VIOMUNDO

Absurdo! Veterinário de São Carlos é proibido de prestar atendimento gratuito a animais de pessoas carentes; veja o vídeo

02 de fevereiro de 2016 às 22h07
 Veterinário Ricardo e esposa

Veterinário Ricardo Fehr Camargo e esposa, também veterinária

 

Dica de Gerson Carneiro, via e-mail

 

DESCUPEM ESSE DESABAFO !!INFELIZMENTE , NAO PODEREI MAIS REALIZAR OS ATENDIMENTOS GRATUITOS AOS SÁBADOS , POR ENTENDEREM…

Publicado por Ricardo Fehr Camargo em Segunda, 1 de fevereiro de 2016

02 de fevereiro de 2016 – Por Vilma Reis

OUTRO LADO

A nota do CRMV de São Carlos a respeito do assunto:

Captura de Tela 2016-02-03 às 11.58.57

Leia também:

O que o depoimento de Dirceu nos diz sobre o foco dos investigadores na família de Lula

 

21 Comentários escrever comentário »

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joão ribeiro

15/02/2016 - 01h42

deixa eu ver se eu entendi ! segundo o crmv é falta de ética ser a última esperança de animais q foram rejeitados por eles por falta do vil metal . então eu faço uma pergunta aos membros do crmv : qtos animais carentes eles atenderam desde o começo do ano ? eles estão preocupados com a concorrencia ? por quê ? o publico alvo deles são distintos . sinceramente ! eu me preocuparia em deixar meu pet nas mãos de veterinários q aprovam essa decisão do crmv .

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mineiro

03/02/2016 - 14h17

o pais caminha para a beira do abismo mesmo , é a ditadura via judiciario entrando em açao. na atual situaçao do brasil sem rumo , sem governo e nas maos dos facistas do judiciario , do pig e da elite. cada agora se acha no direito de agir a sua maneira sem respeitar ninguem. todo mundo acha exagero em dizer que o brasil é uma ditadura disfarçada , ninguem acredita. vai ser dai para pior , se ninguem combater essa ditadura que esta no brasil. e ainda tem gente idiota que acredita que o golpe ou impeachment foi derrotado. o golpe ja dado no brasil , o golpe é isso ferir a lei, agir da maneira que os golpistas querem e isso esta acontecendo no brasil. é o caso desse veterinario e muitos outros piores . entao quer dizer se uma pessoa estiver precisando de ajuda tem que ser atraves de ong para ajudar , é a mesma coisa , se ele nao esta cobrando , nao esta maltrando os animais e ta fazendo porque quer , por caridade , porque tem muita gente que pode pagar. agora matar pode, roubar pode , corromper pode, agredir os outros pode, nao cumprir as leis pode. isso pode ajudar os animais nao, é brincadeiraaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa uma coisa dessas , mas na atual situaçao do brasil e do mundo , nao pode duvidar de mais nada.

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André

03/02/2016 - 13h57

Absurdo inimaginável!!!! Como a ciência e seu uso através dos conhecimentos construídos historicamente e passados pelas Universidades, podem ser subjugados pelo capital. Prestar um serviço, e o cobrar por ele, é algo íntimo e pessoal de quem o oferece. Imaginem só, um grupo corporativo que se diz defensor da profissão preocupado não com meus procedimentos técnicos e operatórios, salubridade e etc , mas preocupados se vou cobrar …e quanto!!!!

Ainda se não bastasse tem uma burocracia que diz como e de que maneira se deve ajudar, ser ético. É estarrecedor o que este conselho entende por ética. O que este conselho está pensando que está fazendo? Qual a importância da profissão a não ser o de ajudar a construir uma sociedade melhor? E o que o dinheiro, ou a quantia que se paga pela consulta, em especial, tem haver com isso? Como vou precisar de carimbo, CNPJ, ONG e o car…. para saber se posso ajudar ou não?

O doutor é o cara, tem uma profissão maravilhosa. Agora resta saber qual é a profissão desta moçada que está no conselho a que ele está submetido….medicina veterinária é que não é!

Boicote e petição neles já!!!!

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Vanderley Martins

03/02/2016 - 13h42

Solução: cobrar a consulta em um valor de R$ 1,00 de valor simbólico.

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Otto

03/02/2016 - 12h19

Enquanto isso, os aborteiros de esquerda pedem o aniquilamento dos bebês com microcefalia…

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    Rita Candeu

    03/02/2016 - 13h48

    não fale sobre o que não sabe
    seu comentário é raso e pífio

    Carlos Henrique

    03/02/2016 - 17h50

    Volte para o pasto e pare de comer cocô, pois estás falando merdas!!

    Gerson Carneiro

    04/02/2016 - 16h10

    O Zika vírus, transmitido pelo Aedes aegypti, causa microcefalia em fetos.

