Vi o Mundo, por Luiz Carlos Azenha
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ALIADO OU INIMIGO?

Atualizado em 27 de abril de 2008 às 11:35 | Publicado em 27 de abril de 2008 às 11:34

O Brasil deve tratar os Estados Unidos como eterno aliado ou inimigo em potencial?


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ÚLTIMOS COMENTÁRIOS
ZZzz (06/06/2008 - 09:57)
as crianças deles estão crescendo com a idéia de que somos incapazes de proteger a amazônia (que é um recurso fundamental para a manutenção do clima na Terra, bla bla bla, todos repetindo isso nos noticiários) mas, ao mesmo tempo, os eua recusam-se a aceitar limitações econômicas em prol do mesmo clima global. isso é um tremendo contrasenso! somado a todo a todo petróleo encontrado ultimamente por aqui é mesmo de preocupar

Everton, de Belo Horizonte (13/05/2008 - 00:30)
Azenha, nem tanto ao mar, nem tanto à terra. Os Estados Unidos serão parceiros, nas questões que forem do nosso interesse e rivais, não inimigos, nas que forem necessárias. Acho que para se ter liberdade e respeito não é necessário ser inimigo. Eles defendem os interesses deles e nós os nossos. Vejo muitos condenando a dominação norte-americana, o imperialismo, a política externa americana, mas eu acho que o pior já aconteceu no Brasil: somos colônia dos Estados Unidos. Trocamos tutu com linguiça por Mac Donald's. Fazemos filas para ver produções Holiudianas (no português mesmo). Temos mais "by" alguma coisa e "Hair" outra coisa, fazemos mais "up grade" e pedimos em "delivery". Vivemos sonhos de consumo norte-americanos e nos achamos VIP em criticá-los. É fashion ser anti-americano. No mundo de hoje, para País que deseja e precisa crescer, não existe inimigo, existe parceria e desenvolvimento.

Roberto - Rio das Pedras (03/05/2008 - 11:14)
Os EUA são como os políticos brasileiros: somente tratam alguém como aliado quando esse alguém está a seu serviço e pronto. Portanto, o Brasil deve tratar os EUA como ele realmente é: Uma ameaça a qualquer projeto de construção de uma humanidade livre. Para os americanos, os EUA são o centro do Universo, somente os interesses e necessidades deles contam. Suas Forças Armadas tem como finalidade garantir a sua hegemonia. Um dia elas vão ocupar o Brasil para garantir o abastecimento de água, minerais, alimentos, etanol, petróleo etc. Creio que um processo de privatização a ser continuado no futuro governo de José Serra, não será suficiente para isso, vai ser necessário a ocupação militar do Brasil, é claro com a ajuda das Forças Armadas Brasileiras que desde os anos 40 vem sendo adestradas, pelos norte-americanos para isso. O genocídio do Povo Iraquiano nos dá uma prévia do que vem por aí. enquanto o Povo Iraquiano está sendo assassinado, os EUA vão roubando os seus campos petrolíferos, com a complacência da ONU.

Alexandro (30/04/2008 - 14:38)
Gustavo Pamplona acredito que um brasileiro que se dispõe a lutar uma guerra por outro pais,sobretudo pelos EUA e pela guerra pre-fabricada por Bush para salvar a industria de armas e petroleo, merece o mesmo destino que americanos e britanicos que brincam de policiais do mundo.Quanto mais americanos e seus aliados,seja de onde for,eliminados melhor! OBS: E sempre bom ter um "imtelequitual" como voce por perto... por favor, nos delicie mais com sua capacidade poliglota... com quem voce aprendeu ingles, com o Mainardi ou com o Jabor?

(29/04/2008 - 09:36)
Pois é John Bastos, vc me deu razão ao dizer que poucos produtos (majoritariamente agricultura)são impedidos de entrar livremente nos USA. Sabe por que? os países em desemvolvimento nesse mister são mais competitivos. Coloque tambem na sua cota de produtos que sofrem taxação excessiva o AÇO BRASILEIRO.. Pois é John nem todos os produtos são permitidos, apenas aqueles que interessam aos americanos.... Quanto a China, eles não são doidos de fechar as portas para um país de mais de um bilhão de potenciais comsumidores. Melhor deixar entrar as bugigangas a contrapartida no mercado americano será mais vantajoso. Questão de estratégia mercadológica, meu caro.

