componentes.

A fabricação e o sistema operacional das urnas, assim como o sistema  de instalação e segurança chamado SIS, são terceirizados.

As urnas são quase todas fabricadas pela empresa Diebold/Procomp, que tem ganho as concorrências para fornecimento das mesmas nos últimos dez anos. O sistema operacional que roda nela é uma versão do kernel Linux adaptado pela Secretaria de Informática do TSE.

Viomundo — O que significa o SIS?

Pedro Rezende — Segundo documentação disponível na internet, O SIS  – subsistema de instalação e segurança — é responsável pelo monitoramento e a segurança de todos os computadores integrados ao processo eleitoral no país.

O SIS ainda administra o atendimento à regulamentação do TSE. O sistema monitora todo o ciclo de vida da eleição, desde os cadastros dos eleitores e dos candidatos, à geração dos bancos de dados para as urnas eletrônicas, a recepção dos resultados e a transmissão da totalização, até a sua divulgação.

O desenvolvimento e manutenção do SIS foi terceirizado para a empresa Módulo em 2002, sem licitação, com oito prorrogações sucessivas de contrato. Se e como esse contrato é acompanhado e fiscalizado pelo contratante, nada transparece dos atos públicos dos corregedores eleitorais. E agora, nem mesmo advogados externos têm como saber, pois com a mudança para o prédio novo do TSE, eles tiveram o acesso bloqueado à rede interna, onde os feitos administrativos são registrados.

Viomundo — Aparentemente quem comanda, de fato, o sistema de votação são empresas privadas que atuam na área e o TSE seria uma espécie de rainha da Inglaterra. É isso mesmo?

Pedro Rezende –Esta é uma maneira emblemática de resumir o que está transparecendo do episódio da petição ao TSE, denunciando irregularidades e que foi arquivado.

Viomundo — O sistema de votação está há anos nas mãos de mãos de poucas empresas, que são dispensadas de licitação. Isso não é estranho?

Pedro Rezende –Do ponto de vista de quem acredita na propaganda institucional do TSE, sim.

Viomundo – O que cabe à Módulo e à Engetec nesta eleição?

Pedro Rezende – A Módulo é a empresa do programa que pode ser usado para iniciar fraudes por contaminação de urnas  – o Inserator CPT. Ela desenvolve, mantém e ajuda a operar o SIS, e que deveria responder por seu desempenho e efeitos colaterais.

Segundo o jornalista Luís Nassif, no artigo A imprensa e o estilo Dantas, o atual presidente da Módulo [Sérgio Thompson-Flores] confessou ter trabalhado para a Kroll.

Ou seja, era daquela organização multinacional surgida nos EUA para espionagem e operações gerais de guerra cibernética, que se envolveu num escândalo de traições e operações criminosas vindas à tona em 2008, por efeito da operação Satiagraha.

À Engetec cabe preparar as urnas para os dois turnos em sete estados da federação.

Ela pertence a um membro da campanha do candidato que subiu 14 pontos na véspera do 1º turno. [Observação do Viomundo: o professor refere-se, respectivamente, a Wilson Nélio Brumer, o “doutor Cemig”, e a Aécio Neves]

Viomundo — O que o senhor acha de a eleição neste domingo estar nas mãos de uma empresa, cujo diretor-presidente é ficha suja,e de uma empresa já denunciada pelo Ministério Público Federal?

Pedro Rezende — O eleitorado que não acha nada precisa acordar. Pode vir depois a sentir saudades do nível de corrupção que queria ver varrido do mapa a qualquer custo em 2014, mesmo que com ajuda de empresas para fraude eleitoral.

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Rui Falcão: PT fará apuração paralela em 4 mil urnas

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Estamos investigando a hipocrisia de deputados e senadores que dizem uma coisa ao condenar Dilma Rousseff ao impeachment mas fazem outra fora do Parlamento. Hipocrisia, sim, mas também maracutaias que deveriam fazer corar as esposas e filhos aos quais dedicaram seus votos. Muitos destes parlamentares obscuros controlam a mídia local ou regional contra qualquer tipo de investigação e estão fora do radar de jornalistas investigativos que trabalham nos grandes meios. Precisamos de sua ajuda para financiar esta investigação permanente e para manter um banco de dados digital que os eleitores poderão consultar já em 2016. Estamos recebendo dezenas de sugestões, links e documentos pelo [email protected]

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Leila

29/10/2014 - 15h22

O PT ganhou, e aí? Vamos continuar denunciando, ou a fraude favoreceu oPT?

