AIR-AMERICA (16/07/2008 - 08:50)
Repetindo o post do amigo pitágoras: "a repressão ao álcool fez nascer nos EUA o gangsterismo, máfia e a corrupção em larga escala." Quem tiver oportunidade asista o filme AIR-AMERICA. Um monte de generais vietnamitas que deram cobertura para os militares traficantes dos EUA pediram asilo e conseguiram. Por que será? Maiores compradores de drogas da A.L: http://noticias.terra.com.br/mundo/interna/0,,OI841712-EI294,00.html Hou hou houhou!!! Feliz natal cheiradores de pó dos EUA!!! Diz a lenda que a coca-cola altera a cocaina produzindo um produto "não viciante". Sabem por que 95% dos que mexem com dinheiro adoram coca-cola? Porque todo o dinheiro que circula no país tem traços de cocaina. Não dá pra legalizar as drogas como na Holanda. De que os traficantes capachos de juizes viverão? sequestros relampagos? Sem uma politica para educa-los, não terão outra saida. E os coitados dos juizes, donos de fazendas que escondem drogas? de que viverão? com um saraiozinho de 10000? tadinho deles. sem uma politica para educa-los tambem, terão que viver de Nahas, Dantas... Se legalizassem as drogas, que dinheiro eles lavariam? sobrariam tempo para se dedicar aos processos esquecidos. Não teriam como justificar crimes que prescrevem. Seriam menos policiais mortos, menos pensões para as familias. Sobraria mais dinheiro para as campanhas antitabagistas e mesmo para as drogas que são muito mais eficientes do que a porcaria da proibição. Tadinho dos "GRAUDOS" lá de cima. De que viveriam?
andrei barros correia (16/06/2008 - 18:01)
A criminalização de substâncias entorpecentes é interessante para: quem lava dinheiro, quem vende as substâncias, quem vende armamentos ilegais, quem recebe suborno e quem desvia assuntos importantes falando de uma guerra que simplesmente podia não existir.
Amadeu (13/05/2008 - 19:05)
Pois é, neste pais tudo é discutido da forma mais leviana e tosca possivel e de preferencia com a imprensa marrom norteando. O VICIO vem da pessoa e da sua incapacidade de lidar com algo, temos viciados em tudo: sexo, cerveja, novel, futebol etc.
A opção de fumar maconha é pessoal e deve ser respeitada, as pessoas tem q se informar e saber q quem derrubou a maconha foi o TIO SAM num golpe sórdido com o apoio da midia e de congressistas em prol da industria do sintetico - leia-se naylon e derivados.
Esta erva relaxa, abre a mente, deixa a pessoa mais introspectiva o q ajuda a entender conflitos pessoais, e como todo psicotrópico, tem usuarios q se adaptam ou não.
O tráfico tai desandando toda uma sociedade, a pinga tai desmontando familias e tornando pessoas violentas.
Tem q se discutir o assunto com clareza e bom senso.
Tem muito interesse por tras disso tudo, e é ai q se esconde a verdade.
Lobo (12/05/2008 - 18:42)
A maconha deprime o usuário (longevo), dá grana (muita) para bandido e polícia, dá despesas ao SUS, "ocupa" os juízes, enche manchetes de jornais e tablóides, é motivo para estorsões... do jeito que está "justifica" muita gente.
Está testado e provado (Hollanda...) que é possível (e mais sensato) o país lidar com o assunto de forma mais responsável. Responsabilidade ao usuário (tirando-o do "crime") e criminalização de bandidos e policiais sanguessugas nesse "negócio".
Que democracia é essa quando se tem medo de discutir assuntos "proibidos" ou "complicados"...?
Ricardo Santero (08/05/2008 - 17:21)
Pois bem se fala muito que a maconhqa não faz mal, mas ninguém explica R$160 bilhões de reais que as drogas dão de prejuizo à saúde pública e maconha vícia causa dependência, eu digo com conhecimento de causa, maconha é a droga do vagabundo, porque vagabundiza a pessoa.
Ludi (07/05/2008 - 01:53)
De agora pouco:
http://news.bbc.co.uk/2/hi/uk_news/politics/7386889.stm
Sérgio Santos (07/05/2008 - 01:14)
É claro que não. Há pessoas que defendem abertamente a pena de morte. Isso faz delas apologistas de um crime? Não necessariamente. Essa coisa de dizer que quem defende a descriminalização da maconha faz apologia é mais um produto da hipocrisia nossa de cada dia. OBS: Não sei se alguém já respondeu algo parecido, mas resolvi dar logo a minha opinião. Abraços a todos.
