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Sarney denuncia o esquema de espionagem de Serra

Atualizado em 08 de março de 2009 às 09:21 | Publicado em 31 de janeiro de 2009 às 17:37

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A VEJA ESPERAVA PELAS FOTOS DA APREENSÃO...

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OS JORNAIS (E A GLOBO) DEITARAM E ROLARAM COM AS FOTOS DA APREENSÃO

Declarações de José Sarney no Senado sobre o caso Lunus, aquele que afastou a filha dele, Roseana, da corrida eleitoral de 2002. O discurso joga luz nos métodos de campanha de Serra:


"São muitas as versões sobre o que vou dizer. Umas, que venho apenas defender minha filha; outras, que venho destilar um sentimento de ira e vingança contra o presidente da República [à época, FHC]; outras, que venho entrar no lodo de invadir a vida das pessoas. Não sou responsável por nenhuma dessas versões. Não tenho mais idade para mudar. O Brasil conhece meu temperamento.

Venho cumprir meu dever de homem de Estado responsável pela transição para a democracia. Falo na condição de ex-presidente. Esperei que os últimos anos da minha vida fossem dedicados à literatura, distanciado da luta partidária, sem perder a serenidade na avaliação das indignidades.

As conversas privadas entre homens públicos devem ser respeitadas. Não estou quebrando esta regra ao recordar que disse ao presidente da República, em visita que me fez:

– Presidente, o senhor desfruta de prestígio internacional e do respeito de todos nós. Não permita que seu governo seja conspurcado neste processo da sucessão. Assegure que o jogo democrático possa fluir sem manobras sujas. As sucessões apaixonam e muitas vezes destroem homens públicos.

- Vejamos o exemplo de Nixon, Watergate, justamente porque procuravam derrotar o adversário por métodos amorais. Derrotou-se. Mas manchou-se Nixon perante a História. Presidente, vigie os seus maus amigos.

Já me haviam chegado ao conhecimento alguns procedimentos nada convencionais que me preocupavam, e a ele os relatei. O presidente me reafirmou que seu comportamento seria o de estadista, e que sofria com pressões e cobranças pessoais que lhe infernizavam o cotidiano.

É justamente nesta linha de colaboração com o País e também com o presidente que falo. E é com amargura que vivo este momento. Não estou mais na idade de rasgar a alma com decepções e perplexidades tão chocantes.

Não estou aqui como senador do PMDB nem como pai. Não preciso demonstrar que tenho pela minha única filha um amor e afeto que não encontram dimensão.

Falo pelo dever que tem um ex-presidente da República – de defender o País e suas instituições, e a base delas são os direitos individuais. O direito de cada um de nós não ser espionado, escutado, seguido, perseguido, tocaiado pelo aparato do Estado, construído para proteger os cidadãos. Assim é o Estado de Direito, da lei, não dos homens. A nação assistiu aos atos de violência política que aconteceram no Maranhão.

Policiais armados, viaturas embaladas, aparato de efeito utilizados para criar um escândalo contra a candidata à Presidência da República, em ato arbitrário, ilegal, de conotação política e fora da lei. Dois tribunais assim o consideraram: o TRF e o STJ, julgando que o cidadão só pode ser investigado por autoridade competente. A governadora do Maranhão não está na jurisdição de Tocantins. É um privilégio? Não. Da mesma forma, os procuradores que a investigam e os juízes gozam das mesmas prerrogativas de serem julgados por instâncias especiais.

Assim também os desembargadores, secretários de Estado, ministros, deputados, senadores e o presidente da República – que agora mesmo, quando a reforma judiciária pretende modificar esta norma, manifesta-se contra.

Toda decisão tomada por juiz ou qualquer autoridade sem competência é nula, não serve, é suspeita, em nada aproveita à Justiça. É decisão dos tribunais e consenso dos juristas. Cito, como isento, o ex-presidente da OAB, Reginaldo de Castro: "Toda prova feita ao arrepio da lei é considerada ilícita (20/4/1999,
O Globo).'

E é, mais uma vez, reiterada na decisão do Supremo Tribunal Federal, em acórdão no processo número 80.197, que considera nula a decisão do juiz incompetente.

A ação praticada contra a governadora do Maranhão foi arbitrária. Não basta sustentar falsas formalidades. Estas manobras são feitas com estes cuidados para esconder seus objetivos.

Ilegal, porque praticada por juiz e autoridades sem a competência legal para praticá-la, conforme decisões unânimes da Justiça. 'A investigação dos fatos incluídos na competência originária deste Tribunal deve ser feita aqui', diz o TRF.

Assim descreve o jurista Saulo Ramos o que aconteceu: 'Em diligências desse tipo, quem cumpre mandado judicial deprecado é oficial de justiça (art. 355, parágrafo 2º, do Código do Processo Penal). E a polícia, a da comarca, somente pode e deve ser requisitada se houver resistência contra a busca e apreensão."

E há mais um detalhe, materializando a ilegalidade: o mandado judicial, expedido em Palmas, estava em carta precatória ao juiz do Maranhão e era este quem deveria, se necessário, requisitar a Polícia Federal de lá para cumprimento da diligência. E existem oficiais de Justiça lotados naquela jurisdição, que não podia ser invadida por autoridades de outra, porque não havia perseguição nos termos do art. 250 da lei processual. A perseguição era somente política.

Os policiais federais envolvidos não eram de Palmas nem de São Luís. Eram de Brasília, todos diretamente subordinados ao superintendente da Polícia Federal, que se proclama legitimamente filiado ao PSDB, e que obedece a ordens do ministro da Justiça. De Brasília foram buscar a precatória em Palmas (logo, não estavam em diligência) e levaram-na para São Luís, agora, sim, em diligência de 'perseguição'. Ali o juiz despachou: 'Cumpra-se'. E os próprios estafetas invadiram a empresa. Nenhum oficial de justiça.

Os delegados executores da 'diligência' até declarações deram, de que 'estávamos atrás do ouro, mas encontramos ouro, pedras preciosas, pérolas e diamantes'. Confessaram que foram garimpar.

A história de cumprir mandado judicial é ridícula porque a polícia de Brasília não faz plantão em Tocantins. Ela, sim, foi mandada. O mandado foi mandado. Tudo foi mandado. E para o espaço também mandaram a lei processual.

Este, o aspecto da ilegalidade. Mas não fujamos da questão: de que se acusa a governadora do Maranhão? A única acusação formal que existe, ajuizada numa ação civil pública, está assim formulada:

Com relação aos membros do Condel que constam como os primeiros 19 réus na presente ação, mesmo tendo prévio conhecimento das ilegalidades existentes no projeto Usimar e, posteriormente, no voto em separado do representante do Ministério da Fazenda apontando e alertando para irregularidades na documentação apresentada pelos sócios do projeto, no dia da reunião do Condel, resolveram aprová-lo (fls. 474/500 - vol. 03; 68/70 - Dossiê II; 151/160 - Vol. 01).

O representante do Ministério da Fazenda não votou contra, e sim, aprovou sob condições, as quais enviou à mesa, por escrito, segundo a ata da reunião, como lembrou o governador Dante de Oliveira.

O Projeto Usimar propunha-se a construir uma siderúrgica e fabricar gusa, visto ser o Maranhão o maior exportador de ferro do país, fazer autopeças para a indústria automobilística, gerando milhares de empregos. Qual o governador que, estando presente a uma reunião, votaria contra seu Estado!

