cARLOS tAKAOKA (25/07/2008 - 22:48)
sEGUNDO DADOS DA oms, DURANTE O SÉCULO xxi 100 MILHÕES DE PESSOAS MORRERÃO POR DOENÇAS CAUSADAS PELO TABACO, UM MILHÃO POR ANO. sEGUNDO INFORMAÇÕES DA INTERNET, A PLANTA
CONHECIda como "cannabis sativa" e "indica" é utilizada pela medicina indiana e chinesa, é utilizada como anestésica e contra dores diversas a 5000 anos.....durma-se com um barulho desses. Cannabisx tabaco?
Marcos (08/07/2008 - 21:59)
Falacias.
Somente a cannabis na Holanda é que é "liberada". Outros tipos de drogas sao tao proibidas como aqui.
Comercializar cannabis legalmente no Brasil é utopia. O ideial seria simplesmente nao prender e nem classificar como traficante, quem tiver uns 5 ou 10 pezinhos plantados em vasos, em casa, para seu consumo pessoal - assim como é no Canada, e na maioria dos paises da Europa.
O que pouca gente sabe é que a cannabis foi demonizada no Brasil pelo governo militar na epoca da ditadura. Procurem saber sobre os "cigarrinhos de indio" que se vendia no Brasil, antes dos anos 50.
Infelizmente no Brasil, por ignorancia publica, o usuario de cannabis é comparado a viciados em cocaina, crack, heroina, anfetaminas e outras drogas mais pesadas.
Bom, menos mal né? No sudeste asiatico, paises onde o consumo da cannabis é historicamente relatado a seculos, por influencias politicas imperialistas norte americanas, por apenas 30 gramas, o cidadao pode ser condenado a morte!
Ramalho (28/05/2008 - 12:38)
A crença de que a liberação das drogas aumentaria o seu consumo é idiota. O cigarro, por exemplo, é uma droga liberada cujo consumo vem diminuindo. Aliás, os impostos dos fumantes, por ser o fumo uma droga legalizada, servem para ajudar a manter o sistema público de saúde e para manter a campanha permanente de combate ao tabagismo. Um dos outros benefícios que a legalização das drogas propiciaria é a redução da criminalidade em todo o Brasil. Há exemplos no mundo, como é o caso de Amsterdam, local onde drogas são liberadas, no qual a criminalidade por causa das drogas é ínfima se comparada à brasileira. Outro exemplo: durante a lei seca nos EUA, a corrupção policial e a violência criminosa aumentaram acentuadamente, e o consumo do álcool não diminuiu. Além destes fatos incontestes, há ainda o seguinte: a política de repressão às drogas, mais de meio século depois de sua aplicação ininterrupta, mostrou eficácia muito reduzida, para não se dizer que fracassou. Mesmo assim, o alcaide carioca quer insistir na aplicação desta política comprovadamente promotora de corrupução policial, de corrupção política, de aumento da violência e que não reduziu o consumo das drogas a níveis toleráveis. Quem e o quê são idiotas nesta história?
Everton, de Belo Horizonte (20/05/2008 - 18:35)
Fora com as drogas! Já temos deputados e senadores demais, não precisamos de mais drogas!
Guillermo (13/05/2008 - 16:28)
No Governo Federal a Sra. Dilma é a mãe do "PAC" e no Municipal-RJ o Sr. Maia é o pai da "DENGUE" (em uma sociedade séria estaria sendo processado criminalmente), sem falar que no seu primeiro governo, no último ano, esburacou a cidade do Rio inteira, a NET passou os cabos e nós pagamos a conta, portanto não é de impressionar sua argumentação "pirotécnica", afinal ele hoje está no DEM (algo como se o partido Nazista de Hitler se denominasse HUM de humanistas), conclusão seria um imenso favor a nação Brasileira se este senhor se retirasse definitivamente da Política e levasse seu filho junto.
Nilson de Vix (07/05/2008 - 14:17)
Azenha, é preciso aqui previnir aos moralistas com preguiça mental que nem todos - acredito que a maioria - das pessoas que dão sua opinião nesse fórum democrático foram, são ou serão usuários de drogas ou apologistas pelo simples fato de abominarem a atual política oficial a respeito da repressão ao tráfico e/ou uso. Trata-se, na verdade, de exigir maior inteligencia nessa área. Chega da guerra absurda travada em nossa sociedade. Chega!
Rodrigo (07/05/2008 - 10:47)
Fazendo mais um comentário, acho que tão discriminante quanto proibir drogas leves é achar que só usuários é que apóiam tal idéia!
