Vi o Mundo, por Luiz Carlos Azenha

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COMO MELHORAR A QUALIDADE DA INFORMAÇÃO?

Atualizado em 11 de abril de 2008 às 16:40 | Publicado em 17 de janeiro de 2008 às 20:56

O que devemos fazer:

A) Boicotar a mídia corporativa?

B) Fazer campanhas por e-mail?

C) Mandar sinais de fumaça?

D) Deitar e dormir que passa?

E) Beber para esquecer?

Minha parte eu faço: nove pessoas já se inscreveram para receber "A Revolução Não Será Televisionada", que é uma aula de como NÃO fazer Jornalismo. Há apenas uma cópia disponível, para o primeiro que deixar aqui o nome e o endereço físico. Antecipo que a remessa é feita por uma cooperativa de vídeos e pode demorar décadas.

VOCÊS NOTARAM A MENSAGEM ABAIXO, DO WILSON, QUE SE PROPÕE A DISSEMINAR DOCUMENTÁRIOS RELEVANTES? ACHO QUE ESSA É UMA DAS RESPOSTAS À DESINFORMAÇÃO.

ALÉM DISSO, DEPOIS DE NOTAR QUE AS MENSAGENS CHEGAM DE TODAS AS PARTES DO BRASIL, DECIDI CRIAR NESTE SITE UMA SEÇÃO NOVA, CHAMADA SOS MÍDIA, PARA QUE VOCÊS DENUNCIEM CASOS DE DISTORÇÃO, MANIPULAÇÃO, OMISSÃO E MENTIRA DA MÍDIA. VAMOS NOS CONCENTRAR NOS CASOS MAIS GRAVES. MAS A DENÚNCIA SÓ SERÁ PUBLICADA SE NÃO HOUVER DÚVIDAS, OU SEJA, DEVE VIR ACOMPANHADA DO TEXTO ORIGINAL, CÓPIA DE RECORTE DE JORNAL, TRECHO DE GRAVAÇÃO DE RÁDIO OU TV OU LINK DA INTERNET. AS DENÚNCIAS PODEM SER MANDADAS PARA O E-MAIL DESTE SITE. SERÃO PUBLICADAS COM O NOME DO DENUNCIANTE E A AÇÃO QUE ELE TOMOU, SE TOMOU ALGUMA, A RESPEITO. TODAS AS DENÚNCIAS SERÃO ENCAMINHADAS EM SEGUIDA A UMA LISTA QUE INCLUIRÁ O MOVIMENTO DOS SEM MÍDIA, AS REDAÇÕES DE JORNAIS, AUTORES DOS TEXTOS, OAB, FENAJ, SINDICATOS DE JORNALISTAS, ABI E OUTROS. O ÁUDIO DE EMISSORAS DE RÁDIO PODE SER MANDADO POR E-MAIL. O VÍDEO, SE NÃO ESTIVER NA INTERNET, EU ME DISPONHO A SUBIR NO YOU TUBE.


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ÚLTIMOS COMENTÁRIOS
Raquel (31/05/2009 - 10:53)
Tenho que apresentar um trabalho sobre a Tv brasileira, eu preciso de opiniões de telepctadores, vocês poderiam me apresentar criticas, elogios, e como melhorar a qualidade da tv brasileira?

Plinio Jayme Vieira Lins (20/01/2008 - 15:06)
Azenha, a quantidade de comentários anima a gente. Não desistir, insistir, encher o saco dos donos da mícia, conquistar mais opiniões, mostrar como são ridículos os caras %u2013 o humor, na imprensa, é a mais eficiente das armas contra a injustiça e a prepotência %u2013 e confiar na inteligência das pessoas, no senso crítico coletivo. rincipalmente, não ficar naquela de "estou fazendo a minha parte". Ao contrário, refletir: será que é só isso que eu posso fazer? Vamos adiante, não é possível que uma mídia tão cafajestemente tacanha seja capaz de manipular uma nação inteira.
Plinio

Cida Medeiros (20/01/2008 - 13:13)
Gostaria de agradecer a dica do Wilson Cunha Jr. Os dois docs são bons mas destaco Control Room. Uma excelente discussão sobre o que realmente é jornalismo. Vai a dica de assistir com legendas em inglês do que é falado em árabe (may be - desculpem minha ignorância sobre qual é a língua falada ali).

Ítalo (19/01/2008 - 23:14)
Sugiro de imdediato se informar pelos blogs, tais como, Azenha,Paulo Henrique Amorim, Nassif,Vermelho,Onipresentre,Mino e outros.Mais radicalmente o boicote a produtos e empresas que patrocinam progamas com teor golpistas. Teríamos um efeito devastador.
Já imaginaram passar um mês sem comprar no Carrefour ou sem tomar Coca-cola?
Garanto que eu consigo!!!

Conceição Lemes (19/01/2008 - 20:09)

Oi, pessoal. Nessa fase, uma coisa que a gente também precisa é fortalecer os sites de informação já existentes -- claro, os dignos, sérios, responsáveis, comprometidos com a verdade factual, éticos. E, aí, entra o boca a boca. Incentivar amigos, colegas, familiares, a, pelo menos, conhecer esses novos espaços. Vale tudo: puxar o assunto na hora do cafezinho, mandar e-mail indicando matéria, sugerir para todo mundo da nossa lista que acesse o site, entre outras estratégias. No ano passado, uma cunhada me colocou um problema que tinha sido lançado pelos alunos dela: como saber se as matérias que eles liam, viam e ouviam eram verdadeiras ou mentirosas? Para resumir, indiquei alguns veículos e contra-indiquei muitos. Entre os sugeridos, obviamente, este. Ela apresentou o Viomundo para os alunos como exemplo de jornalismo sério. Eles adoraram. Este ano ela fará a mesma coisa. Virou fã, Azenha. Abre freqüentemente o site, já comentou que ele está de casa e cara nova, assistiu a todos os vídeos da maior estrela da TV Viomundo %u2013 a nossa querida Gilmara --, do Cansei, do Chavez, etc. Detalhe: ela dá aula para alunos do ensino médio de uma escola pública estadual, que fica na Penha, Zona Leste da cidade de São Paulo. É essa garotada pelo Brasil afora, que, hoje, nós também temos que trabalhar.Afinal, serão os leitores de amanhã. Abração a todas e todos.

Tiago (19/01/2008 - 19:03)
puxa, é impressionante o documentário. mesmo que não simpatiza com o Chavez vai se surpreender. quanto sinismo daqueles caras discutindo na tv os detalhes do golpe. eu to dentro dessa campanha; vai virar até assinatura de e-mail. só peço uma coisa: tenhamos bom senso e equilíbrio; chega de incendiários a esq. e a direita. temos que ver o que é fato, o que é real, e cobrar, cobrar e cobrar. este é ano de eleições, uma ótima oportunidade.

p.s: acho que não tem veículo da grande mídia mais opositor hj que a JP. Os caras pararam toda a rede FM, deixando a concorrência de lado, para bater e bater. Eles devem estar cansados.

wilson cunha junior (19/01/2008 - 15:53)
Me ofereço para colaborar na distribuição dos doucumentários. Tenho gravado no mesmo disco "A revolução n s televisionada" e "Muito além do Cidadão Kane". Além de outro disco com "Atenco: Romper o cerco" e "Sonho real" ambos muito bons e esclarecedores. Quem quiser é só me mandar um email: wcj38@hotmail.com

P.S. Acaba de chegar nas minhas mãos os "Loose Chance" e "Sala de controle" da al- Jazeera. Vou conferir e se forem esclarecedores também vou colocar à disposição.

