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Cartas de Minas

Eu, o DEOPS e a blogosfera

21 de dezembro de 2010 às 23h34

O editor Paulo Bolivar, num dos quartos que ocupamos em Moscou, nos anos 80.

Eu, Bolívar e o espião que fumava Marlboro (fotos do Facebook do meu amigo)

por Luiz Carlos Azenha

Se alguém pegasse o menos sofisticado dos manuais do politicamente correto e aplicasse em mim eu estaria frito. Não é por maldade, juro. É por ignorância. Em primeiro lugar, nasci em Bauru. Não quero aqui criar a categoria das justificativas geográficas, mas repito o bordão que ouvi aplicado em outras circunstâncias: você pode até deixar Bauru, mas Bauru nunca, jamais vai te deixar. Podemos falar muitas coisas boas sobre Bauru. É a capital da Terra Branca. Era. Até que um dia descobriram que isso não significava muita coisa. E mudaram. Mudaram para… Cidade Sem Limites!

Bauru, infelizmente, ficou espremida numa história que poderia render muito à sua fama. Pelé nasceu em Três Corações, Minas Gerais. E ficou famoso jogando bola no Santos FC, em Santos. Mas Pelé começou a jogar futebol em Bauru. Mais que isso, passou toda a infância em Bauru. Mas isso não rende muito numa época marcada pelos 140 caracteres do twitter. Pelé nasceu em Bauru soaria melhor. Pelé fez mil gols pelo BAC soaria melhor ainda. Pelé começou a jogar futebol em Bauru não tem a mesma pegada. E daí?, diriam nossos eternos rivais, os marilienses. Além disso, os dirigentes do Bauru Atlético Clube venderam o terreno onde ficava o clube para a construção de um shopping center. O lugar exato onde o Pelé começou a jogar — e onde também fez uma de suas muitas despedidas, que cobri como repórter para um jornal local — fica hoje entre o setor de pneus e o de eletrodomésticos do shopping.

“Foi ali que Pelé jogou”, eu apontei outro dia, quando visitei o lugar com um conterrâneo. Delicadamente, o segurança do shopping pediu que eu me retirasse. Achou que eu estivesse com algum problema.

Portanto, lembremos apenas do mínimo necessário sobre o Pelé para valorizar minha cidade de origem. Eu, Azenha, frequentei o clube em que o Pelé nasceu para o futebol. Tomei o trem da Noroeste na estação diante da qual ele, Pelé, vendeu amendoim e engraxou sapatos.

Bauru também ficou famosa por causa de um sanduíche. Mas a relação entre o sanduíche e a cidade é, igualmente, vaga. O sanduíche Bauru foi inventado em um bar de São Paulo, o Ponto Chic, e ganhou o nome por causa de um freguês cujo apelido era “Bauru”.

Ou seja, o Pelé e o sanduíche jamais vão render a Bauru um museu. Um museu onde a gente diria, com orgulho: ambos nasceram em Bauru!

Há um terceiro fato que talvez ajude a promover Bauru. É a terra de muitos jornalistas. Que eu me lembre assim, rapidamente, é a terra do Roberto Pinto. Do Arnaldo Duran. Do Maringoni e do Gilson Ribeiro. Do Luiz Malavolta. Do Gerson de Souza. Da Kitty Balieiro. Do Leonardo de Brito e do Benedito Requena. Do Amauri Soares. Do Sergio Lhamas. Do Fábio Sormani. Do Nilson (Costa, Avante, etc.). Talvez eu possa argumentar que há alguma coisa na água de Bauru que nos ajude. Ainda assim, não é exatamente uma imagem de sofisticação, que é onde quero chegar.

Nem Pelé, nem sanduíche, nem fonte do saber.

Se ainda fossem o Platini, o croissant, o Le Monde (com sotaque do Renato Machado) e a Perrier…

Mas, não. Em Bauru houve a Água Santa Teresinha. Foi de meu pai, um empresário comunista. A Água Santa Teresinha vinha em garrafões de cinco litros. Os garrafões frequentemente quebravam nos caminhões de entrega. Até que seu Azenha descobriu que repor os garrafões custava mais caro que a água contida neles. Empresário, comunista e, esqueci de dizer, português.

Não me faltaram os livros. Estes eram abundantes em casa, desde muito cedo. Cinco mil, fora os que o Departamento de Ordem Política e Social (DEOPS) levava para cumprir a cota mensal. Como os comunistas eram raros em Bauru, a frequencia dos meganhas na rua Conselheiro Antonio Prado, entre outros endereços, era considerável. Finda uma visita, seo Azenha já preparava os livros que seriam levados na próxima. Hora de deslocar os que tinham encadernação vermelha para a fileira da frente nas estantes. Sim, ele era português, não brasileiro.

Não me faltou educação. Sempre estudei em escolas muito boas, inclusive no espetacular Instituto de Educação Ernesto Monte, do tempo em que os ricos se misturavam com a gente nas escolas públicas. Muito mais tarde, na Universidade de São Paulo.

Não me faltou frequencia a lugares sofisticados. Nem viagens. Numa delas, à Austrália, fiquei hospedado em um hotel tão chique que um colega que quebrou um prato passou uma semana na cozinha prestando serviço. Mas gostoso mesmo foi ficar no Andra Hotel, de Andradina, e sair sábado à noite para ouvir a banda cover do Abba vestindo calça boca-de-sino. Ou no Hotel Rossiya, em Moscou, sob a guarda, no corredor de nosso andar, de uma babushka que controlava um sifão de água mineral e de um soldado do Exército Vermelho louco para filar um Marlboro e folhear a Playboy.

Bem melhor que a espelunca de Bagdá onde só passava o Saddam Hussein na televisão, noite e dia. O Sherman Costa, cinegrafista, conseguiu comprar cerveja em Bagdá apesar do duplo policiamento sobre nós — dos espias do governo que nos acompanhavam e da polícia de costumes — e bebíamos cerveja quente, de madrugada, vendo os discursos de Saddam e os videoclips de louvação ao Grande Pai. Ser politicamente incorreto em São Paulo é moleza, quero ver em Bagdá…

Apesar disso — dos livros, das escolas, das viagens — sinto-me cada vez mais constrangido diante do que leio na internet, especialmente quando surgem polêmicas.

Quanta certeza, meu Deus! São homens perfeitos. Mulheres acima de qualquer suspeita. Gente que já leu tudo recomendando leitura aos outros. Militantes digitais conferindo cada palavra, cada sentença, cada post, em busca de erros, falhas e contradições  — conferindo o cumprimento de cada norma contra um manual imaginário de moral e bons costumes.

Eu sou muita mais feminista que você! O que você escreveu é um lapso lacaniano! Faltou incluir um blogueiro verticalmente prejudicado na entrevista do Lula!

Leitores exigem desculpas! Leitores prometem nunca mais voltar!

Especialmente nesses tempos de 140 caracteres, as polêmicas fazem aflorar afirmações certeiras, sentenças inapeláveis, declarações definitivas.

Sinto-me cercado ao mesmo tempo pelos homens do DEOPS, do exército Vermelho e da polícia do Saddam. A política e a de costumes.

Sinto-me, francamente, um Gordini diante de uma frenética inspeção veicular digital.

Minha primeira reação é correr para conferir se tenho estepe, extintor e a bolsinha dos primeiros socorros.

E preparar uma justificativa geográfica para minhas hesitações, incertezas, incapacidades, erros — em resumo, para a minha rude ignorância.

Gente, a culpa é de Bauru!

PS do Viomundo: Aquele cara que aparece na capa do blog (foto que também reproduzo abaixo), comigo, diante da catedral de São Patrício, chama-se Sergei Dorenko (os outros são o editor Bolívar e o repórter Domingos Mascarenhas). Foi nosso guia em Moscou, num tempo em que “guia” era eufemismo para dizer “espia”. Dorenko, mais tarde — e antes de cair em desgraça com o Putin — tornou-se o mais importante jornalista-comentarista-apresentador da Rússia, tão ou mais influente que o Ted Koppel nos Estados Unidos, no auge do Nightline. Coincidências da vida de repórter.

 

179 Comentários escrever comentário »

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josé fernandes

06/04/2015 - 10h33

Que Maravilha!!!!!

Responder

Mariza Mendes

26/12/2014 - 18h32

Eu visitei o Mausoléu de Lênin! Até parece mentira, mas é verdade! E eu sou de Bauru, como o Azenha, que morava a duas quadras de minha casa. A mãe dele fez as flores (miosótis) que enfeitaram meu vestido de noiva, em 1967. Mas o fato mais marcante do Azenha repórter, ele não contou: conseguiu entrevistar Gorbachev, em plena rua de Moscou, talvez na Praça Vermelha, onde fica o Mausoléu de Lênin. Era o período da Glasnost (Abertura) e estive lá em 1987. A imagem daquele jovem com coragem de abordar o grande chefe da URSS, que parou e ouviu o que ele tinha a dizer, nunca me saiu da memória! Sua crônica sobre Bauru e sua vida de grande repórter que correu o mundo é uma delícia! Abraço de conterrânea!

Responder

larissa

25/06/2013 - 09h38

Ótimo texto, parabéns!

Responder

Pitagoras

28/05/2013 - 23h37

Fascinante e rica tua trajetória!
Por isto que comentas é que insisto: não saímos da ditadura!!!

Responder

Lafaiete de Souza Spínola

29/03/2013 - 12h26

Azenha,

Permita-me participar das suas belas recordações. Dizem, que recordar é viver!

Para não ficar tão sério, falemos de uma vitamina verde.

Aguacate, em Cuba, é o nosso abacate.

Em uma pequena festa de confraternização, foram postos à mesa: doces, salgados e salada de aguacate temperada com vinagre, azeite, pimenta do reino etc.

Sentindo aquela saudade, característica do brasileiro, senti o desejo de fazer a tradicional vitamina de abacate com leite, pois notei que estavam na geladeira.

Sugeri a novidade aos cubanos presentes. Para minha surpresa, a ideia foi repugnante,uma total reprovação!

Esperei um certo tempo, fui à cozinha, às escondidas, fiz a vitamina que tanto desejava e saí tomando.

Como crianças curiosas, perguntavam o que era aquilo. Claro, não podia dizer que era aquela coisa! Disse, então, que era uma iguaria brasileira. Como gostam muito do Brasil, quiseram experimentar.

Afirmei, que como era uma raridade só poderia colocar dois dedinhos no copo. Foi um tal de pedir mais um pouquinho que prometi tentar ver se conseguia mais tarde. Dei tempo para nada desconfiarem e fiz mais. Agora, meio copo. Para aqueles que ficaram deslumbrados, copo cheio.

Dei mais tempo, para evitar vômitos, e esclareci tudo. Ficaram surpresos!

Quem está curioso, hoje, sou eu. Será que a vitamina de abacate se espalhou em Havana?

Minha experiência:

Dizem que a paixão é cega. Essa é uma frase gerada pela experiência humana. A paixão extremada pela política pode levar à cegueira dos honestos. Nesse caldo, infiltram-se os psicopatas, que se passam por igualmente apaixonados, para tirar proveito próprio. Depois que o caldo entorna, esses manipuladores saem ilesos, com seus dividendos.

Lembro-me de muitas coisas que vi nessa vida, desde os meus primeiros passos no convívio político, sem pertencer a qualquer partido.

Não sei explicar, mas, já na minha juventude; frequentador da Igreja Batista, sem nenhuma base intelectual de formação política, sendo, apenas, um jovem que sentia e via as coisas incorretas, injustas; passei, cautelosamente, como continuo comportando-me, a atuar naquele ambiente efervescente de 1963/64.

Bem, desde então, notei que conseguia observar comportamentos que me pareciam estranhos:

Alguns, todos jovens, demonstrando um comportamento precipitado, desejando alcançar mudanças, imediatamente, que, por intuição, eu sentia impossível. Lembro-me, ainda, que tive de contê-los, algumas vezes. Eram jovens honestos, com ideais nobres, porém apaixonados. Muitos, sem esse senso de observação, morreram vítimas dessa paixão cega. Outros demonstravam idêntica paixão, porém não me conseguiam transmitir confiança, pressentia algo diferente.

Alguns deles, quando cheguei à embaixada do México, levado pelo pastor, já estavam lá. Na embaixada encontrei muitas pessoas, com os mais variados perfis: Dirigentes sindicais, militares, padre, deputados, estudantes, arquiteto, engenheiros, homens e mulheres, jovens e idosos, políticos de diferentes tendências. Eram mais de 100 pessoas dormindo no chão, lado a lado.

Do recinto da embaixada primeiro vi sair um daqueles apaixonados honestos. Depois, saiu, também, um com o outro perfil.

O primeiro está na lista das vítimas, talvez por traição. O segundo fez um grande estrago e está vivo, no Brasil. A mídia escreve e comenta sobre este.

