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A caminho da paz

01 de agosto de 2017 às 15h39

Você já parou para pensar no tempo que a gente gasta reclamando?

Reparou quantas pessoas fazem foco no lado negativo da vida?

Fica parecendo que pessoas positivas são ingênuas, alienadas, inocentes…

Mas e se, ao contrário, elas estiverem em outra sintonia, focadas em outros valores?

São pessoas que têm procurado olhar para si mesmas para saber se suas práticas são compatíveis com seus discursos.

Afinal, nos dias de hoje, de transparência total, não parece inteligente pregar em público aquilo que não se pode defender no privado.

Dou um exemplo: não posso fazer discurso pela igualdade de gêneros se em casa não assumo igualmente das tarefas domésticas.

Não dá mais para ficar no sofá da sala esperando as coisas acontecerem.

Passa da hora de sair da zona de conforto e enfrentar nossos próprios limites, dogmas, condicionamentos…

A física ensina: não há movimento sem atrito.

Sim, é preciso coragem para arrumar a cozinha depois que a festa acabou.

Também não dá mais para ficar se queixando o tempo todo.

Lá no interior a gente diz: “dá uma enxada na mão dele!”

É hora de agir, minha gente!

Agir não pelos outros, mas por nós mesmos.

Durante um tempo a gente achou que dava para mudar as pessoas pelo verbo.

Mas a mudança não se dá pelo discurso, e sim pelo exemplo.

E mudar pelo exemplo requer do outro reflexão, tempo.

E tempo é sinônimo de paciência.

Como não controlamos o tempo, ele se impõe por sua própria lógica, num território em que batalha mais difícil é a do diálogo.

Só que dialogar requer entes de falar, ouvir.

E, neste sentido, algumas palavras são mágicas: gratidão, solidariedade, respeito, paz, AMOR…

Tudo parece tão idealizado, tão distante, não é?

Que tal se cada um de nós começar a praticar AGORA?

Ninguém será melhor que o outro, mas pelo menos assumirá integralmente sua responsabilidade em relação ao mundo, o que já está de bom tamanho.

Lembre-se: a felicidade não está no amanhã, está no hoje e pessoas valem mais do que coisas.

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