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Cartas de Minas

Globo: Declaração de princípios, versão 1964

09 de agosto de 2011 às 00h21

ressurge

Primeiro de abril: Segundo “O Globo”, nascia um paraíso

Publicado em 30 de março de 2008 às 21:47, no Viomundo antigo

editorial de O Globo, em 02/04/1964

Vive a Nação dias gloriosos. Porque souberam unir-se todos os patriotas, independentemente de vinculações políticas, simpatias ou opinião sobre problemas isolados, para salvar o que é essencial: a democracia, a lei e a ordem. Graças à decisão e ao heroísmo das Forças Armadas, que obedientes a seus chefes demonstraram a falta de visão dos que tentavam destruir a hierarquia e a disciplina, o Brasil livrou-se do Governo irresponsável, que insistia em arrastá-lo para rumos contrários à sua vocação e tradições.

Como dizíamos, no editorial de anteontem, a legalidade não poderia ser a garantia da subversão, a escora dos agitadores, o anteparo da desordem. Em nome da legalidade, não seria legítimo admitir o assassínio das instituições, como se vinha fazendo, diante da Nação horrorizada.

Agora, o Congresso dará o remédio constitucional à situação existente, para que o País continue sua marcha em direção a seu grande destino, sem que os direitos individuais sejam afetados, sem que as liberdades públicas desapareçam, sem que o poder do Estado volte a ser usado em favor da desordem, da indisciplina e de tudo aquilo que nos estava a levar à anarquia e ao comunismo.

Poderemos, desde hoje, encarar o futuro confiantemente, certos, enfim, de que todos os nossos problemas terão soluções, pois os negócios públicos não mais serão geridos com má-fé, demagogia e insensatez.

Salvos da comunização que celeremente se preparava, os brasileiros devem agradecer aos bravos militares, que os protegeram de seus inimigos. Devemos felicitar-nos porque as Forças Armadas, fiéis ao dispositivo constitucional que as obriga a defender a Pátria e a garantir os poderes constitucionais, a lei e a ordem, não confundiram a sua relevante missão com a servil obediência ao Chefe de apenas um daqueles poderes, o Executivo.

As Forças Armadas, diz o Art. 176 da Carta Magna, “são instituições permanentes, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade do Presidente da República E DENTRO DOS LIMITES DA LEI.”

No momento em que o Sr. João Goulart ignorou a hierarquia e desprezou a disciplina de um dos ramos das Forças Armadas, a Marinha de Guerra, saiu dos limites da lei, perdendo, conseqüentemente, o direito a ser considerado como um símbolo da legalidade, assim como as condições indispensáveis à Chefia da Nação e ao Comando das corporações militares. Sua presença e suas palavras na reunião realizada no Automóvel Clube, vincularam-no, definitivamente, aos adversários da democracia e da lei.

Atendendo aos anseios nacionais, de paz, tranqüilidade e progresso, impossibilitados, nos últimos tempos, pela ação subversiva orientada pelo Palácio do Planalto, as Forças Armadas chamaram a si a tarefa de restaurar a Nação na integridade de seus direitos, livrando-os do amargo fim que lhe estava reservado pelos vermelhos que haviam envolvido o Executivo Federal.

Este não foi um movimento partidário. Dele participaram todos os setores conscientes da vida política brasileira, pois a ninguém escapava o significado das manobras presidenciais. Aliaram-se os mais ilustres líderes políticos, os mais respeitados Governadores, com o mesmo intuito redentor que animou as Forças Armadas. Era a sorte da democracia no Brasil que estava em jogo.

A esses líderes civis devemos, igualmente, externar a gratidão de nosso povo. Mas, por isto que nacional, na mais ampla acepção da palavra, o movimento vitorioso não pertence a ninguém. É da Pátria, do Povo e do Regime. Não foi contra qualquer reivindicação popular, contra qualquer idéia que, enquadrada dentro dos princípios constitucionais, objetive o bem do povo e o progresso do País.

Se os banidos, para intrigarem os brasileiros com seus líderes e com os chefes militares, afirmarem o contrário, estarão mentindo, estarão, como sempre, procurando engodar as massas trabalhadoras, que não lhes devem dar ouvidos. Confiamos em que o Congresso votará, rapidamente, as medidas reclamadas para que se inicie no Brasil uma época de justiça e harmonia social. Mais uma vez, o povo brasileiro foi socorrido pela Providência Divina, que lhe permitiu superar a grave crise, sem maiores sofrimentos e luto. Sejamos dignos de tão grande favor.

 

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Manoel Aureliano Neto

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Resumindo a ópera, sem muito blablablá, a Globo é a voz do Grande Irmão. Sempre foi. O pior: exerce um papel destruidor: é o instrumento mais hábil de colonização do povo brasileiro. Há anos tenho prazer de não assistir a qualquer programa da Globo. Evito ser colonizado. Infelizmente, onde você vai (a um consultório médico, à casa de um amigo etc.) a TV está ligada na Globo, em qualquer dos seus idiotas programas. Tenho horror ao jornal nacional e similares.

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12/06/2016 - 10h35

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Serjão

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Curto e grosso. Morram os Marinhos. Odeio a Globo. Os grandes traíras do Brasil. É ódio mortal!