Gérson (06/05/2008 - 23:22)
Gustavo Pamplona de BH:rsrsrs, não sei pq você me citou no seu último comentário. Em nenhum momento lhe qualifiquei o adajetivei-o como isso ou aquilo, reveja meus comentários anteriores.
A única coisa que eu coloquei é que acho que você, e não só vocè, fugiu um pouco da questão principal do debate.
A pergunta é sobre a descriminalização da MACONHA, e sobre a passeata que foi impedida de acontecer.
E muitas pessoas colocaram todas as drogas no mesmo balaio. Leia a questão novamente, não se fala de drogas em geral, mas especificamente da MACONHA. OK ? Abraços !
Preocupado (06/05/2008 - 21:47)
Azenha. Tudo que a Mãe Natureza nos presenteou não são "drogas" e sim dádivas divinas.A pergunta indubitavelmente correta é: Quem é a droga? Respota única: É o homem. Ele transforma tudo em droga: a criança, a Mulher e todos os elementos criados por Ela-Mãe Natureza.Tudo que é usado inapropriadamente pelo homem é trasnformado em droga. Senão vejamos: Em cada três crianças que morrem por dia no nosso país,uma morre de diarréia infeciosa provocada pela água contaminada. A água é transformada em "droga";o automóvel mata e mutila 500mil por ano nas estradas brasileiras(Alexandre Garcia no Bom Dia Brasil da Globo sempre afirma que são 800mil),mas a nossa Mídia(Meios de Enganação de Massa)não diz que é droga porque dá lucros astronômicos ao grande capital transnacionl.Os brasileiros foram transformados em imbecis pra repercutirem à exaustão que maconha,cocaína, álcool et caterva são "drogas".O nosso grande dramaturgo Nelson Rodrigues sempre diz:"Se todos estes fatos provam tudo isso,ou seja:não existe droga,droga é o homem, pior para os fatos".
Vini (06/05/2008 - 20:56)
O Pamplona, então vc defende q só os ricos poderiam fumar?? Ou beber, etc?? O POBRE, coitado, não pode nem relaxar....
Wagner Alves (06/05/2008 - 20:48)
Sou a favor da descriminalização do uso de drogas desde que os crimes cometidos sob o efeito de drogas -inclusive o álcool-tenham sua pena,no mínimo, dobrada.
Janes Rodriguez (06/05/2008 - 15:53)
Antes de falar do irrelevante Cesar Maia deveria se pronunciar sobre as mortes que ele causou em virtude do descaso com a prevenção à dengue, e com a arrogância diante da sugestão de se trazerem médicos cubanos para combater a epidemia e sobre a compra de medicamentos também cubanos para este combate. Deveria haver um monte de microfones na sua cara com jornalistas preguntado o que ele tem a dizer sobre isso. Por que sobre a descriminização do consumo de drogas ele não tem nada a dizer além da ladainha repressora ditada pelas política da Casa Branca. E os agrotóxicos não são droga? E o açucar branco não é droga? E a indústria de alimentos não faz uma produção massiva de drogas? Vamos falar sério: essa postura moralista do Cesar Maia não engana ninguém- é mais um factóide - sua especialidade. E essa política de repressaõ ditada por Washington só fez aumentar a produção, o consumo e, claro, o mais importante para os comerciantes do negócio - o preço. Aliás, para o tráfico a ligalização seria um péssimo negócio. Interessante não é? E sobre a dengue, Cesar Maia? E sobre os mais de noventa mortos, Cesar Maia? Estas mortes pesam sobre seus ombros mas não sobre sua consciência, que o sr. não tem.
Luiz Carlos Azenha (06/05/2008 - 11:19)
Àqueles que querem oferecer links: bem-vindos. Mas, por favor, "quebrem" o link. Por algum motivo, os links estão embaraçando os comentários. Enquanto a gente não resolve...
Informo que irei copiar as matérias dos links para a seção VOCÊ ESCREVE deste site. Quem tiver blog e escreveu a respeito do tema, pode deixar o endereço aqui.
Fábio (06/05/2008 - 10:16)
Não. O cigarro tem 20 vezes o potencial de causar depedência do que a maconha. Cigarro é legal. O álcool, bebida, destrói famílias. Álcool é legal. Álcool e cigarro acrescentam custos à saúde pública, que nós pagamos. É necessário legalizar e regulamentar o uso da maconha e outras drogas. E brigarmos para que a justiça funcione. Do que adianta a justiça, se bêbados assassinos continuam soltos.