Maconha era consumida legalmente até o início do século XX. Um dos motivos para a proibição (inicialmente pelos EUA) foi a concorrência das fibras de cânhamo com a nova indústria de fibras sintéticas estadunidense.
Há muito controvérsia por aí, mas há quem diga que álcool e tabaco fazem mais mal do que maconha (assim como há quem diga o contrário).
Pelo sim, pelo não, pra mim tudo faz mal, mas acho que não faz sentido gastar dinheiro pra ficar repreendendo quem consome. Libera de uma vez, redireciona os gastos pra coisas que realmente precisamos, e ainda embolsa os impostos!
É óbvio que não vai ter propaganda na TV, nem outdoor, nem coisa nenhuma, assim como, há tempos, não tem mais propaganda de cigarro de tabaco!
Existe muito falso moralismo por aí, é o que eu acho.
Laércio Nunes (06/05/2008 - 20:38)
Droga, droga mesmo é ter César Maia prefeito do Rio de Janeiro.
donizeti costa (06/05/2008 - 19:06)
Caro Azenha
Discordo de quase tudo que o Cesar Maia faz ou fala.
Mas nesta sua crítica a pretensão de algumas pessoas de legalizar as drogas, assino embaixo do seu artigo.
Sinceramente, fazer defesa da liberação da maconha e de outras drogas, é óbvio que é apologia ao crime e ao criminoso.
É pura falta do que fazer.
A questão do consumo de drogas, além de ser claramente um problema de saúde pública, é um imenso atrativo para a criminalidade e um convite aberto ao aumento da violência em nossa sociedade. Não precisamos incentivar esse tipo de coisa.
Chega de hipocrisia social em nome de um suposto direito individual ao livre arbitrio. Quem vende drogas está a margem da sociedade e assim deve ser tratado.
Já basta ao Estado e à sociedade, o fardo do tratamento dos viciados e usuários das drogas psicoativas.
O resto é pura demagogia de botequim.
Gustavo Eduardo Paim Pamplona (06/05/2008 - 18:52)
É impressionante a quantidade de gente "careta" por aqui, tem gente que nem bebe, nem fuma, talvez não devam nem beber café também... Aê galera! Cafeína é droga também. Será que vocês vivem? Onde é que estão os prazeres da vida? Devem ser todos certinhos, vivendo sobre os dogmas e preceitos de uma religião. Eu bebo, fumo e entorno cafeína na minha boca...
gaúcho (06/05/2008 - 18:30)
Na holanda você pita seu baseado (totalmente legalizado) tranqüila e serenamente sem nenhum imbecil pra encher o saco; o debate do momento, por lá, é se você pode transar com sua namorada, esposa, companheira, amante etc. nos parques da cidade numa boa. Mas o melhor de tudo é não ter rede globo e cia., o judiciário composto quase na totalidade por filhinhos de papai e, principalmente, esse débil mental do prefeito Maia pra filosofar!
Ricardo Júnior (06/05/2008 - 18:25)
Embora seja brasileiro, não posso deixar de concordar quando falam que esse é o país da piada pronta. Boa parte das discussões que acontecem são sobre temas fúteis e que trariam benefícios apenas para alguns; um dos temas é a realização da copa do mundo de 2014 e o outro (que volta e meia aparece) é sobre a legalização da maconha ou das drogas em geral.
Normalmente quem é a favor da legalização, já usou ou usa a droga, isto é, comete um crime, mesmo que não trafique. Sendo assim, pelo ponto de vista dessa pessoa, a legalização só livraria-o do crime e tornaria o uso mais sociável, como beber uma cerveja ou fumar um cigarro.
Essa conversa de que a legalização acabaria com a violência das grandes cidades é extremamente simplista. O traficante existe para atender a demanda de um produto ilegal, se as drogas fossem liberadas, certamente esse traficante iria perder o "emprego" dele para as grandes multinacionais e para os laboratórios químicos, migrando para outra atividade ilícita como tráfico de mulheres, tráfico de jóias, falsificação de produtos, etc.
Se as bebidas alcoólicas que são drogas lícitas, quando ingeridas de forma irresponsável causam tantas tragédias como acidentes de trânsito quem têm um alto custo para as pessoas diretamente envolvidas e para a saúde pública e o governo não consegue controlar ou punir os responsáveis, imaginem com drogas muito mais poderosas e com um alta capacidade de viciar.