Qual o crime que praticaram a governadora do Maranhão e mais o governador Dante de Oliveira, os representantes dos ministérios da Defesa, da Agricultura, das Comunicações, da Educação, das Minas e Energia, da Integração, do Planejamento, dos Transportes, de Política Fundiária, do governador do Acre, do governador do Amazonas, do governador do Pará e do governador do Tocantins, do Basa, das classes produtoras, das classes trabalhadoras e o superintendente da Sudam, em aprovar o projeto Usimar?

Quem aprova projetos não libera recursos. As liberações de recursos são feitas pelo Comitê Gestor de Incentivos Fiscais, constituído de técnicos nomeados pelo Executivo. Se o projeto é na sua implantação fraudado, a responsabilidade legal passa aos ordenadores de despesa, aos fiscais.

Isso é o que diz a lei. Mas não é a lei que se procura aplicar, é a política que se quer fazer, utilizando-se de expedientes, que caracterizam desvio e abuso de poder, como neste caso.

Acusam a governadora pela aprovação da Usimar e esquecem o ex-ministro José Serra, que responde ao processo 96.00.01079-0 por 'improbidade administrativa - ressarcimento ao erário", a outra ação, 2000.34.00.033429-7, com a finalidade de 'reparação de danos ao erário', e ainda a várias outras ações ordinárias, cautelares, civis públicas, populares.

Alguém invadiu algum local para procurar comprometê-lo, ou atrás de pistas que pudessem ligá-lo às acusações? Eu seria o primeiro a condenar.

O próprio presidente da República, cujo foro é o Congresso, tem parado na Câmara um processo de impeachment pedido por renomados advogados, que o acusam de compra de votos para sua reeleição. A Justiça do Distrito Federal mandou, no dia 6 de março deste ano, que o presidente da Câmara lhe desse andamento.

Há mais acusação contra a governadora? Nenhuma. Se existe, é secreta, circula em dossiês suspeitos, na arapongagem, no consta, no deve ser. Nenhuma acusação legal lhe foi feita.

Nada tem ela com Sudam, nenhum projeto Sudam ou Sudene, ou seja lá o que for. Seu comportamento sempre foi de uma mulher trabalhadora, séria e correta, tanto assim que mesmo após essa sistemática campanha, segundo pesquisa do IBOPE, detém no Maranhão 88% de confiança em sua honestidade e 85% na aprovação de seu governo, índice maior do Brasil.

Mas planejou-se esse escândalo com o objetivo de afastá-la da sucessão. Aí vem o mais ignominioso. Se não há nada contra ela, busca-se seu esposo, no preconceituoso machismo de mulher dependente do marido! Como envolvê-lo? Em 1994 - portanto, oito anos atrás -, ainda não casado com ela, vendeu à empresa Nova Holanda, que fica a mil quilômetros de São Luís, uma gleba de terra, o que não tem nada demais.

Tiram então, nesse processo inquisitorial, a ilação sem nenhum indício, que era o marido da governadora ligado à empresa Nova Holanda. Há alguma coisa contra ela? Não.

A evidência da montagem foi tão primária que, para tentar justificá-la, dar um caráter de investigação, incluíram empresa que nunca figurou em irregularidades na Sudam e que é conhecida na região pela produtividade agrícola na nova fronteira de Balsas.

Aqui está o relatório final do grupo especial de trabalho criado para examinar as denúncias sobre a Sudam, base de todo o inquérito. Está à disposição de quem quiser ver.

Então invadem a Lunus sob a capa de descobrir essa vinculação. Ridícula a montagem. Mas tudo é secreto, escondido. O acusado não sabe do que é acusado. Invade-se primeiro, depois se propala a finalidade da invasão e a acusação.

O padre Vieira foi encarcerado pelo Tribunal do Santo Ofício, também, sem saber do que era acusado. Sabem qual o método da Inquisição? Os juízes lhe perguntaram: - Por que está sendo processado? Vieira respondeu: - Eu é que devo dizer? Não os senhores? Será que é por causa da defesa que faço dos judeus? Responderam-lhe eles: - O Senhor acaba de confessar sua culpa. Era assim o método da Inquisição.

Isto foi em 1663. Estamos em 2002 – 340 anos depois – e o método não mudou. Há que se perguntar ao acusado, e é ele quem tem que responder do que está sendo acusado? Vieira chamou seus julgadores de 'equíssimos doutores' e, em seguida, esclareceu que não falava de equus mas de eqüidade.

Aqui está o mandado de busca, não cita nome, não tipifica nenhum crime, não revela o motivo da busca. Mas o delegado Paulo de Tarso Gomes diz: 'vimos buscar ouro'. É o subconsciente que fala: foram fotografar o dinheiro, fazer a foto para ser distribuída à imprensa, já que estavam espionando e gravando. Tratava-se do mesmo delegado encarregado de desmontar o dossiê Cayman.

E o procurador Mário Lúcio Avelar diz: 'O processo envolvendo a Lunus nasceu com a busca e apreensão.' Logo, não existia nada antes. Foi feito com esse objetivo.

O sr. Jorge Murad recebeu doação de pré-campanha, por ela assume toda e qualquer responsabilidade e por ela responde. Que a Justiça apure sua legalidade e tome suas decisões. Não é novidade que as campanhas políticas são feitas de doações. O senador Antônio Carlos conta, como testemunho, sobre a memória de seu grande filho, Luís Eduardo Magalhães, que viu, em 1994, o senador Andrade Vieira entregar cinco milhões - hoje, atualizado, dez milhões - como contribuição à pré-campanha do presidente Fernando Henrique Cardoso, com a presença do candidato.

A última campanha eleitoral do presidente Fernando Henrique Cardoso custou oficialmente R$ 43 milhões, mas a
Folha de S.Paulo divulgou uma planilha que registra 53 milhões.

Vamos à etapa seguinte: quem executou tudo isso? A Polícia Federal. A quem está hierarquicamente sujeita esta instituição? Pela ordem, ao superintendente de Palmas. Depois, ao seu diretor-geral, ao Ministro da Justiça e, ao final, ao presidente da República.

Em casos como este, o mandado, ou seja lá o que for, principalmente contra um governador com foro privilegiado, tem que ser examinado pelos seus departamentos jurídicos, para evitar justamente que pesem sobre o governo as suspeitas de parte no arbítrio.

Quem acredita neste país, qual o idiota, que uma ação desta magnitude seria armada sem que a máquina estatal de nada soubesse ou dela não participasse? Quem nesse país não sabe que foi uma ação política suja, com propósito determinado?

E, no fim da linha, é no mínimo estranho o fax ao presidente da República comunicando o sucesso da operação. E o número utilizado foi o do fax particular do presidente, protegido pela segurança presidencial, que só pessoas especiais sabem.

Neste mar de imprecisões, em que se espalham as versões, se fala que é um inquérito que tramita há três anos. Por que só agora, depois que a governadora do Maranhão subiu nas pesquisas, essa diligência foi tomada?

O processo da Lunus é de agora, deste ano: 2002.43.00.000477-6. Montado agora. Está aqui o documento. Tudo agora, em cima das pesquisas. E, para farsa geral, com o timbre sigiloso.

Sigilo para proteger o vazamento, a calúnia, a mentira, o desrespeito à dignidade das pessoas, expostas a versões falsificadas, difamadoras e interessadas. A polícia - o aparato do Estado - dessa maneira, foi transformada em polícia política.

No Zimbawe, Roberto Mugabe, agora, acaba de ganhar a eleição. Confinou os dois candidatos de oposição e venceu. Mas a União Européia não aceitou o resultado e contestou a eleição. Na Colômbia, seqüestra-se também uma candidata, e aqui invade-se a empresa da segunda colocada nas pesquisas. No México, matou-se um candidato, Colósio, assassinou-se um outro, Ruiz Massieu, porque também podiam vencer. Tudo vale, nesse submundo da podridão das liberdades violadas.