    O Zucker vírus, transmitido pelo facebook, causa microcefalia em adultos.

    Parece que temos um caso aqui.

    joão ribeiro

    15/02/2016 - 01h45

    eu acho q vc quis dizer “acefalia” o q é um caso mto mais delicado .

Pedro

03/02/2016 - 12h12

O tema é delicado, polêmico, e trazê-lo à discussão é importante. Devemos sempre ler, discutir, aprender e entender os diferentes pontos de vista. Com esse espírito, creio que algumas reflexões são necessárias. Um médico veterinário pode fazer caridade? Claro que sim. Mas é preciso algum cuidado. Não posso afirmar que seja esse o caso do veterinário envolvido na polêmica, mas é muito frequente que profissionais inescrupulosos usem o artificio da consulta gratis para atrair mais clientes. Entendam que consulta grátis normalmente se refere apenas ao exame físico do animal, sendo quaisquer outros procedimentos, tais como vacinação, desparasitação, exames de sangue, radiografias, injeções, medicamentos cobrados em separado.
Ao utilizar sua própria clínica (que por sinal não se encontra regularizada junto ao CRMV-SP, constituindo um segundo problema) para realizar esse atendimento, mesmo que tenha a melhor das intenções, torna-se difícil separar seu trabalho de caridade e utilidade pública, do seu ganha pão, dando margem à suspeitas de que use as consultas gratuitas que realiza como artificio para se autopromover, angariar mais clientes e lucrar com os procedimentos cobrados a parte. Portanto, é compreensível e legítima a restrição das ações de utilidade pública à instituições sem fins lucrativos.
A nota do CRMV-SP (http://www.crmvsp.gov.br/site/noticia_ver.php?id_noticia=5568) deixa claro que não há por parte da entidade nenhuma restrição à ações de atendimento de animais carentes realizadas por entidades sem fins lucrativos como, ONGs, instituições públicas ou entidades e empresas a elas conveniadas. Se a intenção dele é prestar esse tipo de serviço, basta que o veterinário em questão se associe à alguma iniciativa já existente ou mesmo crie a sua própria ONG, evitando assim quaisquer suspeitas sobre a lisura de sua conduta.

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    Francisco Cavalcante Souto

    03/02/2016 - 12h37

    Pedro, sua participação nas discussões, mostram que tem conhecimento da causa. Gostaria de saber sua profissão pois, pelos comentários, está a favor integralmente ao CRMV, embora faça as ressalvas. Sou administrador e aposentado, e defensor intransigente dos animais de estimação. E, sendo de pessoas sem condições, mais ainda.

    Rita Candeu

    03/02/2016 - 13h53

    Só me explica porque atender cães e mantê-los saudáveis não é utilidade pública

    sem esse atendimento esses cães podem disseminar doenças e até causar problemas para pessoas que entram em contato com eles – isso não tem importância alguma? isso não é de utilidade pública?

    é muito chororô por nada
    os que deviam ser investigados e autuados pelo prestimoso Conselho muito mais preocupado em proteger os veterinários que nada fazem para realmente ajudar a população sem condições financeiras

    André

    03/02/2016 - 14h38

    Pedro,

    Respeitosamente, mas como diria o velho provérbio, “uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa”.
    Inicialmente, quando falamos em conselhos, sabemos que seu nascimento nos leva à época do neoliberalismo, ainda presente nos dias de hoje, mas presente de uma forma mais aguda a algum tempo atrás, como reação ao estado intervencionista.
    São baseados em parâmetros de concorrência e competição de mercado, a despeito de dizerem que defendem a profissão e seus usuários. Então não é estranho que estes conselhos sejam vistos como entidades arrecadadoras e corporativas, pouco preocupadas de verdade com o profissional e quem de fato recebe seus serviços. Sobre esta última, basta ver o equilíbrio de suas preocupações quando trata de se ocupar com pessoas comuns e casos emblemáticos como este como quando comparamos com as faculdades, por exemplo, detentoras do capital e que prestam muitas vezes serviços duvidosos. Caso em que caberia alguma ação do conselho pelo menos para divulgar, informar ou estabelecer debates preocupados com a formação dos futuros profissionais. Isso definitivamente não acontece!!!!

    A começar destas premissas já tenho minhas dúvidas sobre a questão da regularização junto ao tal conselho que comenta. Mas, de qualquer maneira, o fato claro é que ele foi impedido de fazer seu labor, não porque há pendência de regularização (que com certeza tem a ver com cobrança também!!!), mas porque está fazendo gratuitamente. Segundo a moça que estava no vídeo, que julgo ser a representante do conselho, a gratuidade não é de utilidade pública e este é o fato absurdo que está em questão!!!!

    Boicote e petição neles já!!!!!