Neo-tupi (19/01/2008 - 15:18)
Ray (19/01/2008 - 00:55)
Eu migrei sim para o jornalismo da TV Record e para a TV Brasil, e não para a Igreja Universal (se eu fosse religioso provavelmente seria católico se seguisse formação familiar). Mas mesmo se eu fosse um fiel da Igreja Universal, que mal haveria nisso?
Quem "fez a cabeça" contra a Igreja Universal (por sinal uma religião pequena, no universo brasileiro, perto das demais) foi a Globo (chegou até a encomendar uma minisérie). Como eu não conheço uma visão da Igreja Universal fora da tela da Globo eu sequer tenho subsídios para a julgá-la de forma isenta. E como religião está fora da jurisdição de meu interesse, que é assistir a programação laica da TV, esse patrulhamento eu simplesmente não levo mais em consideração.
A Manchete era de Adolpho Bloch (de religião judaica) e ninguém questionava as escolhas religiosas de Bloch para assistir ou não a TV Manchete. Viam Bloch como um empresário de mídia, e é assim que eu considero Edir Macedo na Record, independente de sua religião.
A Globo, para perseguir um concorrente empresarial, pregou intolerância e discriminação religiosa contra a Universal (uma coisa vedada até na constituição brasileira), por puro interesse comercial.
Deixando religião de lado, e voltando ao telejornalismo, nunca vi na Record um caso Proconsult. Na Globo eu já vi. Já vi a Globo esconder as Diretas Já, a maior mobilização de massas acontecida no Brasil recente. A Globo é incapaz de noticiar os bons negócios de empresários brasileiros na Venezuela, porque tem medo do Chavez servir de exemplo na não renovação da RCTV. A Record noticia. A Record cobriu a visita do Papa ao Brasil, o mostra certa independência de religião no jornalismo, coisa que a Globo não tem em relação a partidos políticos.
Isso já é suficiente para considerar a Record no mínimo menos ruim.
Mas o motivo definitivo de preferir ver o Jornal da Record ao Jornal Nacional, e o Fala Brasil ao Bom Dia Brasil é simplesmente porque lá eu consigo ver notícias de forma mais factual, coisa que simplesmente não consigo encontrar na tela da Globo. Se conseguisse, eu até poderia assistir, mesmo não gostando do histórico da família Marinho.
De qualquer forma quem não quer ver a Record por discriminação religiosa, que veja a Band, pelo menos é menos tendenciosa. Ou a TV Brasil, para experimentar pelo menos.

teresa (19/01/2008 - 14:29)
Estamos a participar da maior revoluçao sem arma: A INTERNET. Ninguem controla mais a informaçao. Como Jesus disse SÓ A VERDADE LIBERTA. Obrigada, exercito americano!

Maxwell Babrosa Medeiros (19/01/2008 - 14:15)
Eu faço um "quase boicote" porque quero saber o que eles informam e tento comparar com o que vejo nos blogs como o seu. Os portais de notícias se limitam a reproduzir, já tô de saco cheio deles. O futuro mesmo é o crescimento da internet, não vai ter Globo que controle.

Luiz Carlos Azenha (19/01/2008 - 13:46)
Ah! Deixei passar os endereços nos comentários. Quem quiser retirar o endereço, me avise. Pensando bem, acho que nenhum de vocês tem nada a esconder. Eu me preocupo porque sou foragido...da polícia ideológica.

Rildo Ferreira (19/01/2008 - 10:44)
de www.pedagogosdofuturo.blogspot.com
Amigos, logo depois que fui me deitar, fiquei pensando a respeito do texto do Paulo Ghiraldelli, que se intitula filósofo de São Paulo, e a proposta questionamento do Azenha. O texto eu o leio num grupo de discussão e pode ser lido em http://groups.google.com/group/portal-brasileiro-da-filosofia/browse_thread/thread/43dcd7a854e15d56. Nele, Ghiraldelli diz que LULA faz propaganda enganosa e atribui ao LULA o caos aéreo, a "epidemia" de febre amarela e chega a fazer previsões como "aguardem e verão como que o PT vai
patinar nas capitais mais populosas e mais politizadas". Ora, concluí que seria um importante passo se todos os que têm outra visão que não a do Ghiraldelli devesse participar do grupo e todos, de modo ético, sem ofensas, mostrar ao filósofo de Sampa que nem todos pensam como ele e que a verdade, segundo a sua visão, não é uma verdade soberana. Então, minha proposta é esta: entrar no debate deles e mostrar que o que eles querem não é o que nós queremos.

Cida Medeiros (19/01/2008 - 08:18)
Uma dica é fazer como Layla Anwar que escreve em dois blogs, provavelmente de Bagdá e com o desejo de fazer aquela cultura conhecida pelos estadunidenses. Uncensored Arabwomanblues e An Arab Woman Blues - Reflections in a sealed bottle... Há muitas referências dela como alguém que tem divulgado a brutalidade da intervenção dos EUA no Iraque. Vale ler os comentários também. Enfim, alguém que levou a sério a questão do direito à informação qualificada e resolveu abrir espaço onde este estava rarefeito. O site countercurrents.org menciona Layla como alguém que escreve do front para que o "inimigo" leia. (http://www.countercurrents.org/ghista140108.htm).

Ray (19/01/2008 - 00:55)
eu estou gripadissimo(acho que não é febre amarela)
fico pasmo.gente dizendo que esta migrando da globo para a record.que beleza.a record,da igreja universal.a globo em comparação com a igreja universal deveria ser canonizada.mesmo com todos os seus muitos pecados.
a igreja universal é a instituição mais corrupta,venal,que existe no brasil.
a cegueira ideologica é lamentavel.

Marcio Carlomagno (19/01/2008 - 00:18)
Azenha, fico contente de saber que o meu "premio" está a caminho. Visto que os outros endereços não foram publicados, peço a gentileza de apagar minha mensagem com meu endereço fisico, que está publicado no post "FEBRE AMARELA E IRÃ: ALARMISMO VENDE JORNAIS E É FERRAMENTA POLÍTICA", na aba "bizarro". Quanto a melhorar a qualidade da informação, creio que você mesmo responde a sua pergunta com o texto "Palavras não definitivas sobre o jornalismo anacronico", ou seja, a desmistificação das grandes coorporações de midia, a lenda de sua infabilidade, de sua independencia. Os olhos de grande parte da população (em geral) continuam fechados, acreditando nesta fábula de insenção jornalistica. Temos que abri-los. Mostrar que Globo, Veja, e por aí vaí, são só organizações privadas com interesses privados. Nada mais.

