Nilson Euclides da Silva (18/04/2008 - 18:32)
Bom, pra começar a igreja universal não é religião, e candidato comunista no Rio de Janeiro. Deve ser piada.
Thiago Dutra Vilela (10/04/2008 - 11:24)
Achei a segunda parte da pergunta totalmente sem sentido. Qual a relação ente uma candidatura de um "comunista" - de comunista o PCdoB não tem nada - e religião? (2) Ou você se expressou mal ou eu não entendi o que você quis dizer Azenha.
Eu não vejo problema nenhum. Não vou deixar de votar no Crivella porque ele faz parte da Igreja, mas sim por milhões de outros fatores. Da mesma forma sou comunista e não votarei na Jandira, por milhões de outros fatores. O candidato pode pausar sua religião, ideologia e convicções sim na candidatura, é óbvio, só não espere convencer todo mundo.
André Muniz (10/04/2008 - 10:08)
Acho certo o eleitor saber tudo sobre o candidato, inclusive sua religião, caso tenha. O que não acho correto é o uso sistemático dessa informação.
cristiano fagundes (10/04/2008 - 05:06)
Sim, vale usar religião. Não sei o que pretende com essa pergunta, mas não tenha dúvidas que o povo do Rio vai rejeitar o Crivella por se tratar de um pregador demagôgo de carteirinha. Reaça abilolado, evangélico, fanático homofóbico e populista só tem um destino no Brasil que anda: o lixo!
Como é que o Lula pode apoiar isso?? Vai dar de cara com a parede, com certeza.
Luís Carlos P. Prudente (10/04/2008 - 00:24)
Não voto no Rio de Janeiro, se votasse o meu voto seria de Jandira Feghali. Não vejo problema em discutir religião, nos estatutos do PCdoB deve estar a defesa de um estado laico, mas também da liberdade de escolher a religião a ser professada.
Wagner Teixeira (09/04/2008 - 21:45)
Sem partido não há candidato portanto o candidato sempre deverá dizer qual o seu partido.Isso poderá ser usado contra o candidato ou não.É comum partidos divergirem ideologicamente e isso servir de motivo para críticas aos candidatos do partido adversário.Acho isso democrático.
Penso que é um direito dos Bispos,Padres,Pais de Santo e afins participarem da luta política através dos partidos políticos.
As igrejas evangélicas lançam candidatos numa tentativa de influenciar nos governos, Meu medo é que um dia a bancada evangélica seja maioria nos parlamentos; vai ser um deus nos acuda...
ás eleições
Gilberto (09/04/2008 - 20:31)
Cada um tem sua religião e nada ver com política, mas é claro que a globo vai usar isto contra o Crivela e já está em plena campanha p/o Gabeira.
Marcelo (09/04/2008 - 15:45)
Tiago Paixão,
o PC do B é um partido comunista sim.
Abs
Isabel (09/04/2008 - 12:33)
O problema não é se deve ou não ser usado o tema, é que infalivelmente é, e será usado. É claro que a maioria é a favor do estado laico, inclusive eu, mas a realidade é um pouco mais sombria que isso: a Universal já tem bancadas enormes e vai progressivamente aumentando seu poder político. A Igreja Católica também, e tem pessoas julgando temas políticos e científicos de interesse nacional sob a sua ótica religiosa. Em São Paulo, as religiões afrobrasileiras já se agrupam em movimentos para eleger seus representantes, deputados e senadores. Acho difícil dividir o ser religioso do ser político. Se por um lado isso pode ser péssimo, e os exemplos que vimos até agora são, em sua maioria, um avanço do obscurantismo, por outro pode promover a pluralidade. Não acho que seja uma coisa assim fácil de resolver e opinar. O fato é que o que mata é o fanatismo, o fundamentalismo. Isso é uma praga, aliada a interesses econômicos. A religião, enquanto questão de foro íntimo do político é inócua, podendo até ser benéfica, se favorecer a ética. Mas não é isso que se verifica na maioria dos casos.
waleria (09/04/2008 - 12:14)
Azenha, eu voto em Jandira até de baixo d'agua. Só se o Wladimir Palmeira se candidatasse eu repensaria meu voto. Mas como comunismo é ideologia e não religião... não gosto nem desgosto de religião em eleição - apenas ignoro. Mas há quem goste, e eu prefiro respeitar os outros!