O México foi muito solidário, tanto aqui na embaixada como lá. Porém deu para notar, logo, que era uma sociedade com muita pobreza, com muita injustiça, sofrendo os mesmos problemas que tínhamos no Brasil. Não era a sociedade imaginada por Emiliano Zapata que foi morto por traição. Meados de 1964, governo do PRI que surgiu depois da morte do Zapata e mesmo nada tendo em comum tem o R de revolução, titulando-se, às vezes, de socialista.

Em fins de 64, quase todos tomaram o destino para Cuba. Que mundo diferente! Logo, comecei a estudar o espanhol. Cheguei a frequentar a Igreja Batista, ficando surpreso com a quantidade de fiéis, homens e mulheres fardados, na hora do culto, pois, ou acabavam de chegar do treinamento das milícias ou para lá iriam, depois do sermão do pastor. Era uma época de muita expectativa! O perigo de uma invasão da ilha era constante. Quase toda população participava das milícias, voluntariamente.

Deixei de frequentar a igreja, certo tempo depois, por livre e espontânea vontade, quando notei que o pastor demonstrava sua insatisfação por não estar usufruindo de melhores sapatos e roupas que costumava trazê-los dos EUA, além da falta dos dólares que recebia antes, como ajuda da rica igreja americana. Falar em falta de liberdade não era possível, pois muitos, na igreja, eram milicianos.

Para ingressar à universidade, tive que frequentar um curso preparatório, à noite, ao lado de jovens que trabalhavam e faziam aquele curso com o objetivo de ter acesso a um curso superior. Depois de um ano e obter o resultado necessário para a matrícula, comecei o primeiro ano de engenharia elétrica.

Nas férias, voluntariamente, passei um mês cortando cana, junto com vários colegas. Trabalho duro, debaixo daquele sol escaldante da ilha. Foi uma ótima experiência, pois tive oportunidade de ouvir os elogios dos camponeses locais, quanto às grandes melhorias depois da revolução.

Porém, foi um momento para refletir em relação ao futuro de Cuba, pois notei o comportamento dúbio de alguns colegas universitários. O trabalho era voluntário, não era obrigatório, mas participavam só para marcar presença. Assim, cortavam apenas 30% do volume que eu e muitos outros conseguíamos. Demonstravam gostar da revolução, o que, também, não era obrigado, mas na prática negavam tudo.

Outro fenômeno que observei diz respeito a certos jovens que passavam pela área com mensagens de super-revolucionários, solicitando que o horário de corte fosse estendido, quando era impossível, devido ao sol muito quente. Nós que produzíamos bem fomos contra, pois, realmente, não era factível.

A revolução era plenamente aceita, mas, talvez já estivesse necessitando de uma maior participação da população e não só daquele núcleo que tomou o poder. Já começava a se formar o núcleo dos imprescindíveis. Com certeza, quanto maior o número de atores, quanto maior a horizontalidade, mais difícil se torna tais comportamentos como os mencionados, pois mais próxima estará a fiscalização, a observação e, consequentemente, torna-se difícil o desleixe de muitos e a manipulação por poucos. Sem participação não se tem democracia!

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kalifa

08/03/2013 - 11h08

Ao contrário não sou do gordini mas tenho paixão pelo dromedário e pelos tuaregues são limpos como cristais num tempo em que a sujeira toma conta até do vaticano e dos cardeais!

Responder

Cesar Monatti

24/01/2013 - 10h17

Pelé começou em Bauru.

*[22 caracteres = número de jogadores em campo no futebol :-)]

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Rovena França

24/06/2012 - 20h58

“Mas gostoso mesmo foi ficar no Andra Hotel, de Andradina, e sair sábado à noite para ouvir a banda cover do Abba vestindo calça boca-de-sino.”

Texto delicioso, Azenha! rsrs

Responder

Cláudio

05/05/2012 - 05h28

Leitura interessante. Muitas coisas que eu não sabia e bastante curiosas.

Responder

Adilson

03/05/2012 - 22h32

O Azenha na última foto de barba está parecendo o Steve Jobs na época em que ele era novo. rsrsrsrrsrs

Responder

Francisco

03/05/2012 - 08h59

Você acredita que só vi esse texto agora?!!!
Mas, como ele é com, rapaz!

Azenha, se lhe sobrar tempo, escreva mais crônicas para o nosso deleite.

abçs.

Responder

shirley Martins

14/08/2011 - 13h06

Que texto maravilhoso, pena tê-lo "descoberto" só agora. Essa amostra grátis deu água na boca, por que não nos brinda com um livro de memórias sobre Bauru ou sobre o mundo; a sua visão de mundo? Seria um presente para nós. Feliz dia dos pais de 2011.

Responder

Glecio_Tavares

30/01/2011 - 10h07

Este post precisa ser relido mensalmente. hahahahaha

Responder

GustavoEgito

24/01/2011 - 04h27

Se Azenha leu tantos livros…
…se Azenha tem ascendência diferenciada (?)…
…se Azenha viveu em "u-do-mundo" (como diria o jornalista Milton Neves (sic)…
…se Azenha conheceu e viveu realidades diferentes…
…se Azenha teve coragem para ser politicamente incorreto…
…se Azenha contrabandeava Playboys sem Photoshop…
…se Azenha ainda se inspira na terra que Pelé pisou…
…se Azenha elabora um post para passar em nossas caras a nossa própria pedância…
…se Azenha tem saco para ler nossos comentários antes de aprová-los (imitai-o, PHA!)…
…se Azenha suportava Téo "Não perde-mais! e Cuide-se bem!" José…
…se Azenha sobe diferenciar o comunismo (em casa e na URSS) do ateísmo e crê em Deus (será? Espero que sim!)…

… então Azenha é o cara e, portanto, sabe que nunca poderíamos concordar integralmente com tudo o que diz e, assim sendo, o admiramos, Amigo!

Responder

joão paulo

26/12/2010 - 12h11

Bauru tb é um dos muitos sinônimos de baseado, não sei por quê.

Responder

    Rafael Mendes

    14/11/2011 - 12h45

    Ah!!! Essa eu posso responder. Agradeça ao Tim Maia, que chamava seus baseados de "bauru"… "baurete"… e outras coisas mais. Reza a lenda, contada por Nelson Mota, que esse apelido surgiu em referência a um tremendo bauru de uma lanchonete. Salve o síndico, que, sem sombra de dúvidas, preferia um suculento bauru ao seu famigerado chocolate.

    Rafael Mendes

    14/11/2011 - 15h00

    Pergunte ao Tim Maia.

Marat

26/12/2010 - 09h57

Azenha, as vezes eu tenho a impressão que nossa solerte e magistral imprensa é um grupo de Hariovaldistas, mas que levam isso a sério!

Responder

rodrigo.aft

26/12/2010 - 03h54

Bom, se as crônicas do Azenha fizeram tanto sucesso (e algumas críticas, como não poderia deixar de ser – normal!), além de deliciosas receitas de bauru, gostaria de também contribuir com uma crònica permeada pela culinária, para comprazer ouvidos e paladar simultaneamente… rsrs.

Atenção cumpadi e cumadi: lápis e papel na mão! (ganha um doce quem adivinhar de onde se passa o causo)

Sapassado, era sessetembro, taveu na cuzinha tomando uma pincumel e cuzinhando um kidicarne cumastumate pra fazê macarronada cum galinhassada.

Quascaí de susto quanduvi um barui vinde denduforno parecenum tidiguerra.

A receita mandopô midipipoca denda galinha prassá.

O forno isquentô, o mistorô e o fiofó da galinhispludiu!

Nossinhora! Fiquei branco quinein um lidileite.

Foi um trem doidimais! Quascaí dendapia!

Fiquei sensabê doncovim, noncotô, proncovô.

Ópcevê quilocura!

Grazadeus ninguem semaxucô!
========================================

p.s.: nu causo di voismece carecê di num intendê, nóis traduiz di modos qui ocêis intenda (a culpa é de Minas! rsrs)

antes q alguém interprete algo q não existe, este textículo não tem a pretensão de plagiar o texto do Azenha, não tem a pretensão de ser "paródia" de alguém, não tem a pretensão de se comparar a nada… apenas descontrair um pouco (pode ser q eu seja meio "moron", mas não parava de rir qdo vi esse texto pela 1a. vez)

Responder

    rodrigo.aft

    26/12/2010 - 16h23

    p.s.2: na pressa de postar, esqueci dos créditos à historinha: NÃO ACHEI o autor, pois em diversas fontes, só tem o texto, em alguns lugares, diferente deste. Caso alguém saiba, diga-nos quem é o pai da criança, please.

    p.s.3: "…comprazer ouvidos e paladar…" sim, pois a graça não é ler, mas OUVIR esse povo falar Divertido dimais da conta, sô. Quanto ao paladar, ficou na vontade, pois o término da receita e desgustação foram interrompidos no momento em q o "mistorô" (= o mio storô = o milho estourou….rsrs), causando pânico no mestre cuca (doncovim = di onde qui eu vim, noncoto = ni onde qui eu tô, proncovô = pra ondi qui eu vô)

    p.s.4: se eu errei algum termo, aceito sugestões (mas precisa ser de alguém que fale mineirês culto e popular) para q a "obra" não fique desfigurada por uma tradução inconsistente… rsrs (não é sério, mas é divertido… brasileiro traduzindo brasileiro… somos diferentes, mas somos iguais)

Aline

26/12/2010 - 00h57

Azenha
Gostei demais do seu proseado!
Possível até que essa gente mal humorada que anda vociferando ameaças, caçando bruxas e fazendo uma barulheira tremenda, sabe-se lá por que cargas d'água, vá cantar em outras freguesias.
Boas Festas e muito grata pelo seu excelente e generoso trabalho jornalístico e de emérito escritor.

Responder

Pedro Ayres

25/12/2010 - 20h04

Caro Azenha,
Meus cumprimentos pelo primor de texto, em que o humor, a referência histórica e a memória pessoal conseguiram uma saborosa mescla, em que lá no fundo, como calda grossa, fica ironia e fina denúncia de uma "inovadora" tentativa de reciclagem do lixo que a direita produz. Foi realmente um senhor presente de Festas. Algo tão bom quanto o fescor amazônida do texto "O Natal da minha aldeia", http://tipoassimflolhetim.wordpress.com
Azenha, Feliz Ano Novo e que o blog siga sendo o sucesso que é.

Responder

Maria Lucia

25/12/2010 - 19h25

Azenha
Bauru, a grande culpada! Foi ela quem forjou um blogueiro indômito, politicamente incorreto, chegado ao anarquismo-sindicalista, uma verdadeira ameaça para a nossa melhor sociedade!
A ele, os votos de muita força, fé e coragem para permanecer firme em tanta providencial e benfazeja incorreção.
Boas Festas e Feliz Ano Novo! Votos extensivos a todos os que por aqui vêem o Mundo.

Responder

Nelson

25/12/2010 - 17h15

Que belo texto, seu Azenha.

Responder

Alex Gonçalves

24/12/2010 - 23h42

Feliz Natal, Azenha.

Queimei todos neuronios e paciência com política, e passei umas 2 semanas longe de blogs. Volto pra descobrir uma confusão que ainda procuro entender…

Responder

    Paulo Silva

    25/12/2010 - 15h42

    Se vc conseguir entender, vai ganhar o prêmio Nobel da genialidade.
    Até que surja um Assange tupiniquim para propiciar o vazamento de confidencialidades, estamos no breu!
    Todas as hipóteses são plausíveis. As mais descabidas e improváveis, certamente têm chance de serem as verdadeiras verdades que estão por trás das acirradas contendas.
    Um conselho: não descarte nenhuma hipótese na tentativa de solucionar essa questão plena de incógnitas! Tantas e tamanhas para mim, que definitivamente entreguei os pontos. Talvez o meu erro, tenha sido desprezar algumas suposições absurdas que me ocorreram.
    Boa sorte! Se tiver sucesso, não deixe de divulgá-lo.

Laura

24/12/2010 - 21h41

Feliz Natal e um ótimo 2011, Azenha e equipe do Viomundo!
abs,
Laura

Responder

Marat

24/12/2010 - 21h11

Azenha, só agora eu me dei conta: Se essas fotos caírem nas mãos do pérfido Professor Hariovaldo, ele certamente descobrirá ser você um agente da NKVD… E agora?

Responder

Paulo Villas

24/12/2010 - 18h57

Azenha , Feliz Natal , paz e prosperidade. Obrigado por manter êsse espaço honesto , importante , que se tornou um abrigo para os órfãos midiáticos. Valeu.

Responder

Luiz A. C. Nalin

24/12/2010 - 02h33

Azenha, sou um viciado em blogs, o seu é leitura diária, mas algo me incomodava em seu blog, não sabia o que mas agora descobri: você é bauruense, eeeeeeekaaa!
Sou de Marília.
Feliz Natal

Responder

    Luiz Carlos Azenha

    24/12/2010 - 13h01

    Viva o MAC!