Natal Antonini (06/05/2008 - 09:00)
Antes de debater esse tema deveriamos estudar as causas e consequências da lei seca americana. A partir disso seria fácil concluir que devemos discriminalizar todas as drogas e nao só a maconha.
Abraços,
natal Antonini
Dominique (06/05/2008 - 08:27)
Não vejo mal algum das pessoas se manifestarem a favor da legalização.
Também não vejo a lógica de uma planta, algo que veio Deus, que brota da terra, ser proibida. É sem lógica isso. Tudo bem que viram alguns e dirão, "faz mal para a saúde, para mente, etc", estão certos, mas quem descide isso é cada individuo. Pensando assim, o que esses mesmos me diriam de um X-burg ou de uma batata bem frita e gordurosa? proibe tbm???
Outra assunto que se falam é do sustento ao tráfico, que quem consome maconha financia o tráfico, pois digo: sim isso é verdade, nos moldes de hoje isso sim é verdade, pois como é proibida, a venda tem que ser do submundo e esse submundo na maioria dos casos tbm é do crime. Mas, e se eu pudesse em minha casa ter uma cota de alguns pés, plantados por mim mesmos, com sementes distribuidas por orgãos competentes mediante um cadastro e autorização, produção minha, caseira, para meu consumo, estaria financiando o crime? Concerteza que não!
Acho que só não legalizão isso por ignorância e por medo da transformação do pensamento da massa, pois ela liberta da escravização mental e traz mais senso critico para analize das coisas!
Agora, se eu em minha casa, meu lar, tenho um pé desta planta, e a policia me pega, é perigoso ser acusado de traficante! para mim não ha injustiça maior! Seria o mesmo que proibir o alface com agrotoxico, ou então o tabaco, ou quem sabe até a cambuquira, ou uma substancia alucinogenea que é JÁ é legalizada no Brasil a ayahuasca!
Alexandre (06/05/2008 - 08:04)
Acho que a discussão sobre se descriminar é fazer apologia é claramente uma falsa questão usada apenas para justificar a censura. Acho que devemos discutir a questão em si.Entendo, sem ter formação jurídica, que descriminar é diferente de legalizar o uso de drogas. Entendo que descriminar é meio deixar do jeito que está apenas com diferença (correta) que o usuário não sofreria penas. Ao contrário a legalização, no meu entender, seria todo o ordenamento legal acerca do assunto, ou seja quem pode consumir, quem pode produzir, quem pode vender, quem pode anunciar, tributação etc. Acho que a discussão desses pontos pode nos levar a um projeto mais objetivo que possa ser discutido com mais seriedade. Acho descriminar meio vago. É importante, numa batalha com essa que mexe com tabu, ter um proposta clara para vencer os preconceitos, assim é preciso melhorar a comunicação; "Marcha da Maconha" é um título que não ajuda e ainda ser marcada no horário de final de campeonato em vários estados é coisa de "doidão".
marcosomag (06/05/2008 - 04:46)
A Constituição Federal garante em seu artigo quinto, a liberdade de expressão no Brasil.Portanto, as liminares visando impedir a "Marcha da Maconha" são inconstitucionais. Os participantes do ato deverão estar munidos de pelos menos um exemplar da Constituição Federal para obrigar as autoridades policiais a cumprí-la.
Ludi (06/05/2008 - 00:22)
[Continuando]
Precisamos investir fortemente na prevenção e educação. É a única e real solução.