Carlos (29/04/2008 - 08:07)
Li um comentário de uma pessoa dizendo-se favorável à 'criação' dos Estados Unidos da América do Sul ou coisa parecida. Será que passa pela cabeça de uma pessoa que os norte-americanos querem impor seu domínio para levar progresso e bem estar a países estrangeiros? Na época dos descobrimentos e colonização da África e da América do Sul, houve a preocupação em desenvolver as colônias ou apenas sugar-lhes toda a riqueza? Assim são as coisas: isto aqui (América do Sul) é um lugar potencialmente rico pra caramba, tem terras, minérios e água em abundância, mas vive nesta pobreza exatamente por que os 'Americanos de antigamente' queriam apenas explora-la, como querem os gringos hoje. Agora, em relação ao povo norte-americano em si, tem gente boa e ruim em todo lugar, mas é difícil acreditar que teve tanta gente disposta a votar em George W. Bush, simples representante dos 'falcões' que querem impor os interesses dos EUA ao mundo a qualquer preço. Tudo que aconteceu desde os tempos de Augusto Cesar Sandino, passando pela Baía dos Porcos e Vietnã, demonstra que tanto faz se Democratas ou Republicanos estão no poder, eles tentam se impor pelas armas ou jogo sujo. As ditaduras dos anos 60 e 70 na A.L. foram fomentadas pelos EUA. Portanto, não dá para confiar nos EUA. Felizmente na própria Hollywood já tem gente fazendo filmes como "O Suspeito" para mostrar aos próprios norte-americanos aquilo que eles praticam e ensinaram os outros a praticar por eles.

Gerson Pompeu (29/04/2008 - 07:47)
Ô, pessoal! Vê se manera nas drogas. Tem cada comentário que só pode ser fruto de overdose.

Luís Carlos P. Prudente (29/04/2008 - 00:12)
Carta ao John, capítulo III. Sinceramente, amigo John, ter inveja dos americanos eu não tenho não. Gosto da música americana dos anos 50, 60 e 70. Gosto de filmes americanos de diversos estilos, menos as porcarias que eles fazem atualmente de lutas marciais e filmes no estilo Rambo. Gosto de ver os jogos do Super-Bowl, quando passa na tevê aberta por aqui. Mas é só, sei que os EUA usam do cinema e da música para impor ao mundo o seu estilo de vida. Sei também que este país exporta guerra e terror para outros países como Iraque e o Afeganistão a pretexto de defender a democracia, não qualquer democracia, mas a democracia americana ( a mesma que diz que a Arábia Saudita é uma democracia e a Venezuela uma Ditadura Chavista). Amigo John, você tem que rever os seus conceitos (necessariamente não precisa comprar um automóvel da Fiat)!

jr_bahia (28/04/2008 - 23:55)
Eu acho que os EUA, hoje, são nossos aliados.

Gérson (28/04/2008 - 22:50)
João Bastos: Você dá uma no cravo e outra na ferradura. Qual é a sua meu filho. Tá difícil de te entender. Explica melhor por favor ! Seu ponto de vista pode ser interessante.

John BASTOS (28/04/2008 - 22:47)
"AO JOÃO BASTOS: é, voce conhece muito bem os americanos." Voce que estah dizendo. "Por que não se muda para lá?" Como voce sabe se eu nao moro, ou jah morei la? "Geralmente nós, brasileiros, somos bem recebidos lá." Nunca tive problema algum. Nem lah nem na Europa. Mas tb eu sempre viajei com visto, documentos etc. "E garanto que em apenas 1 hora voce consegue seu visto de entrada na Embaixada americana, lá em São Paulo." O atendimento nao eh pior do que o tratamento dado aos turistas americanos querendo visitar nosso pais. "O resto do mundo é tratado como lixo." Afirmacao fatualmente falsa. "E você é muito ingênuo em acreditar que o Barak Obama possa ser eleito e cumprir todo o mandato. D-U-V-I-D-O. Me cobre isso, se acontecer a eleição do Barak." O futuro a deus pertenceria, se ele existisse...

John BASTOS (28/04/2008 - 22:41)
Ana viaja na pacoca: "A liberdade de trânsito das mercadorias só existe ,quando beneficia o lado mais forte, quando envolvem produtos que os países ricos são mais competitivos. Quando os países em desenvolvimento são competitivos, os ricos criam barreiras alfandegárias para a mercadoria." Interessante argumento, exceto que no mundo real, os mercados dos paises em desenvolvimento sao muito mais protegidos que os mercados dos paises ricos; com excecao de alguns poucos produtos (majoritariamente agricultura), todo mundo exporta o que quer para os paises ricos (vide Embraer, industria chinesa, vinhos do Chile, camarao do Vietna, software da India etc)... Ana, arruma um mundo diferente, em que suas paranoias tem uma correspondencia na realidade.