Atrás, os dedos escondidos, os fingimentos, a desfaçatez das negativas, que não cabem no formalismo com que tentam esconder planos e objetivos. A data, a hora e a vez foram escolhidos - sexta-feira, fim de tarde -, para impedir a tomada de medidas de defesa judiciais mais eficientes e rápidas. Os seus objetivos e os resultados estavam sendo aguardados por uma revista semanal, para que fosse sua reportagem de capa, até com outdoors. Não censuro a revista. Ela é um veículo e tem interesse em dar furos e noticiar. Censuro aqueles que prepararam a ação violando a lei e os direitos fundamentais.

Pois não é a lei que se busca cumprir. É o escândalo para caluniar. De que adianta dizer a Constituição que todos têm direito à defesa, que ninguém é culpado senão depois de julgado pela Justiça em procedimentos legais?

O aparato do Estado espalha, sem defesa, versões, documentos e calúnias. É assim que funcionavam os Dops, a Gestapo, pior hoje, neste tempo de comunicação em tempo real, em que a imagem de defesa é impossível. Uma vez solta a calúnia, nada pode recuperar a verdade.

O padre Vieira falava de penas soltas ao vento, impossíveis de recolher, e Beaumarchais ressaltava que a calúnia é uma arma tão terrível que destrói o direito do homem de tal forma que ele fica privado até de provar a própria inocência.

Senhoras senadoras, senhores senadores:

O que vejo no Brasil de hoje é o medo dos dossiês, das escutas, da espionagem na vida privada das pessoas. Todos têm medo. Ninguém tem confiança de que o aparato estatal não seja jogado contra si. Um amigo, diplomata estrangeiro, me disse: o clima no Brasil mudou muito. Está muito parecido com o Peru do tempo de Fujimori.

E, para perplexidade geral, esse clima foi criado num governo comandado por pessoas que lutaram contra o arbítrio.

Há um fato cuja recorrência impressiona e intriga. É que toda referência a esse estilo característico de espionagem e dossiês nasce no Ministério da Saúde e envolve o ex-ministro José Serra. Não é afirmação minha, é dos jornais. Mais que uma estratégia de campanha parece uma concepção de governo.

A primeira matéria que surgiu foi na revista
Carta Capital, há cerca de um ano. Aqui está o plano anunciado, que aconteceu exatamente como previsto. Leio a revista:

'...no Ministério da Saúde se teria produzido um conjunto de informações sobre atividades de Paulo Renato. Informações explosivas, pois indicariam uma das trilhas montadas pelo grupo em sua escalada rumo ao poder. Ainda segundo a história do dossiê, este teria sido montado no Ministério da Saúde, mais precisamente na Agência Nacional de Vigilância Sanitária, onde funcionaria um sistema espionagem. ...Eram sete os agentes, incluídos um ex-SNI e SAE [hoje Abin] e um ex-chefe da Inteligência da Polícia Federal no governo Fernando Henrique.' E dá os detalhes.

A imprensa em quase sua totalidade publica que esse mesmo grupo está conectado para essas ações políticas na Polícia Federal e no Ministério Público citando o delegado Marcelo Itagiba, ex-chefe do Departamento de Inteligência da Polícia Federal, ex-chefe do grupo de inteligência que se formou no Ministério da Saúde e que é, atualmente, o superintendente da Polícia Federal no Rio de Janeiro, e o Procurador José Roberto Santoro. É o que diz a
Folha de S.Paulo.

'Delegado e procurador ligados a Serra atuam em investigações: o presidenciável tucano, senador José Serra (SP), conseguiu reunir sob as asas de aliados as duas principais investigações em curso que podem implodir a campanha de seus adversários. São eles o subprocurador da República José Roberto Santoro e o delegado de Polícia Federal Marcelo Itagiba.'

Continuo lendo: 'Em viagem a Palmas (Tocantins), há duas semanas, o subprocurador Santoro coordenou informalmente o pedido de busca e apreensão de documentos no escritório da pré-candidata pefelista e governadora do Maranhão, Roseana Sarney. Trocou idéias com o procurador Mário Lúcio Avelar, que foi o autor do pedido, e orientou a estratégia a ser adotada.'

'José Roberto Santoro e Marcelo Itagiba fazem parte da tropa de choque de Serra no aparato policial e de investigação. Os dois já estiveram juntos antes.'

'Ex-assessor especial de Serra no Ministério da Saúde, nos dois anos anteriores, o delegado Itagiba havia demonstrado grande desenvoltura no exercício de suas funções. No dia 9 de março de 1999, por exemplo, representou o então ministro numa reunião com a diretoria da Abifarma (Associação Brasileira da Indústria Farmacêutica).'

'Foi propor aos donos e dirigentes de laboratórios brasileiros que investissem dinheiro numa entidade não-governamental a ser criada para investigar e combater a falsificação de medicamentos. A proposta foi aprovada, segundo ata da reunião.'

Não estou inventando nada sobre ninguém. Estou lendo o que foi publicado. Não houve nenhum desmentido.

Naquele tempo do noticiário da revista
Carta Capital, a governadora do Maranhão não era o alvo, eram os concorrentes internos, Pedro Malan, Tasso Jereissati, Paulo Renato. O primeiro explodiu pelo veto político, foi fácil. Dossiê foi feito contra Paulo Renato, diz a revista. Tasso Jereissati também foi objeto de outro dossiê, para ser usado caso insistisse em ser candidato. Disseminou-se o método e o medo.

A serem verdade as aparências, montou-se um grupo estatal para ações políticas. Na
Folha de S. Paulo, a jornalista Mônica Bergamo publica:

"Uma das primeiras atitudes do Procurador Mário Lúcio Avelar, do Tocantins, ao colocar as mãos na documentação apreendida foi disparar telefonemas para o procurador Santoro, considerado o mais próximo do candidato Serra."

"Gente, querem dizer que isso é do Serra? Então escreve: sou o procurador do Serra."

Na Saúde, o ministro Serra multiplicou gastos com empresa de ex-chefe de Telecomunicações Eletrônicas do SNI e professor da Polícia Federal. A Fence tem contratos hoje de R$ 1,87 milhão, seis vezes mais do que no ano passado, muitas vezes maior que os contratos para proteger os 33 ministros do STJ.

O Ministério da Saúde, em vez de tratar das epidemias, dá prioridade às coisas de inteligência e espionagem. "Estranhas relações com o mundo dos arapongas", é manchete do
Correio Braziliense. E a revista IstoÉ desta semana: "Grampos, chantagem e baixarias".

São tantas as conexões, tantas as evidências, que não há como esconder a ligação dos atos contra a governadora do Maranhão à sucessão brasileira, que querem transformar numa farsa.

Sou eu quem diz isso? Não.

Uma unanimidade estabeleceu-se neste consenso: O governador Anthony Garotinho declara: "É estranho que a impressão digital do candidato do PSDB esteja tão presente na denúncia e na ação."

Disse Ciro Gomes: "Se há uma acusação, ela deve ser pública. Sempre que a polícia sai da delegacia para agir sobre um candidato é bom pôr as barbas de molho."

Luiz Inácio Lula da Silva: "Tudo pode ter acontecido, mas o caso deveria ter sido apurado antes de Roseana se tornar candidata."

Leonel Brizola: "Duvido que o presidente não soubesse. Francamente, ninguém comete um ato desses sem troco. Tem implicações."