    Gerson Carneiro

    24/12/2010 - 17h14

    deu as caras, hein danado!
    tava escondidinho.
    é… as abelhas não perdoam.
    quem mandou chacoalhar a colméia…
    feliz natal Azenhão.

Gerson Carneiro

24/12/2010 - 00h07

Acabo de chegar do cinema.
Vi, ouvi, pensei e senti “José e Pilar”.

Há várias passagens que remetem a este texto e ao viomundo.
Citarei apenas uma: “vivo sossegado; escrevo para dessassossegar”.

É engraçado: há no filme/documentário a presença do PIG, e até dos estudantes colegas de classe da Mayara.

Agora, um segredo (não contem, pelo amor de Deus, para A Maior Flor do Mundo porque acho que ela anda zangada em relação a mim): em determinado momento a Pilar tem um ataque de Maria Frô.

Agora a parte ruim e curiosa da noitada: ao sair do cinema estava com uma fome Moscovita. E parei onde? Em um local chamado Tucanos´s Churros.

Ahhhh mas não ficou barato: folheando o cardápio descobri um denominado "Caetano". Não deu outra. Juntou a fome com a vontade de vingança e optei por traçar o Caetano.

Saí feliz. Foi a noite em que comi o Caetano no Tucano´s Churros.

"Ver, ouvir, e não calar"

Responder

    Gerson Carneiro

    25/12/2010 - 18h03

    Correção: não é Tucano´s Churros, é Tucano´s Crepe.
    Portanto foi crepe que comi, é porque foi a primeira vez e me confundi.

Archibaldo S Braga

23/12/2010 - 21h42

Azenha, belo texto!!! FELIZ NATAL A TODOS OS CAMARADAS DO GRANDE VI!!! A. S. Braga

Responder

mariazinha

23/12/2010 - 21h39

http://www.youtube.com/watch?v=QIQiioTrFJE

Uma música de acalAnto, meu querido JORNALISTA AZEN HA; para ninar Vc e para que esqueça essa opressão do blog que fa z VC perder o ar.
http://www.youtube.com/watch?v=BLs16sjWdCc&fe
[…]Respondo que ele aprisiona; eu liberto.
Que ele adormece as paixões; eu desperto.
E o tempo se rói com inveja de mim, me vigia querendo aprender como eu morro de amor pra tentar reviver….
No fundo é uma eterna criança, que não soube amadurecer; eu posso, e ele não vai poder me esquecer….[…]

FELIZ NATAL E UM ANO NOVO REPLETO DE REALIZAÇÕES, para VC, AZENHA e todos nossos queridos companheiros do seu blog!

Responder

Luciana Witovisk

23/12/2010 - 21h37

Boas Festas Azenha! Continuarei aqui, como muitos leitores que vc soube cativar. Parabens! Belo texto!!

Responder

francisco.latorre

23/12/2010 - 20h52

miserável faminto ego.

chato bobo. só atrapalha.

..

horda canibal.

disputa osso.

..

sintomático. revelador.

..

competição/ambição/consumo. ideologia da fome burguesa imaterial. que consome e come e não some a fome. de mais e mais mais. insaciável fome. imaterial impossível fantástica. irreal. invencível pois. [ em desconstrução. no agora.

..

lei na propaganda. essa aí. madeinusa. cria/cultiva tolerância à mentira enrolação sedução. naturaliza o engôdo. lei.

..

azenha/conceição..

miles gracias..

pela formidável trincheira. e o clima ativo/positivo. e a liberdade muita.

reportagens. certeiras com a conceição.

azenha e opinião do blog. filosofia. sem medo. pensar é atrevimento. perturba interfere.

fez história.

2010-11. entra o milênio.

abraço viomundo. valeu.

..

Responder

Antonio Pedroso Jr.

23/12/2010 - 18h42

Azenha:
Saude. Muita saude.
Estava mechendo nos meus arquivos e localizei o relatório do DOPS a respeito do Congresso de Reconstrução da UNE, em Salvador, 1979. E quem está lá, devidamente fichado para a posteridade? O escriba deste blog.
Baitabraço

Responder

Jairo_Beraldo

23/12/2010 - 17h52

Relendo o post, percebi que Azenha quer é ser paparicado e bajulado neste final de ano e da primeira década do século XXI.

Responder

Carlos J.Ribeiro

23/12/2010 - 16h56

Azenha, uma curiosidade. V. escreveu sobre jornalistas nascidos em Bauru. Pergunto: o Flávio Araújo, notável narrador de futebol da rádio Bandeirantes(ele narrou o 1.000* gol do Pelé em out/69) não é de Bauru? Parece que hoje ele mora lá.

Responder

    Altino Correia

    24/12/2010 - 13h56

    Companheiro Carlos J.Ribeiro:
    O ´Flávio Araujo é natural de Presidente Prudente/SP. Não é tão perto de Bauru como alguns imaginam.
    Mas os prudentinos reconhecem a importância e respeitam Bauru, como uma grande cidade, onde nasceu inclusive o 1º Astronauta brasileiro: Marcos César Pontes (Brazilian Space Agency Liaison) M.Sc.
    Flávio Araujo – por sinal – está recebendo aqui inúmeras homenagens após inaugurar um Centro de
    Formação de Atletas que leva o seu nome. Ele merece, pois foi o narrador de esportes que mais cobertura deu aos jogos da Copa do Mundo. Abraços e um Feliz Natal com as bençãos de Deus!
    Altino Correia.

Marcelo Feitosa

23/12/2010 - 16h41

Rs, divertido, Azenha… Abraços, boas festas natalinas!

Responder

penhasouza

23/12/2010 - 15h50

Não vou deixar de ler você, o Vianna, o Nassif, o Amorim, a NaMaria (só pra citar alguns no que foi chamado de "comissão de frente") por causa de polêmicas oportunistas. Um amigo, Eduardo Martinez ,de São Borja, postou no meu facebook : "quando diversidade vira crise, a crise é de identidade". Isso porque a galera estava comentando todo esse imbróglio que só empobrece. Quanto aos que tanto cobram, vão acabar pagando o mico, podes crer!

Responder

    Mário SF Alves

    24/12/2010 - 11h36

    Penha,
    Se possível e, por gentileza, me dá uma luz aí nessa questão pois ainda não entendi nada.
    Obrigado,
    Mário.

    Paulo Silva

    25/12/2010 - 15h05

    Enquanto a Penha não vem, deixa ver se ajudo: alguém comentou um fato, disse umas coisas, colocou uma palavra que não agradou. Não que aquele alguém estivesse defendendo o conceito, ou preconceito, contido na maldita palavra. Que doravante , ninguém mais pode pronunciar sob pena de decapitação.
    O comentado foi guindado a post por famoso blogueiro, que já possue um sobrenome que inspira suspeitas de terrorismo.
    Aí, houve uma contenda verbal entre comentaristas. Voaram porcelanas e cristais.
    Julgado sumariamente, o citado blogueiro cometeu a imprudência de expressar-se ironicamente – logo onde – no twitter. Incendiou! Prestes a ser decapitado, ousou pedir desculpas em documento circunstanciado, escrito em português escorreito. Que erro!
    Está sendo caçado, como está o Assange pelas forças do bem e da democracia perfeita. Periga ter que se exilar!
    Entrementes e de permeio,dois monumentais traumas do passado recente vieram à tona: a denominação "progressistas" e a não ida das quatro mulheres blogueiras convidadas ao encontro de blogueiros com o Presidente Lula. Meu Amigo: o eixo da Terra até inclinou mais um pouquinho! E dizem que o Sol acelerou sua caminhada para a Estrela Vega.

    Catarina ZS

    25/12/2010 - 23h05

    Mario,
    Acho que este texto do Nassif esclarece as coisas, embora eu não tenha acompanhado a polêmica.
    Sds

lucia

23/12/2010 - 14h57

Passado o furor das eleições, tenho procurado ler coisas mais amenas. Eu acessava um monte de blogs diariamente para saber quanto por cento, bolinhas de papel, aborto, etc. Agora, mais calma e sem febre eleitoral, adoro ler seus artigos que estão há um tempão aí, como o Bebê Imaginário, a matéria sobre o crack, etc. E só agora eu reparei que você é um grande jornalista, que sabe fazer reportagem. E descobri que que você tem um livro publicado, que eu vou tentar achar. Parabéns, Azenha, antes eu gostava das suas opiniões e do seu time, agora que eu descobri suas reportagens, gosto mais.

Responder

Gerson Carneiro

23/12/2010 - 14h33

Relutei.
Não que eu queira transformar o Azenha em um Roque "Santeiro", mas depois de refletir sobre o que já se escreveu nos comentários, afirmei minha convicção de que o caro Azenha é mesmo uma das Genis da blogosfera.

[youtube jsB–twZgng http://www.youtube.com/watch?v=jsB–twZgng youtube]

Responder

    Euclides Santeiro

    23/12/2010 - 15h03

    Não que eu queira fazer a lã pesar ao "carneiro", mas a letra de Geni permite diversas interpretações, poucas com as quais me idenfique.
    Porque EU sempre fui leitor comedido do AzEnha; quanto a "tudo que é nego torto" não posso dizer o mesmo. Nunca flutei entre o "bendito" e o "maldito" AzEnha, porque "prefiro amar com os bichos" do que me prestar a conveniências.

    Abraços.

    Euclides Santeiro

    23/12/2010 - 17h16

    Teclado desgraçado de notebook!

    identifique

    flutuei

    Abraços.

Mário SF Alves

23/12/2010 - 13h14

É agradável ler o Azenha falando do Azenha. E a novidade é que desta vez a fala inclui um outro Azenha. Um Azenha comunista, e mais do que viabilidade de sistema e redundância de sobrenome, por certo, um homem generoso.
Pode ter certeza, é sempre reconfortante saber que dentro deste site tem mais do que inteligência, determinação, resistência e compromisso com a verdade. Tem, além disso, algo imprescindível em qualquer canto do mundo. Ou, como diria o Nicolelis, tem gente em constante busca da superação do que há de mais danoso e deplorável em nosso cotidiano, a mediocridade, igualmente cotidiana, PIG-construída ou não.
Cordiais saudações. Felicidades. E democracia, mais do que nunca!

Responder

Aquiles

23/12/2010 - 11h33

Que bom seria se todo mundo tivesse consciência de sua própria história de vida, e humildade para, de fato, compreender que quanto mais se conhece mais ainda falta a se conhecer. Respeitar as diferenças de opiniões, de histórias de vida, dos diferentes estágios de percepção do mundo que cada pessoa vivencia, e que são únicos, irreproduzíveis poderá fazer deste mundinho um lugar onde veremos riquezas colossais.
Parabéns pelo seu texto. Há intolerância em excesso no mundo, e isso veda a visão dos bens intangíveis que constituem o patrimônio do homem: a diversidade.
Este é meu primeiro comentário neste blog. Meu segundo comentário em blogs.
Suas palavras incentivaram-me a participar da conversa, mesmo sabendo pouco.
Hoje em dia já não digo "saúde" se alguém disser Nietsche perto de mim. Mais por saber que Nietsche existe do que por ter ou não ter lido sua obra. Mas cometo, e cometerei, gafes semelhantes em uma série de outras situações. Amo saber que há muito a aprender. Viver, afinal, é aprender a cada segundo.
Aceite, mais uma vez, meus cumprimentos. Obrigado pela leveza que você trouxe à carregada atmosfera que começou a brotar na blogosfera. Peço que o Nassif permaneça entre os blogueiros progressistas e não se deixe abater por esse incidente desagradável. O desmonte da rede deve estar na estratéria dos perdedores do momento.

Responder

    rodrigo.aft

    23/12/2010 - 15h35

    seja bem-vindo!

    faça sua parte com intensidade, não se economize, não aceite patrulhamento ideológico e pisa fundo!!! rsrs

    quanto mais gente fizer o q vc está fazendo, menos espaço os "espertos de plantão" terão lugar para se esconder.

    “Você pode enganar uma pessoa por muito tempo; algumas por algum tempo; mas não consegue enganar todas por todo o tempo.” ( Abraham Lincoln )

    Se mais gente fizer o q fazemos aqui, o espaço de manobra dos vagabundos vai diminuir drasticamente.
    (e claro, prozear agradavelmente sem nenhum motivo, de vez em quando, é MUITO BOM, DEMAIS DA CONTA!!!)

    Boa empreitada!!!

    Aquiles

    24/12/2010 - 16h13

    Grato por seu incentivo e gentil acolhimento. Tenha um bom natal, e que 2011 seja sempre muito melhor do que suas melhores expectativas. Abraços!
    Espero muito do próximo governo, e precisamos estar, mesmo, atentos aos ataques da mídia.