Ray (18/01/2008 - 23:42)
azenha

vai mesmo.nós temos,pelo visto,os mesmos prazeres.
o meu,como o teu,não é o big brother.a questão é outra.
e viva o j.deep.o melhor ator de sua geração.
rumo ao merecido,a muiiiiiito tempo oscar.
bom fim de semana.
ate a proxima,

no bom debate democratico

Luiz Carlos Azenha (18/01/2008 - 23:36)
Ray, vai ver o BBB que eu vou ver o Sweeney Todd. Aí você me fala do Alemão da vez e eu te falo do Johnny Depp. Não distorça o que eu disse. Não pedi censura, pedi bom senso. Se vc tem filho, colooque diante da TV p[ara ver o BBB. O problema é seu. Minhas filhas eu não deixarisa ver. Fui./

Ray (18/01/2008 - 23:32)
falam do big brother.pedem censura.ate o azenha pede.
a folha bate edição apos edição no programa.porem,tem podcasts com participação de editores,materias com destaque atualizadas a todo momento na edição online.
quanta contradição.

DIMAS ROQUE (18/01/2008 - 23:27)
Foi convocado para a luta hoje pela manhã quando vim aqui no Blog do Azenha para saber as novas. Acho que o melhor caminho é via e-mail. Para isto coloco a disposição do proprietário do Blog a lista de 12.000.000,00 de e-mails para que possamos realizar todos os tipos de campanha URGENTE. Sou Dimas Roque, baiano de Paulo Afonso no sertão do nordeste, a cidade mais bela do Brasil. http://dimasroque.blogspot.com

Ray (18/01/2008 - 23:27)
os leitores que voce esta atraindo são os mesmos de paulo henrique amorim.falam de um tal de PIG.ninguem leva paulo henrique amorim a serio.e duvido que voce me conteste nisso.azenha ponha sua competencia realmente a serviço do jornalismo.

Luiz Carlos Azenha (18/01/2008 - 23:27)
O Pandini só mandou o e-mail. Tudo bem. É preciso mandar o endereço FÍSICO. Ray, meu padrão jornalístico foi sempre o mesmo. A diferença é que agora sou dono de minha própria mídia. E eu confesso que fui convertido pelo refrão da Janes Joplin: "Freedom is just another word for nothing left to lose". Agora vou entrar no cime.ma.Fui.

Geraldo (18/01/2008 - 23:24)
Sim, os internados são 31 da VACINA e 11 da febre, vc misturou.

Geraldo (18/01/2008 - 23:21)
É bom apagar o e-mail de Luiz Alberto Pandini, está no 15º post.

Geraldo (18/01/2008 - 23:17)
É o q diz o site da Globo: http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL265967-5603,00-MINISTERIO DIZ QUE PESSOAS ESTAO INTERNADAS POR SUPERDOSAGEM.html

Ray (18/01/2008 - 23:12)
mas voce não trabalhou na "midia corporativa"por toda sua carreira?não entendo essa mudança radical.quando voce fazia parte dela,ela prestava,agora que voce tornou-se"independente"ela não presta mais.azenha, isso é uma vergonha,como diria boris casoy.

Luiz Carlos Azenha (18/01/2008 - 23:08)
Luiz Fernando, mande mensagem com o endereço que eu anoto e não aprovbo; não vou expor o seu endereço. Dulce, aquele texto é da Folha. É uma vergonha o que está acontecendo. Esse BB é um lixo. Cadê o Ministério Público? A Globo viola a lei e faz campanha dizendo que qualquer tipo de csontrole é "censura". Mentira. Eles atropelam o estatuto da infância e da adolescência sem dar satisfação para ninguém. Geraldo, que história é esse de 11 internados por causa da vacina??? Desculpiem os erros, estou escrevendo do i-phone, na rusa.

Dulce Leão (18/01/2008 - 22:58)
Desculpe-me, acabei não respondendo a pergunta. Para Melhorar a mídia fazemos boicote, negando-lhes audiência. Cancelei assinatura antiga do Globo, e foi uma luta, porque até de graça me mandaram por quase dois meses, insistindo na continuação. E passei a "atacar" economicamente os patrocinadores. ex: no supermercado, remancho junto da marca e falo mal dela quando alguém vai comprar...eu digo displicentemente..."HUM...SE EU FOSSE VOCÊ NÃO COMPRAVA ESTE SABÃO EM PÓ, NÃO! MANCHOU MINHA BLUSA, NOVINHA!!!" Sabe que funciona? :)

Luiz Fernando (18/01/2008 - 22:54)
Azenha, sou candidato a receber também o DVD, "A revolução não será televisionada". O que me surpreende é que se abre uma rádio comunitária no Brasil imediatamente o aparelho repressivo do estado é acionado os dirigentes são presos e o equipamento confiscado. A pressão da abert impede qualquer debate. Por isso temos que fazer movimentos moleculares, reuniões na internet, boicotá-los e desmitificá-los, por que abert(e)tamente não dá enfrentá-los, mas dialeticamente sim, com as mesmas ferramentas da tecnologia. Os três lados do triângulo da verdade : tese, antítese e uma nova sintese. Vamos começar um movimento de baixo impacto. Como se muda o curso de um rio, é tese, colocando pequenas e grandes pedras dentro dele é antítese; o rio começa a mudar de curso, uma nova síntese. A internet já está permitindo isso. No Brasil em qualquer periferia está cheia de lan houses. À luta companheiros.

teresa (18/01/2008 - 22:45)
José Serra é o beneficiario do PIG. É ele que o PIG quer colocar no poder. Quanto a nao renovaçao da concessao da Globo, nao é tao facil assim. Se na Venezuela foi aquele escarceu, avalie no Brasil, com a Globo. Nós, o povo, que devemos mostrar ao PIG que a epoca da ditadura acabou. Lula nao tem a personalidade do confronto. Com Brizola seria diferente.

Dulce Leão (18/01/2008 - 22:45)
Azenha, você disse:..."às emissoras das regiões que exibem o "Big Brother Brasil" antes das 22h, horário para programas não recomendados a menores de 16 anos. O reality show foi classificado para 22h, mas vai ao ar mais cedo em sete Estados com fusos diferentes do de Brasília," EU PERGUNTO A VOCÊ...SÓ AS CRIANÇAS E ADOLESCENTES DO SUL/SUDESTE, MERECEM ESTAR SOB A PROTEÇÃO DO ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE? ONDE ESTÁ O MINISTÉRIO PÚBLICO QUE NÃO INTERFERE?? ONDE ESTÃO OS DONOS DO "CRIANÇA ESPERANÇA" QUE EXPÔEM CRIANÇAS ???QUANTO VOCE QUER APOSTAR QUE VÃO SOLICITAR A MUDANÇA DO FUSO HORÁRIO PARA A REGIÃO NORTE/NORDESTE, UNIFICANDO-O COM O HORÁRIO DE BRASÍLIA???