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Manoel Ciríaco

27/10/2014 - 21h40

O crime praticado por Veja e a quadrilha da mídia não pode ficar impune
Não é possível avaliar de modo preciso a influência do panfleto descarado que Veja lançou às vésperas da eleição na pequena diferença pró-Dilma no resultado final. Mas, com certeza, o estrago foi grande.
Antes de mais nada, é preciso tentar entender como o crime foi perpetrado. O jornalista Luiz Carlos Azenha, ex-Rede Globo, esclareceu com muita propriedade, num artigo veiculado no site Viomundo, como funciona a “venda casada” entre a Globo e a revista Veja, em que matérias sem qualquer teor jornalístico são apresentadas nos telejornais como se a Globo estivesse apenas “repercutindo” o que é destaque na “imprensa” nacional.
Hoje, o site Terra UOL corroborou Azenha, ao tentar explicar porque a Globo foi “obrigada” a falar, no JN de sábado, do panfleto abjeto de Veja:
“O ato de vandalismo na frente do prédio da Editoral Abril, que edita a revista [Veja], fez o telejornal dedicar 6 minutos da edição de ontem para noticiar o fato.”
“A impressão é de que o Jornal Nacional decidiu apresentar a capa e seu conteúdo explosivo mais em solidariedade ao dano sofrido pela Editora Abril do que pela matéria em si.”
Perceberam a cara de pau do autor do artigo no Terra (Jeff Benício) tentando livrar a cara da Globo e transformar o ato numa cobertura jornalística? Isso, na verdade, é uma confissão de culpa de todo o círculo midiático familiar brasileiro.
Também esclarece outro detalhe: nos leva a pensar que o “atentado” contra a editora Abril muito provavelmente foi auto-infligido, para promover a repercussão do seu panfleto e causar revolta contra os “inimigos da imprensa livre”.
A vitória de Dilma foi fantástica, mas não podemos deixar esse crime barato. Não podemos fechar os olhos a essa repetida tentativa de golpe. Viva o povo brasileiro. Todo o rigor da lei contra a editora Abril e a quadrilha de Veja.

Responder

Brancaleone

29/07/2014 - 00h29

Que tal se muitos aqui dessem uma pesquisadinha básica nos idos de 64 e verificassem como estavam os “paraísos proletários” da época?
Como tinha sido a década de 50? Hungria 54… Vietnam, URSS à beira da fome. Gente morrendo por tentar sair de paraísos comunistas…
Mesmo com o devido desconto para a “mídia vendida, corrupta e capitalista” o que sobra ainda é ruim…
Não é de se admirar que muitos não quisessem aqui o que sabiam acontecer lá fora –
Exageros? sempre acontecem já que cada lado parece estar tão absolutamente certo de ser possuidor da verdade e das virtudes que pode matar, saquear, roubar e destruir em nome de suas verdades e virtudes.

Responder

    Nena

    16/10/2014 - 16h04

    Pena que demorei pra entrar nesse debate, mas Sr Branca,branca,branca,leon,leon,leon…. O direito de matar, assassinar,saquear e destruir países e povos é privilégio dos EUA e naquela época como hoje eles se empenham com avidez no cumprimento de seu dever.

    Antonio Carlos Conceição

    20/10/2014 - 16h32

    Sabe porque os países satélites da URSS e a própria eram chamados de segundo mundo? Porque tinha padrões de vida inferior aos países nominados primeiro mundo, porém superior aos do terceiro do qual o Brasil fazia parte.
    Não estou defendendo nenhum regime totalitário, nem de esquerda nem de direita, apenas dizendo que aqui era pior do que lá.

Ednaldo Vieira Costa

30/01/2014 - 12h33

O problema era que só a grande mídia entrava em nossas casas.Agora temos as redes sociais,a situação está mudando.Contudo ainda vemos os barões da grande mídia sendo condecorados em organizações militares,isso é péssimo. Não há coisa mais decepcionante que um pobre conservador,como é o caso da maioria dos militares, oriundos das classes menos abastadas se posicionando do lado dessa gente.

Responder

flavio jose

03/12/2013 - 11h07

Ocultou o verdadeiro chefe que foram os EUA.

Responder

Márcio Ándrei

03/10/2013 - 22h58

É esta a emissora que fala em moral, ética e liberdade de expressão. Pasme! Seu gen golpista de direita se manifesta a todo instante, apenas com novos personagens e com um objetivo politico inquestionável, qual seja, extirpar o PT e suas liderança maiores do cenário politico pátrio. Sob a égide de ser a porta voz da opinião pública, não referendada pelas ruas, a Globo, líder maior do PIG, colocou o STF, na Ação Penal 470, de joelhos, sem saída. Julgaram com medo, transformaram indícios em provas plenas, presunções em fatos comprovados. Prova zero contra Zé Dirceu! Ives G. Martins, em entrevista a ” Falha” de São Paulo, disse isso, fazendo questão de ressaltar suas opiniões contrarias as de Zé Dirceu. Que ridículo Samuel Rosa! Foi a globo quem te mandou falar asneiras no festival de axé dela?

Responder

Jayme Vasconcellos Soares

29/08/2013 - 17h54

Não gostei da ditadura de 64, e não gosto de nenhuma ditadura; mas devo dizer que os aposentados estão vivendo uma implacável e sórdida ditadura deste governo de Dilma. O último aumento dado aos aposentados da Previdência foi de 6%, enquanto o aumento do salário mínimo, que como sabemos também não repara as perdas da inflação, foi de 9%, A cada aumento do salário mínimo o custo de vida cresce ainda mais. E como ficam os aposentados da Previdência? Estão sendo massacrados, pois aumentam os preços das mensalidades dos Planos de Saúde, os alimentos e todos os bens indispensáveis a uma sobrevida digna, mínima. Dilma deixe de ser perversa!!! Dê aos aposentados da Previdência um salário humanamente digno!!! Os aposentados estão em desespero. Eles serão um peso ponderável nas eleições de 2014, não só pelo seu voto individual, mas pelos dos seus filhos, que, indignados, votarão contra o PT e Dilma.

Responder

    Luiz Aldo

    13/01/2014 - 17h32

    Isto precisa ser respondido com carinho pelo governo!

    DAVID SOUZA

    27/05/2014 - 19h54

    Mas os aposentados então estão em um beco sem saída, se com a Dilma está assim, imagina com o PSDB, que quando estava no poder, na pessoa de FHC chamou os aposentados de vagabundos.

Adriano Medeiros Costa

09/08/2013 - 21h42

E esses FDP dos PIGs ainda dizem até hj q resistiram a Ditadura q os perseguiam…

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flavio cunha

03/07/2013 - 16h10

Teve um gozador lá em cima, prefiro que seja gozação e não burrice ou má fé, dizendo que gente como FHC, SERRA, etc. posicionaram-se contra o golpe. Tá brincando né? Foram para o Chile, o primeiro pavonear-se e o segundo saiu de lá direto para estudar nos EUA.