Tasso Jereissati: "Um gesto de brutalidade que foi feito e é, a meu ver, inadmissível."

Jânio de Freitas: "O uso das engrenagens do poder está mais desabrido e intenso do que jamais. Se no começo é assim, depois não será menos incondizente com os direitos e a legalidade que tanto têm custado a estes país."

E José Genoino: "Quase ninguém mais duvida de que a governadora foi vítima de espionagem e manipulação política e eleitoral, no episódio da invasão da empresa Lunus."

Senhoras e senhores senadores:

A Polícia Federal é uma instituição de serviços prestados ao país. Tenho grande admiração por ela, e lá tenho bons amigos. É formada de homens de bem. O grupo que se envolveu nessa ação espúria não representa a Polícia Federal.

Agora mesmo, o presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais, Francisco Garisto, pediu investigação ao diretor-geral e afirmou: "O policial deve se pautar pela legislação vigente, não pode se deixar levar por interesses políticos."

Senhoras senadoras e senhores senadores:

Levei estes fatos ao conhecimento do presidente Fernando Henrique, comunicando o que ocorria. O presidente da República tem deveres indeclináveis, responsabilidades intransferíveis.

Seu juramento foi este: "manter, defender e cumprir a Constituição, observar as leis, promover o bem geral do povo brasileiro, sustentar a união, a integridade e a independência do Brasil".

Ele conduz a nação, em sua pessoa a nação entregou sua tranqüilidade, suas leis, sua Constituição, a proteção de seus direitos.

Achei que devia advertÍ-lo e evitar que o aparato estatal fugisse de controle. Meu gesto era de quem confiava.

Getúlio Vargas não mandou matar o major Rubem Vaz, na Toneleros. Mas Afonso Arinos, em famoso discurso, disse do peso da responsabilidade presidencial sobre o aparato do Estado, e seus áulicos, que têm que ficar sob controle.

Falei ao presidente de denúncias que me chegaram. Agentes da Abin se tinham deslocado para o Maranhão, Piauí e Pará, devassando nossas vidas, de minha família, de meus amigos.

O presidente pediu ao general Cardoso que me procurasse. Ele me telefonou e agora, dias atrás, fez-me uma carta. Eu nunca duvidei da conduta do general Cardoso. Mas, o nome da Abin foi usado. Reportei-lhe que chegara ao meu conhecimento que agentes que sempre trabalharam na área de informação, não desmobilizados e não afastados da atividade, também haviam sido contratados pelo deputado Márcio Fortes para uma devassa na vida da governadora do Maranhão, acompanhar suas viagens, gravar suas conversas. O general Cardoso disse-me que isso podia ser possível e que ia investigar.

A mesma denúncia foi levada ao presidente da República pelo presidente Jorge Bornhausen e pelo senador Edison Lobão.

No dia do acontecimento, liguei ao presidente Fernando Henrique, na suposição de uma relação leal, não para cobrar nem pedir nada, mas para declarar que os meus temores anunciados se concretizavam.

- Presidente, lembra-se da nossa conversa? Não deixe conspurcar o seu governo!

Respondeu-me ele: - Eu nada sabia.

Não lhe havia cobrado se sabia ou não sabia. Mas disse-lhe:

- O senhor Ministro da Justiça devia.


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ÚLTIMOS COMENTÁRIOS
jose carlos lima (17/11/2009 - 13:07)
Este discurso foi feito por Sarney no dia 21 de março de 2002, quando tinham se passado vinte dias desde o episódio da Lunus. Dias depois, em 7 de abril, Reoseana Sarney retirou sua candidatura.

jose carlos lima (17/11/2009 - 10:07)
Engraçado que estas arapucas montadas por Serra e cia são tão bem feitas que não deixam rastos dos mandantes
Me lembro de algunas casos famosos:
-Furto das provas do ENEM na gráfica da Folha.
-Dossiê anti-FHC, atribuido a Dilma, na verdade confeccionado pelo senador tucano Alvaro Dias.
-Dossiê anti-Serra, a isca jogada por Serra e mordida por aloprados do PT.
-Factóide Lina Vieira e sua famosa agenda encontrada numa mala 3 meses depois.
-O falso grampo contra Gilmar Mendes que, em conluio com a Veja, gerou a CPI dos grampos que, por sua vez, deu ainda mais poder ao gilmarzão, hoje cabo eleitoral dos tucanos-demos

A lista é enorme, por enquanto só me lembro destes famos caos de alta espionagem de Zé Serra e cia.

Christian (17/11/2009 - 09:37)
Sarney pode ser qualquer coisa. O importante nesse texto é que ele mostra como funciona o método Serra de limpar a área. E ele não perdoou deu nome a todos os bois.

graciliano (02/11/2009 - 04:01)
A competência que falta aos tucanos para governar (e São Paulo é o exemplo mais evidente) sobra-lhes nas artimanhas e golpes políticos e econômicos. Já virou um método, este de utilizar dossiês, jornalistas a soldo, intrigas do mais baixo nível, traições. Vale tudo pelo poder.
Só não usaram da violência física - embora haja um cadáver gritando nas águas do Paranoá, pedindo a Verdade...
E é justamente o mentor da turma, o FHC, quem se atreve a querer dar aulas de Democracia. O cinismo não tem limites.

João Batista (01/11/2009 - 22:00)
Dvorak, não seja preguiçoso e leia a matéria no todo.
Não se está discutindo a "santidade" deste ou daquele, mas sim os procedimentos pelos quais a Polícia Federal do (DES)Governo FHC serviu à candidatura José Serra. Ou seja, o que estava em jogo, e isto apontado no discurso do Sarney, era a questão do processo que culminou, e o PIG já saiu condenando, a questão do chamado "caso Lunus".
Antes de vir aqui dar os seus pitacos reacionários, acho bom se informar.

Dvorak (01/11/2009 - 20:27)
Essa denúncia é um absurdo!!!O Sarney deveria virar santo(pausa para gargalhar...)!!!Isso é um absurdo!Logo agora que o mesmo é aliado do "divino"!!!Isso é intriga do "PIG"...

Italo (01/11/2009 - 20:08)
Nesta época a PF não foi acusada de fazer operações cinematograficas e FHC também não sabia de nada.
O que mudou hoje foi apenas o lado da imprensa

Fernando (01/11/2009 - 19:08)
E o Jackson Lago?

Estevam (30/10/2009 - 14:04)
O melhor de tudo isso é que o tempo é o senhor de tudo. Acusações após acusações são todas desmascaradas e a imprensa vendida perde credibilidade. Os mercadores de opinião hoje merecem tanto crédito quanto uma nota de três reais.

Antonio Carlos Fernandes - SP (15/04/2009 - 15:30)
Resumo da ópera. Todos, absolutamente todos, sem nenhuma exceção, são farinha do mesmo saco. O único interesse é o enriquecimento ilícito às custas do dinheiro público. Não há melhores, nem piores. Apenas tenho um desagrado muito maior por Serra, que considero uma pessoa nogenta e abjeta, capaz de qualquer trapaça para chegar aos fins que almeja. Minha rejeição baseia-se no fato de que ele atinge até aliados se isso for preciso. Aécio Neves não tarda por esperar. Só não será atingido se tiver algo muito bom para usar contra o governador do estado de São Paulo.
Embora sinto informar aos amigos que leem este espaço que Serra já conta com o apoio do DEM, de grande parte do PSDB e do PMDB em torno da sua candidatura para a presidência em 2.010. A única dissidência encontra-se justamente no Senado, na pessoa de José Sarney.
Falam até que o próprio Lula apoiaria Serra em troca de caminho livre para a eleição de Antonio Palocci para governador do estado de São Paulo.
Lula tem plena convicção que Serra fará um governo desastroso, o que não é difícil em face de sua atuação como ministro da Saúde, pavimentando a volta do petista em 2.014, ano da Copa do Mundo no Brasil.
Culpados senhores? NÓS. Nós somos os culpados disso tudo. Já dizia o velho ditado - "píor que o barulho dos maus é o silêncio dos bons".
Atrás das cameras, estes mesmos senhores banqueteiam-se e riem às nossas custas. Todos são amigos, fora Serra que não é amigo de ninguém só do FHC. O resto é jogo de cena.