Geraldo (18/01/2008 - 22:44)
Vão contando aí. Agora são 31 pessoas internadas por causa da VACINA e 11 pessoas com febre amarela (dessas 7 morreram). O PIG é 3 vezes mais perigoso q a famosa febre amarela.

Luiz Carlos Azenha (18/01/2008 - 21:53)
Marcio, Hudson, Leider e Benedito, o Leandro Guedes me avisou agora que o "prêmio" de vcs segue amanhã para Matinhos, Poços de Caldas, Catalão e Campinas. Teve gente que fez exibição pública, entre amigos, para que mais pessoas se dessem conta da inacreditável história que o documentário conta. Depois quero o retorno de vcs.

Roberto Ribeiro (18/01/2008 - 21:04)
O Governo Lula se mantém acovardado diante do PIG, poderia ter revisto (cancelado) as concessões de canais da Rede Globo em 2007, não o fez por medo. A Rádio Jovem Pan em seu "Jornal da Manhã" ataca o Governo Federal todos os dias e o governo finge que não ouve. Lá tem um jornalista que se chama José Nêumanne Pinto que esculhamba com Lula diariamente deve ter ligações com PSDB/DEMO. O cara é anti-Lula roxo seus comentários são cínicos, sobre Serra nenhuma palavrinha, pois pode perder o emprego de puxa-saco dos donos do PIG.

Leider Lincoln (18/01/2008 - 20:48)
Ao Tiago; assista você mesmo e tire suas próprias conclusões! Por mim vale a pena! Está no YouTube:

http://br.youtube.com/watch?v=aQu8ic0WRXo

Tiago (18/01/2008 - 19:21)
Alguém pode dizer se este documentário é chapa branca, ou verdadeiro?

Luiz Carlos Azenha (18/01/2008 - 19:16)
Um dos problemas é que o governo atura até violação da lei. Da Folha Online:

O secretário nacional de Justiça, Romeu Tuma Jr., disse à Folha que pedirá "bom senso" às emissoras das regiões que exibem o "Big Brother Brasil" antes das 22h, horário para programas não recomendados a menores de 16 anos.

O reality show foi classificado para 22h, mas vai ao ar mais cedo em sete Estados com fusos diferentes do de Brasília, além de toda a região Nordeste (que não adota o horário de verão).

Ontem, Tuma Jr. estava em um compromisso oficial em Manaus (AM), que está com duas horas a menos do que Brasília --ou seja, o "BBB 8" entra no ar às 20h (horário recomendado a maiores de 12 anos e não 16).

Por telefone, foi questionado sobre as polêmicas cenas exibidas pelo "BBB", como o show de meninas com peitos cobertos por creme de barbear e a passada de mão de um rapaz em sua "namorada". "Vou aproveitar que estou aqui no Norte e vamos estabelecer esse debate. Irei pedir bom senso às emissoras locais", disse Tuma Jr.

O secretário foi quem concedeu às TVs, na semana passada, um prazo de 90 dias para que passassem a respeitar os fusos do país. É tempo suficiente para que o reality acabe e a Globo não tenha o trabalho de mudar sua programação regionalmente.

Tiago (18/01/2008 - 19:03)
Bom, partindo da idéia do leider, pensei numa outra, que pode ser melhorada. seria um tópico como "a desinformação da semana", onde seria selecionado uma das noticias mais absurdas, e partindo disso uma discussão organizada e uma ação de cobrança junto a patrocinadores do respectivo veículo. penso que á que todas as empresas falam em "responsabilidade social", acho que não há mais espaço para uma "empresa responsável" financiar a baixaria e a desinformação.

Bruno Brasil (18/01/2008 - 18:57)
Bom, eu boicoto mesmo. No maximo, eu vejo a primeira pagina de Estadao ou Folha e sei que serah tudo a mesma coisa... Alias, eu tenho uma copia em casa deste filme esclarecedor.

nancy lima (18/01/2008 - 18:57)
faço meu boicote já tem tempo e sempre que posso vou argumentando com pessoas do meu relacionamento,quando vejo resistencia aplico um golpe que dá certo:TV é vicio e é um vício que não te´acrescenta nada,toma seu tempo e aí você deixa de fazer várias coisas tipo:conversar com amigos,com parentes,lêr,vêr um filme,passear com o cachorro,vêr o pôr do sol,comer um acarajé,passar uma tade em Itapoã,emfim relaciono só coisas da pesada e aí pergunto:só prá vêr TV,onde só passa baixaria e só aborrece e atormenta e mente e manipula e toma a falar,é certo o cara começa a pensar e pronto.Tenho tido o maior sucesso.

Luiz Alberto Pandini (18/01/2008 - 18:14)
Azenha, eu me candidato a receber uma cópia do "A revolução não será televisionada", caso ainda haja alguma. Meu e-mail é pandinigp@yahoo.com (sem br).

Quanto ao que podemos fazer para melhorar o nível da mídia em geral, a única saída é deixar de comprar os meios impressos e de dar audiência aos eletrônicos. Em algum momento, isso vai doer no bolso deles. Como a linguagem da grana é a única que os grandes empresários de comunicação conhecem, eles terão que melhorar o nível de seus jornais/revistas/rádios/TVs e etc para não morrerem. Se bem que sempre se pode tentar um empréstimo salvador junto ao governo, ou um perdão da dívida. Nessas horas, eles se transformam em grandes apreciadores da intervenção do estado na economia... deles. Só não peça a contrapartida de usar uma pequena parte dos lucros futuros para contribuir com projetos sociais do governo.

Abraços. (LAP)

Gentil (18/01/2008 - 18:03)
Nós, que buscamos a verdade, já temos alguns blogs confiáveis, como o do PHA, do Eduardo Guimarães, Carta Maior, Nassif e Azenha. É um bom começo. Será que não daria para criar um JORNAL VIRTUAL para, assim que puder, transformar-se em um diário com circulação (e credibilidade) nacional?

Rodrigo Leme (18/01/2008 - 17:27)
A má qualidade da informação só está presente na mídia corporatia (e, que coincidência, de direita)? Não acho. Não é porque o veículo é pequeno (e de esquerda) que a informação dele também não deforma e solta tiras. A tropa de esquerda também sabe divulgar suas mentiras.

Breno Syperrek (18/01/2008 - 16:59)
Caro Rildo, acho que vc tem razão.
O trabalho é diário e deve ser contínuo. Faço a mesma coisa nos circulos que frequento. Tento fazer as pessoas interpretarem e questionarem as notícias. Esse seu exemplo é ótimo. "Mais um caso CONFIRMADO de SUSPEITA de denge". Uma leitura superficial causa pânico no desavisado. quem para, lê, interpreta e questina só pode dar risada...