Responder

    Rodrigo

    29/10/2014 - 20h37

    sim, o que esta errado deve ser apurado e corrigido

Mário Henrique

27/10/2014 - 16h46

Projeto interessante e importante.

Eu peguei os boletins de urna das 8 sessões eleitorais onde eu voto e envie para eles:

http://www.vocefiscal.org/

Responder

Dalva - INDIGNADA

27/10/2014 - 11h25

É urgente a reforma política e da imprensa. Nunca vi tamanha disparidade, parcialidade e irresponsabilidade. é vergonhoso. se na rua alguém fende com palavras é punido. Como pode usar um meio de comunicação e dizer tanta burridade vergonhosa, tantos qualificativos imorais… Tanta parcialidade, prepotência, preconceitos e julgamento. Isto não é democracia… é patifaria. É urgente reformas.

Responder

Hipólito da Costa

27/10/2014 - 01h16

Seminário “O Voto Eletrônico no Brasil é Confiável?” Neste Seminário, organizado pelo Instituto Republicano e Fundação Alberto Pasqualini, realizado no Auditório da Sociedade de Engenheiros e Arquitetos do RJ em 10 de dezembro de 2012, um jovem, de codinome Rangel, apresentou-se para delatar como teria agido, invadindo a rede interna do TRE do Estado do Rio de Janeiro para, com ajuda e participação de elementos de uma empresa de telefonia e telecomunicações que presta serviços à Justiça Eleitoral brasileira, leiloar lotes de votos desviados de candidatos vítimas, durante a fase de totalização no dia da eleição, interceptando na origem (antes da criptografia atuar) a rede de transmissão de dados utilizada pela Justiça Eleitoral para executar centralizadamente a totalização. O Episódio, denunciado e discutido na segunda etapa do Seminário, ganhou o nome de Caso Saquarema. http://www.cic.unb.br/~rezende/trabs/seminarioIR-AP.html

Responder

Aparício Fernando

27/10/2014 - 01h14

Em Saquarema-RJ aconteceu um fato muito estranho. Antes das eleições municipais de 2012 era só andar pelas ruas e perguntar em quem o eleitor iria votar para prefeito que a resposta era unânime: Pedro Ricardo, candidato da oposição. Pois bem, o rapaz perdeu em todas, eu disse todas as 173 urnas da cidade. Perdeu e perdeu de muito. O mais estranho é que nas ruas alguns dias após as eleições os eleitores continuavam unânimes em dizer que votaram em Pedro Ricardo. Seria muito mais cômodo para o eleitor dizer que votou na candidata vitoriosa. Mas não, o eleitor batia o pé afirmando que votou no candidato da oposição. Curiosamente era difícil encontrar alguém que confirmasse ter votado na candidata vencedora, que coincidentemente é a esposa do deputado estadual Paulo Melo, presidente da ALERJ. Existem vários relatos na internet e inclusive vídeos no YOUTUBE atestando a vulnerabilidade das urnas eleitorais. Está lá pra quem quiser assistir. O fato é que todos os poderes encontram-se de um lado só da balança, prejudicando a alternância do poder, principal filosofia democrática. O TSE, bastante intransigente, por mais que existam evidências que comprovem, jamais irá admitir fraudes em suas ‘caixas pretas’. O ideal seria que a urna eletrônica emitisse, também, um cupom onde mostrasse em quem o eleitor votou. E que esse único cupom fosse colocado numa urna tradicional ao lado dos mesários, para fins de comprovação posterior. Uma coisa é certa: nenhum outro país no mundo, depois de examinar, quis comprar nosso ‘avançadíssimo, rápido e moderno’ método de escrutínio, nem o Paraguai.

Responder

Acabou

26/10/2014 - 23h27

Nada se confirmou, pois já que Dilma vence, isso é prova cabal das segurança e lisura do processo. E todo petista autêntico deve repudiar tudo que vier nesse sentido, pois é abrir espaço para oposição questionar um legítimo desejo do povo.