Luiz Carlos Oliveiraq (28/04/2008 - 22:05)
AO JOÃO BASTOS: é, voce conhece muito bem os americanos. Por que não se muda para lá? Geralmente nós, brasileiros, somos bem recebidos lá. E garanto que em apenas 1 hora voce consegue seu visto de entrada na Embaixada americana, lá em São Paulo. Tenha paciência, meu. Os americanos só vêem seu próprio umbigo. O resto do mundo é tratado como lixo. E você é muito ingênuo em acreditar que o Barak Obama possa ser eleito e cumprir todo o mandato. D-U-V-I-D-O. Me cobre isso, se acontecer a eleição do Barak.

Luiz Carlos Oliveira (28/04/2008 - 21:56)
Os EUA pode ser nosso aliado comercial, desde que derrubem as sobre-taxas impostas a grande parte dos produtos que exportamos à eles. Quanto a ser aliado militar ou em assuntos de defesa, não acredito nisso. Depois da guerra do petróleo contra o Iraque, não me surpreendo se eles mirarem seus mísseis para o Brasil, para tomar posse da Amazônia e da água, que temos em abundância. O Brasil é o pais que tem mais água no mundo. E esta está se tornando raridade. Temos 11% de toda a água potável do mundo. E os americanos já estão preparando a tomada da Amazônia, via Colômbia, com o falso pretexto de combaterem os narcotraficantes. O Exército Brasileiro já sabe disso e está preparando maior vigilância em nossas fronteiras. Nossas Forças Armadas jamais deixarão que os ianques tentem invadir nosso território.

Gérson (28/04/2008 - 21:22)
Falso dilema. Penso que devemos nos perguntar sobre o estilo de vida americano (American Way off Life) Queremos ser iguais a eles ? Adoramos aquele consumismo ?? !! Do que precisamos para sermos felizes ?? Pergunta que fica no ar: São inimigos mas queremos ser como eles ??

ana (28/04/2008 - 20:42)
Os interesses são antagônicos. Natural que existam conflitos. O problema é que nos vendem uma mentira. A globalização é uma mentira. Países sem fronteiras, irmandade entre os povos, tudo mentira. Na realidade a globalização permite o livre trânsito de bens e serviços. E, mesmo assim, trânsito não tão livre assim. Uma globalização verdadeira permitiria que existesse livre trânsito de mercadorias, produtos, serviços e pessoas. Livre transito de pessoa não existe nem existirá. Vide o caso dos brasileiros humilhados na Espanha, resto da Europa e EUA. A liberdade de trânsito das mercadorias só existe ,quando beneficia o lado mais forte, quando envolvem produtos que os países ricos são mais competitivos. Quando os países em desenvolvimento são competitivos, os ricos criam barreiras alfandegárias para a mercadoria. A verdade é que vivemos em um mundo real e não ideal. Globalização é conversa para boi dormir e para enganar os trouxas.É claro que existem no brasil aqueles que se benficiam $$$$$$$ e defendem a tal globalização vendida pelo primeiro mundo. Mas esses são capazes de vender a própria mãe.

O Chris Almeida - BH (28/04/2008 - 20:24)
Concordo com o GustavoB na avaliação que ele faz da sociedade americana, ser anti-americano em alguns momentos é como odiar frangos de granja por viverem em confinamento. Quanto ao resto. Não acho que devemos estar ao lado deles em questões de interesse mútuo, exite o resto do Mundo, se formos convidados para sermos o vice-reis da Terra acho melhor recusar. Não caiamos no jogo sujo dessa democracia mega-corporativa, ganância não tem pátria, lealdade ou amor, veja o que as corporações do primeiro mundo fizeram com seu próprio povo. GUstavo, se houver uma invasão estarei de olho nos colaboracionistas, a paz deles tende a ser curta nas recentes invasões, lembra? :D

mila (28/04/2008 - 19:28)
Nem um, nem outro. Um presidente americano - não me lembro o nome - disse que os USA não têm amigos, têm interesses. E a América está certíssima. E devemos imitar os USA nisso. O interesse deve pautar a relação entre os dois países. O que não impede uma relação com respeito, mas não com o temor reverencial, comum aos tucanos.