Rildo Ferreira (18/01/2008 - 16:04)
Caros amigos.
Eu sou militante do PT desde 1985. Naqueles tempos, nossa maneira de militar era bastante rudimentar. Elementar, não havia internet e os recursos para operar rádio e tv eram exorbitantes. Em 1989 aconteceu no Brasil um movimento de rádios comunitárias, no que a princípio, serviu aos interesses propostos na idéia original. Mas logo sentimos o efeito brutal que a economia exerce sobre as coisas. Não podíamos manter rádios comunitárias sem propagandas pagas, logo nos tornamos tais quais as rádios comerciais. As programações foram ficando sem conteúdo, sem qualidade e fazendo exatamente o que as emissoras comerciais faziam. Entretanto, eu sempre me perguntei porque o PT, com tantos homens e mulheres altamente capazes, formados em jornalismo, publicidade, propaganda e marketing, fotografia, letras, pedagogia, administração e etc, nunca foi capaz de agrupar um núcleo para a criação de um canal de comunicação alternativo. Ora, do que reclamamos dos canais de comunicações atuais? Da sua desonestidade em noticiar os fatos, não é mesmo? Que cada qual, seja jornalista, professor, médico etc, tem a sua ideologia, disso não negamos. Ao contrário, respeitamos. Reclamamos, portanto, da desonestidade como tratam as questões. Dar uma opinião sobre uma algo é uma coisa. Divulgar algo como sendo um fato concreto, verossímil, portanto, inquestionável, não pode, não deve, não é ético, ser carregado da ideologia de quem divulga. Então, penso que todos nós que até defendemos o governo LULA, precisamos saber quando o que falamos se trata de uma opinião ou quando se trata da divulgação de um fato, para, neste caso, fazê-lo com a máxima isenção possível. Eis que meu questionamento se estende à esse tópico, ao chamamento. Não nos é possível criar uma TV de caráter popular? Vejam quantos nomes estão envolvidos na defesa da ética na comunicação como um veículo informativo, construtivo, logo educativo. Enquanto essa discussão transcorre, cada qual faça o que pode ser feito, mas, fundamentalmente, nos cafés (e cervejas) com os amigos, alertá-los para os conteúdos ideológicos dos veículos de comunicação atuais. No meu trabalho, na hora do almoço assistíamos ao Jornal HOJE (TV GLOBO), e a repórter (?) noticiava: "ACABA DE SER CONFIRMADO MAIS UM CASO SUSPEITO DE DENGUE". Imediatamente convoquei a todos para uma discussão sobre o assunto na tentativa de fazê-los ver o outro lado da notícia, aquele em que a repórter, inadvertidamente ou intencionalmente, buscava disseminar o pânico geral. Eis que este papel, o de desfazer as inverdades explícitas na comunicação, é um trabalho diário, de quem ouve e propõe outra interpretação.

Luiz Carlos Azenha (18/01/2008 - 16:01)
Existe uma estratégia do Pentágono, para as guerras, que se chama "soften up" o inimigo, ou seja, enfraquecer as defesas dele com bombardeios aéreos antes de mandar a infantaria. De longe é difícil avaliar, mas pelo que vocês me contam a estratégia agora é essa, de olho nas eleições deste ano: abrir caminho para a "infantaria" da oposição. Às favas com o Jornalismo. Na Globo, que conheço bem por dentro, não há nenhuma chance disso acontecer sem que a ordem venha lá de cima.

Luciano JG Souza (18/01/2008 - 15:38)
Algo me diz que esta grande balbúrdia desinformativa se deve a: (1)Crescimento de internautas que acessam blogs de mídia alternativa, reduzindo assim o poder de influência das mídias das "famílias"; (2)A questão da TV Pública que o atual Governo quer implantar, valendo-se provavelmente desta descrença desta mídia familiar; (3)O preconceito velado e estapafúrdio diante de governos do espectro esquerdista-trabalhista-socialista, ainda reinante dos que formam o atual PIG. Sobre as soluções, a melhor alternativa são os boicotes aos patrocinadores, já que o bolso é a parte mais sensível do corpo humano no ambiente capitalista!

Neo-tupi (18/01/2008 - 15:31)
Carlos: é mais eficiente reclamar para o SAC dos patrocinadores do que para as editorias dos (tele)jornais. A Sadia também patrocinava o JN junto com o Unibanco. Quando começou a haver um movimento de boicote nos blogs de seus produtos, ela deixou de patrocinar (não sei se foi apenas coincidência, mas foi exatamente na mesma época). A Globo deve ter sentido no bolso pois agora ficou só com um patrocinador, o Unibanco.
O Jô Soares estava no ano passado com uma cota de patrocínio encalhada. Antes disso, também houve um movimento de boicote aos patrocinadores do "meninas do Jô" (neste caso também houve queda de audiência).
Então funciona, quando há muitas reclamações e quando é feito o boicote de fato.
É como aquele ditado: quando um cachorro lhe morde, não adianta reclamar com o cachorro. Tem reclamar com o dono do cachorro (o patrocinador).

Neo-tupi (18/01/2008 - 15:29)
Maria Izabel L. Silva: Não precisa se isolar do mundo. Eu também assistia ao Bom Dia Brasil, mas começar o dia com as análises de Mirian Leitão e Alexandre Garcia não dá mais. Agora assisto ao Fala Brasil da Record, ou então o telejornal da TV Brasil. Pode ser que a Record cresça e se torne uma nova Globo, mas se adotar a mesma linha, nós também mudaremos de canal de novo. Só de romper a audiência por inércia da Globo já é uma grande vitória. Acredite.
E tem mais, se a audiência cai, até as estatais diminuem seus anúncios, deixando de injetar dinheiro que financia o PIG.
Fazendo uma analogia com uma situação de guerra, mudar de canal é cortar a linha de suprimentos da Globo.

Juliano Guilherme (18/01/2008 - 15:06)
A princípio, dá vontade de aderir a alternativa e), esquecer, bebendo ou não. Mas se pensarmos mais a médio e longo prazo, acho que dá para ser mais otimista. Em termos de história de um país, a redemocratização do Brasil ainda é recente. As instituições vem, então, aos poucos, se reacostumando à democracia. Dos quatro poderes ,considerando que a mídia é o quarto poder, ela, junto com o Judiciário, são as que mais tem sido refrátarias a esse processo. Talvez, pelo fato, de não dependerem do voto, como o Executivo e o Legislativo, que mal ou bem, por uma questão de sobrevivência, tem que se importar com sua imagem perante a sociedade. Além do mais, a mídia e o judiciário, fiscalizam esse dois poderes. Está faltando uma maneira de fiscalizar os abusos da mídia sem cair na censura, e acho que o amadurecimento da democracia pode levar a sociedade a encontrar essa forma. Iniciativas como o MSM, fórum de discussões na internet e nas faculdades, blogs alternativos, pressões dos consumidores, tipo boicotes e etc, mostram que isso já está acontecendo. Só acho que leva tempo

ana (18/01/2008 - 14:12)
Destruiremos a Globo fazendo despencar sua audiencia. A audiencia é o x da questao. Os patrocinadores desaparecerão. Temos que alertar o povao, que tem Lula como mito, que a globo quer destrui-lo.