    Rodolfo

    03/02/2016 - 16h45

    Sobre o argumento abaixo, elimina-se a presunção da inocência. Todos são suspeitos até que se prove o contrário. Muito bão, uma lição de Direito… É a mesma coisa que dizer que o teor de seu comentário, por melhor que seja a intenção, mas por dar “margem à suspeitas” vem de gente de dentro do Conselho, ou ligado a ele, interessado exclusivamente em defender os interesses das grandes clínicas, apaniguados ou de quem “paga por fora” por “proteção” contra “ameaças”. É bom ser tratado como suspeito de ser um “profissional inescrupuloso” de uma hora para outra, não é mesmo?

    “Ao utilizar sua própria clínica (que por sinal não se encontra regularizada junto ao CRMV-SP, constituindo um segundo problema) para realizar esse atendimento, mesmo que tenha a melhor das intenções, torna-se difícil separar seu trabalho de caridade e utilidade pública, do seu ganha pão, dando margem à suspeitas de que use as consultas gratuitas que realiza como artificio para se autopromover, angariar mais clientes e lucrar com os procedimentos cobrados a parte. Portanto, é compreensível e legítima a restrição das ações de utilidade pública à instituições sem fins lucrativos.”

SILVIO MIGUEL GOMES

03/02/2016 - 09h15

E é um caso de Saúde Pública. O trabalho do Veterinário devia receber ajuda da Adminstração Público e alcançar o máximo possível de pessoas que são donos de animais domésticos.

Trabalhando como Escrivão de Polícia (já aposentado) recebia denúncias de que em muitas casas havia animais sendo tratados com crueldade ou não sendo cuidados como se deve porque os donos eram muito pobres. A situação era muito preocupante, pois não tem dúvidas de que podem trazer doenças e atingir principalmente crianças.

Responder

Julio Silveira

03/02/2016 - 07h13

Eu já tinha visto esse vídeo numa página social da internet, é só posso dizer que esse conselho de classe está fazendo mesmo o papel de fiscais das classes sociais, para manter o abismo entre elas. Tem gente que teima em dizer que não há luta de classes no Brasil, mas aí está um exemplo, é não é só esse. Existe no Brasil toda uma estrutura montada para preservar a separação das classes sociais. Aqueles das classes sociais mais elevadas que ousarem romper essa estrutura podem, e é quase certo isso, sofrerem represálias. Quanto à classe menos favorecida, bom, essa o xadrez mostra o quanto a elite nacional é tolerante com ela, em comparação com eles.

Responder

    Renato Alves

    04/02/2016 - 10h11

    Vade retro!

FrancoAtirador

03/02/2016 - 00h17

.
.
Já os Seres Humanos Carentes
.
os Médicos se recusam a tratá-los.
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Responder

José de Pindorama

02/02/2016 - 23h44

Caros Comentaristas, boa noite.
Quero parabenizar o jovem veterinário e a sua esposa por executarem sim, um serviço de utilidade pública de forma gratuita. Com essa atitude vocês cuidam de dois pacientes, um é o animal em si, doente e sem perspectiva, já que seu ‘dono’ está desprovido de condições financeiras, e ainda na maioria das vezes, o animal é oriundo das ruas em condições lamentáveis. O outro paciente, é o próprio ‘dono’ que de fato ‘sofre’ com a dor que passa o animal.
Posso dizer que aqueles que têm respeito para com os animais, o terão com os seres humanos. E que atitude de vocês é de um verdadeiro Ser Humano em toda sua plenitude; solidário e respeitando a Ética das Espécies. É o que é mais lamentável que tipo de ser humano, e impelido por qual sentimento, ofertou ao Conselho, à denúncia?
Já com o Conselho Federal de Medicina Veterinária, uma pergunta: – O quanto representa, em percentual, o trabalho do nobre casal de veterinários, e qual seu impacto anual no ‘mercado’ de São Carlos? Postura extremamente mercantilista do Conselho. Outra pergunta: – Onde estava o nobre Conselho no episódio do Instituto Royal, de São Roque? Pessoas como esse casal, deveriam constar como voluntários em trabalhos sociais, tendo uma contra-partida do Estado, nessa área, pois, estão prestando um serviço importante para o interesse público, focado numa camada desprovida de recursos, além de tratar dos próprios animais castrando, impedindo por exemplos pragas ou epidemias.
Aqui vai uma sugestão não só para o Conselho Federal pertinente à área e sim para vários Conselhos Federais –Menos mercantilismo e mais humanismo. Profissionais focados no mercantilismo têm produzido uma séria dicotomia entre esses e a população em geral, gerando um prejuízo incalculável para ambos. Algumas profissões liberais já passam a gozarem de uma animosidade latente na população.

Responder

    Rita Candeu

    03/02/2016 - 13h56

    perfeito

    assinando em baixo

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