Roberto - Rio das Pedras (21/04/2008 - 09:43)
Os norte-americanos dizem que o Brasil é o celeiro do mundo, e eles consideram os brasileiros como ratos, por isso a fura lei do aborto, pra diminuir os número de pessoas, no Brasil, e assim sobrar terra pra se plantar soja, milho e cana pra eles. Um dia o petróleo do Iraque que eles estão roubando vai acabar.
Leitor (14/04/2008 - 22:57)
O desmatamento da floresta amazônica existe porque existe demanda internacional para esses produtos. Afinal de onde vem a madeira de lei que equipa e decora o interior dos iates e embarcações de luxos pertencentes aos donos do mundo?
bentoxvi-o santo (14/04/2008 - 20:29)
AZENHA...DESDE ANTIGAMENTE...VERDADEIROS BRASILEIROS JÁ DIZIAM..."O BRASIL É O PAÍS DO FUTURO"...FINALMENTE O GIGANTE ETERNAMENTE ADORMECIDO... ACORDOU...FOI PRECISO QUE TODOS NÓS...JUNTOS...LUTASSEMOS CONTRA OS VENDILHÕES DA PATRIA...LUTA DURA CONTRA O PIG...A ELITE ESCRAVISTA...AQUELES QUE MANTINHAM NOSSO POVO DOMINADO...COM BAIXA ESTIMA...TRISTE E POBRE...APOIAMOS UM TRABALHADOR A PRESIDENCIA DO NOSSO PAÍS...E TEMOS AGORA...O MELHOR GOVERNO DE NOSSA HISTORIA...VEMOS AGORA EM TODOS OS ORGÃOS DA IMPRENSA ,A NOTICIA DA PROVAVEL DESCOBERTA PELA PETROBRAS DE UM HIPR-MEGA-CAMPO DE PETROLEO...É PIG...É ELITE ESCRAVISTA...ESSE POVO MESTIÇO TEM FUTURO..."NAVEGAR É PRECISO...VIVER NÃO É PRECISO"...
jose carlos lima (14/04/2008 - 17:56)
Quando leio estas notícias "Jazida Pão de Açúcar tem 5 vezes mais petróleo que Tupi" no solo brasileiro, me dá um certo medo.
É que como se sabe, isto é um prato cheio para que o Brasil seja amanhã o que o Iraque é hoje.
Já estão de olho na Amazônia, centenas de bases, treinamentos de soldados estrangeiros especialializados em combate na selva...prá que?
No entanto noto que o PIG (Estadão, Veja, Folha, Globo) não se preocupa muito com tal possibilidadde.
Perder tal riqueza, assim como perder a Vale, para o PIG não interessa.
Só interessa ao PIG os 8 reais gastos por um ministro na compra de uma tapioca por engano, ao trocar o seu cartão particular pelo corporativo.
Triste realidade mas é verdade.
Bando de apátridas.
Giordano Pedro (14/04/2008 - 11:00)
O Brasil atualmente não dá conta nem de preservar o que restou da floresta amazônica. Aceitar o "mar de cana" seria apenas catalisar uma morte anunciada da floresta.
O nosso sistema de produção sobrepõe o lucro a qualquer interesse, inclusive o ambiental!
Jorge Nunes (13/04/2008 - 13:42)
Palavras de Delfim Neto para a Revista Poder:
A hipótese da OMC (Organização Mundial do Comércio) é a mais indecente de todas: "Para o Brasil, a agricultura e o minério, para a Índia, os serviços, e para a China, a indústria". Banana pra eles! Nós vamos ter, daqui a 25 anos, de 240 a 250 milhões de habitantes, teremos de dar emprego para 140 milhões de brasileiros entre 15 e 65 anos, ninguém vai fazer isso com exportação agrícola e mineral. Nós somos vítimas de um complexo malthusiano. O progresso tecnológico nesses dois setores economiza mão-de-obra e economiza terra.