Responder

eros josé alonso

13/05/2013 - 18h53

Trabalhamos juntos na Globo Azenha. Sabemos o que se sucedeu durante a campanha das Diretas Já. Naquele momento a História desmascarou o PIG, atropelado pelos acontecimentos. O mesmo se deu com o governo Lula, cuja justiça social alcançada, o mundo viu, mas o PIG insiste em não ver. Já com Dilma estão estrebuchando de raiva. Juros menores, luz mais barata, gasolina a preço que não dê lucros excessivos aos acionistas da Petrobrás, agora a abertura dos Portos. Enfim o Brasil pretende abrir os portos. Como entrar no BRICS se não podemos exportar o que produzimos. Aliás, a infra-estrutura dos portos no Brasil é uma piada se comparada com a produção de 20 anos atrás. Imaginem agora. Farão de tudo para barrar a abertura dos portos, fundamental para o Brasil crescer. A prioridade da CIA é barrar o BRICS ou ao menos atrasar sua viabilização. E para isso estão intervindo fortemente no Brasil. Tentam criar condições para um golpe branco a La Paraguai. Centenas de arapongas trabalham para a CIA e tem gente ainda preocupada com os médicos espiões de Cuba. Outra piada. Não aceitam que o Brasil tenha mais negócios com a China, Ásia e Oriente. Querem a Petrobrax. Pretendem desestabilizar o país para colocarem um governo brando, dócil a seus interesses. Há quem não acredite, mas temos situações vergonhosas hoje pelo mundo. Os generais do Paquistão recebem muito dinheiro dos EUA e em troca permitem que os EUA bombardeiem o país. São mais de 3 mil vítimas até agora, a maior parte civis, crianças, mulheres e idosos. Estamos lidando com gente que oficializou a tortura e em total ausência de caráter, ainda a colocou em texto, na Lei. Estamos lidando com gente que cerca países e que mata sua população de fome e doenças ao longo dos anos de cerco.Sabemos do Haiti, de Cuba,da Coréia do Norte,e que antes da invasão, o Iraque sofreu 10 anos de embargo, quando milhões de pessoas morreram, boa parte crianças. Estamos lidando com torturadores que negam o crime depois, como Ustra acabou de fazer. Essa gente tem o Poder e a Ganância como lema e como amante o lucro. Lendo o Editorial de O Globo hoje, sabendo de tudo o que se sucedeu, acrescentados ainda por tudo que está sendo divulgado pelo Wikileaks, fica até infantil negar que essa gente tem pacto com o Apocalipse. Um abraço,
Azenha, ainda faço jornalismo no interior.

Responder

Murdok

14/04/2013 - 14h45

Outro dia, quando da passagem de Paul Maccatney, num show, aqui por nossa cidade, minha filha percebeu que na platéia não tinha negros. Expliquei para ela que a época do sucesso dos beatles deus-se justamente na época da ditadura militar. Época em que os negros no Brasil ainda viviam num processo de escravidão. Tirando a própria escravidão, foi no período da ditadura que os negros mais sofreram as consequências do racismo brasileiro. Inclusive começando por dentro do próprio exécito.

Responder

    José

    01/01/2015 - 01h47

    Isso é verdade. De 1500 a 1964 os negros viviam bem no Brasil. Em 19 anos tudo mudou radicalmente. Faz sentido. O próprio Murdok ouvia samba com sua namorada negra até 31 de março de 64. Em 1o de abril ele foi obrigado a trocar de namorada e ouvir rock. Merece uma indenização.

Fábio Silva

24/03/2013 - 18h20

Brincando com fogo

“Lula é um gângster, ele chefia uma organização criminosa capaz de roubar, matar, caluniar e liquidar qualquer um que ameace seu projeto de poder” – Heloisa Helena, ex-senadora do PT”

“Não há dúvidas que o Brasil hoje, está conhecendo o verdadeiro Lula, e de pronto, peço desculpas por associar o termo verdadeiro a ele, porque sabemos que nele não há verdade.

Como Brasileira, também acreditei em Luiz Inácio Lula da Silva, mas folgo em lembrar que nunca votei nele, porém me solidarizo à maioria dos brasileiros que foram traídos, enganados… ludibriados, por um homem que se dizia do Povo, de origem humilde e usou os rótulos de ex-operário, ex-sindicalista e ex-desempregado, para iludir o País de que seria o maior antagonista da corrupção se chegasse a Presidência da República.”

Responder

    castro

    03/04/2013 - 22h22

    O que disseram no edital de O Globo de 30 de março de 2008 e TAMBÉM Fábio Silva, é tudo MENTIRA.

    Jardel Santana

    10/05/2013 - 14h00

    Eu quero entender o que o Lula tem a ver com a temática da reportagem “Mais uma declaração de princípios, esta de 1964”?

Lenine Braga

18/03/2013 - 08h29

Se não houvesse o golpe, o povo progressista teria liderado o movimento para a implantação do socialismo, no Brasil. Mas, sem problemas: o PT está lutando por nós.

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kalifa

08/03/2013 - 11h26

Nós temos dois tipos de governantes: os que como Hugo Chaves e Fidel que não abandonam o posto custe o que custar e são odiados pelos abutres e os que como Getúlio e Jango que abandonam a luta no meio do caminho, são os covardes estes são venerados pelos abutres!Viva Hugo Chaves e Fidel os líderes do povo!Há ainda os que como Salvador Allende que até parecem que vão resistir mas que fraquejam dando um tiro no peito!

Responder

    Nedi

    31/03/2013 - 21h02

    Getúlio abandonou a luta? Para alguém dar um tiro no próprio peito num estado de perfeito domínio da razão,há que ser muito macho. Não se engane.

    Roberto Gomes

    03/01/2014 - 07h42

    Pena que não sei desenhar, juro que te explicaria.