Dydy Coelho (08/03/2009 - 20:08)
SARNEY E O DIABO

Em uma de suas viagens no jatinho do laranja dono de uma faculdade maranhense, Sarney com aquele pijama de seda, fazia a leitura diária de seu Maquiavel em um aposento privativo do avião.
No mesmo vôo, vinha sua assessoria e os puxa, quando em dado instante, eis quem aparece, ele mesmo, o capiroto (O DIABÃO) .
Nesse instante, para não perder a viagem, o coisa ruim disse que o jato ia cair e todos iriam morrer e começou a fazer o avião balançar muito.
Apavorados, os assessores foram até a cabine onde se encontrava o tranqüilo chefe e contaram o que estava acontecendo. Zangado, o Senador saiu do cômodo e foi ter com o capa preta e perguntou-lhe:
Sarney: você sabe quem sou eu?
O Diabo: sim, o Sarney
Sarney: você sabe quem mandou prender o Zé Reinaldo usando seu prestigio junto à justiça e até à PF para satisfazer os caprichos de uma filha mimada?
O Diabo: Com certeza, foi Vossa Excelência.
Sarney: você sabe quem manda no Amapá e até no desafeto Capiberibe?
O Diabo: é o Senhor.
Sarney: você sabe quem não deixou o atual Governador do Estado do Maranhão trabalhar e irá tirá-lo do cargo no tapetão?
O Diabo: O senhor é fogo, não há dúvida que é o senhor.
Sarney: você sabe quem manda no Lula e em meia duzia de petistas?
O Diabo: O Senhor é claro.
Sarney: você sabe quem mandou durante quarenta anos no Maranhão, transformando-o no Estado mais pobre do Brasil e tem o menor IDH do País.
Construiu também um mausoléu num lugar que era do Estado só pra satisfazer seu ego?
O Diabo: É demais, foi Vossa Excelência.
Sarney: sabe quem dá as cartas na Eletronorte, BNDES, Ministério das Comunicações, Correios, Petrobrás e tem grandes influências em quase todos os Ministérios e na Câmara dos Deputados.?
O Diabo: não tenho dúvidas que é Vossa Excelência.
Sarney: você sabe quem é sócio de um Banco em Miami, foi sócio do ex Banco Santos, é sócio de uma Indústria d automóveis na Ãndia, sócio de um grande hospital, de um shoping e de dois prédios na avenida mais movimentada de São Luís, além de possuir vários quadros famosos e livros raros em uma ilha?
O Diabo: isso nem eu sei dizer de quem é, mas na dúvida... acho que é de um Senador...
Sarney: sabe quem Ricardo Murad chama de painho e toma a benção todo dia por telefone antes de sair de casa.
O Diabo: francamente, é o senhor.
Sarney: você sabia que agora sou Presidente do Senado só para abafar uma investigação da PF e tirar o Tarso Genro, tudo isso pra mostrar pro Lula quem manda?
O Diabo: tu és pior que eu, porra!
Sarney: sabe quem possui o maior império de comunicação do Brasil para manipular pessoas em um Estado que tem um dos maiores índices de analfabetismo do país?
O Diabo: cruz credo, és tu.
Sarney: sabes quem é meu genro?
O Diabo:vou enfartar...
Sarney: Se liga, se eu morrer, com certeza, vou pro inferno.
O Diabo: sai pra lá, coisa ruim !
Nesse instante o CAPETA sumiu e o avião voltou a não mais balançar e tudo ficou como antes.
Moral da história:
Até o Diabo tem medo do que Sarney possa fazer no Inferno!

pedro - bahia (08/03/2009 - 19:13)
O discurso do Sarney é pura balela. Trata-se de um coronel - o último, graças a Deus - que continua mandando nessa justiça tendenciosa que solta Daniel Dantas e reconduz Roseana ao Governo do Estado.
Ele está a usar os mesmos meios utilizados por Daniel Dantas para incriminar o Delegado Queiroz. O dinheiro foi roubado mas as provas foram ilegais. Portanto o roubo foi legal.
Nunca visitei o Maranhão, Pretendo ir lá um dia quando essa dinastia do mal deixar de mandar na região. Nada contra o povo trabalhador daquele sofrido estado.
Mil vezes o Jackson Lago. O que fizeram com esse cidadão e de um autoritarismo sem precedentes.

Francisco Pereira Neto (08/03/2009 - 19:07)
O discurso é longo e reprisado. Confesso que não li tudo. Mas só pelas passagens é o suficiente para saber o que foi dito. Nada a acrescentar daquilo que nós já sabemos. Não estou aqui para defender os métodos baixos e rasteiros do sr. Serra fazer política. O autor do discurso não é nenhum santo, portanto tem de suportar o seu estilo de fazer política que também não fica nada a dever do sr. Serra. O rei do Maranhão está nu. Não adianta vir em público, usar as tribunas do Congresso para se lamentar. É o roto falando do rasgado. Como ele mesmo disse: "Não estou mais na idade de rasgar a alma com decepções e perplexidades chocantes". Oras, se sabes que o meio político é conspurcado, porque está nele até hoje? E não como um mero figurante, Vossa Excelência acabou de ser eleito presidente do Senado. Vossa Excelência é senador por qual estado? O que o Senhor representa para o Amapá? Ademais a operação Lunus mostrou para o país inteiro, porque assim estava combinado, 1,2 milhões de Reais. De onde veio o dinheiro e o que estava fazendo lá. Eu se tivesse esse tanto de dinheiro não guardaria no meu colchão, teria colocado num banco. É interessante que se discute o acessório e não o principal. Essas brigas todas em que vocês políticos se chafurdam, tem qual objetivo? Não é o dinheiro? Cadê o dinheiro? Isso ninguém noticia. Fale o que quiserem, mas deixem minha grana em paz. Não é assim que funciona? Daqui há algum tempo vocês estarão trocando beijinhos novamente. Fique frio Sarney.

Silvio (08/03/2009 - 12:34)
Azenha:
Para começar, Marco Antonio Leite, Lula nunca foi comunista! O Senhor não sabe nada de comunismo, o Senhor pode ter sido mal informado, pela mídia tendenciosa, fazendo-o confundir Russismo, Stalinismo, com comunismo. Não vou a mostrar, diferenças porque a coisa e mais complicada, do que parece. Levaria muito tempo, começando pelas teorias de Marx, Engels, Lênin, e muitos pensadores mais. Agora sobre o tema Sarney direi: Estive no Maranhão a primeira vez quando o Senhor Senador Sarney, nem pensava, que um dia lê caísse do céu, uma camisa, com a inscrição Presidente da República. Em todos os lugares que estive, desde o Sul ao Norte, permanentemente escutei, que a família Sarney eram todos GRILHEROS. Bom hoje em dia e um império, que se encontra por cima de todas as leis deste pais. Ele, como quase todos os Senadores, e muitos Deputados ainda pertencem à política do coronelismo no Brasil! A última do grupo e caterva, foi de ganhar no tapetão o governo do Estado. Pobre Maranhão vai a continuar miserável, por quem sabe quanto anos mais! Um povo bonito, pobre, mais que se ajuda uns a outro para poder subsistir. Isso o tem observado, (para reforçar, com meus próprios olhos). A pesar de tudo isto o que diz no senado o Senador Senhor Sarney tem toda a razão do mundo. a luz das leis. Mais, porque razão, ele, desde sus posição privilegiada, e com médios para fazer-o não, coloca em movimento a Justiça, para que se cumpram a Constituição e as leis? Será que colocando o ventilador, a espirrar, não manchará sua camisa branca? Com respeito a Serra que o povo de São Paulo que o pareou o embale, mais esperemos que ate o 2010 esse povo desperte!

