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Acabou

11 de julho de 2017 às 15h36

por Marco Aurélio Mello

O print que ilustra esta postagem foi feito às 14h desta terça-feira, 11 de Julho de 2017.

Em pouco mais de uma semana conseguimos bater a meta de arrecadar os recursos necessários para indenizar o diretor de jornalismo da TV Globo.

O que ele fará com o dinheiro?

Não faço a menor ideia.

Façam suas apostas!

Outras participações ainda serão contabilizadas pelo Catarse.

Algumas pessoas deram suas contribuições em mãos.

E outras mais pediram o número da minha conta para depositar.

Não pretendo ficar com nenhum centavo.

Tenho alguns pequenos custos a serem contabilizados: flor, bombom, café e jantar.

Foram recompensas sugeridas como forma de causar burburinho durante a campanha.

Todo o dinheiro excedente será contabilizado e terá o destino que os apoiadores julgarem o melhor, numa consulta que faremos por e-mail depois.

Gostaria de agradecer imensamente a todos, sem exceção.

Somos até agora quase 900 apoios.

Imaginem só, novecentas pessoas em todo o Brasil e no exterior que decidiram se mobilizar por esta causa.

É claro que o exército da famiglia Marinho é muito mais numeroso.

Os irmãos estão entre as maiores fortunas do planeta.

Seus negócios incluem internet, tv, rádios, jornais, revistas, editoras…

São donos de off shores em paraísos fiscais e mandam prender e soltar, literalmente.

Agora mesmo vimos o poder de fogo que eles têm ao decretar a substituição do presidente usurpador Michel Temer.

Todos os calunistas (favor não revisar) seguiram rigorosamente a “nova orientação da casa”.

Eles são a voz do dono, mas também dos patrocinadores: empresas transnacionais de petróleo, automóveis, bebidas, alimentos, cosméticos…

Eles são o braço doutrinador do poder econômico para, via poder político, explorar os que não têm voz, nem nada.

A grande lição que aprendi nesta curta e tão intensa campanha foi: não estamos sozinhos.

Nos últimos 10 anos muitos foram os que me ridicularizaram, incluindo parentes e “amigos”.

Fizeram julgamentos cruéis e exclamaram: “quem você acha que é para comprar esta briga?”

Em vários momentos senti-me triste, com a sensação de que sim, meus críticos estavam certos.

Hoje, o que sinto é uma vontade imensa de continuar lutando contra este império.

Só não sei se devo usar as mesmas armas, nem a mesma estratégia.

Afinal, o caminho da Justiça, quando traz tantos vícios de origem, talvez não seja o melhor caminho.

Uma formiguinha pode ser pouca, mas com o formigueiro a conversa é outra.

Até a vitória final!

Um abraço cheio de gratidão.

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