GustavoB (28/04/2008 - 17:05)
Por que as coisas têm de ser colocadas assim, aliado ou inimigo, oito ou oitenta? Antes façamos algumas considerações: aquela sociedade está amortecida por uma mídia que submeteu-se ao discurso anti-terror do governo republicano. Francamente: quem leva o terror aos outros países e desestabiliza o mundo globalizado são os próprios EUA invadindo o Iraque para proteger seu petróleo e garantir contratos de reconstrução, vendendo uma imagem de perigo iminente com relação a China, criando uma nova Cruzada contra o mundo muçulmano. Se ninguém percebeu, eles não estão criando guerras, estão fazendo surgir novos mercados para a sua indústria militar e toda a cadeia de infra-estrutura. Manter os empregos norte-americanos e a influência, é isso que importa. São eles também (já tô cansando) que fazem álcool de milho e as suas corporações, através de órgãos oficiais, botam a culpa nos biocombustíveis brasileiros pelo aumento do preço dos alimentos. Enfim, é um jogo sujo demais - mas também estamos jogando. O Brasil deve ficar sim do lado nos norte-americanos se isso for bom pra nós, ao passo que deve também firmar posição como vem fazendo no caso dos subsídios, da abertura do mercado e da justiça aos países pobres. Já estamos bem grandinhos para decidir nosso destino e, junto com a Rússia, Índia, China (e depois África do Sul, México, Argentina, quem sabe Irã) construiremos um mundo mais justo, mais igual, mais racional.

Ailton Filho (28/04/2008 - 15:58)
Como já disseram os mais sensatos, um olho no gato e outro no peixe.

Nilson de Vix (28/04/2008 - 15:26)
A propósito, até quando, para atender à lucrativa indústria mantida pela política anti-drogas dos eua, manteremos a questão das drogas no estágio atual, que só interessa aos traficantes e aos que os "combatem", e que está nos custando as vidas de nosso jovens nas cidades e periferias? Alguém conhece guerra de quadrilhas por pontos de cerveja ou de cigarros?

Gustavo Eduardo Paim Pamplona (28/04/2008 - 15:22)
Igor e Alexandro, respeitarei suas opiniões, isto é uma democracia. Mas Igor o que você diria dos brasileiros que lutam como soldados americanos no Iraque e Afeganistão? E Alexandro, sou leitor do Mainardi sim. Adoro ler a Veja. É minha revista de piadas preferidas incluidas as mal contadas do Mainardi. Eu rio a beça. O que é que vocês me diriam quando a Srta. Condoleezza Rice (arroz com doçura - arroz-doce ;-) ) elogiou a diplomacia brasileira naquele caso envolvendo CEV e até mesmo quando ela dançou na Bahia. - Igor and Alexandro, I will respect your opinions, this is a democracy. But Igor what would you tell me about the brazilians that fight as american soldiers in Iraq and Afghanistan. And Alexandro, yes, I'm a Mainardi reader. I love to read Veja. It's my preferred jokes magazine include the bad told ones of Mainardi. I laugh out loud. What would you tell me when the Miss. Condoleeza Rice (rice with sweetness - rich-rice ;-) ) praised the brazilian diplomacy in that case involving CEV and even when she danced in the Bahia. CEV = Colômbia, Equador, Venezuela

Nilson de Vix (28/04/2008 - 15:19)
Nem como Amigo, nem como Inimigo. Política Externa de verdade exige é RESPEITO. Respeito e igualdade de tratamento. Após o 11/09/2001, num flagrante ato de autoritarismo, vergonhosamente asimilado pelas Nações parceiras comerciais,os eua impuseram códigos de segurança severos em portos e aeroportos, sob pena de retaliações comerciais (no mínimo!). O que mais dói é que nossa Imprensa é totalmente subserviente a essas políticas e, se no futuro for instada, alinhará, de novo, com o eventual inimigo. A satanização dos elitos democraticamente na A. do Sul é um sintoma disso.

Igor (28/04/2008 - 14:44)
Isso mesmo Gustavo. Vá para o Iraque e Afeganistão e veja o quanto eles são desenvolvidos.