Carlos (18/01/2008 - 13:52)
Algumas medidas básicas estão ao alcance de todos. Eu, por exemplo, cancelei a assinatura da Folha, em 2005, cancelei o UOL, em 2007 e mantenho distância segura de coisas abjetas como a Veja e o estadão. Como ainda compro a FSP aos domingos (por desejo da família) e trombo com uma ou outra notícia no portal UOL/Folha OnLine, envio criticas ao Ombudsman. Nas raras ocasiões em que vejo um pedaço de JN ou JOrnal Hoje, não deixo de enviar criticas e sugestões (sei que não serão levadas a sério). Uma delas, por exemplo, não sei se eles atenderam: Como o jornalismo da Globo/Globonews insiste em que os pobres foram os maiores beneficiados com o fim da CPMF, eu sugeri que a Globo revelase quanto está "economizando" em CPMF, assim os "pobres" poderiam fazer uma comparação com a própria economia e decidir quem ganhou mais com o fim da CPMF... Sem sair de casa é possível mostrar a essa gente que muitos se dão conta das jogadas deles e que cada vez mais pessoas se darão conta disso. E olha, estes "muitos" são o que eles chamam acho que de audiência qualificada. Em tempo: quem vai arcar com indenizações às pessoas que tomaram vacina contra febre amarela e não poderiam te-la tomado? Em tempo 2: um dia eu perguntei a uma moça que telefonou me oferecendo assinatura da FSP se ela sabia que tem uma moça que escreve naquele jornal e é esposa de um marquteiro tucano. Ela deu risada e disse que não sabia; quando eu perguntei se a vendedora achava que esta jornalista algum falaria bem do Lula, ela deu risada...

Maria Izabel L. Silva (18/01/2008 - 13:47)
Nenhuma das alternativas. Como é possível boicotar mídia corporativa?? Se isolando no mato e comendo raíz?? A mídia corporativa esta entranhada nas nossas vidas. Ninguem pode deixar de ler livros, jornais, revistas e assistir televisão, filmes, etc, etc ... Todos os dias, quando pulo da cama de manhã, ligo a TV para assistir ao BOM DIA BRASIL. Não para me informar das novidades. E sim para acompanhar as patifarias que a TV Globo inventa contra o governo. É tão óbvio. E as vezes, patético. Hoje, por exemplo, a febre amarela saiu da pauta e entrou a "crise" de energia.Pelejaram para o Pingueli Rosa fazer uma declaração bombástica. Mas o físico se manteve sereno e equilibrado, não atendendo aos propósitos estúpidos da emissora. Então especularam sobre um aumento nas contas de energia que aconteceria ... no final do ano! No final do ano?? Mas o ano mal começou e a Globo já especula que, no final de 2008, haverá aumento nas contas de energia?? Isso mesmo. É o PIG em ação. Eu me divirto com a mídia corporativa.

Jorge Nunes (18/01/2008 - 13:12)
Sou a favor do fim da faculdade de jornalismo, acho que os jornais iam muito bem quando não havia necessidade de formação universitária para jornalistas. Faculdade de Jornalismo só serve de caça níquel para tubarões de ensino. Acho que jornalismo no máximo deveria ser curso livre. E pessoas de diferentes áreas poderiam escrever artigos e colunas, uma vez que eles entendem do que escrevem, um jornalista no modelo atual escreve sem ao menos se interessar pelo que está pondo no papel é caso do que acontece na folha de São Paulo onde teve jornalista que pediu a todos o brasileiros não importa onde vivam que se vacine contra a Febre Amarela sem se importar com os riscos disto. Acredito que os novos jornalistas têm uma formação pouco aprofundada e menos factível com a realidade que outras gerações de jornalistas. Acho que nosso modelo de Jornalismo está muito errado, tenho esperança que talvez com a introdução da internet como meio de debate o nosso modelo de divulgar notícias melhore e passamos a ter um jornalismo mais decente.

Leider Lincoln (18/01/2008 - 12:32)
Fico satisfeito que minha proposta tenha encontrado eco. De toda forma, como diria um velho barbudo: os filósofos têm apenas interpretado o mundo de maneiras diferentes; a questão, porém, é transformá-lo.
Para isso nós precisamos do tal fórum, que poderia ser muito bem ser algum cantinho do Sivuca ou do MSM, onde poderíamos informar aos leitores em geral quem patrocina o quê e a posição de cada empresa depois de notificada pelos consumidores/telespectadores, para que pudéssemos tomar nos decisões de consumo de maneira mais consciente. Afinal, é o próprio capitalismo que nos dá a concorrência! Se o Unibanco patrocina e coaduna com meias-verdades, por exemplo, há muitos outros bancos ansiosos para receber nosso dinheiro.
Vamos agir? Pois como dizia outro famoso barbudo numa canção, sonho que se sonha só e só sonho que se sonha só, mas sonho que se sonha junto é realidade!
Vamos partir para o boicote e para o uso da mail list!

Mateus Nascimento (18/01/2008 - 12:16)
Acho que existem formas alternativas na própria TV pública para se vacinar contra o sensacionalismo barato, uma delas é assistir ao jornalismo da TV cultura.

E se quiser ouvir comentarios sobre determinado assunto, ao invés de escutar comentários de cineastas falidos, assista ao espaço publico, que passa todos os dias 12:40 na TVE Brasil, são discutidos 3 temas em 3 blocos com 4 participantes, e são pessoas que entendem do assunto, por exemplo ontem se falou da Febre amarela em um dos blocos e foi convidado um médico infectologista, que por "coincidência" falou que não existe epidemia.

Neo-tupi (18/01/2008 - 12:13)
Ricardo Junior, realmente as estatais seguem critérios de audiência ditos técnicos para veicular anúncios.
Mas a questão da responsabilidade social pode influir (é um trabalho que exige mobilização popular contínua para chegar a resultados).
A Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, faz há alguns anos a campanha "Quem financia a baixaria é contra a cidadania", junto à sociedade civil (ver www.eticanatv.org.br).
Com base em denúncias fundamentadas de cidadãos eles publicam um ranking dos programas que desrespeitam a dignidade dos cidadãos. A partir de agora publicará também os nomes dos patrocinadores e anunciantes.
Essa campanha não visa noticiário tendencioso, mas é um modelo para criar-se algo semelhante no caso do noticiário.
A sociedade civil criando mecanismos que subsidiem a decisão do que seja responsabilidade social de anúncios das empresas, passa a influir também tecnicamente no veto à patrocínios nocivos à sociedade, meramente baseadas na audiência.

Alan (18/01/2008 - 11:57)
Azenha ,tem que boicotar geral !!!

Realmente os anunciantes como bebidas , alimentos , carro , cerveja , medicamentos sustentam as emissoras com comerciais caríssimos no horário nobre !!!

Além das sugestões dos colegas tenho uma estratégia de guerra no estágio que fiz em Cuba na FARC:(hehehe)

Por exemplo , eu não comprarei nenhuma bebida que a ambev distribui !!!

Vou comprar da XYZ (Empresa Local)isso ajuda a economia local que ainda trabalha quase se maneira artesanal e preza pela qualidade!

Vou fumar algo similar para não ajudar o Filipe Morris e os demais !!!