"Os prejuízos com a bebida alcoólica representam 6,1% do PIB. Os impostos da indústria do álcool significam 3,5% do PIB
78% das mortes no trânsito no Brasil têm presença do álcool
A Organização Mundial da Saúde estima que 17 milhões de brasileiros são dependentes de álcool. O alcoolismo responde por 60 doenças que matam
A dependência química ao álcool responde por 40% das internações psiquiátricas pelo SUS no país. A desassistência é grave: não há leitos e nem medicamentos para tratamento
Hábitos de consumo
9% dos adolescentes bebem mais de uma vez por semana
Jovens de 18 a 25 anos começam a beber aos 15,3 anos
Jovens de 14 a 17 anos começam a beber aos 13,8 anos
Brasileiros apoiam medidas de regulação
95% apóiam o aumento da fiscalização sobre a venda de bebidas a menores de 18 anos
94% apóiam que a propaganda tenha mensagens de alerta para perigos do álcool"
http://www.intelog.net/site/default.asp?TroncoID=907492&SecaoID=508074&SubsecaoID=627271&Template=../artigosnoticias/user_exibir.asp&ID=624628&Titulo=%22O%20lucro%20do%20%E1lcool%20deveria%20pagar%20pelos%20danos%20da%20bebida%22
http://www.ippad.com.br/ippad/site/principal/entrevistas.asp?var_chavereg=25
ailton filho (06/05/2008 - 00:03)
Não é bem só o traficante quem ganha. Tem muito mais gente envolvida no processo. Gente "graúda", por assim dizer:
http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va&aid=6335
o "problema das drogas" ou mais especificamente do tráfico, co-existirá "normalmente" enquanto sua necessidade econômica existir. A escravidão não desapareceu por ter havido um cidadão bonzinho que decretou o fim do escravismo. O escravismo teve fim devido sua inviabilidade econômica. O mesmo problema se observa na prostituição, mas ao contrário: ela nunca vai acabar (pelo menos tão cedo) pois não existe uma nescessidade econômica alternativa ou que absorva para outra atividade... Quando as relações chegam nesse ponto, a única coisa que as "contraria' é a própria ética, e, visto que em termos economicos "ela vai muito bem", essa ética pode ser discutida, divulgada, até que se chegue num acordo, ou, em alguns casos, até acaba imposta mesmo. O Brasil e a maior parte da América Latina se encontra nesse meio termo, aliás, a maior parte do mundo, com raras exceções... Canadá e Holanda já pararam de gastar o dinheiro público num sistema repressor e ineficiente, estão fazendo programas educativos preventivos.
http://www.bbc.co.uk/portuguese/ciencia/020905_maconhaag.shtml
Jão (05/05/2008 - 23:17)
Defendo a liberdade de expressão. Defendo o direito de cada um manifestar os seus desejos e aspirações. A liberdade é um dos maiores bens do homem.
Acho que é possível defender o uso da maconha ou de qualquer outra droga. Só que liberdade pressupõe responsabilidade. Não é o que se vê. Essas manifestações são infantis: "uma erva natural não pode prejudicar"; "centenas de anos de uso em todo o mundo e nenhuma morte", etc. Nenhum argumento minimamente razoável. É lamentável.
Também podemos pensar em outras coisas: que tal descriminalizar o uso de todas as drogas, não só da maconha. Que tal barracas de feira vendendo crack? Não me digam que não pode (vou pensar que crack não pode porque é droga de pobre, de quem está na sarjeta). E butique vendendo ecstasy e heroína? Pode? Pode ter médico na rua ensinando como injetar droga na veia com uma melhor técnica?
Fabio Passos (05/05/2008 - 22:21)
Luiz Carlos Oliveira, é exatamente por ser crime (hoje... nem sempre foi assim) que há quem queira discutir sua descriminalização.
Laércio Nunes (05/05/2008 - 22:01)
Não necessariamente. Defendo a descriminalização da maconha e não faço apologia do consumo de drogas. Mas defendo que, quem quiser, pode fazer a apologia do consumo de drogas, assim como, quem quiser, pode fazer apologia do consumo do cigarro ou de comidas gordurosas.
Delbert Almeida (05/05/2008 - 20:53)
Descriminar não é fazer apologia.
Mas, criminalizar é prever punição para qualquer violação grave da lei moral, civil ou religiosa. E a violação em questão é o tráfico e o uso de entorpecentes, visando à proteção da sociedade. Nenhum Estado tem condições de arcar com os elevados custos de recuperação de um viciado.
Segue uma análise do ponto de vista econômico feita pelo César Maia (o Vaia). Talvez a demanda não explodisse com a legalização da oferta, mas facilitaria bastante...
http://www.jornaldedebates.ig.com.br/index.aspx?cnt_id=15&art_id=6293
Lucas Secanechia Pereira (05/05/2008 - 19:39)
De jeito nenhum.
Gustavo Eduardo Paim Pamplona [parte 2] (05/05/2008 - 19:27)
Alguns dizem que se as drogas fossem descriminalizadas haveria um certo aumento no custo ao SUS - Sistema Único de Saúde com pessoas entrando em emergências para se tratarem de overdoses ou efeitos colaterais advindos do abuso das drogas. Bom, defendo o seguinte: Uma Lei regulamentaria o SUS a não tratar o paciente mesmo que ele estivesse quase morrendo... Afinal de contas, ele procurou isto para ele, então ele deve ser ele mesmo responsável pelas decisões que ele tomou. O paciente ao chegar ao hospital público, após detectarem a presença de THC - Tetra-Hidro-Carbinol no organismo, simplesmente não o tratam, se possível mandam-o para uma clínica particular de tratamento de viciados em drogas. Afinal de contas se ele teve dinheiro para comprar as drogas porque não haveria dinheiro para se tratar ele mesmo. Com isto o Estado se isentaria e não pagaria os custos do viciado.