VALDEIR CORREIA DA SILVA

23/02/2013 - 23h13

Só mesmo quem conheceu de perto e sentiu seu bafio, tem ideia do que foi a ditadura militar no Brasil.
Ela nunca foi uma unanimidade, nem mesmo entre seus militares mais graduados e honrados, como o Marechal Lott e outras personalidades legalistas.
A ditadura nada mais foi, em síntese, do que um ajuntamento de oportunistas, tanto civis quanto militares, religiosos, políticos e empresários inescrupulosos e arrivistas, que se empenharam em moldar um país bem a seu gosto, usando como arma principal a manipulação dos fatos e a ignorância e desinformação da população, de forma a consolidar, até os dias de hoje, na cabeça dos incautos, a ideia de que o Brasil deve ser para poucos. Somem-se a isso as forças do atraso, sempre vivas e atuantes, tendo como seus melhores representantes a Rede Globo et caterva, ou seja essa elite morfética, bolorenta e sempre diabólica…

Responder

Zhungarian Alatau

18/02/2013 - 13h20

“No momento em que o Sr. João Goulart ignorou a hierarquia e desprezou a disciplina de um dos ramos das Forças Armadas, a Marinha de Guerra, saiu dos limites da lei, perdendo, conseqüentemente, o direito a ser considerado como um símbolo da legalidade”… Ou seja, o simples fato de o Presidente da República ignorar a hierarquia militar já é motivo para um GOLPE? E a democracia? E as instituições democráticas? E o Supremo? Se o Presidente errou, que seja afastado pelas vias institucionais. Esse editorial é absurdo, é uma apologia da ditadura, é uma afronta à democracia.

Responder

    CARLOS

    31/03/2013 - 09h24

    E mais amigo; Não houve desrespeito à hierarquia, pelo simples fato que o Comandante Supremo das forças armadas é o presidente da república. Cínicos marionetes da CIA.

    José

    01/01/2015 - 01h52

    Ser chefe não dá direito a desrespeitar a lei. Não é tão simples assim.

Josiel

29/01/2013 - 10h52

Credo! Parece escrito nos dias de hoje pelo partido midiático.

Tomara que esse texto fique apenas na história – e que ESSA história horrenda nunca mais se repita.

Responder

kalifa

28/01/2013 - 18h13

Em primeiro de abril de 1964 o brazil milicou e agora ele desglobaliza!

Responder

Marco

05/12/2012 - 14h32

Essa canalha,à época,teve apoio de quase toda a sociedade brasileira que à nós,que não apoiamos o golpe,chamavam de subversivos.Portanto,não cabe apelarmos para conscientizar o povo senão adestra-los para a revolução.Portanto,denuncia-los,é quase inútil,pois passados tantos anos,muitos ainda sentem saudades do Golpe de 64.Continuam relegando o ato de pensar com seu próprio cérebro à figuras da sociedade à quem devotam uma reverência inaudita.Infelizmente!

Responder

    Mário SF Alves

    04/02/2013 - 19h01

    “Portanto, não cabe apelarmos para conscientizar o povo senão adestrá-los para a revolução.”
    ____________________________________
    Essa é a velha questão do “povo como massa de manobra”. É a instrumentalização de todo um povo, prezado Marco. E o que é que justificaria isso? Que fim seria capaz de justificar tão deplorável meio? E que luta seria essa na qual os opostos se igualam em termos de violência e força bruta. Partida de xadrez em tabuleiro de sangue?!! Seria isso? A China estaria a justificar isso? A ex-URSS justificou isso? A imprensa em 64 instrumentalizou o povo (e, de certa forma, instrumentaliza até hoje); e aí, o Brasil da ditadura civil-militar justificou isso? Os EUA, sob Bush, instrumentalizaram pelo terror, e qual o resultado hoje?
    _____________________________________________
    Não retiro sua razão, apenas acho deplorável o método e muito sem graça essa troca de seis por meia dúzia. De um lado sai a ditadura do empresariado [e pior, a ditadura do “empresariado” máfio-rentista]; do outro, entra a eterna ditadura do proletariado produtivista. E mais, os tempos mudaram; os métodos são outros, não?
    ______________________________________________________
    Muitos dos nossos problemas resultam e residem numa operação esdrúxula de capação da dialética. Uma dialética que não admite sínteses. Stalin, sob o pretexto de defender a revolução de 1917, capou a dialética, cristalizando-a num dogma. A direita, a elite casa grande-Brazil-eterna senzala, intermediada pelo PiG, até hoje faz o mesmo.
    ____________________________________________________________

    Marx, parece-me, tinha pleno entendimento disso. Não foi ele que disse que marxista ele jamais seria?

Manuel Henrique

04/10/2012 - 15h14

Podemos acusar as organizações globo de tudo, menos de ser incoerente. Ontem, como hoje, está onde sempre esteve: perfilada com os golpistas, contra a manifestação popular,contra as reformas que possam promover o desenvolvimento social dos brasileiros. Basta acompanhar a seção “Há 50 anos”, no globo, para constatar que eles mantém os seus compromissos político-ideológicos de classe (elite, burguesia).
Há duas frases bem emblemáticas neste editorial:
1. “Este não foi um movimento partidário. Dele participaram todos os setores conscientes da vida política brasileira.” – que equivale à confissão de participação no golpe, e
2. “Mais uma vez, o povo brasileiro foi socorrido pela Providência Divina, que lhe permitiu superar a grave crise, sem maiores sofrimentos e luto. Sejamos dignos de tão grande favor.” – uma ameaça clara a quem se rebelasse contra esse “grande favor”, como de fato aconteceu nas milhares de prisões, tortura e assassinatos ocorridos na ditadura.

Responder

    Mário SF Alves

    04/02/2013 - 19h05

    Perfeita a observação, prezado Manuel Henrique.

Antonio Marcos

16/09/2012 - 12h25

Assistam no youtube – “O Dia que durou 21 anos”
Vejam como os Estados Unidos agiram para criar as condições para o golpe de 64.
Com o pretexto ridículo que o Brasil iria se tornar comunista no gov Jango, os Yanques em conjunto com traidores da pátria:elite-empresários,latif­­undiários,imprens­­­a -Globo­­­, igreja católica, políticos comprados…derrubaram um gov voltado para a justica social e desenvolvimento nacional.
Os USA enviaram uma esquadra naval para INVADIR o Brasil caso houvesse resistencia contra o Golpe.

Responder

Swen,o Barba Bifurcada

06/09/2012 - 16h22

A hermenêutica jurídica da Globo é peculiar.Quando se trata de dar os fundamentos constitucionais ao golpe,o qual ela chama de revolução,ela subverte a lei completamente sem cerimônias. Será que a semelhança com o STF no julgamento do mensalão é mera coincidência?