Cleyton Costa (08/03/2009 - 12:24)
A mesma coisa Sarney esta fazendo com Jackson Lago, usando a sua " força politica " para fazer "justiça". É muita cara de pau dos Sarneys.

Jairo Beraldo (08/03/2009 - 11:59)
Julio Silveira,faço minha suas palavras...e como se merecem...se fosse ao contrário,ambos teriam feito uma coisa boa ao país!

JULIO SILVEIRA (08/03/2009 - 09:46)
Sobre esse assunto declaro o seguinte:
ELES SE MERECEM.

cisso (07/03/2009 - 11:34)
esse sarney é mesmo um aloprado,passou todo o desgoverno
militar mamando nas tetas governistas e continua mamando
depois de véi,tena vergonha..........

Fagner Schultz (26/02/2009 - 20:30)
Boa noite pessoal leitor do blog, terminei de ler o texto do Sarney e estou lendo um livro do escritor Mário Rosa "ERA DO ESCÂNDALO" que num dos capitulos trata justamente do caso da Roseana. Bom, diferente do LEITOR que pede que não nos sensibilizarmos com a "suposta" inocência da Roseana, e que deveriamos culpar a família Sarney por toda a miséria do povo maranhense, eu digo que ao contrário do que ele me pede, não os culpo pela miséria maranhense, afinal, a miséria brasileira é culpa de quem??? Bom, a única coisa que não podemos nos esquivar de debater aqui, é o MANTO QUE PROTEGE O GOVERNADOR JOSÉ SERRA, IMPEDINDO QUE O MESMO SEJA ALVO DE CPI'S, QUE NÃO EXISTA CRISE DE IMAGEM NO SEU GOVERNO, afinal, como disse um editor da Folha o SERRA SE PREPAROU A VIDA TODA PARA SER PRESIDENTE DA REPÚBLICA!!!

Leitor (05/02/2009 - 06:46)
Não dá para delirar, gente amiga deste site. Independentemente dos interesses escusos por trás da opração que invadiu o escritório da Lunus, a olícia Fedral pegou um "tuia" de grana de orifem pouco recomendável. Que fique claro que a PF pega "tuias" a toda hora que quiser.
O fato de Serra poder estar por trás da operação, dinamitando a candidatura de Roseana, é briga de gangues.
O Maranhão tem os piores indicadores sociais do Brasil. Há alguns anos _ sou nordestino - viajei pelo MA e mesmo acostumado a ver pobreza no Nordeste, a do maranhão choca. É de uma sudanidade ou etiopiedade assustadoras. Em 40 anos o Maranhão empobreceu, inversamente proporcional ao enriquecimento dos Sarney. Serra e Sarney são dois bandidos. Por favor, não absolvam ou tenham pena de Roseana, papai Sarna e outros por causa de desentendimentos por butins não revelados do jogo político sujo e sem igual deste país.

Jalon (03/02/2009 - 09:44)
Serra e o PSDB paulista vão ter de suar a camisa para ganhar a presidência.
E a Gloria Perez ainda faz novela com tema indiano, se ela tivesse capacidade faria uma novela com os ingredientes que a vida real nos oferece.
Espero que na sucessão presidencial pessoas como o Azenha, o PHA tenham mais influencia que as forças do PIGB (Partido da Imprensa Golpista Babona)

Vlado (02/02/2009 - 21:22)
Tá tudo dominado, cambada!
A eleição do Sarney foi o primeiro passo. O próximo é começar os preparativos da campanha eleitoral. O tucanato já escolheu o nome do responsável pela organização da campanha. Do, não. Da responsável: a menina Roseana.
Aqui, tal qual o filme italiano: a vida é bela!

Dvorak (02/02/2009 - 12:22)
Realmente, o Sarney é a pessoa mais indicada para mostrar como é feito política no Brasil.

Fernando (02/02/2009 - 11:43)
Num país sério Sarney e Serra estariam dividindo uma cela em Bangu III.

Sagarana (02/02/2009 - 11:35)
Esse é o jeito "serra" de fazer política, quando não dá canelada, pisa no pescoço. Vai longe o moço. Creio que chega a Pindamonhongaba.

Alexandre Araújo (02/02/2009 - 11:33)
Azenha, é interessante vc acessar no Podcast da Rádio Metrópole aqui de Salvador, uma entrevista feita com o ex-banqueiro Ângelo Calmon de Sá sobre a falência do Banco Econômico, que levou ao desespero milhares de correntistas por todo o Brasil. Nela você vai perceber como o José Serra influenciou para que nem um centavo do Proer fosse dado ao Econômico, além da participação direta dele no episódio da Pasta Rosa, tudo com a intenção de fulminar uma possível candidatura de Luis Eduardo Magalhães, como vice de FHC, nas eleições de 1998. Acesse o site da rádio e ouça aentrevista, vale a pena: www.radiometropole.com.br

Eduardo Fróes (02/02/2009 - 10:10)
É, não li na integra, mas gostei da reafirmação do Ex-Presidente e senador J. Sarney de que vale apenas frisar nos tempos prÉ ElEitorais d.e. 2010:"O direito de cada um de nós não ser espionado, escutado, seguido, perseguido, tocaiado pelo aparato do Estado, construído para proteger os cidadãos. Assim é o Estado de Direito, da lei, não dos homens." pois É, Sarney está coberto de RAZÃO!
PM-24

Coriolano Malicônico (02/02/2009 - 08:31)
Fico imaginando qual a rasteira que o Serra vai dar no Aécio, caso este venha a se constituir em uma pedra no sapato deste último, em seu caminho ao Palácio do Planalto. A Dilma que também se cuide pois o (des)governador de São Paulo não é flor que se cheire sem espirrar.

E se o Serra contou com o apoio de FHC, quando este era presidente, para organizar o golpe contra a filha do Sarney, imaginem agora. Uma cambada de chantagistas, esse pessoal do PSDB. Todos pensando em ressucistar o barco neoliberal que começa a fazer água por tudo que é buraco.

Fora, cambada de incompetentes e capatazes do capital financeiro internacional! Chega de golpes sujos!

Carlos Silva (02/02/2009 - 03:54)
" Democracia se faz com trabalho, honestidade e competência, a fim de que o povo tenha melhores condições de vida ". Uma afirmação como essa se torna cínica diante desta outra:" PT, PSDB e PSOL se uniram contra ele (Sarney) na disputa pela presidência do Senado.
É o poder pelo poder. E não há matiz ideológico que detenha a última palavra sobre tudo. Até os radicais são cínicos. Olhemos o resultado de cada governo em cada esfera institucional. Se tiver havido avanço vote a favor da manutenção do avanço; o contrário disso é não votar na situação e convergir para oposição, dando-lhe assim a chance de provar suas teses; seus projetos políticos. No popular:" quem não tem competência não se estabelece ". Luta armada nos dias que correm é demagogia do mesmo "quilo" do clientelismo das bolsas famílias.