    Maria Lucia

    26/12/2010 - 00h25

    Aquiles,vc estava fazendo falta! Chegou em muito boa hora.
    De alguma maneira, esperávamos por vc!
    Mais do que nunca é preciso estarmos atentos: a primeira mulher Presidente vai precisar muito de nossa ativa colaboração para poder tocar os avanços necessários.
    Se o desmonte da rede está na estratégia dos perdedores,como vc assinala, na nossa estratégia está exatamente o oposto. Queremos ver a rede progressista, sim senhor, cada dia mais forte, vibrante e democrática.
    E meio tipo presente de Natal, olha vc aí chegando para somar nessa luta blogosférica! Boas Festas!

Mar.

23/12/2010 - 11h32

Azenha, show o seu texto! Você andava sumido.
Um grande abraço e feliz natal.

Responder

Attila Louzada

23/12/2010 - 11h02

Eu leio outros blogs mais limpinhos do que o seu e tenho deles a mesma impressão que você tem dos estabanados que querem se impor a todo custo. Há um que se chama Censurado, mas é de uma violência verbal e, digamos intelectual que nunca antes na história deste país se viu. Sou do Rio, mas vivo no RS há alguns anos e me impressiono até hoje com a imprensa daqui. O que tem de comentarista é uma glória, todo mundo é jornalista, mas repórter que é bom passa longe. Os jornais têm colunas e mais colunas, as bancadas na tv têm pelo menos três senhores que dão palpite em tudo, assim como os programas de intermináveis bate-papos epscializados em assuntos gerais no rádio. Parece que é uma tendência da imprensa hoje em dia: a notícia tem muito menos espaço do que a "interpretação dos fatos". Isso sempre me lembra uma citação da Hanna Arendt sobre liberdade de expressão que devia obrigatoriamente sair no cabeçalho de todo jornal ou revista e nos créditos iniciais dos jornais de rádio e tv: "A liberdade de opinião é uma farsa, a não ser que a informação factual seja garantida e que os próprios fatos não sejam questionados.” Salvo seja.

Responder

Jose Martins

23/12/2010 - 08h40

Uma catarse. Obrigado. Virei fregues.

Responder

raul soares

23/12/2010 - 08h17

KKKKKKK ,belo texto Azenha,
estava bem perdido e vejo que estava certo !!!!!

Responder

Euclides Santeiro

23/12/2010 - 06h08

Prometo, de pés juntos, ser essa minha última participação na história toda (com exceção de respostas e esclarecimentos, óbvio).

———-

Ao ver a frase "Leitores prometem nunca mais voltar!" confesso que por um segundo pensei ter virado pauta no episódio "feminazi". Não, claro que não!

Como poderia eu, um cara que não escreve blog, que não freqüenta lugares sofisticados e que não pode arcar com viagens ao redor do mundo elucubrar tal honra?
Além do mais, eu nunca havia dito que não voltaria em quaisquer dos blogs que critiquei, disse sim que não era mais leitor de determinados blogueiros. Portanto, meu egocentrismo me traíra, 'não era sobre mim que deviam estar falando'.

De qualquer forma, deixar de ler alguém significa perder o tesão intelectual por um autor, blogueiro ou aventureiro literário que arrisca emitir opiniões através de um apanhado de letrinhas. É, ao tal apanhado, não dar o mesmo valor quando as letrinhas, em vez de na direção do leitor, passam a marchar a serviço do autor.

Ordenadas de maneira adequada, em palavras e frases que transmitam alguma verossimilhança entre o que é dito e o imaginário dos interlocutores, a linguagem escrita tem um poder comparável às águas de uma enxurrada. Podem lavar toda a sujeira ou arrastar, junto com elas, todo mundo que saiu na chuva para "se queimar".

Com o perdão das ilustrações clichê (em pleno período de verborragia digital e temporais), sinto que ela é necessária. Diante de alguém que coloca em dúvida as certezas dos outros, que insinua uma suposta perfeição evocada, sinto as consciências menos atentas serem arrastadas e preciso indagar:

– para proferir tamanhas verdades com coerência, AzEnha, posso supor que você considera seus próprios textos, suas próprias opiniões nada mais do que uma compilação de dúvidas e imperfeições?;
– posso supor também que, se assim os considera, sua indignação final é fruto de algo sem o menor fundamento objetivo?;
– consequentemente, não seria mais apropriado evitar emitir juízos sobre quaisquer assuntos, buscando uma carreira mais introspectiva, talvez a filosófica em vez da blogueiro-jornalística?

Ora, AzEnha, aludir ao DEOPS para tratar um grande volume de críticas?
Colocar-se numa posição de juiz transcendental que não está, com essa postagem, decretando uma "sentenças inapelável", uma "declaração definitiva"?
A quem você quer iludir?

Não há patrulhamento, militância digital, muito menos um "manual imaginário de moral e bons costumes".
Eu, por exemplo, não milito por nada, apenas pratico minhas convicções no dia-a-dia, respondendo individualmente por elas. Além disso, sou ateu agnóstico fisicalista, jamais recorreria a moral para alicerçar minhas idéias. No entanto, estou aqui contestando você, mais uma vez. Vai insinuar vaidade, falta do que fazer, que estou a serviço da direita, do DEOPS, da Mãe Joana?

E como você se porta quando recebe muitos elogios?
Trata como militância digital?
Como puxa-saquismo?
Como um bando de arroz-de-festa?

Se pôde mesmo estudar nos melhores colégios, faça um exercício de humildade digna de alguém bem educado e tente sair pela porta da frente nessa história. Reconheça a procedência dos argumentos alheios e não crie cortinas de fumaça que só servem para degradar a inteligência coletiva, relegando a torcedores acríticos uma verdade que deles independe.

Abraços.

Responder

    bARRETO

    25/12/2010 - 14h10

    Estar "certo"ou ërrado"nesta estória é o que menos importa… No momento em reconheceu as suas limitações, Azenha disse claramente que algunas de suas opniões podem estar erradas, distorcidas, eivadas de vícios, impregnadas de parcialismo que é inerente às pesoas normais. Azenha não pede aplausos, reconhecimento ou elogios. o que se pede é apenas respeito a suas opiniões e seus pensamentos, só.. É muito??? Creio que não.
    Ninguém aqui é puxa-saco, até não há nada a ganhar ou perder aqui, nem mesmo a reputação. O que vejo aqui i são pessoas educadas, conscientes de sua cidadania e acostumadas com o contraditório, com o confronto de IDEIAS, apenas de IDEIAS.

    Euclides Santeiro

    26/12/2010 - 15h00

    Se fazer de vítima é uma estratégia que só engana pessoas tão ou mais limitadas do que quem se alega imperfeito.
    Tipo:

    – Céus, parem de me patrulhar SÓ porque eu dei uns tapinhas na cara da moça! É que eu estava nervoso. Não posso errar, não?

    Isso é bem diferente de dizer que estava completamente errado ao ser violento e pedir desculpas, prometendo uma maior atenção para com atitudes similares.

    (O exemplo todo é uma ilustração apenas, antes que interpretem literalmente e digam que estou comparando violência física com verbal)

    E ótimo que haja confronto de idéias! Mas se não há idéias certas e erradas, por que se deu ao trabalho de comentar o meu comentário? Afinal, pela sua lógica estou tão certo quanto o AzEnha, bem como a Folha estava certa em usar o termo "ditabranda" e o André em usar o termo "feminazi".

    Abraços.

    Ramiro Tavares

    25/12/2010 - 16h13

    Euclides
    Né, nada disso não!
    A coisa é muito mais simples. E de repente vc me fez matar toda a charada.
    Tenho acompanhado todo o seu empenho em ser a garrafa pet com gasolina, nesse contundente imbróglio. Denodado empenho, o seu! Chama a atenção, sabe? Vc devia ser mais discreto.
    Mas o seu problema é que vc esqueceu que é necessário o pavio. E o fósforo. O seu coquetel Molotov não explodiu.
    O fino senso de humor do Azenha te levou ao desespero e vc se entregou. Embora tenha tomado o cuidado de cortar alguns sobrenomes, antes de surgir por aqui com essa velha cantilena que lembra a de um trol reciclado para enfrentar os novos tempos de Dilma Rousseff.
    Não é à toa que o Ziraldo diz: "as únicas pessoas que levam as coisas verdadeiramente a sério são aquelas que dominam a arte de analisar os fatos à luz do fino humor."
    Doutra feita, não esqueça o pavio e os fósforos. E a caixinha de fósforos, pra poder riscar, certo?

    Euclides Santeiro

    26/12/2010 - 15h28

    Ramiro,

    Não tenho pretensões sequer próximas às daqueles que julgam ter conquistado algo relevante para uma população de quase 200 milhões de pessoas, em que grande parte mal tem acesso a saneamento básico, o que dirá internet.
    Pessoas que por terem conseguido fazer uma entrevista chapa-branca com um presidente que não deu passos significativos para uma política de comunicação mais democrática e menos oligárquica, sugerem um momento histórico estruturalmente melhor.
    Não é bem assim.

    Lula sempre andou de mãos dadas com o PIG, permitindo apenas em SEU ÚLTIMO ANO DE MANDATO, APÓS TER FEITO SUCESSORA, a elevação aos holofotes de algumas pessoas que ESTAVAM POLITICAMENTE ALINHADAS COM ELE e que PARTICIPARAM ATIVAMENTE DE UMA CAMPANHA DIGITAL PRÓ-DILMA.
    Se isso pode ser considerado sinal de avanço, de mudança de paradigma nos meio de comunicação de massa…
    Mas o que interessa minha análise? Eu, como já disse, sou um mero "comentador sujo" de "blogueiro progressista", um Zé Ninguém que não contribui em nada para o nosso belo quadro social (salve Raul!).

    E cuidado tem que tomar você, amigo, para não falar coisas infantis. Perceba que não é possível nomes muito grandes na caixa de comentários desse blog, sendo esse o real motivo de eu ter abreviado o meu, em vez de sua teoria essencialmente especulativa.
    Mas pode me chamar de incendiário, subversivo e coisas do tipo. Já estou acostumado a colecionar inimigos por não manipular interlocutores.

    Abraços.

    Euclides Santeiro

    26/12/2010 - 17h34

    E só um detalhe, Ramiro, que esqueci de comentar, na pressa:

    Se for para citar Ziraldo, lembre-se de que ele se beneficia do bolsa-ditadura indo contra muitos princípios que pregava, lembre-se que ele também diz ser a internet o antro do débil-mental e que gosta de evocar, para referir-se aos supostos "cinco por cento que estão preocupados com o próximo, com o mundo, com o futuro", George Bernard Shaw, um cara que saiu em defesa do nazismo.
    http://g1.globo.com/platb/geneton/2010/09/04/zira
    http://www.youtube.com/watch?v=hQvsf2MUKRQ

    Abraços.

    Flavio Lima

    25/12/2010 - 17h29

    Euclides
    Teu ego nunca vai ficar maior que o Idelber… desista!

    Euclides Santeiro

    26/12/2010 - 15h33

    Tanto quanto o seu não será maior do que o do AzEnha.
    Desista!

    E parabéns pelo argumento embasado, objetivo e pertinente.

    Paulo Silva

    25/12/2010 - 18h03

    Quem anda precisado de um exercício de humildade é vc, Euclides. Seu comentário é movido às mais deslavadas arrogância e pretensão.
    A inteligência coletiva não se degradou nem um pouco com a existência dos blogs progressistas, pelo contrário, esses blogs contribuiram decisivamente para tornar críticos os seus leitores. E contribuiram igualmente para que muitos aprendessem a identificar a farsa e a falsidade intelectual onde e como se apresente. Por isso mesmo, esses blogs estão sendo vítimas de forte ataque. Que, diga-se de passagem, só os estão engrandecendo e fortalecendo, já que são ataques pífios que partem de versões e preconceitos e não de fatos verdadeiros,devidamente contextualizados.
    Parece que vc acha que o Azenha não tem o direito de ter liberdade de expressão e que deve submeter o que pretende postar no próprio blog à aprovação prévia de sua eminente pessoa, já que vc é que sabe o que é a Verdade.
    Decididamente vc tem vocação para ser Censor, Ou, quem sabe, um novo Catão. Quando na realidade é apenas um ardoroso e fiel cultor de Ftono, deus dos ciúmes e da inveja na mitologia grega.
    Vc. afirma em seu comentário que não milita por nada, apenas pratica as suas convicções no dia-a-dia, respondendo por elas, sendo um ateu agnóstico fisicalista, que jamais recorreria à moral para alicerçar suas idéias.
    Então sugiro que vc faça um blog seu, Euclides, para que todos possam constatar a que vc recorre para alicerçar suas idéias. Quem sabe vc até não encontre muitos leitores e até apreciadores de suas convicções e teses e receba muitos elogios? Há gosto para tudo, como vc sabe.