Responder

Flávio

16/08/2012 - 15h33

Interessante notar, nesse editorial de “O Globo”, o destaque dado à parte final do artigo 176 da Constituição da época: “…sob a autoridade do presidente da República e dentro dos limites da lei” foi entendido como limitação à atuação do presidente e não das instituições militares. Valia dizer que a Constituição previa expressamente a via do golpe militar sempre que o presidente ultrapassasse “os limites da lei”. Congresso e Judiciário eram transformados por essa interpretação em instituições fantasmas. O que aliás veio a ocorrer pouco depois do golpe.

Responder

    Paulo Couto Teixeira

    04/02/2013 - 10h49

    Excelente análise! De que a capaz a Rede Globo e o restante dessa mídia golpista! OLHO NELES!!!

claret

20/07/2012 - 08h57

O Globo, a época, era tão somente um jornal, quase restrito ao Rio de Janeiro. A grande rede então era a dos Diários e Emissoras Associadas,esta sim com influência em todo o país, a qual também apoiou o movimento militar, assim como grande parte da população além é claro da imprensa de São Paulo.
Ainda recentemente , durante as comemorações da “revolução ” de 32 em São Paulo, o movimento foi lembrado pelos mesmos que execram o movimento de 64, como um levante das oligarquias contra as oligarquias Mineiras, Gauchas e Nordestinas, como se estas fossem melhores do aquelas, esquecendo-se que Getúlio simplesmente praticou um golpe contra um candidato legitimamente eleito, ou não foi assim.
Toda a ruptura institucional é danosa para a sociedade,ainda que tentemos explicá-las dentro do contexto em que se deram. O que não se pode admitir é que existam golpes e Ditaduras melhores do que outros.

Responder

Hermes de Melo Oliveira

01/07/2012 - 10h46

Como diria o patrono da Rede Goebeels de Televisão: uma mentira falada centenas de vezes vira verdade.

Responder

    H. Back™

    05/06/2013 - 23h14

    Muita gente nem precisa de tanto! Só basta uma vez na “grobo”(sic).

H. Back™

09/05/2012 - 22h45

“(…) Mais uma vez, o povo brasileiro foi socorrido pela Providência Divina, que lhe permitiu superar a grave crise, sem maiores sofrimentos e luto. Sejamos dignos de tão grande favor.”
É incompreensível como alguém alguém pode acreditar nisso?

Responder

    Paulo Couto Teixeira

    04/02/2013 - 10h56

    Isso foi escrito para jogar no colo de Deus a responsabilidade pela grande mentira que era a ameaça do comunismo às instituições brasileiras. Como de fato não havia tal perigo; e nem o Jango tinha pretensões ditatoriais, a “explicação” para a rapidez da queda do ex-presidente foi um “milagre divino”…
    A direita, no Brasil, é useira e vezeira no grande pecado que é “NÃO TOMAR SEU SANTO NOME EM VÃO!”

José Silva

05/01/2012 - 19h54

Somos controlados, do ponto de victa de formação de opinia, pelo lixo do lixo do que chamam de grande mdea.
Enquanto não houver uma regulamentação dos meios de comunicação, onde o sujeito principal seja o cidadao brasileiro que deve ser respeitado acima dos interesses dos empresariais que via de regra são os legisladores.
Pobre povo manipulado pela ganancia desse grupos.

Responder

_spin

21/10/2011 - 11h14

Esses barões da mídia não tem o que fazer.
Aproveitam-se de possíveis irregularidades em alguma ONG para derrubar um ministro
Nestes tem que mandar a policia apurar e pronto, é pra isso que tem PF, CGU, por sinal isso nem existia na Era FHC
Deixem a mulher trabalhar tropa de piguentos safados, essas familias que mandam na comunicçaão tipo Frias, Marinho, Saad, Civita Murdoch, este é persona non grata na sua propria terra a Argentina
Aqui vem dar uma de moralista querendo derrubar governo eleito pelo povo

Responder

alex

24/08/2011 - 21h42

Brizola tinha mesmo razão: a gRobo é um filhote da ditadura, e venenoso.

Responder

Crítica aos Princípios das Organizações Globo « Rio Revolta !

19/08/2011 - 21h16

[…] a mais importante foi o editorial de 2 de Abril de 1964, uma ode ao Golpe Militar¹ contra um presidente eleito e popular. A segunda vez, também igualmente marcante foi em 1984 […]

Responder

operantelivre

10/08/2011 - 10h28

Quando a GROBo falir podem se dedicar à sua verdadeira vocação, o mercado da Providência Divina e fundar a Igreja GLOBAL da Providência Divina.

Só não podem se esquecer de perguntar antes a Deus se Ele quer o apoio dela.

Responder

Comando da Aeronáutica repudia reportagem do Fantástico sobre voar no Brasil | Viomundo - O que você não vê na mídia

09/08/2011 - 19h37

[…] Declaração de princípios da Globo, versão 1964   […]

Responder

FrancoAtirador

09/08/2011 - 19h08

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JORNAL NACIONAL DA GLOBO VIOLA OS DIREITOS HUMANOS

Por Fernando Marés de Souza, no Roteiro de Cinema News

Publiquei ontem sobre os princípios editoriais das Organizações Globo anunciados e desrespeitados por seus jornalistas numa mesma edição do Jornal Nacional, e inspirado pelo relato que fiz do caso da merendeira suspeita de colocar veneno em comida de alunos, o Antônio Mello, do Blog do Mello, montou vídeo elucidativo (lá embaixo no comentário do Yarus).

Relatei no artigo original: "Em uma matéria sobre a presença de veneno em merenda escolar no RS, a âncora Fátima Bernardes afirma: "Está foragida a merendeira que pôs veneno de rato na comida de crianças e professores de uma escola pública de Porto Alegre" – enquanto mostra a foto da acusada na tela. Mas como pode a jornalista afirmar como fato algo que ainda não foi comprovado? A merendeira é SUSPEITA de ter colocado veneno, ACUSADA de ter colocado veneno, Fátima Bernardes não pode apresentar como fato que a "merendeira pôs veneno de rato na comida de crianças". Mesmo que haja uma suposta confissão da merendeira, o advogado da acusada afirma que ela não colocou veneno algum e que se apresentará segunda-feira, informação que o Jornal Nacional não traz em sua reportagem. A matéria fere os princípios descritos nos itens 1-v, 1-x, e 1-z dos princípios editoriais, desrespeita o princípio do contraditório e qualquer senso básico de justiça."