Responder

    Jordane Gomes

    29/10/2014 - 02h18

    Desejo do povo ??só se fo o povinho da sua cabeça. Eu sou do povo e não desejo que Dilma seja presidente da república, e grande parte da população que é o que se via.

WANDERLEY SANTOS FERRAZ

26/10/2014 - 21h13

DILIMA,,,,,DILMA DILMA…DILMA…DILMA…DILMA….DILMA…DILMA…DILMA…DILMA;;;DILMA131333333333333333333333331313131313131313131313 É TREZE;;……….MELHOR PARA O BRASIL…….BEIJOS QUERIDA PRESIDENTA;;;;;;;DEUS Á ABENÇÕE…….VAMOS MELHORAR NOSSA NAÇÃO…….MAIS INCLUSÃO SOCIAL…MAIS …EDUCAÇÃO……VALEU A LUTA;;;;;;MUITAS MADRUGAS ATUANDO NESSA ELEIÇÃO…..DIMLA LÁ ..;;E RUI CÁ;;;MELHOR PARA A BAHIIAAIAIAIAIAIIAIAAAAAA;;;

Responder

Sergio Govea.

26/10/2014 - 16h44

Do PSDB não se pode esperar nada.

Mas, do judiciário não poder se esperar nada é questão de Estado.

O mundo das licitações é o pior que se pode imaginar.

Há algo de muito sujo nas entranhas do poder aqui no Brasil.

Estamos nas mãos de bandidos. Essa é a verdade.

Responder

Urbano

26/10/2014 - 16h07

Vai ver que o superior foi substituído por supra…

Responder

Marat

26/10/2014 - 14h30

O meu maior medo, ou mesmo um quase pânico reside ai: O PSDB tem muito, mas muito dinheiro, sua tropa nas ruas, no melhor estilo fascista, está cada vez mais truculenta, e em suas hostes há muitos hackers e outros malfeitores… Não acredito que fosse verdadeira a votação creditada ao candidato da extema direita… O PT e os partidos de esquerda precisam se modernizar nessa área e ter técnicos que possam monitorar os fascistas e pegá-los em flgrante delito!

Responder

Roberto

26/10/2014 - 11h50

Temos que nos juntar. Todo povo brasileiro. E oferecer uma recompensa muito alta a quem tenha informações com provas documentais ou de mecânica de fraude nas urnas no primeiro e segundo turnos. E oferecer sigilo à fonte, mas pedir que denuncie quem fraudou. Quem é o encarregado da fraude e em que locais. Depois das eleições, se houver indícios de fraude, temos que promover um tuitaço mundial de fraude nas urnas brasileiras para eleições presidenciais.

Responder

fernando oliveira

26/10/2014 - 08h39

As urnas eletrônicas são tâo seguras quanto um segredo guardado por três pessoas.

Responder

rioberto ravena

26/10/2014 - 03h33

A quem o TSE tenta enganar com essas urnas que não possibilitam recontagem e são uma caixa preta? Há muito a Justiça Brasileira deixa a desejar nas questões de Justiça. Temo pelo que fará neste segundo turno com nosso voto. Com desculpas esfarrapadas, não deixou haver a introdução do voto impresso e checado pelo eleitor. Essa é a bala de prata deixada preparada pelo STF ao não aceitar a impressão do voto, sua checagem pelo eleitor e a posterior inserção na urna lacrada para contagem manual. O nosso voto está nas mãos de uns poucos e realmente duvidamos de suas intenções, face a mostra de sua conduta ideológica e perante à Justiça.

Responder

FrancoAtirador

26/10/2014 - 02h28

.
.
Conceição/Azenha.

Perdão, está faltando a letra ‘l’ [éle]

no fim do link ‘html’ para a entrevista

com o Professor Diego Aranha da UnB:

(http://www.viomundo.com.br/denuncias/diego-aranha-fragilidade-de-urna-brasileira-abre-caminho-para-voto-de-cabresto-digital.html)
.
.

Responder

Willian

26/10/2014 - 00h51

Pessoal,

RECEITA INFALÍVEL PARA ANULAR O PANFLETO DA VEJA:

No site do TSE tem a notícia da decisão que concedeu o direito de resposta à Dilma.