    Euclides Santeiro

    26/12/2010 - 15h58

    Tornar um leitor crítico não é arrebatar rebanho, inverter a direção de uma seta.

    Quão crítica é uma pessoa que usa o termo "ataque" para discordâncias com argumentos logo após um blogueiro ter insinuado um "conspiração de direita"?
    Quão crítico é um leitor que insinua autoritarismo e flerte com censura logo após um blogueiro ter aludido ao DEOPS para tratar do assunto?
    Quão capaz de identificar falsidade intelectual é aquele que se vale de citações nada populares, mesmo que nada tenham a ver com o assunto?

    Sua sugestão final é ao mesmo tempo inocente e venenosa.
    Sei que para você seria maravilhoso eu ter um blog para confirmar sua tese de pretensão e arrogância, mas não acho que eu tenha idéias novas que mereçam ser compartilhadas. Isso não me impede de contestar idéias velhas, até as que se disfarçam de vanguarda.
    Não quero receber elogios, não aprimoro minha inteligência dessa forma e sim com críticas duras, minimamente fundamentadas com argumentos que respeitem a lógica. É algo que um país de terceiro mundo, com um défice educacional gigantesco, não exige de seus alunos, formando supostos "cidadãos" que mal sabem interpretar textos e embasar suas opiniões.
    Pena.
    Estão sujeitos a todo tipo de impostura intelectual e doutrinação ideológica.

    Abraços.

    Euclides Santeiro

    26/12/2010 - 18h12

    Preservando o meu "grande ego", ao constatar algumas falhas bobas que sempre encontro em releituras:

    (salve, Raul!)

    umA "conspiração de direita"

    débil mental

    "Patrulhem" mais erros de digitação e de português que eu tenha cometido por aqui para eu não mais perpetuá-los, por favor.

    Abraços.

    Paulo Silva

    26/12/2010 - 19h48

    O rebanho mesmo inverteu a seta.E decidiu por ele mesmo – em si e para si – o que é impostura intelectual e doutrinação ideológica.
    O rebanho entende perfeitamente citações nada populares, pensa de forma clara e dialética. Porisso, reverte expectativas. E sabe até, a partir dos factóides tipo bolinha de papel, tirar inspiração para compor sátiras geniais, em ritmo de samba.
    Interpreta com precisão, muito além do que sonha sua vã filosofia, qualquer conversinha para boi dormir. Ou para passarinho mudar de galho.
    O rebanho está desperto. Não mete a mão em cumbuca, não pisa em galho seco e nem cai em arapuca.
    No rebanho, o que menos corre, voa!
    O pessoal da Guerra de Quarta Geração não sabe da missa um terço! Nem vai saber nunca!
    Se vc não tem idéias novas que mereçam ser compartilhadas – e por isso não faz um blog – não se desespere: aguarde um estalo de Vieira.
    Seja feliz!

    Euclides Santeiro

    27/12/2010 - 00h31

    Você "só" não demonstrou empiricamente suas alegações.
    Dizer-se cercado por mulheres bonitas não torna isso, automaticamente, verdade. Já diria Dr. House.

    O rebanho (já que aparenta vestir tal carapuça) interpreta com tamanha precisão que continua a insinuar manobras para manipular a opinião alheia, ironicamente, no discurso contrário às suas crenças, não no que as corrobora.
    Isso, por si só, não significa nada – afinal, estou fazendo parecido; ante todos os fatos e opiniões apresentadas, significa muito.

    E quem é o pessoal da G4G?
    Qual é a missa a ser rezada?
    Qual é o "agenda-setting" absoluto? O dos "blogueiros progressistas"? O da "esquerda"?

    Estalo de Vieira não é necessário para quem é humilde, aceita o tom professoral bem intencionado e apreende, aprende, corrige-se. Conhecimento não se faz da noite para o dia, dá trabalho; opinião, como bunda, todo mundo tem a sua. E já existem muitos blogs por aí metendo o bedelho no que não conhecem – não precisa mais um, Paulo.

    Ser feliz não é meu mote, não sou conseqüêncialista, utilitarista nem ingênuo.
    Meu mote é ajudar cada um (que queira), dentro das possibilidades impostas por nosso universo caótico, a escolher seu próprio alvo, seu próprio objetivo. Até mesmo a infelicidade.

    Abraços com uma pitadinha de impostura, de "vã filosofia":

    "O idealista é incorrigível: se é expulso do seu céu, faz um ideal do seu inferno."
    (Friedrich Nietzsche)
    http://www.lexido.com/EBOOK_TEXTS/MISCELLANEOUS_M

Nilva

23/12/2010 - 03h28

Não me canso de ler esta crônica de Bauru. Parabéns, Azenha !
BOAS FESTAS PROCÊ E PRA FAMÍLIA! FELIZ 2011!
Estaremos juntos. Não te abandonarei, jamais.
Beijão.
Nilva

Responder

Sonia Aranha

23/12/2010 - 02h07

Bravo! !

Responder

Scan

23/12/2010 - 02h01

Impagável, Azenha!
Tou aqui às gargalhadas com o "Faltou incluir um blogueiro verticalmente prejudicado na entrevista do Lula!"
De onde você tira essas idéias?
Formidável!
Só pude visitar o blog agora à noite, mas, definitivamente, valeu o dia!
rarararara!

Responder

Altino Correia

23/12/2010 - 01h03

Amigo Azenha: Foi muito bom trabalhar contigo na Globo/Bauru. E não poderia me esquecer de outros grandes companheiros. Entre eles, o Requena, o Gilberto Barros, o Duran, o Malavolta, o velho e saudoso Bueno (pai do Walter Clark), o Zotino, o Reinaldo Silva, o Tibira (que hoje é alto diretor da Toledo/Prudente) e tantos outros. Eu sabia que Azenha é de origem portuguesa, mas comunista para mim é novidade… Recentemente tive o prazer de entrevistar p/o meu blog "Memórias de um repórter do interior", outro colega nosso – natural de Bauru – que é o Paulo Renato Soares, casado com a Mônica Teixiera (também Repórter da Globo/RJ), cuja família é de Presidente Prudente. Para não esquecer do Astronauta Márcio Pontes. Gostei do seu relato e aprendí mais alguma coisa sobre Bauru, a cidade sem limites. Parabéns!
Altino Correia – Presidente Prudente – SP

Responder

Vera das Alterosas

22/12/2010 - 23h40

Ando "paquerando" este blog, em silêncio faz um tempinho e lendo hoje este texto revivi dois anos da minha juventude em que estava sempre indo e vindo de sua cidade, acho que a Terra ainda não havia esquentado: prá mim era a cidade mais quente do mundo todo. Refrescava tomando a sodinha 15, nem sei se ainda existe. Bauru entrou em minha vida e é uma de minhas saudades. Mas tem algo lá que fez a diferença em várias vidas: o Centrinho, o maior centro de tratamento de fissurados da América. Um trabalho espetacular que tive o privilégio de conhecer de perto; Cada dia tenho menos saco para este mundo politicamente correto: melhor se fosse somente correto. E compartilho com vc este espanto com a rede, Me lembra um verso, entre tantos do Poema em linha reta de Pessoa:

"Arre, estou farto de semideuses!
Onde é que há gente no mundo?"

Vc tem razão, a culpa é de Baurú, Baurú cada um tem uma encravada no coração, coração, terra de ninguém. Onde moram os nossos afetos que nos fazem superar as diferenças, com mais sentimento e menos frescura. Me deu a maior saudade agora daqueles tempos de idas e vindas de Bauru.

Responder

    Elizabeth

    23/12/2010 - 13h58

    Eu, da minha parte, não entendi:uma cronica para dizer que o jornalista é estudado e viajado?Tudo bem, vamos em frrente, que atrás vem gente

    rodrigo.aft

    23/12/2010 - 15h28

    Beth, veja o texto com outros olhos…
    Pelo q conheço do Azenha (quem sou eu pra conhecer o Azenha, mas considere verdade…rsrs), ele só ilustrou a história (crônica, tantufaz) com fatos pessoais pra montar um enredo e chegar numa conclusão.

    Qual a conclusão?

    De resto, adorei a não perfeição construtiva, adorei conhecer o pai "comunista" do Azenha e um monte de saborosos detalhes q nada tem a ver com a conclusão, mas deram um tempero todo especial ao enredo. Inclusive, o Azenha não assinou (nem eu… rsrs) um termo de ser perfeitamente correto, ser perfeitamente humilde, perfeitamente correto no português, perfeitamente… tudo!
    (aliás, não foram os imperfeitos q crucificaram o que era perfeito? pra pensar, não?)

    Não estou querendo conhecer semideuses (como disse a Vera), só gente normal E BEM INTENCIONADA, talvez com MUITOS defeitos, como eu (mal intencionados já chuto o traseiro logo…. rsrs), e somar esforços para promover algumas mudanças q este país merece.
    Só precisamos de parar de brigar entre nós e sair da letargia (famoso "levanta a bunda da cadeira e tome uma atitude")

    Aline

    26/12/2010 - 00h43

    Elizabeth
    Já nós aqui já entendemos tudo.
    Vc não gosta de pessoas que estudem e sejam viajadas. E que, ainda por cima, tenham sucesso profissional porque pensam e escrevem bem. E que tenham o desplante de tocar um blog com o maior sucesso.
    Isso deixa vc tão injuriada que a obrigou a escrever esse seu comentário transcendental, genial mesmo!
    Como vc é gentil! E isso tudo, porque é Natal! Imagine o que vem por aí num dia sem tanto apelo ao afeto e à solidariedade.

Rafael, BHte

22/12/2010 - 21h56

Façamos assim o Pelé quando jogava era mineiro e tricordiano mas o Pelé quando fala (e ele felizmente faz isso até hoje!) é paulista e bauruense adotivo! Que tal?! Dá jogo ou não dá?! Sabrina Sato é da sua terra Azenha?! Quer dizer q vc omite e escamoteia um belo sotaque como o dela?! No puedo creer

Responder

Gerson Carneiro

22/12/2010 - 21h52

"Acontece que a donzela (isso era segredo dela)
também tinha seus caprichos".

Geni e o Zepelim – Chico Buarque

Responder

ivan L.

22/12/2010 - 21h50

Azenha,

Simplesmente humano.
É o que procuro ao entrar na blogosfera.
Deuses do Olimpo são ficção.

Responder

Gerson Carneiro

22/12/2010 - 21h48

Ah, não resisti: vou concluir.

De tudo que é nego torto
Do mangue e do cais do porto
Ele já foi namorado.
O seu corpo é dos errantes,
Dos cegos, dos retirantes;
É de quem não tem mais nada.

E também vai a miúde…

[youtube jsB–twZgng http://www.youtube.com/watch?v=jsB–twZgng youtube]

Responder

Vera Silva

22/12/2010 - 21h09

Internet tem disso. Há um dez anos atrás ou mais escrevi um artigo em que citei Platão. Um internauta (era assim que éramos chamados) disse que eu não deveria citar Platão porque os gregos tinham escravos e não eram exemplo para ninguém… hehehe.
Deliciei-me com o artigo. Manda mais outros.

Responder

Claudio Ribeiro

22/12/2010 - 19h52

As eleições em que a mentira, a difamação, a calúnia e a desinformação foram ações radicalizadas pelos principais meios de comunicação conservadores, objetivando vencer o projeto político de Lula e derrotar sua candidata…
http://palavras-diversas.blogspot.com/2010/10/as-

A blogosfera enfrentou os golias da desinformação e impediu que dterminassem os rumos do país outra vez…

Responder

Andrea Serpa

22/12/2010 - 19h41

Azenha,
.Papai sabe tudo e sua turma resolveram que tava na hora de botar ordem na casa,e saíram ditando regra,quem era isso quem era aquilo.Isso foi muito aborrecido.
Seu texto inteligente e divertido mostra o que realmente vale a pena .Sou leitora constante e comentarista eventual do seu blog,e aproveito esta ocasião para desejar a você sua família e seus leitores boas festas.abs
ps:acho que no bauru vai filé,queijo derretido,presunto,alface e tomate(aqui no Rio)

Responder

    Andrea Serpa

    25/12/2010 - 20h33

    No pão árabe

Fábio José de Mello

22/12/2010 - 18h21

Não é por nada não, Azenha, mas o Duran é tupãense.

Trabalhamos juntos na sucursal da (então) Rede Globo Oeste Paulista em Marília.

Responder

Glecio_Tavares

22/12/2010 - 18h08

Azenha voce esqueceu de mencionar a Sabrina Sato. Ela não é de Bau

Responder

    Gerson Carneiro

    22/12/2010 - 20h53

    Abafa o caso.
    Ô Glecio, tu quer estragar a festa?
    Gente, é mentira! A Sabrina Sato é da Bahia.
    Esse Glecio não entende de nada.