Porém, mais grave que desrespeitar seus princípios editoriais, os jornalistas responsáveis pela matéria – em especial o editor-chefe William Bonner e o diretor da central de jornalismo Ali Kamel – violam os direitos humanos da cidadã brasileira Wanuzi Mendes Machado, violam a Constituição Federal e o Código de Ética dos Jornalistas brasileiros:

É expresso na Declaração Universal dos Direitos do Homem em seu artigo Artigo XI:
1. Toda pessoa acusada de um ato delituoso tem o direito de ser presumida inocente até que a sua culpabilidade tenha sido provada de acordo com a lei, em julgamento público no qual lhe tenham sido asseguradas todas as garantias necessárias à sua defesa.

É expresso na Constituição Federal em seu artigo Art. 5º:
LV – aos litigantes, em processo judicial ou administrativo, e aos acusados em geral são assegurados o contraditório e ampla defesa, com os meios e recursos a ela inerentes;

É expresso no Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros no Capítulo III:
Art 9º A presunção de inocência é um dos fundamentos da atividade jornalística.
Art. 12. O jornalista deve:
I – (…) ouvir sempre, antes da divulgação dos fatos, o maior número de pessoas e instituições envolvidas em uma cobertura jornalística, principalmente aquelas que são objeto de acusações não suficientemente demonstradas ou verificadas;

Então fica a pergunta: até quando o Jornal Nacional e o jornalismo da Globo se sentirão acima de todas as regras, sejam elas públicas ou privadas?

Vale ressaltar que não está em discussão a inocência ou culpa da cidadã Wanusi, pois isso só será determinado após o devido processo legal. Não é uma questão sobre este caso específico. É uma questão de princípios.

OUTRO LADO:

A Central Globo de Comunicação foi procurada mas ainda não se pronunciou. A resposta será publicada aqui neste espaço.

UPDATE: Apesar de ainda não ter recebido resposta da CGCOM, a edição de hoje do Jornal Nacional trouxe um desdobramento sobre o caso. Os jornalistas deram voz ao contraditório, apresentaram a tese do advogado da merendeira, passaram a chamá-la de "suspeita" e ao final, fizeram uma retratação: "Ao tratar desse caso policial no último sábado (6), por uma falha de edição, o Jornal Nacional não mencionou a alegação do advogado de defesa que contestava a confissão da cliente. Foi, obviamente uma falha, que foi corrigida nesta reportagem."

Porém, apesar da retratação ser um avanço – apresentando o contraditório e admitindo um erro – o veículo ainda não admitiu que errou ao afirmar que a merendeira "pôs veneno de rato na comida de crianças" sem que esta tese estivesse comprovada.

http://roteironews.blogspot.com/2011/08/jornal-na

Responder

    H. Back™

    09/05/2012 - 23h12

    Essa “rede de intrigas”, (leia-se rede globo) está tão acostumada com as suas transgressões que já não tem mais medo da justiça. A impressão que eu tenho, é que ela se acha a própria justiça. O juri, o juiz e o verdugo.

Marcio H Silva

09/08/2011 - 17h55

Roberto Marinho, grande traíra de nossa sociedade, babava de uma lado e mamava de outro. Lembro na época, estava com 9 anos, o fechamento da TV EXCELSIOR, que já liderava a audiencia na época, suplantando a extinta TV RIO. A Direção da TV EXCELSIOR não quis fazer o jogo dos milicos e teve de fechar.

Responder

Dirck

09/08/2011 - 17h22

Desculpem… Fui vomitar.

Responder

Silvio I

09/08/2011 - 13h18

Azenha:
Todo o que se fale do Globo sempre será pouco. Tem sempre muito mais. Mais aproveitando o descumprimento dos direitos humanos, todas as estações de TV, não cumprem. Em esses programas policiais, que dão muita audiência, não se respeitam os direitos humanos.Por exemplo não e possível que um individuo preso, pela policia, um jornalista ao lado do policial, posa fazer perguntas ao preso, antes que o juiz o tenha visto.Essa pessoa pressa e um cidadão, e sô o juiz poderá determinar, si ele perde esse direito.

Responder

Marat

09/08/2011 - 12h19

Brizola falou e disse: "A Globo é um filhote da ditadura"!!!!!!!!!!!!!!

Responder

FrancoAtirador

09/08/2011 - 10h27

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Por ocasião dos 40 anos da Globo (segundo ela própria)
o FAZENDO MEDIA publicou um Especial
dedicado exclusivamente a essa "Organização".
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POR TRÁS DA TELA
Abril de 2005.

Já que a rede avassaladora transmitirá sua verdade única a milhões de brasileiros, cabe aos veículos alternativos o contraponto. A começar explicando a verdadeira idade desta velha senhora. O fato é que a Globo não tem apenas 40 anos, "idade da loba", como definiu uma sorridente Cristiane Torloni no Jornal Nacional desta segunda-feira (25/4). A questão é que revelar sua própria idade implica, nesse caso, algo mais do que assumir as rugas. Vejamos esse trecho do livro A história secreta da Rede Globo, de Daniel Herz: "No ano seguinte, em 1962, a Globo assinou com Time-Life dois contratos e passou a ser subvencionada por milhões de dólares".
A Globo foi montada com US$ 6 milhões de dólares, enquanto a maior emissora da época, a Rede Tupi, havia sido construída com US$ 300.000,00. Os contratos firmados com o grupo Time-Life resultaram numa CPI que não foi muito longe e não chegou a resultados concretos, embora o acordo violasse a Constituição do Brasil. Sobre o grupo Time-Life, o então deputado João Calmon disse: "é um grupo da linha mais reacionária e mais retrógrada do Partido Republicano, exclusivamente interessado em manter, em países como o nosso, bases anticomunistas" (A História Secreta da Rede Globo, página 93).