Juliana (28/04/2008 - 14:15)
Hummmm, EUA pais amigo...Amigo de quem? Da pra manter relaçoes diplomaticas com eles, mas eles nao sao amigos de ninguem, assim, no sentido mais inocente da palavra. Reconhecidamente é um pais que age de acordo com os proprios interesses e que vira a casa no momento que julgar oportuno e come pelas beiradas, tudo debaixo de um cinismo a prova de bala, missel, o que for. A verdade e que eles nunca deram ponto sem no, e hoje, mais do que nunca , nao é diferente, so é mais cafona e obvio devido ao presidente que eles arranjaram nos ultimos tempos. O brasil, assim como o resto do mundo, deve desconfiar de cada passo que essa gente da, porque eles nao se mexem se nao houver interesse economico na jogada, TIME IS MONEY HONEY. E eles nao vao perder o time deles com nada nem ninguem que nao interesse a eles, aos filhos deles, a naçao deles, aos bancos deles, e tudo que involve o umbigo deles. O resto é o resto. Portanto o Brasil, eu, voce , o cachorro do vizinho, devemos ficar sempre muito atentos porque na cabeça deles amizade é um conceito bastante elastico e que pode arrebentar no momento que eles julgarem oportuno. Nao sei porque mas temo pelas nossas recem descobertas reservas de petroleo, se bem que nossos politicos sempre foram tao baratinhos pra eles (e tao sem orgulho) que talvez isso nao venha a ser um graaande problema, o futuro dira...

John Bastos (28/04/2008 - 14:15)
Azenha, ve os loucos que voce tem cultivado. Um acha que o Chavez estah cobrando mais caro pelo petroleo (Falso); outro acha que o EUA invadiu o Iraque porque este vendia petroleo em euro (Falso); outra acha que a democracia brasileira eh mais desenvolvida que a americana (Risivel, mas uma questao de gosto); e ainda tem alguem que acha que existe uma grande forca militar dos EUA na Colombia (Nao existe)... Mas o pior de tudo eh o atentado a logica. Um dos comentaristas disse que se existem elogios aos EUA, devemos imita-los integralmente. Tal argumento parece discussao de pre-primario. Se elogio os EUA, nao ha nada entre o ceu e a terra que implique que devemos imita-los, ainda mais, integralmente. Esse eh o calibre do "pensamento" de esquerda no Brasil? Assustador.

Luís Carlos P. Prudente (28/04/2008 - 13:57)
Carta ao amigo John, o amigo número um dos EUA, o que deseja que o Brasil tenha uma base americana por aqui, já que alemães, japoneses e coreanos tem base americana e isto não faz mal nenhum à eles! Já que o John diz que não faz mal vamos ter uma base americana...mas na dúvida vamos negar essa base aos americanos, mesmo porque, a maioria dos brasileiros, com exceção e a supressão do John (ele deve ter dupla cidadania, americana e brasileira)considera os EUA um país inimigo, prepotente e arrogante, tal qual os latino-americanos também consideram como tal. Talvez o amigo John tenha mais ódio aos nossos hermanos argentinos, paraguaios, venezuelanos, cubanos, etc. O amigo John não deve ter muita consideração por estes povos irmãos e aliados,os americanos também pensam assim, por isto fazem um muro na fronteira com o México, por isto invadiram o Panamá e Cuba em diversos momentos, por isto incentivou golpes militares no Brasil e Chile, por isto dizem que a capital do Brasil é La Paz e que só tem selvagens por aqui (será que o nosso amigo John também pensa assim?). Quanto à democracia, a melhor democracia do mundo realmente é a americana, onde Partido Comunista, o Partido Trabalhista, o Partido Verde, o Partido Socialista não tem vez! Onde os negros, os trabalhadores, os índios, além das diversas minorias étnicas e culturais não tem vez e nem espaço no Partido Democrata (apesar do Obama) e nem no Partido Republicano. Isto que é democracia supressiva!

Carlos (28/04/2008 - 13:16)
Em função das enormes quantidades de água, petróleo, minérios, terras cultiváveis e biodiversidade que possuímos, devemos encarar os EUA como inimigo potencial em vez de acha-los amigões do peito. Estão aí Venezuela e Iraque para confirmar. Enquanto a Venezuela se comportava como uma reserva de petróleo dos EUA, estava tudo muito bem; foi Chavez começar a vender petróleo pelo preço que ele vale, virou o diabo na terra para os EUA. Enquanto Saddam era 'bonzinho' para Tio Sam, vendendo petróleo barato e ainda por cima gastando dinheiro com armas químicas Made In USA, estava tudo muito bem. Aí o homem cismou de tomar o Kwait e depois ainda inventou de vender petróleo em Euros. Pronto! Foi parar na forca. Não podemos nos iludir com os norteamerigringos: na hora que a coisa aperta para o lado deles, eles até reinauguram aquela frota com porta-aviões nuclear para "proteger" a América do Sul. Se os governantes dos países 'amigos' não se curvam às necessidades dos EUA, eles tomam o que querem na base da porrada! O Iraque está um caos, mas o petróleo jorra abundante para abastecer os EUA.