Antoni (01/02/2009 - 23:11)
"bosta do mesmo cavalo" ? Ô Marco Antonio Leite, quem vc pensa que é? seu prepotente de m...Tenho lido seus comentários. Vc. fala como deus seu babaca. Se manca figura.

Danilo pro (01/02/2009 - 20:07)
esse serra é o capo da máfia.....

Lúcifer (01/02/2009 - 17:57)
Essa história é a matriz do mensalão.Aquele que realmente,existiu.FHC ,comprou um estoque de parlamentares suficientes,para aprovar um segundo mandato.
Afinal, as privatizações contruiram novos impérios,formaram alguns bilionários,inúmeros milionários e uma casta de novos ricos,que se postaram em todas as atividades econômicas,incluindo nas comunicações.É bom lembrar, que Daniel Dantas,é fruto dessa fase de opulência generosa da "viúva. O temor das revelações dos grandes favorecimentos que sangraram o tesouro das futuras gerações,produziu o ataque preventivo ao governo Lula,desde seu início,e que se mantém, até ,o presente momento . A evidência pelo temor das investigações ,que revelarão a gravidade dos obscuros favorecimentos,inclui, a desmoralização e o desmonte da ABIN,como órgão de inteligência e defesa do Estado. A candidatura de Serra, e a antecipação da campanha presidencial,pela mídia apoiadora e cúmplice,denuncia a urgência de tornar incontestável o governador paulista, presidente.O quanto antes!

Gilson Raslan (01/02/2009 - 16:36)
Os processos a que Serra responde, referidos pelo Sarney, estão um-a-um sendo arquivados no STF. Vergonha nacional.
Para uma doméstica que subtrai um pacotinho de biscoito para matar a fome de um filho, A LEI; para os ladrões de centenas de milhares de direito público: A LEI, ORA A LEI!

Flavio Nunes (01/02/2009 - 16:25)
O Sarney não é flor que se cheire, mas esse seu discurso - acusando o José Serra - é a mais pura verdade. Eu ainda não sei em quem vortar para presidente, mas tenho uma certeza: não será no José Serra ou, como dizem alguns, José Pedágio.

Gutão (01/02/2009 - 16:22)
Havia ficado em duvida quanto quem caberia a atitude de pedir a punição dos envolvidos na denuncia apresentada na época pelo Sarney (que também não santo), depois do Carlos Soares ter lembrado da 7ª cassação do prefeito de Jundiaí matei a charada. A atitude poderia ter partido de qualquer um dos que citei anteriormente (Do próprio presidente? Dos ministros do.........?Dos deputados e ..........? Da OAB..........?,mas onde há comando do PSDB (tucano é ave predatória) e DEM(onios) as autoridades são omissas ou participam na corrupção, lá em Brasília não era diferente da São Paulo de hoje como não e daqui na terrinha. PSDB e DEM no comando não há CPI, cassação ou punição de ninguém, eles corrompem tudo e todos

Heitor (01/02/2009 - 14:28)
Para Maconheiro:
Apresenta 'um' pro Serra...

Luís Carlos P. Prudente (01/02/2009 - 14:20)
Quanto à posição de Sarney em relação à entrada da Venezeula no Mercosul, ele como presidente do Senado pode postergar isto, não pode evitar essa entrada.

Luís Carlos P. Prudente (01/02/2009 - 14:17)
Sarney não é santo, mas neste momento torço por Sarney no Senado para derrubar o traidor Michel Temer na Câmara.

Se Sarney tem um ódio tremendo pelo governador Nosferatu Serra, por causa de Roseana Sarney, melhor ainda! Fico com o santo do pau oco Sarney contra a corja de traidores liderados pelo Michel Temer (eleitor inconfessável de Nosferatu Serra).

Nana (01/02/2009 - 13:15)
É por isso que o Serra tá fazendo campanha para o Tião e o PSDB vai nele (Tião),sabe que com Sarney na presidência do senado não vai ter colher de chá, mas o interessante disso tudo é a briga pelo outros cargos.
Eu acho que na camara é pior pois o Michel Tamer é traíra das grandes.

MACONHEIRO (01/02/2009 - 12:17)
Serra é obcecado pelo poder! Muito cuidado com esse louco !

Marco Antônio Leite - São Caetano do Sul - SP (01/02/2009 - 12:11)
O coronel José Sarney foi braço direito da ditadura militar no período mais triste que o povo brasileiro passou. Foi guinada a presidente da República por um acaso, em função da morte do Tancredo Neves, nesse período sempre esteve aliado com a burguesia da época e, detestava o Lula e o PT. Porém, o tempo passou e o pensamento e as atitudes do ex-comunista Lula mudou radicalmente, chegando ao ponto de se aliar ao bigode do Norte. Hoje são tão amigos que o Lula o esta apoiando para presidente do Senado, passa anos entre ano, o coronel quer apenas cargo de comando, a fim de escravizar mais ainda o povo do Maranhão. Estado com uma pobreza imensa, isso graças ao coronel dono das terras disponíveis para plantio ali existentes.

Roberto Ribeiro - Rio das Pedras / SP (01/02/2009 - 11:54)
Idem: PARA JOHN BASTOS E DVORAK (parece nome de lagarta) COMENTAR.
ESSE BLOG É SÓ ADRENALINA!!! KKKKKKKKK!!!!

Fernando (01/02/2009 - 11:22)
Imaginem se a Roseane tivesse ganho a presidência em 2002? Ainda bem que armaram esse esquema aí!

Jonathan (01/02/2009 - 10:36)
O Sarney é, talvez, o oligarca mais "progressista" do Brasil. Adoro seus textos, mas nem tanto na política. No entanto, espero que ele seja eleito para que faça algo contra José Serra, pq ao que parece, até o PT já abriu caminho para que o Mr. Burns assuma a presidência em 2010. Engraçado como o PT se enfraqueceu desde o mensalão. Torçamos por um PT com força pra enfrentar os tucanos e seus comparsas em 2010!

r (01/02/2009 - 10:12)
EM 2010 Hà A GRANDE POSSIBILIDADE DA FAMÃLIA SARNEY APOIAR JOSÉ SERRA CONTRA DILMA ROUSSEFF!!!

Roberto Ribeiro - Rio das Pedras / SP (01/02/2009 - 10:05)
EM 2010 Hà A GRANDE POSSIBILIDADE DA FAMÃLIA SARNEY APIAR JOSÉ SERRA CONTRA DILMA ROUSSEFF. VEREMOS!!!

Geurgetown F. Araujo (01/02/2009 - 09:40)
Se fosse criado o blog OS INIMIGOS DO "PRESIDENTE" JOSÉ SERRA, com certeza haveria farto material onde demoraria anos para alguém ler todo seu conteúdo.

Carlos Soares (01/02/2009 - 09:30)
Um juiz de nome: BAPTISTA PEREIRA cede uma liminar de quase 2000 páginas em poucos minutos. Esta semana passada, Miguel Haddad foi cassado pela 7 vez em Jundiai.E este juiz(?) Baptista Pereira deu tempo de ler/saber sobre a ação? Claro que não. Juizes brasileiros deveriam entrar para o Guiness. E Jundiai tambem, por ter um prefeito com 7 cassações. Vergonha nacional!