Abelmon (09/04/2008 - 09:19)
Cada um deve procurar informações que considerem válidas antes de votar. Neste caso, a visão comunismo não se restringe só no âmbito político, mas também a parte religiosa de cada cidadão, sim.
Em Salvador, o prefeito também é da Igreja Universal, porém, a cidade continuou com carnaval e muitos terreiros continuam como patrimõnio tombado pelo estado.
Tento ser cristão dia-a-dia, porém, acredito que é importante que o governo não tenha a pretensão de influenciar a religião da população, pois é uma escolha individual. Já tivemos exemplos suficientes no mundo, onde a união da política com religião não dá certo, porque o homem é corruptível mesmo! O rumo é deixar livre a escolha de cada pessoa, sem buscar restringir. Se os candidatos se propuserem a governar para o povo igualmente, saber qual a religião do candidato se torna uma informação irrelevante, pois saberemos que as decisões se pautarão mais na ética, sem desvios.
É o mínimo que devemos esperar de um candidato: ética. Não vale apelar para a religião. A religião por si, não salva, nem transforma ninguém. É preciso conhecer o coração.
Juliana (09/04/2008 - 06:50)
Nao, nao vale usar a religiao. O estado, para o bem de todos e manutençao da democracia de ve estar separado da religiao. Sempre que politica e religiao se unem aparecem grandes problemas. E por essa razao, por exemplo, que a Uniao Europeia nao aceita a entrada da Turquia no bloco, porque a religiao esta ligada a politica deles. A politica, na sua pratica, deve ignorar fatores como a religia , que sao de ordem pessoal, e olhar em favor da populaçao em geral abraçando sua diversidade, respeitando-a e servindo a mesma. Se um candidato se usa da propria religiao para angariar votos e uma estrategia que pode tanto atrair como afastar eleitores, nao acho honesto do ponto de vista religioso, e muito oportunista do ponto de vista politico. Eu nao votaria num candidato desse tipo porque acredito que o estado é , e deve se mater, laico.
Quanto ao comunismo nao vejo problema que alguem acredite ou lute por isso, é uma forma de ver a politica, e a politica é feita por pessoas com diferentes ideias de como o sistema deve ser.
Neo-tupi (09/04/2008 - 03:21)
A ideologia (comunista, no caso) é política e portanto deve ser levada em consideração. Mas é preciso entender que mudanças de regime se fazem no legislativo nacional, e não na prefeitura. Portanto é melhor olhar o que Jandira fará na prefeitura se for eleita para merecer seu voto: como ela vê o tamanho e função do Estado, o papel dos serviços públicos, além das propostas setoriais.
Acho até que questões religiosas devem ser levadas em consideração, só quando afetam políticas públicas. E devem ter apenas a dimensão que devem ter: por exemplo Crivella propõe ensino religioso nas escolas da prefeitura? Pelo que sei ele respeita o ensino laico.
O que ele faz ou deixa de fazer no templo é problema dele e de quem vai lá. Não concordo que isso deva orientar o voto.
Neo-tupi (09/04/2008 - 03:17)
Azenha, acrescente em seu caldeirão a candidatura de Alessandro Molon do PT. Ele tem base eleitoral católica. É ou foi radialista da Rádio Catedral e tem ou tinha o programa Deus é Dez, junto com um padre Jorjão e outro (estes padres são uma espécie da padre Marcelo menos famosos, no Rio). É um bom candidato. Só estou relatando que para deputado estadual boa parte de sua campanha foi feita nas portas das igrejas, nas saídas das missas.