Fonte: http://revistapoder.uol.com.br/revistapoder/mat1.html
Alberto Porém Júnior - Lucas do Rio Verde - MT (13/04/2008 - 10:51)
Existem certas fantasias impostas das quais devemos duvidar e quem navega pela internet não deve acreditar em tudo o que é dito. Caso Bio-combustíveis: Hoje ele é inviável e vai parar em poucos anos como foi com o extinto Pro-álcool da década de 80, fábricas de biodiesel estão paralisadas, pois o único produto viável economicamente é a soja e ela está cara demais pra virar combustível, é a lei do comércio. Caso alimentos e Amazônia: Alguns dos leitores já foi a Amazônia e ao Pará? Moro a 15 anos aqui no médio norte do Mato Grosso e estive algusn dias atrás visitando lavouras de soja em Santarém-PA, meus caros saibam que ninguém esta destruindo a floresta como dizem o máximo que se faz é plantar com a permissão da mãe natureza e se você abandonar a área de plantio por 2 anos não planta mais pois é a mãe natureza e nenhuma ONG BESTA que traz a floresta de volta para aquele pedaço de chão. em 2 anos a floresta toma conta de novo. Isto ninguém me contou eu vi com estes olhos e comprovei. Vamos parar de gastar saliva e tempo com coisas fúteis. Temos sim que pensar em toda esta sujeira que a mídia e ONGS BESTAS vem despejando dia a dia por todos os meios fazendo com que pessoas íntegras que preservam sim a natureza mas querem e pensam no progresso sejam vistas como verdadeiros criminosos, lembrem-se disto quando comprarem comida para suas famílias, porque provavelmente o que estarão comendo em algum momento tem as mãos calejadas do pessoal destas terras.
João Humberto Venturini - http://betobiologia.blogspot.com (13/04/2008 - 01:29)
Sou biólogo e moro em Piracicaba - SP, onde a cidade é envolta por um mar de cana definitivamente. Além disso convivemos com a chuva negra que emporcalha toda a cidade com os ciscos pretos da queimada e milhares de pessoas, principalmente crianças, são hospitalizadas com problemas respiratórios. Aqui os usineiros mandam e não precisa ir no nordeste para falar em coronelismo, é só vir aqui que o negócio é quase o mesmo só que com uma cara mais moderna. Conheço bem a mentalidade desse pessoal que pratica essas monoculturas e temo pelo pior. É só pegar o exemplo do estado de São Paulo que era coberto por mais de 80% de Mata Atlântica e em pouco mais de 1 século hoje resta meros 2 a 3% de Mata. Isso é comemorado e deixado de lado, pois aqui todos se orgulham do progresso que o café (no início) e a cana (q agora tomou todo o estado)trouxeram ao estado. É esse o modelo de progresso e crescimento que os agrobusiness man querem e estão implantando no resto do país. Infelizmentem, se o governo não for firme na política ambiental, o Brasil vai virar um mar de cana aqui, outro mar de soja ali, um pouquinho de eucalipto acolá e muito pasto pelo resto. Nossos biomas (Cerrado, Amazônia, Pampas) vão ser substituídos por esses novos "biomas" do progresso. Nossa imprensa vai aplaudir, pois as reportagens tratam esses empresários do campo como deuses e dizem que isso é o "Brasil que dá certo"(capa da Veja há alguns anos atrás. É esse modelo que avança cada vez mais na Amazônia e azar é nosso.
Nelson Antônio Fazenda (12/04/2008 - 22:19)
Caro Azenha. Definitivamente, não. Se todo o esquema de produção dos biocombustíveis estivesse programado para passar por um rígido controle público, acredito que a resposta a sua pergunta poderia ser afirmativa. Mas, como o esquema será controlado por mega-empresas do agronegócio, preocupações com a preservação ambiental muito provavelmente nem serão consideradas. Essas preocupações implicam em custos maiores e, por conseqüência, em lucros menores. Nestes tempos neoliberais, em que impera a lógica da extração de lucros crescentes, todo e qualquer óbice à otimização dos ganhos tem que ser afastado. Infelizmente, o atual governo em momento algum se mostrou inclinado a cumprir com o seu dever que é o de assumir o controle do processo de produção dos biocombustíveis. Portanto, é quase certo que aí vem mais devastação e poluição.