Gutão (01/02/2009 - 09:19)
Ao fazer a denuncia do esquema Serra no caso Lunus é obvio que o Sarney (também não é nenhum santo), tinha provas suficientes para incriminar não somente o Serrágio, mas toda a corriola ligada ao caso (FHC, Bruno, Itagiba e outros safados).
A atitude de punir os que usaram nome das instituições federais em beneficio próprio deveria ter partido de quem?
Do próprio presidente?
Dos senadores e deputados?
Dos ministros do supremo tribunal federal?
Da OAB que se diz tão presente na vida do Brasil?

Alberto (01/02/2009 - 08:52)
Azenha, fui censurado?
Fundamentado na segurança e na certeza, que é a condição primeira para o desenvolvimento da sociedade humana, segundo o grande Miguel Reale, a idéia de comando e de regra de direito: quando essa tendência se isola ou exacerba, fundadas em atos de autoridade, dá início ao chamado "FILHODAPUTISMOPOLÃTICO", royaltes para mim. É a terra sem regras, embora tenha leis, em que pássaros muito bicudos travestidos de bons mocinhos e salvadores da pátria se entrincheiram. Como dizem os germânicos: "Cuidado com a Bica Grande"...

MACONHEIRO (01/02/2009 - 08:51)
Sarney, dono do Maranhão, V.S Serra ,Síndico Vitalício de São Paulo .

Roberto Gomes (01/02/2009 - 08:39)
Sou Sarney desde criancinh, KkKKkKkKK.

babi (01/02/2009 - 07:49)
NÓS JA PROVAMOS DESTA CORJA - TUCANOS E DEMOS - NO PODER E SABEMOS DO QUE SÃO CAPAZES E O MAL QUE FARà AO BRASIL E SEU POVO. ESTAMOS VIVENDO UM GRANDE MOMENTO EM QUE O BRASIL TEM TUDO PARA DEIXAR DE SER UM PAÃS DO FUTURO, PARA SER UMA REALIDADE. O RETORNO DOS TUCANOS AO PODER E DA CORJA QUE ATRASOU O PAÃS POR SECULOS SERà UM LAMENTAVEL RETROCESSO. PERDEREMOS O POUCO QUE CONQUISTAMOS COM O GOVERNO LULA. NOSSOS FILHOS PAGARÃO O PREÇO.

Jose Ronaldo (01/02/2009 - 01:09)
Voces acham que um cara ordinário como Fernado Henrique Cardo não sabia da armação contra Roseana Sarney? Se Serra for eleito em 2010 preparem-se para uma ditadura pior do que os militares.

Mateus Godoi (01/02/2009 - 00:02)
Aguardo comentários dos "sábios" Dvorak e Jhonn Bastos....

Ou eles também acham que tudo isso é intriga da oposição?

PS: Sarney realmente faz pior no MAranhão, aliás é dono do Maranhão...

babi (31/01/2009 - 22:45)
SARNEY na presidência do SENADO será um GRANDE obstaculo a candidatura de SERRA a presidencia da Republica em 2010. Os tucanos sabem disso.SARNEY VINGARà A FILHA. O ideal para os tucanos é Tião Viana no senado e Michel Temmer na Câmara. Michel Temer é um aliado de Serra e vai trabalhar por serragio na camara onde o governo Lula tem maioria. No senado Tião Viana pouco fará, pois o governo Lula tem minoria. Para o bem do Brasil , por incrível que pareça, melhor ter um inimigo figadal de SERRAGIO a frente do SENADO. SARNEY não é santo. Quem for que atire a primeira pedra. Tô pensando no BRASIL. O melhor seria SARNEY no Senado e ALDO REBELO na Camara.Não caiam na armadilha do PIG.

Ronaldo (31/01/2009 - 22:32)
Sarney, à época, apenas provou do prório veneno. Aqui no Maranhão ele faz muito pior.

Edmar (31/01/2009 - 21:25)
MInha avó ensinava, quem isso usa disso cuida. Tantas fizeram os tucanos do serra que agora estão apavorados achando que o governo LULA vai usar a PF da mesma maneira. De toda sorte, a DILMA fique esperta, pois o itagiba foi promovido a deputado e segue ligado aos delegados brunos da vida. O serra, não mudou em nada. Segue mentindo, dilápidando o patrimônio do povo como no caso das ambulâncias, agora é metrô, rodoanel, sabesp e vai por ai. Vamos salvar esse pronunciamento do Senador Sarney, pois se eu que me acho informado só hoje tomei conhecimento dele image o povão. É preciso dar a cada brasileiro o conhecimento dos métodos ilegais e mentirosos do serra. É a única forma de proteger o país desse facínora.

Euripedes Ribeiro de Sousa (31/01/2009 - 20:51)
Naquela ocasião o Sarney sabia muito bem o que tinha sido engendrado contra sua filha. O método foi criado pelos udenistas, no tempo do Getúlio e do Juscelino e posteriormente contra João Goulart. O Sarney conhece muito bem a tecnica utilizada pois ele é um egresso da antiga UDN. A estória do dossiê foi a mesma coisa. Mostraram um cara passando sob as câmeras com uma maleta e depois mostraram o dinheiro.Precisaria de no mínimo dez maletas daquelas para conter todo o dinheiro.

Marco Vitis (31/01/2009 - 20:43)
Observem os denunciados pelo senador Sarney em 2002: Itagiba, Santoro, Avelar, Veja... São os mesmos que continuam agindo a favor do projeto político para fazer Serra presidente em 2010.

Sarney... (31/01/2009 - 20:01)
O erro do Sarney foi investir na globo

Fabrício Ferreira dos Santos (31/01/2009 - 19:51)
Sarney não regateia: QUEM A BOCA DO MEU FILHO BEIJA, A MINHA ADOÇA.

BETO LIMA (31/01/2009 - 19:43)
É. Ele escreve bem, neste caso até pode ter razão de estar tão indignado. Mas ele sabe que a vida de politicos é assim. Hoje está tudo bem, amanhã está tudo... não tão bem. Ele é farinha do mesmo saco. Dirigiu o estado de Maranhão, ele e a familia por décadas, e o povo continua miserável..... vá ver a conta bancária dele.......é um porco imundo igual a tantos outros políticos...Quanto ao discurso??? O papel aceita qualquer coisa.......depois é só saber ler..........

Rafael A. SIlva (31/01/2009 - 19:42)
O inimigo do meu inimigo é meu amigo já dizia o velho sábio da montanha.

Até se o satanás baiano ACM representasse uma força contrária às forças inescrupulosas de José Máfia-das-Ambulâncias KGB Serra, eu daria meu apoio à ACM no senado.

marcos (31/01/2009 - 19:29)
Dilma que se cuide!Com Serra, Gilmar Mendes, Itagiba, FHC, Heráclito, Agripino, Virgílio...tudo é possível.Deus nos livre desse homem (Serra) presidente...

Marco Antônio Leite (31/01/2009 - 18:42)
Sarney, Lula, Serra, Humberto Costa, Kassab, Yeda Crusios e outros que figuram no circo da política nacional são BOSTA do mesmo cavalo. O país esta embrulhado no papel de seda da corrupção. Somente com movimentos de massas e muita luta organizada teremos uma pequena possibilidade de reverter esse quadro de sujeira que esta estabelecida a centena de anos. Não se faz uma democracia com traidores e vendedores do patrimônio do trabalhador brasileiro. Democracia se faz com trabalho, honestidade e competência, a fim de que o povo tenha melhores condições de vida.

Fernando (31/01/2009 - 18:27)
O Sarney tá isolado politicamente.

PT, PSDB e PSOL se uniram contra ele na disputa pela presidência do Senado.

A principal proposta de Sarney é barrar a entrada da Venezuela no Mercosul.



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