Gérson (09/04/2008 - 01:25)
Não vale ! Como também não vale o Serra fazer um contrato com a Editora Abril, segundo o site "Amigos do Presidente Lula", para fornecer uma revista sobre vestibular para alunos do terceiro ano (que já podem votar por sinal), e além de tentar fazer cabeças da garotada, ainda dar um lucro para a Abril.
Eu só vi essa noticia naquele blog por enquanto.
Será verdade isso ??? Isso pode ??? Quero mais informações sobre essa história. Sefor verdade tem que ser investigado,houve licitação ? quanto vai custar aos cofres públicos esse contrato ? Muito suspeito.
Tiago Paixão (08/04/2008 - 22:32)
Oxe. Achei a parte da pergunta totalmente sem sentido. Qual a relação ente uma candidarur de um "comunista" - de comunista o PCdoB não tem nada - e religião? Existem muitos comunistas religiosos. Embora eu ache que ser comunista é ser ateu. Mas como se usaria isso contra alguém. Vai comparar um ateu a um mal caráter? É ser muito bocó. Não deve nem votar, pois sou contra o voto dos analfabetos.
http://economiapolitica.comopiniao.com/
Roberto Ribeiro - Rio das Pedras - SP (08/04/2008 - 22:27)
Até mesmo a utilidade das religiões são discutíveis. Crer em Deus não tem nada a ver com religião, a fé em Deus presente no coração de um ser humano não é explicável, nem mesmo através de religião, discutir qualquer assunto numa eleição que não seja o bem estar da sociedade é banalizá-la e desviar o foco´, esta sempre foi a estratégias das elites.
Roberto Ribeiro - Rio das Pedras - SP (08/04/2008 - 22:06)
Imprensa, candidatos e eleitores deveriam ler e reler o recente discurso do senador Barack Obama sobre o racismo, nele o pré candidato fala o que se deve discutir numa campanha eleitoral. Isso serve também para a atuação dos meios de comunicação no nosso dia-a-dia. Você liga o rádio, a tv, compra um jornal, uma revista a sociedade em que vivemos e a sua problemática, ou suas possibilidades não aparecem neles, é tudo uma mesmice, parodiando, "a gente não se vê" nos meios de comunicação, meses e meses, crise aérea, dias e mais dias, febre amarela, e agora, semanas e semanas, cartões corporativos, dossiês e mais dossiês, pra nossa tristeza todos os dias smos obrigadosa aguentar a mídia falando de um ex-presidente, de tristes memórias. E o pior o Congresso Nacional há anos está de joelhos perante a mídia, todos os dias temos de aguentar três senadores da oposição dando entrevistas e mais entrevistas e estas sendo repetidas várias vezes numa verdadeira tortura, grandes meios de comunicação e um Congresso Nacional de um país durante anos discutindo e debatendo banalidades, enquanto a Nação assiste agredida, estupefata e abandonada à própria sorte. O presidente da república sendo minado por todos os lados e fingindo que nada está acontecendo até que venha o golpe final.
Paulo Vitor Carvalho (08/04/2008 - 22:04)
De forma alguma. Eu inclusive penso que religiosos não devem se candidatar a cargos majoritários.
ESTADO LAICO TOTAL
Ney (08/04/2008 - 21:27)
Azenha. A questão é que será usada. O ser humano, ao invés de buscar o concenso, o que requer bom senso e caminhar em direção ao diálogo (sentido da razão), prefere trabalhar pelo método cansativo e que quase sempre leva aos conflitos, o caminho da dialética, da oposição, da anti-tese. Acreditamos que para ir em busca do melhor, o caminho é o do ganha-perde. Por isto o marketeiro se tornou de importância nas eleições. Ao invés da razão, as emoções. E a mais utilizada é a do medo. Se a semente é tal, os frutos serão iguais.
Não, porque o Estado é leigo, e a crença do candidato - ou descrença - é totalmente irrelevante.