Luís Carlos P. Prudente (28/04/2008 - 13:13)
Carta ao amigo John, amigo íntimo dos EUA, o que deseja uma base americana no Brasil, já que não fez mal para alemães, coreanos e japoneses! A maioria dos brasileiros vêem os americanos como inimigos, o mesmo ocorre na América Latina, com exceção do nosso amigo John que deve ver argentinos, venezuelanos, paraguaios, cubanos e mexicanos como inimigos. Esse nosso amigo John deve considerar como exemplo de democracia os EUA, onde pobres, minorias étnicas, políticas e raciais, além dos trtabalhadores do campo e da cidade se vêem representados nos dois partidos republicano e democrata. O primeiro partido do sim, o segundo partido do sim senhor! O Brasil sim é um exemplo de uma democracia supressiva, onde operários, sem-terras, intelectuais e o povo não tem representatividade porque a nossa lei impede a existência de diversos partidos! Só na cabeça do meu amigo John mesmo!

Maria Tereza - democraciapolitica.blogspot.com (28/04/2008 - 11:55)
Prezado Azenha, Interessante esse debate. Depois de ler muitos elogios aos EUA em vários comentários, chego à conclusão de que, de tão maravilhosos que os norte-americanos são, devemos imitá-los integralmente. Devemos atacar preventivamente os países que atrapalharem nosso progresso e aqueles que possuam bens essenciais à melhoria da nossa qualidade de vida. Devemos ser extremamente naionalistas e protecionistas como eles. Como corolário da idéia que li acima, de transformar as três Américas no Grande EUAS, devemos lutar para transformá-las no Grande Brasil. Logicamente, tudo isso deverá ser alcançado pouco a pouco. Colocaremos numa das fases uma grande força militar na fronteira dos EUA, no México, para combater o narcotráfico, a exemplo do Plano Colômbia. Colocaremos permanentemente uma parte da nossa Marinha dedicada ao combate ao terrorismo e a eventuais governos nacionalistas ("populistas") na América do Norte (como hoje eles nos ensinam com a "Quarta Frota"); inclusive com porta-aviões nucleares. Enfim, temos milhares de magníficos exemplos dos bons amigos norte-americanos que devemos imitar com reverência e dedicação, tudo em prol da liberdade e da democracia. Maria Tereza "democraciapolitica.blogspot.com"

Alexandro (28/04/2008 - 11:51)
Esse Gustavo Pamplona deve ser mais um verme leitor do Diogo Mainardi....

Nilvan (28/04/2008 - 08:57)
O EUA devem ser tratados como inimigo sorrateiro que é. Não nos enganemos sobre suas intenções, manter o fluxo de energia fluido para o bel prazer do seu povo. O que é bom para os EUA, em regra é prejudicial aos povos da América latina.

Silvia (28/04/2008 - 06:04)
Os Estados Unidos não têm aliados. Têm parceiros conforme a conveniência, sejam ditadores, assassinos ou não. Os Estados Unidos têm interesses. E se lhes interessar ser nossos inimigos, assim será. Tudo em nome da democracia, off course. Aliás, devem também morrer de saudade da redentora, que lhes rendeu o domínio de toda América Latina. Com amigos assim, pra que inimigos?

Gustavo Eduardo Paim Pamplona (28/04/2008 - 01:26)
Eu fico horrorizado com a quantidade de pessoas que acham que os EUA um dia invadirão o Brasil. É realmente lamentável... Se invadirem, eu com toda certeza irei apoiar a invasão. O que é que vocês acham de um EUAS: Estados Unidos da América do Sul? Eu não ligo. Prefiro viver numa grande potência ao invés de morrer lutando em uma guerra. - I find myself terrified with the quantity of people that think the USA someday will invade the Brazil, It's really regrettable... If they invade, I surely will support the invasion. What do you think about an USSA: United States of South America? I don't care. I prefer to live in a big potency instead of die fighting in a war.

S.J.Ferreira (27/04/2008 - 21:50)
Aceito um inimigo declarado. Recuso-me aceitar um amigo fingido. Do primeiro posso fugir antes que ele me pegue. Do segundo não terei como livrar-me. Para roubar petroleo, invadiram o Iraque. Quando lhes faltar alimento e agua, quem será invadido prioritariamente? Heim, cara pálida?