Glecio_Tavares

22/12/2010 - 18h02

Azenha é por isso que o viomundo é imbatível, voce consegue transformar limões em caipirinha.

Responder

Armando do Prado

22/12/2010 - 17h49

Muito bom. Politicamente correto é muito chato. Abafa o mundo. Fechado.

Responder

tcpsilva

22/12/2010 - 16h58

Cara, parabéns e obrigado.

Neste tempo de festas nada como a alegria renovada dos textos de sua própria autoria.

Isso sem falar no excelente radar.

Responder

J.L. Brandão Costa

22/12/2010 - 16h56

Voces de Bauru, por favor, me esclareçam uma dúvida atroz : aqui no Rio, o Bauru é um sanduíche no pão de forma, aberto, e que vem com um filé – os melhores são de mignon – com uma fatia de queijo e rodelas de tomate e alface; quando, em uma das vezes que estive em São Paulo capital, pedi um e me trouxeram um sanduíche aberto, no pão de forma, mas com presunto no lugar do filé, e fatia de queijo, rodelas de tomate e alface; a este damos aqui o nome de sanduíche americano, ou, para os mais bestinhas "club sandwich".
Onde estará a razão, oh céus?

Responder

    Odi

    22/12/2010 - 21h37

    Bauru é rosbife, queijo, orégano e, salvo engano, tomate.
    As variaçoes são imensas, mas são poucos locais que seguem a receita original. Sei que há o local da criação (em Sao Paulo) e uma tradicional lanchonete em Bauru (Skinão).

    Bonifa

    23/12/2010 - 16h58

    Bauro legítimo, receita do Ponto Chic tombada por lei municipal de Baurú, é pão francês sem miolo, fatias de rosbife, rodelas de tomate e pepino em conserva e queijo derretido na água. O tamanho do sanduíche, de cerca de um palmo e o corte transversal são importantes. No Rio colocam em um pão pequeno um bife em lugar do rosbife e geralmente vem queimado, porque os cariocas não gostam de servir este sanduíche.

Roberto SP

22/12/2010 - 16h52

Azenha, que texto maravilhoso! rsrsrrss

Já estava muito saboroso antes de ficar claro onde vc queria chegar, mas o fim foi um fecho perfeito.
Meu caro, esse é o mal de todos os radicais politicamente corretos.

Sinceramente, MUITO EXAGERO a mulherada tendo um ataque de nervos porque o Nassif deu destaque a um comentário tosco de um dos xodózinhos dele lá blog – aquele tal André é um tucaninho infiltrado – só podia dar merda. kkkkkk

Muito barulho por nada, diria o bardo. kkkkkkkkkkkk

E aí – é claro – todos os ressentidos de plantão resolvem acertar suas diferenças.

Esse é o mal das feministas e dos militantes gays.

Quando dão de encher o saco por causa de uma palavra sai de baixo que nem o TALIBÃ original aguenta.

Pede pinico na hora, porque discutir com fanáticos – sejam evangélicos, gays ou feministas ou ku-klux-klan (que nome ridículo esse não?) é dose que nem monge tibetano aguenta.

COMO ESSE POVO É CHATOOOOOOOOOOOOOO

Responder

Flavio Lima

22/12/2010 - 16h48

Eternos rivais marilienses???
Nós garcences sempre colocamos baurunses e marilienses no bolso… nosso prédio faz sombra em Marilia de manhã e em Bauru a tarde… ora essa!

Responder

    Marcelo Rodrigues

    22/12/2010 - 18h18

    E o seu predinho faz sombra à noite em Bauru, também, devido à feérica iluminação de Vera Cruz, farol do mundo.

    Flavio Lima

    23/12/2010 - 10h40

    Oi Marcelo
    Voce conhece aquela velha musiquinha?:
    Vera Cruz, cidade que produz
    De dia falta agua e de noite falta luz…
    Brincadeiras a parte, tenho muitos amigos em Vera Cruz, Marilia e Bauru, estudei com varios.
    Essas pequenas rivalidades de cidades vizinhas começaram com o futebol.
    Li na Nacional Geografica que a rivalidade das cidades da Italia é patológica, pois la eles literalmente guerrearam na idade media, o futebol serviu pra sublimar a coisa.
    Aqui, somos todos caipiras mesmo!
    Grande abraço a Luminosa Vera Cruz!

    Marat

    22/12/2010 - 19h16

    Que nada, povo porreta mesmo é o de Araçoiaba da Serra – rsrsrs

    Gerson Carneiro

    24/12/2010 - 17h32

    Em São Paulo não tem povo porreta.
    Em São Paulo tem povo dá hora, mano.
    Povo porreta só tem na Bahia.

ebrantino

22/12/2010 - 16h45

Azenha, parece-me que este foi o local escolhido para as clássicas delicadezas de fim de ano. Sendo assim, estou dentro, no bom sentido. Foi bom ler, ao saber que o "seu" Azenha nasceu na Terrinha, entendo algumas das broncas que você larga de vez em quando. Aquele lá é um povo delicado, porem bravo. Quanto ao mais, o politicamente correto foi inventado por gente (os do grande irmão do norte) que tem muita mais culpa internada do que nós, que sempre fomos mais malandros no encarar essas coisas sérias, preconceito, discriminações, etc., ficando sempre mais longe dos pontos de ruptura. Mas, o politicamente correto é como a coca-cola, a barbie e o papai noel, vieram para ficar. Vamos tratá-lo antropofágicamente, aproveitar alguns (poucos) traços aproveitaveis, e dispensar o resto, como de costume. Azenha, muito devemos ao seu espaço e à sua disposição, aleluia. Ebrantino Correa

Responder

Wellington Leite

22/12/2010 - 16h24

Vindo de um bauruense careta é esquisito, mas vamos lá: Azenha, tem gente precisando de um BAURETS pra relaxar, hahahahahaha!

Grande abraço e parabéns pela sensibilidade de sempre!

Responder

Gunter Zibell

22/12/2010 - 16h09

Muito legal, obrigado por compartilhar. Por falar em compartilhar, não dava para pôr a função de compartilhar do facebook? É bem mais útil que a curtir.
"O espião que fumava Marlboro" é ótimo!

Responder

Gerson Carneiro

22/12/2010 - 15h49

Que coragem do Azenha.

Se o ômi do botão da bomba H resolvesse tomar umas vodkas e mandar tudo pro ar o Azenha ia morrer lá lonjão de Bauru.

Responder

enio

22/12/2010 - 15h43

Nesses dias pós-período eleitoral, a serpente rompeu o ovo que muita gente, que se dizia esperta/bacana, acalentava. Me lembrou muito os caga regra emplacados pela FSP durante as décadas de 80 e 90, (atenção não é uma crítica ao Nassif), principalmente os ligados ao setor cultural e político. E que durante o governo Lula quebraram a cara. Nos episódios recentes a blogosfera novamente atuou de maneira exemplar e sem compaixão ao expor as mentalidades e o imaginário coletivo. Como sempre digo, 350 anos de escravidão não passam impunemente. Essa será uma marca que a sociedade brasileira vai levar ainda alguns séculos, se não retroceder, para se livrar.
Por falar em Bauru, meus conhecimentos precários sobre a cidade se baseavam na famosa casa da Eny, muito comentada pelo interior paulita afora; e o famoso lanche, espetacular, que foi criado no ponto Chic, sem falar, sobre o time do Noroeste. Mas recentemente fui visitá-la para procurar solução a uma gota insistente e pude descobrir um local punjante e moderno; experimentei salgadinhos maravilhosos perto do consultório médico e só.

Responder

Francisco Nogueira

22/12/2010 - 15h43

Ontem encaminhei algumas piadas rápidas onde os protagonistas eram os portugueses, mas antes deixei uma ressalva de que deviam aproveitar, pois não sabemos até quando poderemos nos divertir assim. Não deixei de registrar que meu pai foi filho da terrinha. Sei lá, vá que um grande zelador dos bons costumes pudesse ficar chateado e me recriminar. Nós ainda estamos por aqui, mas o Lobato não.

Que delícia, sorver texto tão completo!

Responder

rodrigo.aft

22/12/2010 - 14h07

Azenha,

"Comece fazendo o necessário, depois o que é possível e, de repente, você estará fazendo o impossível (São Francisco de Assis)."

Porque
"É no coração do homem que reside o princípio e o fim de todas as coisas (Tolstoi)".

Vc encontrará muitas pessoas e situações pelo caminho, mas lembre-se:
"O pessimista queixa-se do vento, o otimista espera que ele mude, o realista ajusta as velas (Willian G, Ward)".

e que
"Um pessimista vê uma dificuldade em cada oportunidade; um otimista vê uma oportunidade em cada dificuldade (Winston Churchill)."

pois
"Os ignorantes que acham que sabem tudo privam-se de uma das melhores coisas da vida – Aprender (desconhecido)".

Qdo sentir-se chateado ou inseguro,
"Espere o melhor, prepare-se para o pior e receba o que vier (desconhecido)" e também que " Aqueles que tem a paciência de fazer as coisas simples com perfeição adquirem a capacidade de fazer as coisas difíceis com facilidade (Friedrich Schiller )".

Finalizando,
"Todo homem conhece o entusiasmo uma vez ou outra. Em alguns o entusiasmo dura 30 minutos; noutros 30 dias. É contudo ao homem que mantém o entusiasmo vivo durante 30 anos que pertence o sucesso na vida (Edward Bulwer Lytton)".

Gostei muito das "Crônicas Azenianas", misturando alhos com bugalhos, com uma pitada de inusitado, resultando num texto agradabilíssimo (e as fotos? lembrou muito as terrinhas eslavas…).

Agora, se depois de tudas essas manifestações de apoio, com estas frases "filosóficas e inspiradoras" vc ainda ficar muito p. da vida, use a tecla "F#CK!" e conquiste a tranquilidade!
– vc fala uma coisa e as pessoas querem entender outra, fique na sua e aperte F#CK!
– vc trabalha pro bem comum e sempre tem gente resmungando pelos cantos, aperte F#CK!
– vc mantém um blog para discutir grandes (e pequenos, pq não?) problemas e construir conhecimento e volta e meia aparece pentelho(a) com discussões ridículas, aperte F#CK!
– vc deixa as diversas correntes opinarem, e essas pessoas aproveitam para se promoverem ao invés de colaborar com o post, censure o comentário, sem remorsos e aperte F#CK!
– vc tenta ser politicamente correto, educado e algumas pessoas, sabendo disso, tentam crescer pra cima de vc? Mande elas pra PQP (ponte q partiu) e aperte F#CK!
– detectou gente metida a besta, sem embasamento nenhum, querendo cantar de galo, mande ir "tomate kru" e aperte F#CK!
– vc se esforça fora do comum pra manter um "blog da hora", dá um sangue danado e meia dúzia fica aporrinhando? aperte F#CK! (o blog é seu, lembra-se?)
– detectou parasitas em geral q quando a festa tá montada vem pra comer, mas não ajudam a preparar antes, não dividem a despesa, nem a limpar no final e depois exigem serem convidados pra próxima festa, sejam parentes, colegas, blogueiros e outros "espertos" em geral, bota pra trabalhar ou pra correr e aperte F#CK! (seja feliz sem depender "dos outros").
rsrs

Azenha, ótimas festas a vc, a todos q lhe são caros, e aos convivas do blog.
TUDO DE MUITO BOM A TODOS!!!

Responder

aldo luiz

22/12/2010 - 14h05

Caro Azenha, os cães ladram e os imprescindíveis Gordini passam. Até agora estou a dever-lhe aqueles R$100,00 pela "auto ajuda", lembra? A coisa agora complicou pro meu lado, pois não esperava endividar-me com Bauru, justo às vésperas do Natal. Sinto muito, me perdoe, te amo, sou grato.
Avante! Longa vida plena de saúde, muita paz e prosperidade.

Responder

Thelma Oliveira

22/12/2010 - 12h54

Eu acho que os seus sustos é pq você ainda não definiu o que é ser progressista, claro que apenas depois de ter lido vários títulos de ciência política; também não parece claro que você saiba exatamente a definição mais correta de sujo – será a do Aurélio, do Houaiss ou do Michaelis?; falta ainda a de esquerda, voltando novamente para os títulos de ciência política, acrescentando ainda os de ciências sociais e história. Depois dessas definições, talvez você passe a saber quem realmente você é e se sinta mais confortável com as variadas inspeções sofridas diuturnamente.
Ai, amigo (desculpa a intimidade, mas seu texto me levou à ela), nem com toda a água de Bauru a gente consegue aguentar certas coisas, como a pequenez humana.
Este blog é um dos que mais leio. Gosto do seu formato, dos textos, da abordagem, dos teus textos, da Conceição. Um grande 2011 para todos e um enorme obrigada pela guarida extremamente necessária ao longo deste ano.