Vamos imprimir e espalhar pra todo mundo amanhã, sem esquecer de postar no facebook também.

Basta destacarmos este trecho da decisão, que os indecisos irão abrir os olhos na hora. Palavras do próprio juiz, na referida decisão:

“o direito de resposta não possui contornos de sanção, mas o exercício constitucional da liberdade de expressão, por meio do mesmo veículo, conquanto se aviste ofensa grave… ……………………………..E/OU AFIRMAÇÃO SABIDAMENTE INVERÍDICA………………………” (GRIFO NOSSO).

Para ler a notícia na íntegra (TSE), basta ir no link abaixo:

http://www.tse.jus.br/noticias-tse/2014/Outubro/concedido-direito-de-resposta-a-coligacao-de-dilma-na-revista-veja

Em quem o povo irá acreditar ??? Na palavra de um Ministro, que foi publicada no site do TSE, ou na palavra de um criminoso (doleiro), que foi publicada na VEJA ???

Responder

    Rita Candeu

    26/10/2014 - 09h10

    querido

    agora não se trata mais de povo acreditar ou não

    estamos falando de FRAUDE nas urnas

    100 % do povo pode votar em Dilma e assim mesmo vão dar um jeito de aécio ganhar – tendeu?

Maria Auxiliadora Mozzelli

26/10/2014 - 00h17

Acredito que após ter sido descoberto fraudes no primeiro turno das eleições e as mesmas foram descobertas e divulgadas, no segundo turno terão mais cautelas em não cometê-las, já que há um risco das pessoas se rebelarem contra o golpe das urnas, através de fraudes. Deus permita que tudo ocorra na normalidade.

Responder

FrancoAtirador

26/10/2014 - 00h04

.
.
Em 2002, Especialistas da ONU

já questionavam a tal e-Urna,

sem impressão do voto, do TSE.

(http://naofo.de/1qqq)

Domingo, 5 de Maio de 2002
Diário de Pernambuco

Urna eletrônica é vulnerável a fraudes

Especialista da ONU
diz que votação informatizada
não garante segurança total

PORTO ALEGRE – O processo de votação eletrônica adotado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é suscetível a fraudes.

O alerta foi feito pelo consultor da Organização das Nações Unidas (ONU)
para sistemas eleitorais, Evandro Oliveira, durante uma palestra e
m Porto Alegre na sexta-feira, durante o 3º Fórum Internacional Software Livre.

“É uma falácia a afirmação de que o sistema eleitoral
e os programas da urna eletrônica são 100% seguros”, declarou.

Além de apontar alguns pontos que considera frágeis,
Oliveira questionou a transparência do sistema,
apresentou propostas para corrigir as falhas
e defendeu a necessidade de implantar a recontagem de votos.

“A quem interessa a rapidez na divulgação de resultados
que não possibilitam auditoria
e não prevêem a hipótese de recontagem de votos?”, indagou.

“Nas últimas três eleições com urna eletrônica,
a palavra das pessoas é a única garantia dada
para a integridade do processo”, afirmou,
ressaltando que o sistema estruturado pelo TSE
põe a segurança nas mãos de poucos,
“que não sabemos quem são”.

Segundo o consultor, a utilização do chamado software livre,
no qual o código-fonte do programa é de domínio público,
é a forma de dar transparência ao sistema informatizado.

Ele apontou que nem mesmo o TSE conhece inteiramente o código-fonte
utilizado pelos programas fechados que usa na eleição.

Com o software livre (ou aberto), além de transparência há economia,
ao reduzir ou eliminar o custo pago pelas licenças de uso,
e é possível realizar uma auditoria completa nos programas.

Oliveira disse que o TSE tem posto obstáculos às auditorias.

Ele destacou que o Brasil é o único país
a contar com uma eleição totalmente informatizada.

Mais de 50 nações vieram conhecer o sistema,
mas nenhuma quis adotar, além do Paraguai ,
que decidiu fazer uma experiência [mas desistiu em 2008],
observou Oliveira.