Arilo (27/04/2008 - 19:35)
Os Estados Unidos são um respeitável país aliado do Brasil. Nossa nação só não pode ser subalterna dos EUA. Deve tratar os vizinhos do norte com o mesmo respeito que eles têm - ou deveriam ter - por nós. É ideologia pura - bobagem até - ver o maior mercado do mundo como inimigo. E bobagem maior é aceitar a permanência militar dos EUA no Brasil. Aqui, não é Coréia nem Alemanha.

Joao Bastos (27/04/2008 - 19:35)
"De todos os países imperialistas o que tem menos simpatia dos brasileiros e dos latinos são os EUA." Assim diz Zaratustra... Baseado em que voce chegou a essa conclusao, genio? "A democracia supressiva deles, eles divulgam como a verdadeira democracia, quenão dá voz e nem oportunidades às minorias." Que democracia supressiva? Como que minorias nao tem oportunidades nos EUA? O CEO do Citigroup eh um indiano. O filho de um queniano pode se tornar presidente. Cai na real! "Por tudo isto não tenho simpatias pelos EUA, vejo este país mais como um potencial inimigo do que um aliado." Inveja?

Joao Bastos (27/04/2008 - 19:05)
O Brasil deveria pedir para os EUA para se juntar a OTAN. Ter uma base americana no Brasil tb nao eh mah ideia. Nao parece ter prejudicado alemaes, coreanos e japoneses.

Luís Carlos P. Prudente (27/04/2008 - 18:37)
De todos os países imperialistas o que tem menos simpatia dos brasileiros e dos latinos são os EUA. Isto ocorre pela arrogância deles, pela superioridade que eles tem em diversas áreas, entre elas o esporte e pela vontade dos americanos quererem submeter os interesses do Brasil e dos países americanos à sua ótica. A frase A América para os americanos tem a interpretação que os EUA querem e não a que queremos. A democracia supressiva deles, eles divulgam como a verdadeira democracia, quenão dá voz e nem oportunidades às minorias. Por tudo isto não tenho simpatias pelos EUA, vejo este país mais como um potencial inimigo do que um aliado.

bentoxvi-o santo (27/04/2008 - 17:21)
AZENHA,RESPOSTAS:SE VOCE FOR DA ELITE BRASILEIRA A RESPOSTA DEVERÁ SER.TRATA-LOS COMO OS DONOS DO MUNDO E SENHOR DE ENGENHO,AFINAL SOMOS SEUS ESCRAVOS.SE VOCE FOR DO PT NO GOVERNO ,DEVE FICAR ETERNAMENTE COM MEDO DE SUA EXCELENCIA, OS DONOS DO MUNDO.SE VOCE É UM BRASILEIRO,COM B MAIUSCULO,GUARDA NA MENTE O QUE A NOVA ROMA JÁ FEZ COM O NOSSO POVO,E MANDA-LOS PARA PQP...

Gustavo Eduardo Paim Pamplona (27/04/2008 - 15:25)
Why treat them as enemies if they can be our friends ( Até rimou ;-) ) I'd like to have born an north-american. In fact I even like the english language. It's a poor language, no true verbal conjugation, simple to understand, simple to write like this text. In fact, all the people of the Americas, (North, Central, South) should be named "americans". If the north-americans or yankees say "America for the americans" (something like that) they could allow people from latin america to trespass the mexican boundary. Another issue I would like to talk is: Do you know that the Spanish language is spoken by about 50 milion of north-americans, if you count with the current population 300 milion this give 1 person in 6 speak Spanish. In California, Texas, New Mexico, Nevada, Arizona, Colorado, Florida if you don't speak Spanish you are lost. Another thing I'd like to tell is: Do you know the full name of the Los Angeles City? It is "El Pueblo de Nuestra Señora la Reina de Los Ángeles de Porciúncula".

Conceição Oliveira (27/04/2008 - 14:57)
Concordo com as observações de Cid, Leider, Patrick e Bernardo, dependendo do contexto temos de se opor e muitas vezes já o fizemos (via diplomacia) as tentativas imperialistas dos EUA, outras, não há porque não manter um espírito de cooperação. Nada é eterno (nem a nossa espécie e planeta que pelo andar da carruagem parece-me cada vez mais perecíveis). Mas , tenho cá comigo que não apenas a América Latina passa por transformações positivas apostando em projetos políticos mais 'sociais democráticos', mas nos EUA também sopram ventos de mudança. Eu ainda não perdi as esperanças na eleição de OBAMA que por mais que venha a defender (como todo presidente estadunidense fez) os interesses de seu país, creio que ele, especialmente tem uma história e vivência capazes de torná-lo um estadista mais equilibrado nesta defesa e nas relações com os demais países.