Responder

Marcelo de Matos

22/12/2010 - 12h24

Quando fiz o primeiro comentário sobre o post consultei o blog "vivendo bauru". Olha que não é só de Pelé que vive a cidade. Tem outros craques: Toninho Guerreiro (esse era maça); Lela, Baroninho, Rycharlison. Fala sério. Ainda bem que o Edson Celulari também é de lá.

Responder

luiz

22/12/2010 - 12h20

Cadê o Ariovaldo, o Euzébio de Um Grito Parado no Ar, também de Bauru e santista doente.

Cadê meu colega de FEA/USP, doidão, cujo apelido era………Bauru, também foi da Libelu, ele é teu irmão, ou ele é, o Bauru, você mesmo, Azenha

Responder

SergioRDG

22/12/2010 - 12h14

Estudei em Bauru e tenho ótimas lembranças. Lembro-me de ter ido ao BAC uma vez ver um show de Blues. E outra vez entrei no hall (vestíbulo naquela língua mais complicada) e havia lá uma foto sensacional: o time do BAC posicionado tradicionalmente (fileira de trás em pé, fileira da frente agachada), todos marmanjos imensos, e no meio deles um franzino molequinho de seus, sei lá quantos, 14, 13, 12 anos? Impossível não reconhecer o menino Pelé, sorridente, em contraste com os sisudos jogadores. E quem estava com a bola? Ele, é claro, não deixando dúvidas de quem era o dono da pelota. No ano passado, eu o conheci em uma festa junina em sua casa, no Guarujá, e falei do episódio. Ele lamentou pela demolição do BAC, disse que houve muita gente pedindo a ele para salvar o clube e coisa e tal. "Mas eu não posso fazer tudo", disse ele. Enfim, ficou na memória. Uma boa memória.

Responder

ZePovinho

22/12/2010 - 11h55

Azenha

Sem brincadeiras.Acho que o maior presente que seu pai lhe deixou foi esse humanismo que sempre está em seus textos.

Responder

Gerson Carneiro

22/12/2010 - 11h52

E essa última foto aqui embaixo. Tudo magrelo.
Pelo jeito passavam uma fome da disgrama no início da carreira.
Ainda mais em Moscou que na época não tinha Mequi Donaldis.

Responder

Eduardo Guimarães

22/12/2010 - 11h46

Eu tenho medo, muito medo. Mas medos foram feitos para ser enfrentados.

Responder

    Glecio_Tavares

    22/12/2010 - 18h23

    Acho que isso nos diferencia dos preconceituosos. Enfrentar seus medos é quebrar barreiras.

    Fizemos campanha declarada para a primeira mulher presidente do Brasil. As feministas e os idelberes da vida deveriam reconhecer que alguns degraus ja foram superados.
    Quanto aos extremistas: Como posições radicais poderiam eleger nossa presidente?
    Os alienados de posições radicais apenas querem criticar.

    Marco Nascimento

    23/12/2010 - 17h08

    Pergunta pra Dilma o que ela acha da relativização do discurso preconceituoso. E esse papo de "tenho medo" é de lascar. Só causa desconforto e não serve a nenhum propósito construtivo.

    Glecio_Tavares

    23/12/2010 - 21h01

    Nascimento, vai no blog dela perguntar. Eu não sou menino de recados.

Hans Bintje

22/12/2010 - 11h40

E eu sou da Holanda, e daí?

Fundo musical, "Tres minutos con la Realidad", de Astor Piazzolla, para ler essa nota que eu escrevi para o Luis Nassif:

Todos os leitores deste site devem desconfiar dos meus comentários.

Se o Luis Nassif tiver a curiosidade de fazer um levantamento do que eu já escrevi, verá que tratei várias vezes desse mesmo tema [as dificuldades dos pequenos agricultores].

Que tal, então, exibir fontes insuspeitas, como o programa Globo Rural, que mostrou em imagens o que eu já disse por aqui:

1) Produção integrada com pequenos agricultores. Reportagem sobre a abadia de Scourmont, na Bélgica, que produz a cerveja Chimay e queijo.

2) Comercialização de alimentos de qualidade originários de pequenos produtores no Brasil. Reportagem sobre a Mercearia Paraopeba, de Itabirito (MG).

3) Produção agrícola com respeito ao meio-ambiente. Reportagem sobre a produção de chocolate feita por uma comunidade indígena no Equador.

Responder

Marcelo de Matos

22/12/2010 - 11h38

Azenha: desculpe a minha ignorância. Não sei se você já tem algum livro de crônicas editado. Se não tem, passou da hora de editar. O Nassif escreveu “A casa de minha infância”. Li e gostei. Você leva jeito para a coisa. Nassif falou da bela Poços de Caldas, cidade que aprecio muito. Você poderá louvar os encantos da Terra Branca, ou da Cidade Sem Limites. Olha que esse sem limites pode ter muitos sentidos… Edite o livro: nós, fãs aqui do blog, esgotaremos a primeira edição em tempo recorde. Enquanto escreve, coloque um foca para “mediar”, ou segar nossos pitacos. Você não destacou que Bauru é também uma cidade de juristas, como Álvaro Villaça Azevedo e Damásio de Jesus (embora nascido em Cerquilho-SP); de craques como Toninho Guerreiro, que levou um histórico “chapéu” do Djalma Santos no Palestra Itália; da craque do basquete Simone, grande cantora que, inclusive, serviu de inspiração na carreira da incrível Isabela Taviani. Por aí vai.

Responder

    Marcelo de Matos

    23/12/2010 - 09h50

    Ops. Errei: a ex-jogadora de basquete de Bauru e da seleção brasileira é a Simone Bighetti. A Simone cantora é baiana.

José Manoel

22/12/2010 - 11h38

Azenha: tem cara aí que não tem 10% da tua trajetória jornalística e de vida, que ficam falando só m………!!!!!!!!!!!!!!! Parabéns por mais esse artigo!!!!!!

Responder

@junior_mku_go

22/12/2010 - 11h36

Renato Russo, musica Quase Sem Querer, "… era provar para todo o mundo, que eu não precisava provar nada para ninguem…" resumi todo.

Responder

@Guara_Borges

22/12/2010 - 11h33

Textos assim deveriam encerrar toda a discussão que começou em cima do Nassif.

Responder

Paulo Cezar da Silva

22/12/2010 - 11h26

Acho que vcs devem relaxar sobre este fato. Na internet, pessoas que se escondem na vida real, como eu, manifestamente de esquerda entre amigos e na internet, mas como no mundo de negócios que vivo, qualquer manifestação "politicamente incorreta", a "favor de governos como o de Lula" pode representar perda de negócios, ficamos em silêncio. Da mesma forma, pessoas que com facilidade adeririam a "Klu Klux Kam" (vixi …devo ter escrito errado), ao facismo de Mussolini, ao nefasto Hitler, também se escondem no mundo real, mas na internet soltam seus cachorros. Vejo isto como positivo, afinal o mundo virtual, nos permite uma vida mais livre, das amarras do mundo real. Mesmo que os interesses mais mesquinhos sejam manifestados, creio ser o unico lugar onde as pessoas estão sendo elas mesmas, anonimas ou não. Diferente para os jornalistas, os blogueiros de profissão, pois suas opiniões sempre foram manifestadas, mesmo que muitas vezes podadas devido ao cabresto das empresas que trabalhavam.

Responder

Fernando Trevas

22/12/2010 - 11h17

Azenha,

Mais uma vez você consegue passar seus recados com humor e inteligência.

Vida longa para o vi o mundo!

Responder

Geysa Guimarães

22/12/2010 - 11h09

Azenha, você pode não ser politicamente correto, mas é jornalisticamente PERFEITO. Acho que é porque bebeu água Santa Teresinha quando criança.
Essa exótica viagem Bauru-Moscou com baldeação em Andradina e Bagdá, juntando passageiros como seu pai, Pelé, alguns menos ilustres e outros que nem sei quem são, é de uma engenhosidade mental delirante.
Até nisso, a culpa é de Bauru. Feliz Natal, Azenha, e um 2011 maravilhosamente incerto para todos!

Responder

Francisco Hugo

22/12/2010 - 10h59

Azenha,
Duas frases do João para consolo de tua maiêutica cruel:

"Montanhas não podem ser vencidas, exceto por caminhos sinuosos."
"Nada mais terrível de se ver que a ignorância em ação."

João Goethe se interessava pelo Brasil há dois séculos. Trocava figurinhas com seu conterrâneo von Martius que andou pelaqui e escreveu/documentou até sobre nossa culinária.

É claro: naquele tempo não havia avião. Nem blogs.

Tua vida é uma riqueza, Cara!
Bom Natal!

Responder

Psicorp

22/12/2010 - 10h39

Çençssional!

Responder

Euler Conrado

22/12/2010 - 10h33

Ainda não tive saco ou paciência ou tesão mesmo para ingressar nas ondas do twiter – bem que tentei, mas não dei conta -, mas mantenho um modesto blog como fazem muitos, milhares de outras pessoas que estão na Internet. A diferença, nesse universo virtual, é que todos podem falar, criticar e serem criticados. O que não diminui a maior ou menor importância, ou o brilho, de cada um.

Em certa medida, o blogosfera concorre sim com a grande mídia, que é um monopólio de poucas famílias a serviço de interesses escusos e inconfessos de minorias privilegiadas. Ao fazer o contraponto, a blogosfera, horizontal, dispersa e realizada por milhões de pessoas, acaba expressando as diferenças que são reprimidas pela mídia burguesa.

E mesmo os craques, como Pelé, tem suas fragilidades e erram os passes, às vezes. Alguns, contudo, aprendem e crescem. Outros, nem tanto, seja em Bauru ou em Moscou da velha e extinta URSS, que tantos sonhos e pesadelos despertou em muitas gerações.

Somos filhos deserdados das muitas utopias e também das canalhices que fizeram em nosso nome e é quase natural que estejamos a (re) descobrir, aos tapas e beijos, os caminhos e descaminhos que nos conduzem a algo diferente daquilo que nos legaram. Com a força do exemplo de muitos que não nos traíram e com a disposição necessária para vencer os dragões do mal, as mídias golpistas da vida e seus acólitos, sempre prontos para servir fielmente aos de cima. É contra estes que devemos nos voltar.

Responder

    Gustavo Pamplona

    22/12/2010 - 15h18

    Você não é o único… eu tinha criado uma conta intitulada @g_pamplona um tempo atrás e usei ela algum tempo por aqui… deletei ela depois.

    Interesante seu blog… então, você é mineiro? Muito prazer… sou belo horizontino.

    Já tem um ano que ando pensando em começar a "blogar'" também… mas o que me interessa mesmo é criar um fórum (um desses baseado em phpBB) que aí eu não tenho que ficar aprovando comentários.

    Meu probleminha é que tenho que pagar a hospedagem… se bem que já vi alguns serviços de hospedagem gratuitos que oferecem PHP e MySQL (o suficiente para eu instalar o phpBB) mas tem limitações de espaço em disco ou banda suportada ou senão tenho que aturar aqueles "ads" ou pop-up's

    Se eu não fosse tão pão-duro

    tcpsilva

    22/12/2010 - 16h52

    Cara, vc leu o texto?

    Deixa de ser sovina!

    :-D

Benedito

22/12/2010 - 10h33

Tô nessa com você, Azenha. Assino embaixo. Só não sou de Bauru, mas nasci na região, a 90 km dali, indo pro Norte do Paraná. Minha família ia a Bauru pra fazer compras, consultar médicos e, claro, pra ver o Norusca jogar contra os times grandes da capitar. Era o tempo do Santos do Pelé, do Corinthians do Rivelino, do Palmeiras do Ademir, do São Paulo do Gérson. Mais ou menos no nível de hoje… Na entrada do estádio, vendia-se chapelões de palha pra proteger do sol implacável. E também pra amenizar os golpes dos bagaços das laranjas, que igualmente estavam à venda, já descascadas. Valeu, compadre Azenha!

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nonato kamundo

22/12/2010 - 10h29

Azenha, parabéns pelo texto genial. Como se diz aqui pelo Nordeste…tá c'a gota serena! Acho que tenho uma inveja lascada dessa tua inteligência. Feliz Natal e Bom Ano Novo. Bem que o Plinio Bortolotti da rádio O Povo, Jornal O Povo de Fortaleza poderia convidá-lo para o programa Debates do Povo Especial.

Responder

augustinho

22/12/2010 - 10h09

Julian Azenha, vamos montar um wikileaks tupiniquim.
Bauruleaks.
Problema do financiamento a gente resolve com o pelé.
Poderiamos estar melhor de jornalismo se mais comunistas tivessem existido em baurú.