De fato, o chamado 'perigo comunista' estava em moda na época. Ocupavam o lugar que hoje é ocupado pela 'ameaça terrorista'. E tanto no passado quanto no presente, os meios de comunicação da mídia grande jamais se preocuparam em contextualizar essa temática, optando por reproduzir, sem questionamentos, o discurso dominante. Nesse sentido, o escritor Roméro da Costa Machado, autor do livro "Afundação Roberto Marinho", vai ainda mais longe e afirma, em um de seus artigos que se encontram logo abaixo, ser um erro analisar o contrato da Globo com a Time-Life simplesmente como um caso de violação à Constituição:

– O escândalo Globo/Time Life não é meramente um caso de um sócio brasileiro (Roberto Marinho) que aceita como sócio uma empresa estrangeira (Grupo Time-Life), contra todas as leis do país. O escândalo Globo/Time-Life é mais do que isso. É antes de mais nada um suporte de mídia que visava apoiar, dar base, sustentação e consolidar a ditadura no Brasil, apoiada e supervisionada pela CIA, por exigência dos Estados Unidos, comandado por terroristas da CIA, como Vernon Walters e Joe Walach, sendo este último com emprego fixo na Globo, como "representante" do grupo Time-Life.

No momento em que a Globo tenta reescrever a história lançando livros e organizando uma festa que promete se alongar durante uma semana inteira de modo a tentar convencer o público de que em sua existência não existem pecados, é importante não deixar que todas essas luzes ofusquem o olhar. Não podemos nos esquecer que a Rede Globo nasceu e se criou em meio a troca de favores com a ditatura apoiada pelos EUA; não custa lembrar da manipulação grosseira, em 1984, por ocasião das manifestações pelas "Diretas Já" ou ainda aquela edição, em 1989, que favoreceu Fernando Collor. E esses são apenas alguns poucos casos. Os que ficaram mais famosos em meio a tantos outros.

Por tudo isso preparamos este Especial Globo com o intuito de constituir uma fonte de consulta segura sobre a verdadeira história dessa empresa. De início, onze artigos de Roméro da Costa Machado, que trabalhou durante dez anos na Fundação Roberto Marinho, alcançando o cargo mais alto da Fundação, o de controller, e também o posto de assessor especial de José Bonifácio Sobrinho, o Boni, que foi durante muitos anos o braço direito de Roberto Marinho. Para acompanhar, destacamos o texto produzido pelo coletivo Intervozes, que oferece uma análise precisa sobre a Rede Globo. Boa leitura!

Jornalistas sofrem perseguição política na TV Globo
Leia aqui os bastidores das demissões, das ameaças e da reunião de Ali Kamel, diretor de jornalismo, com editores do Jornal Nacional num hotel onde a diária não sai por menos de R$ 600,00. E veja também onde o oligopólio da mídia entra nessa história.

O avanço da censura na TV Globo
"Será que os irmãos Marinho têm total consciência do papel nefasto dessa nova direção de jornalismo?", pergunta o ex-repórter da Globo, Rodrigo Vianna, em entrevista exclusiva.

ARTIGOS DE ROMÉRO DA COSTA MACHADO
A síntese do Império Globo de Crimes

TEXTO DO COLETIVO INTERVOZES
40 anos de Rede Globo: não há nada para comemorar

http://www.fazendomedia.com/globo40/globo40.htm

Responder

dukrai

09/08/2011 - 09h16

não ideológico, apartidário, laico, constitucional e factual. um pequeno lapso, não ouviram o outro lado kkkkkkkkkk

Responder

Edson Barbosa

09/08/2011 - 09h01

Azenha, não tive paciência para ler a DP da Globo. O que faço agora é uma relação entre a republicação do editorial de abril e 1964 e a posse do Celso Amorim junto a relatos do descontentamento das corporações militares. Preocupa o ministro dar atenção a queixas salariais. Ora, porque sob a tutela do "maior ministro a defesa que o Brasil já teve" estas questões não existiam? Esta pressão dos militares é inadmissível. Como disse no discurso a presidente Dilma todos tem que obedecer a hierarquia. Os militares são subalternos da Presidente, da Nação e do Povo. Os salários, ou soldo como preferem denominar, dos em cargo de comando são o sonho de muitos brasileiros, menos iguais diante da igualdade propalada em no Constituição. Além disto, em caso de morte do servidor, beneficiam filhos adultos, velhos até, enquanto outras categorias recebem pensão até 18 ou 21 anos. Não há porque na reclamação da elite militar.
E é isto o que realmente preocupa

Responder

FrancoAtirador

09/08/2011 - 08h57

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ORGANIZAÇÕES GLOBO PUBLICAM SEUS PRINCÍPIOS ÉTICOS MAS NÃO OS PRATICAM

Por Fernando Marés de Souza, no Roteiro de Cinema News

A maneira como o jornalismo da Globo lida com suspeitos de crimes é – sob minha ótica – um dos principais desvios éticos da organização.

O veículo tem um caráter justiceiro, se coloca acima do judiciário e do devido processo legal, acima do princípio – não descrito no documento da Globo, mas sim na Declaração Universal dos Direitos do Homem – de que todos são inocentes até que se prove o contrário.

A Globo trata suspeitos e investigados como culpados sentenciados, sem autoridade moral ou legal para isso, assume como verdade inequívoca teses não comprovadas de agentes policiais, provocando tragédias como a do calvário do jornalista José Cleves, vítima de uma reportagem sensacionalista do Fantástico em 2001 que – baseado apenas na palavra de um delegado que queria incriminar o jornalista que investigava a corrupção policial – julgou e condenou o réu por antecedência no caso do assassinato de sua esposa.
Cleves ficou anos encarcerado, mas posteriormente foi inocentado pelo STF, após intervenção da Comissão Nacional de Direitos Humanos. A matéria do Fantástico havia sido apresentada como prova pela promotoria.
O Fantástico nunca se retratou do erro ou citou novamente o nome de Cleves.

Relata José Cleves:
"A maldade da polícia, no meu caso, foi reparada pela Justiça, que me absolveu à unanimidade ao acatar a tese de meu advogado de que a arma, apontada pela polícia (e a imprensa que a copiou) como a do crime, fora plantada no local do assalto para incriminar-me. A mesma reparação não tive da imprensa. O espetáculo jornalístico causou um estrago tão grande na minha família que perdi as esperanças de um dia ficar livre desse pesadelo."

