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Quando a palavra teima

04 de setembro de 2017 às 17h02

por Marco Aurélio Mello

Se é para guardar
A escrita em segredo
Use o bloco ao contrário.

Enquanto ganha forma
O texto que escreve,
Ele vive em segredo

No avesso das páginas.
Depois, assim como as aves,
Ele ganha asas.

Percorre a imaginação
No céu de profundo azul
Do cerrado.

Texto e pássaros
Gostam de Bossa Nova.
Por que será?

De repente ambos gritam
Mais alto do que a música.
Súbito silenciam ao solo da guitarra.

Depois, voltam a berrar
Borram com tintas vulgares
O verso do papel delicado.

Sou testemunha da sua entrega.
Você deixa o corpo
E leva o parceiro junto.

Se você não desistir de mim…
Vamos construir
Uma casa de praia no céu.

Com vista para o eterno.

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