Carro E GASOLINA , putz ...sei lá !!! quem puder ande de bicicleta...que nem os Japa ! A poluição e congestionamento diminuem e a receita dos "FDP" diminui e nós ganhamos saúde também...É difícil ? É um pouco !
Mas eu faria se morasse e trabalhasse na mesma cidade.

Alimentos , valorize a empresa local e não as multi-nacionais...isso enfraquece os pequenos que acabam vendendo para grupos("Bunda Alimentos") sem nenhum escrúpulo que só pensam em lucro te vendendo alimentos e frangos que crescem assutadoramente em um mês !!!

Boicote a programação GROBO !!!

Telejornais Capitalistas , Distorção da Verdade e Jornalistas Fantoches !!!

Casseta e Planeta que brinca com problemas sérios do país , em vez de rirmos deveríamos protestar , reclamar , cobrar das autoridades !!!

Boicote à outros programas !!!

Informática ??? Monte um comprando as peças de diversos fabricantes mas não compre DELL , IBM , aplle e Microsoft ...use linux

Não veja e não deixe seus filhos assitirem desenhos da disney e filmes enlatados americanos em que os E.U.A salvam o mundo matando Russos , Viet-congs , Coreanos , Índios ,Latinos e Muçulmanos ...eu passei vinte anos da minha vida acreditando que os E.U.A eram os mocinhos !!!!

Mensagens subliminares e ocultas estão espalhadas por todo o lado ...

Parece loucura mas exise uma guerra silenciosa ,nossa auto-estima , conceitos são bombradeados por grandes organizações e que usam a televisão para atingir seus objectivos que é nos escravizar cada vez mais !

Vejam o exemplo do indústria fonográfica ...O Mp3 , internet e gravador de cd/dvd derrubou aqueles preços exorbitantes ou- 30,00 um cd, ainda acho caro um cd/DVD de artista , desde que tenho computador (2003) nunca mais comprei um cd de algum artista ...Tanto é que eles reduziram os índices de venda para continuar premiando os artistas no domingão do Balofão , Porra Meu !

Um abraço

Luiz Carlos Azenha (18/01/2008 - 11:34)
Benedito, de Campinas, seu endereço foi anotado.

Guilherme Mallet (18/01/2008 - 11:04)
Azenha, acho que falta um site com conteúdo DIDÁTICO para os "independentes", para as "vítimas" da mídia que ainda não estão vacinadas como nós.

Guilherme Mallet (18/01/2008 - 11:01)
Perdi, então. Que cópia, malandro? Isso já caiu na Net. Os donos da democracia também é ótimo.

Fernando Luiz da Silva e Silva (18/01/2008 - 10:19)
Interessante demais a sugestão do Leider, também vou aderir.

Denise Yoshie Niy de Morais (18/01/2008 - 10:16)
Gostei da idéia do Leider,mas o que fazer qdo o próprio patrocinador incentiva a desinformação? A Nestlé, por ex., vai apoiar ainda mais qquer programa que desestimule a amamentação. Ela já cooptou a sociedade brasileira de pediatria. OU seja, os próprios médicos já têem na cabeça que uma mamadeirinha de NAN não vai fazer mal... Aí, não há campanha governamental nem evidência científica que dê conta de combater tanto apelo contra o aleitamento materno. Eu costumo escrever para os sites/TVs qdo vejo algo mto gritante, mas em geral o meio de comuicação se esconde atrás da idéia de "liberdade de expressão" ou diz q meus comentários foram enviados ao jornalista responsável, de quem eu nunca tenho notícia, é óbvio.

Fábio José de Mello (18/01/2008 - 09:19)
Opções "a", "b" e "l", de Leider.

Luiz Fernando (18/01/2008 - 08:21)
"A Revolução não será televisionada" está disponível no e-mule, com legendas em português. Vale a pena!

fabiana, de muito muito longe (18/01/2008 - 08:01)
azenha, se for dificil enviar o documentario, e se for do teu interesse e de outros leitores, eu posso mandar o link pra baixar o filme pela rede p2p e tb explicar pra quem nao sabe como faze-lo.
espero resposta aqui nesta enquete pra entrar em contato por e-mail, ok?
abraço

Ricardo Júnior (18/01/2008 - 05:19)
Eu acredito em duas alternativas. A primeira é a atuação do ministério público contra o veículo de comunicação que transmita uma informação que cause dano efetivo à sociedade ou que tenha potencial de causar; a segunda é o boicote por parte da população de tais veículos.
Apesar da idéia do Leider interessante, não acredito que a mesma tenha muita utilidade prática, pois na verdade quem escolhe ou orienta os anuciantes com relação aos veículos de comunicação são as empresas de publicidade e não os anunciantes em si, isto é, os veículos são escolhidos pelos publicitários de acordo com fatores qualitativos e quantitativos referentes ao telespectador (potencial cliente do produto ou serviço) daquele meio. Portanto acho que enviar carta ou e-mail para os anunciantes, pouco mudaria o quadro, certamente eles não vão deixar de anunciar no veículo. Cito como exemplo as empresas estatais, a PIG tenta de todo modo desestabilzar e derrubar o governo, no entanto as estatais via empresas de publicidade continuam a gastar milhões de reais veiculando anúncios nesses meios.
Mandar e-mail para os veículos em si também não darão em nada, certamente alguém da área de atendimento ao cliente/telespectador/leitor/ouvinte virá com uma resposta pronta do tipo: "Nossas matérias seguem critérios de ética, moral e responsabilade.... De todo modo respeitamos a sua opinião."
E enviar e-mail a um jornalista (funcionário) de uma empresa que componha a PIG, também não surtirá efeito. Ele fará o quê ? Publicará uma matéria honesta contrariando o editor ou a direção da empresa ? A única coisa que ele poderia fazer é pedir demissão, mas é uma opção fora de questão principalmente se o jornalista for bem pago e tiver seus "benefícios".

Neo-tupi (18/01/2008 - 02:35)
O boicote a patrocinadores já foi praticado com algum sucesso ano passado.
Na época do acidente da TAM quando o Jornal Nacional "testou a hipótese" do "grooving", fez montagem da Marta Suplicy dizendo "relaxa e goza" (em outro momento, em outro contexto) com cenas do acidente, quando disseram que o top, top do Marco Aurélio Garcia era para as vítimas e não para a Globo, vários blogs fizeram campanha de boicote a patrocinadores do Jornal Nacional. O mesmo aconteceu com as "meninas" do Jô Soares, com Ana Maria Braga, principalmente quando embarcou no "Cansei", e o caso emblemático da Philips (marca eu comprava antes, e nunca mais comprei).
Eu era correntista do Unibanco, reclamei ao SAC que o patrocínio ao Jornal Nacional para mim era irresponsabilidade social. O Banco respondeu que não interferia na linha editorial. Eu cancelei minha conta.
Recentemente no aumento da alíquota da CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido) somente para os Bancos, o Jornal Nacional omitia que apenas o lucro dos Bancos seriam impactados, o que coloca em dúvida a independência em relação ao patrocinador.