Responder

Aurelio Dubois

22/12/2010 - 10h07

A questão é a "superioridade moral" dos comentaristas. Esta hipocrisia é um de nossos maiores vícios. Resumindo, "Subdesenvolvimento Mental não se improvisa".

Responder

Gerson Carneiro

22/12/2010 - 10h06

Quando eu não comentava aqui eu pensava que o Azenha era ninguém.

Meu irmão ficava me aperreano:
"visite o blog do Azenha; visite o blog do Azenha; já visitou o blog do Azenha?".

Eu perguntava:
"que diacho é Azenha?"

Hoje eu vejo que esse moinho de roda movido a água faz jus ao nome.

Responder

    Gerson Carneiro

    22/12/2010 - 11h48

    Na casa do pai de painho Azenha era a roda do moinho, daí quando meu irmão falava eu pensava que Azenha não era gente, pensei que fosse apenas algo como eu pensei do Cloaca, daí quando eu vi o sr. Cloaca de terno ao lado do nosso Presidente daí que eu me toquei que Cloaca também era gente.

    Essa internet apronta cada uma cum nóis. Só vendo.

M.A.P

22/12/2010 - 09h54

Prezado jornalista
De Bauru eu gostava mesmo é da casa da Eny! rsrsrs

Responder

Tovar

22/12/2010 - 09h39

Morei em Bauru por três anos, fazendo pós-graduação na FOB e acho que o problema é a água, pois tenho as mesmas dificuldades que você, rsrsrs
Um abraço,
Tovar

Responder

Nana

22/12/2010 - 09h26

Torço para que você não desanime dessa empreitada… Sei que deve dar um trabalho danado, mas pode ter certeza de que muita gente sai daqui bem informado e com a esperança de que algo está sendo feito contra os manipuladores do PIG.

Responder

Aline C Pavia

22/12/2010 - 09h23

Príncipe, feliz NATAL pra vc!! E um 2011 de muito mais brilho e sucesso – e saúde – pra todos nós!!

Da fá e visitante diária,

Aline

Responder

Gerson Carneiro

22/12/2010 - 08h54

E esses retratos antigos… parece que foram batidos com aquela máquina "Love" que vendia no catálago da Hermes.

Responder

    Marat

    22/12/2010 - 11h18

    Risos – Muuuuito bom… Pode ter sido também aquela Polaroid, pela qual a foto já saía, com as cores desbotadas – rsrsrs

    Marcelo de Matos

    22/12/2010 - 11h55

    Na URSS daquele tempo havia pouca máquina fotográfica. Pode ser que sejam daguerreótipos: imagens produzidas por parelho primitivo de fotografia inventado por Daguerre, em 1839.

    Marat

    22/12/2010 - 19h18

    Vendida a preço de ouro, à sorrelfa, por um contrabandista estadunidense, funcionário da embaixada…

    Marat

    23/12/2010 - 08h07

    E o daguerreótipo foi vendido a eles por um contrabandista estadunidense, da embaixada, a um preço caríssimo, típico da exploração do império do IV Reich.

    Gerson Carneiro

    22/12/2010 - 13h26

    qualquer hora dessa o Azenhão vai perder a paciência cum nóis.
    a gente fica constrangendo ele.
    rsrsrs…

    Glecio_Tavares

    22/12/2010 - 18h10

    Ei, a camera não era a xereta? Aquela descartavel?

    Gerson Carneiro

    22/12/2010 - 20h58

    Essa eu não conheci, Glecio.
    Sou do Balão Mágico pra cá.

    Sei que a Love a gente batia os retratos e tinha que mandar de volta a câmera com tudo (não era possível retirar apenas o filme para revelação), e trinta dias depois a gente recebia as fotos com um acâmera nova.

    Glecio_Tavares

    23/12/2010 - 17h27

    Gerson, acho que era a mesma camera, chamava xereta ou love.

mariazinha

22/12/2010 - 08h53

Êta, AZENHA! VC é genial!

Responder

Rodrigo Ferrari

22/12/2010 - 08h49

Acho que você conviveu muito tempo com o legendário Leonardo de Brito… Por isso acabou desse jeito.

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dukrai

22/12/2010 - 08h46

krai, véi, quando crescer eu quero escrever assim.
chorei de rir do papel de ridículo que neguinho, epa! faz de bedel da internet. sem noção e sem saber.

Responder

Moacyr

22/12/2010 - 08h07

Morei em Bauru durante 4 bons anos. Sempre sob a hospitalidade da família Baracat. Seu texto faz que eu me recorde de grandes momentos que lá vivi. Registro mais dois nomes do esporte e da política que merecem ser lembrados. Toninho Guerreiro, penta campeão paulista (67, 68 e 69 pelo Santos e 70 e 71 pelo São Paulo), que iniciou carreira no Norusca, e o Gasparini, 1º prefeito comunista eleito no período pós redemocratização, na legenda do velho MDB, que morreu precocemente ainda no exercício do mandato.

Responder

Marat

22/12/2010 - 07h56

Azenha, sua postagem foi MARAVILHOSA…. eu iria descrevê-la com um palavrão, mas soaria muito grosseiro, e eu estou tentando deixar de sê-lo…
Taí uma coisa de que Bauru pode se orgulhar de verdade: Aqui não nasceu Pelé, aqui não se inventou o sanduíche, mas o Azenha é de Bauru. Meu caro, esse texto ficará gravado para sempre em minha memória (e em meu disco rígido por precaução contra a idade, que tudo apaga).
Parabéns… Bem, para não ficar com saudade de Saddam e seus canais de apologia, assista ao PIG louvando seus deuses do PSDB/PFL – rsrsrsrs

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Leider_Lincoln

22/12/2010 - 07h54

Sem palavras, Azenha, sem palavras. Texto espetacular. Mas assim, triste mesmo é quem nasceu em Catalão, a cidade fundada em 1728, mas que comemora o seu aniversário como sendo de 1859. A cidade do… AMADO BATISTA! Cidade onde os "intelectuais" da Academia Catalana de Letras se recusaram a publicar um livro da minha mãe por que, além de português, estava escrito em árabe e italiano.
Azenha, pior que Bauru não sair de você, é Catalão grudar na alma. E em relação aos críticos, faça algo que nós goianos, fazemos amiúde com bois: mande-os pastar, vez ou outra. Não vale a pena ser escravo da multidão. E pode falar bobagem o quanto quiser (supondo que um dia comece), muitos e eu continuaremos a lê-lo. Afinal de contas, você não é um cachorrinho, mas um homem.

Responder

    Glecio_Tavares

    22/12/2010 - 18h05

    Sem medo de ser feliz. Faço minhas, suas palavras.

Nelio Schneider

22/12/2010 - 07h43

Acho que você está no rumo certo; quanto maior o saber, maiores as dúvidas. As grandes certezas são daqueles/as que quase nada sabem ao certo. Gosto muito de uma frase do Guimarães Rosa, em Grande Sertão Veredas: "Eu quase que nada não sei, mas desconfio de muita coisa."

Responder

Odi

22/12/2010 - 05h37

Azenha, fantástico o post!
Primeiramente, por conta deste arranca-rabo todo, tenho medo de falar algo, mesmo em meu twitter com apenas 50 e poucos amigos, vai que alguém entende errado e minha pífia reputação irá ralo abaixo.

"Segundamente", como é bom ler sobre Bauru…. amanhei voltarei pra lá e poderei rever alguns dos locais que você citou em seu post, inclusive o "shopping" (na realidade, um supermercado cheio de frescuras e adjacências) que, do BAC só restou um mural feito de pastilhas… pastilhas que, até onde me recordo, nunca existiram nas dependências do clube.

E pensar que naquela terrão – o mesmo que o pequeno Edson jamais voltou a ver- eu constatei que não sei jogar futebol!

Sobre o seu pai e as questões comunistas, não sabia da empresa de água. Minha mãe sempre me conta que ele (talvez vc tb) morava na Av. (ou Rua) Araújo Leite e, diante de qualquer acontecimento "subvesivo", seu pai era chamado a visitar as dependências de uma cela, de modo que ele sempre tinha uma mala arrumada para estas ocasiões. Se é verdade ou não, acho que nunca saberei (quem sabe você não me confirma este 'causo')?

Responder

Aracy_

22/12/2010 - 04h44

Sente-se um Gordini na inspeção veicular? kkkk Que bom que você conserva o bom humor!
É curioso como boa parte do povo "politicamente correto" que critica e cobra correção até dos erros de digitação das notas do Wikileaks no Facebook usa sacolinha de plástica no supermercado, joga lixo pela janela do carro e fura fila.
Ninguém é perfeito.

Responder

    Marat

    22/12/2010 - 11h17

    Aracy, aqui em SP há centenas de madames que gastam R$ 2.000,00 mensalmente com seus cãezinhos de estimação e nada doam a instituições de caridade… Essa é só uma pequena parcela dos moedeiros falsos daqui. Há outras inúmeras categorias. Valeu!

David R. da Silva

22/12/2010 - 04h12

Valeu pelo desabafo. Somos feitos de carne e osso.Ás vezes acham que somos máquinas! de Belo Horizonte.

Responder

Pedro

22/12/2010 - 03h53

Azenha,

Parabéns…!

Responder

Gerson Carneiro

22/12/2010 - 03h05

Joga pedra no Luizin!
Joga bosta no Luizin!
Ele é feito pra apanhar!
Ele é bom de cuspir!
Ele dá pra qualquer um!
Maldito Luizin!"

O Azenha acaba sintetizando a Geni do Zepelim, do Chico Buarque, e A Garota de Bauru, do Cazuza.
Aliás, Cazuza enfrentou dificuldades com patrulhamento moral por ter escrito e gravado essa música.

Em tempo: meu melhor amigo, no Estado de São Paulo, é de Bauru. Um sujeito extraordinário, que acabou passando em um concurso dificílimo, de cinco fases. Partindo do zero, havia feito a inscrição apenas para incentivar a namorada que se inscreveu e pensava em desistir.

Começo a achar que há alguma coisa na água de Bauru relacionada com a genialidade dos Bauruenses.

Azenha, pode divulgar o número do disque-entrega? (da água, não do DEOPS).
E avisa ao Portuga para não mandar no galão de acrílico, senão vai quebrar (o galão, não a distribuidora de água).

Responder

Esquemas Táticos

22/12/2010 - 02h50

Muito bom! Adoro as histórias do Azenha. Sobre o outro texto dentro do texto (ou o texto principal), acho que está na hora de zerarmos tudo. Aparar as arestas. Tudo bem que o Serra (depois será o Aécio, pode crer) une todo mundo, mas temos que saber conviver com as diferenças e não levar as críticas para o lado pessoal. Não vamos perder de vista que Obama se enfraqueceu com a desmobilização das redes de apoio. Não podemos cometer o mesmo erro. Abraços.

Responder

Nilva

22/12/2010 - 02h13

Supimpa..hehehe ! Adorei, Azenha ! É por aí mesmo, se não pira.

Responder

Davi Lemos

22/12/2010 - 01h45

A impressão que tive, depois desses dias agitados, é que a blogosfera tem dono, e é preciso pedir licença, cabisbaixo, para participar dela. Coisa de iniciados, saca?

Parabéns pelo blog Azenha, é muito melhor que muitos centenários por aí.

Responder

    Mico Jäger

    22/12/2010 - 14h34

    Concordo. Parece que agora todo comentário tem que começar com "me desculpe pelo comentário"…

nana1955

22/12/2010 - 01h30

E viva Bauru.

Responder

    Aracy_

    22/12/2010 - 11h57

    Viva! Tem um tal de biju Delícia fabricado lá, com gostinho de canela, é uma perdição.

Marco Nascimento

22/12/2010 - 00h25

Olha, texto muito bom, o "Poema em linha reta" da internet. Mas eu ando torcendo o nariz pra críticas ao "politicamente correto". No meu entender, algo é politicamente correto quando seu significado não é ofensivo a nenhuma minoria. Não consigo ver nada de errado nisso. Relativizar a importância de ser politicamente correto, apesar de toda a carga de caretice que o termo evoca, é, simultaneamente, relevar algum tipo de preconceito. Não é hora de relativizar esses princípios. Nunca é, mas logo depois de prates e mayaras, ainda menos. Aspiremos a melhorar.

E, Caro Azenha, você não precisa de manual do politicamente correto, você o pratica.

Responder

    Marcelo Fraga

    23/12/2010 - 18h42

    Realmente é o "Poema em linha reta", só que com o Azenha se desculpando por ser de Baurú.

ZePovinho

22/12/2010 - 00h22

Imagina o que o Professor Hariovaldo vai fazer com essa ficha sua,Azenha.

Responder

Maurício Macedo

21/12/2010 - 23h59

não tem desculpa…
quem é de Bauru, tem mais é que tomar no piiiiiiiiii
haha!!!

adorei, viu
parabéns
muito divertido

abraço e boas festas
mau

Responder

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