Leider Lincoln (05/05/2008 - 18:57)
É uma coisa ridícula, isto sim. Afinal, como defender a descriminalização da mesma sem argumentar favoravelmente, o que, em tese, constituiria em fazer apologia ao seu uso? Mas do judiciário opus dei paulista e do fluminense "mamãe tô na Globo" não dá mesmo para esperar nada que preste...
Fabio Passos (05/05/2008 - 18:52)
Claro que não... nossa justiça(?) fez uma tolice/abuso enorme e indesculpável proibindo as marchas..
wilson cunha junior (05/05/2008 - 18:16)
Só mesmo num país em construção, em pleno século XXI, se proíbe as pessoas de se expressarem de forma pacífica e civilizada. Pelo que vemos, um debate verdadeiro sobre o que fazer em relação às drogas só vai acontecer por aqui lá pelo ano 3000.
Bom, pra quem quiser se aprofundar no assunto tem esse interessante documentário: "Grass"
""Grass" (Maconha) é um documentário histórico sobre a guerra contra o uso da maconha. Das primeiras décadas do século XX até hoje, inúmeros mitos foram criados, milhares de jovens acabaram presos e bilhões de dólares foram gastos em uma verdadeira cruzada que, como revela o filme, ainda está longe de inibir o consumo dessa substância psicoativa. Vídeo em inglês, com legendas em português."
http://www.guba.com/watch/3000082999
Rodrigo Silva (05/05/2008 - 17:30)
Há quem use a maconha para roubar aquele tênis que não pode comprar e há quem a use apenas para ler um livro.A desigualdade social é a verdadeira geradora da violência.
Di Carlo (05/05/2008 - 16:53)
Claro que não. Só para os juízes que não está claro.
Ludi (05/05/2008 - 16:44)
Não.
O simples fato de discutir questões não implica numa 'apologia'. E se for a favor? E daí? Quer dizer que o sujeito não tem direito de manifestar a sua opinião porque um bando de ditadores-de-bolso não concordam com ela? Não há ofensa, não há injúria, há apenas a manisfetação de uma idéia, de uma escolha que afeta apenas os envolvidos.
Quer dizer que colunistas de semanários não podem ser processados porque "calunia, difamação e racismo fazem parte do estilo", mas grupos pró-maconha sim, pois fazem "apologia"?
De cara jogo um pergunta na cara desses ditadores-de-bolso:
Fazer propaganda de cerveja é fazer apologia ao álcool e todos os problemas que ele trás à socidade?
Qual é a ligação comum entre acidentes de trânsito, violência doméstica e agressões/brigas entre grupos?
PS: Nunca fumei nada e nunca tive interesse. Na verdade, incomoda-me profundamente aqueles que fumam perto de mim. Mas mesmo assim, é direito deles. A escolha é deles.
Parece até que o país não têm questões mais importantes com que se preocupar.
Radical Livre (05/05/2008 - 16:27)
sobre qual tema estamos conversando mesmo? hein? hannn?
Alê Moreno (05/05/2008 - 16:22)
A questão é: como expressar sua opinião sobre o tema sem fazer apologia ao que hoje é crime? Defender a descriminalização da maconha não é, necessariamente, defender o seu uso.
PS: Soy contra! ;)
Insuspeito para opinar pois não tenho o hábito de introduzir nos orifícios naturais destinados a manter minha saúde íntegra substância alguma qua a ciência e o meu bom senso julguem nocivas, digo: a repressão ao álcool fez nascer nos EUA o gangsterismo, máfia e a corrupção em larga escala. Vejam o exemplo da Holanda, onde morei. Todos os índices de nocividade relativos às drogas são substancialmente inferiortes aos americanos. Nesse país trava-se a "guerra às drogas" e a "guerrra ao terror". Incarcera-se milharers de simples usuários.Com isso centenas de corporações enchem a burra de dinheiro. Naquele país, o governo provê tratamento e inexiste crime organizado ligado à droga. Até quando vamos seguir cegamente o tio sam em lugar daqueles que acertam?