Íntegra em:

http://roteironews.blogspot.com/2011/08/globo-pub

Responder

    FrancoAtirador

    09/08/2011 - 09h49

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    JORNAL NACIONAL DA GLOBO VIOLA OS DIREITOS HUMANOS

    Por Fernando Marés de Souza, no Roteiro de Cinema News

    Publiquei ontem sobre os princípios editoriais das Organizações Globo anunciados e desrespeitados por seus jornalistas numa mesma edição do Jornal Nacional, e inspirado pelo relato que fiz do caso da merendeira suspeita de colocar veneno em comida de alunos, o Antônio Mello, do Blog do Mello, montou este vídeo elucidativo (acima).

    Relatei no artigo original: "Em uma matéria sobre a presença de veneno em merenda escolar no RS, a âncora Fátima Bernardes afirma: "Está foragida a merendeira que pôs veneno de rato na comida de crianças e professores de uma escola pública de Porto Alegre" – enquanto mostra a foto da acusada na tela. Mas como pode a jornalista afirmar como fato algo que ainda não foi comprovado? A merendeira é SUSPEITA de ter colocado veneno, ACUSADA de ter colocado veneno, Fátima Bernardes não pode apresentar como fato que a "merendeira pôs veneno de rato na comida de crianças". Mesmo que haja uma suposta confissão da merendeira, o advogado da acusada afirma que ela não colocou veneno algum e que se apresentará segunda-feira, informação que o Jornal Nacional não traz em sua reportagem. A matéria fere os princípios descritos nos itens 1-v, 1-x, e 1-z dos princípios editoriais, desrespeita o princípio do contraditório e qualquer senso básico de justiça."

    Porém, mais grave que desrespeitar seus princípios editoriais, os jornalistas responsáveis pela matéria – em especial o editor-chefe William Bonner e o diretor da central de jornalismo Ali Kamel – violam os direitos humanos da cidadã brasileira Wanuzi Mendes Machado, violam a Constituição Federal e o Código de Ética dos Jornalistas brasileiros:

    É expresso na Declaração Universal dos Direitos do Homem em seu artigo Artigo XI:
    1. Toda pessoa acusada de um ato delituoso tem o direito de ser presumida inocente até que a sua culpabilidade tenha sido provada de acordo com a lei, em julgamento público no qual lhe tenham sido asseguradas todas as garantias necessárias à sua defesa.
    É expresso na Constituição Federal em seu artigo Art. 5º:
    LV – aos litigantes, em processo judicial ou administrativo, e aos acusados em geral são assegurados o contraditório e ampla defesa, com os meios e recursos a ela inerentes;
    É expresso no Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros no Capítulo III:
    Art 9º A presunção de inocência é um dos fundamentos da atividade jornalística.
    Art. 12. O jornalista deve:
    I – (…) ouvir sempre, antes da divulgação dos fatos, o maior número de pessoas e instituições envolvidas em uma cobertura jornalística, principalmente aquelas que são objeto de acusações não suficientemente demonstradas ou verificadas;

    Então fica a pergunta: até quando o Jornal Nacional e o jornalismo da Globo se sentirão acima de todas as regras, sejam elas públicas ou privadas?

    Vale ressaltar que não está em discussão a inocência ou culpa da cidadã Wanusi, pois isso só será determinado após o devido processo legal. Não é uma questão sobre este caso específico. É uma questão de princípios.

    OUTRO LADO:

    A Central Globo de Comunicação foi procurada mas ainda não se pronunciou. A resposta será publicada aqui neste espaço.

    UPDATE: Apesar de ainda não ter recebido resposta da CGCOM, a edição de hoje do Jornal Nacional trouxe um desdobramento sobre o caso. Os jornalistas deram voz ao contraditório, apresentaram a tese do advogado da merendeira, passaram a chamá-la de "suspeita" e ao final, fizeram uma retratação: "Ao tratar desse caso policial no último sábado (6), por uma falha de edição, o Jornal Nacional não mencionou a alegação do advogado de defesa que contestava a confissão da cliente. Foi, obviamente uma falha, que foi corrigida nesta reportagem."

    Porém, apesar da retratação ser um avanço – apresentando o contraditório e admitindo um erro – o veículo ainda não admitiu que errou ao afirmar que a merendeira "pôs veneno de rato na comida de crianças" sem que esta tese estivesse comprovada.

    http://roteironews.blogspot.com/2011/08/jornal-na

P A U L O P.

09/08/2011 - 06h10

Teve também, nesta época, um encarte da revista 'Seleções do Reader's Digest ' da edutora Abril, com o 'sugestivo' de – 'Acorda Brasil'.l

Lembro-me, como se fosse hoje…

Responder

Yarus

09/08/2011 - 04h29

"É interessante notar que na mesma edição do Jornal Nacional que anunciou os tais Princípios Editoriais, seus jornalistas descumprem flagrantemente o que está escrito no documento. Em uma matéria sobre a presença de veneno em merenda escolar no RS, a âncora Fátima Bernardes afirma: "Está foragida a merendeira que pôs veneno de rato na comida de crianças e professores de uma escola pública de Porto Alegre" – enquanto mostra a foto da acusada na tela.

Mas como pode a jornalista afirmar como fato algo que ainda não foi comprovado? A merendeira é SUSPEITA de ter colocado veneno, ACUSADA de ter colocado veneno, Fátima Bernardes não pode apresentar como fato que a "merendeira pôs veneno de rato na comida de crianças". Mesmo que haja uma suposta confissão da merendeira, o advogado da acusada afirma que ela não colocou veneno algum e que se apresentará segunda-feira, informação que o Jornal Nacional não traz em sua reportagem. A matéria fere os princípios descritos nos ítens1-v, 1-x, e 1-z dos princípios editoriais, desrespeita o princípio do contraditório e qualquer senso básico de justiça…."http://roteironews.blogspot.com/2011/08/globo-publica-seus-principios-eticos.html
[youtube i9VMh_j8mMM&feature=player_embedded http://www.youtube.com/watch?v=i9VMh_j8mMM&feature=player_embedded youtube]

Responder

Yarus

09/08/2011 - 02h20

Não acredito nos princípios da Globo, creio mais no Fim.

Responder