Fabio Passos (27/04/2008 - 14:27)
Esta questão é antiga e fundamental... "Os Estados Unidos não permitirão o aparecimento de um novo Japão abaixo da linha do Equador". Henry Kissinger. Falava do Brasil. Devemos é impedir que sejam concretizados os interesses dos EUA, sempre que seguirem esta máxima de Henry Kissinger. Por enquanto os EUA estão conseguindo. Nossa escolha(?), de continuar sendo uma nação periférica, mera exportadora de commodities, se mantém. E tem aliados poderosos: A grande mídia, as oligarquias rurais e urbanas, os partidos conservadores e... muitos até nos partidos ditos "progressistas". E é só isso.

Marcos (27/04/2008 - 14:24)
Nem como inimigo e nem como aliado. Mas, com um país com o qual deve manter relações diplomáticas normais e respeitosas, porém sempre defendendo os interesses brasileiros com unhas e dentes. É como o Lula sempre disse: os EUA somente respeitam quem fala duro com eles, porque eles fazem isso com todos e quem se submete aos interesses deles é tratado com desprezo.

Bernardo (27/04/2008 - 13:32)
O Brasil deve tratar os Estados Unidos como eterno aliado ou inimigo em potencial? Nenhum país é eterno aliado nem inimigo em potencial sempre, muito embora, pelas pretensões hegemonistas e imperiais e pelo poderio bélico, com os EUA tem que se ter cuidado redobrado sempre. O que me incomoda de fato nas relações Brasil-EUA é o fato de termos vergonha de defendermos nossos interesses. Eles não tem vergonha disso e nos impingem as coisas mais esdrúxulas possíveis, enquanto o Brasil, com seu eterno complexo de inferioridade, é das duas uma: ou quer dar uma de bom menino para não levar uma surra de alguém maior e mais forte, ou acha que tudo que eles fazem é sempre maravilhoso, fantástico e excepcional e que por isso eles estão sempre certos.

Leider Lincoln (27/04/2008 - 12:57)
Nem um, nem outro. Mas sempre com desconfiança e precaução.

Patrick (27/04/2008 - 12:52)
Acredito que, em relação aos EUA, devemos ter uma relação clara, honesta e transparente. Devemos tecer uma relação orgânica com a maior variedade possível de organizações, pessoas e grupos sociais. E, ter sempre em mente, que o seu governo, tal como o de muitas nações, não é altruísta; está lá simplesmente para defender seus interesses, ou seja, o das grandes corporações.

Cida Medeiros (27/04/2008 - 12:33)
Nem um nem outro na minha opinião. Estabelecer relações em que Ambos-e (both\and) sejam contemplados. De um lado um país que tem vocação cultural para o diálogo e o entendimento mútuo, de outro um país que está exatamente no oposto: a guerra, o não-diálogo a auto-preservação. Estabelecer, construir uma relação em que programas de cooperação mútua e convergentes de interesses sejam priorizados em benefício das populações não somente dos dois países e também à cadeia de relações que formam. Há muito aprendizado mútuo aí.

Hugo Albuquerque (27/04/2008 - 11:45)
Obviamente como inimigo em potencial; Os EUA desde dos seus primórdios sempre trataram a América Latina como sua colônia em potencial, só não expandiram suas garras num primeiro momento porque os interesses das potências européias na região não permitia. Depois, com o desmonte progressivo do Império Britânico e as duas guerras mundiais, isso mudou como nós bem sabemos; Não é do interesse americano em ver um Brasil desenvolvido, muito pelo contrário; Sinceramente pouco me importa o que os EUA representaram em dado momento para a Democracia, hoje eles não representam mais nada em relação a isso, tampouco não estou atacando as pessoas ou a cultura daquele país, simplesmente coloco que para o Brasil é mais útil um EUA fraco por conta de um efeito geopolítico óbvio decorrente dos modelos de desenvolvimento dos dois países assim como o sentido e a direção de ambos que converge, e que mais cedo ou mais tarde colidirão. De todos os grandes países do mundo, o único que pode nos criar problemas nesses sentido nos próximos 50 anos são os EUA, portanto, olho neles.

waleria (27/04/2008 - 11:45)
Nem um nem outro. Porque inimigos eternos? E hoje porque não uma amizade não necessariamente eterna? Por outro lado, com as políticas de setembro de 2002 na Casa Branca, os USA são sempre inimigos em potencial de qualquer povo, já que se julgam no direito de atacarem "preventivamente" qualquer um.



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