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Ao vivo, STF retoma julgamento de Eduardo Cunha

02 de março de 2016 às 15h10

 

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Julio Silveira

03/03/2016 - 16h23

Eu só quero saber quando o meliante vai ter que responder nas barras da justiça. Ou a justiça brasileira é como o sistema moro?

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FrancoAtirador

02/03/2016 - 18h30

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Milhões de BraSileiros 6 x 0 Milhões de Cunhas
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Por enquanto, votaram pelo Recebimento da Denúncia
e, por conseqüência, pela Instauração da Ação Penal
contra o Deputado Federal Eduardo Consentino Cunha:
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Teori Zavascki (Relator)
Carmem Lúcia
Luís Roberto Barroso
Luiz Edson Fachin
Marco Aurélio Mello e
Rosa Weber
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Já há, portanto, Maioria Absoluta do Pleno do STF
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(http://www.stf.jus.br/portal/cms/listarNoticiaUltima.asp)
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Responder

FrancoAtirador

02/03/2016 - 15h43

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Ex-Procurador-Geral da República (PGR),
Antônio Fernando de Souza, hoje advogado,
faz a Defesa de Eduardo Cunha no STF.
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Em 2006, Souza, então o PGR, ofereceu, no Supremo,
a Famigerada Denúncia Midiática contra 40 Pessoas,
no Caso Apelidado de Mensalão por Roberto Jefferson.
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Quase 10 anos depois, o homem que ficou famoso pela denúncia que iniciou o julgamento do mensalão retorna ao STF (Supremo Tribunal Federal) na condição de advogado de um dos principais personagens do escândalo da Lava Jato.
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O ex-procurador-geral da República Antônio Fernando de Souza é um dos advogados do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), suspeito de receber propina do esquema investigado pela Operação Lava Jato. Cunha nega as acusações.
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Nesta quarta-feira (2), o STF iniciou o julgamento que decidirá se o presidente da Câmara será ou não réu do crime de corrupção e lavagem de dinheiro.
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Depois da aposentadoria, em 2010, Antônio Fernando decidiu seguir a carreira de advogado
e virou sócio do escritório Garcia de Souza Associados, com sedes em Curitiba e em Brasília.
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Legalmente, não há nenhum dispositivo legal que impeça Souza de advogar
para quem quer que seja. Mas a decisão de defender Cunha (seu cliente mais famoso até agora)
causou estranheza ao deputado federal Ivan Valente (PSOL-SP),
um dos responsáveis pela ação que pede a cassação do presidente da Câmara
por quebra de decoro parlamentar:
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“Eu acho que alguém que passou pela PGR tem o direito de exercer a profissão,
mas nesse caso, como ex-representante da PGR, inclusive no caso do mensalão,
eu acho que ser advogado de uma figura como Eduardo Cunha é indefensável.
Eu acho que é contraditório e incoerente”, diz Ivan Valente.
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Antônio Fernando não é o único advogado de Cunha,
mas pessoas ligadas ao estafe do presidente da Câmara
afirmam que ele é o principal estrategista da defesa feita ao STF.
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UOL/FOLHA.
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