thomas nicolas (18/01/2008 - 01:49)
nao precisa nem entrar no site, mas como universitário a opção E me parece boa

thomas nicolas (18/01/2008 - 01:48)
Azenha, acredito que um começo seja que o jornalista, ao sair da faculdade, procure uma especialização no tema que lhe agrade mais, por exemplo: se um jornalista quer falar de economia, faça uma especialização em economia, se quer falar de população, clima, ocupação do meio do espaço, especialize-se em geografia (puxando a brasa para o meu lado), enfim, se um jornalista quer falar sobre um determinado tema, estude-o à fundo e depois explique para a população.
Digo isso porque uma das coisas que mais me encomodam em alguns jornalistas é não saberem do que estão falando e mesmo assim darem uma de entendidos. Não sei se os jornalistas tem noção da interferência que tem na vida das pessoas, acredito que se muitos tivessem essa noção não se sujeitariam a ser "paus-mandados" de editor ou de patrão. Não acredito que essa especialização que estou propondo solucionaria os problemas da mída brasileira, mas já melhoraria muito.
Na academia, para se escrever qualquer coisa, precisa-se saber exatamente do que se fala, porque com os jornalistas que, através de seus comentários mexem com a vida de milhões de pessoas é diferente?

Obrigado pela paciência

Luiz Carlos Azenha (18/01/2008 - 00:20)
Gostei da idéia do Leider. Até agora me parece a melhor. Peço àqueles que se interessarem que, a partir de agora, mandem textos de sua autoria para publicação na seção VOCÊ ESCREVE. Quem quiser defender a Globo, como é o caso do Fernando, que o faça com argumentos. Eu quero que esse seja um espaço plural e de vocês. Os textos podem ser enviados para o e-mail do site. Fiquem à vontade, mesmo, tenho minhas próprias idéias mas nenhum preconceito ideológico - mas baixaria é perda de tempo.

M. Iack (18/01/2008 - 00:04)
Alternativas A e B,sem dúvida. Muito interessante também a sugestão do Leidel.

Marcelo Conti (17/01/2008 - 23:07)
Eu já boicoto a impren$a marrom. Não compro (nem leio) a veja (com minúscula mesmo) há anos. Não compro (leio um pouquinho, desde que outra pessoa compre). Não compro nem leio o Estadão; Nem passo perto do SBsTeira e da globo (com minúscula mesmo) e explico aos menos informados do poder deletério desses meios que recebem $$$ de consulados e embaixadas para aumentar nossa síndrome de vira-lata e tentar aumentar a vontade do nosso povo de ser re-colonizado!!!

Sonia Montenegro (17/01/2008 - 23:00)
Eu não vejo mais TV. Nem a TV Câmara e TV Senado, que eu costumava assistir para depois confrontar com a versão que a Globo divulgava através de cortes ou simplesmente com a leitura de um texto, sem mostrar o som original.

ana (17/01/2008 - 22:29)
Devemos atingi-los no orgâo mais fraco: o bolso, boicotando. Depois, por todos os meios, desmascará-los. Em Blogs, por emails, em cartas dirigidas a veiculos de comunicaçoes ou mesmo no dia a dia em conversas formais e informais. MSM é um movimento super interessante e que pode servir de contra ponto ao PIG. Cada CIDADÃO deve fazer a sua parte. manter-se informado com dados e numeros para contra argumentar. Nao baixar a guarda NUNCA.

Renato de Almeida Prado (17/01/2008 - 22:28)
Eu tento com campanhas por e-mail. Boicotar a mídia corporativa será um reflexo de um aumento de campanhas e fontes alternativas de informação %u2014 ao menos espero. Vide o seu site, o do Nassif, Paulo Henrique, Mino Carta, etc...

André Rocha (17/01/2008 - 22:28)
Achei ótima a sugestão do Leidel! Vou começar a praticar isso...

Geraldo (17/01/2008 - 22:03)
Pra mim o PIG só irá mudar quando passar a existir uma alternativa.

Me iro ao ver esses nossos jornais, mas sou obrigado a consumir suas notícias enquanto não exista outro por que eu possa ver o mundo. Eu vejo o jornal, passo pelos Blogs e vejo o que tenho que descartar. Isso é trabalhoso. Os jornalistas sérios deveriam se juntar e formar uma mídia diferente. Começando pela Internet, e depois passando para o mundo físico ou para as ondas da tv. Viajei? Acho que não.

Francine (17/01/2008 - 21:54)
Azenha, penso que temos que partir para processos juridicos, a sociedade tem que ter uma representação, uma espécie de ombusdman, não sei se é assim que escreve, não importa, no caso da Catanheda, entra com processo na justiça, obriga a fofa dar explicações, sofrer até punições dependendo do caso, quero ver se a mídia e os jornalistas que se prestam a fazer o que essa "senhora" fez não tomam vergonha na cara rapidinho.
No Brasil está faltando justamente isso, quem sabe o MSM não preencha essa lacuna?

nona fernandes (17/01/2008 - 21:41)
Boicotar a mídia corporativa e fazer campanhas por e-mail, na minha opinião são as opções mais eficientes para se combater a má qualidade da informação. As duas últimas, nem pensar. Acredito até, que a forma que mais incomoda as grandes redes de TV, são as campanhas por e-mail. Em sendo assim, vamos à luta sem armas e com a força na Internet.
nona fernandes Vitória da Conquista/Ba

Cida Medeiros (17/01/2008 - 21:38)
Acho que temos de encher as caixas de e-mails de jornalistas cujos textos forem considerarmos não profissionais, adequados, com conteúdos inadequados ou incompletos, sem apuração dos fatos e por aí vai. Já liguei várias vezes para elogiar mas também para criticar, avaliar, questionar. Quando você, como leitor, se apresenta é um consumidor falando com o fornecedor daquele "produto" e ou "serviço". Eles ouvem. Mas o diálogo tem de ser em alto nível, pois no processo de produção jornalística, nem sempre é o repórter o responsável total pela publicação final. Enviar também e-mail para o chefe do chefe resolve.

Alexandre de Aguiar (17/01/2008 - 21:35)
Como a palavra-chave é "grana", a única coisa que me vem à cabeça seria fazer propaganda negativa dos patrocinadores dos veículos que não andarem na linha. Não sei nem se a lei permite isso, uma vez que. acho eu, também é jogo sujo. Não consegui achar um meio (nem mesmo um surreal) de montar associações e obter financiamento para isso.

Leider Lincoln (17/01/2008 - 21:28)
Azenha, minha experiência como economista me diz que a estratégia potencialmente mais eficiente é, diante de cada notícia falsa, mentirosa, deturpada ou golpista o PIG, prestar atenção nas empresas que estão patrocinando o veículo de desinformação, e mandar e-mail para eles [os patrocinadores], reclamando e esperando providências.
Depois, noticie tanto o meio de desinformação quanto algum fórum aproriado, para que cada um saiba as empresas que receberam as mensagens e como cada patrocinador do fato inverídico porta-se diante da inverdade, para deste modo, pressionar os anunciantes, com potencial impacto nas receitas do meio de desinformação mentiroso.



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