Hugo Albuquerque (12/04/2008 - 18:10)
Nâo mesmo, para tanto o país teria de promover um salto tecnológico muito grande, bem como o Estado brasileiro deveria gerir às questões ligadas ao campo como nunca foi capaz de fazer nem agora, nem antes, pois os latifundios continuam aí e seus proprietários são como senhores feudais, soltam e mandam prender em seus "dominíos".
Outro ponto é que a produção de biocombustíveis e alimentos são excludentes entre si; terra com plantação destinada a virar combustível e não alimento representa preço mais alto nas mesas dos brasileiros. Os biocombustíveis sempre serão um fator inflacionário fixo para os alimentos; Quanto mais forem produzidos mais colaboraram para manter os preços dos alimentos altos.
Note-se que o que impediu o Brasil de virar um inferno até hoje, sempre o foi o relativo baixo preço dos alimentícios, se isso mudar teremos problemas graves.
waleria (12/04/2008 - 15:55)
É possível preparar-se, e pode-se fazê-lo. Ninguém nasce preparado para produzir e crescer - é necessário um período de desenvolvimento. Mas basta vontade política - e essa, com Lula, existe.
Arilo (12/04/2008 - 12:16)
Evidentemente, a decisão será política; sem um debate aprofundado não tenho a menor condição de responder.
Waldomiro Pereira Da Silva (12/04/2008 - 11:24)
Azenha,
Precisamos primeiramente nos prepararmos a nivel industrial (produção de insumos, adubos, etc) para depois avançar mais na questão agricola. Não podemos ficar dependentes de importação destes itens aos quais pagamos cada vez mais.
Posterirmente devemos fazer um zoneamento (regional), estabelencendo quais áreas de monocultura e dentro destas áreas ou anexo a elas a produção de alimentos para consumo e exportação.
É possivel realizar avanços no nordeste do Brasil e preservar ainda por muito tempo a exploração e devastação na amazônia.
Pra isso é preciso vontade política, não é nada facil enfrentar os Srs. do Engenho no nordeste. Veja a transposição do São Francisco. O interesse de alguns poucos, inclusive do bispo tresloucado e suicida, e de oportunistas representando a Globo (não sei qual o interesse). Precisamos discutir o Brasil numa perspectiva de inclusão definitiva dos mais pobres num ambiente em que a alimentação, água e infra-estrutura sejam verdadeiramente direitos dos cidadãos e dever do estado propiciar.
Precisamos discutir a questão da posse da terra e a quantidade de terra permitida a cada individuo ou empresa.
Seremos grandes quando incluirmos mais produtores rurais. É preciso uma reforma agraria séria em que a posse se dê apenas depois de 30, 40 anos e com comprovada produtividade.
Este é o Brasil do futuro. Falta coragem e um lider para isso. Mas ele esta chegando. Dlima-lá.!!!!
Ricardo Lima (11/04/2008 - 12:09)
O Bautista Vidal (Gilberto Vasconcelos idem) nos diz isso há décadas. O Brasil tem, não só, todas as condições necessárias, como todo o conhecimento necessário. No entanto, o uso que nosso presidente fará da situação é que preocupa. Infelizmente, o Lula não é tão nacionalista (ou corajoso) quanto deveria! Quem viver verá!
O Chris Almeida - BH (10/04/2008 - 14:24)
Como dizia um capitão totalmente tresloucado sobre uma ação mais insana que ele: "Vai dar merda, to dizendo que isso vai dar merda"
Sérgio Pamplona (10/04/2008 - 12:08)
Não, Azenha. Nem o Brasil, nem o mundo. Se quisermos manter o mesmo padrão de uso (e abuso) de energia com o qual estamos acostumados, mudando a matriz para fontes vegetais, pode esperar. Será uma catástrofe de proporções monumentais. Ainda mais que a produção, nos moldes que conhecemos, é isso aí que vc falou: poluição com herbicidas, destruição da camada superficial dos solos, monocultura e trabalho escravo, só para ficar em alguns.
O Brasil: este mundo de terra fértil, água doce, estabilidade política, democracia. O Brasil: assentado no Conselho de Segurança da ONU, membro permanente. O Brasil: com reservas de petróleo que rivalizam com as da Líbia. Já pensaram no medo que certos países importadores de alimento, petróleo, com escassez de água, têm de um país assim?