Helio (06/05/2008 - 17:59)
Ah Maia, para com isso!!! Você sabe que não é nada disso. E como sabe!!! Daqui a pouco aparecem seus cumpadres pra te desmentir.
Gustavo Eduardo Paim Pamplona (06/05/2008 - 17:30)
Eu ainda sonho com um dia em que veremos maconha, cocaína sendo vendidas em farmácias... ou cigarros de maconha bem feitinhos e embalados em maços de cigarro comuns sendo vendidos em tabacarias e cocaína sendo vendida como se fosse rapé em potinhos (frascos pequenos). Imaginem isto... O governo poderia arrecadar impostos se isto fosse devidamente legalizado e com o aval do Ministério da Saúde. Teria que haver uma campanha massiva nos rádios e TV alertando que se consumida em excesso causa dependência e que pode levar a morte é claro... Acabaria toda a guerra de tráfico, todas estas mortes, todas estas gangues, toda esta violência. Mas haveria consequências por parte dos traficantes, em curto prazo os traficantes ficariam loucos atacando a legalização e os postos de vendas mas em longo prazo eles estariam todos extintos. Afinal de contas para que ir na favela comprar a droga sendo que na farmácia a droga estaria pura, limpa, devidamente higienizada e acessível. As pessoas poderiam entrar nas favelas sem serem surpreendidas pelo tráfico (tiros, balas perdidas, etc), poderia haver conquistas sociais nas favelas brasileiras se a mão do Estado realmente entrasse após os traficantes serem extintos.
Anon (06/05/2008 - 16:32)
O autor do texto confirma a afirmação:
" A pior droga que existe é a ignorância".
Gérson (06/05/2008 - 15:02)
http://www.youtube.com/watch?v=QT4C-QEpeWU
Contra ponto do contra - ponto por outro político:
Soninha Francine vereadora e provavel candiadta à prefeitura de São Paulo no youtube. Que aliás perdeu o emprego na TV Cultura, quando admitiu que usava maconha esporadicamente. Ai dançou.
Everaldo (06/05/2008 - 14:40)
Sou do Rio de Janeiro. Este governante tem um ex-blog. Tô louco prá que ele vire logo ex-prefeito!! e prá sempre!! Foi se fazendo de meio louco e metido a engraçado que ele se perpetuou no poder por todos estes anos... Como pode escrever tanta baboseira? Sr. Cesar, esse debate é muito sério. Não é para tipos como o Sr. Se já não liga mais para cidade fique quieto no seu canto.
Bruno (06/05/2008 - 14:19)
O patriarca da falida dinastia dos DEMos cariocas poderia fazer o cálculo de gastos com aparelhos de repressão e possíveis gastos com saúde no caso de liberalização das drogas. Também poderia pensar, um pouquinho só, em direitos individuais e sobre externalidades nos dois casos imaginados.
Outra questão é que o prefeito tenta confundir o leitor de seu texto. O ponto em pauta refere-se à maconha e não a um debate sobre liberalização da heroína! Isso é típico de argumentos conservadores: apelar para algo extraordinário que nem se debate para atiçar emoções.
Por fim, o Brasil não está sozinho no debate, como quer colocar o prefeito. Houve mudanças radicais quanto ao tema na Inglaterra, Portugal, etc.
Ricardo da Silveira Carvalho (06/05/2008 - 13:49)
O prefeito que não dá conta da dengue, faz outra lambança ao tratar de todas as drogas no mesmo balaio!!! Se pode complicar, pra que simplificar???? O que está em discussão é a Maconha!!!! Ô prefeito, vá dormir com o seu Prozac e seu mosquitinho de estimação!!!
Rodrigo (06/05/2008 - 12:25)
Já até debati com o Cesar Maia por email, por ocasião de um post do ex-blog dele, sobre a liberalização das drogas.
Não consumo, sou contra o consumo de álcool, tabaco ou qualquer outra 'droga' do gênero, mas sou a favor da liberalização.
Por um lado a proibição é mais um ponto a favor do uso. 'É legal fazer algo proibido.'
Por outro, drogas como a Maconha, não são nem mais consumidas escondido. Em qualquer esquina vê-se adolescentes, adultos, quem for, fumando 'um baseado'. Acho melhor que se libere de uma vez, claro, com restrições para propagandas, coisas do gênero. Procurar os modelos que deram certo e errado e adaptar.
O que não dá é ficar dando dinheiro a torto e a direito pra bandido!
lamentável que os patetas só eram três. esse maia seria o quarto.