DISQUETES [Hoje, PÊNDRÁIVIS]- O consultor também recordou as críticas feitas em eleições anteriores em relação ao processo de identificação do eleitor, que é executado na mesma urna onde seu voto será registrado,e desmentiu a noção de que todo o sistema é criptografado.

Segundo explicou Oliveira, até às 17h do dia da eleição,
quando a votação é encerrada, “não há nada criptografado”.

A partir deste momento, é gerado um disquete com dados criptografados,
que serão transmitidos.

Para votar em 2002, o eleitor terá que registrar seis votos
com o uso mínimo de 23 teclas, disse Oliveira.

Ele chamou a atenção para a queda “assustadora”
nos votos brancos, nulos e abstenções
depois da introdução da urna eletrônica.

“As pessoas mudaram os sentimentos cívicos
depois da urna eletrônica?”, questionou.

Apesar das críticas, Oliveira ressaltou que não é a favor do retorno
do sistema manual de votação, mas sim do aperfeiçoamento do voto eletrônico.

Segundo ele, o método antigo consolidou fraudes durante décadas,
que foram eliminadas pela urna eletrônica, mas novas fragilidades surgiram.

(http://www.old.pernambuco.com/diario/2002/05/05/brasil3_0.html)
http://naofo.de/1qqq
.
.
(http://abre.ai/urna-eletronica-vulneravel_entrevista_prof-unb)
.
.
Especialista Indiano Foi Preso na Índia

Por Mostrar Vulnerabilidade da Urna Eletrônica

PESQUISADOR CONSEGUIU URNA DE UMA FONTE ANÔNIMA

E EQUIPE MOSTROU SER POSSÍVEL PROGRAMAR A MÁQUINA

PARA DESVIAR OS VOTOS A UM DETERMINADO CANDIDATO.

Outra Demonstração Foi Capaz de Alterar
os Votos Armazenados na Urna Eletrônica.

O Sistema Eletrônico Indiano [*] é Similar
ao Utilizado nas Eleições do Brasil.

::23/08/2010::
Convergência Digital | Seção: Segurança

A demonstração de que é possível fraudar eleições
realizadas com urnas eletrônicas
criou uma situação curiosa na Índia.

O líder da equipe responsável
pela demonstração da vulnerabilidade,
o pesquisador Hari Prasad, foi preso
por não revelar a fonte que lhe forneceu
uma das urnas para a realização dos testes.

Prasad, juntamente com o professor da Universidade de Michigan,
nos EUA, Alex Halderman, e o ativista holandês Rop Gonggrijp,
demonstraram no início deste ano que o sistema eletrônico
de votação pode ser manipulado.

A demonstração pode ser conferida em um site na internet:
(http://indiaevm.org).

A urna eletrônica indiana é similar
à utilizada nas eleições do Brasil.

Segundo os responsáveis pelo teste,
um dos ataques envolve a substituição
de uma pequena peça da urna,
similar ao componente real,
pela qual a máquina pode ser
instruída a transferir parte dos votos
para um dos candidatos.

Outra demonstração foi capaz de alterar
os votos armazenados na urna eletrônica.
“Esses ataques não são complicados
ou difíceis de serem feitos,
mas seriam difíceis de serem
detectados ou evitados.

A melhor maneira de prevenir é contar os votos
utilizando-se as cédulas de papel”,
diz o site sobre a apresentação dos testes,
defendendo o sistema de impressão dos votos.

Prasad chegou a combinar um teste
com a comissão eleitoral indiana,
mas a entidade recuou
e ele conseguiu uma urna
graças a uma fonte anônima.

A decisão de não revelar essa fonte
foi o argumento usado pelas autoridades indianas
para a prisão do especialista.

(http://www.noticiastecnologia.com.br/india-prende-especialista-que-mostrou-vulnerabilidade-da-urna-eletronica)
.
.
O modelo DRE de Urna Eleitoral (Direct Recording Electronic Voting Machine),
adotado aqui no Brasil pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE),
foi excluído das Normas Técnicas nos United States of America (2007),
foi abandonado no Paraguai (2008) e na Argentina (2011),
proibido na Holanda (2008), declarado inconstitucional na Alemanha (2009)

Após um incidente nas eleições do Equador, em outubro de 2006,
quando o consórcio de empresas brasileiras Probank/Via Telecon
não conseguiu encerrar corretamente a totalização dos votos,

e onde estiveram presentes para acompanhamento e certificação
o Sr. Rafael Bielsa, chefe dos observadores da OEA,
o Sr. Paulo Camarão, ex-secretário do TSE brasileiro,
e o sr. Paulo Nakaya, um dos projetistas da urna brasileira,

a Organização dos Estados Americanos (OEA)
suspendeu o programa de difusão das urnas brasileiras.

[*] Em 2014 a Índia passa a usar urnas com voto impresso
que atendem ao Princípio da Independência do Software em Sistemas Eleitorais.

Também em 2014, o Equador realiza testes em algumas províncias,
utilizando a e-Urna combinada com voto impresso,
usando as tecnologias desenvolvidas na Argentina, Venezuela e Rússia,
e implementará o voto eletrônico, com impressão, nas eleições de 2017.

(http://pt.wikipedia.org/wiki/Urna_eletr%C3%B4nica_brasileira#Descri.C3.A7.C3.A3o)
.
.
Espera-se que a Fiscalização do PT faça,

ao menos, a Checagem dos Pên Dráivis,

que, aliás, no 1º Turno, apareceram

espalhados pelas ruas, em Goiás,

junto com todo o material Oficial

de uma Seção Eleitoral do TRE-GO.

(http://abre.ai/suspeita_fraude_secao-eleitoral-tre-goias)
.
.
(http://www.viomundo.com.br/denuncias/urnas-brasileiras-sao-um-atentado-democracia.html)
.
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Responder

rhô

25/10/2014 - 23h58

E o pior de tudo é que NÃO é neura… é possível, sim, senhores!
Aos poucos e pelas beiradas eles vão tomando conta e isto É terrível.
O que aconteceu, no primeiro turno, no RS é prova viva. Nem o incompetente do sartori esperava a tal “virada” até hj. eles não “explicam” ficaram tão surpresos que não tiveram tempo nem de fazer um programa de governo. o favorecimento pegou-os de calças curtas.

Responder

XAD

25/10/2014 - 23h49

Olha, a matéria é estarrecedora (para dizer o mínimo). Primeiro, pensei em sugerir o reenvio do email para a Corregedoria do TSE. Agora, nem sei. Ocorre que o Ministro João Otávio de Noronha, que é o Corregedor do TSE, desde 02/09 (sucedeu a Min. Laurita Vaz), é mineiro e fez carreira por aquelas bandas. Desde 2009, aliás, é “medalhista” do Governo do Estado de MG:

1) Medalha Santos Dumont, no Grau Ouro – Governo do Estado de Minas Gerais – 26/11/2009 – Belo Horizonte – MG.

2)O Tribunal de Justiça Militar do Estado de Minas Gerais, aprovou voto de congratulação ao Ministro João Otávio de Noronha, por sua agraciação com a Medalha de Honra do Ministério Público do Estado de Minas Gerais, pelos relevantes serviços prestados àquela instituição e à cultura jurídica do país – 08/09/2010 – Belo Horizonte – MG.

3) Grande Medalha Presidente Juscelino Kubitschek, concedida pelo Governo do Estado de Minas Gerais, em 12/09/2013.

Então, acho eu que ele não deve estar lá muito preocupado com essa questão de eventual fraude nas urnas. Enfim.

Responder

Alexandro Rodrigues

25/10/2014 - 22h59

O golpe está em andamento, veremos o resultado amanhã!

Parece coisa de maluco, mas não é, é a política estúpido!

Tiram no intervalo de um dia 1 ponto percentual de Dilma nas pesquisas. É para fazer a “vitória” de Aécio incontestável.

Misteriosamente, a sede da Veja amanhece depredada. As câmeras de segurança captaram o vandalismo? Não, misteriosamente nenhuma imagem!

O JN dá destaque de 10 minutos ao golpe do “Eles sabiam de tudo”.

O povo, ESTARRECIDO, resolve acabar com a corrupção tirando o PT do poder, como o Aécio disse no debate.

PSDB frauda as urnas (com ajuda externa) e Aécio ganha as eleições.

Xeque mate!

Responder

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